HOSPITAL DA POLÍCIA MILITAR: 713 FUNCIONÁRIOS, SENDO 160 MÉDICOS, PARA ATENDIMENTO A PEQUENA PARCELA DE 150 MIL POLICIAIS MILITARES…NÃO É MOTIVO DE ORGULHO OU INVEJA…É MOTIVO DE VERGONHA!…O ESTADO ESTÁ BANCANDO PRIVILÉGIOS COM O DINHEIRO DO POVO QUE NÃO DESFRUTA DE IDÊNTICA ESTRUTURA…COMO DIZ O CAPITÃO PM A POPULAÇÃO DEVE REVOLUCIONAR AS COBRANÇAS AOS GOVERNANTES, ASSIM DEVEMOS EXIGIR QUE OS SERVIÇOS PRESTADOS EXCLUSIVAMENTE AOS PMs SEJAM EXTENDIDOS AOS POLICIAIS CIVIS…ALIÁS, ADOTANDO-SE NOVA DENOMINAÇÃO: HOSPITAL DOS SERVIDORES CIVIS E MILITARES DA SECRETARIA DE SEGURANÇA 27

PM/08/04 às 15:14 - CAPITÃO PM

Dr Guerra: não creio que o Sr alimente inveja da PMESP, porém alguns que aqui atacam gratuitamente os Policiais Militares e a corporação sim, aparentam inveja da PM e de sua estrutura.
Quanto ao Hospital da Polícia Militar, há anos dispõe de equipamentos modernos e há cirurgias várias, em diversas especialidades!
Há contribuições de Policiais Militares para a melhoria do nosso Centro Médico, bastando, para se conhecer a estrutura e servir de referência nacional, acessar-se o site http://www.propm.org.br...
Se há cidades em que não há o devido atendimento médico adequado, ai há de ser cobrado o governante de plantão e não a PMESP.
As estruturas políticas democráticas, os partidos, as associações, sindicatos e demais aglutinadores de força social devem revolucionar as cobranças da população, em especial a de mais baixa renda, aos governantes, até que eles cedam e proporcionem a saúde ao povo!!!!!
“Devemos lutar para melhorar ainda mais o que é bom, e começar a construir a melhora para o futuro do que é ruim…ou ainda nem existe!”
O Hospital da PM não é centralizado, pois em cada região há unidades integradas de saúde…
Dr Guerra, te admiro muito e nossos debates são somente debates….para o bem da Policia de SP….

 

Especial

Hospital da Polícia Militar: Quando os soldados tombam

Conheça o Hospital da Polícia Militar, no Tremembé, que só no ano passado atendeu 363 praças e oficiais paulistas feridos em serviço, fez 1 600 cirurgias e realizou 62 000 consultas

Por Filipe Vilicic | 02/09/2009

Para entrar em forma-Em abril, o cabo Nilton Cardoso (em primeiro plano) pesava 99 quilos.

Em abril, o cabo Nilton Cardoso (em primeiro plano) pesava 99 quilos. “Tinha pressão alta e dores nos joelhos devido ao sobrepeso”, lembra. Inscreveu-se, então, em aulas de exercícios físicos no Centro de Reabilitação. Cardoso já perdeu 8 quilos. “A melhora se reflete diretamente no trabalho”, diz a soldada e professora de educação física Daise Marques, que conduz as atividades de um grupo de quinze gordinhos. “É essencial que o policial tenha preparo para correr, pular muros e imobilizar bandidos.”

por Fernando Moraes

Todos os sábados à noite, o sargento da PM Adauto Anselmo costumava buscar sua mulher, Cristina Bortalace, também policial militar, em um centro espírita em Carapicuíba, cidade da região metropolitana de São Paulo. Assim fez, pela última vez, em 4 de julho deste ano. De moto, os dois pararam em um bar para cumprimentar um amigo. Lá, por volta das 10 da noite, dois homens armados com revólveres calibre 38 abordaram o casal. Eles dispararam contra o sargento, que respondeu aos tiros. Alvejado três vezes (duas balas na testa e uma no braço esquerdo), Anselmo tombou. Os bandidos também foram atingidos e um terceiro criminoso, que se escondia em um carro, entrou em cena para auxiliar os comparsas, levando-os para o automóvel. “Na hora não doeu, porque só pensava em revidar e me proteger”, recorda Anselmo. “De repente me senti fraco, caí e a última cena de que me lembro é Cristina correndo em minha direção.” Ela saiu em socorro do marido quando um dos delinquentes voltou, deu três disparos nas costas dela, roubou a arma do PM e escapou com os colegas. Cristina morreu no local. Um dos bandidos baleados morreu pouco depois, outro está preso e o terceiro fugiu. “Foi vingança”, afirma o sargento, desolado. “Os três eram irmãos de um traficante que eu havia mandado para a cadeia um mês antes do tiroteio.” Dezoito dias após a tragédia, ele e sua mulher completariam vinte anos de casados.

Levado para um pronto-socorro de Osasco, Anselmo passou por duas cirurgias na cabeça antes de ser encaminhado ao Hospital da Polícia Militar (HPM), na Avenida Nova Cantareira, no bairro do Tremembé, na Zona Norte. Lá, os médicos fizeram uma terceira operação e colocaram uma placa de metal em seu braço esquerdo. Ele ainda permaneceu duas semanas internado, até o último dia 1º, quando recebeu alta. Retornou dez dias depois, por estar com fortes dores no membro ferido. Para recuperar os movimentos do braço, fará sessões de fisioterapia no Centro de Reabilitação da Polícia Militar, vizinho ao hospital. Por enquanto, é claro, está afastado do serviço. “O que mais desejo é voltar a trabalhar na rua”, diz. “Apesar do risco e de ter perdido minha mulher, por ela ser policial, gosto de ajudar a sociedade com o que faço.” Não é a primeira prova de coragem do sargento. Em seus dezoito anos de carreira, ele se envolveu em 23 tiroteios e já havia sido alvejado em 2001 – o disparo de um ladrão atingiu seu colete à prova de balas.

Histórias como a de Anselmo são comuns nos corredores do hospital, que se destina a atender os 90 000 PMs do estado na ativa e os 46 000 aposentados. Em 2008, passaram por lá 363 policiais feridos em serviço. “Aparece, no mínimo, um novo baleado por semana em minha sala”, conta o tenente e ortopedista Rafael Riscali Moraes, que trabalha há três anos no HPM e faz cirurgias em hospitais particulares, como o Sírio-Libanês e o Oswaldo Cruz. “Fora daqui, é raríssimo eu cuidar de um paciente assim.” O soldado Ronaldo Dias é um dos pacientes do tenente Moraes. No dia 12 de julho, em Várzea Paulista, no interior do estado, ele foi alvejado cinco vezes nas pernas por um homem armado que tentava estuprar duas mulheres em uma construção. “Ao menos consegui evitar o crime e meus colegas pegaram o bandido”, diz Dias, que passou por uma cirurgia no HPM e fará fisioterapia para voltar a andar.

O hospital da PM foi fundado em 21 de setembro de 1892 pelo então presidente do estado de São Paulo, Bernardino de Campos. De início, quatro doutores trabalhavam no centro médico, provisoriamente instalado em uma casa na Rua General Flores, no bairro do Bom Retiro. Só em 30 de abril de 1916 o governo inaugurou a primeira sede do hospital, na Avenida Tiradentes. Quarenta e oito anos depois, em 1964, começou a construção do edifício de doze pavimentos que até hoje abriga o HPM. O prédio, com 430 leitos, fica na Invernada do Barro Branco.– área com mais de 1,2 milhão de metros quadrados, onde se localizam dez unidades militares, como a Academia do Barro Branco e o Presídio Romão Gomes. Próximo ao hospital estão o Centro de Assistência ao Idoso, espécie de asilo da polícia (veja quadro abaixo), uma clínica para atendimentos psiquiátricos e o Centro de Reabilitação, com fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e outros profissionais. A área médica da PM paulista é coordenada pela Diretoria de Saúde, responsável por 56 postos espalhados pelo estado (vinte na cidade), duas policlínicas na capital e serviços odontológicos. No ano passado, o estado gastou 14 milhões de reais para manter o Hospital Militar.

No HPM trabalham 713 funcionários, sendo 160 médicos, que prestam concurso público para ingressar na Polícia Militar. Além de responder a um teste teórico, é preciso comprovar especialização e experiência prévia. Os aprovados fazem dois meses de aulas integrais na Academia do Barro Branco. Entram na corporação com a patente de segundo-tenente, ganhando cerca de 4 500 reais mensais. Podem chegar até o posto de coronel, com salário pouco superior a 10 000 reais. “É uma boa forma de ter estabilidade, com uma renda fixa”, afirma o coronel-médico José Queiroz, cirurgião e comandante da Diretoria de Saúde. Ao contrário do que ocorre com os policiais regulares, que são proibidos de fazer bico (mas fazem), os médicos da PM têm permissão para exercer a profissão fora do hospital. “Podemos trabalhar em clínicas particulares para ganhar um extra”, diz Queiroz, que tem um consultório próprio no Paraíso.

Não são só os que tombam em combate que passam pelo hospital. Por dia, são atendidos ali entre 1 500 e 2 000 pacientes – número equivalente ao do Einstein. No ano passado, o corpo médico fez 1 600 cirurgias e deu 62 000 consultas. No pronto-socorro, foram 39 600 atendimentos. Os que se machucam em bicos ilegais – como os seguranças particulares – também são recebidos. Policiais feridos, mesmo que a ocorrência tenha sido fora do trabalho, são afastados após uma perícia médica e continuam a receber o soldo. Entre as cerca de quarenta especializações ambulatoriais, há ginecologia, cardiologia, dermatologia e oftalmologia. “Precisamos garantir respaldo ao policial que se arrisca nas ruas todos os dias”, diz o major Paulo Finocchiaro, chefe da divisão administrativa. Nem todas as áreas médicas são cobertas. Falta, por exemplo, estrutura para realizar partos. “Mas fizemos um convênio com a maternidade do Hospital Cruz Azul, no Cambuci, onde as mulheres da corporação podem ter seus filhos”, conta.

O ambiente do hospital não é luxuoso. Pacientes costumam dividir o quarto, equipado com uma TV pequena e duas camas, com outro policial. Mesmo assim, praças e oficiais sentem-se à vontade nas instalações, por estarem protegidos e entre colegas. “Uma de nossas funções é garantir a segurança dos feridos, que podem sofrer represálias de bandidos”, afirma o major Finocchiaro. A estrutura inclui uma clínica psiquiátrica, em uma casa separada do prédio principal. Quatro médicos e três psicólogos analisam pacientes depressivos, ansiosos, viciados, excessivamente violentos… No ano passado, prestaram 2 500 atendimentos. Todo PM que mata em serviço é obrigado a agendar consulta. “A profissão é extremamente estressante, com situações de risco, salário baixo e muita pressão”, avalia o major e psiquiatra Gilberto Curi, que trabalha desde os anos 80 na corporação. “Mesmo com toda essa tensão, é preciso manter a cabeça calma e centrada.” Para evitar problemas na rua, policiais sob análise são afastados do patrulhamento (normalmente, acabam em trabalhos administrativos), não podem andar armados nem, em alguns casos, fardados, até provar que estão aptos a voltar a exercer sua missão – combater criminosos e proteger a população.

Ele evitou um estupro

No dia 12 de julho, por volta das 6 da manhã, o soldado Ronaldo Dias salvou duas mulheres prestes a ser estupradas em Várzea Paulista, no interior do estado. Acompanhado de três policiais, invadiu uma construção para onde o criminoso havia levado suas vítimas. Dias, que estava à frente do grupo, foi recebido a tiros – cinco perfuraram suas pernas. Na foto, ele faz exercícios com o sargento e fisioterapeuta Washington Pires para voltar a andar. “Ao menos consegui evitar o crime e meus colegas pegaram o bandido”, afirma.

Fisioterapia após um tiro na cabeça

O sargento Francisco Alves Pereira chora quando lembra o que ocorreu com ele no dia 27 de fevereiro do ano passado. Ao perseguir três homens suspeitos em São Mateus, na Zona Leste, foi surpreendido por um bando armado. Pelas costas, levou um tiro na cabeça. Mais de um ano depois, sofre com as sequelas: ele perdeu a sensibilidade do paladar e do olfato, tem lapsos de memória, dificuldade para andar e sua fala é pausada por pigarros. É tratado pelo cabo e fisioterapeuta Mauricio Tabajara.

Mentes feridas

Na clínica psiquiátrica gerenciada pelo major Gilberto Curi foram realizados 2 500 atendimentos em 2008. O soldado S.R.S., que sofre de depressão profunda, é um dos pacientes. Policiais sob análise são afastados do serviço de rua (normalmente, acabam em trabalhos administrativos), não podem andar armados nem, muitas vezes, fardados. “Durante algumas crises, chego a quebrar objetos e já pensei em suicídio”, conta o soldado.

Acidente na Anhanguera

Durante um patrulhamento em Pirituba, na Zona Oeste, em 4 de abril, o subtenente Odair de Souza deparou com um carro parado no meio da Rodovia Anhanguera. A motorista tinha batido o veículo e, em desespero, não conseguia retirar o automóvel da estrada. Com a ajuda de quatro policiais, ele bloqueou o trânsito para evitar novos acidentes. Três motos esportivas, porém, não pararam. Desgovernadas, atropelaram três PMs: um morreu, outro quebrou o braço e Odair feriu a perna esquerda. Hoje, ele só caminha com a ajuda de um andador.

“Foi vingança”

O sargento Adauto Anselmo e sua mulher, Cristina Bortalace, também policial militar, foram atacados por três bandidos em um bar de Carapicuíba no dia 4 de julho. Alvejado três vezes (uma bala perfurou seu braço esquerdo e outras duas atingiram a testa), ele recupera o movimento do membro ferido, única sequela dos tiros. Sua mulher, baleada pelas costas, morreu. “Foi vingança”, afirma o sargento, na foto acima recebendo os cuidados da médica Miriam Macul. “Os três eram irmãos de um traficante que eu havia mandado para a cadeia um mês antes do tiroteio.”

Relaxa, soldado

“Inspira, expira, inspira, expira…” Essas são as primeiras orientações da aula de ioga do subtenente Carlos Ricardo Fortino. A respiração serve para acalmar os trinta policiais militares que são seus alunos. “Submetidos a uma rotina estressante, em que colocam a vida em risco diariamente, os PMs precisam manter o corpo e a mente relaxados”, afirma Fortino. Há cinco meses, ele implantou a prática na Escola de Educação Física da Polícia Militar, no bairro do Canindé. Nas aulas, soldados com pinta de durões se contorcem e fazem as difíceis posições de meditação da técnica indiana. O subtenente conduz ainda outra atividade relaxante: o lian gong, uma mistura de ginástica com milenares princípios terapêuticos orientais.

A ioga aliviou a dor nas costas e o nervosismo do soldado Oscar Romani. “Com a cabeça calma, consigo atender melhor o público”, diz ele, que trabalha no 34º Batalhão de Policiamento Militar Metropolitano, responsável pela fiscalização de trânsito na cidade. “Perdi 10 quilos com a atividade.” Para a tenente Tamar Mitie Hasegawa, foi bom para aliviar um problema na coluna. “Eliminei as dores”, conta. “A ioga me dá uma sensação de paz.” Civis podem fazer a aula. Basta pagar uma matrícula de 30 reais e a mensalidade de 15 reais.

Para entrar em forma

Em abril, o cabo Nilton Cardoso (em primeiro plano) pesava 99 quilos. “Tinha pressão alta e dores nos joelhos devido ao sobrepeso”, lembra. Inscreveu-se, então, em aulas de exercícios físicos no Centro de Reabilitação. Cardoso já perdeu 8 quilos. “A melhora se reflete diretamente no trabalho”, diz a soldada e professora de educação física Daise Marques, que conduz as atividades de um grupo de quinze gordinhos. “É essencial que o policial tenha preparo para correr, pular muros e imobilizar bandidos.”

A alegria de uma vida nova

No último dia 18, nasceu a filha da soldada Dayane Cristina Ferreira, Gabriela. O parto normal, feito por um médico da PM no Hospital Cruz Azul, no Cambuci, que tem convênio com a corporação, correu bem. Na foto, Dayane, com barriga de mais de 36 semanas de gestação, faz pré-natal com o tenente e ginecologista Daniel De Gaspari.

Um abrigo para os velhos PMs

Há cerca de dez anos, o sargento reformado Adão de Souza Tobias separou-se da mulher e se viu sozinho no mundo. Ele então ligou a antigos colegas da polícia para pedir ajuda. Indicaram-lhe o Centro de Assistência ao Idoso. Trata-se de uma casa de repouso para PMs que não têm para onde ir. Hoje, aos 74 anos, Tobias divide o espaço com sete praças (patentes que vão de soldado a subtenente). “Aqui, converso com meus companheiros”, diz. O abrigo, administrado pelo hospital da PM e vizinho ao centro médico, está instalado em uma casa de dois andares com dez quartos. Simples, os dormitórios têm duas camas e um armário. Cada um recebe até dois hóspedes. Há ainda uma sala com TV, outra com mesa de sinuca e um jardim com horta. Os residentes podem sair à vontade. Alguns até fazem bicos, principalmente como seguranças. É o caso do sargento Alberto Rocha, de 75 anos. “Trabalhar e se movimentar motiva”, afirma. “A maioria de nós se contenta em esperar pela morte.” Pela estada, os policiais pagam metade de seu salário-base. Eles têm direito a refeições, e uma faxineira limpa o sobrado todos os dias.

  1. Não acho que neste ponto eles estão errados, não. Errada está d. Maria que se vendeu ao pinto e não cuida dos seus. Se cuidássemos de nós, não estaríamos nesta merda.

  2. Para dirimir quaisquer dúvidas acerca do CONTEXTO da declaração acima, exponho que foi em RESPOSTA ao contido nos comentários do tema inserido no Blog em 02 de agosto:

    “……Fantástico: você se arrepende de ter entrado na Policia Militar?…“Me arrependo.”… “Porque é uma fábrica de louco, entendeu?”
    com 21 comentários”…..

  3. Meu caro Capitão, não é bem assim, para o bem da verdade, antes devemos analizar a L.C. 1.013/07 e ainda o Dec 52.860/08, bem como, os arts. 195 e 196 da C.F., para ilustrar que a PMESP, peca em não exigir deste Governo maldito o que faz com os componentes da Corporação, vou citar apenas um pouco, a C.F., ja autorizava aos Estados, cobrar os 11% conforme a Lei Federal, mais não autoriza cobrar 2% para o Hospital da Cruz Azul, portanto esta cobrança ja contraria o art 24, e §§ da C.F., pois na PM, os contribuintes além de pagar os 11% para SPPREVE (CBPM) e além de pagar os 2% para atendimento aos familiares, lá é cobrado todos atendimentos, remédios, internações e uso e tudo é descontado em hollerith, o que contraria a Lei 452/74 e o Dec 14.685/80, o que não acontece com os demais funcionários públicos, conforme a Lei 10.261/68, o Dec Lei 257/70, diz que todos funcionários públicos do Estado de S.P., são atendidos pelo Hosp. dos Servidores Públicos, que além de atender a todos na Capital, mantém convênio com mais de 200 Cidades dos 645 Municípios e mais pelos atendimentos e transportes de ambulância nada é cobrado do funcionário público e ainda tem atedimento por médico particular em suas residências pago pelo Estado, pesquise e comprove, ponha no Blog também, qual é a cor das ambulância da CRAZ., e do convênio firmado com aquele Hospital, cita quem são os seus proprietários, e o que faz a S.S.P., que mantém este convênio, e reconhecendo a C.F. e a Lei Federal, a Prefeitura da Capital de SP, revogou a cobrança dos 2% dos Servidores Municipais e ainda restituiu os direitos da gratuidade de atendimento médico e hospitalar aos funcionários e a seus dependentes. Isto é observar as Leis. o HPM, está encaminhando os policiais que necessitam de exames de colonóscopia e outros ao Hosp. Santa Marcelina, e a outros laboratórios, sem ter convênio, encaminha para ser marcado pelo ¨S.U.S.¨, nós rogamos os nossos direitos, mais enquanto estiver no Poder dos (Pobres, Sádicos, Dementes e Burros) ¨PSDB, não seremos atendidos. Vamos aguardar a nova Direção. Pedro Baiano72a – Mongaguá – SP.

  4. Cap PM;

    O link do comentário levará o leitor ao post em que foi originalmente inserido por Vossa Senhoria. Aliás, o aproveitei com seriedade e farei uma campanha no sentido de que o Hospital da Polícia Militar – em razão da especailização – seja transformado em Hospital da Polícia Estadual.

    E já estou elaborando uma solicitação – melhor uma sugestão – aos candidatos ao governo do Estado.

    Acho que a integração buscando unificação das Polícias pode ser iniciada com sucesso pelo Hospital,na doença e infortúnio somos iguais. No salário somos iguais e nas contribuições fiscais, idem. Não tem cabimento uma estrutura de saúde, de tal porte, apenas para policiais militares ativos e da reserva. Certamente comportará os policiais civis sem prejuízos para a qualidade do atendimento.

  5. Dr Guerra, meus Parabens, observe em meu comentário na parte ¨Todo cidadão tem direito a um Juiz ilibado¨que em comentário consta também o HPM. e veja…Pedro Baiano72a. – Mongaguá – SP

  6. OK Pedro!

    PM/08/04 às 19:28
    sobre o HPM, e a prestação de serviço seja extendido aos funcionários da Polícia Civil, nada mais justo, pois todos recebem pela S.S.P., conforme L.C. 731/93 e ter a mesma função expecífica (Lei 10.261/68 (Estatuto dos Servidores Públicos) ambas Corporações alí se enquadra, deve ter os mesmos direitos, se é que é direito, os familiares serem atendidos pelo Hospital da Cruz Azul, o Sr S.S.P., tem este poder, pois foi feito o Convênio com a CRAZ, pela Secretaria, e este convênios não está a contento dos conveniados, veja a Lei 452/74 e o Decreto 14.685/80, pois lá diz, que o atendimento não deve ser cobrado, e lá cobra tudo, então é quebra de contrato., deve ser passado para outro orgão e que deve ser para Secretaria da Saúde ou mesmo para o HPM, aí será vantagem se pagar os 2% para estes atendiemntos. Pedro Baiano72a. – Mongaguá – SP

  7. Dr. Guerra aproveita o embalo e inclui também a aposentadoria especial, promoção ao aposentar-se (praças), diplomas de “grátis” nos cursos de soldado , sargento e oficial, vtr com motorista particular pros comandantes, colégio pros filhos com descontão, facul de educação física na faixa e outras mordomias mais, principalmente para oficiais, ops coxinha de tampinha.
    O mais importante, os policiais civis das carreiras de 2.grau ter direito de disputar vagas para o cargo de delegado de polícia administrativo, assim como o “chacal” deles, que tal???????

  8. A Cruz Azul é um estelionato, o praça solteiro tem o desconto no hollerith, mas só pode ser usado pela familia, mas o cara é solteiro não tem familia. Nos PC não podemos passar em consulta pelo HPM, mas os PM podem passar pelos medicos especialistas da PC, sem ter que marcar consulta…… Medico Legista rsrsrsrsr. Uma Secretaria, duas Policias, tratamento desiguais, sem sintonia, uma tem tudo a outra apenas sobrevive, PSDB vai pro inferno

  9. Dr. Guerra, isso vai ser a morte para os nobres oficiais de sangue azul da puliça militá. É voz corrente na puliça militá – mais conhecida como leões de chácara da elite branca de SP, pois espanca pobre organizado que exige dereitos e servidores públicos que exigem melhores condições salariais e de trabalho – que a POlícia Cvivl abriga muitos corruptos. A PM , para eles, é a reserva moral do estado. Cansei de ouvir essas baboseiras durante 30 anos na “fábrica de loucos”. Consegui sair fora. Uma vitória pessoal, pois ouvir, ver, sentir e saber de tiranias praticadas pelos nobres azuis não é fácil.
    O dia dessas bestas-feras vai chegar.
    Dizem que o “pró PM” é um desconto nos hollerith dos “volotários” para atendimento dos nobres em vários hospitais-referência de SP, e não só no HPM.
    Se incluso o atendimento aos policiais civis – eu acho que deve haver essa integração na saúde -, os PCs serão secundários no atendimento, pois nobres azuis não entram em filas nem marcam consultas: são atendidos ao chegar no hospital. Os praças, coitados, nada podem dizer contra.
    A puliça militá é uma extensão da idade média em pleno século XXI. Esse monstrengo dura, dura, dura.

  10. Dr Guerra seria maravilhoso, sou diabético e preciso muito mesmo de um atendimento médico deste gabarito para ver se consigo chegar até a aposentadoria sem morrer antes, pois sendo saudável já é difícil levar, imaginem com problemas com diabetes, pressão alta e etc. Tem todo o nosso apoio.

  11. É, cap pm… Cada dia que passa constatamos que a inveja que os oficiais tem da Polícia Civil é transformada em raiva da pm por todos os outros servidores e pessoas comuns. Cuidado que este tiro de misericórdia pode sair pela culatra e vocês vão ter que trabalhar nas prefeituras e não terão tantas mordomias como tem hoje.
    PS: o sr. ainda não me repondeu porque os pms são loucos para passar no concurso da Polícia Civil.

  12. Com relação ao atendimento de Policiais Civis no Cruz Azul, é melhor não arriscarmos pois seremos vítimas de oficiais pms (Eutanásia não é quando eu quero morrer???).

  13. O atendimento laboratorial não pode ser nesse nível aí, tem que melhorar:

  14. Eu tenho que pagar convênio pra mim e minha família , só sobra dinheiro pra comer , morar encima da casa do sogro . Vida de FDP.

  15. é mesmo heim jotapê…essa resposta o cap vai ter q rebolar mais do q bituca de cigarro em boca de bebado pra te explicar…pergunta para os praças o q eles acham da gloriosa?

  16. É triste constatar, mas, infelizmente, o capitão está dando um banho de argumentação. Triste, pq alguns de nós ainda nos achamos intelectualmente superiores aos pms. Enquanto um lado expõe ideias de forma educada e clara, o outro lado ataca, ofende e faz exigências descabidas. Quer dizer que o comando da PM tem que exigir do governo um hospital à altura do HPM para nós, policiais civis? Quer dizer que, já que a saúde pública em São Paulo é uma verdadeira desgraça, eles, os milicianos, devem se desfazer do HPM? E pq deveriam proceder dessa forma? Não seria nossa obrigação exigir uma melhor saúde e educação por parte do estado?

  17. Alô (agepol), quem informou que a PM tem algo que traz satisfação em atendimento médico hospitalar e odontológico, não está falando a verdade, quer ver se é mentira ou não, vou falar poucas coisas a respeito da CRAZ, se o contribuinte passa para inatividade e vai morar no interior ou em outro Estado, ele e a família não tem direito a nenhum atendimento médico, tem que procurar ser atendido pelo S.U.S., que foi instituido na C.F. de 88, para assegurar aos indigentes o atendimento médico, e os poiliciais militares, passou a ser o antigo ïndigente¨mesmo pagando o constante na L.C. 1.013/07, 11% e mais 2% canalizado diretamente para a CRAZ, não tem direito a nada, o porque então não se exclui a pedido estas contribuições, o Solteiro, paga estras importâncias e não tem direito a nada, nem ele nem os pais deles, os filhos de contribuinte ao completar 18 anos, também não tem direito a ser atendido, e mesmo se tivesse direito no atendimento, também pagava tudo a CBPM e canalisado para o Hosp da CRAZ, diga se é mentira, veja a Lei 452/74 e o Dec 14.685/80, art 56, a CRAZ inventou outro tipo de atendimento aos contribuintes, e qual é a Razão Social , deste outro atendimento, tudo faz crer, que fundaram este outro atendimento, através da sobra de muito dinheiro arrecadado para CRAZ aí repassa para este outro movimento, se lá não visa lucro, para onde vai a sobra da arrecadação. Que se manifeste os contribuinte da CBPM e da CRAZ se, o que falo é ou não verdade. Srs. vamos lutar juntos, para que possamos a gozar dos direitros da nossa contribuição. Obs. agora até a carteirinha da CBPM, para as esposas, tem data de validade pára serem atendidas na CRAZ, apesar de pagar todos atendimentos, Exames, e médicos, para descontos não tem prazo para ser extintos estes descontos, mais para ter direito, tem validade. Prove ao contrário. Pedro Baiano72a. -0 Mongaguá – SP. vamos lá, Gente????????????????????????????????????????????????

  18. Eu não entendo, o flit fica cuidando ou dando espaço pra blablabla dos coxas, deixa eles em paz, sorte deles, bom pra eles mas vamos pelo nosso caminho, falar de coxa atrapalha as boas informaçoes que nas entrelinhas deste site ficamos sabendo. Ja pensou, a algum tempo o colega luisinho fez um desabafo de como foi tratado naquele nosocomio coxolês, cuidado Dr. Guerra vai perder o site pro capetão coxonorio stelado.KKKKKKKKKKKKKK

  19. casa de apoio a PMs portadores de deficiencia fisica,poroviniente de confrontos e acidentes, tambem a indosos, contamos c/equipes especilizadas, terapia e laborterapia, lazer de todos os tipos, tais como sauna,piscina,salão de jogos, equitação,equoterapia,com uma area de 60mil m2 – suites para 3 pessoas, temos parceria com APMDFESP-FONE CONTATO. 011-4419-2847- 9528-9876

  20. Gostaria de saber as possibilidades de estar fazendo uma pastoral de visita no Hospital militar, pois sou seminarista da Arquidiocese Militar e gostaria muito de poder exercitar o meu apostolado para com os militares enfermos, pois pretendo consagrar a minha vida me dedicando para com os cuidados com os militares, trazendo sempre esperança e a alegria de ser Deus.
    No mais que Deus continue abençoando a todos.
    Alex

  21. O HPM é uma farsa. O mike ferido e todo ferrado é colocado em serviços administrativos por esses “médicos” pms malditos, chegando lá em sua unidade, sofre com todo o tipo de pressão, vou exemplar um caso que aconteceu comigo:
    no ano de 2010, sofri um atentado contra a vida, de serviço, e acabei sendo alvejado. Após 6 meses de licença, os médicos resolveram pedir somente exame sobre determinada área atingida, alegando que as demais que eu tinha dor, era “reflexo” da inflamação. Em março de 2011 voltei ao hospital militar para tentar ver solução para o caso, e o médico desgraçado falou pra mim que eu deveria trabalhar interno, que não iria me afastar mais, e que se eu sentia dores, é porque eu era sedentário, ah, o detalhe é que eu vinha com um outro afastamento de outro médico, só que este particular, que foi ignorado pelo Doutor Supremo tenente da PM. Voltei para minha cidade, com a dor e desolado sendo que, o mesmo médico, me deu restrições de trabalhar na rua, com as mãos, externamente, etc. Ao chegar na cia. o abençoado do sgt (sargento pensa que é oficial) me escalou a noite, fazendo BOs, e levantando cancela mesmo sabendo de minha restrição. Liguei pra Gloriosa Corregedoria e me disseram que iriam averiguar. Até hoje nada. Com uma semana de serviço, ganhei uma depressão devido a situação que fui colocado, tratado como um lixo, que deu o sangue nessa merda e foi jogado para escanteio. Inconformado, fui a um médico particular especialista, paguei a consulta de 150 reais e este me pediu outros exames que ainda não tinham pedido. Fiz a tal de ressonancia magnética e constatou-se, agora em Maio de 2011, que estou com derrame no braço e mão, tendinopatia e fratura do cotovelo desde 2010. Resumindo tudo isso que expus, Os médicos da Pm de SP querem que o policial se foda, não são esses profissionais todo que dizem não. Se existe algum médico bom por lá, não me foi apresentado.
    Tenho muitos amigos na pm que realmente são policiais, mas, estes, estão desmotivados, e sendo humilhados por oficiais tiranos da PM e gemendo em alguma Companhia da Gloriosa sem ter pra quem chorar, o resultado de tudo isso é o grande número de suicídios. Bom, não vou falar mais porque é capaz de, através de meus relatos, os p2 da vida da PM me identificar através de suas escutas ilegais e violações de sigilo por meio ilícito.

  22. Ah, essa vai aos meus colegas PCs;
    Vocês que querem ser atendidos no HPM, sinceramente vai ser a pior bosta que irão fazer, vai acabar as suas molezinhas de ter um médico só pra ir, que não é militar, cheio de vontade de ferrar os outros. Aí, como faram pra se afastarem por saúde, terão que trabalhar mesmo doentes. Pare com essa ideia de rato. Não se iludam com este hospital.

  23. POIS É, EU NÃO PAGO CRUZ AZUL JÁ FAZ MAIS DE UM ANO…. ENTREI NA JUSTIÇA E JÁ ESTOU ESPERANDO PRA RECEBER O ESTORNO DOS VALORES…

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