RESPOSTA AO DR. JOSÉ GUSTAVO DE OLIVEIRA – TAMBÉM CONHECIDO COMO “EX-DELEGADO GUGU” 17

Dr. José Gustavo de Oliveira
OAB108958-SP
jotageo@adv.oabsp.gov.br
189.96.117.132

sei que vc é delegado de policia letra minúscula mesmo, eu o fui com Letras Maiúsculas.Não só usei a carteira como exerci as funções.Para seu conhecimento que deve ser mínimo, jamais em tempo algum trabalhei em orgãos de repressão e qto a acusação de tráfico fui ABSOLVIDO.Antes de escrever inverdades procure ao menos se cientificar da autenticidade das mesmas, pois acredito que vc deva ser bel. em direito e sabe das consequencias.

DOUTOR GUGU:

Vossa Senhoria, como a grande maioria da caterva, nega ter “trabalhado” na famigerada OBAN.
Mas foi  participando dessa organização criminosa oficial que auferiu seu “conhecimento”;  que DEVE SER GRANDE. 

Também deveria  negar que estava na cadeia quando foi utilizado pelos companheiros de “muitos casos valorosos”: Josecir Cuoco e Domingos Campanella Junior, em face de seus notórios –  GRANDES – conhecimentos na arte da extorsão mediante seqüestro.

Pois o primeiro empresário brasileiro seqüestrado com a utilização das técnicas das “Brigadas Vermelhas” foi o joalheiro Américo dos Santos (irmão da atriz Maria Adelaide Amaral), em São Paulo, 1983. 

Após 38 dias desaparecido, foi libertado. Anos depois acabou morrendo em razão dos traumas do cativeiro. 

O chefe dos seqüestradores: o ex-delegado José Gustavo, vulgo GUGU, confessou que se inspirou no manual das “Brigadas Vermelhas”.

Uma das técnicas é manutenção do seqüestrado em uma barraca de camping, armada em uma sala deserta.

Pois bem, do seqüestro do banqueiro Beltran Martinez os dois “D” (de delinqüentes; não de delegados), mais o senhor que de maiúscula tinha apenas a letra “D” (de detento), foram extorquir supostos contrabandistas de Marília.

Final do “valoroso caso”: seus dois amigos foram lhe fazer companhia em xadrez do PEPC. Depois demitidos a bem do serviço público.

Letra maiúscula o senhor possuia L (de ladrão), B (de bandido) e V (não de veado homossexual). De VEADO PELA VERGONHA que causou aos seus pares e toda a Polícia Civil. Contudo, por amor a verdade, fez escola, depois de Vossa Senhoria muitos outros foram para a cadeia por atos de bandidagem qualificada.

E falam que depois de cumprir pena foi roubar carga, caminhões, fraudar combustíveis e traficar. E lá pelas bandas de Praia Grande, Pedro de Toledo, litoral sul.
Por certo também cometendo ou concorrendo para latrocínios.
O senhor –  senhor por mero respeito aos idosos – não honrou a carteira: deu carteirada para executar “função”.
Devia , em sua época,  saber utilizar arma de fogo,  muito bem, como qualquer bandido: na trairagem e à queima roupa.

Por fim, certo não haver pena perpétua, mas a OAB aceitar sua inscrição SERIA  DESONROSO PARA A ADVOCACIA.

Assim acredito na falsidade desse suposto  nº 108.958-SP.

  1. gugu nome de artista que quebrou o pau com o padrinho agora trabalha em outra emissora um verdadeiro artista e apresntador

  2. Só por curiosidade, pesquisemos, junto ao “site” do Conselho Federal da OAB/SP – http://cna.oab.org.br/ -os seguintes números de inscrição de Advogados, selecionando a Seccional de São Paulo (clicando sobre o nome, aparece a foto e eventual endereço profissional):

    OAB-SP 108958;
    OAB-SP 255166;
    OAB-SP 279851;
    OAB-SP 109531;
    OAB-SP 61705;
    OAB-SP 289570.

    Uma plêiade de ex-Delegados de Polícia.

    Pensando bem, faz sentido exigir-se a aprovação ao exame da OAB para futuros Delegados de Polícia.

    Afinal, futuros Delegados, cedo ou tarde, também serão ex-Delegados.

    A “lógica de congregação” é perfeita: É melhor garantir que bastará apenas “revalidar” o número de inscrição.

    Lembro que a consulta a tal site da OAB é pública, antes que algum ex-presidiário venha falar m…

    E tem mais: chamar Delegado de Polícia de “delegado de letra minúscula” pode configurar “Desacato”, apesar de, “in casu”, engrandecer a biografia do “desacatado”, como sói acontecer.

    Acredito que quem se jacte ser “bel. em direito”(sic) deva saber as consequências…

  3. DELTA:

    Tem momentos em que Frederico Marques e Adalberto José Q. T. de Camargo Aranha, devem ser amaldiçoados em razão das respectivas doutrinas acerca dos crimes contra honra. A história não prescreve; o direito-dever de tentar recuperá-la é inalienável…Deve ser contada com todos os pingos nas letras “i”.
    Um ocupante de carreira, até então nobre, a segunda neste Estado ( pois , em 1982 – 1983 , Juiz nomeava Promotor “ad hoc” ), autor de um sequestro que acabaria na conta de grupo político, e que, além do crime, traía seus pares participando da investigação, inclusive; DEVERIA ESTAR ENCARCERADO ATÉ A PRESENTE DATA…Esse senhor é o verdadeiro pedagogo da extorsão mediante sequestro. Aliás, profundo conhecedor de todo o código penal e legislação especial: NA TEORIA E NA PRÁTICA ( mais na prática )
    O MARCOLA é mero trombadinha…Quase um bom rapaz.
    Parabéns a OAB: publica lista negra em desfavor de Magistrados, Promotores, Delegados, acusados de atentados contra as prerrogativas da carreira, buscando impedir-lhes futura inscrição, MAS ACEITA A INSCRIÇÃO DE EX-DELEGADO DEMITIDO E CONDENADO POR CRIME ABSOLUTAMENTE DESABONADOR.

    Extorsão mediante sequestro, por 38 dias, de um honesto fabricante de jóias; vítima que definhou até morrer, poucos anos depois, em razão das sequelas. Depois, ainda preso no PEPC, foi concorrer para concussão cometida por CUOCO e CAMPANELLA…

    FUDENDO A CARREIRA PELA ETERNIDADE…

    Depois veio aquele filho de uma puta, um 1a. classe que tinha como comparsa um condenado que praticamente chefiava o DP, sequestraram e mataram um dono de uma revenda de veículos…O filho da puta morreu no PEPC, espero que o diabo tenha aceitado a transferência para o inferno. Desse nem o nome lembro…Ah, mas tinha casa no Morumbi.

  4. Demissão de policiais é lenta

    Criado para acelerar a expulsão de maus policiais, Via Rápida não agiliza os processos

    Josmar Jozino

    A Via Rápida, criada em 2002 pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para acelerar a expulsão dos maus policiais no Estado, é lenta. O prazo máximo para a conclusão das investigações e punição dos acusados em processos administrativos é de 180 dias. Porém, em muitos casos, a demissão demora até cinco anos, principalmente quando envolve delegados. Desde 2002, a Polícia Civil demitiu 1.049 homens.

    Um exemplo da lentidão da Via Rápida é o caso do ex-delegado Mauro Reinaldo Ricardo. A demissão dele demorou quatro anos e nove meses. Em 20 de julho de 2004, o policial foi processado administrativamente sob a acusação de ter usado placas frias em veículos particulares.

    Já a equipe dele foi acusada de desviar carros furtados e roubados apreendidos pela polícia. Os proprietários não eram avisados e os veículos acabavam leiloados em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, onde Ricardo era delegado titular na época.

    Após receber as denúncias contra o policial e sua equipe, a Delegacia Geral de Polícia (DGP), por determinação da Secretaria da Segurança Pública, instaurou o processo 8.964/04. No mesmo ano, o delegado Ricardo foi suspenso de suas funções e transferido para cumprir atividades burocráticas na Delegacia de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.

    A expulsão do delegado demorou quase cinco anos. Em abril de 2009, Ricardo e o escrivão Íris Penna Júnior foram demitidos a bem do serviço público pelo vice-governador Alberto Goldmann. Na época das denúncias, a sogra de Ricardo foi acusada de ter arrematado um Corsa no leilão de Itaquá por R$ 1 mil. A mulher dele, uma carcereira, foi acusada de usar placas frias em veículos particulares.

    Outro exemplo de lentidão da Via Rápida é o caso do ex-delegado Luiz Ozilak Nunes da Silva, investigado desde 2004 por lavagem de dinheiro. O policial alegou que, em três meses de 2001, ele ganhou 17 vezes na loteria, sendo sete na Mega-Sena. A Corregedoria da Polícia Civil e o Ministério Público Estadual (MPE) apuraram que ele tinha um hotel avaliado em R$ 12 milhões em Juquitiba, Grande São Paulo.

    Ozilak estava foragido havia um ano, em 4 de setembro de 2007, quando o governador José Serra (PSDB) o demitiu dos quadros da Polícia Civil. O ex-delegado também foi acusado de associação para o tráfico de drogas. Ele foi preso em 26 de janeiro de 2008.

    Acusado de extorquir, em Suzano, em 2005, R$ 150 mil do estudante Rodrigo Olivatto, enteado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pela polícia como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), o investigador Augusto Pena está preso desde 30 de abril de 2008. Ele foi afastado na época das acusações, mas acabou reintegrado em 2007.

    Pena está preso há um ano e meio. Porém, o processo administrativo instaurado contra ele na Corregedoria da Polícia Civil continua em andamento. O prazo de 180 dias da investigação pela Via Rápida venceu em outubro de 2008. Também está em andamento o processo administrativo da Corregedoria contra o delegado André Di Rissio, investigado desde junho de 2006 por corrupção ativa e tráfico de influência. Ele foi preso e solto três vezes.

    Segundo um policial da Corregedoria, o processo de demissão de Di Rissio está na mesa do governador José Serra. O policial contou que Di Rissio está lotado em uma delegacia da capital e continua recebendo salário. “Os acusados só não recebem salário quando são suspensos”, justificou.

    A Corregedoria tem 8 mil procedimentos apuratórios em andamento no Estado. Até agosto deste ano, o departamento instaurou 268 processos administrativos.

  5. Não é a toa que alguns delegados do DEIC são corruptos escancaradaente, tiveram ótimos professores desde a invenção da carreira de delegado, gente que ladrões safados. Isto é Brasil.

  6. só vai pra rua policial chumbrega…ou seja, pobre, desapadrinhado, fudido…o foda é que policia não é profissão – pedreiro, eletricista, engenheiro, etc…é profissão – e policia, quando é mandado embora vira o que?

  7. Agora sim
    vai ai os dados e o endereço so site da OAB FEDERAL…..

    http://cna.oab.org.br/

    JOSE GUSTAVO DE OLIVEIRAInscrição Seccional Subseção
    108958
    Advogado SP CONSELHO SECCIONAL – SÃO PAULO
    Endereço Profissional
    RUA XIXOVA 1300
    CANTO DO FORTE
    11700430
    Telefone Profissional
    (133) 4733400

  8. O jornalista Luís Nassif declarou guerra santa à OAB e a seu presidente, que a representa data 21.10.94
    JOSÉ ROBERTO BATOCHIO
    “Fazer-vos a vontade? Ceder? Jamais! Jamais! Quem sois? A Fatuidade? Eu bem sei que sucumbo e não vos mato… Não faz mal, eu me bato, eu me bato, eu me bato? (Edmond Rostand, “Cirano de Bergerac”)

    Todos assistiram, estarrecidos, até onde os interesses escusos, a intolerância com as idéias opostas e o ódio pessoal podem arrastar a comunicação social, mesmo no seio de um jornal democrático como a Folha.
    O empresário-colunista Luís Nassif –conhecido pelos ataques a personalidades públicas que elege, de tempos em tempos, como alvo– declarou a sua “jihad” (guerra santa) à Ordem dos Advogados do Brasil, na pessoa de seu presidente nacional, que a representa.
    Desnecessário dizer que o proprietário da agência “Dinheiro Vivo” (que vende serviços ao setor financeiro e ao empresariado) tem objetivos bem definidos nessa campanha difamatória, em que se desceu ao último degrau da ética jornalística: desgastar a OAB e seu presidente perante a opinião pública para que certos interesses econômicos não possam ser vigorosamente repelidos, quando pretenderem, novamente, assenhorear-se do patrimônio público (vem aí o segundo “round” dessa tentativa, com muito dinheiro e com muito vivo!).
    Assim, Nassif deflagrou sórdida campanha difamatória, na qual se buscou demolir a imagem pública e a honra pessoal de quem teve a suprema audácia de não se alinhar ao seu pensamento.
    Por aquilo que encarna e representa em si mesmo, não mereceria ele resposta outra senão a que terá na esfera adequada. Há, porém, a indeclinável necessidade de se restabelecer a verdade, em defesa da honra ultrajada perante a opinião pública. O presente repúdio poderá servir, também, de estímulo a tantos outros igualmente agredidos.
    Em outubro de 1968, quando eclodiu a “guerra” da rua Maria Antonia, entre estudantes da Universidade de São Paulo e do Mackenzie, momento em que teria surgido o denominado Comando de Caça aos Comunistas, eu ali não poderia estar eis que, formado em 1967, deixara a Faculdade de Direito fazia um ano. Erro de cronologia.
    Essa história de “simpatizante” daquele grupo já foi exaustivamente esclarecida nas campanhas eleitorais da OAB. Insinuações rasteiras e injustas como essas também já foram feitas contra o grande jornalista, que honrou essa casa, Boris Casoy. Tudo falso!
    Se o atual prefeito Paulo Maluf e o jornalista Ferreira Netto “saudaram” a minha eleição, em 1990, para a presidência da OAB/SP, não sabia disso. Resta-me agradecer a saudação, mesmo porque diferenças de idéias não pressupõem a supressão da cortesia às pessoas que pensam diversamente. Se a alusão quis insinuar engajamento político-partidário, deixo patente que jamais me filiei a qualquer partido político.
    Desconhece o colunista que há um compromisso tácito entre os que ascendem à presidência nacional da OAB de não aceitarem cargos públicos nos governos. A história de Ministério da Justiça veiculada não faz qualquer sentido.
    Como contratado da Associação dos Delegados de São Paulo e juntamente com notável criminalista e professor da PUC/SP, copatrocinei a defesa do falecido delegado Jacir Damiani, acusado de envolvimento com certo delinquente. Sua própria entidade de classe o entendeu merecedor de defesa digna, qualquer que fosse a gravidade da acusação. Nassif crê que há seres humanos que não merecem qualquer tipo de defesa?
    Rigorosamente falso que tenha eu dito ao jornal “O Estado de S. Paulo” que, se secretário da Segurança fosse, arquivaria o investigatório (decisão de competência do Judiciário, aliás) e reintegraria o servidor em seu cargo. Soa ridícula essa afirmação.
    Inveraz, por igual, a alusão ao retorno do ministro Paulo Brossard à advocacia, sobre o qual nunca me manifestei “aos jornais”, como consta daquela repulsiva matéria prontamente desmentida em nota oficial da OAB.
    Quanto à minha banca de advocacia criminal –cuja atividade, por óbvio, cifra-se na defesa de pessoas acusadas da prática de delitos–, escuso-me de elencar os jornalistas, magistrados, políticos, comerciantes, homens do povo, operários, funcionários, e outros, que por ali passaram. Não advoguei “quase que exclusivamente” para ninguém, muito menos para pessoas envolvidas com comércio de estupefacientes.
    Nem sequer um único caso de acusação de jogo do bicho patrocinei em juízo em favor de quem quer que seja, sendo certo, porém, que, para o julgamento de três casos de júri, exclusivamente, a minha banca foi contratada, como é público, para promover, nesses casos, a defesa do cidadão que foi nominado na infamante matéria.
    Reduzi, como presidente da OAB/SP, as anuidades dos advogados paulistas em cerca de 45%, equipei todas as subsecções do interior com aparelhos de fax, bibliotecas, máquinas copiadoras, telefones, máquinas datilográficas etc., não para obter votos, porque presidente já era, mas para permitir, em benefício dos advogados e da comunidade, serviços advocatícios mais eficientes.
    Mais ainda, adquiri a sede própria da Caixa de Assistência dos Advogados e fiz instalar dezenas de gabinetes odontológicos para assistência dos profissionais congregados, assim como instituí o seguro-saúde para a classe, este com a seguradora que já fora credenciada pelos meus antecessores e opositores na direção da OAB/SP. Instituí, igualmente, reposição salarial mensal para o quadro funcional da entidade (1991).
    Apesar de tudo (e da redução de quase 50% do valor das anuidades), ao término da gestão, ficaram em caixa, como superávit, não os US$ 300 mil que ali encontrei, mas US$ 4 milhões.
    A impressão do jornal de campanha de meu sucessor na presidência da OAB/SP, João Roberto Egydio Piza Fontes, na Imesp, nada tem a ver com a seccional paulista, mas foi custeada por ele e seus companheiros de chapa, conforme declaração e recibo firmados por aquela empresa gráfica.
    A eleição para a presidência do conselho federal da entidade, como se vê, não se deveu à reunião de todos os presidentes estaduais em Natal, às expensas da OAB/SP, que já não mais era por mim presidida quando do evento.
    Aliás, quando isso se alegou, o assunto foi esclarecido, com os comprovantes de despesas rateadas entre seccionais da OAB, inclusive os depósitos bancários, documentação esta encaminhada ao digno sr. Otavio Frias Filho (fato que Nassif não ignora).
    Essas inverdades tinham de ser desnudadas publicamente e o quanto aqui ficou esclarecido comprova-se documentalmente a quem possa interessar.
    Faz pensar ao leitor o que teria levado um colunista econômico a se dedicar, em várias edições deste jornal, a promover a empreitada demolidora contra o advogado. Qual seria a razão? Que interesses se ocultam sob esse incompreensível e condenável resvalo, inclusive ético? A conclusão fica para cada qual.
    Este é o direito de resposta que, por se tratar da Folha, não há necessidade de ser buscado no Judiciário, mas é alcançado pela solicitação que se faz à democrática direção do prestigioso órgão de comunicação social.
    A sua publicação não reparará os enormes danos infligidos à imagem e à honra. Serão eles recompostos, no resíduo irresgatável, na esfera própria, incansavelmente.

    JOSÉ ROBERTO BATOCHIO, 50, advogado, é presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

  9. Por falar em tão ilustres figuras, quem sabe do fim do Dr. Nelson Precioso, que foi um dos primeiros delegados de 1ª classe a puxarem pena no PEPC ? Morreu? Fugiu?

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