A coisa tá preta na região de Franca/Ribeirão Preto 8

Assunto: A coisa tá preta na região de Franca/Ribeirão Preto
Para: dipol@flitparalisante.com

Se continuar desse jeito não vai sobrar muita gente pra contar história e … ser promovido!

Seguem matérias.

Polícia
Terça-feira, 18 de maio de 2010
ESCÂNDALO NA POLÍCIA
Corregedoria afasta delegado por suspeita de furto
A Corregedoria da Polícia Civil pediu o afastamento do delegado titular do 2º DP, Benedito Carlos Quiodeto, 52, e do investigador Antônio Amaro Crispim, 44, do 3º DP, de suas funções nos distritos. Os dois perderam seus distintivos e armas no último dia 27 e, desde então, estão limitados à realização de serviços burocráticos junto à Delegacia Seccional de Franca. A restrição ao trabalho dos policiais é resultado da conclusão das investigações sobre o envolvimento deles no furto de quatro máquinas caça-níqueis, que estavam guardadas dentro do pátio de veículos da Seccional de Franca, no dia 22 de maio de 2008.

De acordo com o delegado corregedor do Deinter 3, Marcos Camargo Lacerda, a conclusão e o envio do inquérito ao Ministério Público não parou a apuração interna do caso pela polícia. “Como verificamos indícios de que eles teriam cometido irregularidades, continuamos a investigar”, afirmou ontem o policial ao GCN Comunicação. O levantamento de informações culminou com a instalação de um processo administrativo e disciplinar no fim do mês passado. “Os dois foram afastados para que possam se dedicar exclusivamente à defesa e para não interferirem na produção de provas”, disse o corregedor da Polícia Civil.

A Corregedoria tem 90 dias, prorrogáveis por mais 90, para concluir o processo. Se forem declarados culpados, os policiais podem receber punições que vão desde advertência e repreensão até demissão.

Desde o início deste mês, Quiodeto atua no Setor de Identificação da Polícia Civil – responsável pela emissão de RGs e certidões de Antecedentes criminais. O inspetor Antônio Amaro Crispim foi transferido para a delegacia seccional.

PROCESSO CRIMINAL
Paralelamente à apuração interna da Polícia Civil, a Justiça recebeu, em setembro do ano passado, a denúncia feita pelo Ministério Público contra o delegado e o investigador. Este mês, o processo chegou à 1ª Vara Criminal de Franca. “O MP agora toma ciência do desenrolar do processo e eles deverão ser citados”, disse o promotor Cláudio Escavassini.

O crime do qual os policiais são suspeitos aconteceu no dia 22 de maio de 2008. Por volta das 22 horas, dois homens invadiram o pátio de veículos da Delegacia Seccional de Franca e roubaram quatro máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas durante operações anteriores. Na época, Quiodeto era titular do 1º DP e Crispim, chefe dos investigadores. Ambos foram removidos da unidade em que trabalhavam porque havia indícios de que teriam facilitado a ação dos ladrões. Os dois estavam de folga no dia do furto, mas foram vistos por uma testemunha transportando os equipamentos da delegacia para o local de onde elas foram subtraídas horas depois. Na época, Quiodeto admitiu em entrevista ter ido à delegacia para resolver problema particular e aproveitado para colocar as máquinas na garagem. A alegação é de que atrapalhavam o atendimento ao público.

Ontem à noite, a defesa dos policiais falou sobre o caso. “A defesa está constituída e plenamente segura da improcedência das acusações e o alarde exagerado da situação traz prejuízo à presunção de inocência e eventualmente prejuízos irreparáveis. Por isso, é preciso cautela para não se fazer juízos antecipados”, afirmou o assistente de defesa, Adauto Casanova, que age junto com o advogado Reginaldo Carvalho.

Apoio

  • Justiça nega pedido de liberdade de agente
  • Tribunal mantém condenação de investigador francano
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56545&materia=Corregedoria%20afasta%20delegado%20por%20suspeita%20de%20furto

    Policiais estão na mira da Corregedoria

    Número de investigados em Franca chega a cinco e agora até Seccional de Ribeirão está na lista

    Da Redação/DF

    A Corregedoria da Polícia Civil parece nunca ter trabalhado tanto como agora. Nos últimos dias o órgão esteve à frente da apuração de algumas denúncias que movimentaram Franca e cidades da região.
    Primeiro foram presos dois policiais acusados de cobrarem propina para não efetuarem uma prisão. Depois foi a vez da Justiça manter a condenação a um investigador acusado de cobrar R$ 10 mil para liberar uma cargha roubada.
    Em seguida surgiu a informação de que um delegado e um policial foram afastados de suas funções porque são investigados por furto, pois teriam retirado da Delegacia Seccional de Franca duas máquinas caça-níqueis. E agora a mais nova denúncia vem de Ribeirão Preto, mas envolvendo um policial que fez carreira em Franca, onde atuava até pouco tempo.
    De acordo com jornais da vizinha cidade, a Corregedoria da Polícia Civil investiga o delegado Seccional de Ribeirão Preto, Wanir José da Silveira, por enriquecimento ilícito. Na semana passada, o delegado pediu afastamento do cargo alegando problemas familiares e de saúde. O motivo seria estresse.
    No entanto, reportagem publicada na edição de ontem do Jornal da Cidade, de Ribeirão Preto, aponta que nos corredores dos distritos policiais de Ribeirão começou a circular outra versão. Ele teria sido convidado a se afastar por causa do processo que tramita na Corregedoria da Polícia Civil.
    “Apuramos o caso a fim de comprovar se as acusações contra o então delegado seccional são verdadeiras. Esta investigação serve também para demonstrar, em caso contrário, que não houve crime algum. A investigação também é uma garantia de defesa de quem é averiguado”, afirmou ao jornal o delegado da Corregedoria de Ribeirão, Marcus Lacerda, confirmando assim que a investigação realmente existe.

    Outros
    O delegado titular do 2º DP, Benedito Carlos Quiodeto e o investigador Antônio Amaro Crispim, do 3º DP, foram afastados de suas funções pela Corregedoria. A decisão foi tomada no final do mês de abril e desde então os policiais estão autorizados a realizar somente trabalhos internos nos distritos policiais de Franca.
    A medida foi tomada depois da conclusão dos trabalhos de investigação que apuram o envolvimento deles em furto de máquinas caça-níqueis, que estavam guardadas no pátio da Delegacia Seccional de Franca.
    O caso se deu em maio de 2008. De acordo com o delegado corregedor do Deinter 3, Marcos Camargo Lacerda, foram detectados indícios da participação deles no caso.
    O delegado Quiodeto está prestando serviços no Setor de Identificação da Polícia Civil e o investigador foi transferido para a Delegacia Seccional.

    http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/noticia.php?categoria=8
    http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/capa.php

    Polícia
    Domingo, 16 de maio de 2010
    PEDIDO DE PROPINA
    Juiz determina prisão de outro policial
    Mais um policial civil foi preso na manhã de ontem em Franca. O investigador trabalhava no 2º DP e era parceiro do agente CAAF, 42, preso em flagrante pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, no início da noite da última quinta-feira, suspeito de receber propina para não cumprir um mandado de prisão. Naquela noite, o investigador foi ouvido apenas como testemunha no caso e liberado pelo delegado corregedor Leonardo Isper Nassif Balbim.

    Poucas horas depois, o juiz da 1ª Vara Criminal de Franca, Luciano Franchi Lemes, determinou a prisão do segundo policial. O investigador também passou a ser suspeito de ter praticado concussão – ato de exigir para si ou terceiros dinheiro ou vantagem indevida em razão de sua função.

    Às 9h30 da manhã do último sábado, o GCN Comunicação encontrou o advogado Bruno Aguiar de Oliveira, contratado para defender o investigador, saindo da Regional do Ministério Público. Ele confirmou a prisão do policial, ocorrida no início da manhã e informou que iria naquele momento ao Fórum “Alberto de Azevedo” pedir a revogação ou o relaxamento da prisão.

    Duas horas depois, por telefone, Oliveira disse ter acabado de sair de uma reunião com o delegado corregedor em Ribeirão Preto para discutir o caso. “Também conversei com meu cliente que estava em Ribeirão e à tarde foi transferido para o presídio da Polícia Civil, em São Paulo”, disse o advogado. A reportagem confirmou com funcionários da Corregedoria a realização da reunião, mas Balbim não foi encontrado para falar sobre o caso.

    Às 12h30, dois promotores de Justiça foram encontrados trabalhando no Fórum, mas preferiram não se manifestar sobre a questão. Segundo eles, nem a Polícia nem a Promotoria pediram a prisão do investigador, que teria sido fruto de uma iniciativa do juiz. “Quando ocorre uma prisão em flagrante, tanto a promotoria quanto o juiz são comunicados. Quando recebeu a comunicação, ele entendeu que os dois policiais deveriam ser presos, mesmo com o aval da Corregedoria e o MP para a prisão de apenas um deles”, explicou um dos promotores, que pediu anonimato.

    Ainda segundo eles, o caso deve ser acompanhado pelo promotor de Justiça José Lourenço Alves, da 2ª Vara Criminal até que a polícia conclua o inquérito e o remeta ao MP. O promotor deve avaliar, então, a possibilidade de uma intervenção do Gaeco (Grupo de Atuação Especial para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) no caso.

    Apoio

  • Intervalo de 36 horas separou prisões
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56494&materia=Juiz%20determina%20pris%E3o%20de%20outro%20policial

    Polícia
    Sexta-feira, 14 de maio de 2010
    POLÍCIA CIVIL
    Investigador de polícia é preso acusado de cobrar para não cumprir mandado de prisão
    Fernanda Bufoni
    da Redação
    Barros Filho
    da Redação

    A Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo prendeu em flagrante, no início da noite de ontem, o investigador Carlos por concussão – ato de exigir para si ou terceiros dinheiro ou vantagem indevida em razão de sua função. Ele é acusado de receber propina para não cumprir um mandado de prisão. A corregedoria preferiu não revelar o nome completo, mas infomou que Carlos é policial há 18 anos e, atualmente, trabalhava no 2º Distrito Policial.

    Segundo o delegado corregedor Leonardo Isper Nassif Balbim, a polícia recebeu uma denúncia anônima de que policiais teriam exigido dinheiro em troca do não cumprimento de um mandado de prisão cível (falta de pagamento de pensão alimentícia) expedido contra um comerciante de Franca, dono de um estacionamento na Avenida Dr. Hélio Palermo. “Conseguimos provas do recebimento do dinheiro, além do relato da vítima e de testemunhas que estavam no local e presenciaram o policial deixar de cumprir o mandado”, disse o corregedor ao GCN Comunicação.

    Uma testemunha, que pediu para não ser identificada e estava no local na hora do crime – aproximadamente às 11 horas -, contou à reportagem que a vítima devia cerca de R$ 8 mil em pagamentos atrasados de pensão alimentícia e tinha um mandado de prisão expedido contra ela. Para não prendê-la, Carlos exigiu R$ 1 mil. “O valor foi pago em cheque”, disse a testemunha.

    De acordo com a polícia, foi exatamente este documento que comprovou, no início da tarde, o pagamento de propina.

    Carlos trabalhava com outro investigador, que não teve o nome revelado. “O outro policial foi testemunha do fato e cooperou com o trabalho da Polícia Civil”, disse Balbim.

    AÇÃO POLICIAL
    A prisão em flagrante do investigador aconteceu por volta das 18 horas. Sem saber o que o esperava, o policial civil foi chamado à Seccional de Franca pelo delegado Marcelo Caleiro junto com os demais investigadores 2º DP e com o delegado assistente do distrito, João Walter Tostes Garcia. Ao chegar à delegacia, teve sua arma apreendida, recebeu voz de prisão e, após o registro do caso que só terminou durante esta madrugada, foi levado para o Presídio da Polícia Civil, em São Paulo.

    No fim da tarde de ontem, a polícia cumpriu finalmente o mandado de prisão contra a vítima, que foi levada para a Cadeia Pública de Franca após ser ouvida pelos membros da corregedoria.

    Apoio

  • ‘Conseguimos angariar provas para prender esse policial’
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56411&materia=Investigador%20de%20pol%EDcia%20%E9%20preso%20acusado%20de%20cobrar%20para%20n%E3o%20cumprir%20mandado%20de%20pris%E3o

    1. TANTOS ESCANDALOS DE CORRUPÇÃO É RESULTADO DA INCOMPETÊNCIA DE CORREGEDORES E SECRETÁRIO.

      OU………. ESTÃO LEVANDO O DELES POR FORA TAL COMO OCORRIA NA ERA MALHEIROS

    2. SE OS CORREGEDORES FOREM PRENDER PELO MESMO MOTIVO LÁ NO DEIC, NÃO SOBRARÁ NINGUÉM NEM PARA APAGAR A LUZ E FECHAR A PORTA

    3. já tem advogado solicitando o fechamento do DEIC e a reciclagem (pensei que era só pra lixo) aos policiais na academia de pelúcia

    4. É ISSO QUE DA A BRIGA PELAS CADEIRAS,VAE SOBRAR PRA MEIO MUNDO.LIGARAM O VENTILADOR É MERDA PRA TUDO QUE É LADO.ONDE VAE PARAR E QUANDO VAE PARAR.

      PSDB/DEM NUNCA MAIS

    5. A cúpula da Polícia Civil de Ribeirão quer acabar com a cúpula de Franca.

      Após a prisão de um tira recolha no ano de 2007 efetuada pelo MP em Franca, o seccional (ribeirãopretano) caiu. A DIG/DISE fechou. Descobriu-se que todos os seus principais policiais estavam envolvidos com corrupção (novidade!).

      Magicamente, após o evento, em menos de um ano, os delegados removidos de seus cargos na cidade de Franca apareceram como chefes máximos do Deinter 3:

      “Wanir ‘assume’ Ribeirão com festa francana

      EQUIPE LÍDER – Novo diretor do Deinter 3, Valmir Grarucci (ao centro), com os delegados da região que foram à posse de Wanir da Silveira (camisa vermelha) no comando da seccional de Ribeirão. Os demais delegados da esquerda para a direita: Daniel Radaelli (assistente da seccional de Franca), Marcelo Caleiro (seccional de Franca), Alan Bazalha (ADPESP), Sebatião Picinato (seccional de São Joaquim) e Eduardo Bonfim (cadeia de Franca)

      Uma comitiva de 12 pessoas entre francanos e cristalenses marcou a cerimônia de posse de Wanir José da Silveira Júnior como novo seccional de Ribeirão Preto. A solenidade foi realizada ontem na sede da Polícia Civil, no Centro daquela cidade. O grupo foi composto por animados empresários, delegados, investigadores e pelo prefeito de Cristais Paulista, Hélio Kondo, e contrastava com os mais de 30 tensos delegados ribeirão-pretanos que esperavam sentados pelo início do evento.

      Alheios à tensão, os convidados de Silveira chegaram em cima da hora para o início da cerimônia, às 10 horas. Ficaram enfileirados ao fundo da sala, mas não passaram despercebidos. Paulo Roberto Nunes Coelho, diretor de uma fábrica de calçados em Franca, fez parte da comitiva e não escondeu a empolgação. “Ele (Wanir) é meu amigo de infância em Cristais. Isso aqui é motivo de orgulho para a gente. É o reconhecimento do trabalho que ele fez em nossa região”, disse o empresário.

      Durante seu discurso de posse, o novo seccional fez questão de cumprimentar os amigos pelo nome e agradecer a presença de cada um. “Eles estarem aqui me dá mais responsabilidade. Não posso decepcionar família, amigos e muito menos a população”, disse ele.

      Silveira afirma que a seccional de Ribeirão é o maior desafio de sua carreira pelo tamanho do município que a sedia e pela resistência dos colegas. “Administrarei este pessoal todo. Seja de qual classe for, cada um tem sua função. O importante é que todos nós, delegados, sabemos o que temos que fazer”, disse o novo seccional ribeirão-pretano.

      Enquanto aguardavam para parabenizar Silveira, todos assistiram a solenidade de assinatura dos papéis e ouviram o novo diretor do Deinter 3, Valmir Granucci. Ele repetiu o discurso feito em Franca na posse de Marcelo Caleiro na última terça-feira.

      Falou sobre simplicidade, boa vontade e oportunidade para todos os delegados. Ao final, lembrou que o trabalho começava na mesma tarde com uma reunião entre os delegados das DIGs (Delegacia de Investigações Gerais) e Dises (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) de todo o Departamento. “As mudanças já foram feitas. Agora estamos aqui para trabalhar, combater o crime organizado e o tráfico que o alimenta”, afirmou Granucci.

      AO TRABALHO
      Seguindo a diretriz de Granucci, Wanir José da Silveira Júnior explicou como funcionará a integração das duas delegacias especializadas – DIG e Dise. “Eles terão que se reportar a mim sempre para que eu acompanhe e interfira se necessário. Normalmente a pessoa que mata tem ligação com tráfico, que está ligado com o furto ou com o roubo. Então, não tem como dissociar essas unidades”, disse Silveira.

      Para ele, o serviço será reforçado pela possibilidade de se investigar em conjunto por toda a área do Deinter 3. “A amizade entre os seccionais poderá facilitar isso. Em investigações sobre tráfico de entorpecentes, por exemplo, vemos uma Dise interceptar uma ligação telefônica e perceber que o crime está ocorrendo em área de outra seccional. Há realmente a necessidade de uma interação geral”, afirmou.

      Wanir da Silveira responderá também pela seccional de Franca nas duas próximas semanas enquanto Caleiro estiver de férias.

      http://www.comerciodafranca.com.br/materia.imprimir.php?id=52167

      Óbvio que a maçonaria ribeirãopretana de polícia civil não ia deixar barata insurgência dos Francanos .

    6. no ano passado,minha casa foi invadida por marginais,aqui em Franca,,,,eu me defendendo dentro da minha casa,,com 4 filhos pequenos e minha esposa de reguardo por uma cesariana de meu ultimo filho,alias,prematuro…acabei desferindo algumas facadas em um deles,,estavam em 4 !!! não matei,apenas defendi minha casa,meus filhos…minha esposa…ao final,a policia de Franca,ainda dando tapinhas nas costas dos marginais,,por sinal até se conheciam! quiseram nos enquadrar,xingando a min e minha esposa….que nessa hora passava mal,,com os pontos da cesaria sangrando…..e……hoje ainda respondo processo……..É A POLICIA E A JUSTIÇA PODRE DE FRANCA……..isto é apenas um desabafo…pois um cidadão ao que parece,não pode defender sua CASA……..estamos nas mãos dos bandidos…..os de farda tambem,,,,,,

    7. por causa da Policia de Franca,,perdi minha CASA,,,esses BANDIDOS de FARDA foram para cima de minha Esposa de RESGUARDO,,,com meus filhos…todos 4 …de 12,,10…2…e dois meses,,rebentaram os pontos da Cesaria dela…POLICIA DE FRANCA DESGRAÇADA!!!

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