Campos Machado foi vítima da má fé do jornalista Kalleo Coura da revista Veja.. ( A REVISTA QUE RECEBERIA MENSALINHO PELO SELETIVISMO PRÓ CORRUPÇÃO DEMOTUCANALHA ) 39

Projeto que devolvia Corregedoria da Polícia à Delegacia-Geral é arquivado

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Acordo de líderes possibilitou retirada da proposta da pauta de votações

O presidente da Assembleia, Barros Munhoz, anunciou, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 30/8, a retirada do PDL 65/2009, do deputado Campos Machado (PTB), da pauta de votações, por acordo firmado no Colégio de Líderes. O PDL sustava os efeitos de decreto do Executivo que transferiu, em 2009, a Corregedoria da Polícia Civil da Delegacia-Geral para a Secretaria da Segurança Pública. A retirada ocorreu após polêmica causada por denúncias da imprensa contra o autor do projeto e a bancada petista, que apoiou sua iniciativa.

Reportagem da revista Veja e artigo de Fernando de Barros Filho, no jornal Folha de S. Paulo de sexta-feira, 26/8, acusam os dois partidos de se aliarem na defesa da “banda podre” da polícia. A Folha repete a acusação em seu editorial desta terça-feira, 30/8.

Má fé

Segundo o deputado Campos Machado, ele foi vítima da má fé do jornalista Kalleo Coura, da revista Veja, que o entrevistou por 45 minutos. Segundo o deputado, Kalleo não publicou uma única palavra do que ele havia dito sobre seus objetivos com a proposta. Campos Machado voltou a defender seu entendimento de que o decreto da transferência da Corregedoria é ilegal, pois se sobrepõe à Lei Orgância da Polícia Civil, que subordina o órgão à Delegacia-Geral. O deputado também acusou o articulista Fernando de Barros Filho de escrever sem ouvi-lo sobre o assunto.

Tanto Campos quanto o deputado Edinho Silva (PT), cuja foto também ilustra a matéria da Veja, receberam manifestações de solidariedade de deputados de diversos partidos.

Barros Munhoz expressou a indignação dos parlamentares em relação ao episódio: “Como presidente da Assembleia cumpro o dever de repudiar o ataque violento e injustificável sofrido por alguns deputados. O ataque me atingiu e atingiu também esta Casa”. O presidente estendeu sua solidariedade aos 24 deputados que haviam votado a favor do PDL de Campos Machado na semana passada: “Falo em defesa do mandato parlamentar. Coragem, digo aos meus pares. Isso tudo passa. Há de prevalecer o espírito democrático que esta Casa representa”.

A bancada do PT enviou nota de repúdio ao jornal e à revista, assinada por seu líder, deputado Enio Tatto. No texto, o petista fundamenta seu apoio à iniciativa na ilegalidade do decreto do Executivo. Tatto afirma também que seu partido defende a criação de uma corregedoria única e autônoma, com representantes das polícias Militar e Civil e da sociedade civil.

A nota encaminhada à Veja afirma: “A bancada lamenta a abordagem equivocada e distorcida da sua posição por este órgão de imprensa”. E a enviada à Folha diz que “o articulista Fernando de Barros Filho lançou mão do artifício maniqueísta e de uma análise rasa” da posição dos petistas frente ao projeto de Campos.

Autor: Da Redação – Blanca Camargo

PMs em serviço vão de viatura a churrasco em SP 59

Enviado em 31/08/2011 as 11:49 - PORCA RUSSA

PMs em serviço vão de viatura a churrasco em SP

Agencia Estado

Quatro viaturas da Polícia Militar paradas em fila dupla na frente de um pequeno clube na Lapa, um dos bairros da zona oeste de São Paulo afetados pela recente onda de arrastões a bares e restaurantes. Para qualquer cidadão que passasse pelo local, a impressão seria a de uma ocorrência em andamento. Mas não. Era só um churrasco de confraternização de policiais, alguns fardados e em horário de serviço.

A festa aconteceu na noite de anteontem (29) na rua Catão, área do 4º Batalhão da Polícia Militar, e contou com a presença de aproximadamente 30 pessoas, nem todas policiais.

Com música e bebidas alcoólicas, o encontro marcou a despedida de um colega de corporação. O espaço para a confraternização foi cedido gratuitamente pelo clube. O aluguel de uma quadra no local custa R$ 400 por mês, mas não há horários disponíveis por enquanto.

A reportagem esteve no local entre as 19h30 e as 21h de anteontem. Qualquer pessoa que procurasse saber o que se passava no local era informada sobre a confraternização.

“Não querem mesmo beber nada? Comer nada? A comunidade é amiga da polícia. E a polícia é amiga da comunidade”, convidou um dos policiais fardados que estavam no churrasco.

Em vários momentos, alguns dos policiais militares em serviço foram até a porta do clube olhar as viaturas estacionadas na rua.
Sindicância

Ontem (30) à tarde, o major da Polícia Militar Kenji Konishi, subcomandante do 4.º Batalhão da PM, responsável pela região, informou que a corporação vai abrir sindicância para apurar irregularidades.

À noite, o Centro de Comunicação Social da PM disse em nota que “policiais de folga se reuniram para a despedida de um PM e policiais de serviço na área territorial da confraternização passaram no local para cumprimentar o colega”.

A nota acrescenta que “não houve prejuízo ao atendimento de ocorrências” e confirma abertura de sindicância. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
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Pra Civil uma resolução sem vergonha proibindo o uso de viaturas e a idéia de rastreadores; pra PM churrasco!!

Até quando Exmo. Governador? Até quando?

Delegado responde sozinho por segurança de 22 cidades 17

Delegado responde sozinho por segurança de 22 cidades no Rio Grande do Norte; MP intervém

Aliny Gama
Especial para o UOL Notícias
Em Caruaru (PE)

 
 
 

Por conta da falta de agentes, escrivães e delegados, o MP (Ministério Público) Estadual entrou esta semana com uma ação civil pública cobrando solução para a falta de pessoal e sobrecarga de trabalho de pelo menos um delegado, que responde, sozinho, pela segurança de 22 cidades do Rio Grande do Norte. A Polícia Civil do Estado trabalha atualmente com apenas 10% do efetivo.

A ação do MP traz números alarmantes sobre a falta de policiais. Segundo a ação, o Rio Grande do Norte possui 51 delegados, 46 escrivães e 293 agentes da polícia civil. Os dados apontam que existem 208 cargos vagos de delegado, 661 de escrivães e 2.893 de agentes. Apesar da carência de pessoal, o MP denuncia que a maioria dos policiais exerce funções que não são ligadas a investigações.

O último concurso público foi realizado pelo Estado em 2009, mas nenhum dos aprovados tomou posse. Na ação, a promotora de Justiça de Pedro Velho, Danielli Christine de Oliveira, cobra que a cidade receba estrutura mínima com um delegado, dois agentes e um escrivão.

A promotora informou que o delegado Regional de Nova Cruz (101 km de Natal), Marcelo Marcos Alves Lima, responde por 22 municípios. O UOL Notícias tentou localizar o delegado durante esta terça e manhã de quarta-feira, mas a reportagem foi informada que ele estava em diligências pelas cidades onde atua.

A promotora afirmou que as delegacias do Estado estão acumulando serviços. “A falta de pessoal especializado vem dificultando o trabalho ostensivo nas investigações policiais e gera problemas nas ações judiciais de várias comarcas do RN”, diz.

Carência não impede trabalhos, diz governo

A Degepol (Delegacia Geral de Polícia) do Rio Grande do Norte reconheceu a carência de efetivo e acúmulo de delegacias no interior do Estado, mas afirmou que, apesar da “situação difícil”, a polícia vem desempenhando suas funções normalmente.

“Desde 2008 recebemos notificações do MP, mas devido a problemas financeiros que o Estado enfrenta, ainda não podemos dar posse aos aprovados do concurso de 2009”, informou o delegado geral do Rio Grande do Norte, Fábio Rogério Silva.

Segundo a delegacia, os aprovados já fizeram cursos na Academia de Polícia e aguardam o chamado do governo do Estado para tomar posse.

O delegado geral ainda reconheceu que o problema da delegacia Regional de Nova Cruz, denunciado pelo Ministério Público, também se repete em outras unidades regionais no interior do Estado e que ele próprio já respondeu por 17 unidades policiais.

“Já fui delegado regional, por dois anos acumulei 17 municípios e nem por isso deixei de desempenhar com eficiência minhas funções. Lógico que melhoraríamos os trabalhos se tivesse um reforço com a posse dos concursados, mas o Estado enfrenta problemas financeiros. Aguardamos que o governo do Estado comece a chamar os aprovados no concurso de 2009”, afirmou ele, sem dar previsão da posse.

Silva disse ainda que a polícia “dá o sangue para dar conta do trabalho”. “Somente este mês desenvolvemos três grandes operações, um fato inédito aqui no Estado. O resultado desse trabalho foram 144 pessoas presas e 20 menores apreendidos. Se carência de profissionais afetasse diretamente nosso trabalho, jamais teríamos um resultado tão positivo.”

Eu me senti aviltada de fato por isso e eu tenho certeza que o governador Geraldo Alckmin tomará providências…A página da R.O.T.A. é um acinte à própria PM 50

Página da ROTA elogia golpe de 1964 e recebe duras críticas de ministra

 
)
A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, criticou o governo de São Paulo por permitir site da Rota que elogia o golpe militar de 1964 e fez várias cobranças com relação ao governo do Estado com relação à sua área de atuação.A ministra participou nesta segunda-feira, 29, de audiência publica na Assemleia Legislativa de São Paulo.A audiência contou ainda com a presença da deputada estadual Leci Brandão (PCdoB), do padre Julio Lanceloti e a secretária de Justiça do governo de São Paulo, Eloisa de Sousa Arruda.
Leia mais:
 
“Eu considero que todos os Estados da Federação devem fazer também o seu esforço pelo direito à verdade e à memória e pela democracia. Uma página oficial do governo estadual, em um período democrático, que presta homenagem à deposição de um presidente, legitimamente eleito, do presidente João Goulart… Eu me senti aviltada de fato por isso e eu tenho certeza que o governador Geraldo Alckmin tomará providências diante disso porque é uma estrutura do Estado de São Paulo”, disse. “Não se pode comemorar golpe, não se pode comemorar a violação do Estado democrático de Direito, sob pena de plantar-se novas violações.”
 
Maria do Rosário fez outras cobranças ao governo do Estado, como quando criticou que São Paulo ainda não tenha uma  Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) e também ao encampar algumas das reivindicações dos presentes – afirmou, por exemplo, que irá discutir com o governador Geraldo Alckmin decreto que tira autonomia do  Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe/SP). ”Direi à secretária que reveja os preceitos dos direitos humanos no Estado”, afirmou ainda.
 
Após a realização da audiência, no entanto, a ministra disse que seu objetivo não é criticar a atuação do governo do Estado na área. “Não foi meu objetivo produzir críticas pontuais ao Estado de São Paulo ou a prefeituras municipais. O meu objetivo é um trabalho em parceria, é trabalharmos juntos. E a presença da secretária de Justiça daqui de São Paulo na abertura do evento e sua equipe na reunião, é um passo muito importante para que os trabalhos nos direitos humanos não estejam pautados na oposição ao governo. Lá no Congresso Nacional ou aqui em São Paulo. Direitos humanos são direitos humanos, tem caráter universal, é um princípio ético. O governo federal, o governo da presidenta Dilma estende a mão, estamos juntos e vamos estar juntos com o governo do Estado de São Paulo, superando as dificuldades.”
 
Comissão da Verdade
 
Maria do Rosário defendeu ainda que a Comissão da Verdade, cujo projeto tramita no Congresso Nacional, seja votado ainda este ano. Ela vê dificuldades da proposta ser apreciada em 2012, ano de eleições municipais. A ministra considerou que a saída de Nelson Jobim do comando do Ministério da Defesa não atrapalha as negociações em torno da iniciativa.
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Ela ressaltou que tem se empenhado pela aprovação da proposta que visa esclarecer casos de violação de direitos humanos durante a ditadura militar. “Eu peço que a gente tenha a aprovação neste ano, porque 2012 é ano eleitoral e tudo fica mais difícil”, afirmou. O projeto de lei que cria a Comissão foi enviado ao Congresso em maio de 2010 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A ministra também defendeu que os governos municipal, estadual e federal trabalhem juntos em uma política pública de atendimento às crianças e pediu uma nova política nacional anti-drogas para combater o crack.

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Jair Stangler para o Estado de S. Paulo
 

Empresa de parentes de Alckmin é suspeita de fraudar prefeitura…( muita gente vem mamando nesta teta nos ultimos 6 ( seis ) anos…Não é mera coincidência que os maiores investidores do Serra , Kassab e vereadores aliados foram empresas do mercado imobiliário )…Mas dizer que é esquema que vem acontecendo desde 1993 ( 17 anos ) é mandar recado: NA POLÍTICA SÓ TEM LADRÃO ( se me phoder, também lhe phoderei)…E metem a Dnª Lu no meio 54

Empresa de parentes de Alckmin é suspeita de fraudar prefeitura

Cunhado do governador é procurador da Wall Street, que teria falsificado papéis para pagar taxas menores

Valor fraudado seria de R$ 4 milhões; donos da empresa e o governador não se pronunciaram sobre a investigação

EVANDRO SPINELLI
GIBA BERGAMIM JR.

 

DE SÃO PAULO

 

Uma empresa de familiares de Lu Alckmin, mulher do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), é investigada sob suspeita de ter se beneficiado de uma fraude de R$ 4 milhões contra a Prefeitura de São Paulo.
Segundo a prefeitura, a Wall Street Empreendimentos e Participações Ltda. falsificou documentos para pagar um valor menor de outorga onerosa, uma taxa cobrada para autorizar a construção de prédios altos do edifício Royal Street, na av. Brigadeiro Faria Lima, área nobre da zona oeste paulistana.
O licenciamento da obra correu na prefeitura entre 1994 e 1999, quando foi efetuado o pagamento.
Os sócios da Wall Street são Maria Paula Abreu Cesar Ribeiro, Adhemar Cesar Ribeiro Filho e Othon Cesar Ribeiro. Maria Paula é mulher de Adhemar Cesar Ribeiro, irmão de Lu Alckmin e procurador da empresa. Em 2006, ele participou da arrecadação da campanha de Alckmin à Presidência.
Alckmin é adversário político do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD). A fraude apontada teria sido efetuada na gestão do então prefeito Celso Pitta, já morto.
A prefeitura, em 2000, chegou a notificar a Polícia Civil sobre indícios de fraude, mas as investigações não avançaram. Na época, Alckmin era vice-governador.
Em 2001, já na gestão de Marta Suplicy (PT), a própria prefeitura arquivou o caso.
A suposta fraude voltou a ser investigada, segundo Edilson Bonfim, corregedor-geral de São Paulo, na quinta-feira, quando ele recebeu uma denúncia anônima.
Ontem, em entrevista coletiva, Bonfim detalhou o esquema de fraude, mas não relacionou o caso com parentes do governador. Informou apenas o nome da empresa e o endereço do imóvel.
Os responsáveis pela Wall Street foram procurados pela Folha, mas não se pronunciaram. Alckmin também não comentou.

O ESQUEMA
De acordo com o corregedor-geral, a Wall Street fraudou o valor do metro quadrado que constava do carnê do IPTU do imóvel com o objetivo de enganar os técnicos da prefeitura e conseguir aprovar o empreendimento pagando um valor menor pela construção do prédio.
Segundo Bonfim, a empresa deveria ter recolhido R$ 4,2 milhões pelo direito de construir um prédio de 4.100 metros quadrados, mas pagou apenas R$ 184.744.
O rombo do esquema de fraude no pagamento de outorga onerosa já totaliza R$ 41 milhões até agora.
Foram identificados dois tipos de fraude. A falsificação da guia do IPTU para reduzir o valor da outorga onerosa atingiu apenas a Wall Street.
No outro tipo de fraude, as construtoras exibiam guias verdadeiras do pagamento da taxa, mas com a autenticação do banco falsificada.
Como a prefeitura não tem sistemas de controle eficientes e não fazia checagem dos documentos, os alvarás de aprovação das obras eram emitidos mesmo sem que o dinheiro tivesse caído na conta do município.
As construtoras acusadas de terem se beneficiado do esquema são Odebrecht, Zabo, Onoda, Porte e Marcanni.

OUTRO LADO

Responsáveis não respondem recados do jornal

DE SÃO PAULO

Os responsáveis pela Wall Street Empreendimentos e Participações, Adhemar Cesar Ribeiro Filho, Othon Ribeiro Filho e seus pais, Maria Paula e Adhemar, não responderam aos oito recados deixados pela Folha na empresa ontem.
A primeira informação foi que eles tinham saído, mas quando a Folha disse se tratar de reportagem sobre fraude, a resposta foi que os responsáveis estavam viajando.
O governador Geraldo Alckmin não comentou a citação de parentes de sua mulher no caso. Ele apenas negou que Adhemar tenha integrado o comitê financeiro de sua campanha em 2006.
A Odebrecht disse que entrou com ação judicial para impedir a paralisação das obras e se dispôs a pagar o valor cobrado pela prefeitura até que o caso seja esclarecido. A Zabo e a Marcanni informaram que fizeram o pagamento da taxa mediante a apresentação de títulos públicos, o que a prefeitura afirma não ser possível.
A Porte Construtora informou que foi vítima de estelionato. O advogado da Onoda, Paulo Teixeira, disse que a construtora também pode ter sido vítima.

BISONHO É O FERREIRA PINTO!…O “ATENTADO TERRORISTA” FOI COMETIDO FAZ UM ANO; SÓ AGORA – QUANDO SE VÊ ACUSADO DE ESTIMULAR E PREMIAR A VIOLÊNCIA DA PM – VEM FALAR DA BISONHEZ DE TÃO ESTAPAFURDIA OBRA DE FICÇÃO…MENTIROSA, CRIMINOSA, DESCABIDA E ATENTATÓRIA A INTELIGÊNCIA MEDIANA 29

Enviado em 29/08/2011 as 22:51  – PINTO NOS OTARIANOS

29/08/11 – 17h50
Publicado Por: Fábio Chaib
Secretário acha bisonho ataque ao prédio da ROTA
Para Ferreira Pinto,atentado com garrafa de cerveja cheia de gasolina é algo de rapaz principiante  ( A ROTA É MESMO AMIGA DE CERVEJARIAS )  

Vagner Campos/News Free/Folhapress

Jornal Jovem Pan
Thiago Uberreich
Podcast:
http://jovempan.uol.com.br/noticias/2011/08/secretario-acha-bisonho-ataque-ao-predio-da-rota.html

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, declarou, nesta segunda-feira, que considera bisonha a versão sobre o ataque ao prédio da ROTA em agosto de 2010.

No suposto atentado na Avenida Tiradentes, um homem morreu e outro conseguiu fugir. A Polícia de São Paulo está investigando a ação.

Para o secretário, o caso levanta suspeitas.

“O criminoso não pertencia à facção criminosa e, quando permaneceu preso, ele cumpriu pena em presídio oposto à facção. Eu acho bisonho alguém querer atacar o prédio da ROTA com uma garrafa de cerveja cheia de combustível. Eu acho bastante bisonho. O grande desafio é desconstituir essa história. O aspecto subjetivo não entra nisso. A Polícia Civil e a Polícia Militar estão empenhadas nessa historia. Eu digo para vocês que ela não é convincente”, afirmou Ferreira Pinto.

O secretário, que argumenta que não existe corporativismo na polícia, prometeu que vai punir os PM´s que aparecem em um vídeo humilhando dois homens que tinham sido baleados na Zona Leste da capital paulista.

Detalhes com o repórter Jovem Pan Thiago Uberreich.

NOTA AOS SIMPATIZANTES E NÃO SIMPATIZANTES: NOS TERMOS DA DENOMINADA LEI DA “FICHA LIMPA” – LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010 – O RESPONSÁVEL PELO FLIT PARALISANTE , PRIVADO DO CARGO PÚBLICO ( no popular: demitido pelo Alckmin) POR SUPOSTOS CRIMES CONTRA A HONRA “DE AGENTES PÚBLICOS” E ILÍCITOS DISCIPLINARES (escrever que há quem roube demais da conta ) COMETIDOS POR MEIO DESTE BLOG – É INELEGÍVEL POR 8 ANOS…POR TAL A MANUTENÇÃO DESTE SITE NÃO OBJETIVA PROJETO POLÍTICO -PARTIDÁRIO…Resumo: não somos – nem podemos ser – candidatos a nada…SALVO ENCONTREMOS UMA DESEMBARGADORA QUE APLIQUE AO NOSSO CASO O PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA 28

 

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010

 

Altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: 

Art. 1o  Esta Lei Complementar altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências. 

Art. 2o  A Lei Complementar no 64, de 1990, passa a vigorar com as seguintes alterações: 

“Art. 1o  ………………………………………………………………………………………………………………….. 

I – …………………………………………………………………………………………………………………………..

…………………………………………………………………………………………………………………………………. 

c) o Governador e o Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e o Prefeito e o Vice-Prefeito que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos; 

d) os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes; 

e) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes: 

1. contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público; 

2. contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência; 

3. contra o meio ambiente e a saúde pública; 

4. eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade; 

5. de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública; 

6. de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; 

7. de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos; 

8. de redução à condição análoga à de escravo; 

9. contra a vida e a dignidade sexual; e 

10. praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando; 

f) os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de 8 (oito) anos; 

g) os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes, contados a partir da data da decisão, aplicando-se o disposto no inciso II do art. 71 da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição; 

h) os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes;

………………………………………………………………………………………………………….. 

j) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição; 

k) o Presidente da República, o Governador de Estado e do Distrito Federal, o Prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura; 

l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena; 

m) os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de 8 (oito) anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário; 

n) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão que reconhecer a fraude; 

o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário;  ( Hehe!…O JUDICIÁRIO DIFICILMENTE SUSPENDE OU ANULA DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS DO EXECUTIVO, QUANDO ANULA DEMORA UNS 10 ANOS. )

p) a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão, observando-se o procedimento previsto no art. 22; 

q) os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de 8 (oito) anos;

…………………………………………………………………………………………………………………………. 

§ 4o  A inelegibilidade prevista na alínea e do inciso I deste artigo não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada. 

§ 5o  A renúncia para atender à desincompatibilização com vistas a candidatura a cargo eletivo ou para assunção de mandato não gerará a inelegibilidade prevista na alínea k, a menos que a Justiça Eleitoral reconheça fraude ao disposto nesta Lei Complementar.” (NR) 

“Art. 15.  Transitada em julgado ou publicada adecisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato, ser-lhe-á negado registro, ou cancelado, se já tiver sido feito, ou declarado nulo o diploma, se já expedido. 

Parágrafo único.  A decisão a que se refere o caput, independentemente da apresentação de recurso, deverá ser comunicada, de imediato, ao Ministério Público Eleitoral e ao órgão da Justiça Eleitoral competente para o registro de candidatura e expedição de diploma do réu.” (NR) 

“Art. 22.  ………………………………………………………………………………………………………………..

……………………………………………………………………………………………………………………………….. 

XIV – julgada procedente a representação, ainda que após a proclamação dos eleitos, o Tribunal declarará a inelegibilidade do representado e de quantos hajam contribuído para a prática do ato, cominando-lhes sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos 8 (oito) anos subsequentes à eleição em que se verificou, além da cassação do registro ou diploma do candidato diretamente beneficiado pela interferência do poder econômico ou pelo desvio ou abuso do poder de autoridade ou dos meios de comunicação, determinando a remessa dos autos ao Ministério Público Eleitoral, para instauração de processo disciplinar, se for o caso, e de ação penal, ordenando quaisquer outras providências que a espécie comportar; 

XV – (revogado); 

XVI – para a configuração do ato abusivo, não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição, mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam.

…………………………………………………………………………………………………………………………..” (NR) 

“Art. 26-A.  Afastada pelo órgão competente a inelegibilidade prevista nesta Lei Complementar, aplicar-se-á, quanto ao registro de candidatura, o disposto na lei que estabelece normas para as eleições.” 

“Art. 26-B.  O Ministério Público e a Justiça Eleitoral darão prioridade, sobre quaisquer outros, aos processos de desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade até que sejam julgados, ressalvados os de habeas corpus e mandado de segurança. 

§ 1o  É defeso às autoridades mencionadas neste artigo deixar de cumprir qualquer prazo previsto nesta Lei Complementar sob alegação de acúmulo de serviço no exercício das funções regulares. 

§ 2o  Além das polícias judiciárias, os órgãos da receita federal, estadual e municipal, os tribunais e órgãos de contas, o Banco Central do Brasil e o Conselho de Controle de Atividade Financeira auxiliarão a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral na apuração dos delitos eleitorais, com prioridade sobre as suas atribuições regulares. 

§ 3o  O Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e as Corregedorias Eleitorais manterão acompanhamento dos relatórios mensais de atividades fornecidos pelas unidades da Justiça Eleitoral a fim de verificar eventuais descumprimentos injustificados de prazos, promovendo, quando for o caso, a devida responsabilização.” 

“Art. 26-C.  O órgão colegiado do tribunal ao qual couber a apreciação do recurso contra as decisões colegiadas a que se referem as alíneas d, e, h, j, l e n do inciso I do art. 1o poderá, em caráter cautelar, suspender a inelegibilidade sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal e desde que a providência tenha sido expressamente requerida, sob pena de preclusão, por ocasião da interposição do recurso. 

§ 1o  Conferido efeito suspensivo, o julgamento do recurso terá prioridade sobre todos os demais, à exceção dos de mandado de segurança e de habeas corpus

§ 2o  Mantida a condenação de que derivou a inelegibilidade ou revogada a suspensão liminar mencionada no caput, serão desconstituídos o registro ou o diploma eventualmente concedidos ao recorrente. 

§ 3o  A prática de atos manifestamente protelatórios por parte da defesa, ao longo da tramitação do recurso, acarretará a revogação do efeito suspensivo.” 

Art. 3o  Os recursos interpostos antes da vigência desta Lei Complementar poderão ser aditados para o fim a que se refere o caput do art. 26-C da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, introduzido por esta Lei Complementar. 

Art. 4o  Revoga-se o inciso XV do art. 22 da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990. 

Art. 5o  Esta Lei Complementar entra em vigor na data da sua publicação. 

Brasília,  4  de  junho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República. 

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Luis Inácio Lucena Adams

Este texto não substitui o publicado no DOU de 7.6.2010

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 PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA…DUVIDAMOS!

MAS O DA FILHODAPUTAGEM É CERTEZA. 

 

 

 

O PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA E O PRINCÍPIO DA FILHODAPUTAGEM: A magistrada baiana Eliana Calmon – hoje Corregedora Nacional da Justiça; que diz gostar de chamar as coisas como elas são ( tal como o Flit ) – reformou sanção imposta pelo TJ-SP em desfavor da CBPO-ODEBRECHT ( empresas, coincidentemente, do também baiano Norberto Odebrecht – meio alemão ) INOVANDO A PRINCIPIOLOGIA JURÍDICA; CRIANDO O PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA DO CORRUPTOR, POIS IMPEDIDAS DE CONTRATAR COM PODER PÚBLICO – POR 5 ANOS – EQUIVALERIA A SENTENÇA DE MORTE…PRINCÍPIO DA FILHADAPUTAGEM: FUNCIONÁRIO PÚBLICO DEMITIDO POR “POUCA MERDA” OU INJUSTAMENTE NUNCA MAIS TRABALHARÁ EM REPARTIÇÃO PÚBLICA ( na prática jamais será perdoado, embora no mundo espiritual ( o mundo da Justiça ) tenham escrito que poderá, conforme o caso, prestar concurso depois de 5 ou 10 anos ), MAS ASSISTIRÁ O GERALDÃO – QUE LHE ENFIOU O PÉ NA BUNDA – ENTREGANDO DINHEIRO PARA O LADRÃO CONSTRUIR ITAQUERÃO QUE SERÁ DO NORBERTÃO…EU SEMPRE ESCREVO QUE O JURISTA BAIANO É INOVADOR: MAS PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA DE EMPRESA CORRUPTORA É DE PHODER ou COMO DIRIA UM BAIANO “Di Puder”…GERALDÃO DÊ DINHEIRO PARA O NORBERTÃO CONSTRUIR O ITAQUERÃO…DEPOIS ESCUTE “DRÃO” DO GILBERTÃO

Princípio de sobrevivência

STJ libera empresas para contratar com poder público

A Companhia Brasileira de Projetos e Obras (CBPO) e a Construtora Norberto Odebrecht não estão mais proibidas de contratar e receber benefícios e incentivos fiscais do poder público pelo prazo de cinco anos. A decisão foi tomada pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que reverteu ordem do Tribunal de Justiça de São Paulo. As empresas foram acusadas de irregularidades nos contratos de limpeza pública firmados com o município de São Paulo nas gestões dos ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta.

A 2ª Turma acolheu Embargos de Declaração, com efeitos modificativos, para modular a extensão da sanção administrativa imposta pelo TJ-SP. Com a nova decisão, a CBPO fica proibida de contratar e de receber benefícios e incentivos apenas do município de São Paulo e a Odebrecht, de contratar com a Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana da Municipalidade de São Paulo) e de receber benefícios e incentivos também só município.

Segundo a relatora, ministra Eliana Calmon, “constatada a demasia nas sanções administrativas aplicadas às empresas, o princípio da legalidade estrita deve ser aplicado para modulá-las em condições proporcionais e razoáveis à extensão do dano”.

Prezada Presidenta da ADPESP: O MERECIMENTO COMO ÚNICA CONDIÇÃO PARA TRIBUNAIS SUPERIORES ( desembargadores ) HÁ MUITO FOI SEPULTADO NA MAGISTRATURA…DESCABE COMPARAÇÃO ENTRE AS ATRIBUIÇÕES DE UM DESEMBARGADOR E DE UM DELEGADO CLASSE ESPECIAL ( aliás, a maioria dos mais de 100 especiais, chefiam escrivaninha, carimbo e a Montblanc )…A CLASSE ESPECIAL APENAS POR MERECIMENTO É ROUBO; É CUSPARADA NA CARREIRA…COISA DE PILANTRA PARA PILANTRA ( “primeiro os amigos ou amigas do chefe, depois os amigos ou amigas do cofre, em seguida os irmão de loja e por fim os filiados ao partido )… 47

Enviado em 29/08/2011 as 18:19 -Matheus

Prezada Presidenta da ADPESP

Como na eleição passada contou com o meu voto, tem a obrigação moral de contar agora com meu juízo de valor sobre as propostas pessoais, rotuladas como sendo da instituição policial civil, ofertadas ao governo para reestruturação das carreiras policiais e recuperação dos salários.

Preliminarmente, é inaceitável que qualquer melhoria seja dada a PM e sonegada a Polícia Civil e vice-versa, já que, muito a contra gosto e de forma inconstitucional, estamos atrelados pela Lei Estadual 731.

A Douta Presidenta, s.m.j, esta cometendo os mesmos equívocos de certo DG que logo após sentar na cadeira, promoveu seu pupilo a 1ª classe, criando para ele um grupo destinado a fazer nada e que não chegou a lugar algum a fim de que o mesmo ficasse às voltas com o poder. Aproximou–se do então secretário adjunto e todos articularam sua eleição como presidente da ADPESP, mas a casa caiu para todos eles. O DG a cadeira perdeu, o Adjunto desapareceu e o pupilo não se elegeu.

A atual administração avoca para si notável saber administrativo. Acredito que não desconheça o que é quadro, carreira, classe e cargo. Em breve, haverá concurso para delegado de polícia com ingresso direto na primeira classe. Os recém empossados iniciarão o exercício do cargo, concorrendo ao plantão com colegas de 1ª classe com mais de trinta anos de serviço. O que nos alenta é saber que todos estaremos na 1ª classe, disputando, pelo critério do merecimento (primeiro os amigos ou amigas do chefe, depois os amigos ou amigas do cofre, em seguida os irmão de loja e por fim os filiados ao partido) uma das vinte vagas que serão criadas na classe especial .

Estamos vivenciando na carreira a imoral e esdrúxula situação de ter delegado de 1ª classe assistente de delegado de 2ª ou 1ª classe assistente de outro 1ª classe.

Porque não postular para a Polícia Civil o que está sendo estabelecido para a PM no tocante a possibilitar a aposentadoria na classe imediata para quem assim o desejar mediante um pedágio de alguns anos na 1ª classe?

A Presidenta e seu Secretário são delegados de terceira classe, será que estão postulando em causa própria, no sentido de deixarem a administração da ADPESP na 1ª classe?

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A POLÍCIA CIVIL É FORMADA E IMPULSIONADA POR VIRTUOSOS  ( MAS A  VIRTUDE NÃO SOBE DE CLASSE POR MERECIMENTO )

 

Os problemas e mazelas da Polícia Civil – neste e nos demais Estados do Brasil – são frutos da legislação ultrapassada, desmandos políticos e da cultural omissão dos nossos representantes. Omissão fruto da certeza que de uma forma ou de outra – bem ou mal – os serviços policiais são executados; com resultados eficazes, de regra, nos casos que despertam clamor público. Sempre haverá uma Delegacia com as portas abertas; sempre haverá um policial ouvindo um aflito, enquanto outros cuidam de uma prisão em flagrante.O trabalho não pára; melhor dizendo: A IMENSA MAIORIA DOS POLICIAIS CIVIS TRABALHA DIUTURNAMENTE.EXERCER POLÍCIA É – antes de tudo – FAZER JORNADAS DE PLANTÃO.Todavia, contrariando os discursos de fortalecimento dos serviços e Unidades de base territorial, ou seja, policiamento voltado para as peculiaridades comunitárias, a Polícia Civil foi departamentalizada em todo o Estado.Criando-se incontáveis Delegacias, Grupos e Setores “especializados”; assim concentrando-se atribuições, recursos humanos e materiais.A inteligência policial foi centralizada – quase monopolizada – com o fim de repressão à criminalidade organizada.Todavia a criminalidade organizada não se departamentalizou, ao contrário, se pulverizou instalando suas filiais nas bases comunitárias.Valendo-se, para buscar seus fins ilícitos – das precárias condições de trabalho dos Distritos; de cujas autoridades – além de sobrecarregadas – foram retirados poderes para exercer a prevenção e repressão de crimes em diversos setores vulneráveis, por ex.: “desmanches e vendas de componentes de veículos”.Um dos aspectos negativos da departamentalização e especialização de atividades policiais – pelas melhores condições de trabalho dadas aos servidores – foi a “elitização”.E “elitização”, sem respaldo em critérios objetivos para alocação dos recursos humanos, que acarreta a autofagia, quer pela competição entre colegas para “demonstrar maior competência”, quer pelo aproveitamento de menos graduados em detrimento dos componentes de classes mais elevadas, quer pelo puro e simples “apadrinhamento”.A tendência de toda a concentração de atribuições e recursos é descambar para o abuso: seja por excesso, seja por inércia.A concentração de poderes no órgão – diante da vulnerabilidade financeira da pessoa policial -desanda para a corrupção.Quanto maiores os poderes e prestígio de determinado órgão ou setor, menor a fiscalização das condutas.A especializada apresenta elevados níveis de produtividade e visibilidade na mídia; não raro aproveitando-se dos serviços efetivados pelos policiais de base territorial.Um exemplo: policiais apreendem e prendem em flagrante traficantes com elevada quantidade de drogas na respectiva área, mas o feito dos policiais – e o “feito de polícia judiciária”(auto de flagrante), imediatamente é avocado para uma DISE subordinada a Delegacia Seccional.Além do deletério proceder de estranhos à ocorrência (um ou outro Seccional e Diretor), quando se apropriam do trabalho buscando autopromoção; como se fossem os maiores e únicos responsáveis pelo meritório resultado.Por conseqüência: a visibilidade e a estatística só consagram os componentes da especializada. Àqueles que fizeram todo o trabalho – suportando todos os riscos – restará apenas a satisfação do dever cumprindo, além do ônus do comparecimento aos atos do Poder Judiciário. E nada causa tanto desestímulo – em qualquer área de atividade – do que ver os esforços apropriados por terceiros.A Corrupção na Polícia aproveita economicamente a pequeno grupo de pessoas.Enquanto a ostentação de riqueza desses – ou repercussão negativa dos seus atos quando denunciados publicamente – mancha a imensa maioria dos policiais.Queiram ou não, mas o crime de um é crime do todo.Por tal, deslealdade para com a Instituição – e para com todos os seus membros -é a improbidade.Denegrir a Polícia é cometer ou concorrer em crimes que deveria reprimir.Solidariedade é não se desviar.E calar por espírito corporativo é conduta abjeta; só realimenta a imagem negativa da Polícia.
Por outro lado, a Polícia Civil deste Estado necessita de institutos legais para alcançar elevados padrões de moralidade, tais como:Todas as promoções – em todas as carreiras – devem obedecer a critérios de antiguidade(apenas na classe e na carreira), e merecimento.
Tal como nas carreiras melhor organizadas legalmente.
O ideal, talvez, fosse a promoção de uma classe para outra, automaticamente, a cada 5(cinco) anos de serviço policial ininterrupto; sem incorrer em punições disciplinares.
A punição interromperia a possibilidade da promoção automática por determinado lapso, assim – além de prevenir desvios – não resultaria acomodação e ineficiência (faltas disciplinares).Promoção de Delegados à classe especial pelo mero merecimento – com ou sem critérios objetivos – é inconstitucional e eivada de imoralidade administrativa.  O CRITÉRIO ÚNICO DO MERECIMENTO PARA TRIBUNAIS SUPERIORES HÁ MUITO FOI SEPULTADO NA  MAGISTRATURA ( ERA CAUSA DE VÍCIOS E TODA SORTE DE INJUSTIÇAS COM AQUELES QUE NÃO SE DEDICAVAM A FAZER POLÍTICA INTERNA ) .É a causa da estagnação funcional; com efeitos desestimulantes nas classes inferiores .O comissionamento de Delegados – na classe imediatamente superior – é repugnante, acarretando a autodestruição da hierarquia.
Estimula competição entre os pares e conseqüente desagregação dos membros da Carreira, posto acabar vendo o companheiro como adversário. Aposentadoria compulsória ao completar 35 anos de serviço policial; com a possibilidade de promoção , neste caso, à classe imediatamente superior(caso não tenha chegado ao topo da carreira).
Inamovibilidade do Delegado de Polícia, salvo os cargos de livre nomeação e funções de polícia administrativa, por ex.: Delegacias de Trânsito.
Lembrando que a inamovibilidade do Delegado beneficiará a todos os seus companheiros de trabalho, posto a remoção de autoridades sempre arrastar consigo outros servidores policiais.
Contudo, nenhuma melhoria alcançaremos sem a conscientização e esforços dos membros do Conselho da Polícia Civil.
Deles é a maior responsabilidade pelo nosso destino funcional; deles, também, é a responsabilidade por muitas das mazelas do órgão.
Dos Conselheiros e Seccionais, sobretudo, se requer respeito e laços de afeto pelo subordinado.
A Polícia não é um time esportivo…
É uma gigantesca organização; incompatível com setores estanques e distanciados da maioria dos membros.
Por fim, a virtude é fruto de intenso exercício pessoal; também de cuidado e fiscalização externos.
De pais virtuosos, filhos virtuosos.
É a regra.
Superiores virtuosos, subordinados virtuosos.
É a regra. ( Flit Paralisante , abril de 2008 )

VIXIT! ASSIM QUE FUNCIONA: ANTEONTEM FOI O ASSALTANTE, ONTEM FOI UM TORCEDOR, AMANHÃ O ESTUDANTE; DEPOIS DE AMANHÃ SERÁ O SEU FILHO…SEU FILHO DA PUTA!…ESTREBUCHA, FILHO!…ESTREBUCHA…A POLÍCIA SÓ ESTÁ FAZENDO A PARTE DELA! 21

PM cogita erro ao usar bala letal em vez de borracha em torcedores; Mancha culpa major

O tenente da Polícia Militar César sinalizou nesta segunda-feira a possibilidade de dois torcedores do Palmeiras terem sofrido tiros de balas de calibre 12, usadas pela corporação. Foi instaurado inquérito para apurar os motivos da confusão na entrada do estádio Prudentão, domingo, antes do clássico Palmeiras x Corinthians.
MANCHA VERDE CULPA MAJOR DA PM
A Mancha Verde divulgou um comunicado acusando a polícia militar de causar os disparos que deixaram duas pessoas feridas. De acordo com a maior torcida organizada do Palmeiras, um major de nome Passos atirou contra os torcedores deliberadamente, sem que houvesse qualquer atrito entre facções rivais.

“O major deu a ordem dos tiros com munição letal, e não de borracha, em uma situação em que não houve conflitos de torcidas. Estávamos onde a polícia nos deixou. Não tinha corintiano e não tinha briga”, dizia a nota.
A Polícia também investiga o motivo do uso de projéteis calibre 12. A PM deveria usar apenas bala de borracha nesse tipo de atuação (contenção de torcidas), diz o tenente César.
“Houve munição de fogo, não munição de borracha. Encaminharemos à perícia para comparação para ver se são da PM, ou ver se são da torcida”, disse o tenente da PM.
“Se ficar constatado de calibre 12 provavelmente são de policiais nossos. Então ver por que foram disparados arma de fogo e não de borracha”, acrescentou.
Roberto Vieira de Castro Filho está em situação grave após levar um tiro na região do glúteo. De acordo com informações do corpo médico, o projétil atingiu outras partes do corpo do torcedor. Há risco de morte.
Ele foi operado e está entubado na Unidade de Terapia Intensiva sob supervisão. Segundo o hospital, a situação é delicada e inspira cuidados.
Fonte: UOL 29/08/2011

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Encaminharemos à perícia para comparação para ver se são da PM, ou ver se são da torcida”

O Tenente está certo, normalmente torcedores carregam consigo calibre 12 e a perícia tem como saber de quem é o cartucho deflagrado… o cara nem ficou vermelho antes de dar esta desculpa esfarrada! ( anonimus )

FILOSOFIA PARA FLITADORES : Mário Ferreira dos Santos ( Tietê, 3 de janeiro de 1907 — 11 de abril de 1968)…O MAIOR FILÓSOFO BRASILEIRO 12

A filosofia de Mário Ferreira
A filosofia de Mário Ferreira é constantemente elogiada por sua forma e rigor de análise. Assim como a maior parte dos grandes filósofos, parte de pressupostos aparentemente simples para chegar na resolução dos problemas de ordem maior.

Desde que passou a viver para a filosofia, no final da década de 40, ele lecionava para alunos particulares e pequenos grupos.

Seu biografo, Luís Mauro Sá Martino, conta que: ‘”Havia um problema: praticamente não existiam livros sobre os assuntos aos quais ele se referia. Filosofia era um produto importado e caro. As obras filosóficas principais não estavam traduzidas e os textos em circulação, em sua maioria, eram precários.”‘

Nessa época, início dos anos 50, Mário Ferreira arquitetou em sua mente uma obra de larga escala, a Enciclopédia das Ciências Filosóficas, na qual simplesmente trataria da base filosófica de todas as áreas do conhecimento.

Ao contrário de outros filósofos, preocupados apenas com a formulação dos pensamentos, Mário Ferreira pretendia ser lido e compreendido por todos. A Enciclopédia tinha uma clara intenção social. O objetivo era levar conhecimento ao povo e estimular a mentalidade filosófica da população.

Como não havia sequer livros suficientes com os conceitos principais da filosofia, foi preciso começar do zero, construir as bases de um pensamento filosófico e, em seguida, expor sua filosofia original.

Obra magna: Filosofia Concreta ( 1956 – 3 VOLUMES )
Obra didática ou introdutória : CONVITE À FILOSOFIA ( 1961 ) – Curiosamente: título adotado ( imitado ou plagiado ) em obra de Marilena Chauí.

Mudou-se para São Paulo em 1945, continuando seu trabalho como tradutor na Editora Flama. A partir de 1947 dedica-se unicamente à filosofia, a qual o manteria ocupado, e muito, por mais de vinte anos.

Morreu em 11 de abril de 1968.




João Alkimin: “uma autoridade residir de favor no flat de um subordinado não é no mínimo improbidade administrativa?… nunca fui fumar charutos ou degustar vinho com subordinados em frente ao Palace, portanto tenho minha consciência tranquila” 11

Vejam a veja

Estarrecedor a matéria da revista Veja desta semana com referência ao Ministro José Dirceu.

Quando eu fui o primeiro a divulgar o sorrateiro encontro do Secretário de Segurança Ferreira Pinto com o jornalista Mario Cesar Carvalho em um shopping de São Paulo Capital, diga-se de passagem, local público com pessoas públicas, um Secretário de Estado e um jornalista, a grande mídia partiu para o ataque falando que aquilo era espionagem contra o Secretário.

E a matéria da Veja em que foi filmado encontros do ex Ministro José Dirceu com autoridades, saliente-se dentro de um hotel e ao que tudo indica com câmeras camufladas.

Ora, isso é claramente violação ao artigo 150 do Código Penal “entrar ou permanecer clandestina ou astuciosamente ou contra vontade expressa ou tácita de quem de direito em casa alheia ou sem suas dependências”, segundo parágrafo 4º do mesmo artigo “a expressão ‘casa’ compreende:

I – qualquer compartimento habitado;

 II – aposento ocupado de habitação coletiva;

III- compartimento não aberto ao público onde alguém exerce profissão ou atividade. Pois bem, a própria matéria da revista Veja informa que o acesso ao andar ocupado pelo ex Ministro José Dirceu somente se procede mediante cartão magnético exclusivo do hospede, portanto a entrada, filmagem e permanência foram astuciosas e clandestinas, sendo mais claro criminosas.

Quando a matéria dada como no caso do encontro no shopping por um blog do interior e repercutido pelo Flit Paralisante é espionagem, quando é feito pela revista Veja “é esforço de reportagem” podendo concorrer inclusive ao prêmio Esso de jornalismo.

Gostaria de saber quais os motivos que levam essa revista a atacar com tanta virulência aqueles que não se perfilam ao lado do governo PSDB. Pois na mesma edição o Deputado Campos Machado, presidente do PTB e o Deputado Edinho Silva do PT vindo com uma chamada criminosa, infame, deselegante “as caras do crime”, criminosa é a matéria, os Deputados tem o direito de apresentar a matéria que quiserem e mais a transferência da Corregedoria da Policia Civil para o gabinete do Secretário é inconstitucional, bastaria que alguma associação de classe dos policiais ingressasse com uma ADI, mas com certeza por temor a represálias do Secretário Ferreira Pinto não o farão.

Balela que o gabinete do Secretário terá condições de acabar com a suposta banda podre é só ver o que a policia militar anda fazendo e mais supostamente sumiram do DENARC mais de 200 kg de cocaína e o diretor foi escolhido a dedo pelo Secretário, o DEIC para investigas e reprimir o crime está completamente parado e o diretor foi escolha do Secretário de Segurança Pública, o DPPC está parado e seu diretor foi escolha do Secretário de Segurança Pública, o DEMACRO e o DECAP parados e seus diretores escolhas do Secretário de Segurança Pública. 

Diz também a matéria que 223 policiais foram exonerados quero aqui lembrar e é o que me vem a mente dentre tantos outros que o Delegado Conde Guerra foi exonerado ilegalmente e com certeza irá retornar e a população, é bom que saiba, irá pagar não somente seus salários atrasados como uma eventual ação por dano moral ao Estado.

Estranha também a matéria ao fazer referência a dois Delegados, Marco Antonio Desgualdo é acusado de fazer parte da banda podre, no entanto algumas semanas atrás ao assumir um cargo como divisionário do DIRD foi solenemente elogiado as escancaras pelo Secretário Ferreira Pinto.

O advogado Ivaney Cayres de Souza repito advogado, pois se aposentou, não é mais Delegado, mostra a desinformação da revista que desconhece que primeiro Ivaney não é mais Delegado de Policia e segundo, não existe nenhuma denuncia formal contra o advogado Ivaney Cayres de Souza sobre o tempo que foi diretor do DETRAN.

É inacreditável que se gaste uma página de uma revista para se atacar a honra e dignidade das pessoas.

Uma duvida me assalta: Quanto custa uma página em uma revista de circulação nacional?

Certamente não é pouco dinheiro.

Por derradeiro algumas coisas me intrigam, uma autoridade residir de favor no flat de um subordinado não é no mínimo improbidade administrativa?

Não deveria o MP tão interessado em moralidade investigar esses fatos?

Eu nunca fui fumar charutos ou degustar vinho com subordinados em frente ao Palace, portanto tenho minha consciência tranquila.

Tenho informações que virão novas matérias atacando a todo aquele que tem a ousadia de não se curvar aos interesses da revista Veja ou não compactuar com seus entendimentos, lamentável que uma revista como essa se digne hoje a praticar invasão de domicilio e desonrar as pessoas.

A editora Abril que sempre primou pela seriedade não deveria se sujeitar a tais atos.

João Alkimin

 http://www.vejosaojose.com.br/joaoalkimin.htm

‘Furto subiu, mas roubo caiu’ 4

29/08/2011

Roubos e furtos aumentam 50% na Líbero Badaró, a ‘rua da segurança’

Josmar Jozino
do Agora

Aumentaram 50% os furtos e roubos na “rua da segurança”, a Líbero Badaró (região central de SP), no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010.

Nessa rua ficam as sedes da SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública) e da DGP (Delegacia Geral de Polícia).

Foram 69 crimes de furtos e roubos contra 46, segundo o Infocrim (Informações Criminais), o serviço de consulta criminal do governo do Estado. A SSP contesta os números.

Central de flagrantes não garante BO em 20 minutos 32

29/08/2011

Fabiana Cambricoli
do Agora

Mesmo após a implantação das centrais de flagrantes na capital, a espera por um boletim de ocorrência pode chegar a quase duas horas em algumas delegacias da cidade.

Entre julho e agosto, nove dessas centrais foram implantadas para atender apenas policiais com registros de flagrantes e deixar os 93 DPs da cidade livres para o atendimento ao cidadão.

Com as centrais, o governo do Estado disse que os boletins passariam a ser registrados em até 20 minutos.

 

29/08/2011

‘Melhora foi significativa’, diz secretaria

Fabiana Cambricoli
do Agora

A Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou que houve significativa melhora na prestação dos serviços após a implantação das centrais.

Diz que o tempo médio para o registro de um BO tem variado de 20 a 25 minutos –antes demorava até três horas.

Quanto aos problemas estruturais, disse que eles “estão sendo corrigidos”.

2.500 pessoas protestam contra a violência no Morumbi, em SP…A PM não empregou bombas, cacetetes; tampouco palavras deselegantes como: PHODAM-SE FILHOS DA PUTA! ( não havia representantes da comunidade Paraisópolis ) 29

28/08/2011 – 14h33

2.500 pessoas protestam contra a violência no Morumbi, em SP

DE SÃO PAULO

Moradores do bairro do Morumbi, na zona oeste de SP, fizeram, neste domingo (28), um protesto contra os altos índices de violência registrados na região. Intitulado “SOS Morumbi – Chega de Violência”, a manifestação reuniu cerca de 2.500 pessoas na praça Vinícius de Morais, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista

Segundo informações da Polícia Militar, o protesto começou às 10h30 e foi considerado pacífico. Empunhando faixas e cartazes, os manifestantes organizaram um abraço simbólico na praça, onde ficaram por quase uma hora e meia.

Os moradores reivindicam a presença de mais policiais no bairro, uma melhor administração pública e a instalação de uma base policial na área.

Um levantamento divulgado recentemente pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo, afirma que, só no primeiro semestre deste ano, foram registrados na região 171 casos de lesão dolosa, 1.131 roubos e 316 furtos de veículos.

  Carlos Cecconello/Folhapress  
Moradores do Morumbi fazem protesto contra a onda de assaltos no bairro; manifestação reuniu 2.500 pessoas

CONCURSEIRO DENUNCIA OPORTUNÍSTICO E AGRESSIVO MARKETING DA LIVRARIA SARAIVA EDITORA DA OBRA “MANUAL ESQUEMÁTICO DE CRIMINOLOGIA” DO DELEGADO NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO – PROFESSOR DA ACADEPOL E DE CURSOS PREPARATÓRIOS ESPECÍFICOS PARA QUEM QUER SER APROVADO …FIQUEM DE OLHO : PRA TUDO TEM ESQUEMA! 14

Ontem, dia 27/08 ( sábado ), o D.O. trouxe ( finalmente ) a data de realização da prova objetiva do concurso para Delegado de Polícia em SP.
Uma das matérias do edital é a criminologia.
 Terror de qualquer estudante, a matéria é tão vasta que fica impossível focar em determinado tópico, ou de reforçar os estudos sobre determinado assunto, uma vez que todos são cobrados ( sem exceção ) nos concursos estaduais Brasil afora ( Delegado e MP ).
Pois é.
Por algum acaso, no dia 27/08 ( repita-se : no mesmo dia em que publica-se a data da prova ), por algum acaso do universo, a livraria SARAIVA ( maior vendedora de livros no país ) envia a seus clientes cadastrados a oferta de lançamento de um livro de CRIMINOLOGIA, com foco em concursos, de autoria de UM DELEGADO DE POLÍCIA  – PROFESSOR DA ACADEMIA E CURSOS PREPARATÓRIOS
Em razão da dificuldade em digitar, apenas  colo  link da ´´oferta´´ :
É muito curioso a coincidência entre a POSIÇÃO FUNCIONAL DO AUTOR DENTRO DA INSTITUIÇÃO E A ORGANIZADORA DO CONCURSO.
Gozado ( sem besteira ) também o encaixe perfeito entre A DATA DA PUBLICAÇÃO DO DIA DAS PROVAS E A ESPONTÂNEA AGRESSIVIDADE DO MARKETING EM RELAÇÃO A UM LIVRO DIRECIONADO PARA CONCURSOS DAQUELA MATÉRIA QUE TIRA O SONO DE MUITO CONCURSEIRO SÉRIO.
Só para constar, até o dia 26/08 o único livro com esse foco é de um promotor mineiro, Lélio Braga Calhau.

b) Criminologia

- O conceito, método, objeto, sistema e funções da Criminologia.

- A Criminologia como ciência e a interdisciplinaridade.

- Conceitos de crime, de criminoso e de pena nas diversas correntes do

pensamento criminológico (nas Escolas Clássica, Positiva e Técnico-Jurídica e

na Criminologia Crítica).

- Vitimologia.

- Criminologia científica e os seus modelos teóricos.

- O homem delinquente. Teorias bioantropológicas, psicodinâmicas e psicopsicológicas.

- A sociedade criminógena. Sociologia Criminal e Desorganização Social.

Teorias da subcultura delinquente e da anomia. A perspectiva interacionista.

- A Criminologia e o Paradigma da Reação Social.

- Criminologia na América Latina e as agências de controle.

- Criminologia e Política Criminal.

- Criminologia e Ciência Criminais.

- Criminologia e o Sistema de Justiça Criminal.

- Criminologia e o papel da Polícia Judiciária.

- A criminologia no Estado Democrático de Direito.

ANEXO II

http___www.imprensaoficial.com.br_PortalIO_DO_GatewayPDF.aspx_pagina=247&caderno=Executivo I&data=27_08_2011&link=_2011_executivo secao i_agosto_27_pag_0247_1O1TALBOJT2O3e82E7RMC5CV7II

“Acreditar que a execução sumária praticada pela PM vai acabar é o mesmo que acreditar na conversão de Saulo na estrada de Damasco” 23

Enviado em 28/08/2011 as 16:28 - MATHEUS

Meus recorrentes comentários sobre as gravíssimas e reiteradas violações da dignidade da pessoa humana perpetradas por integrantes da Polícia Militar com incentivo velado de quem conduz a política de segurança pública do Estado.

O ouvidor das polícias deste Estado, em reiteradas oportunidades, manifestou sua preocupação e profunda indignação com o futuro da segurança pública, em razão de fatos concretos, que evidenciam de forma recorrente, as graves violações dos direitos humanos praticadas por integrantes da polícia militar deste Estado.
Gravíssimos fatos ocorridos recentemente, tais como: 1) o espancamento com morte de um rapaz diante da mãe na Zona Norte; 2) a execução sumária de um rapaz no cemitério, a luz do dia, visualizada e, felizmente, filmada por uma cidadã que lá se encontrava reverenciando um familiar; 3) a execução coletiva, sem uma explicação convincente no Supermercado Compre Bem e o impressionante “estrebucha filha da puta”, como frase de passagem pronunciada pelo algoz à vítima que acabara de “abater” não é a gota d’água, mas sim a gota de sangue. Marca dessa política de segurança que não tem levado a nada, basta ver que os indicadores de crimes graves só aumentam no Estado, assim como a rivalidade e hostilidade entre os integrantes das forças de segurança da pasta.
Corroborando com esse trágico cenário apresentado a opinião pública nacional e internacional como sendo o cartão de segurança pública do Estado para os importantes eventos esportivos internacionais que se avizinham e que terão nosso país como sede, causa-nos enorme indignação saber que magistrado de tribunal de exceção, conhecido por Justiça Militar Estadual, manifesta seu voto em acórdão, no sentido de que apenas a PM deveria apurar com exclusividade, em procedimento administrativo denominado inquérito policial militar, os crimes de morte praticados contra civis
Sr governador, não basta inovar na nova armação de seus óculos, é preciso enxergar que essa situação é insustentável. Tratamento visivelmente diferenciado entre as instituições policiais, levando importantes lideranças políticas do Estado, que sempre estiveram ao seu lado, na vitória e na derrota, a retirarem o irrestrito apoio que sempre lhe deram.
Concitamos o CNMP, o Conselho Nacional da Magistratura, bem como entidades nacionais e internacionais de direitos humanos a acompanharem os acontecimentos na área de segurança pública que se desenvolvem em São Paulo. Vamos passar a exigir que na divulgação trimestral das estatísticas, o governo se comprometa a divulgar com transparência o
novo indicador de letalidade policial “ESTRBUCHA SEGUIDO DE MORTE”.
Como somos ineptos e letárgicos, nada criamos, tudo copiamos, plagiando importante autoridade pública, assim nos manifestamos: “Acreditar que a execução sumária praticada pela PM vai acabar é o mesmo que acreditar na conversão de Saulo na estrada de Damasco”

Dr. ANTONIO FERREIRA PINTO: honradez só no discurso de combate à corrupção…É o marketing pessoal do chefe da Pasta a serviço dos que apreciam e se deliciam dos frutos ( da corrupção e do marketing ) 7

22/06/2011 às 15:15 | #15 - por  WINDOR CLARO GOMES
Citação | Editar
 

Dr. Guerra,

Desculpe-me pelo texto exageradamente longo. Falta-me boa capacidade de síntese. Mas o tema que abordo abaixo, acho valer a pena para o bom debate!

Favorecimento de delegados de polícia pela Corregedoria da Polícia e o Secretário de Segurança.
Começo a dizer, a respeito desse tema, que acho que não se deve restringir essa questão à gestão do atual Secretário de Segurança Pública, porquanto não sou daqueles que entendem que o acobertamento e até o estimulo a irregularidades sejam decorrência apenas da forma específica de gerenciamento do Dr. ANTONIO FERREIRA PINTO. Pois, na minha percepção, irregularidades e ilicitudes já ocorriam antes e continuam a ocorrer hoje, diariamente, aos olhos omissivos, inocentes ou cegos de todos, inclusive dele e de todas as instituições – até mesmo do próprio Governador do Estado. E tudo como se fossem coisas lícitas, legais e perfeitamente normais no serviço público estadual e albergadas por nossa legislação!

Isto é, que não se deve olvidar que favorecimentos já ocorriam! E eu que o diga, como vítima viva disso!

Claro que cada um de nós deve conhecer ao menos um fato específico. Mas como as provas são sempre difíceis de serem apresentadas, vou citar aqui, exemplificativamente, um ocorrido comigo, em 2003, por me parecer ser bastante emblemático da desfaçatez gerencial que nos assola, tudo para o acobertamento (doloso, culposo ou inocente ou ingênuo) de gravíssimas irregularidades cometidas por delegados de classe superior, no caso do então Diretor do DEINTER-2 e um de seus à época divisionário.

Naquela ocasião o Secretário de Segurança Pública era o hoje Secretário dos Transportes, Dr. Saulo de Castro Abreu filho, que apoiou pronta, cega e incondicionalmente toda uma articulação hierárquica condescendente para punição deste subscritor e para o abafamento do caso. E apenas por que somente reagi, cumprindo o meu indeclinável dever de não condescender com condutas ilícitas, às gravíssimas irregularidades cometidas por referidas autoridades na remoção de carcereiros da antiga Cadeia Pública 11 (hoje, o CDP de Americana), representando contra ambos, vez que o fazerem coagindo e ameaçado escandalosamente esses policiais para obrigá-los a assinarem os respectivos requerimentos de transferência e para tomarem posse imediatamente em municípios bem distantes, quando na verdade deveriam materializar essas transferência através de atos da iniciativa da própria administração, fundamentando-os no interesse público e policial, portanto, sem dependerem de quaisquer requerimentos, bem como esperarem, ao menos, a publicação dos atos no Diário Oficial para que cada pudesse assumir seus cargos, tal como estabelece a legislação.

Na época, através de uma descabida instauração de um processo administrativo disciplinar buscaram, pasmem, a minha demissão somente por eu ser autor dessa representação e por terem ficado indignados pelo fato de que o caso havia se tornado público através de reportagens pela mídia. Me a reportagem dizendo que eu havia me recusado a falar a respeito, para proteger os malfeitores, fui acusado, sem qualquer prova nesse sentido, de haver dado entrevista a respeito, e transferiram-me compulsoriamente para São José dos Campos, tudo com o conhecimento e endosso secretarial. Claro que naturalmente dissimulando o ato de remoção no interesse do serviço policial, tirando-me portanto do 2º DP de Americana, unidade de 2ª classe, e jogando-me no Plantão Policial Sul de São José dos Campos, em grave e manifesta ofensa ao verdadeiro interesse público e à própria legislação, posto que para isso precisaram substituir-me na minha unidade de origem, que era e é de 2ª classe, por um delegado de 4ª classe! E ao mesmo tempo que mantinham e mantiveram delegados de 4ª e 3ª classes em unidades policiais de São José dos Campos, em 2ª e em 1ª classes, grave violação do interesse público, senão até com improbidade administrativa.
Assim, não bastasse a indiscutível mendacidade das alegações e justificativas usadas na época, não hesitaram sequer em afrontar textualmente o disposto no art. 32, da Lei complementar nº 207/79 (“Artigo 32 – O Delegado de Polícia só poderá chefiar unidade ou serviço de categoria correspondente à sua classe, ou em caso excepcional, à classe imediatamente superior)”. E para não passarem atestado do absurdo comigo praticado, coonestando-o inclusive, o então Secretario Saulo puniu-me ao fim do processo administrativo, com pena de advertência como se eu tivesse praticado, em algum momento, algum ato ilícito.
Ou seja, puniram severa e exemplarmente o denunciante, apenas para blindar e favorecer os verdadeiros infratores, pela grande e gravíssima ousadia de minha parte em ter representado contra tão importantes autoridades. E responsável mor por essa proeza, que penso merecer ficar nos anais do governo do estado, continuou e ainda é, hoje, o importante secretário de estado, agora na pasta dos transportes.

E acho que porque não havia mesmo como justificar fática e juridicamente a minha punição, então o Secretário Saulo – pasmem outra vez! -, não cuidou de demonstrar ao menos, seja em qualquer dos pareceres antecedentes e ou em qualquer das provas dos autos, no que exatamente teria consistido a minha conduta supostamente infracional justificadora de sua decisão. Aliás, à exemplo dos relatórios e pareceres precedentes, também não cuidou sequer de rebater qualquer das minhas teses de defesa, de modo que ele pudesse, ao menos, dar a aparência de minimamente amparada ou justificada a reprimenda disciplinar aplicada.

E não foi só! A despeito das provas documentais e testemunhas juntadas e noticiadas pela imprensa, inclusive declarações dos carcereiros coagidos, asseverando a coação e as ameaças hierárquicas, sequer teria cuidado de ao menos cobrar ou responsabilizar a Delegacia Geral de Polícia e a Corregedoria da Polícia Civil pela não instauração, ao menos, de algum procedimento de investigação contra os Diretores acusados, preferindo mante-los, garbosamente, no mesmo cargo até a aposentadoria compulsória do Diretor do DEINTER-2, um ou dois anos depois!

Assim, é por conta ou como decorrência dessa forma que entendo acumpliciada de gerenciamento e muito arraigada nos altos escalões hierárquicos, que continuo até hoje, mesmo sendo delegado de 2ª classe há mais de quinze anos, e mesmo havendo sabida falta de delegados de 2ª classe em São José dos Campos, para onde fui na época transferido, e em várias outras cidades do estado, amargando há mais de oito longos anos a verdadeira e mais grave pena já aplicada a um delegado de polícia, qual seja a condenação de ser, pelo resto da carreira, somente um reles e perpétuo plantonista daquela cidade, para cuja função poderiam perfeitamente ser escalados delegados de quaisquer classes inferiores (5ª, 4ª e 3ª). E ao mesmo tempo em que, diariamente, um festival de autorizações em classe superiores, inclusive na 2ª classe, são concedidas e publicadas a outros, ou que acúmulos de titularidades de unidades são distribuídos para o aumento de salário, sobretudo aos protegidos e apaniguados dos gestores, com ônus real e desnecessário aos contribuintes, conforme é fácil se perceber pelo próprio Diário Oficial do Estado, inclusive na cidade de São José dos Campos.

Mas, como o objeto deste artigo não é esse fato, que ora menciono apenas em reforço à minha tese aqui esposada, maiores detalhes ficarão, quem sabe para um artigo futuro, ou uma nova representação, já em fase de estudo, bem como para pesquisas nos autos de PA ou na ação ajuizada e em andamento perante a 9ª Vara da Fazenda Pública Estadual (proc. nº 0120645-17.2008.8.26.0053 – 053.08.120645-8).

Portanto, voltando ao tema central deste artigo, preciso dizer que me espanta muito a sociedade não se dar conta de que os mais graves e mais sérios problemas na Polícia Civil de São Paulo são decorrentes muito menos dos defeitos pessoais e individuais de cada dirigente e muito mais dessa forma já eternizada e acumpliciada de se dirigi-la, onde as regras contidas na legislação tem tão pouco ou nenhum valor quando confrontadas com a opinião ou a vontade pessoal e soberana de cada dirigente de plantão, sobretudo quando do próprio Secretário de Segurança! E que reside exatamente nesse formato de gestão pública a maior e mais grave forma de contaminação de nossa instituição, na medida em que ele acaba sendo naturalmente aplicado do mais alto ao mais baixo escalão. Também, que é isso que propicia e cultiva o nefasto hábito das autoridades de realçarem bem mais a compreensão do seu superior sobre o fato ou sobre a decisão a ser tomada do que propriamente o seu verdadeiro entendimento jurídico sobre o preconizado em nossa legislação!

Aliás, a minha compreensão é a de que os Secretários de Segurança costumam agir sistematicamente nessa contramão (uns mais, outros menos, mas, sobretudo o atual!), portando-se sempre como verdadeiros deuses ou semi-deuses perante seus diretos subordinados da Polícia Civil, quando não decidindo com as mãos dos delegados de polícia que lhe são diretamente subordinados, ou influindo e interferindo diretamente em decisões e atos de competência exclusiva destes. E que é exatamente por isso que essa mesma cultura acaba sendo adotada e solidificada em toda a linha hierárquica, num efeito dominó extremamente perverso e com todas as consequências funestas decorrentes, uma vez que os delegados de polícia são e devem ser subordinados diretamente à legislação – e só a legislação -, tomando-a exclusivamente como parâmetro de suas ações e decisões!

E sou de opinião de que se os últimos Secretários de Segurança tivessem agido realmente apenas dentro do que preconiza e lhe confere a legislação em seus relacionamentos com a Polícia Civil, que isso naturalmente a teria obrigado em toda sua hierarquia, fazendo-a bem melhor. Poia a teria imposto, em conseqüência, a mesma cultura em relação às autoridades policiais subordinadas, que se veriam compelidas a igual modo de gerenciamento junto a seus respectivos subalternos, assegurando assim a cultura da prática dos atos administrativos somente dentro dos balizamentos exigidos para a administração publica (arts. 37, da Constituição Federal, e 4º e 111, da Constituição Estadual, e, em especial, a Lei Estadual nº 10.177/98).

Daí a razão pela qual tenho como crucial se compreender que a Polícia Civil, diferentemente da sua co-irmã, não pode continuar sendo gerida como uma instituição militar, a começar por sua grande estrutura verticalizada de hierarquia. E que é urgente deixar-se de se impor e se cobrar dos delgados de polícia obediência hierárquica cega, tal como não se pode exigir nem mesmo de militares comandados, principalmente através do assédio que se faz através das constantes transferências, mudanças de cargos e movimentação de pessoal, cujo escopo final é sempre, ocultamente, o da obtenção da fidelidade incondicional nas vontades gerenciais não escritas ou que não podem ser documentadas, sobretudo porque o parâmetro das ações de um delegado de polícia precisa ser somente às regras contidas na legislação vigente e não às orientações ou recomendações e quiçá aos pedidos e exigências extra-autos que lhes possam ser passados!

A rigor, tenho que a gênese de todos os nossos problemas, a começar pelo nível elevado de corrupção dentro de nossa instituição e da má remuneração que recebemos, está exatamente nesse formato distorcido de gerenciamento e para o qual entendo o Dr. ANTONIO FERREIRA PINTO estar contribuindo bem mais gravemente, superando inclusive seus antecessores. Pois embora paradoxal, o poder imperial que ele parece encarnar no combate à corrupção tem sido, em minha opinião, ao contrário do que ele estaria propalando, o que mais estaria estimulando e propiciando hoje a efetiva locupletação da corrupção, posto que reside exatamente nesse poder sub-reptício, não documentado, ou, quando muito, dissimulado em atos administrativos nulos ou eivados de nulidades, o que mais afasta as autoridades mais legalistas e afinadas com o verdadeiro interesse público dosmais importantes cargos. Ou seja, a verdadeira causa que mais marginaliza sempre as autoridades avessas às mazelas e que as exclui sistematicamente do verdadeiro centro de poder e de direção na polícia, justamente por serem também estas as que oferecem ou podem oferecer maior resistência a essa forma perniciosa de gerenciamento, e em face da enorme dificuldade do superior em conseguir seus objetivos escusos ou, ao menos, de domesticá-las ou de com elas conviverem pacificamente.

Também, que o reflexo disso é que o espaço que deveria ser ocupado por estas, acaba invariavelmente destinado às menos honradas ou menos afetas ao rigorismo da legislação, ou ao menos, às que não questionam az mazelas de gerenciamento. Faz com que com estas monopolizem listas de promoções por merecimento e às posições de maior destaque na instituição, constituindo-se em verdadeiro prêmio pelo desvio de conduta, ou até pelo simples fato de que são elas as que mais facilmente se adaptam a esse formato e ao discurso fácil e falacioso desse falso rigorismo no combate da corrupção já eternizada, ou na busca do resultado a qualquer custo, inclusive com a prática até de crimes e com o desrespeito às leis com esse objetivo, ao mesmo tempo que costumam ser também as que mais tomam decisões estimuladoras e favorecedoras das estruturas de corrupção.

Assim, independentemente da boa vontade ou do mérito da honradez do discurso do atual Secretário de Segurança, entendo que a sua gestão tem andando sim na contramão do que ele apregoa, e que ele está muito longe de prestar grandes serviços ao povo de São Paulo. Pois uma coisa são os discursos e a declaração de rigorismo no combate à corrupção, outra são os resultados por ele atingidos.

Ou o Dr. ANTONIO FERREIRA PINTO entende ao menos isso, ou ficará, no melhor das hipóteses, enxugando gelo enquanto responsável maior por prover a segurança pública no estado, quando não servindo, ao menos, de inocente útil para os gestores que apreciam e se deliciam dos frutos da corrupção. Pois não bastam suas boas intenções. É preciso ter a humildade ou a capacidade de perceber que, no essencial mesmo, a Polícia Civil não melhorou em absolutamente nada em sua gestão, se de fato se quiser aprimorá-la.

Também, que o que de fato aumentou teria sido apenas o seu marketing positivo e eficaz à frente de tão importante Secretaria, somente conseguido através do fato novo e diferente implantado com a avocação da corregedoria para o seu gabinete, e se ignorando o malefício que isso está também a causar no seio policial civil. Pois não se pode olvidar a compreensão mediana hoje existente no âmbito da Polícia Civil da vigência, na verdade, de uma espécie de terrorismo na apuração das infrações, e do aumento da insegurança que teria passado a existir a todos que, justa ou injustamente, estariam caindo nas malhas de suas apurações, principalmente pela convicção generalizada da parcialidade e da falta de isenção na condução dos processos e nos seus respectivos julgamentos, que estariam atendendo muito mais ao anseio do marketing pessoal do chefe da Pasta.

Compreender-se, portanto, que assim como antes, não estaria prevalecendo o que de fato se acha inscrito na legislação, mas principalmente o que mais pensa e deseja a hierarquia – por sinal, raramente a melhor hierarquia -, à qual logo e mais facilmente continuam se afinando sempre os mais envolvidos e comprometidos com as mazelas, irregularidades e, sobretudo, com a corrupção!

Mas, como a adoção dessa compreensão nos parece improvável, não consigo vislumbrar hoje real valor à sociedade no seu trabalho à frente de tão importante Secretaria.

É como penso! Pena que pareço ser a única pessoa que assim pensa!

WINDOR CLARO GOMES – Delegado de Polícia

 

O Dr. Windor Claro Gomes, experiente profissional da Polícia Civil , representou junto ao Ministério Público, questionando o sistema de indicação de acúmulo de titularidades em São José dos Campos…NO POPULAR: NÃO SE DÁ VEZ AOS DESAFETOS ( MAIS EXPERIENTES E COMPETENTES ) PARA QUE OS AMIGOS ( DA BOQUINHA ) RECEBAM O GAT…A IMPROBIDADE É MANIFESTA, MAS O MP NÃO ADOTARÁ QUAISQUER PROVIDÊNCIAS; O Dr. WINDOR GANHARÁ UM PAD DO FAXINEIRO DA PC: O Dr. PINTO ( Aunque digas vaginar la policia…Mientras … Cuánto cobras por la vaginada ) 25

Delegado denúncia ao Ministério Público, esquema em São José dos Campos.

NOSSA REGIÃO
NOSSA REGIÃO

August 28, 2011 – 04:00

Polícia sofre com a falta de delegados na região

Fuga na Diju em São JoséCláudio Vieira

SSP promete contratação por meio de concurso mas, enquanto isso, investigações são prejudicadas

Filipe Rodrigues
São José dos Campos

Procuram-se delegados no Vale do Paraíba. Em pelo menos nove delegacias da região, não há delegado titular fixo e profissionais de outros distritos têm atuado de forma improvisada.
Para atuar em duas delegacias, o profissional recebe remuneração extra.
Em São José, o Ministério Público investiga os critérios usados pela delegacia seccional para nomear delegados em distritos ‘vagos’.
Segundo o Sindicato dos Delegados, fazer com que o profissional atue como titular em duas delegacias prejudica a investigação.
A Secretaria de Segurança Pública diz que distritos sem delegados são os que têm baixos índices criminais.

Ação. O delegado Windor Claro Gomes, plantonista no 3º DP, encaminhou ao MP no início do mês representação questionando os critérios para nomeação de delegados.
Na representação ao MP, ele diz que há delegados para ocuparem essas funções na cidade, mas estes não são nomeados. A representação afirma que a seleção atual gera prejuízos aos cofres públicos.
O caso está na 7ª Promotoria Cível. O promotor Fábio Antonio Xavier de Moraes, que recebeu a acusação, solicitou esclarecimentos para a delegacia seccional e a Secretaria de Segurança Pública.
“O que queremos saber é se está havendo desperdício de dinheiro público e que medidas podem evitar prejuízos.”

Cálculo. De acordo com uma lei de 2007, o delegado que atua em mais um distrito, recebe a GAT (Gratificação por Acúmulo de Titularidade).
Para acumular funções, o delegado ganha um adicional que equivale a um trigésimo do seu salário por dia trabalhado.
Procurado por O VALE, o delegado que fez a representação não quis se pronunciar.

Investigação. Para George Melão, presidente do Sindicato dos Delegados do Estado, o principal prejuízo da falta de delegados é no setor de investigação. “O delegado não consegue se dedicar aos crimes de uma região ou de um padrão. Quando há rodízio, o inquérito anda mais lento devido à troca de delegados em um caso.”
A falta de delegados não é uma exclusividade da região, segundo Melão. Ele afirma que há um déficit de 300 delegados no Estado. “Todo o dia saem delegados de São Paulo. É delegado que vai para lugar que paga melhor ou passa em concurso e não há reposição. O Estado prefere fazer o delegado se desdobrar.”

Exemplo. A Diju (Delegacia da Infância e Juventude) de São José está sem delegado titular desde abril. Desde então, têm sido feitos rodízios.
No dia 11 de julho, seis jovens infratores fugiram do local após render o único vigia. Até agora, apenas três menores foram detidos.

 

Delegacias
Déficit
Levantamento feito nas delegacias pelo O VALE aponta que pelo menos nove delegacias da região não possuem delegados titulares exclusivos e têm sistema de rodízio com titulares de outros distritos

Remuneração
Extra
Delegados que trabalham em duas delegacias recebem um adicional para isto, segundo lei de 2008, no entanto, trabalho de investigação ficaria prejudicado

Polêmica
Seleção
Em São José, um delegado questiona junto ao Ministério Público os critérios para selecionar aqueles que irão responder pela delegacia e receber a gratificação

Outro lado
Concurso
A SSP realizará concurso para contratar 140 delegados

 

SSP diz que aguarda concurso
São José dos Campos
A Secretaria de Segurança Pública informou por meio de nota que nas cidades com baixos índices criminais não há delegado titular fixo, mas é feito um revezamento em que cada delegado atua na cidade por no máximo três meses.
É o caso aqui na região de cidades como Monteiro Lobato, Santa Branca, Areias, Redenção da Serra e Santo Antônio do Pinhal.
Sobre representação feita ao MP, a SSP tem conhecimento e analisa os padrões para a seleção de delegados.
A pasta também afirma que tem concurso público em andamento para a contratação de 140 delegados. Outros 361 delegados, que trabalham no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e Ciretrans, retornarão à Polícia Civil assim que se completar a transferência do Detran para a Secretaria de Gestão Pública.

http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/policia-sofre-com-a-falta-de-delegados-na-regi-o-1.149648

Em vez de ‘cala a boca’, o policial agora diz ‘pois não, senhor, quero ouvi-lo’ ( Pelo que sei a boçalidade – há tempos – é minoria ) 36

‘Nos humilharam por 40 minutos’, diz rapaz de vídeo

Borracheiro aparece nas imagens em que, ao lado de seu tio, é xingado e ameaçado por PMs enquanto está algemado no chão

‘Policiais pisaram na minha cara’, afirma sobrevivente; comando da PM apura se houve omissão de socorro

ANDRÉ CARAMANTE

DE SÃO PAULO

“Ficamos uns 40 minutos ali no chão, caídos, esperando ser levados para o hospital. Alguns dos policiais pisaram na minha cara. Tomei seis tiros e sangrava bastante. E eles riam sem parar.”
A descrição é do borracheiro Diego Arruda Ramos, 20. Vestindo blusa amarela, é ele quem aparece em um vídeo gravado por PMs no qual dois homens cobertos de sangue são xingados e ameaçados. As imagens foram reveladas quarta-feira pela Folha.com.
Encontrado pela reportagem ontem na periferia da zona leste paulistana, Ramos aparece nas cenas ao lado do tio Tiago Silva de Oliveira. “Estrebucha!” foi uma das frases ditas por PMs enquanto Oliveira agonizava no chão.
A dupla havia acabado de roubar uma metalúrgica.
Na fuga, os dois foram baleados por um guarda-civil.
Ferido por um tiro na cabeça, Oliveira morreu depois de três dias. Ramos tomou seis tiros e, após um mês internado, voltou para casa.
“Foram momentos de pânico. Um dos PMs disse que eu ia morrer a caminho do hospital. Agora, tenho medo de ser morto por vingança.”
Ele afirma que não tem condições de reconhecer os policiais que o humilharam.
A PM informou que a acusação de Ramos sobre os 40 minutos à espera de socorro é investigada. O comandante da corporação, Álvaro Camilo, pediu desculpa a familiares de Oliveira e disse que o caso é apurado com “rigor”.
Ontem, a Corregedoria da PM interrogou os dez policias que estiveram no local onde a dupla aguardava socorro. Todos os PMs estão detidos.
A intenção dos investigadores é descobrir qual dos dez gravou o vídeo e por qual motivo. A Corregedoria trabalha com a informação segundo a qual a filha de um deles pode ter vazado as imagens.
Questionado ontem sobre o caso, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que os responsáveis serão punidos.
“Aquilo é um ato criminoso, criminoso. Estamos verificando se isso era de conhecimento da polícia para sua apuração. E vão ser rigorosamente punidos”, afirmou.

MENSAGENS
O vídeo foi publicado na Folha.com às 18h10 da quarta. Imediatamente, centenas de leitores começaram a comentar a atuação dos PMs. Até ontem, já havia 1.780 mensagens sobre o caso.
A maior parte dos leitores defende a conduta dos policiais militares no episódio.

Colaborou VANESSA CORREA

BONS MODOS

‘CALA A BOCA’ VAI VIRAR ‘POIS NÃO’ NA PM
“Em vez de ‘cala a boca’, o policial agora diz ‘pois não, senhor, quero ouvi-lo’”, informou ontem a Secretaria de Segurança Pública de SP. As frases são um exemplo “da mudança de fala e de postura” recomendada a PMs no curso do sistema Koban -a polícia comunitária japonesa- que terminou anteontem.

Juízes não consideram a tortura um crime grave 4

Brasil: Tortura é rotina em presídios

Generalizada e institucionalizada desde a Ditadura Militar, a prática de violência nas prisões brasileiras conta com a cumplicidade e omissão dos agentes públicos e das autoridades. É isso que uma comissão da ONU deverá constatar, brevemente, em visita ao Brasil – um vexame.

Por Lúcia Rodrigues

No próximo mês uma delegação da ONU virá ao país para verificar o que acontece atrás das grades das prisões brasileiras. O cenário que os representantes do Subcomitê para a Prevenção da Tortura, da Organização das Nações Unidas, irão encontrar é macabro. A tortura é praticada sistematicamente por policiais e agentes penitenciários em presídios, delegacias, centros de detenção provisórios e unidades socioeducativas destinadas a adolescentes. Está disseminada de norte a sul e de leste a oeste do país. Apesar disso, nenhum torturador está preso no Brasil. A tortura conta com a anuência do sistema judiciário.

Caros Amigos fez um raio X da realidade intramuros das unidades prisionais nas cinco regiões do país e antecipa ao leitor da Revista o que os técnicos das Nações Unidas só vão conferir em setembro, quando visitarem os estabelecimentos brasileiros. Para compreender porque os direitos básicos dos presidiários são vilipendiados diuturnamente por agentes do Estado, a reportagem entrevistou juízes, defensores públicos, ativistas de entidades e organizações de defesa dos direitos humanos, pesquisadores, parentes e vítimas da tortura. O resultado é surpreendente.

Os relatos de desrespeito e violação aos direitos humanos são estarrecedores. Presos pendurados pelo pênis, seviciados com cabos de vassoura no ânus, obrigados a rolar em fezes de cachorro, choques elétricos, sufocamentos com sacos plásticos, espancamentos com pedaços de madeira, canos de ferro, cassetetes. Detentas que sofrem abusos sexuais. A lista das práticas empregadas por torturadores contra presidiários é longa.

Mas nenhum maltrato físico precisaria ser aplicado contra os prisioneiros, para que o Brasil figurasse no ranking dos países que torturam. A superlotação do sistema carcerário, por si só, já constitui uma forma de tortura, segundo tratados internacionais de direitos humanos. O Departamento de Polícia Judiciária de Vila Velha, Espírito Santo, chegou a abrigar mais de 300 presos onde cabiam 36. Dados do Depen, o Departamento Penitenciário Nacional, do Ministério da Justiça, apontam que quase 500 mil pessoas estavam presas em 2010. Para a juíza da 16ª Vara Criminal de São Paulo, Kenarik Boujikian Felippe, cofundadora da Associação dos Juízes para a Democracia (AJD), a visita dos técnicos da ONU ao Brasil é importante porque joga luz sobre as violações aos direitos humanos que são cometidas diariamente no sistema prisional brasileiro. A impunidade é um dos principais fatores que contribuem para a perpetuação da tortura no país.

Juíza criminal há 22 anos, Kenarik afirma que não conhece nenhum agente do Estado que tenha sido preso por ter torturado alguém. Até hoje, ela só julgou um único crime de tortura. “O número de processos que trata desse tipo de crime é reduzidíssimo.” Ela conta que os juízes não consideram a tortura um crime grave. “O sistema de Justiça acaba corroborando com a tortura por sua omissão”, frisa

O GOVERNO PARALELO DE ANTONIO FERREIRA PINTO. E GERALDO ALCKMIN SABE DE TUDO 41

O GOVERNO PARALELO DE DIRCEU. E DILMA SABE DE TUDO!  ( segundo  reinaldo azevedo e Veja )

 
MAÇARICO  EM  CU ALHEIO  É REFRIGÉRIOsegundo roberto conde guerra )
 

Agora deu pra entender o estresse, em março do corrente,  de parcela da imprensa de São Paulo e do Secretário de Segurança Antônio Ferreira Filho, quando da publicidade  de um vídeo no qual se encontra com um dos repórteres da Folha: Mario Cesar Carvalho.

O  caso foi  tomado, pela imprensa e Governo, como verdadeiro escândalo de espionagem; pelo simples fato da divulgação em sites e blogs –o Flit, inclusive.

O encontro, efetivamente, estava relacionado com a rede de contrainformação e contra-informação ( rede de intrigas ) mantida pelo atual Secretário; que graças a tal assessoria jornalística, empregando métodos nada recomendáveis, se mantém no cargo.

Ainda que contrariamente à vontade pessoal de Geraldo Alckmin.

 O vídeo flagrava o encontro antecedente à reportagem escrita por Carvalho sobre a mentirosa venda de dados sigilosos por um funcionário da Segurança, o sociólogo Túlio Kahn, que  acabou  demitido sem direito a defesa. 

Demitido , ao contrário do que continuam afirmando, por querer divulgar estatísticas de que se vê acusado de esconder; para vender por meio de uma empresa. Nada mais falso.  Nunca assistimos tamanha torpeza vinda de um Secretário contra um simples funcionário. A típica armação aprendida nos bancos policiais de que Ferreira Pinto é fornado. Ou daqueles Promotores escolhidos, enfiados no MP, pelo Regime Militar para  destroçar a honra e a vida de desafetos inocentes; além de acobertar as torturas e execuções sumárias cometidas pelos militares e simpatizantes.

Ferreira Pinto  decapitou Túlio Kahn no melhor estilo: BATO A CARTEIRA E GRITO PEGA AQUI O LADRÃO!

Atribuiu a Túlio a responsabilidade que era toda da Secretaria. Mais: com apenas um tiro matou Túlio e Saulo, o ex- Secretário de Segurança que seria o seu natural sucessor quando da passagem do governo Serra para Geraldo. 

No vídeo, abaixo,  é possível  verificar o nervosismo de Ferreira Pinto  – e todo o seu cuidado – com o envelope mantido  bem colado ao próprio corpo.  Certamente, tratava-se de documentos muito importantes e muito caros.

O conteúdo do envelope -  farta documentação -  instruiu a matéria preparada por Carvalho.  O jornalista, segundo informes, agora se acha residindo e trabalhando nos Estados Unidos.  Mera coincidência!

Felizmente a revista Veja, desta semana, flagra e reproduz diversos encontros suspeitos tendo como protagonista  José Dirceu.

Assim, analogamente,  podemos verificar que Ferreira  Filho  não foi espionado em seus encontros final de expediente com a imprensa livre.

Apenas tratava-se de Happy Hour com a imprensa que tanto defende sua permanência como Faxineiro da Polícia Civil.

Que Antonio Ferreira Filho -  tal como José Dirceu – mantém uma  atividade social  informal  à margem de seu gabinete…Coisa muito natural!

Que é lícito  obter e divulgar  imagens de autoridades em encontros  insuspeitos.  

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por Rodrigo Vianna

Peço a atenção dos leitores para mais um capítulo da guerra entre os tucanos de São Paulo (sobre a disputa entre os “cosmopolitas” e os “caipiras”, já escrevi aqui).

Primeiro, algumas informações de fundo (na sequência trarei uma novidade factual, na forma de um vídeo que circula pela internet desde terça à noite). O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, é dos poucos remanescentes da equipe de Serra que foram mantidos por Alckmin. Como se sabe, Serra e Alckmin travam uma batalha surda pelo controle do PSDB paulista.

 

 

 

Ele é homem de Serra, mantido a contragosto por Alckmin…

 

Na época em que Alckmin montava seu gabinete, jornal paulista vazou a informação (plantada sabe-se lá com que interesses, mas podemos imaginar) de que a saída de Ferreira Pinto significaria a vitória da “banda podre” da polícia paulista. A reportagem saiu na “Folha” (o jornal costuma estar à disposição para as manobras de Serra), e foi assinada por Mario Cesar Carvalho. Guardem esse nome.

 

Depois disso, Alckmin ficou de mãos amarradas: se tirasse Ferreira Pinto, ganharia a pecha de beneficiar a “banda podre”. Se mantivesse Ferreira Pinto, teria cedido a pressões e manobras de um homem nomeado pelo antecessor Serra.

Alckmin optou pela segunda decisão. Mas mandou um recado a Ferreira Pinto (e a Serra), nomeando para a Secretaria de Transportes Saulo Abreu de Castro. Saulo era o homem forte da Segurança na gestão anterior de Alckmin como governador (2003/2006).  É como se Alckmin dissesse a Ferreira Pinto (e, indiretamente, a Serra): você ganhou o primeiro “round”, mas a qualquer momento o fantasma de Saulo pode avançar sobre a Segurança de novo!

Pois bem. Na última semana de fevereiro, Ferreira Pinto foi bombardeado. Lembram-se da imagem da escrivã humilhada por uma equipe da Corregedoria de Polícia? Assessores de Ferreira Pinto dizem, em off, que o vídeo pode ter partido da turma de Saulo – interessado em desgastar o atual titular da Segurança.

Ferreira Pinto foi para o contra-ataque. Como?

No último dia 1 de março, o jornal “Folha de S, Paulo”, em boa reportagem de Mario Cesar Carvalho (!), trouxe a informação de que um assessor da secretaria de Segurança recebia grana como consultor “vendendo” informaçõe sigilosas para particulares. O nome do assessor: Tulio Kahn. Quem nomeou Túlio para o cargo, no mandato anterior de Alckmin? Saulo de Castro.

Parece complicado esse emaranhado, mas é importante prestar atenção:  Saulo(=Tulio Khan)=Alckmin X Ferreira Pinto (=Serra).

Ontem, começou a circular um vídeo que mostra o secretario de Segurança Ferreira Pinto (aquele, nomeado por Serra, e mantido por Alckmin) circulando por um shopping de São Paulo. A imagem é do dia 25 de fevereiro (4 dias antes da reportagem da “Folha” ser publicada). Ferreira Pinto circula, com um envelope na mão, até que chega um homem, de jaqueta branca. Quem é esse homem? O jornalista Mario Cesar Carvalho.

A imagem mostra que o jornalista eo secretário andam juntos até um café, sentam numa mesa e conversam.

Qual a conclusão de quem acompanha essa área de Segurança? O secretário Fereira Pinto é que teria sido a fonte da “Folha”. Ou seja: Ferreira Pinto forneceu munição contra Tulio Khan, para atingir Saulo (o rival dele, que pode ocupar a secretaria de Segurança).

Hoje, jornalistas perguntaram a Ferreira Pinto se ele de fato se encontrou com o repórter da “Folha” no shopping. O secretário admitiu o encontro, mas não revelou o que havia no envelope, nem deu mais detalhes.

Antes que se façam insinuações feias, ninguém imagina que o envelope contivesse pagamento ou dinheiro. Nada disso. Imagina-se que continha informação que o Mario Cesar deve ter utilizado na reportagem.

O jornalsta da “Folha” não falou sobre o caso. E seu fosse ele não falaria. É o princípio básico do sigilo da fonte. Mario Cesar não fez nada de errado, ao contrário. O jornalista estava atrás de uma informação. Normalmente, é quando os políticos brigam que as informações circulam.

O incrível é outra coisa: um secretário vazar para o jornal informação que, no fim e ao cabo, atinge o próprio governo em que ele trabalha!

Mais um indcativo de como as relações enre os tucanos estão envenenadas.

Por último, algumas observações adcionais…

Por que um secretário se encontraria com um jornalista num shopping, e não no gabinete na secretaria? Talvez, para evitar que assesores vissem o jornalista, e depois contassem a Tulio Khan.

O vídeo que compromete Ferreira Pinto vazou na internet num blog do Vale do Paraíba (base política de Alckmin); o titular do blog chama-se João Alkimin (!!!!).

É o estilo de Geraldo Alckmin. Deu o troco usando um blog do interior, para fritar Ferreira Pinto em fogo brando. Nada de escândalo. O que interessa é apagar – aos poucos e sem fazer marola – os vestígios do serrismo no governo paulista.

Eles se amam. E olhe que 2014 ainda está longe. Mas no meio do caminho há 2012.

Mais informações você encontra:

- no “Flit Paralisante“;

- ou no “Cabeça de Bacalhau“.

SECRETARIA FALA EM “ESPIONAGEM”

A Secretaria de Segurança de São Paulo publicou, há pouco, nota sobre o caso.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informa

1) É grave a obtenção e a divulgação de imagens do circuito interno de um shopping center de São Paulo. Não por seu conteúdo, mas pelo forte indício de que grupos criminosos as utilizaram para espionar o primeiro escalão do Estado e o trabalho legítimo da imprensa, protegido pela Constituição Federal da República.

2) As imagens mostram um encontro ocorrido em um lugar público entre o secretário de segurança de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto e um jornalista de importante veiculo de comunicação.

3) Não há nada de suspeito na conversa entre ambos. Suspeito seria um encontro do secretário com criminosos comuns ou funcionários públicos corruptos.

4) A imagem de pessoas só podem ser utilizadas se houver expressa autorização ou por ordem judicial. Portanto, o vazamento das imagens produzidas pelo circuito interno do Shopping Higienópolis constitui crime.

5) Deve-se, aliás, à continuidade do combate ao crime e à corrupção policial a queda histórica dos índices de criminalidade em São Paulo. O Estado de São Paulo atingiu o menor índice de homicídios da história recente. É o que apontam as Estatísticas da Criminalidade divulgadas pela Secretaria de Estado da Segurança Pública. Novamente o crime caiu em São Paulo e chegou-se, em 2010, a 10,47 homicídios dolosos para cada 100 mil habitantes. Em 1999, quando a taxa era de 35,27/100 mil, alcança a significativa marca de 70,3%. De lá para cá, os índices têm mostrado queda consistente. A taxa de 10,47, registrada em 2010, é menor do que a metade da taxa de homicídios brasileira, de 24,5 para cada 100 mil habitantes/ano.

6) Tal avanço só foi possível pela sucessão de políticas de segurança virtuosas, acompanhadas, sempre, do combate implacável à corrupção e à violência policial. Desde 2009, 298 policiais foram demitidos a bem do serviço público. Outros 324 foram expulsos ou exonerados.

7) Vale ressaltar que, desde a recondução do secretário Ferreira Pinto ao cargo de secretário da Segurança, o inconformismo de uma pequena parcela de policiais prejudicados com a austeridade da política atual de segurança se intensificou.”

 

AQUI NÃO TEM PETRALHA ; NEM TUCANALHA…O BNDES NÃO EMPRESTA DINHEIRO “BARATINHO” PRA GENTE HONESTA…FUNCIONA NA ONDA DO: “SOLTA O MAÇO QUE EU LIBERO O CARIMBAÇO!” 6

Enviado em 27/08/2011 as 21:03 - TIRO CERTO

Ai petralhas otários.
Vejam o seu ídolo.

http://www.implicante.org/blog/luis-nassif-divida-bndes/

Luís Nassif é novamente executado pelo bnds:

A história começa em 1997, quando a empresa “Dinheiro Vivo”, de Luís Nassif, tomou dinheiro emprestado pelo BNDES. Já na ocasião, embora recebera polpuda quantia, não ofereceu garantias reais ao banco federal (bens etc.).

O PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA E O PRINCÍPIO DA FILHODAPUTAGEM: A magistrada baiana Eliana Calmon – hoje Corregedora Nacional da Justiça; que diz gostar de chamar as coisas como elas são ( tal como o Flit ) – reformou sanção imposta pelo TJ-SP em desfavor da CBPO-ODEBRECHT ( empresas, coincidentemente, do também baiano Norberto Odebrecht – meio alemão ) INOVANDO A PRINCIPIOLOGIA JURÍDICA; CRIANDO O PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA DO CORRUPTOR, POIS IMPEDIDAS DE CONTRATAR COM PODER PÚBLICO – POR 5 ANOS – EQUIVALERIA A SENTENÇA DE MORTE…PRINCÍPIO DA FILHADAPUTAGEM: FUNCIONÁRIO PÚBLICO DEMITIDO POR “POUCA MERDA” OU INJUSTAMENTE NUNCA MAIS TRABALHARÁ EM REPARTIÇÃO PÚBLICA ( na prática jamais será perdoado, embora no mundo espiritual ( o mundo da Justiça ) tenham escrito que poderá, conforme o caso, prestar concurso depois de 5 ou 10 anos ), MAS ASSISTIRÁ O GERALDÃO – QUE LHE ENFIOU O PÉ NA BUNDA – ENTREGANDO DINHEIRO PARA O LADRÃO CONSTRUIR ITAQUERÃO QUE SERÁ DO NORBERTÃO…EU SEMPRE ESCREVO QUE O JURISTA BAIANO É INOVADOR: MAS PRINCÍPIO DA SOBREVIVÊNCIA DE EMPRESA CORRUPTORA É DE PHODER ou COMO DIRIA UM BAIANO “Di Puder”…GERALDÃO DÊ DINHEIRO PARA O NORBERTÃO CONSTRUIR O ITAQUERÃO…DEPOIS ESCUTE “DRÃO” DO GILBERTÃO 2

Princípio de sobrevivência

STJ libera empresas para contratar com poder público

A Companhia Brasileira de Projetos e Obras (CBPO) e a Construtora Norberto Odebrecht não estão mais proibidas de contratar e receber benefícios e incentivos fiscais do poder público pelo prazo de cinco anos. A decisão foi tomada pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que reverteu ordem do Tribunal de Justiça de São Paulo. As empresas foram acusadas de irregularidades nos contratos de limpeza pública firmados com o município de São Paulo nas gestões dos ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta.

A 2ª Turma acolheu Embargos de Declaração, com efeitos modificativos, para modular a extensão da sanção administrativa imposta pelo TJ-SP. Com a nova decisão, a CBPO fica proibida de contratar e de receber benefícios e incentivos apenas do município de São Paulo e a Odebrecht, de contratar com a Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana da Municipalidade de São Paulo) e de receber benefícios e incentivos também só município.

Segundo a relatora, ministra Eliana Calmon, “constatada a demasia nas sanções administrativas aplicadas às empresas, o princípio da legalidade estrita deve ser aplicado para modulá-las em condições proporcionais e razoáveis à extensão do dano”. Para ela, como o parágrafo único do artigo 12 da Lei da Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92) prevê a dosimetria da sanção levando em conta a extensão do dano causado e o proveito patrimonial obtido pelo agente, não se pode estabelecer sanção igual para situações distintas.

Em seu voto, a ministra ressaltou que, pelo princípio da proporcionalidade, “não parece razoável que as empresas, mesmo tendo cometido grave infração contratual, tenham suas sentenças de morte decretadas, já que nenhuma empresa de grande porte resiste a ficar por cinco anos sem contratar com o serviço público em toda e qualquer unidade da federação”. A sentença original ainda condenou as empresas, de forma solidária, ao ressarcimento dos prejuízos causados à municipalidade pelo pagamento de valores indevidamente aditados ao contrato de limpeza urbana.

O caso começou na gestão de Paulo Maluf, em 1993, quando foi publicado edital de licitação para escolha de empresas responsáveis pelos serviços de limpeza na cidade de São Paulo. Em 1995, as empresas CBPO Engenharia e a Construtora Noberto Odebrecht assinaram um contrato de mais de R$ 82 milhões. Seis meses depois foi feito o primeiro termo de aditamento, que elevou o valor do contrato para mais de R$ 101 milhões.

Durante a administração de Celso Pitta, foram feitos outros 14 aditamentos, que elevaram o mesmo contrato para mais de R$ 162 milhões, corrigindo o valor final do contrato em mais de 93% do original. Em Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público de São Paulo, o TJ-SP concluiu que as irregularidades do contrato caracterizaram improbidade administrativa e lesaram o erário público. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ

http://www.conjur.com.br/2009-jul-03/odebrecht-cbpo-ficam-impedidas-contratar-apenas-sao-paulo

http://flitparalisante.wordpress.com/2010/10/02/eliana-calmon-corregedora-nacional-sou-juiza-que-teme-precisar-da-justica/

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O Drão do Gilbertão não é drão de ladrão; dizem que é de SanDRÃO ( sua esposa ). Só ele poderá dizer…

SE SUBPREFEITO PODE ESTAR ENVOLVIDO, O PREFEITO KASSAB PODE ESTAR ENVOLVIDO…FALA KASSAB! 4

Sob as vistas de Kassab, fraude de R$ 100 milhões

Sob as vistas de Kassab, fraude de R$ 100 milhões Foto: NIELS ANDREAS/Agência Estado

Polícia prende quatro pessoas de quadrilha que forjava documentos para liberar construção de prédios; esquema já prejudicou cofres públicos em R$ 50 milhões e pode dobrar; edifícios são erguidos sem placas de identifação e até sem tapumes

Por Agência Estado

26 de Agosto de 2011 às 16:38 Agência Estado

Quatro pessoas ( LARANJAS)   foram presas hoje acusadas de fraudar a Prefeitura de São Paulo em mais de R$ 3 milhões. As prisões ocorreram durante uma operação da Delegacia de Combate a Crimes Contra Administração Pública e o Ministério Público do Estado, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a operação visava desarticular uma organização formada por empreiteiras, engenheiros, arquitetos, advogados e despachantes que falsificavam guias de recolhimento, normalmente preenchidas por empreiteiras quando constroem prédios de altura superior à autorizada pelo Plano Diretor Municipal.

Durante o cumprimento de mandados de busca em onze locais, incluindo o interior do Estado de São Paulo, foram apreendidas guias falsificadas que simulavam o recolhimento de até R$ 3,2 milhões aos cofres municipais.

Acredita-se que o esquema de fraudes possa atingir um valor em impostos não recolhidos entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões. Nos últimos tempos, ao mesmo tempo em que as construções de edifícios se multiplicaram em São Paulo, os canteiros de obras também ficaram mais precários. Dezenas deles não têm sequer uma placa de identificação com as informações mínimas a respeito da obra. Igualmente muitas construções nem tem tapumes para proteger os cidadãos que passam pelas calçadas. Dezenas de construtoras podem estar envolvidas, além de profissionais como engenheiros, arquitetos e, claro, autoridades municipais, como fiscais e subprefeitos. Até agora (16h40), não se conhece manifestação a respeito de Gilberto Kassab.

De acordo com a corregedoria, as fraudes começaram em 1994, durante as obras de um prédio luxuoso na Avenida Brigadeiro Faria Lima. No esquema, os despachantes atuavam como intermediários. O grupo retirava as guias da prefeitura e as apresentava a responsáveis por construtoras. Durante as negociações, era combinado um valor menor do que o que deveria ser pago aos cofres públicos. Com a guia preenchida, os criminosos alegavam possuir títulos da dívida pública da prefeitura, que, na realidade não existia. Desta forma, o valor pago pela guia era reduzido consideravelmente. Depois, o despachante contratado preenchia um carimbo falso para autenticar os títulos.

A Corregedoria iniciou a investigação em junho deste ano, após a vice-prefeita, Alda Marco Antônio, estudar uma denúncia de que uma guia no valor de R$ 586.266,15, usada inicialmente na construção de um prédio luxuoso no Tatuapé, era falsa. O documento da guia havia sido emitido pela Secretaria Municipal de Habitação em novembro de 2010, com comprovante do suposto pagamento feito pela empresa Marcanni Construtora e Incorporadora Ltda.

TEM FRAUDE , TEM LUCRO…TEM A ODEBRECHT!…A Prefeitura não sabe como a fraude não foi percebida antes…Posso ajudar a solucionar o mistério: NÃO PERCEBEU PORQUE O ALTO ESCALÃO É QUEM COMANDA A ROUBALHEIRA…HEHE!..Será que os Coroneis da PM perceberam; daí trocarem o interesse público pela PRIVADA! 9

Fraude contra Prefeitura de São Paulo dura mais de 17 anos   ( PARA DIVIDIR O ESCÂNDALO COM MALUF,  PITA e MARTA )

27 Ago 2011 . 08:22 h . Agência Estado . 

A Prefeitura achou cerca de 900 documentos suspeitos. O mais antigo é de 1994 e envolve fraudes no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

 

 São Paulo – O rombo causado pela quadrilha que forjava pagamento de taxas para construção de prédios em São Paulo já passa dos R$ 50 milhões e pode chegar aos R$ 100 milhões, segundo a Corregedoria-Geral do Município. Ontem, quatro pessoas foram presas por envolvimento no que já é considerado o maior golpe aplicado por particulares contra a Prefeitura. E a suspeita é de que o desvio de recursos municipais dure pelo menos 17 anos.

A Prefeitura achou cerca de 900 documentos suspeitos. O mais antigo é de 1994 e envolve fraudes no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

A guia de outorga de maior valor, R$ 14 milhões, é de janeiro deste ano, da Mesarthin Empreendimentos – consórcio formado por Zabo e Odebrecht.

Até agora, já se constatou que quatro construtoras, Marcanni, Zabo, Porte e Onoda, apresentaram guias com autenticação bancária falsa para levantar edifícios acima do gabarito permitido na cidade – a chamada outorga onerosa.

A investigação começou em junho, após denúncia recebida pela vice-prefeita, Alda Marco Antônio.

Os quatro presos em flagrante ontem pela Polícia Civil são acusados de fazer parte de uma quadrilha que pode ter mais de 20 integrantes. E de participar diretamente do esquema, indicando às construtoras como pagar a outorga onerosa com precatórios (títulos da dívida pública).

A polícia investiga também possível envolvimento de servidores.   ( SÓ BAGRINHO RODARÁ

Pelo sistema, quando uma construtora quer levantar um prédio de área maior que a permitida, solicita autorização e paga à Prefeitura, por meio de guia.

O valor vai para o Fundo Municipal de Urbanização. As guias do esquema foram levadas à Prefeitura e aceitas, com autenticação de pagamento em bancos “fantasmas” – o dinheiro nunca chegou.

A Prefeitura não sabe como a fraude não foi percebida antes.

Kassab sanciona projeto que dá incentivos fiscais para estádio do Corinthians , digo, estádio Emílio Odebrecht

Quarta-feira, 20 de Julho de 2011 às 11:40 / Por: Nathan Figueiredo
 
 
 

KassabPSão Paulo – O prefeito Gilberto Kassab (foto) sancionou, há pouco, projeto de lei que prevê a concessão de incentivos fiscais de R$ 420 milhões para construção do estádio do Corinthians, o Itaquerão, na zona oeste da capital paulista.

As obras do estádio, cotado para ser palco da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2014, já foram iniciadas. No novo estádio, serão disputadas partidas válidas pelo Mundial de Futebol.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Bahia em Pauta

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Ex-comandantes viraram ‘zeladores’

Entre os subprefeitos estão ex-chefes do Estado Maior, da Academia e dos bombeiros, além da primeira mulher a chegar a coronel

As escolhas não foram aleatórias. Antes de se aposentar, os oficiais indicados pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) ocuparam alguns dos principais postos no comando da PM. Nas chefias das subprefeituras paulistanas estão três ex-comandantes dos bombeiros, um ex-chefe do Estado Maior, um ex-comandante da Academia do Barro Branco, a primeira mulher a ser promovida a coronel em São Paulo e ex-comandantes de litoral, interior e Policiamento Metropolitano. Algumas das principais subdivisões ficaram para os coronéis, incluindo Sé e Vila Mariana.

Esse grupo fardado, no entanto, ainda precisa adaptar-se a tarefas diferentes das que faziam. Com as subprefeituras esvaziadas, exercem mais o papel de zeladores de grandes regiões. E precisam lidar cotidianamente com as reclamações da população e com demandas políticas. A falta de jogo de cintura dos coronéis já tem provocado críticas. A urbanista Lucila Lacreta, coordenadora do Defenda SP, reclama que o acesso aos oficiais subprefeitos sempre é mais difícil. “Você relata uma obra irregular e demora dois meses para receber uma resposta, isso quando ela vem. Conseguir ser recebido por um coronel também é uma missão impossível hoje”, afirma a urbanista.

Vereadores também criticam a falta de diálogo dos oficiais com as associações de bairros e com líderes comunitários. “Na Mooca, por exemplo, o Kassab deveria colocar na subprefeitura quem foi eleito pela região, como eu e os vereadores Ricardo Teixeira (PSDB) e Cláudio Fonseca (PPS). Os assessores militares dos subprefeitos coronéis não entendem a linguagem da comunidade que pede os serviços de zeladoria”, avalia o vereador Adílson Amadeu (PTB).

Risco. Hoje, os parlamentares perderam a influência política que tinham nas antigas administrações regionais e só indicam cargos de segundo e terceiro escalão. Na opinião de vereadores da base governista na Câmara, a chegada dos coronéis é uma aposta de risco para Kassab. Isso porque em 2008, na reeleição, o prefeito contou com subprefeitos ligados a vereadores, que agiam como cabos eleitorais nos bairros, o que não deve ocorrer com os oficiais.

Vencimentos
R$ 5,6 mil é o salário de um subprefeito
R$ 20 mil pode ganhar o coronel da reserva, com todas as gratificações.

Bico oficial muda o centro e atrai até PMs da Rota
Já são 300 homens das unidades da Tropa de Choque que participam da Atividade Delegada, criada há um ano Além da presença de coronéis da PM no gerenciamento das subprefeituras, a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) contratou em menos de um ano 6.280 integrantes da corporação para a Atividade Delegada (conhecida como “bico oficial”). O programa foi criado por uma parceria entre a Prefeitura e o governo do Estado em 2009 e ampliado no início do mês para outros nove municípios paulistas.

No efetivo que trabalha para o governo municipal, já são 300 homens da Tropa de Choque – até das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), que ajudam nas ações de combate aos ambulantes e em serviços de zeladoria. Nas últimas duas semanas, o aumento de PMs circulando em 14 áreas da capital paulista mudou a paisagem do centro.

No meio da Praça da Sé, por exemplo, só sobraram os pregadores evangélicos. Em duplas em motos ou circulando a pé, os policiais coibiram até a tradicional troca de relógios antigos realizada por aposentados na frente da catedral. Também é raro ver ambulantes vendendo CDs expostos no chão da praça ou moradores de rua e adolescentes tomando banho no chafariz.

“Nunca mais vi ninguém correr atrás de batedor de carteira na Sé. Esses PMs impõem respeito. Sumiram os “noias” que ficavam circulando atrás de mulheres e idosos com bolsas”, conta Ronaldo Franchito, dono de uma farmácia de manipulação que fica quase na frente da praça. Outros lojistas e pedestres elogiaram o aumento de soldados nas vias da região central.

No fim do dia, cerca de 200 PMs também coíbem o trabalho dos camelôs nas calçadas na Avenida Paulista. “Você não vê mais a molecada depredando ponto de ônibus”, elogia Orlando Xavier, dono de uma casa de sucos. Outro ponto de atuação dos soldados, a Rua Santa Ifigênia viu desaparecer os vendedores de programas e jogos piratas que ficavam nas calçadas disputando venda com as lojas.

25 de Março. Quem passa pela Rua 25 de Março também estranha a ausência de marreteiros que ocupavam as calçadas. Segundo a PM, a presença da corporação no mais famoso reduto de comércio popular do país reduziu em 71% os furtos e em 59% os roubos a pedestres e comerciantes. Antes comum na região, o roubo de cargas foi reduzido em 100%.

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Nota da SEAM, extra matéria

SEAM oficia Prefeito, manifestando-se sobre a matéria

Oficio 07/10 SEAM/2010

São Paulo, 21 de Outubro de 2010.

Exmo Sr. Prefeito

A SEAM – Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos Municipais de São Paulo, que há 74 anos tem como objetivos além de representar estas laboriosas categorias profissionais, também colaborar com a municipalidade para a melhoria da qualidade dos serviços prestados a população de nossa cidade, desta forma e face a matéria veiculada no Jornal “O Estado de São Paulo”, caderno Metrópole de 20/10/2010, queremos externar nossa opinião a respeito.

A Administração Pública, especialmente os setores que se relacionam diretamente com a população, como é o caso das Subprefeituras, devem pautar pela excelência do atendimento e para que isso ocorra da melhor forma possível, é necessário que assumam os cargos técnicos, profissionais capacitados com comprovada experiência a exemplo das empresas que pautam pela eficiência e qualidade.

Ganham com isso a municipalidade e a população.

O exemplo que podemos tirar de outras administrações desta municipalidade, quando foram utilizados servidores de carreira nos cargos técnicos, os serviços fluíram com maior eficiência. O atendimento ao publico e aos representantes de comunidades tinham uma solução mais rápida, pois esses profissionais detêm o conhecimento de seus problemas e aspirações. O Administrador hoje Subprefeito e o próprio Prefeito tinham maior tranquilidade sabendo que podiam contar com profissionais capacitados e mais familiarizados com os problemas da região. Os profissionais de carreira estão submetidos à responsabilidade técnica que esta sob a égide do Código de Ética Profissional e funcional sob as normas disciplinares do Estatuto do Funcionário Municipal.

Entendemos que os cargos técnicos devem ser ocupados por profissionais habilitados para a função, com larga experiência no setor e compromissados com a responsabilidade técnica e funcional, sendo esta a única maneira de qualificarmos o serviço público a exemplo do que ocorre com as administrações públicas dos países tecnologicamente desenvolvidos. Para que isso se concretize há necessidade de respaldo político, condições de trabalho e valorização profissional respaldado pela aprovação do Projeto de Lei 389/2006 que tramita na Câmara Municipal de São Paulo.

Há urgente necessidade de estruturar a Administração sob uma rigorosa metodologia profissional, estabelecendo Planos de Carreira, onde os servidores sejam prestigiados exclusivamente por seu desempenho profissional e disciplinar, e os cargos técnicos em comissão sejam o ápice deste desempenho.

A emérita corporação da Policia Militar, exerce a função da mais alta prioridade que é a segurança pública e neste caso os coronéis são insubstituíveis.”  ( Desfazendo a ambiguidade do estilo politicamente correto de quem  escreve sem querer correr risco de se phoder : DISSERAM AO KASSAB:  CORONEL SÓ PRESTA NA PM ( Policia Militar ) ; não na PM ( Prefeitura Municipal )

Esta carta reflete o pensamento de nossa categoria e acreditamos que represente também os anseios da maioria dos setores que formam a opinião pública.

Atenciosamente

Engº. Enéas José A. Campos
Presidente 

Delegado de Polícia não é ladrão como certos políticos…Foram Delegados de Polícia que esboçaram um projeto que posteriormente foi denominado “Sistema de Autenticação Digital”, estabelecido pela Portaria Detran 001/2000, de 22 de Março de 2000…Pois é povão, há 11 anos o DETRAN – de Delegado ladrão – adotou um sistema que impede o recebimento de guias bancárias falsas para licenciamentos, recolhimento de IPVA, etc( o dinheiro do contribuinte vai direto para o erário )…MAS GENTE “DO BEM” AINDA ACEITA GUIA DATILOGRAFADA E CARIMBADA COMO COMPROVANTE DE PAGAMENTO DE MILHÕES DE REAIS…QUERO VER QUEM TEM CULHÕES PARA RESPONSABILIZAR O JOSÉ SERRA E O KASSAB 2

PORTARIA CAT/DETRAN Nº 001, DE 22 DE MARÇO DE 2000

Implanta o Sistema de Controle e Verificação de pagamento bancário de taxas, multas e outros débitos para registro e licenciamento de veículos.

O Coordenador da Coordenadoria da Administração Tributária da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda e o Delegado de Polícia Diretor do Departamento Estadual de Trânsito da Secretaria de Estado da Segurança Pública, no uso de suas atribuições legais e,

CONSIDERANDO a necessidade do estabelecimento de rotina conjunta para controle, fiscalização e otimização dos serviços de registro e licenciamento de veículos, no âmbito do Estado de São Paulo;

CONSIDERANDO as regras impositivas dos arts. 130 e 131 do Código de Trânsito Brasileiro, as quais exigem a comprovação do pagamento de taxas, IPVA, multas de trânsito e ambientais, assim como demais encargos incidentes sobre os veículos, como pré-requisito para a expedição dos documentos de registro e licenciamento;

CONSIDERANDO a parceria estabelecida entre o Departamento Estadual de Trânsito, através da Secretaria da Segurança Pública, a Coordenadoria da Administração Tributária da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda, a Nossa Caixa Nosso Banco S/A e demais Instituições Financeiras, a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo – PRODESP, a Universidade de São Paulo – USP e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos;

CONSIDERANDO o desenvolvimento de um sistema de criptografia por especialistas da Universidade de São Paulo – USP, permitindo a validação dos pagamentos através de autenticação digital;

CONSIDERANDO a obrigatoriedade de os órgãos executivos municipais de trânsito, nos termos do inciso XIII do art. 24 do C.T.B. estarem integrados e articulados com o órgão executivo estadual de trânsito, para fins de controle e comprovação do pagamento das multas de trânsito;

CONSIDERANDO, por derradeiro, a implantação definitiva do Sistema de Licenciamento Eletrônico, propiciando comodidade, segurança e eficácia dos serviços de trânsito colocados à disposição do usuário,

R E S O L V E M :

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 1o – Os pagamentos de taxas, IPVA, multas de trânsito e ambientais, assim como todos os demais encargos incidentes, sobre veículos terrestres, obrigatoriamente serão realizados através das instituições bancárias detentoras de dados fornecidos pelo Departamento Estadual de Trânsito/Secretaria da Fazenda, como condição necessária para o licenciamento, transferência de propriedade, alterações de características ou dados cadastrais e reemissão, a qualquer título, com a conseqüente emissão dos respectivos certificados.

Artigo 2o – As instituições bancárias conveniadas com a administração pública, ao procederem o recebimento dos débitos, emitirão o respectivo comprovante de pagamento bancário.

Parágrafo Único – O comprovante de pagamento bancário, obrigatoriamente, descreverá os débitos quitados, por espécie, acrescido de uma segunda autenticação, denominada “Autenticação Digital”.

Artigo 3o – Considera-se “autenticação digital” a combinação de um conjunto de caracteres alfanuméricos inseridos no referido comprovante, contendo informações próprias de cada transação bancária, vinculadas especificamente a cada veículo, de forma a comprovar o real pagamento dos débitos, servindo como mecanismo indispensável para que o Sistema DETRAN/PRODESP possa conferir eletronicamente esta combinação e autorizar a emissão dos certificados de registro e de licenciamento.

§ 1o – O sistema em referência aplica-se a todas as unidades de trânsito do Estado de São Paulo, inclusive Postos Avançados e Unidades instaladas nos Poupatempo.

§ 2o – O sistema de “autenticação digital” também será utilizado, em caráter obrigatório, para o pagamento das taxas de serviços, ainda que não haja a incidência de IPVA, multas de trânsito e ambientais, bem como outros encargos.

Artigo 4o – O serviço requerido perante a unidade de trânsito obrigará o interessado a apresentar o comprovante de pagamento bancário, bem como os demais documentos estabelecidos em normas específicas do Departamento Estadual de Trânsito, devendo o funcionário digitar o conjunto de caracteres alfanuméricos inseridos naquele documento, como condição obrigatória para o reconhecimento, validação e posterior emissão dos certificados de registro ou de licenciamento.

……

JOSÉ FRANCISCO LEIGO-DELEGADO DE POLÍCIA DIRETOR DO DETRAN

FRAUDE NO RECOLHIMENTO DE IMPOSTOS EM SP : OMISSÃO E PARTICIPAÇÃO DO ALTO ESCALÃO QUE EM PLENO SÉCULO XXI NÃO PROVIDENCIOU GUIAS COM AUTENTICAÇÃO DIGITAL COM 8 COMBINAÇÕES NOS MOLDES DESENVOLVIDOS PELA POLÍCIA CIVIL ( COM A COLABORAÇÃO DESTE BLOGUEIRO VAGABUNDO )…AÍ MEU GOVERNADOR SERRA, CHUPA ESSE PINTO!…AÍ KASSAB, VAI SENTAR OU ENGOLIR ? 2

Presos 4 suspeitos de fraudar recolhimento de impostos em SP
26 de agosto de 2011 14h28 atualizado às 18h32

    1. Direto de São Paulo

Uma operação da Polícia Civil, da Corregedoria da prefeitura de Sâo Paulo e do Ministério Público prendeu nesta sexta-feira quatro suspeitos de envolvimento em um esquema de fraudes no recolhimento de impostos da Prefeitura da capital paulista. Os prejuízos aos cofres públicos municipais estão estimados em R$ 15 milhões, mas podem chegar a R$ 20 milhões, segundo o delegado Anderson Pires Giampaoli, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania. O esquema foi descoberto inicialmente pela Corregedoria, que identificou um prejuízo de R$ 10 milhões.

A polícia apura o não recolhimento de taxas e tributos referentes a outorgas onerosas e alvarás expedidos pela prefeitura de São Paulo para a construção de condomínios por construtoras e incorporadoras. A fraude consistia em simular o recolhimento de impostos que não eram pagos.

Estão presos o arquiteto Joel José Abrahão da Cruz, o aposentado Natalie Ferdezoni, dono da construtora Landau, e o casal Adriana Dionísio de Oliveira e Nivaldino Dionísio de Oliveira, donos da construtora Nobre, identificada como ilegítima, ilegal e clandestina. O delegado Anderson Giampaoli afirmou que os acusados se dizem inocentes, mas que a investigação indica indícios de envolvimento do grupo.

“(No auto da prisão em flagrante) eles fizeram afirmações que não correspondem ao que nós encontramos de documentos, ao que nós já temos de elementos, tanto no inquérito quanto no procedimento apuratório da Corregedoria e do Ministério Público. Eles se dizem inocentes e fazem um jogo de empurra-empurra. Independente de quem empurra pra quem, não convence a Polícia Civil de São Paulo”. Os acusados responderão por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e sonegação fiscal.

De acordo com o delegado, por enquanto, não é possível afirmar o esquema conte com a ajuda ou participação de servidores municipais. “A guia (expedida pela prefeitura) pode ser materialmente falsa ou ideologicamente falsa. A guia foi de fato emitida pela prefeitura, mas a autenticação não corresponde a uma autenticação bancária”, afirmou o delegado Giampaoli, que informou que, para os imóveis que não recolheram impostos, caberá à prefeitura embargar a obra ou cobrar judicialmente os tributos. Obras em andamento de condomínios poderão ser embargadas.

A polícia acredita que a próxima etapa de investigação, que será iniciada na próxima segunda-feira com a análise de documentos, poderá identificar outros envolvidos no esquema. “Trata-se de uma ponta de um iceberg. que pode ter um tamanho que não conhecemos”, afirmou o delegado Anderson Giampoli.

Na próxima segunda-feira, será iniciada a segunda etapa de investigação, com a análise pericial dos documentos apreendidos hoje e guias encontrados na residência de acusados. “Numa análise prévia do que foi apreendido hoje, inclusive novas guias supostamente falsas em valor que supera R$ 5 milhões, podemos dizer que estamos de fato diante da reunião de várias pessoas, de várias empresas que vinham há meses, talvez há anos, causando esse prejuízo aos cofres públicos”, afirmou o delegado.

De acordo com a Secretaria de Segurança, o esquema envolvia engenheiros, arquitetos, advogados e despachantes que há anos fraudavam guias de recolhimento de outorgas para a construção de prédios com altura acima da permitida. Um procedimento do Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) concluiu que a falsificação de guias de recolhimento de tributo induziam o poder público municipal ao erro, com valores que não eram recolhidos.

Uma engenheira, um comerciante, uma aposentada e um arquiteto foram indiciados por estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica e crime contra a ordem tributária. Em dois dos imóveis que as equipes diligenciaram também foram encontradas armas de fogo. Foram realizadas buscas e apreensões de computadores e documentos em 11 endereços de São Paulo e no interior.

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Outorga Onerosa

Entenda a Outorga Onerosa do Direito de Construir

Na cidade de São Paulo, a construção de edifícios é gratuita até o limite definido pelo Coeficiente Básico de cada zona de uso. No entanto, existe a possibilidade de se construir acima do permitido pelo coeficiente básico até o limite do Coeficiente Máximo de cada zona mediante a outorga onerosa do direito de construir. Para cada um dos Distritos que compõem a cidade foi definido um estoque de área adicional de construção que pode ser obtido mediante pagamento. Os recursos da outorga onerosa são direcionados para o Fundo Municipal de Urbanização – FUNDURB – e utilizado na implantação de melhorias na cidade como um todo.

Nas áreas de Operações Urbanas Consorciadas, os recursos da outorga onerosa são direcionados para fundos específicos e só podem ser utilizados na implantação dos projetos previstos nas leis de cada Operação Urbana. A gestão desses fundos é feita de modo compartilhado entre Prefeitura e sociedade civil. As Áreas de Intervenção Urbana – AIU – são regiões da cidade já definidas no Plano Diretor nas quais a Prefeitura tem a intenção de implementar projetos estratégicos como eixos e pólos de centralidades, parques e áreas verdes para a recuperação ou preservação de rios e córregos, rede viária e redes de transporte público coletivo. Nas áreas de intervenção urbana será possível construir acima dos limites dos coeficientes básicos e os recursos obtidos deverão ser investidos na implantação dos projetos estratégicos previamente definidos.