Só Fala Mal da PM, quem NÃO conhece a PM ! A INSTITUIÇÃO POSSUI “COMANDANTES NEGROS”: “O preconceito, às vezes, vem do próprio negro” 28

Enviado em 14/05/2011 as 12:26 - Somos NEGROS e temos orgulho da nossa Polícia Militar de SP

Sexta-feira, 13/05/11 – 20:10

Policiais militares negros na alta cúpula da Corporação

Uma crítica constante à atuação policial militar é em relação à abordagem de cidadãos da periferia. Para evitar serem acusados de racismo, principalmente quando o revistado é negro, os PMs são instruídos a deixar bem claro o motivo da suspeita para que não seja vista como desrespeito, já que a corporação não tolera os chamados desvios de conduta, que são punidos energicamente.

Os temas Racismo e Direitos Humanos são abordados em 42 horas do curso de formação de soldados, de 302 horas. Na grade curricular, as matérias relacionadas ao assunto são Cidadania, Direito Penal e Penal Militar, além de Direito Administrativo.

Em novembro de 2010, a PM adotou novas diretrizes para atender aos princípios das normas internacionais de Direitos Humanos, com a colaboração do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. As mudanças incluem as críticas de casos em que a abordagem foi feita em desacordo com o teor ensinado.

Na Polícia Militar, como em toda a sociedade, racismo é crime. Por isso, este dia 13 de maio – 123 anos após a abolição da escravatura – é uma excelente data para exemplificar como a Corporação vem tratando essa questão ao longo de sua história recente.

Negros na Polícia Militar
Policiais militares negros têm alcançado altos cargos de comando na Corporação, como o coronel Admir Gervásio Moreira, chefe da Casa Militar do Estado. Ele afirma que, em 36 anos como policial militar, nunca sofreu nenhum tipo de discriminação. Para o coronel, “a instituição é isenta disso. O racismo é um sentimento pessoal que a instituição orienta para não existir”.

Outro comandante negro é o coronel Hervando Luiz Velozo, comandante do Policiamento de Trânsito (CPTran). Atualmente, ele tem sob sua responsabilidade 1,3 mil homens que realizam o policiamento de trânsito em toda a Capital. Velozo diz que nunca sofreu discriminação alguma em toda sua carreira e tampouco teve problemas com qualquer policial sob seu comando. Sobre a sempre questionada abordagem policial, o coronel afirma que ela “não é determinada pela cor e sim por atitudes suspeitas”.

Comandando o policiamento de Guarulhos e região (CPA-M/7), o coronel Rui Conegundes de Souza já passou pela Corregedoria e diz que nunca chegou a investigar nenhum caso de policial suspeito de racismo. Em Guarulhos, ele comanda 2.338 homens e jamais teve problemas de discriminação.

O coronel Antônio César Cardoso, que comanda o policiamento em São José do Rio Preto e região (CPI-5), confessa que ele próprio tinha preconceito com a sua cor, por isso, acreditava que jamais passaria do cargo de sargento: “O preconceito, às vezes, vem do próprio negro”. Ele conta que prestou concurso pela primeira vez para a Academia da Polícia Militar apenas para testar seus conhecimentos, pois imaginava que não seria aprovado. Resultado: foi aprovado mas não conferiu o resultado. Matriculou-se num curso para sargentos até que foi avisado às pressas pelos superiores que havia sido aprovado no curso para oficiais. Hoje, com 36 anos de polícia, ele afirma que não existem limites para pessoas de qualquer raça.

O coronel Marcos Roberto Chaves da Silva, que comanda 22 mil homens e mulheres no Policiamento da Capital (CPC), e está na Polícia Militar há 32 anos, também afirma jamais ter sofrido qualquer discriminação. Para ele, “o ensino dos soldados é totalmente focado nos Direitos Humanos e na preservação da vida, e isso acaba moldando o seu pensamento para se abster desse tipo de preconceito”. Sobre as abordagens policiais, o coronel afirma que não há preconceito e explica que elas são realizadas pelas reações das pessoas; e que, “às vezes, um negro que já enxerga a PM como preconceituosa, ao avistar o policial, se sente tenso pelo medo de ser abordado e adota uma atitude suspeita, o que leva à abordagem”.

Daniela Sant’Anna

Só Fala Mal da PM, quem NÃO conhece a PM !

  1. Quantos Cardeais são negros ????

    ?

    alguém sabe ?

  2. De pele, nenhum!
    De conduta e alma, um monte! Observação: tomando-se a palavra negro no sentido pejorativo que lhe foi emprestado ( ex. : denegrir ).

  3. Em quinze anos como policial militar, dos quais cinco em sp capital, e todos no patrulhamento, nunca presenciei qualquer colega de farda cometer qualquer ato de racismo e garanto que, se um dia isso acontecer, serei o primeiro a *odê-lo!
    Quem entra nesse site pra falar baboseiras, deveria se assumir e prestar logo o concurso prá PM. NÃO VAI DOER NADA!

  4. A verdade é a seguinte ou se adéqua,nas vontades das ONGs ou tá ferrado. Esperem para ver a nova cartilha da ONG SOU DA PAZ. Tirar da gaveta as PECS, que tratam do fim do militarismo isso não fazem.Regime militar em contato com a sociedade não dá certo. Sempre vem lembrança de 1964.

  5. Bem dito…sou PC, mas creio q esta sim é racista, poucos delegados e nenhum cardeal negro.

  6. São Paulo é um estado racista, governado por culturas e políticas racistas; com uma população preponderantemente tomada por pruridos racistas.
    A PM não é racista…É genocida!

  7. Num quero crê:

    De fato, na PC poucos são os negros ocupantes de cargos de chefia ( investigadores, escrivães ). Delegado Seccional, os antigos Regionais ou Diretor , nunca vi! Não citarei o nome – aliás, falecido – mas um grande delegado e professor jamais passou de divisionário do antigo DCS. Mas se servir : tem muito mulato árabe.

  8. Se fosse um policial civil, teria sido publicado em toda a imprensa…pelos menos o TJ/SP é imparcial.
    A Todos um Forte Abraço.

    13/05/2011

    Policial é condenado a 33 anos de reclusão por sequestro e homicídios

    O 1º Tribunal do Júri de São Paulo condenou o policial militar Reginaldo Furtado de Carvalho a 33 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pela prática de sequestro e três homicídios qualificados. Os crimes ocorreram no dia 14 de março de 2009 e foram registrados no Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa.
    No julgamento, o Conselho de Sentença, por maioria, reconheceu a autoria e a materialidade dos delitos de homicídio, com incidência da qualificadora de motivo torpe, bem como o crime de sequestro qualificado.
    Em sua decisão, proferida no último dia 11, a juíza Leila Hassem da Ponte afirmou que “o motivo torpe se reveste de particular gravidade, consistente no fato de os ofendidos terem, supostamente, subtraído uma motocicleta, pertencente ao irmão do acusado. O réu, na condição de policial militar, integrante do corpo de bombeiros, treinado para salvar vidas, jamais poderia matar as vítimas, aplicando-lhes a ‘pena de morte’, em verdadeiro ‘tribunal de exceção’, posto que agiu com absurda violação ao Estado Democrático de Direito e que deve ser repudiada de forma concreta e eficaz pelo Estado constituído”. Reginaldo de Carvalho não poderá apelar em liberdade.

    Processo nº 052.09.002315-5/00

    Assessoria de Imprensa TJSP – AS (texto) / AC (foto ilustrativa)
    imprensatj@tjsp.jus.br

  9. TUDO PAPO FURADO ESSES PMS , NÃO SOFREM DESCRIMINAÇÃO E NUNCA VÃO SOFRER , SÃO TODOS OFICIAIS SUPERIOR GUERO VER
    AGUELES DA PERIFERIA VAMOS PERGUNTAR A ELES SE EXISTE DES
    CRIMINAÇÃO.

  10. Jornal da Polícia,

    E depois da invasão moura, muitos italianos idem.

  11. “Para Major, Polícia Militar é racista

    As evidências dos abusos e da ação criminosa das polícias de São Paulo são tão flagrantes e se dão a tanto tempo que, infelizmente, há a uma tendência a naturalização. Por essa razão, causa surpresa que denúncias surjam da própria corporação.
    E foi justamente o que aconteceu quando da veiculação na grande mídia da dissertação de mestrado major da Polícia Militar de São Paulo, Airton Edno Ribeiro, Mestre em Educação das Relações Raciais e chefe da divisão de ensino do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que fez o estudo sobre “A Relação da Polícia Militar Paulista com a Comunidade Negra e o Respeito à Dignidade Humana: a Questão da Abordagem Policial”

    Ribeiro, com conhecimento de causa, traça um forte relato sobre como a questão é tratada no interior da PM:

    “há um silêncio na Polícia Militar paulista sobre os problemas referentes à cor, à negritude e ao racismo, tanto na relação com a população afrodescendente, como dentro da própria Instituição, onde a presença negra sempre foi expressiva entre as praças”. – Fonte: O vermelho

    Para o policial, características étnicas próprias e perfil socioeconômico e cultural diferenciados, dada a convivência com a pobreza, favorecem o surgimento de criminosos.

    “É na realização diária da atividade de polícia ostensiva que se manifesta a individualização dos pensamentos do policial e de seus preceitos humanos, ou seja, estando o policial de serviço na viatura, sozinho ou com um companheiro, ele escolhe diretamente a pessoa a ser abordada ou influencia o outro policial a abordar. E nesse contexto a escolha da pessoa a ser abordada recai sobre o negro em qualquer situação, em sutilezas que tomam conta das condutas dos policiais no exercício do policiamento”. Fonte: O vermelho

    Em recente palestra proferida em São Paulo, o Major falou também sobre a percepção do policial que faz a revista. De acordo com essa percepção “o destino do negro é ser abordado”; “quem coopera não apanha”, “o policial negro não se sente negro”; “e negros esclarecidos irritam a Polícia”.

    Da impunidade: de Robson à Flavio

    A impunidade aos atos de violência policial é histórica no Estado de São Paulo.

    Em 1978, o trabalhador Robson Silveira da Luz, foi preso e torturado no 44º distrito policial de Guaianazes, sob a responsabilidade do delegado Alberto Abdalla, que foi condenado pelo ato, mas até hoje não passou um único dia na prisão, pelo crime cometido.

    Os Policiais Militares que mataram o dentista Flavio Santana, em 2002, foram condenados, presos e logo libertados.

    Agora os casos de tortura e morte dos motoboys – Eduardo Pinheiro dos Santos e Alexandre Santos nos apontam ações cada vez mais ousadas, fruto da impunidade que acompanha as ações de violência policial no estado de São Paulo.

    Foram vítimas de tortura, com Alexandre sendo enforcado diante da mãe. Os policiais militares agiram com requinte psicopático.

    Há de se dar fim à impunidade da violência policial, sob pena de esta violência ganhar dimensões cada vez mais bárbaras.”
    http://www.uneafrobrasil.org
    quinta-feira, 17 de março de 2011

  12. “Uma dissertação de mestrado feita por um major da Policia Militar do Estado de São Paulo, afirma que a discriminação é um traço marcante dos policiais militares. O major Airton Edno Ribeiro, chefe da divisão de ensino do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), é negro, e se tornou mestre em Educação das Relações Raciais após a dissertação “A Relação da Polícia Militar Paulista com a Comunidade Negra e o Respeito à Dignidade Humana: a Questão da Abordagem Policial”, apresentada em 2009. Segundo ele, “Não foram poucos os relatos dos participantes da pesquisa sobre a herança histórica de perseguição aos negros pela polícia”, disse.
    De acordo com Ribeiro, o racismo só irá diminuir, lenta e gradualmente, quando a formação do policial mudar. Já, o novo corregedor da PM, coronel Admir Gervásio Moreira, recentemente empossado, a corporação não é racista. “É um exagero e seria leviano afirmar que os policiais abordam de maneira diferente as pessoas negras. Isso não existe. Se isso ocorrer, é errado e fora das instruções e treinamentos dados”, diz Gervásio. O oficial, ele próprio negro, acredita ser “hipocrisia” afirmar que não há racismo no país. “Racismo existe, mas isso depende das pessoas, não das instituições”, afirma o corregedor.
    Ele entende que não houve racismo no caso em que um motoboy (Alexandre Menezes dos Santos) que foi morto agredido por PMs na Zona Sul da capital. “Ele estava usando capacete e era noite. Não o perseguiram porque era negro. Não vejo uma escolha direcionada de postura de racismo. Foi uma coincidência”, acredita. Gervásio diz desconhecer o estudo do major Airton Edno, mas afirma não concordar com a visão de que os policiais maltratam ou abordam de maneira diferente negros. Resta saber se esta opinião do coronel, vem de suas convicções pessoais ou se é imposta pela hierarquia militar, extremamente coercitiva na corporação.

    Fonte: Diário de São Paulo
    Programa Bolsa
    A Gaxéta”

  13. “Violência contra o negro
    Por: Helciane Angélica
    A confirmação de que os jovens negros e pobres tem mais chances de serem assassinados não faz mais parte apenas da teoria, e sim, das estatísticas! De acordo com o “Mapa da Violência 2010: Anatomia de Homicídios no Brasil” apresentado em março deste ano, numa série histórica de cinco anos foi quantificado que o risco de um jovem negro ser vítima de homicídio no País é 130% maior do que o de branco.
    Essa situação não é diferente quando se analisam todas as faixas etárias, o número de vítimas brancas passou de 18.852 para 14.308, o que significa uma redução de 24, 1%. Já entre os negros, o número de mortes saiu de 26.915 para 30.193, um crescimento de 12,2%. Para cada branco assassinado morrem 2,2 negros no País, enfim, isso significa que morrem no Brasil 107,6% mais negros do que brancos.
    Recentemente, a sociedade brasileira ficou chocada com as mortes de um moto-boy e de um aposentado – ambos negros, que moravam em São Paulo. O moto-boy Alexandre Menezes dos Santos, 25, foi morto na porta de casa após apanhar dos policias militares, as pancadas foram tão fortes que só pararam até a perda da consciência, mesmo ele não estando com arma e mãe aos prantos observando tudo. O aposentado Domingos Conceição dos Santos de 47 anos, levou um tiro na cabeça em uma agência bancária, quando tentou passar pela porta giratória. Após várias tentativas e mesmo afirmando a existência de um marca-passo no coração, o segurança pensou que ele era um assaltante…
    …A PM ainda continua vendo os negros como suspeitos preferenciais, infelizmente, o racismo institucional ainda é forte, prevalecendo cotidianamente a frase: “Negro parado é suspeito, negro correndo é ladrão!”. Até quando?!
    Fonte: Coluna Axé – Jornal Tribuna Independente (18.05.10)”

  14. Que bom que “Em novembro de 2010, a PM adotou novas diretrizes para atender aos princípios das normas internacionais de Direitos Humanos”. Já está fazendo uma diferença e tanto. Tanto que PM NÃO apreende faixas em manifestação contra racismo em São Paulo.

  15. KKKKKKKKKKKKKKK, Dr. Guerra é foda….. Parabéns…

    Concordo, a sociedade em geral é PRECONCEITUOSA SIM. Uma pena……

    Não é só a PM ou a PC que são preconceituosos

    Parabéns a esse Oficial pela sua coragem

  16. A PM é reflexo da sociedade brasileira, ou seja, hipócrita. Assim como, impera a hipocrisia na PC que, como citado pelo Dr. Guerra, cargos de chefias entre operacionais é raríssimo, e cardeal negro é cabeça de bacalhau, portanto, no quesito preconceito ou racismo a PC não deve sentar no rabo e apontar a PM.

  17. Fala-se em racismo, mais qual a porcentagem de brancos e negros que ocupam hoje as vagas na carceragem paulista? Tá bom… os brancos são mais vacilões.

  18. O SER HUMANO É RACISTA E PRECONCEITUOSO. TOMO POR EXEMPLO O CASO DA ESTAÇÃO ANGÉLICA DO METRÔ, A QUAL ESTÁ SENDO OBJETO DE DISCUSSÃO POR QUE ALGUNS PAULISTANOS “BEM NASCIDOS” ACHAM QUE ESTA CITADA ESTAÇÃO TRARIA MUITA “GENTE DIFERENCIADA”. PENSAMENTO “HITLERIANO”

  19. A PM é a Instituição mais heterogênea que existe, diferente de outra que as vagas por muito tempo foram compradas.

    Tem concurso em aberto, por fraude no certame.

    Como aqui faltam coisas positivas para serem registradas pela Polícia Civil, algumas pessoas viram no Flit uma oportunidade de criticar a Polícia Militar. Tal medida é um desserviço social, pois alguns registros são mentirosos e requentados, e não refletem a grandeza e importância da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

    A Polícia Militar é comandada por uma pessoa nobre e que como ele costuma dizer faz acontecer e é motivo de orgulho para todos os policiais militares.

    Acredito que o texto postado por “Somos NEGROS e temos orgulho da nossa Polícia Militar de SP” foi feliz, sendo que a Policia Civil ou seus policiais deveriam responder quantos Delegados de Classe Especial sao negros????? Qual Policia ‘e racista????

    Sr Conde Guerra, de modo a registrar os bons serviços prestados pela Polícia Civil, abra um tópico para que a população saiba o que tem sido feito de bom, os crimes solucionados, a agilidade e boa-vontade no atendimento policial.

    Boa semana.

  20. NÃO ADIANTA TENTAR TAPAR O SOL COM A PENEIRA, POIS TODA SOCIEDADE TEM SEU GRAU DE RACISMO E A NOSSA NÃO É DIFERENTE, SENDO QUE AQUI AINDA LEVA-SE EM CONTA A CONDIÇÃO SOCIAL DO INDIVÍDUO, JÁ QUE UM POBRE, SEJA ELE BRANCO, NEGRO, AMARELO OU INDÍO, ESTE SERÁ TAMBEM DISCRIMINADO. SE VOÇÊ FOR NEGRO, MAIS TIVER DINHEIRO, SERÁ TRATADO MUITO MELHOR QUE UM BRANCO POBRE. NOSSA SOCIEDADE É MAIS DISCRIMINATÁRIA QUE A NORTE-AMERICANA, POIS LÁ PROCURA-SE RECONHECER O VALOR DA PESSOA E NÃO APENAS SEUS VALORES MONETÁRIOS(BARAC OBAMA NÃO FOI ELEITO SÓ PORQUE É NEGRO, MAIS SIM, PORQUE A POPULAÇÃO ACHOU QUE ELE ERA O MELHOR PARA TAL CARGO). E QUANTO AO EXPOSTO PELO SR. ‘LEALDADE E CONSTÂNCIA”, DIGO QUE SE A POPULAÇÃO QUISER SABER SOBRE OS BONS SERVIÇOS DA PC, É SÓ ACESSAR O SITE DA POLICIA CIVIL, JÁ QUE NÃO É ÉTICO E LEGAL FICAR SE AUTO PROMOVENDO E SE TAIS SERVIÇOS NÃO SÃO MELHORES, CERTAMENTE NÃO É SÓ CULPA NOSSA. AFIRMO TAMBEM QUE NÃO FALAMOS MAL DA PM E SIM TECEMOS COMENTÁRIOS SOBRE OS ATOS DE ALGUNS PMs, QUE SÃO NOTADAMENTE DANOSOS À SOCIEDADE E A TODOS NÓS. BALA NELES!!!!!!!!!!

  21. FALO MAL SIM FODA-SE, NESSES FINAIS DE TEMPOS QUE ESTAMOS VIVENDO , A MASCARA DA PM TEM CAIDO SOBRE TERRA , O QUE TEM DE PM BANDIDO ENVOLVIDO EM VARIOS CRIMES , NAO TEM NEM LUGAR LA NO ROMÃO GOMES PRA COLOCAR , CAIXAS ELETRONICOS , MELICIAS , MAQUININHAS , JOGO DO BICHO , GRUPO DE EXTERMINIO , TRAFICO DE DROGAS , NÃO SEI ONDE APRENDERAM TUDO ISSO , QUAL FOI A SAULA DE AULA , DE TANTO BANDIDO NA PM .

  22. Boa Noite!

    Senhoras e Senhores.

    Realmente a Polícia Militar esta mudando muito este conceito,mas, eu gostaria de fazer uma pergunta ao Cel PM Ademir Gervasio Moreira , Chefe da Casa Militar do Estado.

    Como ele consegue ficar mais de trinta anos na Polícia Militar e não ser colocado na Reserva e ainda ser Chefe da Casa Militar?

    Geralmente o PM ao chegar aos trinta anos de fetivo trabalho, ele automáticamente parte para a Aposentadoria e com méritos e promoções automáticas.

    Caronte.

  23. AHH! Ia me esquecendo os outros Coronéís PM, Antonio Cesar Cardoso e Marcos Roberto Chaves da Silva, tambem estão à mais de trinta anos.

    Como isto é possível?

    Será que lá tambem existe a Lei dos Setenta?

    Ou existem outros caminhos?

    Caronte.

  24. Muitos q se julgam brancos, deveriam tentar entrar europa prá saber o q é racismo. Ah, me esqueci…seu salario não permite!

  25. MEU AMIGO CARDENOR, TENHO UMA NOTÍCIA MUITO IMPORTANTE PARA VOCÊ DIVULGAR. POIS SEM DÚVIDA É DO QUE A SOCIEDADE CLAMA. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO EXCLUIU POR UNANIMIDADE DOIS POLICIAIS ENVOLVIDOS EM GRUPOS DE EXTERMÍNIO QUE FICOU CONHECIDO EM TODO O BRASIL ATRAVÉS DA REDE GLOBO. SÃO ELES: MARCOS JOSÉ ROLIM, VULGO CABO ROLIM E JOSÉ ARIMATÉIA BRASÃO, CONHECIDO COMO SOLDADO BRASÃO.

    OBS: ESSES POLICIAIS FORAM CONDENADOS PELA A JUSTIÇA DE PERNAMBUCO POR TER MATADO O FILHO DA ADVOGADA ELMA DE CARUARU CONHECIDO COMO JUNIOR

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