HERÓI INJUSTIÇADO: JOÃO CÂNDIDO – “O ALMIRANTE NEGRO” 24

HERÓI INJUSTIÇADO

A família de João Cândido, líder da Revolta da Chibata, quer os mesmos direitos que os perseguidos pela ditadura militar

Francisco Alves Filho

 

Nos livros de história do Brasil, o marinheiro João Cândido aparece como o herói da Revolta da Chibata. Corajoso, ele liderou em 1910 o motim no qual dois mil marinheiros negros obrigaram a Marinha a extinguir punições desumanas contra os soldados, como ofensas, comida estragada e chicotadas. Os revoltosos conseguiram seu objetivo, mas foram expulsos dos quadros militares ou presos e mortos. Só recentemente João Cândido saiu da condição de personagem esquecido da historiografia oficial para o papel de protagonista. Em 2008, uma lei finalmente concedeu anistia póstuma a ele e a outros marinheiros. A reparação, porém, foi incompleta. No ano do centenário da Revolta da Chibata, João Cândido e os outros revoltosos continuam sem as devidas promoções e seus familiares sem receber indenização – como aconteceu com os que resistiram à ditadura militar, por exemplo. Os prejuízos com a expulsão da Marinha não foram compensados. “Sinto como se meu pai ainda fosse um renegado e não um herói”, diz Adalberto Cândido, o Candinho, 71 anos, filho de João Cândido. As comemorações pelos 100 anos da Revolta da Chibata não o animam. “Homenagens são bonitas, mas não enchem barriga”, desabafa Candinho.

Para negar indenização aos anistiados, há dois anos, o governo alegou que, se todos os descendentes recebessem, haveria um rombo no orçamento. O tempo derrubou o álibi: apenas dois grupos de parentes pediram anistia. A verdade é que, por trás do argumento, estava também a resistência da Marinha. Agora, a família de João Cândido torna a reivindicar seus direitos. Por causa da exclusão da Marinha, ele não pôde mais conseguir emprego formal. Mudou-se para São João de Meriti, o mais pobre dos municípios da Baixada Fluminense, onde parte de sua família vive até hoje. Por décadas, sustentou a mulher e os sete filhos com o que ganhava como pescador. Uma imagem nada condizente com o personagem épico que o jornal “O Paiz” descreveu como “o árbitro de uma Nação de 20 milhões de almas”. O filho recorda-se das dificuldades: “Usávamos tamancos em vez de sapatos, vestíamos roupas velhas, não tínhamos eletricidade”, relata. João Cândido morreu na miséria em 1969, em Meriti.

A Lei nº 11.756/2008, de autoria da senadora Marina Silva (PV), previa a anistia com indenização, que acabou vetada no texto assinado pelo presidente Lula. Na época, os familiares de João Cândido aceitaram a argumentação de que o custo para os cofres públicos seria muito alto. Até agora, no entanto, apenas duas solicitações foram feitas. “Muitos já morreram e outros nem sabem que seus ascendentes participaram da revolta”, explica o historiador Marco Morel. Ele é neto de Edmar Morel, autor do livro “Revolta da Chibata”, primeira obra sobre o tema, relançada recentemente. “Mesmo com esse risco, o governo poderia estabelecer um teto”, diz o historiador. “Se aqueles que lutaram contra a ditadura de 64 e seus parentes, muitos de classe média alta, receberam reparações em dinheiro, por que não os familiares dos marujos da Revolta da Chibata, quase todos pobres?” questiona Morel.

Procurado por ISTOÉ, o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, disse que sua pasta apoiou a anistia. “A reivindicação por parte da família é um direito democrático”, admite o ministro. “O compromisso do governo é estabelecer formas de reparação que façam justiça à luta de João Cândido.” Santos não diz, no entanto, se tomará alguma providência prática em favor da indenização.Um dos principais responsáveis pela popularização de João Cândido foi o compositor Aldir Blanc, autor da letra do samba “O Mestre-Sala dos Mares”, em parceria com João Bosco. Lançada na década de 70, em plena ditadura, a música contava a história da Revolta da Chibata e por isso Aldir foi convocado ao Departamento de Censura. “Tive que mudar o título, que originalmente era ‘O Almirante Negro’, para burlar o censor”, recorda-se.

 

Tratamento desumano

A Revolta da Chibata se desenrolou entre 22 e 27 de novembro de 1910, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, então capital federal. Revoltados com as agressões sofridas por parte dos oficiais e com a comida estragada servida nos navios, marinheiros do Encouraçado Minas Gerais se amotinaram. Tomaram o controle da embarcação e ameaçaram acionar os canhões contra a cidade se os maus-tratos não fossem cancelados – objetivo que foi alcançado. O presidente da época, Marechal Hermes da Fonseca, aceitou anistiar os revoltosos, mas voltou atrás. Muitos foram expulsos da Marinha, alguns presos e outros acabaram mortos.

A Marinha tornou público seu ressentimento contra João Cândido em 2008, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou uma estátua em homenagem a ele, na Praça XV. Na ocasião, oficiais reclamaram e só se acalmaram quando conseguiram a garantia de que o monumento não ficaria de frente para a Escola Naval, situada ali perto. A estátua está voltada para o mar. Diante de tal rejeição, o filho do Almirante Negro se mostra cansado de brigar. “Se agora, no centenário da Revolta, não liberarem a indenização e a promoção dele, eu desisto de brigar”, diz Candinho. ( ISTO É INDEPENDENTE )

Grandes Brasileiros ( opinião e notícia )

João Cândido

4/05/2006

Nossa tentativa de resgatar os heróis brasileiros em uma série de textos publicada semanalmente revelou um fato interessante: heroísmo é um conceito extremamente pessoal. Foram diversas cartas de leitores elogiando e criticando cada um destes personagens. Sendo assim decidimos mudar o nome da série de reportagens de Heróis brasileiros para Grandes brasileiros. Desta forma, continuaremos a mostrar feitos de pessoas que contribuíram para nossa história.

João Cândido: grande brasileiro cantado por Elis Regina

Os grandes brasileiros podem ser figuras pouco comentadas nas salas de aula, esquecidas dos livros e da memória das pessoas. Mas alguns deles aparecem na música popular, mesmo que de forma sutil. É o caso de João Cândido Felisberto, militar brasileiro que liderou a Revolta da Chibata no ano de 1910. E a música, de autoria de Aldir Blanc e João Bosco, se chama O mestre-sala dos mares – o nome originalmente seria Almirante Negro, porém precisou ser alterado porque a censura julgou que ofenderia as Forças Armadas. Interpretada por Elis Regina, a letra diz:

Há muito tempo nas águas da Guanabara

O dragão do mar reapareceu

Na figura de um bravo feiticeiro

A quem a história não esqueceu.

Conhecido como o navegante negro tinha a dignidade de um mestre-sala.

 A Revolta em que João Cândido teve destaque é um episódio bastante famoso, o que mostra que os eventos em si são lembrados com freqüência. Falta mesmo é dar ênfase a quem fez esses episódios e fazer esses nomes entrarem para a história, até, no caso de João Cândido, para fazer jus à letra da composição. O herói em questão nasceu na Província do Rio Grande do Sul em 1880, filho de escravos de uma fazenda, e ingressou na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Rio Grande, da Marinha, aos 13 anos.

Em novembro de 1910, quando liderou a chamada Revolta da Chibata, seu objetivo era pleitear a abolição dos castigos corporais na Marinha de Guerra do Brasil. Em outros países essa forma de repreensão já havia sido abolida: a Espanha extinguiu os castigos físicos em 1823, a França em 1860, os EUA em 1862, a Alemanha em 1872 e a Inglaterra em 1881.

chibata

A Revolta da Chibata teve vitória ao conseguir que o governo federal selasse o compromisso de acabar com o emprego da chibata – o mesmo que chicote, instrumento utilizado nos castigos – e se comprometesse também a conceder anistia aos revoltosos. Apesar disso João Cândido – designado Almirante Negro pela imprensa nessa época – e os outros envolvidos na manifestação foram presos. Pouco tempo depois, um novo levante entre os marinheiros, ocorrido no quartel da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, foi reprimido pelas autoridades. João Cândido se declarou contra a manifestação, mas assim mesmo foi expulso da Marinha, sob a acusação de ter favorecido os rebeldes. Seria absolvido apenas em 1912. João Cândido morreu aos 89 anos, no Rio de Janeiro.

  1. Investigador que ganhou a Copa da SWAT é elogiado pela Polícia Civil
    Elcio Mario Correa de Mello Junior, investigador de polícia que ganhou em primeiro lugar a 27ª Super SWAT Cop, ocorrida entre os dias 29 de novembro a 4 de dezembro na Flórida, Estados Unidos, recebe elogio oficial da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

    O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial do Estado neste sábado, 27 de março, conforme desígnio do Conselho da Polícia Civil, que considera a participação de Elcio Mello nessa competição mundial um verdadeiro marco para a polícia brasileira. Sua participação repercutiu positivamente para a instituição, e o elogio oficial é uma forma de enaltecer o funcionário pelo seu ato.

    Cerca de 500 policiais de diversas partes do mundo participaram do evento. A Super SWAT Cop avalia a inteligência, força e precisão de policiais que trabalham em grupos táticos policiais. O investigador conquistou o primeiro lugar entre todos os concorrentes, sendo esta a primeira vez que um estrangeiro ganha a competição.

    Elcio Melo trabalha no SOE (Setor de Operações Especiais) do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Seu treinamento é diário, necessitando muita dedicação e sessões de tiros a toda semana. Na competição ele provou o quão preparado está para situações que sua profissão exige, mesmo porque teve que correr, escalar, rastejar, nadar, pular obstáculos e atirar com precisão.

    O prêmio do investigador na SWAT Cop foi um certificado e uma arma de fogo.

    OBS: QUEM PAGA ESTA VIAGEM? COMO PODE MONSTRAREM ESTA IMAGEM DA POLICIA COMO SE POLICIA TEM TEMPO OU GRANA PRA TREINAR?
    HELOGIO O POLICIA, MAIS DE 35 MIL ELE É O UNICO QUE TEM COMO TREINAR, POIS GANHA 2.300 POR MES, COMO TEM ROUPAS BOAS ETC, DEVER TER BICO ETC.

    TEMOS QUE MOSTRAR A VERDADE DA POLICIA NÃO FILMINHO NA RECORD COM VTR NOVAS FARDAS LINDAS ETC, TEMOS QUE MONSTRAR A REALIDADE DO PLANTÃO

  2. antonio,

    a inveja é uma merda, né negão?

    perdeu uma ótima oportunidade de ficar com o seu biquinho fechado.

    O colega do SOE tem condições e está fazendo a parte dele, oras !

    agora… HELOGIO foi phodha, hein?

  3. Colega desculpe o erro de portugues, é que temos que escrever entre um B.O e outro as pressas, porem não estou de forma alguma com inveja do colega, só estou falando que eles colocam isso no jornal e da a ideia a população de que esta tudo certo na policia, como o seriado que esta passando na redetv, é legal o povo ver estas cenas, porem na realidade vc mesmo sabe que é outro, vou so te dar um exemplo, vem em qualquer delegacia do da area leste, e de uma olhada nas viaturas, nas delegacias, entre e fala que vc quer tomar um copo com água, que quer usar o sanitário, e veja como estamos, sem papel higienico, sem agua potável etc.
    eu gosto de ver isto tambem , gente se dando bem, mais tinha que ser mostrado a realidade dos plantões policiais, nada pessoal ao colega que por sinal trabalhei lá com ele, e sei que tem uma nota, mais para ele é um hobby ser policial, alem de ele gostar muito, mais para nos é nescessidade entendeu.

    ai o que acontece:

    um cidadão ve tudo isto, e acha que tamos ganhando muito que o governo esta investindo na policia, e vc sabe que não estão, e se estão a verba investida esta sendo desviada, pois aqui nas quebradeiras não ta chegando nem fita pra impressora muito menos verba pras vtr.

    desculpe me expressar errado, e pelo helogio,
    sorry

  4. É dever do estado devolver a diguinidade daqueles que foram innjustiçados por erros administrativos e ressasilos, nas raises da ditadura pt.

  5. Na minha opinião foi um dos maiores heróis brasileiros e realmente injustiçado.

  6. ele foi um bom homem coitado injustiçado só porque era preto mais ainda bem q esse preconceito acabbou

  7. Pingback: A 100 years of The Revolt of the Whip – By Manuel Amaral | 4capoeirathoughts

  8. LAMENTÁVEL A MARINHA AINDA NÃO RECONHECER ESSE ATO HERÓICO DE UM BRASILEIRO. AFINAL A MARINHA NÃO É DOS MILIATRES E SIM, DO BRASILEIROS………….TODOS.

  9. João Cândido, canalha fascista! Apodreça no inferno e no esquecimento!

    “Em 1933 foi convidado e aderiu à Ação Integralista Brasileira, movimento nacionalista de direita inspirado no fascismo italiano fundado em 1932 pelo escritor Plínio Salgado, chegando a ser o líder do núcleo Integralista da Gamboa, bairro portuário da cidade do Rio de Janeiro. Em entrevista ao historiador Hélio Silva, gravada em 1968 e arquivada no Museu da Imagem e do Som (MIS), João Cândido declarou manter sua amizade com Plínio Salgado e de ter orgulho em ter sido integralista. O Integralismo permitia que mulheres e negros se filiassem ao partido, no que se diferenciava do nazismo. João Cândido, que era sobretudo um ex-militar que sonhava voltar à Marinha de Guerra, foi muito assediado por parte de oficiais da Marinha para que fizesse parte do movimento integralista, com a promessa de reintegrá-lo.

    Em 1959 voltou ao Sul do País para ser homenageado, mas a cerimônia foi suspensa por interferência da Marinha do Brasil.

    Discriminado e perseguido pela Marinha até ao fim de sua vida, se recolheu no município de São João de Meriti, onde veio a se aproximar da Igreja Evangélica Metodista. Ali em sua casa passou mal e foi levado ao Hospital Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, onde viria a falecer de câncer, pobre e esquecido, em 6 de dezembro de 1969, aos 89 anos de idade.

    Em outubro de 2005, o deputado nacionalista Elimar Máximo Damasceno (PRONA/SP – Partido do finado Dr. Enéas, favorável à construção de bombas nucleares brasileiras) apresentou o projeto de lei n. 5874/05, determinando inscrever o nome de João Cândido no “Livro dos Heróis da Pátria”, que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).”

    Retirado da Wikipedia
    Link:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/João_Cândido_Felisberto

  10. Caro antifa quem é você para falar assim de João Cândido?
    O que você fez por este povo até hoje?
    Ele pelo menos tinha um ideal e lutou por ele e você o que tem feito pelo seu povo?
    Ele tinha um imenso amor a instituição por isto lutou pelo reconhecimento das condições nefastas que eram impostas aos marinheiros da época.
    Se temos hoje uma marinha da qual podemos nos orgulhar ele é um de seus pilares.
    Quanto a ser integralista e dai quantos foram integralistas e militaram na política após a guerra.
    A onde você colocaria Bento XVI ele foi nazista você sabia?
    Vá estudar um pouco e compreender melhor as condições de vida do povo brasileiro que sempre foi deixado de lado em prol de uma elite sanguesuga deste 1532.
    Acorda meu camarada.

  11. Ai… concordo com o amigo acima… Porra Duque de Caxias foi maior FDP e é considerado patrono do exército…

  12. GOSTARIA MUITO DE DEIXAR REGISTRADO AQUI UMA HOMENAGEM SINCERA A ESSE BRASILEIRO, CHAMADO POR MUITOS DE ALMIRANTE NEGRO.
    ELE VEIO LÁ DE BAIXO PARA SERVIR A BRIOSA E NÃO CONCORDOU COM O MODO COM QUE OS OFICIAIS TRATAVAM OS SUBORDINADO, LUTOU POR UMA CAUSA, UM IDEAL, E GRAÇAS A ELE, HOJE NA MARINHA DO BRASIL, NÓS PRAÇAS, SOMOS RESPEITADOS E CONSEGUIMOS FAZER VALER NOSSO PROFISSIONALISMO! UM VIVA PARA JOÃO CÂNDIDO, O GRANDE HERÓI DA MARINHA DO BRASIL!!!

  13. Meus colegas joao candido e um bravo heroi sei lugar e na alta patria. joao esta a caminho queira ou nao e uma questao de tempo.

  14. Com relação à Revolta da Chibata é mesmo uma vergonha nacional não se reconhecer pelo menos o direito dos que lutaram pela abolição de um castigo mais que desumano, principalmente para com aqueles que serviam a essa Pátria madrasta. Essa Pátria que só serve para com os “bons” de bico e os que se acham os donos dEla. Os Oficiais da Marinha que não acharam certa a posição da Estátua do Almirante Negro voltada para a Escola Naval é porque fazem parte de uma formação ainda elitista e se possível fosse voltada para impingir castigos brutais aos seus subordinados, mesmo os atuais. Ora, se os próprios indivíduos que hoje presidem esta Nação e que no passado fizeram “revoltas” pela “liberdade” e conseguiram polpudas idenizações, se calam diante de uma injustiça dessas a quem gritar. Esse é o Brasil que entrego aos meus filhos e demais descendentes. Sou praça da Reserva dessa Marinha que nunca reconhecerá seus “militares praças, pobres e negros” como é assim pelos rincões desse País tão desigual pela bruta força de uma minoria “branca”

  15. é simplesmente vergonhoso e revoltante essa postura da marinha,essa indenização já era para ter sido entregue a família esse governo me dá asco.

  16. Lamentável, o que a Marinha e o governo fizeram após se comprometerem formalmente em anisatiar os revoltosos, diga se de passagem revolta justissima, foi uma verdadeira traição ao próprio povo brasileiro.
    O pior e que até hoje a Marinha não reconhece seus erros, sabem porque? João Candido tinha baixa patente além de negro e pobre. Para a Marinha teria que ser branco e Oficial para ser reconhecido.

  17. Se JOAO CANDIDO FOSSE BRANCO, já teríamos visto:
    Novela com o nome de: ALMIRANTE BRANCO DA LIBERDADE,
    Filme com o nome de: JOAO O HEROI DOS MARES.
    Nas escolas teríamos: Livro de Historia sobre JOÃO CANDIDO (BRANCO)
    Na marina, teríamos fragata: JOÃO CANDIDO (BRANCO)
    “““ “SUBMARIO: ALMIRANTE BRANCO

    IVO NEGRO

  18. João Cândido amotinou, matou (é meus amigos ele é um assassino) seus colegas de farda, e não pensem que foram só oficiais que tombaram. Ele matou, ou teve participação ativa, no assassinato de dois marinheiros, pelo menos três sargentos isso em apenas um navio. Se J. Cândido é herói e Cabo Anselmo é o quê. Este último, sim, trabalhou ativamente para que o Brasil não tivesse hoje em dia uma FARC em seu território.

  19. PRAÇA TAMBEM É MILITAR DA MARINHA , EXERCITO OU DE QUALQUER FORÇA.RESPEITEM AS PRAÇAS.

  20. antifa :João Cândido, canalha fascista! Apodreça no inferno e no esquecimento!
    “Em 1933 foi convidado e aderiu à Ação Integralista Brasileira, movimento nacionalista de direita inspirado no fascismo italiano fundado em 1932 pelo escritor Plínio Salgado, chegando a ser o líder do núcleo Integralista da Gamboa, bairro portuário da cidade do Rio de Janeiro. Em entrevista ao historiador Hélio Silva, gravada em 1968 e arquivada no Museu da Imagem e do Som (MIS), João Cândido declarou manter sua amizade com Plínio Salgado e de ter orgulho em ter sido integralista. O Integralismo permitia que mulheres e negros se filiassem ao partido, no que se diferenciava do nazismo. João Cândido, que era sobretudo um ex-militar que sonhava voltar à Marinha de Guerra, foi muito assediado por parte de oficiais da Marinha para que fizesse parte do movimento integralista, com a promessa de reintegrá-lo.
    Em 1959 voltou ao Sul do País para ser homenageado, mas a cerimônia foi suspensa por interferência da Marinha do Brasil.
    Discriminado e perseguido pela Marinha até ao fim de sua vida, se recolheu no município de São João de Meriti, onde veio a se aproximar da Igreja Evangélica Metodista. Ali em sua casa passou mal e foi levado ao Hospital Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, onde viria a falecer de câncer, pobre e esquecido, em 6 de dezembro de 1969, aos 89 anos de idade.
    Em outubro de 2005, o deputado nacionalista Elimar Máximo Damasceno (PRONA/SP – Partido do finado Dr. Enéas, favorável à construção de bombas nucleares brasileiras) apresentou o projeto de lei n. 5874/05, determinando inscrever o nome de João Cândido no “Livro dos Heróis da Pátria”, que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).”
    Retirado da WikipediaLink:http://pt.wikipedia.org/wiki/João_Cândido_Felisberto

  21. JOÃO CÂNDIDO certamente não está apodrecendo no inferno, porque o universo não é burro nem racista (ou não é racista porque não é burro, como queira). Quanto a ser ESQUECIDO, coleguinha, nem mesmo POR VOCÊ, que não significa NADA.

  22. Curioso, concordo com o comentário acima, se ele fosse Branco seria Ovacionado e cantado em Verso e Prosa, mas nasceu NEGRO filho de Ex-escravos e o pouco que conquistou na vida, teve que vir a base de sangue, suor e sacrifício
    .Está relegado ao Ostracismo das Elites, infelizmente muitos como ele se vêem tombado pelo racismo. Quem aqui nunca se viu Admirando Tiradentes? Quem foi Tiradentes? 1 cara Racista, elitista e escravocrata até a medula, que apoiou 1 regime escravocrata e elitista em que continuaria o massacre das massas em favor de 1 minoria. Onde está as Homenagens aos integrantes da Conjuração Baiana? que lutava pela reforma agraria, democracia e abolição da escravatura???
    Brasil, Terra de Injustiças Históricas!!!

  23. Eu nunca ví nestes 514 anos de Brasil; ditadores ou senhores Democracias baixar lei de pena de morte contra corruptores e corruptos,contra pédofilos ,contra estupradores e por aí vai!!!!!

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