O DEINTER-6, MAIS UMA VEZ, FOI MOTIVO DE CHACOTA COM A MATÉRIA VEICULADA NA TV GLOBO, ONTEM A NOITE, EM HORÁRIO NOBRE, PARA TODO O BRASIL, NO PROGRAMA “FANTÁSTICO”.A MATÉRIA MOSTROU COMO É FÁCIL COMPRAR ARMAS, DROGAS E PRODUTOS ROUBADOS NAS FEIRAS DO ROLO DE GUARUJÁ E SÃO VICENTE. A FEIRA DO GUARUJÁ, QUE ACONTECE EM VICENTE DE CARVALHO, FICA A 500 METROS DA DELEGACIA, QUE FICA FECHADA QUANDO ELA FUNCIONA, AOS DOMINGOS.O DIRETOR, AO SER ENTREVISTADO, DISSE QUE NUNCA CONSEGUIRAM APREENDER UMA ARMA LÁ ! ORA, QUE TAL FAZER UM TRABALHO DE INVESTIGAÇÃO COMO OS “PRODUTORES” DA TV GLOBO FIZERAM ?UMA VEREGONHA ! Litoral Paulista, Segunda-Feira, 07 de Janeiro de 2008 :: 18:36
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008, 22:07
Feiras do rolo oferecem mercadorias roubadas na região
De A Tribuna On-line
No meio de ruas no Guarujá e em São Vicente, feiras populares, conhecidas como feiras do rolo, oferecem mercadorias roubadas, sem nota fiscal e com nenhuma garantia, drogas e até armas.
Com uma microcâmera, produtores do programa Fantástico, da TV Globo, foram três vezes a uma feira popular, no Guarujá, uma das cidades mais visitadas do estado de São Paulo no verão.
Veja um exemplo: o homem oferece um celular. O preço: R$ 100.
- Está bom esse daí?
- Está, mas está sem chip.
- Mas tem rolo para mim, se pegar esse daí?
- Vai voltar quanto pra mim?
- Quanto é?
- 100 mango.
Em São Vicente, outra cidade da Baixada Santista, mais uma feira do rolo.
- Tem frente só ou tem o rádio também?
- Só isso daí.
Morte de Emily
Máquinas fotográficas, que nas lojas custam R$ 1 mil, aqui não passam de R$ 100. Uma era de Emily, de 13 anos. No ano passado, bandidos tentaram roubá-la. A jovem – que estava na garagem de casa, em São Vicente – levou um susto. Os assaltantes entenderam como uma reação e mataram a menina. A arma do crime, diz o pai, foi comprada na feira do rolo.
“Compraram, usaram, assaltaram com ela, mataram a minha filha. O rapaz voltou e vendeu ela lá novamente. No mesmo lugar”, diz o pai de Emily, Wilson de Araújo.
As feiras do rolo só funcionam aos domingos. Nos outros dias, quase não há movimento. A do Guarujá é em uma rua. A 500 metros fica a delegacia do bairro. Mas ela fecha nos fins de semana, o que facilita a ação dos criminosos. Para conseguir drogas e armas, basta trazer dinheiro vivo.
“Aqui eu arrumo o que a pessoa precisar. Revólver, eu tenho. Cocaína, maconha. Aqui eu não tenho, mas em casa eu tenho”, diz o homem, que se apresenta como estivador do porto de Santos. Ele conta que vende produtos roubados até de passageiros de transatlânticos. Mas o que o nosso produtor negocia com ele é a compra de uma arma.
- Revólver, você consegue qual?
- 38. pistola. pistola de 21 tiros.
- nove milímetros? Raspada?
- Raspada.
- Quanto sai?
- Uma quina.
Na gíria, uma quina é igual a R$ 500. As encomendas podem ser feitas por telefone.
“Me liga. A hora que precisar de um é só me ligar”.
Outro homem diz que o preço das armas vem subindo nos últimos tempos.
“Um oitão, os caras pedem R$ 400. Depois que inventaram essa lei do desarmamento, quem tem não quer vender e quem quer vender está pedindo uma nota. Antigamente comprava por R$ 250, R$ 300”.
“Já fizemos quatro blitz nessa feira, visando apreensão de arma, e não logramos apreender nenhuma”, diz o diretor da Polícia Civil da Baixada Santista, Waldomiro Bueno Filho.
Fantástico – Mas se o nosso produtor conseguiu se infiltrar, o senhor não acha que um policial não tem condições de se infiltrar e comprar uma arma ou fazer uma encomenda?
Waldomiro Bueno Filho – a comunidade do Guarujá é pequena, conta com poucos policiais e todos os policiais são conhecidíssimos na região.
Foi da feira do rolo do Guarujá que saiu a arma que matou o programador de sistemas Diego Engel Leite, de 29 anos, há dois meses. Quem fez a revelação foi o próprio assassino – um menor, de 16 anos.
“Nós estamos sentados na beira da praia e de repente sua vida muda. Eles não poderiam ter acesso tão fácil na aquisição de uma arma”, comenta a tia de Diego, Sheila Engel.
Litoral Norte
A violência também preocupa quem está no Litoral Norte. O empresário Ed Carlos do Amaral, de 39 anos, foi morto numa tentativa de assalto, em Camburi, onde ia passar o Réveillon.
A família atendeu a um antigo pedido do empresário: queria que os órgãos dele fossem doados. Sete pessoas ganharam a chance de ter uma nova vida.
Desde o mês passado, quando começaram as férias, a segurança no litoral de São Paulo está reforçada. Mas a polícia reconhece que é difícil acabar com esses crimes.
Por isso, diante de um assalto, o melhor é tentar manter a calma. “Evitar a reação, porque a reação é que infelizmente pode chegar a uma tragédia”, diz o comandante da PM da Baixada Santista, coronel Orlando Geraldi.
Para o Ministério Público, muitas dessas tragédias são consequência de um ciclo criminoso, que começa e termina em locais como as feiras do rolo, onde os bandidos compram as armas e depois vendem o que roubam.
“É uma situação extremamente grave. O único meio apto e hábil a enfrentar essa questão é efetivamente um policiamento mais ostensivo, mais aguerrido, mais contundente”, aponta o promotor de Justiça Cássio Conserino.
“Acho que a polícia deveria bater em cima mesmo e acabar com isso. Acabar com esse tipo de coisa”, pede o pai de Emily. As informações são do G1 e Fantástico.
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Querido leitor obrigado pela materia encaminhada.
Mas tenho uma boa idéia acerca da explicação dada pelo referido Delegado.
Quem, como ele, escreve asneiras e mentiras para abafar a corrupção, instalada no andar em que trabalha, jamais daria explicações convincentes para a população do Estado.
Para ele deveriam perguntar apenas sobre propina de caça-níqueis e bicheiros.
POR OUTRO LADO O DIRETOR DEVERIA SER INDAGADO SOBRE OLFATOS DEFEITUOSOS…
DAQUELES QUE NAO SENTEM O CHEIRO PODRE QUE EXALAM…
QUEM?