ABUSO DE PODER E ASSÉDIO MORAL, SAIBA UM POUCO MAIS O QUE É ISSO E VEJA SE VOCÊ NÃO ESTÁ SENDO MAIS UMA VÍTIMA…GERALDO ALCKMIN VETOU A LEI ACERCA DO ASSÉDIO MORAL NO FUNCIONALISMO PAULISTA; O GOVERNO SERRA NÃO REGULAMENTOU E PROPÔS AÇÃO DECLARATÓRIA DE INCONSTITUCIONALIDADE POR VÍCIO DE INICIATIVA DO AUTOR DO PROJETO: DEPUTADO ANTONIO MENTOR – PT 18

ABUSO DE PODER E ASSÉDIO MORAL, SAIBA UM POUCO MAIS O QUE É ISSO E VEJA SE VOCÊ NÃO ESTÁ SENDO MAIS UMA VÍTIMA

Você está sendo pressionado na Receita Federal do Brasil a fazer algo que não está previsto em lei?
Não querem respeitar o seu cargo nem a sua carreira?
Estão forçando e te obrigando a ensinar o seu trabalho a servidores não integrantes da sua Carreira, apesar das suas atribuições nem sequer estarem previstas em lei?
Fique atento, os gestores podem estar incorrendo em abuso de poder e assédio moral.
Abuso de poder é o ato ou efeito de impôr a vontade de um sobre o outro, tendo por base o exercício do poder, sem considerar as leis vigentes.
A democracia é um sistema que se opõe a esse tipo de atitude.
O abuso caracteriza-se pelo uso ilegal ou coercivo do poder para atingir um determinado fim.
O assédio moral é todo o comportamento abusivo (gesto, palavra e atitude) que ameaça, por sua repetição, a integridade física ou psíquica de uma pessoa, degradando o ambiente de trabalho. São micro-agressões, graves, se tomadas isoladamente, mas que, por serem sistemáticas, tornam-se muito destrutivas.
Seu chefe ultrapassa o limite quando: Dá instruções confusas e imprecisas; bloqueia o andamento de seu trabalho; atribui a você erros imaginários; ignora a sua presença na frente dos outros; tenta forçá-lo a pedir demissão; impõe horários injustificados; fala mal de você ou espalha boatos a seu respeito; pede trabalhos falsamente urgentes; determina a execução de tarefas muito abaixo da atribuição de seu cargo; o isola da convivência com os colegas; retira seus instrumentos de trabalho; deixa de lhe passar tarefas; agride você de qualquer maneira; proíbe seus colegas de falar com você; manda a você cartas de advertência protocoladas .
Por assédio moral em um local de trabalho temos que entender toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se, sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa, pôr em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho.
Outra forma de assédio moral muito conhecida é aquela subssumida nas formas de geladeira, isolamento e colocação a disposição da DP, pois nestas três formas o que acaba ocorrendo é o deixar o funcionário sem atribuição, mas ou menos como o pagando para não trabalhar mesmo contra a sua vontade.
Incorre o chefe neste caso, além de assedio moral, no ilícito de crime contra o erário público, pois, faz, sem o conhecimento dos órgãos superiores ou controladores de contas, com que o erário gaste indevidamente pagando a quem quer trabalhar e não lhe sendo permitido dar a contraprestação laborativa por seus vencimentos.
O meio ambiente de trabalho é conceituado como conjunto de bens materiais e imateriais pertencentes às atividades empreendedoras, de fim lucrativo ou não, abrangendo a força do trabalho humano, as condições de trabalho, enfim, a organização da produção e do trabalho como um todo.
Quanto à natureza jurídica do meio ambiente de trabalho, não se trata de uma garantia fundamental de interesse individual, mas de uma garantia fundamental de interesse coletivo, já que consta expressamente do art. 225 da CRFB que o meio ambiente equilibrado é uma garantia de todos, devendo o Poder Público e a coletividade preservá-los, como também dever de cada trabalhador, do empregador e do próprio poder público a preservação do meio ambiente laboral para a sadia qualidade de vida.
O meio ambiente do trabalho integra o meio ambiente global e é certo que a CF 88, através do artigo 225, dispõe sobre o meio ambiente como um todo, de forma genérica. O legislador constituinte, porém, atento à saúde e qualidade de vida do trabalhador, estabeleceu relação direta entre o meio ambiente de trabalho equilibrado e a saúde do trabalhador quando dispôs que ao Sistema Único de Saúde, além de outras atribuições, compete: “colaborar com a proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho (CF art. 200 VIII)”.
Mister se faz listar os sintomas oriundos do assédio moral, quais sejam: crises e choro (depressão); dores generalizadas e sem explicação (provavelmente tensão), palpitações, tremores (de fundo nervoso), sentimento de inutilidade, insônia (preocupação) ou sonolência excessiva (espécie de fuga psíquica), diminuição da libido (mulheres), disfunção erétil (homens), sede de vingança (ocorre em 100% dos funcionários do sexo masculino), hipertensão, cefaléia, tonturas, inapetência, falta de ar, alcoolismo, idéias de suicídio e tentativas de suicídio.
Portanto, não convém que o legislador pátrio permita por sua omissão em legislar em esfera federal,e que o meioambiente de trabalho se transforme neste “Neo-Leviatã” do terceiro milênio como descrito acima. Pois as pessoas devem ter a oportunidade de trabalhar em paz. Estaríamos, de outro modo, vivendo uma nova faze de escravagismo, a saber, aquele psíquico, o cativeiro da alma.
O assediado deve agir em dois flancos: resistir e recolher provas, porque, assim, a Administração Pública começará a lançar mão deste recurso antijurídico para perseguir, e, quando os juízes começarem a julgar a administração e emitirem as primeiras sentenças pesadas, as instituições começarão a rever os seus conceitos.
Na configuração do assédio moral, é imprescindível documentá-lo, para isso mister se faz que o funcionário recolha documentação sobre as ações sofridas; elas se consubstanciam em ações por infrações penais e administrativas, tais como abuso de poder (atacável por Mandado de Segurança); vias de fato; ameaças (crime de ameaça), difamação e calúnia (crimes contra a honra), lesão corporal. Em relação aos ilícitos administrativos, danos ao patrimônio e falsificação.
Torna-se necessário que se documente as ações contra o assediado. Assim, não se pode prescindir do testemunho de colegas. É imprescindível, para isso, arregimentar aliados o que não é fácil, pois, os colegas se afastam para que o mobbing dirigido à vítima não os afete.
Uma ótima sugestão para a documentação é ter um diário de cada ação de assédio, pela qual se indique data, hora, autor, descrição da ação assediante, pessoas presentes, faça uma relação dos distúrbios físicos e psíquicos todos documentados e atestados dos danos que o assédio venha causando à vitima, bem como os prejuízos pecuniários, resultantes dos mesmos, tudo devidamente comprovado, isso poderá ajudar a identificar os danos causados e a configurar o assédio com vistas à indenização.
Outra maneira de configurá-lo é protocolá-lo, encaminhando ao órgão competente, em questionamento escrito. Muitas vezes não virá resposta, mas, isso pode ser suficiente para provar uma ação de assédio.
A denúncia do assédio é necessária para evitar que o fenômeno se propague, para isso deve-se escrever a história pessoal de assédio moral sendo claro e conciso, fazendo uso de jornais, rádios, associações de classe denunciando fatos reais e documentados.
Outro direito que assiste aos assediados é obter cópias de documentação que existem nos assentamentos individuais, trata-se de direito amparado por habeas data.
Por fim, há que se buscar as vias legais: neste caso o tempo conta a seu favor. Na escolha entre procedimento penal ou civil ou federal para requerer indenização por dano biológico é preferível o procedimento cível para a reparação do dano biológico, dano patrimonial, moral, lucros cessantes.
No caso federal, de reintegração, indenização por danos, re-enquadramento, lucros cessantes, danos morais e materiais.
Neste último caso, se poderá também documentar o dano ao erário público por aquele que o prejudicou por assédio.
No âmbito das relações administrativas, ou seja, no serviço público, o assediador pode receber punições disciplinares, de acordo com o regramento próprio.
Embora a Lei 8112/90 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União) não aborde claramente a questão do assédio moral, o mesmo estatuto indica alguns caminhos, pois a conduta do assediador poderá ser enquadrada no Regime Jurídico Único porque afronta o dever de moralidade da Administração podendo constituir-se em incontinência de conduta.
A Lei 8112/90 prevê, no título IV, as condutas proibitivas e deveres do servidor, sendo alguns pertinentes ao tema.
O Estatuto dos Servidores Públicos da União prevê, em seu título IV, as condutas proibitivas e deveres do servidor, sendo alguns pertinentes ao tema, pois, via de regra, no serviço público federal, os chefes também são servidores públicos sujeitos, portanto, ao mesmo estatuto.
Em relação aos deveres impostos aos servidores, portanto, impostos a todos, tem-se que a prática de assédio moral provoca a violação do dever de manter a conduta compatível com a moralidade administrativa (art. 116 IX da Lei 8112/90); de tratar as pessoas com urbanidade (art. 116 XI) e ser leal às instituições a que servir (artigo 116 II).
Além disso, o Estatuto prevê que é proibido ao servidor promover manifestação de apreço ou os bajuladores, ou de desapreço (mau-tratamento) no recinto da repartição (art. 117,V) e valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em prejuízo da dignidade da função pública, proibições que são desrespeitadas em casos de assédio.
Também é desrespeitado quando o assediador determina que o assediado realize tarefas que não fazem parte de suas atribuições, ou o designe atribuições estranhas ao cargo que ocupa.
Assim, a prática de assédio moral contraria vários dos deveres atribuídos por lei aos servidores públicos e desrespeita proibições que lhe são impostas.
Nesse sentido, a lei prevê, também, as penalidades disciplinares que podem ser aplicadas aos servidores (art.127 do estatuto) dentre elas constando a advertência, a suspensão, a demissão, a cassação de aposentadoria ou a disponibilidade, a destituição de cargos em comissão e a destituição de função comissionada.
A lei dispõe ainda que, na aplicação das penalidades, serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, bem como os danos que ela causar ao serviço público, as circunstâncias agravantes e atenuantes e os antecedentes do servidor.Dessa forma, a gravidade da irregularidade cometida determinará a gradação da sanção aplicada.
Quanto a essas penalidades, é importante destacar que, dependendo da intensidade do assédio moral e das situações em que é praticado, pode até ocasionar a demissão do servidor assediador, e isso porque uma das situações em que está prevista a demissão do servidor é a incontinência pública de conduta e a conduta escandalosa na repartição.
Ressalte-se que é assegurada a apuração criteriosa dos fatos em sindicância e por Processo Administrativo Disciplinar (PAD), onde sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa ao servidor acusado de assediador.
Não caberá, contudo, a inversão do ônus probantis no assédio moral, pois o ônus da prova pertence a quem fez a alegação no âmbito civil e administrativo. A inversão, portanto, não se sustenta. O que há de peculiar é apenas a situação da Administração Pública no que se refere à responsabilidade civil na qual é presumida a culpa, devendo correr, entretanto, a prova do fato, prejuízo e da relação de causalidade entre ambos.
Na esfera administrativa, O Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União prevê, em seu título IV, as condutas proibitivas e deveres do servidor.
O assédio moral é consubstanciado no abuso de poder contra o qual é dever do servidor representar – art. 116 XII da Lei 812/90, tratando este título do dever do servidor, somando-se a este dispositivo o inciso IV do mesmo artigo que autoriza descumprir ordens quando manifestadamente ilegais.
No abuso de poder, a discricionariedade passa a ser usada como moeda de opressão, cerceando-se direitos dos administrados em nome do interesse – muitas vezes, escuso, ilícito e sombrio da Administração.
Ocorre, também, que os contumazes assediadores esquecem que, a despeito de sua vaidade, também são simplesmente servidores públicos sujeitos ao mesmo estatuto que é isonômico.
O Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União prevê, ainda no mesmo título IV, os deveres impostos aos servidores, portanto, impostos a todos. Tem-se que a prática de assédio moral provoca a violação do dever de manter a conduta compatível com a moralidade administrativa (art. 116 IX da Lei 8112/90); de tratar as pessoas com urbanidade (art. 116 XI) e ser leal às instituições a que servir (artigo 116 II). Além disso, aquele Estatuto proíbe expressamente promover manifestação de apreço ou de desapreço no recinto da repartição (art. 117 V), e valer-se do cargo para lograr proveito, e ainda o desvio de função consubstanciado no artigo 117 XVII, somente permitido em situações de emergência ou transitórias.
Assim, a Lei 8112/90 prevê, também, aos servidores chefes, penalidades disciplinares que lhes podem ser aplicadas (art.127) dentre elas constando a advertência, a suspensão, a demissão, a cassação de aposentadoria ou a disponibilidade, a destituição de cargos em comissão e a destituição de função comissionada.
Despreparado para o exercício da chefia e, muitas vezes, sem o conhecimento mínimo necessário para tanto, o chefe pode se tornar extremamente arbitrário, por um lado, buscando compensar suas evidentes limitações e, por outro lado, considerando-se intocável.
O abuso de poder ocorre quando a autoridade, embora competente para praticar o ato, ultrapassa os limites de suas atribuições ou se desvia das finalidades administrativas.
O abuso do poder como todo ilícito reveste as formas mais diversas. Apresenta-se ostensivo como a truculência, às vezes, dissimulado como o estelionato ou como o assédio moral, e não raro, encoberto na aparência ilusória dos atos legais. Em qualquer destes aspectos – flagrante ou disfarçado –, o abuso do poder é sempre uma ilegalidade invalidadora do ato que o contém.
O silêncio não é ato administrativo; é conduta omissiva da administração que, quando ofende direito individual ou coletivo dos administrados ou de seus servidores, se sujeita a correção judicial e a reparação decorrente de sua inércia. No direito privado o silêncio é normal interpretado como concordância da parte silente em relação à pretensão da outra parte.
No Direito Público, nem sempre, pois pode valer como aceitação ou rejeição do pedido.
A inércia da administração, retardando ato ou fato que deva praticar é abuso de poder, que enseja correção judicial e indenização ao prejudicado.
Tudo que molesta a alma ferindo-lhe os valores inerentes à personalidade reconhecidos pela sociedade qualifica-se como dano moral evidenciado pela dor angústia, sofrimento tristeza, pela ausência de ente querido, desprestígio, desconsideração, descrédito à reputação, humilhação pública, devassamento da privacidade, desequilíbrio psíquico, traumatismos emocionais, depressão, desgaste psicológicos e constrangimento moral”.
Neste contexto, pode-se assim, afirmar que o assédio moral é uma espécie do gênero dano moral, pois qualquer que seja a conduta do assediador composta de atos discriminatórios, transferência injustificadas e punitivas, ameaças constantes, reiteradas e injustificadas sanções disciplinares, ofensa à honra, violação da privacidade e intimidade do empregado, abuso no exercício do poder de controle e fiscalização através, de câmeras e vídeos que poderão refletir nos sentimentos morais do trabalhador.
A conduta caracterizadora do assédio moral, segundo classificação doutrinária, poderá gerar o dano moral direto ou puro, ou seja, aquele que viola direito inerente à personalidade do servidor, como por exemplo, a agressão de forma sistemática à honra do servidor humilhando-o perante os colegas; bem como o dano indireto ou reflexo, ou seja, a conduta ilícita da administração gera de forma indireta prejuízo patrimonial e por via reflexiva um dano moral, como o desvio ou rebaixamento funcional que gera redução salarial com conseqüente prejuízo econômico-financeiro e, fere a dignidade profissional a auto-estima pessoal e profissional do servidor, causando-lhe sensação de dor, tristeza e sofrimento.
Muito embora se delimite o assunto para tratar do dano moral, na verdade as condutas ilícitas (comissivas ou omissivas) integrantes do assédio moral implicam lesão de outros bens jurídicos tutelados pelo ordenamento jurídico (saúde, integridade, dignidade, privacidade, honra), gerando prejuízos morais e materiais sujeitos á reparação civil.
Assim, a expressão dano não se limita à diminuição, perda ou prejuízo material ou patrimonial, pois, no caso de assédio moral, o dano sofrido pela vítima é mais amplo gera prejuízos à profissionalização do servidor (perda de chances e progressos na carreira e conseqüente elevação salarial), à sua saúde física e psíquica, à personalidade, bem como á dignidade moral, atingindo em primeiro plano o patrimônio moral do servidor, sem afastar a repercussão na esfera patrimonial da vítima.
Com relação a competência para demandar contra assédio moral cometido contra servidor público, é correto afimar que os servidores públicos federais demandam em primeira instância perante da Justiça Federal.Os litígios decorrentes das relações de trabalho dos servidores da União, suas Autarquias, Fundações e entidades da Administração Indireta,conforme a causa de pedir e o pedido processam-se perante a Justiça do Trabalho.
Como se sabe, por disposição constitucional, todos os atos da Administração Pública, de qualquer poder ou esfera, estão adstritos ao princípio da legalidade, devendo ser praticados em consonância com o que determinar a lei e nunca ao seu arrepio.
A Administração só pode fazer o que a lei antecipadamente autorize, o gestor público somente poderá fazer o que estiver expressamente autorizada em lei, inexistindo, pois, incidência de sua vontade subjetiva, pois na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza, diferentemente da esfera particular, onde será permitida a realização de tudo o que a lei não proíba.

http://flitparalisante.wordpress.com/2008/08/05/lei-n%C2%BA-12250-2006-veda-o-assedio-moral-na-administracao-de-sao-paulo/

PARA OS INIMIGOS DO FUNCIONALISMO O ASSÉDIO MORAL É INSTRUMENTO DE GESTÃO…A MORALIDADE NÃO CONTA, CONTA A VONTADE DO CHEFE

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PGR: lei paulista sobre assédio moral é inconstitucional 21/12/2007 8h55
Para procurador-geral da República, a lei apresenta vício de iniciativa.
O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, encaminhou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) favorável à ação direta de inconstitucionalidade (ADI 3980) proposta pelo governador do estado de São Paulo.
Na ação, o governador pede a impugnação da Lei estadual nº 12.250/2006, que trata da vedação do assédio moral no âmbito da administração pública estadual. O argumento é que existe vício de iniciativa, ou seja, a lei é resultado de iniciativa de um parlamentar, mas cabe ao chefe do Poder Executivo – no caso, o governador – regulamentar o estatuto jurídico dos servidores públicos estaduais. Com isso, além de violar o princípio da separação das funções estatais, a lei também afrontaria o artigo 2º da Constituição Federal.
Para Antonio Fernando, tem razão o governador: “Adotar uma dada política de ação pública, cabe, indubitavelmente, ao chefe do Poder Executivo, ao menos para os servidores da administração pública direta e indireta. Sem se tomar esse cuidado, arrisca-se a divisão lógica dos poderes, de que decorre todo nosso sistema político”.
O parecer será analisado pelo ministro Menezes Direito, relator do caso no STF.

PARA O BEM DA MORALIDADE E MODERNIDADE DA GESTÃO PÚBLICA O GOVERNO NÃO PODERIA BUSCAR SUPRIMIR A LEI DE ASSÉDIO MORAL…A NOSSA GESTÃO ESTÁ EM 1960

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Serra quer brecar lei contra o assédio moral em S. Paulo
Publicado: 26/10/2007 – 14:00
Por: Hora do Povo 

O governador de São Paulo, José Serra, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja suspensa e considerada inconstitucional a lei que proíbe o assédio moral na “administração pública direta, indireta e fundações do Estado de São Paulo”, conforme informou a assessoria do STF na quarta-feira.
Serra alegou que a lei estadual 12.250/2006, promulgada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, contraria a Constituição e a Carta estadual, uma vez que ambas reservam ao Poder Executivo legislar sobre os servidores públicos e o regime jurídico ao qual estão submetidos.
A lei diz que assédio moral é todo gesto, ação ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente, servidor e empregado que, abusando da autoridade da função que exerce, tenha o objetivo ou efeito de atingir a auto-estima e autodeterminação do funcionário.
A norma prevê o assédio moral como infração grave.


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Enfim, falar-se em meritocracia no funcionalismo quando se vive numa cleptocracia administrativa é farsa.
O ex-governador Geraldo Alckmin vetou a Lei, depois o governador José Serra buscou a declaração de sua inconstitucionalidade; diga-se: por mero vício de iniciativa.
Ou seja, a Lei é boa, mas a iniciativa foi de um Deputado Estadual(e do PT).
-Doutor Serra, as coisas boas devem ser aproveitadas; se necessário consertadas, reparadas, legitimadas e constitucionalizadas!
Jamais jogadas no lixo.
Todavia, o Governo parece querer dispor da dignidade do funcionário público como melhor entender aos interesses vigentes.
Quem é contra a Lei de Assédio Moral comete assédio moral; portanto: NÃO QUER A MODERNIZAÇÃO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO ESTADUAL.
Aliás, moderno nas últimas gestões foram: GASTAR DINHEIRO COM CRACHÁ ( quem lembra? ), INSTITUIR LIVRO DE PONTO ( no século XXI ) e, recentemente O DIPOL COMPRAR CENTENAS DE APARELHOS DE “FAX”.
Três coisas obsoletas, especialmente na Polícia.
Não demora o governo ressuscitará através da DIMEP – fábrica de relógios de ponto de um genial empresário brasileiro: DIMAS DE MELO PIMENTA I – as velhas máquinas de picotar cartão que devem estar jogadas pelos cantos das repartições públicas.

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Só para lembrar a PGE:

A lei de autoria do deputado PEDRO TOBIAS, estabelecendo punições para funcionários no caso de greves,  também – pelos mesmos motivos – DEVERIA TER SIDO VETADA E DECLARADA  INCONSTITUCIONAL.  

  1. GUERRA VC É UM GÊNIO NUNCA VI UMA PESSOA COM TANTO CONHECIMENTO NESSA PORCARIA DE POLICIA. VC ESTA MUITO MAU APROVEITADO.DEVERIA SER SECCIONAL, DIRETOR OU ATÉ MESMO DG.ESSE LIXO DE POLICIA COM CERTEZA NÃO ESTARIA ASSIM. SOU SUA FÃ.

  2. CARAMBA DR. QUER DIZER QUE ESTAMOS À MERCÊ DOS DESMANDOS DOS NOSSOS SUPERIORES? NÃO TEM NEM UMA BRECHINHA NA LEI A NOSSO FAVOR? PORQUE A PORTARIA 22 DGP NÃO SERVE PARA NADA. SÓ PARA O AUTOR LIMPAR A B………….DA.

  3. Todos nós , com certeza fomos,seremos, e continuaremos a ser vítimas de assédio moral,
    piadinhas, apelidos,indiferença,caras feias,
    sabe o melhor ponham no papel, representem, duro mesmo vai ser conseguir testemunhas,todos temem as
    represálias, que virão, por certo.
    Mas pensando bem, eles estão sendo abandonados , o PSDB vai perder.Podemos não ganhar nada com isso, mas
    vingança é prato que se come frio.

  4. para que lei senhor sérra se as que tem neuhma é comprida pra que mas leis viu a lei seca que senhor colocou só ficou no papel pois os motoristas continua dirigindo completamente bebaboa em todas as partes esteadas,vilas,bairros e cidades e nas baladas,nas farras e o que adiantou a sua lei ninguem acredita mas em vocês.ass:RSS

  5. continuação que escrevi sobre as leis e a tal da lei seca só estou corrigindo os erros mas é sequencia da de cima quiz dizer estradas, bebados não os erros que escrevi em cima da lei seca.ass: RSS

  6. adeus a representação para instauração de assédio moral que eu solicitei há algum tempo. agora quanto a minha pessoa eles quase acabaram com minha vida, fora SERRA, FORA ALCKIMIN FORA PCC, FORA PSDB

  7. PEQUENA LISTA DE DINOSSAUROS PERSEGUIDORES.
    QUANDO É QUE ESSES CARAS VÃO EMBORA EM?
    MAIORIA RESPONDE NA CORRO. SABE NO QUE VAI DAR?
    PIZZA.

    Lista nominal dos integrantes da carreira de Delegado de
    Polícia, com contagem de tempo de serviço liquido, apurado em
    dias, at‚ 31.12.2009, com indicação do tempo de efetivo serviço
    na Classe, Carreira e Serviço Público, para fins de promoção de
    conformidade com a LC. 503/87
    DELEGADO DE POLÍCIA DE CLASSE ESPECIAL – EFETIVO
    POSIÇÃO
    NOME RG CLASSE CAR- SERV.
    REIRA PUBLICO
    1 Alberto Angerami 2573153 8787 14458 17581
    2 Roberto Fernandes 2916756 8231 14441 17496
    3 Claudine Pascoetto 3012078 6911 14898 16226
    4 Massilon Jose Bernardes Filho 3396466 6841 12209 14695
    5 Joao Violin Belao 3015849 6821 14711 17313
    6 Gerson Carvalho 2675667 6770 14898 14898
    7 Jose Maria Coutinho Florenzano 2449231 6673 14898 15200
    8 Godofredo Bittencourt Filho 5662848 6673 12109 16744
    9 Ruy Estanislau Silveira Mello 3935119 6673 12109 13729
    10 Nicanor Nogueira Branco 2684273 6636 15427 17473
    11 Antonio Chaves Martins Fontes 2348751 6540 13076 16388
    12 Francisco Jose Pacifico de Migueli 3952415 6511 12693 14937
    13 Antonio Fernando da Costa 3800623 6511 12209 15204
    14 Jose Emilio Pescarmona 3717664 6201 12109 12181
    15 Mario Tadeu Paes 2279707 6201 11767 17350
    16 Nelson Silveira Guimaraes 3502944 6047 11767 11869
    17 Marco Antonio Martins Ribeiro
    de Campos 2513071 5735 14458 18238
    18 Olavo Reino Francisco 3957465 5735 11752 13653
    19 Fernão de Oliveira Santos 2802617 5627 14456 15985
    20 Carlos Eduardo Benito Jorge 2932000 5571 12109 13701
    21 Marco Antonio Desgualdo 3893141 5532 9822 13729
    22 Aparecido Capello 4217451 5435 13105 15770
    23 Frederico Calvo Fernandez 2981968 4839 14898 14898
    24 Francisco Ielo Filho 3175399 4839 12300 15991
    25 Choji Miyake 2621271 4839 12209 17379
    26 Eduardo Hallage 3713893 4839 12209 12676
    27 Tabajara Novazzi Pinto 4275640 4839 12209 12296
    28 Renato Cruz Swensson 2563501 4719 15534 15806
    29 Paulo Fernando Fortunato 2688539 4719 12300 19155
    30 Oduvaldo Monaco 2881210 4594 14073 15362
    31 Manoel Messias Barbosa 3935911 4594 12300 17347
    32 Carlos Antonio Guimaraes de Sequeira 3088553 4532 13076 14560
    33 Dejar Gomes Neto 7467262 4532 9822 12470
    34 Joao Roque Americo 4855193 4417 12109 12181
    35 Osmar Porcelli 3147947 4364 12209 14694
    36 Carlos Jose Ramos da Silva 3830364 4095 11954 14025
    37 Helio Pavan 3681752 4053 14808 14808
    38 Mauricio Jose Lemos Freire 5610392 4053 9822 11796
    39 Fernando Pereira 7917322 4053 8946 9377
    40 Osvaldo Naoki Miyazaki 3406407 3984 13344 15873
    41 Roberto Bayerlein 4118493 3739 13072 14320
    42 Antonio Mestre Junior 6629600 3739 12560 12560
    43 Marco Antonio Pereira Novaes
    de Paula Santos 6455365 3739 9822 12992
    44 Ivaney Cayres de Souza 7284603 3739 8946 9026
    45 Domingos Paulo Neto 9242295 3433 9822 11757
    46 Luiz Carlos dos Santos 4285104 3433 9046 15022
    47 Roberto Monteiro de Andrade Junior 9303646 3433 8536 8636
    48 Aldo Galiano Junior 4283927 3234 9822 12807
    49 Edison Geraldo Schiavinato 4609636 2990 11767 11869
    50 Francisco Basile 4549536 2990 8946 12789
    51 Jurandir Correia de Sant’anna 7108355 2990 8946 12238
    52 Romeu Tuma Junior 7212444 2990 8536 10997
    53 Carlos Alberto Marchi de Queiroz 3387443 2575 12209 16768
    54 Angelo Isola 3165063 2575 12109 12181
    55 Reinaldo Correa 5230618 2575 9822 13506
    56 Everardo Tanganelli Junior 4949477 2575 9822 12267
    57 Waldomiro Bueno Filho 3626851 2575 9437 14987
    58 Jose Antonio Vieira Ramos 4407398 2575 8946 11567
    59 Darci Sassi 2686423 2302 12209 17760
    60 Dirceu Jesus Urdiales 5268080 2302 12209 13587
    61 Adriano Roberto Figueiredo 5387510 2302 9822 10320
    62 Elson Alexandre Sayao 5535522 2302 9822 10021
    63 Itagiba Antonio Vieira Franco 5163235 2302 8946 12457
    64 Miguel Voigt Junior 5700135 2109 12209 12615
    65 Djahy Tucci Junior 3971595 2109 12109 14493
    66 Eduardo Nardi 4429719 2109 12109 13645
    67 Nazareth Kechichian Neto 2359340 2109 9822 11757
    68 Silvio Balangio Junior 7155637 2109 8305 12410
    69 Kleber Antonio Torquato Altale 8738560 2109 8305 11770
    70 Paulo Afonso Bicudo 3001004 1820 12209 12296
    71 Antonio Carlos Palhares 2720407 1820 12049 17586
    72 Emilio Paulo Braga Francolin 3833330 1820 9822 10828
    73 Euclides Batista de Souza 8896398 1820 8928 11941
    74 Emygdio Machado Neto 11620572 1820 8536 10168
    75 Carlos Targino da Silva 6315692 1820 8305 11867
    76 Jose Carneiro de Campos Rolim Neto 7673418 1795 7507 10369
    77 Oduvaldo de Castro 3311741 1564 12209 16845
    78 Roberto Martins de Barros 8832372 1564 9822 17322
    79 Joaquim Dias Alves 6097306 1564 9792 9977
    80 Antonio Carlos Bueno Torres 9496417 1564 8536 10901
    81 Cosmo Stikovics Filho 6258763 1564 8536 10168
    82 Sergio Abdalla 2796369 1564 8305 11740
    83 Youssef Abou Chahin 8279639 1564 7738 8255
    84 Weldon Carlos da Costa 14932349 1564 7542 8102
    85 Francisco Norberto Rocha de Moraes 7896063 1354 8946 11419
    86 Robert Leon Carrel 9403054 1319 7801 10325
    87 Francisco Alberto de Souza Campos 7669350 1204 9822 12247
    88 Joao Osinski Junior 7984339 1204 9797 11705
    89 Elaine Maria Biasoli Pacheco 7560418 1204 8536 12164
    90 Carlos Jose Paschoal de Toledo 11673737 1204 8536 10091
    91 Renato Goes 5414172 1051 12300 14784
    92 Edemur Ercilio Luchiari 3135446 503 12209 12564
    93 Rubens Rezende Leite 3317035 503 12109 12181

  8. Assédio sexual são os atos praticados pelo PSDB contra os funcionarios públicos pura sodomia.
    Assédio moral ai a definição é outra.

  9. NÃO TEM PARA ONDE CORRER, O NEGOCIO É NETER UM ASSEDIO SEXUAL NOS CHEFES JÁ QUE NÃO PODE ASSEDIO MORAL NEM ABUSO DE PODER. OU NÃO PODE ASSEDIO SEXUAL TAMBÉM?

  10. GOSTARIA DE SABER COMO SE DOCUMENTAR DE ASSEDIO MORAL

  11. Talvez, esses pseudos chefes, devessem passar por rígidos exames psicológiocs eou psiquiatricos,já que quem usado cargo para menosprezar quem quer qeu seja,sofre no mínimo de grande falta de confiança,complexo de “superioridade” (leia-se inferioridade),pois quem confia em si mesmo, em seu conhecimento,em sua capacidade de administrar, chefiar, pede não manda,ninguém o teme , respeita, isso é inequívoco,aqueles que gritam,ofendem, usam de désdem sabem muito bem que não são dignos do cargos que ocupam,que lhes foi ofertado por herança,por interesses, ou em pagamento de dívidas com familiares,mas por mérito, dúvido.
    Sempre que encontrarmos gente deste tipo,devemos nos perguntar o porque de tanta amargura, maldade,e se essa conduta não seja reflexo do tratamento que quer para si mesmo.
    Sei de muitos que tentaram repesentação,mas antes gravaram tudo (eles recolhem os gravadores,para prova),e entregaram para políticos, ao invés de irem à corregedoria, e não sei como e nem porque, deu certo.Mas os tempos eram outros,as pessoas tinham mais respeito umas pelas outras.Os chefes (maus) se contava nos dedos,os Delegados eram bem mais acessíveis, por competência em gerir,e não por terem rabo preso.
    Enfim,desde que vivemos torturados por uma política atroz,que sem dó nem piedade,nos joga na lama,limpa por cima da mesa, o resto joga sob o tapete,coloca livro de ponto,proibe manifestações,determina fechamento de blogs,obriga funcionários a reporem material,e ainda querem calar músicos, em prol de uma transparência “própria”,não há o que possamos fazer, não sabemos o que nos pode acontecer.Mas justiça é que não será.Por este motivo todos nós usamos pseudonimos,e ficaos velando cada letra.
    Caso este povo se perpetue no poder, esse blog será destinado a receituário de guloseimas.

  12. NESSA POLÍCIA CHEFE CANALHA SÓ RESPEITA OS POLICIAIS QUE DÃO UMA DE DOIDO, SENÃO FAZEM INFERNO NA VIDA DO FUNCIONÁRIO.
    ENQUANTO VC NÃO MANDA SEU CHEFE TOMAR NO FINAL DO INTESTINO GROSSO ELE ACHA QUE PODE FAZER AQUILO QUE QUER COM SUA VIDA.
    MUITOS POLICIAIS SÃO UM BANDO DE NADEGAS ENORNMES, PORRA SE O POLICIAL QUE USA UMA ARMA E ENFRENTA VAGABUNDO NA RUA TIVER MEDO É ISSO QUE VAI ACONTECER, É UMA QUESTÃO DE VERGONHA NA CARA.
    QUEM SABE SE VC PERDER O MEDO DO BONDE SUA VIDA MELHORA.

  13. VERDADE! SE O CHEFE GRITA, OFENDE, DESTRADA E VC FICA QUIETO JÁ ERA VIRA CAPACHO, SACO DE PANCADA ETC. MAIS EXPERIMENTA TRATA-LO DA MESMA FORMA, OU SEJA, DA UM BERRO NA CABEÇA DELE QUE VAI VER COMO SERÁ RESPEITADO. CHEFE É QUE NEM CACHORRO QUE LATE, LATE, LATE, SE DA UM PEGA ELE SAI CORRENDO COM O RABINHO NO MEIO DAS PERNAS.

  14. fui acusada de roubo na minha empresa mais eles nao tem provar é porque a minha administradora de linha na gosta de mim por causa de ciume do marido dela entao ela armo com um fiscal da empresa pra que eu pegase a contar mais como eles nao tem prova nao conseguiro mais o caso nao acbou ai nao ela pediu que o marido dela que do sidicato dos rodoviarios que me tira-se do onibus que eu estava trabalhando e fosse pra garagem e colocou outra cobradora no meu luga eu fui muito constrangida na frente dos passageiro e viver mandado mensagem para o celular do meu marido falando um monte de calunia sobre mim causando um mal estar na minha casa

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