Archive for Outubro 17th, 2007
FOI DERRUBADO – HOJE DENUNCIADO CRIMINALMENTE EM CONCURSO COM A FILHA E TERCEIROS
Além de ter cativado a simpatia de um ex-vereador da Capital – agora Deputado Federal; e do prefeito de Bertioga.
O Delegado Paulo Eduardo Barbosa, filho e irmão dos acima citados, quando trabalhava na DISE – em face da “correria política” para nos empurrar Elpídio como Secional – foi cientificado que tal escolha seria “desastrosa” para a Polícia; conseqüentemente para a coletividade.
Assim, a delonga para o seu afastamento foi um jeitinho delicado.
Apenas, para não arranhar a imagem dos políticos citados.
Fosse um Delegado sem apadrinhamento político, há muito tempo, teria sido de fenestrado.
O tal pedido de exoneração por problemas de saúde não passa de uma mentira.
Tentaram, de todas as formas, segurá-lo no cargo.
Cargo que jamais ocuparia sem a interferência da parentela e amigos influentes.
Sempre foi incompetente e ímpobro.
Deveria ter se fingindo de morto ao ler aquilo que eu escrevi no site da Adpesp.
Também, não deveria ter buscado vingança pessoal em meu desfavor em razão de fatos ocorridos entre fevereiro a maio de 1992; no 3º DP de Santos.
Logo após ser guindado como adjunto daquela Unidade passou a desconsiderar os colegas de plantão.
Na época quis “tirar castanha do fogo com a mão do gato” – com a minhã mão – ele vai lembrar-se do Mazda conversível.
Não contou com a minha docilidade; e se sentiu “banhado”.
E depois passou a me indispor e minar o meu relacionamento com o Titular.
Nas minhas férias, sabedor que eu sempre me neguei a cumprir a cota estipulada pelo Dr. Edgar, determinou aos dois escrivães “um mutirão”.
Não ele, os escrivães relataram 40 inquéritos.
Mesmo assim ficou como trabalhador; eu vagabundo.
Posteriormente voltaram trinta e tantos com cotas.
É um funcionário público desleal para a coletividade; e nefasto para a quase totalidade dos policiais de Santos.
Por tudo, como sou devedor moral do Dr. Rosier Ferreira Jorge, estou duplamente satisfeito.
Elpídio: dupla justiça.
Depois de 15 anos.
Não pediu exoneração.
Eu te derrubei, apenas, me defendendo das suas mentiras.
Aprenda: viva e deixe viver.
Lembre que eu te telefonei para pedir-lhe que me reconduzisse ao 2º DP do Casqueiro, ficando o Dr. Edy na CIRETRAN.
Eu só queria Justiça.
Mas, você preferiu fazer um “acerto caseiro”; sob a desculpa de que outro colega estaria indicado.
E cinicamente veio com aquele abominável chavão: “não está esquecido”
Não estava, lembrou do meu nome – ferindo a hierarquia – para deixar uma estagiária no meu lugar.
E peça para o seu futuro genro postar uma foto sua no site oficial.
Ou ele esconderá os laços familiares?
E nunca mais escreva mentiras ao meu respeito; muito menos desdenhe da minha pessoa com aquele lamentável desfecho pela representação em razão de você – sequer avisando – “me ter chutado” para o 7º DP de Santos.
Eu nunca fui “frustrado, tampouco funcionalmente ressentido”.
Mas, você é um homem sem princípios, covarde e mentiroso.
O LEGADO DA LEALDADE AO PODER…INSTITUIÇÕES IMUNDAS
Este é o comunicado oficial, na íntegra, do Comando do II Exército distribuído à imprensa no domingo, um dia após a morte do jornalista Vladimir Herzog.
O comando do II Exército lamenta informar o seguinte:
1) Em prosseguimento às diligências que se desenvolvem na área do II Exército, que revelam a estrutura e as atividades do Comitê Estadual do Partido Comunista, apareceu, citado por seus companheiros, o nome do sr. Vladimir Herzog, diretor-responsável de telejornalismo da Tv Cultura Canal 2, como militante e integrante de uma célula de base do citado partido.
2) Convidado a prestar esclarecimentos, apresentou-se, acompanhado por um colega de profissão, às nove horas do dia 25 do mês corrente, sendo tomadas por termo suas declarações.
3) Relutando, inicialmente, sobre suas ligações e atividades criminosas, foi acareado com os seus delatores, Rodolfo Oswald Konder e George Benigno Jatay Duque Estrada, que o aconselharam a dizer toda a verdade, pois assim já haviam procedido.
4) Nessas circunstâncias, admitiu o sr. Vladimir Herzog sua atividade dentro do PCB, sendo-lhe permitido redigir suas declarações do próprio punho.
6) Cerca das 16 horas, ao ser procurado na sala onde fora deixado, desacompanhado, foi encontrado morto enforcado, tendo para tanto utilizado uma tira de pano. O papel contendo suas declarações, foi achado rasgado, em pedaços, os quais, entretanto, puderam ser recompostos para os devidos fins legais.
7) Foi solicitada à Secretaria de Segurança a necessária perícia técnica, positivando os senhores peritos a ocorrência de suicídio.
9) As prisões até hoje efetuadas se enquadram, rigorosamente, dentro dos preceitos legais, não visando a atingir classes, mas tão somente salvaguardar a ordem constituída e a Segurança Nacional.




