JORNAL FLIT PARALISANTE

POLÍCIA SEM CERIMONIAL

Archive for Outubro 25th, 2007

Folha de S.Paulo – Policiais presos são acusados até de ameaçar estupro – 25/10/2007

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Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 19:30

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G1 > Edição São Paulo – NOTÍCIAS – Campinas tem 6 vezes mais roubos seguidos de morte do que SP

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Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 19:21

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NÃO É BEM ASSIM!

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Corregedoria nega favorecimento de policiais civis presos

RENATO SANTIAGO

da Folha Online
O corregedor-geral em exercício da Polícia Civil de São Paulo, José Maria Coutinho Florenzano, negou nesta quarta-feira que os nove policiais que tiveram suas prisões preventivas decretadas ontem foram beneficiados antes de serem presos. Os policiais –acusados de tortura, roubo e concussão (extorsão cometida por empregado público)– foram avisados pela polícia que havia mandados contra eles antes de serem presos.
Ricardo Nogueira/04.out.2007
“No que isso prejudicou a operação? As pessoas não estão presas?”, perguntou Florenzano. “Isso demonstrou que o foi feito é uma forma eficaz para que se chegasse ao resultado, a prisão das pessoas”, completa. Dos nove policiais, três continuam foragidos.
As investigações contra os policiais começaram depois que interceptações telefônicas da Polícia Federal flagraram a ação ilegal dos policiais. O grupo, que trabalhava em Osasco (Grande São Paulo), foi a Campinas (95 km a oeste de São Paulo) interrogar um suspeito de tráfico.
De acordo com as investigações do delegado-assistente Walter Bavaro, da 2ª Corregedoria-Auxiliar, o suposto traficante e sua irmã foram torturados e os policiais levaram seu carro –um Gol– e cerca de R$ 40 mil. Os policiais ainda teriam exigido R$ 250 mil do suspeito.
Entre os presos está o delegado Pedro Luís Pórrio, que também é acusado de extorquir o megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, preso em São Paulo. Permanecem foragidos os policiais Daniel Ferreira Dutra, Pablo Ricardo Pereira Xavier e Luís Cláudio de Oliveira. Pórrio e os outros envolvidos negam as acusações.
“Não houve acordo [com os policiais]. Foi sugerido que houvesse um contato da Corregedoria, em razão do adiantado da hora [os mandados chegaram às 18h] para que a diretoria do Decap [Departamento de Polícia Judiciária da Capital] e Demacro [Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo] providenciasse a apresentação dos presos, o que é muito mais eficiente. Eles teriam como localizá-los, nós não teríamos”, afirmou o corredor em exercício.
Florenzano afirmou ainda que o procedimento é “atitude corriqueira dentro da instituição”. Já o delegado Bavaro relatou outro caso semelhante “Uma semana atrás, na cidade de Campinas, foi decretada a prisão preventiva de outros três investigadores. Esses investigadores foram convocados pelo delegado titular de unidade, se apresentaram e foram presos”, relatou.
POSSO DAR EXEMPLOS DE POLICIAIS QUE FORAM PRESOS E ALGEMADOS NA PRESENÇA DOS FAMILIARES; FILHOS PEQUENOS, INCLUSIVE.
E, LOGO DEPOIS, LEVADOS AO CÁRCERE SOB AS LUZES DA IMPRENSA.
TAMBÉM, HÁ CASOS DE POLICIAIS QUE APÓS ALGEMADOS ACABAM ESBOFETEADOS.

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 5:03

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TORTURA E MORTE – CARTEIRA VERMELHA "DE GRÁTIS"

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25 de outubro de 1975

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 4:15

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MOSTRANDO QUEM É CHICANEIRO

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Síntese dos argumentos do advogado do , agora, Diretor do Deinter-6 de Santos:WALDOMIRO BUENO FILHO.
Colocados os fatos no seu devido lugar, observa-se que as condutas imputadas aos pacientes na inicial acusatória não configuram de forma alguma o delito de abuso de autoridade e, muito menos, o de denunciação caluniosa. É que, com a devida venia, o fato de os pacientes “agirem, invadindo a atribuição exclusiva do Procurador Geral de Justiça” (fl. 4 – doc. 1), instaurando inquérito policial em face de membro do Ministério Público, não demonstra a prática delitiva imputada. Muito menos há qualquer indicação concreta de que a instauração do inquérito tenha se dado de forma ardilosa para apurar o crime de abuso de autoridade “do qual sabiam ser as vítimas inocentes”(fl. 5 – doc. 1). 3. Eminentes Desembargadores, ainda que os pacientes, autoridades policiais de alta patente dentro da Polícia Civil, tenham, nas palavras da denúncia, “invadido a atribuição do PGJ” e lavrado a Portaria do Inquérito Policial – insista-se, sem a realização de qualquer ato investigatório – quando, segundo as “sedizentes vítimas” deveriam ter apenas comunicado os fatos ao Procurador Geral de Justiça para que lá, se o caso, fosse instaurado inquérito, é evidente que daí não decorrem as práticas criminosas imputadas aos pacientes. 3.1. Fosse diferente, toda a investigação instaurada por autoridade incompetente, remeteria à denunciação caluniosa, o que, com todo o respeito, representa um rematado disparate.
Com efeito, na esteira do raciocínio acima, vou lavrar boletim de ocorrência e baixar portaria para apurar os crimes de prevaricação, abuso de autoridade e falsidade ideológica em desfavor do Sr. Waldomiro Bueno Filho; em seguida remetendo os autos – devidamente registrado, através do Judiciário – ao Exmº Delegado-Geral de Polícia.
Sou Delegado de Polícia, portanto competente para a instauração de inquérito.
Não há nulidade que possa ser suscitada, vez que inexiste o instituto do “delegado natural”.
Legalmente posso presidir auto de flagrante por crime praticado contra a minha pessoa no exercício das funções, nada impedindo que – em vez de peticionar ao Delegado-Geral por crimes contra mim cometidos – baixe a portaria inaugural agilizando o procedimento e fazendo a juntada dos documentos pertinentes.
E, assim, não correrei o risco de, uma vez mais, ter representação “engavetada”.
Por outro aspecto, diante da inércia dos órgãos correcionais estou legitimado a tomar a iniciativa.
O Sr. Waldomiro, por diversas vezes em desfavor de Delegados diversos, faltou com a verdade no exercício das funções.
Deu causa a instauração de Processos Administrativos e Inquéritos Policiais imputando falsos a inferiores hierárquicos.
Inverte as regras do Direito.
Em vez de apurar denúncias de crimes funcionais.
Nega, de plano, a verossimilhança das “denúncias”.
Remove e acusa o denunciante de falsos.
Uma, duas, três… Sabe-se lá quantas vezes cometeu tais “irregularidades”( para ser elegante).
Pelos locais que passou como Diretor, fez tabula rasa para a jogatina e corrupção.
Omissão penalmente relevante que pode levar a inferição do recebimento de vantangens ilícitas.
Em preleções rasga elogios ao famigerado SÉRGIO PARANHOS FLEURY, a quem reputa como o maior Delegado de Polícia da história deste Estado.
Em preleções para os subordinados afirma: “pela frente sorrir e pelas costas apunhalar a Polícia Militar”.
Em preleção, dias atrás, ao apresentar o novo Delegado Seccional, roubou a cena para se dizer honesto, dono de apenas um apartamento e um automóvel.
Afirmou nunca ter praticado tortura. E que tudo neste “blog” é mentira.
Ora, me atribuiu, publicamente, abandono do cargo.
Fez ameaças e as cumpriu, registrando 33 faltas em meu desfavor.
Suprimindo meus vencimentos e, mês depois, dando causa a descontos injustificados.
Nesta data, por superior, fui informado de que teria direito apenas a 20 dias de férias, em razão das faltas injustificadas.
Não cumpriu, no prazo legal, a obrigação de depositar a ajuda de custo pela remoção no interesse do serviço policial. De plano, usurpando atribuição privativa do Delegado-Geral, me afastou das funções no 7º DP de Santos.
Consumando assédio moral, no âmbito da administração pública, fui designado para “policiar” a Praça Mauá, durante um sábado e um domingo.
Levou ao Conselho informação falsa acerca da apreensão de entorpecentes no interior do meu gabinete no 2º D.P. de Cubatão, mas não juntou cópia do respectivo auto de exibição e apreensão ou quaisquer documentos da Corregedoria.
Levando a interpretação de ser eu envolvido com drogas, ou seja, implicitamente, “maconheiro”.
Por vingança me desqualificou de todas as formas; comparando-me a advogado chicaneiro e pseudo-intelectual.
E o Conselho, sem vacilação, a tudo aceitou.
Assim, com gente de tal estatura não se guerreira em silêncio pelas vias hierárquicas.
Todos sabem aquilo que fez em prejuízo de outro colega de Santos; assim tudo aquilo que diz para os subordinados, respeitosamente por eles é recebido como inverídico.
Pois, pessoa honesta não enreda; não torce o direito e a verdade.
Tristemente, em razão de superiores de tal jaez, aos olhos da Sociedade, somos integrantes de uma quadrilha armada.
Dr. GUILHERME SANTANA VENHA NOS ACUDIR!

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 3:43

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Bom senso zero! Direito Penal zero! Processo Penal zero! Direito Constitucional zero! Direito Administrativo zero! Credibilidade zero!

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Publiquei aqui, em 11 de junho de 2007, o artigo do excelente professor Lélio Braga Calhau intitulado: É mais facil falar com um penalista internacional famoso do que um penalista famoso no Brasil. No artigo, o professor assevera:”Há pessoas que acham que o Direito Penal é o “campo de batalha” entre Advocacia, Ministério Público, Poder Judiciário e as Polícias. Eventualmente, essas pessoas (para se projetarem profissionalmente) de forma gratuita passam a generalizar e atacar os profissionais da corporação adversa, como se fossem os “donos da verdade” no Direito Penal. Nada mais deselegante e anti-ético para um criminalista de verdade”.Como que a emprestar um pouco de vida real à retórica do professor, a Polícia e o MP de São Paulo deram uma triste demonstração de péssima convivência.O Ministério Público Estadual e a Polícia Militar realizaram, no ano passado, uma operação de combate ao crime organizado na região do Vale do Paraíba (SP). Foram presas várias pessoas, cumpridos mandados de busca e apreensão, ouvidos suspeitos e testemunhas e determinada a realização de perícias, tudo sem a participação da Polícia Civil.Muito embora eu não concorde com a tese do monopólio da investigação criminal, alijar, sem um bom motivo (considerando, claro, que bons motivos não existiam), a Polícia Civil deste tipo de operação é, no mínimo, uma péssima política de boa vizinhança.Magoados, os delegados Waldomiro Bueno Filho, José Antonio de Paiva Gonçalves e Antônio Luiz Marcelino abriram Inquérito Policial para apurar abuso de poder por barte dos promotores e dos policiais militares. A justificativa dos delegados é justamente a tese do monopólio das investigações criminais pela polícia civil.Além do claro acesso de ciúmes, a atitude dos delegados foi, claramente, ilegal. É que a polícia não pode abrir inquérito policial contra promotores.Pelo absurdo das acusações, o procedimento foi devidamente arquivado.O embróglio poderia ter acabado aí. Mas não: o MP resolveu denunciar os delegados por abuso de poder e denunciação caluniosa.Os delegados cometeram um ato ilegal e possuiam a experiência técnica para saber que não poderiam abrir inquérito policial contra promotores. Além disso, claramente, fizeram uso do poder inerente ao cargo para se vingarem por sua exclusão da investigação, o que se caracteriza como abuso de poder.A denúncia foi recebida, mas o andamento processual foi suspenso por decisão liminar até o julgamento do mérito de um habeas corpus que tramita junto ao TJ-SP e pede o “trancamento” da ação penal (em 23 de julho de 2007).Pelo que posso ver, muita falta do que fazer. ( Blog do Professor Manuel)
Ontem, em reuinão de apresentação do Seccional para os Titulares e adjuntos, o Bueno roubou a cena.
Pegou o microfone e disse que não era para acreditarem nas mentiras do blog, que era trabalhador, honesto e humilde, que tinha apenas um apatamento em seu nome e um carro simples, sendo que o carro nem no seu nome estava.
Por fim, disse que nunca foi torturador.(fonte sob sigilo)

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 2:15

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SSP – Secretaria da Segurança Pública

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Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 1:31

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POLÍCIA CIVIL – COMEMORAÇÃO CAVALAR

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Jockey realiza páreos para comemorar centenário da Polícia Civil Segunda-Feira, 12 de dezembro de 2005

Na próxima segunda-feira (12), o Jockey Club de São Paulo sediará mais uma comemoração alusiva ao centenário da Polícia Civil.
A iniciativa do evento surgiu do ex-presidente dos Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança), Fuad Saad, e será patrocinada pelo próprio Jockey.
No dia da solenidade, oito páreos receberão nomes relacionados à corporação.
As corridas começarão às 18h30 e o criador do cavalo vencedor de cada uma delas receberá como prêmio um troféu alusivo aos 100 anos da Polícia Civil.
A entrada é gratuita para as competições e estão convidados todos os policiais civis, familiares e amigos.A cerimônia será encerrada com um cocktail para os 200 convidados.
Páreos Especialmente neste dia, os páreos serão denominados pelos nomes que remetem à Polícia Civil:•
1º Páreo: Decap, Demacro, Acadepol•
2º Páreo: DEIC, DHPP, Denarc•
3º Páreo: DIRD, DAP, Dipol•
4º Páreo: Corregedoria, APCGS, Detran•
5º Páreo: Prêmio Especial Centenário da Polícia Civil•
6º Páreo: Deinter-1, Deinter-2, Deinter-3•
7º Páreo: Deinter-4, Deinter-5, Deinter-6•
8º Páreo: Deinter-7, Deinter-8, DGPADAlgumas siglas da Polícia Civil • Acadepol: Academia de Polícia• APCGS: Assistência Policial Civil do Gabinete do Secretário• DAP: Direção e Assistência da Polícia Civil• Decap: Departamento de Polícia Judiciária da Capital• Deic: Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado• Deinter: Departamento de Polícia Judiciária de SP- Interior• Demacro: Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo• Denarc: Departamento de Investigações Sobre Narcóticos • Detran: Departamento Estadual de Trânsito• DGPad: Delegacia Geral da Polícia Adjunta• DHPP: Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa• Dipol: Departamento de Inteligência da Polícia Civil• Dird: Departamento de Identificação e Registros Diversos
Thaís Camargo

VOCÊ TEM UM INIMIGO?
NÃO PRECISA MATÁ-LO.
LEVE-O AO JOCKEY; ENSINANDO-LHE COMO APOSTAR.

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 1:30

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SOCIEDADE DOS AMIGOS DA POLÍCIA CIVIL – SOAPOCI

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Os três links abaixo com notícias acerca das embarcações e motocicletas ,dão conta de que a SOAPOCI foi a responsável pela doação dos bens incorporadas ao patrimônio do DEINTER-6.

Com efeito, a SOAPOCI sempre foi carente de recursos.

Não possui instalações próprias, faltando-lhe verba até para materiais de expediente.

Estranhamente, como por encanto, na gestão do Diretor TANGANELLI obteve recursos para a aquisição de lanchas e motocicletas.

Obteve recursos de quem? Qual a razão?

Se nas gestões anteriores jamais se dispôs a angariar fundos para doações de tal vulto.

Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 1:29

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SSP – Secretaria da Segurança Pública

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Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 1:21

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Policia Civil do Estado de São Paulo – Polícia Civil ganha barcos para otimizar serviços operacionais

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Escrito por roberto conde guerra

25/10/2007 em 1:14

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