Archive for Novembro 18th, 2008
JORNALISTA MÁRCIO CALVES RECÉM- SAÍDO DE "A TRIBUNA" FARÁ CONCORRÊNCIA AO FLIT PARALISANTE
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Jornal A Tribuna demite repórter fotográfico vítima de acidente de trabalho |
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08 de fevereiro de 2008 |
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O jornal A Tribuna, de Santos, desrespeitou frontalmente os direitos dos trabalhadores ao demitir, nesta semana, os repórteres fotográficos Edison Baraçal e Carlos Marques, ambos convalescentes. Baraçal está com dois dedos imobilizados, resultado de um acidente sofrido durante a execução de um trabalho para o Expresso Popular. E Marques voltou ao trabalho em janeiro, após afastamento de 6 meses provocado pela tuberculose. No caso de Baraçal, o acidente de trabalho não foi reconhecido oficialmente pois a empresa não emitiu CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) o que garantiria estabilidade de 12 meses após o incidente, em caso de afastamento superior a 15 dias. A diretoria regional de Santos do SJSP emitirá a CAT e já enviou um ofício sobre estes episódios à diretoria do jornal. Veja a íntegra abaixo.
Santos, 8 de fevereiro de 2008 Ofício n 14/08 1 – DA DESUMANIDADE
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Márcio Calves com Márcia
O processo eleitoral nem terminou e nomes que vão compor o governo Márcia Rosa (PT) em Cubatão já começam a surgir. O primeiro deles é o do provável responsável pela comunicação da prefeitura. O jornalista Márcio Calves, recém saído do jornal “A Tribuna”, deve assumir o posto na administração da petista. (02/10/08).
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O humano e imparcial ex-editor chefe MÁRCIO CALVES – recém-demitido do jornal A TRIBUNA – caso não consiga um emprego nalgum órgão ou empresa pública, poderá criar um Blog. Será um sucesso na região da Baixada Santista, especialmente no meio policial. Humanidade, imparcialidade e honestidade inigualáveis. A TRIBUNA, por certo, perderá muitos leitores. Assim, para manter o equilíbrio, voltarei a figurar como assinante.
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QUEM É O INTELECTUAL QUE PRETENDE DEIXAR O PLANTÃO DE GUARULHOS PELO GOE…(entra pra PM meu filho)
18 de Novembro de 2008 21:16
NÃO É ILEGAL SER REPRESENTANTE DE OFFSHORE, TAMPOUCO CLIENTE E SEGURANÇA
Não constitui ilegalidade ser representante de offshore.
Não constitui ilegalidade ser representante de offshore????????Não constitui ilegalidade ser representante de offshore!!!!!!
18 de Novembro de 2008 20:45
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E “nom eczistem” offshores em Mogi das Cruzes lavando dinheiro para Delegados…
“Nom eczistem”…
Nem bruxas, nem fantasmas, nem ladrões; nem offshores aratacas.
DELEGADO GERAL CRIMINOSO…PROCEDIMENTO UNIFORME
Um suposto criminoso na Chefia da Polícia
Quem é criminoso? Quem foi denunciado pelo cometimento de crime ou só quem já tiver sido condenado e a sentença tenha transitado em julgado? Se criminoso for aquele denunciado pelo Ministério Público por prática de crime em tese então o Diretor Geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul pode ser considerado um Chefe de Polícia criminoso. A situação criminal do Delegado Fernando de Paula Louzada não é das melhores. Não obstante ocupar o mais alto cargo do escalão da Polícia Civil foi denunciado por pratica de crime de denunciação caluniosa (Processo nº 001.08.030024-4). Na Vara de Direitos Difusos também responde Ação Popular pelo fato de ter acumulado o dinheiro de funções, irregularmente, o que acarreta enriquecimento ilícito. Ao determinar a instauração de procedimento investigatório para apurar crime que sabia jamais ter ocorrido contra o também Delegado de Polícia André Pacheco, com a finalidade única de inventar um motivo para afastá-lo das investigações que desbaratariam uma quadrilha organizada formada por diretores da Polícia Civil, Fernando Louzada mostrou do que era capaz para defender os interesses de bandidos travestidos de polícia. Não é de hoje que Fernando Louzada arrisca o cargo e a carreira para proteger a continuidade da impunidade no âmbito policial. Em 2002 o promotor de justiça Luiz Alberto Safraider, através do Pedido de Providências nº 0132, requereu uma série de diligências para apurar crimes praticados por servidores do DETRAN, envolvimento de policiais da DEFURV com o crime organizado, fraudes etc. Mesmo havendo dados que norteavam a investigação e subsídios suficientes para resolver o caso, não somente para evitar fossem esclarecidos os crimes praticados, mas principalmente para não prejudicar a rede delituosa implantada entre Defurv e o Detran, Fernando Louzada e Maria Rita do Nascimento subscreveram um relatório de duas laudas com uma série de afirmativas e considerandos que tinham o único intuito de abortar as investigações e convencer o promotor a esquecer a apuração. Seu trabalho, associado a corregedores da SEJUSP foi tão bem elaborado que acabou conseguindo engabelar os promotores Safraider e Esther Souza de Oliveira Costa. Por fim os também promotores Clovis Amauri Smaniotto e Ana Lara Camargo de Castro “engoliram” a farsa montada por Louzada e alguns colegas delegados de polícia e requereram o arquivamento dos autos que foi definitivamente arquivado por determinação do Juiz de Direito Paulo Cinoti. A técnica de Fernando Louzada e os demais delegados corregedores interessados em frustrar as investigações é sempre a mesma. Ao invés de apurarem um crime de cada vez juntam todos em um único procedimento e atrapalham as diligências alegando falta de assinaturas; incapacidade de proceder por carência de material; alegam a existência de outros procedimentos que já teriam investigado mesmo fato (falsa afirmação) e outros artifícios não recomendáveis a alguém que se diz policial. O enrosco do Chefe de Polícia com cometedores de crimes é tão profundo que este não consegue se livrar dos “parceiros”. Só para se ter idéia do absurdo que hoje ocorre na direção geral da Polícia Civil, os diretores de dois dos principais departamentos de polícia estão denunciados: um por crime de prevaricação e outro por peculato, falsidade ideológica, abuso de autoridade etc. Quanto às investigações em andamento referente ao conluio de servidores do Detran e da Defurv Fernando Louzada mostrou-se inerte, somente agindo quando era acionado pela ONG Brasil Verdade. Ao tomar conhecimento de indícios do cometimento de crime por parte de policiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, ao invés dele próprio determinar as investigações iniciais e gerais, limitou-se as denuncias feitas pela ONG (100 noticias crimes) e, consequentemente, acobertando mais de 1000 outros crimes praticados. Quando o Ministério Público apresentou sinais concretos do comprometimento de corregedores, solicitando até o afastamento de alguns, Fernando Louzada se fez de surdo e não tomou qualquer providencia no sentido de limpar o quadro da Corregedoria-Geral de Polícia. É preciso ser do conhecimento público que os mesmos corregedores que sabotaram os inquéritos em 2002 e 2004 são os que continuam no órgão a “apurar” o mesmo assunto. Finalmente uma dúvida institucional. Se o Ministério Público é uno e indivisível; se o Ministério Público acredita que Fernando de Paula Louzada praticou crime de denunciação caluniosa e o denunciou; se denunciação caluniosa é crime de mentiroso e sem palavra, como é possível o relacionamento daqueles que combatem o crime com aquele que comete crime? Com que base de confiança pode o Procurador-Geral de Justiça acreditar nas alegações do Diretor Geral da Polícia Civil se o Ministério Público, como um todo, tem consciência e acredita na falta de credibilidade de Fernando de Paula Louzada – ao ponto de denunciá-lo por pratica de crime contra a administração da justiça (denunciação caluniosa). Ademais, está perfeitamente claro que o Diretor Geral da Polícia incessantemente está atrapalhando as investigações dos fatos criminosos praticados pelos policiais e deixando de apurar milhares de outros. Ao fixar que somente a DEFURV atuasse nas denuncias limitou o espectro das apurações e deu subsídios para futura alegação de nulidade dos procedimentos. A Lei Complementar 114/05 determina que somente a Corregedoria-Geral de Polícia Civil tem autonomia para apurar crimes praticados por policiais. Como a DEFURV não tem esta atribuição, Louzada conseguiu procrastinar os procedimentos e “ganhar tempo” para os bandidos policiais na esperança de conseguir a prescrição dos feitos. Alem disso, mesmo que os inquéritos sejam encaminhados futuramente para a Corregedoria, conservando os corregedores viciados, certamente não se chegará a qualquer resultado de interesse da sociedade. Assim sendo, considerando a resistência do Governo do Estado e do Secretário de Segurança em substituir Fernando de Paula Louzada do cargo, mesmo estando a responder por crimes tão graves, não resta alternativa ao Ministério Público a não ser requerer a prisão preventiva deste por estar atrapalhando as investigações criminais. Isso se realmente o Ministério Público de Mato Grosso do Sul tiver intenção de exercer o seu “múnus”. Caso contrário, se a atuação do “Parquet” for só para inglês ver (ou pantaneiro curtir) então é melhor deixar tudo como está. Vamos fingindo que estamos trabalhando em prol da sociedade e a sociedade vai fingindo que acredita na independência dos órgãos públicos. Alguem precisa colocar este Estado de volta nos trilhos da legalidade. A população de Mato Grosso do Sul não pode continuar desprotegida e sob a tutela de pessoas que estão respondendo processo, encontram-se denunciadas pelo Ministério Público e não correspondem a credibilidade exigida por aqueles que pagam impostos.
EROS GRAU – QUE PROIBIU A GREVE DA POLÍCIA CIVIL – FOI REPRESENTANTE DE UMA ARATACA FISCAL…QUE PÂNDEGA!
Desde janeiro deste ano, conselheiro do Tribunal de Contas é investigado por suposto enriquecimento ilícito e evasão de divisas
LILIAN CHRISTOFOLETTI DA REPORTAGEM LOCAL
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou ao Ministério Público do Estado de São Paulo que o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Eduardo Bittencourt Carvalho, movimentou pelo menos US$ 2 milhões naquele país. A saída desses valores não foi declarada à Receita Federal. Segundo o governo norte-americano, Bittencourt movimentou esses recursos no Lloyds TSB Bank, em Miami, e no Citibank, de Nova York. A Folha apurou que essas contas já foram esvaziadas e os valores remetidos para outros países, ainda não identificados. O salário de conselheiro do TCE paulista é, em média, de R$ 21 mil líquidos por mês. Em sua primeira e única manifestação sobre o assunto, em janeiro, Bittencourt informou em nota que as acusações contra ele “são suposições totalmente absurdas e até mesmo ofensivas”, que nasceram de uma contenda judicial travada com a ex-mulher. Ontem, advogados dele afirmaram que, ao final das investigações, ficará provada a inocência do conselheiro vitalício do TCE. Desde janeiro deste ano, após reportagem da Folha, Bittencourt é investigado por suposto enriquecimento ilícito, lavagem e evasão de divisas. Hoje Bittencourt é alvo de dois inquéritos. Um civil, que apura suposto enriquecimento ilícito e improbidade administrativa (má gestão pública), presidida pelo procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Fernando Grella. Outro, criminal, que corre no Superior Tribunal de Justiça, sob a relatoria da ministra Laurita Vaz. Os documentos dos EUA foram juntados ao inquérito civil. Cópias deverão ser remetidas ao procedimento criminal. Os advogados de Bittencourt recorreram à Justiça para tentar impedir o uso dos documentos dos EUA na investigação do procurador-geral. A defesa alegou que o tratado Brasil-EUA só prevê cooperação no âmbito penal (não cível). Criticou ainda o fato de a ajuda internacional ter ocorrido após um pedido de auxílio direto feito pelo promotor Silvio Marques, o primeiro a investigar o caso, sem passar pela Justiça brasileira. Grella foi ao STJ e argumentou que o uso é válido, pois o Brasil e os EUA ratificaram a convenção da ONU contra corrupção, de 2003, conhecida como Convenção de Mérida”, que permite o intercâmbio de papéis em inquéritos civis e administrativos, desde que ligados a apuração de corrupção. Na semana passada, foi quebrado o sigilo bancário e fiscal de Bittencourt. Responsável pela fiscalização e transparência de contas públicas, Bittencourt manteve sociedade com uma empresa “offshore” sediada num paraíso fiscal do Caribe. Segundo documentos da Junta Comercial paulista, em 2002, a “offshore” Justinian Investment Holdings Limited foi sócia do conselheiro na Agropecuária Pedra do Sol, fundada por Bittencourt em 1994. O nome do verdadeiro proprietário da Justinian, aberta nas Ilhas Virgens Britânicas, é desconhecido -o sigilo é assegurado pelo paraíso fiscal. A Justinian e o conselheiro foram sócios de uma fazenda em Corumbá (MS), adquirida por R$ 1 milhão. A Procuradoria apura se a sociedade serviu para eventuais atividades ilícitas. O representante da Justinian era o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, que advogou até 2004.
O HOSPITAL DAS CLÍNICAS É COMO A POLÍCIA CIVIL: UM BOM NEGÓCIO PARA AÇOUGUEIROS LADRÕES
MEU GOVERNADOR É GRANDE CONSELHEIRO E ECONOMIZADOR
A SÃO Paulo Companhia de Dança realizou no dia 7 deste mês uma magnífica apresentação em comemoração ao seu primeiro ano de existência. Entre as várias autoridades presentes estava José Serra. Ele escreveu a introdução do programa e merece grandes elogios pelas realizações da companhia. O belo espetáculo foi seguido de um coquetel, no qual tive a honra de parabenizar o governador pessoalmente pela alta qualidade técnica alcançada por uma companhia tão jovem. O breve encontro foi a oportunidade de lhe comunicar um fato que me deixara perplexo, ocorrido no início daquela semana. Ao me apresentar, contei ao governador que sou médico, que fiz graduação na USP, pesquisas em Harvard, residência em dermatologia no hospital Johns Hopkins (EUA) e especialização em cirurgia dermatológica em Paris. Contei também que há cinco dias fora contratado como médico concursado do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Ele sorriu e me deu parabéns. Ao agradecê-los, muito constrangido, informei-o de meu espanto ao descobrir que o salário-base para o médico do HC era de R$ 414 mensais para uma carga horária de 20 horas semanais. O governador buscou me consolar dizendo que eu não ganharia só isso. Respondi que estava ciente das gratificações e que, mesmo assim, meu salário bruto seria de R$ 1.500.Informei-o ainda de que o custo para manter meu consultório fechado durante as horas em que estarei no HC é o triplo do valor que receberei do Estado. Àquela altura, quando já não mais sorríamos, pedi sua opinião. O governador me aconselhou a deixar o HC, dizendo que o HC não é um bom negócio para mim. A objetividade e o pragmatismo do conselho refletem bom senso nas finanças privadas. O seu conteúdo reflete o descaso do Estado com os médicos da rede pública de saúde e com o futuro de uma instituição cujas contribuições assistenciais e para a pesquisa e educação médica são inigualáveis em todo o território nacional. A maioria dos médicos concursados do HC são funcionários do Estado atraídos pela fama da instituição. Eles se distinguem pela admirável formação acadêmica e excelência dentro de suas especialidades. Quase todos são profissionais humanitários, muito trabalhadores e que se dedicam aos seus pacientes de forma exemplar. Grande parte deles detém habilidades e notório saber valorizados além das fronteiras da instituição e do país. Quase nunca fazem greve e freqüentemente acumulam tarefas para que o hospital funcione. Muitos fazem pesquisas inovadoras, publicam artigos científicos e constantemente levam trabalho para casa. São médicos tão apaixonados pelo que fazem que não se deram conta de que poderiam entrar em um péssimo negócio. Com tantas qualidades, seria esperado que os médicos do HC fossem pelo menos remunerados adequadamente. O salário de qualquer médico deve, no mínimo, pagar o longo investimento na sua formação e nos cursos de reciclagem; deve também permitir que exerça sua profissão com dignidade e que seja modelo de saúde para os seus pacientes. A sua remuneração deve ainda compensar pela grande responsabilidade que carrega. As associações médicas estaduais sugerem hoje um piso de R$ 7.500 para atender tais necessidades. O HC paga um quinto desse valor. Não precisa ser economista para perceber que pagar para trabalhar não é um bom negócio. Enquanto a política de estagnação salarial no HC é péssima para os médicos, ela é desastrosa para toda a população. Sem a vontade governamental de resgatar salários de médicos e funcionários do HC, o elenco dos que vão dançar nessa história é gigantesco, e a coreografia, tragicamente previsível. Primeiro ato – Os prestigiados médicos que se aposentam não encontram candidatos à altura para substituí-los. Os novos médicos que ainda ingressam, quando dotados de um pouco de inteligência e bom senso, rapidamente abandonam seus cargos. Entreato – Pacientes graves de renda média e baixa não conseguem acesso a uma das poucas filas que restavam a sua disposição. Segundo ato – Sem médicos capacitados, o atendimento se torna precário, e a pesquisa, de baixa qualidade; não se produzem novos conhecimentos nem se consegue transmiti-los aos alunos da USP. Os prodigiosos passos alcançados pelo HC e pela Faculdade de Medicina da USP em tantas décadas já não mais impressionam nem beneficiam aqueles sentados em camarotes. As cortinas se fecham. O conselho do governador ilumina a cena. DAVI DE LACERDA, 36, graduado em medicina pela USP e residência em dermatologia pelo Johns Hopkins Hospital (Baltimore, EUA), é dermatologista em consultório e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
AS ENTIDADES DE CLASSE DA POLÍCIA PAULISTA ESTÃO SATISFEITAS COM AS CONQUISTAS
Policiais Civis protestam pelo país por melhores condições de trabalho
Após o fim da greve da Polícia Civil em São Paulo no último dia 13, policiais civis de outros Estados realizaram nesta segunda-feira atos para reivindicar melhores condições de trabalho.
AGORA É BLOG DE SPAM…
Os robôs de prevenção contra spam do Blogger detectaram que seu blog possui características de um blog de spams. (O que é um blog de spams?) Uma vez que você está lendo esta seção, seu blog provavelmente não é um blog de spams. A detecção automática de spams é inerentemente confusa. Pedimos desculpas por este falso sinal positivo.
Recebemos sua solicitação de desbloqueio em 12 de Novembro de 2008. Em nome dos robôs, desculpamo-nos por bloquear seu blog, que não é de spams. Aguarde enquanto analisamos seu blog e verificamos se ele não é um blog de spams.
Saiba mais sobre como o Blogger está lutando contra os blogs de spams.
LUXEMBURGO DEVERIA SER DIRETOR
Luxemburgo é um mercenário que vende seus serviços a quem pagar mais. Não é coutado não. Já foi acusado de assédio sexual e sonegação fiscal. O que aconteceu no aeroporto é a versão dele. Nem esperaram para ver as imagens das cameras de segurança e já vão dando total apoio ao Luxemburgo. É bem o perfil desse blog. Escolher uma parte, sem provas sem nada e massacrar a outra. Daqui a pouco, esgotdos os argumentos, começam os palavrões.
17 de Novembro de 2008 11:22
Postado em AOS TORCEDORES DO PALMEIRAS




