Depois de tantos projetos, mudar a cor da farda, desarmar a Polícia, que tal elencar outras possíveis idéias legais hein?
Aceitamos sugestões
por blogdocharlie
Depois de tantos projetos, mudar a cor da farda, desarmar a Polícia, que tal elencar outras possíveis idéias legais hein?
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Não podemos esquecer aqueles que se sentem necessitados de mobiliar seus gabinetes e, durante buscas e apreensões, só têm olhos para os objetos que combinem com a decoração ou que ainda não tenham em seus domínios, como geladeiras e sofás. Nem se importam se tais itens são os únicos a guarnecerem a residência ou que não tenham qualquer vínculo com a atividade criminosa. Imaginem a cena de mamadeiras e papinhas sendo retiradas da geladeira.
Quem acha que isso só ocorre no Haiti, Libéria ou nos territórios dominados pelas FARC está enganado. Acontece também aqui, nas nossas barbas, diante da inércia da maioria.
uma luz no fim do tunel
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Justiça manda indenizar policial vítima de PAD por emitir opinião.
Por Diretor Presidente – SINPRFMT
Paulo Pimenta, hoje com 38 anos, é ex-escrivão da Polícia Federal, ex-vice-presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Acre e vítima de um Processo Administrativo Disciplinar por manifestar suas opiniões. Pimenta é o autor de um artigo publoicado no site da fenapef com o título “O Haiti é aqui?” onde “ousou“ criticar o excesso de delegados dentro do DPF. Ele foi perseguido e punido com suspensão de oito dias pela sua ousadia. Em razãpo de motivos pessoais e falta de valorização dentro do Departamento, Pimenta pediu exoneração em dezembro de 2009.
Pois bem, quase dois anos depois da saída do policial dos quadros da PF, a Juíza Federal Ana Carolina Dias Fernandes, numa tacada só, anulou a punição e obrigou o DPF a retirar a mesma dos assentamentos funcionais de Pimenta. Além disso, a magistrada determinou a União a ressarcir os R$ 800 da punição referente à suspensão e pagar R$ 10 mil a título de indenização por danos morais.
Em seu despacho a Juíza ressalta que a imposição do silêncio, de modo a impedir a livre manifestação de idéias, sob pena de imposição de sanção administrativa, contraria o espírito da Constituição Cidadã. “Cabe destacar que os policiais federais não se encontram em um mundo à parte, sem a proteção oferecida pela Constituição, que, como cediço, assegura a todos os brasileiros, sem fazer qualquer discriminação acerca de sua condição de militar ou civil, uma imensa gama de direitos fundamentais.”
Paulo Pimenta falou à Agência Fenapef logo depois que se desligou da Polícia Federal. Em um dos trechos da entrevista (Leia abaixo) ele ressaltava que os policiais devem continuar lutando. “O DPF vai além dos delegados. É maior que qualquer dirigente. Estes passam, a instituição fica. Novinhos ou antigões, estão todos no mesmo barco e se remarem juntos, chegarão mais cedo onde querem e onde a sociedade deseja: numa Polícia Federal melhor, mais justa e coesa”.
Fonte: Agência Fenapef
‘O DPF vai além dos Delegados. É maior que qualquer dirigente’
Paulo Pimenta tem 37 anos é Especialista em Públicas e Gestão Governamental e agora ex-policial federal. Escrivão de Polícia Federal e vice-presidente do SINPOFAC – Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Acre, Pimenta foi exonerado, a pedido, em dezembro de 2009. Em tempos em que a carreira na Polícia Federal atrai milhares de pessoas a prestarem concurso público, o policial deixa o DPF levando ao mesmo tempo, boas lembranças e decepção.
Em entrevista à Agência Fenapef, ele ressalta que a falta de valorização e reconhecimento ao cargo de escrivão, a falta de oportunidades para participar de cursos, de reciclagens, de missões foram decisivos para o pedido de exoneração. “Além disso, o fato de sermos tratados como policiais de segunda categoria por parte dos dirigentes também influenciou na decisão”, frisa.
Agência Fenapef - A Polícia Federal na qual você ingressou é a mesma que imaginava vendo a instituição de Fora?
Paulo Pimenta – Infelizmente, não. Quando entrei no DPF imaginei que a estrutura oferecida fosse outra. Achei que encontraria profissionalismo, reconhecimento e valorização dos servidores por parte do DPF. Reconhecimento e valorização o DPF tem, dos seus muros para fora, pela sociedade. Internamente, não há isso, principalmente no cargo de escrivão.
Fenapef - Sempre quisesse ser policial. Como chegasse à PF e quanto tempo permaneceu?
Pimenta – Sempre quis ser Policial Federal. Minha primeira tentativa foi em 2001, mas fiquei na prova física. Em 2004 me preparei melhor, com mais antecedência e consegui a tão sonhada aprovação. Permaneci exatos 2 anos e 11 meses que não serão esquecidos nunca.
Fenapef – No momento em que muitos sonham em ingressar na Polícia Federal você faz o caminho inverso. Qual o motivo?
Pimenta - Primeiramente motivos pessoais pesaram na decisão. Outro motivo, tão importante quanto o primeiro, foi a falta de valorização e reconhecimento do cargo de escrivão, fato notório no DPF. Falta de oportunidades para participar de cursos, de reciclagens, de missões, além do fato de sermos tratados como policiais de segunda categoria por parte dos dirigentes também influenciou na decisão.
Fenapef - Qual sua maior alegria e/ou realização enquanto policial federal?
Pimenta – A primeira é ter sido escrivão de Polícia Federal. Me orgulho muito disso. E de ter a oportunidade de ver o reconhecimento pelo trabalho bem feito estampado nos olhos dos cidadãos, na hora em que ele é realizado e poder contribuir para tornar nosso país um pouco mais justo. E ter feito verdadeiros amigos no DPF.
Fenapef – Quais as frustrações que você leva?
Pimenta – Ter passado por um concurso concorridíssimo, ter enfrentado um curso de formação exigente, ter me capacitado para ser policial e não ser tratado como um. Ser considerado, por ser escrivão, como policial menos capacitado, só lembrado quando não há mais ninguém a ser chamado ou quando ninguém quer fazer o trabalho. Ver algumas nulidades sendo premiadas por serem deste ou daquele cargo ou por serem puxa-saco também é frustrante para o bom servidor.
Fenapef – Você sofreu com um Processo Disciplinar por ter escrito um artigo que desagradou alguns. Como encarasse esse processo?
Pimenta - Encarei de forma tranqüila. É sabido que o DPF é feito pelos delegados e para os delegados. O que sai desse viés, o que não deixa os delegados no centro das atenções positivamente, é sumariamente descartado ou implacavelmente punido. Quando publiquei o artigo “O Haiti é Aqui” sabia que poderia sofrer conseqüências e sofri. Sabia que ia de encontro aos interesses dos delegados e que isso não passaria em branco, como não passou.
Fenapef – Houve perseguição contra a sua pessoa?
Pimenta – Não. Graças a Deus sempre me relacionei muito bem com meus colegas e todos me apoiaram, inclusive alguns pouquíssimos delegados. Outro fato que entendo importante neste episódio para não ter sido perseguido foi o fato de ter o SINPOFAC e a FENAPEF ao meu lado, sempre. Acho que isso contribuiu e muito para conter a ânsia daqueles insatisfeitos com o artigo e que queriam, a todo custo, a minha demissão.
Fenapef – Qual a sua avaliação sobre o sindicalismo na Polícia Federal?
Pimenta – Entendo que falta motivação da base para fortalecer o sindicalismo que, na verdade, é feito por ela e para ela. Alcançamos um patamar salarial que, se não é dos melhores, sem dúvida está muito longe de ser indigno e isso, infelizmente, desmotiva a participação. A turma nova é politicamente desmobilizada e, como não precisam brigar por salário, não se engajam na causa sindical que vai muito além das questões salariais. A miséria une e, definitivamente, quem está no DPF não está na miséria.
Fenapef – Qual a mensagem que você deixa para os novos policiais e para os mais antigos?
Pimenta – Que não desanimem e continuem lutando. O DPF vai além dos delegados. É maior que qualquer dirigente. Estes passam, a instituição fica. Novinhos ou antigões, estão todos no mesmo barco e se remarem juntos, chegarão mais cedo onde querem e onde a sociedade deseja: numa Polícia Federal melhor, mais justa e coesa.
Fonte: Agência Fenapef
Por: Paulo Pimenta
A estratégia da gestão do Dr. Paulo Lacerda, de dominar o Departamento de Polícia Federal através dos delegados, deu certo. Os quadros do DPF foram inchados de autoridades e, em muitas superintendências, sequer há salas suficientes. “Arrumam-se” salas para as digníssimas autoridades e empilham os que sobram em qualquer lugar.
Contudo, se todo o problema fosse apenas a falta de espaço físico para abrigar as autoridades, definitivamente isso não seria um problema sério! O grande problema, trazido com a avalanche de delegados no DPF, foi o despreparo e a imaturidade de muitos.
Não é raro nos depararmos com um delta, que acabou de sair dos bancos acadêmicos, com 20 e poucos anos, empunhando uma Glock novinha em folha e exibindo a carteira preta, se achando “A AUTORIDADE”!
Muitos desses delegados fizeram até cursinho preparatório para realizar o teste psicotécnico, o que demonstra o seu grau de imaturidade. São os mesmos que aderiram ao “Programa Primeiro Emprego do Dr. Paulo Lacerda” e hoje engrossam as fileiras das autoridades policiais que nunca trabalharam. Mesmo com pouca ou nenhuma experiência de vida, já prendem e indiciam gente, comandam policiais com mais de 20 anos de casa e exigem não serem contrariados nunca.
Alguns, demonstrando total despreparo para a atividade, vão para boates, dão tiros na rua, são desligados de missões e nada acontece. Ao contrário, ganham chefias de presente. Essas mesmas autoridades EXIGEM que os escrivães realizem trabalhos administrativos (e até mesmo favores pessoais), ou ainda que agentes lhes emprestem coletes balísticos, pois “esqueceram” de acautelar um quando saíram pra cumprir alguma missão.
Quando contrariados, levam para o lado pessoal e acham que é insubordinação, uma afronta à autoridade, chegando ao cúmulo de expulsarem tais policiais de suas delegacias, sem se importarem com a competência e experiência dos mesmos.
Há ainda aquelas autoridades que são “ávidas por aventuras”, mas ao invés de praticarem algum esporte radical com altas descargas de adrenalina (pára-quedismo, vôo-livre, tiro prático etc), procuram o trabalho de campo (“ir pra rua”, como eles dizem) para buscar as tais “aventuras”. Nesses momentos, adentram em barracos de madeira (P1) empunhando um baita fuzil e, quando de cansam, largam o armamento no sofá da casa.
Em outras oportunidades, prendem pessoas nas ruas mais movimentadas das cidades e, na hora que “dominam a situação”, disparam a pistola “acidentalmente”, a um palmo da cabeça do preso (e o pior: às vezes na direção do colega). Obviamente, nada acontece com essas AUTORIDADES.
Mas e quando estes deltas descontrolados são representados na Corregedoria? Agora é hora da justiça? Claro que não, pois um outro delta pode, a qualquer momento, dar um despacho “técnico-científico”, alegando que a falta de educação do coleguinha é problema de berço, que a grosseria do “coitadinho” é, possivelmente, decorrente da falta de educação familiar, portanto, ARQUIVE-SE! Um primor da fundamentação jurídico-administrativa!
Não podemos esquecer aqueles que se sentem necessitados de mobiliar seus gabinetes e, durante buscas e apreensões, só têm olhos para os objetos que combinem com a decoração ou que ainda não tenham em seus domínios, como geladeiras e sofás. Nem se importam se tais itens são os únicos a guarnecerem a residência ou que não tenham qualquer vínculo com a atividade criminosa. Imaginem a cena de mamadeiras e papinhas sendo retiradas da geladeira.
Quem acha que isso só ocorre no Haiti, Libéria ou nos territórios dominados pelas FARC está enganado. Acontece também aqui, nas nossas barbas, diante da inércia da maioria.
O que os policiais comandados por um chefe desequilibrado e despreparado tecnicamente podem esperar? Só arrogância e prepotência da chefia e uma chance de pular fora do barco, antes que o mesmo afunde. E muitos já fizeram isso e não se arrependem! Ao contrário, agradecem a chance que tiveram e vivem hoje em mar de Almirante.
Obs: Esta é uma história de ficção. Qualquer semelhança com fatos e pessoas reais terá sido mera coincidência…
Paulo Pimenta é Escrivão de Polícia Federal, vice-presidente do SINPOFAC – Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Acre.
Fonte: Agência Fenapef
VEJAM O EXEMPLO QUE O JUDICIÁRIO DEU.
Juiz que se envolveu em briga de trânsito é promovido a desembargador em São Paulo
Fernando Porfírio
Especial para o UOL Notícias
Em São Paulo O Tribunal de Justiça de São Paulo acabou de promover o juiz Francisco Orlando de Souza, de 57 anos, ao cargo de desembargador. O magistrado se envolveu numa discussão de trânsito e acabou sendo acusado por um delegado de polícia de dirigir sem habilitação e embriagado. A decisão foi tomada por votação unânime, nesta quarta-feira (19) pelo Órgão Especial do TJ paulista.
“O comportamento do magistrado nem de longe se aproxima dos fatos narrados pelo delegado no Boletim de Ocorrência”, afirmou o desembargador Guilherme Strenger ao votar a favor da promoção do juiz. “O Tribunal não está alheio à investigação policial, mas o fato não impede a promoção do magistrado ao cargo de desembargador”, afirmou o presidente da corte paulista, José Roberto Bedran.
Segundo o delegado Frederico Costa Miguel, o juiz Francisco Orlando de Souza se envolveu numa briga de trânsito na avenida Armando Italo Setti, em São Bernardo do Campo (região do ABC, em SP), na frente do 1º Distrito Policial da cidade. De acordo com a polícia, o magistrado estava aos berros, esmurrando o vidro de um carro. O caso aconteceu na madrugada do último dia 10.
O juiz Francisco Orlando de Souza está na magistratura há 26 anos. Nasceu em Garanhuns (PE) e se formou em Direito na Faculdade de São Bernardo do Campo. Ele atua no Tribunal de Justiça há cinco anos como substituto em segundo grau. Foi promovido a desembargador pelo critério de antiguidade.
O juiz é alvo de apuração pela Corregedoria Geral da Justiça. O boletim de ocorrência narra que os investigadores Zenobio Viana de Barros e Alexandre Cavalheiro de Britto, que estavam de plantão no DP, ouviram buzinas e foram ver o que acontecera. Encontraram o juiz enfurecido, dando socos no vidro do carro do motorista com quem discutia.
Os policiais, armas em punho, apontadas para o chão, foram abordar os dois motoristas, e aí, segundo eles, começaram a ser agredidos verbalmente pelo juiz. O delegado Costa Miguel, então, ordenou que todos os envolvidos entrassem na delegacia.
“Imediatamente, o averiguado [juiz] subiu as escadas encarando o delegado de polícia, que imaginou que iria até mesmo ser agredido pelo averiguado. O averiguado já se aproximou desta autoridade de maneira totalmente descontrolada e, com o dedo em riste, mais uma vez gritou com esta autoridade:’você não grita assim comigo, não! Eu sou um juiz, eu sou um juiz!’, escreveu o delegado Costa Miguel no BO.
“E aí, vai me prender?”
Quando Miguel pediu para que o juiz se identificasse, a resposta veio com uma pergunta: “E aí, você vai me prender?”. E a resposta foi que sim, por desacato. Entretanto, apenas o presidente do TJ é que pode prender outro juiz em flagrante. Francisco de Souza ficou detido na modalidade “prisão captura”.
Convidado a fazer o teste do bafômetro por demonstrar sinais de embriaguez, o juiz se negou. Saiu da delegacia, assim como o outro motorista envolvido na briga, dirigindo, escoltado por policiais civis até em casa.
Souza nega que estivesse embriagado. Ao analisar a promoção do juiz, os desembargadores criticaram a atitude do delegado e apontaram contradições no boletim de ocorrência, entre elas o fato de o documento narrar que o juiz estava embriagado e dirigindo sem carteira de habilitação e depois afirmar que o magistrado deixou a delegacia dirigindo próprio carro.
João Dias confirma à oposição ter gravação contra ministro
Teria acontecido duas semanas depois do encontro com o ministro Orlando Silva
Em reunião com a oposição, agora há pouco na Câmara, o policial militar João Dias Ferreira, denunciante de suposto esquema de corrupção no Ministério do Esporte, confirmou ter o áudio de uma reunião, realizada em 2008, com então o secretário-executivo da pasta, Wadson Ribeiro.
Esta reunião, segundo o PM, teria acontecido duas semanas depois do encontro com o ministro Orlando Silva.
Pesquisa CNI-Ibope aponta que 51% da população considera a segurança “ruim” ou “péssima”.
Congresso Nacional é visto como a instituição mais ineficiente
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo CNI-Ibope sobre a segurança pública do Brasil revelou que 51% da população a considera “ruim” ou “péssima”. Além disso, apenas 15% dos entrevistados percebem melhora na segurança no País nos últimos três anos. O estudo foi realizado com 2.002 entrevistados a partir de 16 anos em 141 cidades. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Dentre os entrevistados, 36% consideram a segurança pública “regular” e apenas 12% avaliaram como “ótima” ou“boa”. O percentual de entrevistados que avaliaram a situação da segurança pública como “ruim” ou “péssima”, como já citado, chega a 58% entre o Nordeste e 57% entre periferias das capitais brasileiras.
Durante a execução da pesquisa, foi apresentada uma lista de 23 problemas que o País estaria enfrentando. Com os resultados finais, foi montado o ranking problemático e a “saúde” foi apontada por 52% da população como o maior desafio do Brasil. Em segundo lugar, a “segurança pública” seguida pelas “drogas” com, respectivamente, 33% e 29% de escolha.
Sendo o estudo focado na percepção dos brasileiros sobre a segurança pública, nos desdobramentos da pesquisa, pode-se descobrir que as Forças Armadas e a Polícia Federal são reconhecidas pela população como as instituições mais eficientes em assuntos de segurança; o Congresso Nacional e o Poder Judiciário são considerados os mais ineficientes.
Violência e a criminalidade
O estudo revelou ainda que 30% dos entrevistados já sofreram diretamente com a violência no último ano. Entre os participantes, 9% foram furtados, assaltados ou agredidos, 19% possuem um parente que sofreu algum desse tipo de violência e em 2% os dois sofreram diretamente com o tema. A causa principal da violência no País é o uso de drogas, segundo os entrevistados. Outro ponto interessante é a afirmação de que 80% dos brasileiros já mudaram seus hábitos devido à violência. A mudança mais frequente relatada pelos entrevistados é o ato de evitar andar com dinheiro nas ruas.
Para mudar a realidade do País, a população acredita que o caminho seria o combate direto ao tráfico de drogas. A sociedade também defende punições mais duras contra o crime, sobretudo mais violentos. Porém, os participantes da pesquisa se mostraram incertos sobre a execução da pena de morte no País. Entre as conclusões do estudo, pode-se dizer que os brasileiros não acreditam que a legalização da maconha não irá reduzir a criminalidade.
Penas mais rigorosas
A população brasileira defende penas mais rigorosas para os crimes violentos. Dentre os entrevistados, 79% concordam total ou parcialmente que penas mais rigorosas reduzem a criminalidade. Por maior rigor nas penas, 69% da população é favorável à prisão perpétua. No entanto, 15% são totalmente contra essa medida. No caso de crimes leves, 82% dos entrevistados são a favor total ou parcialmente da aplicação de penas alternativas à prisão como, por exemplo, trabalho comunitário.
De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, a população está rigorosamente dividida sobre a aplicação da pena de morte no Brasil: 46% são favoráveis (31% totalmente e 15% parcialmente) e 46% são contrários (34% totalmente e 12% parcialmente). O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o estudo, enfatizou que tais dados demonstram haver grande vontade da sociedade no combate à violência.
Fonte: iG São Paulo | 19/10/2011 12:12
A Coordenação Nacional do Projeto Bolsa Formação antecipou o período de inscrições para o recebimento do benefício. Previsto somente para janeiro de 2012, as inscrições estarão abertas no período de 17 de outubro a 17 de novembro de 2011, conforme portaria nº. 2.306, publicada ontem pelo Ministério da Justiça e que disciplinou a abertura das inscrições.
Para dar entrada ou renovar o requerimento para recebimento do benefício, os profissionais de segurança pública de Alagoas precisão se enquadrar em algumas exigências do projeto como, não ter sido responsabilizado ou condenado pela prática de infração administrativa grave ou condenação penal, nos últimos cinco anos, e frequentar a cada 12 meses, ao menos um dos cursos oferecidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública ou pelo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça.
Segundo o Gestor Estadual do Projeto Bolsa Formação em Alagoas, Aarão José da Silva, o recebimento do benefício por parte dos agentes de segurança de Alagoas, acontece por meio de convênio assinado entre a Secretaria de Estado da Defesa Social e o Ministério da Justiça. Ele informou que a nova dinâmica do Bolsa Formação apresentou mudanças que deverão ser observadas pelos interessados no momento de se inscrever para receber o benefício.
“Só podem se escrever os servidores que recebem remuneração mensal bruta de até R$ 1,7 mil. A principal mudança foi na forma de cálculo do teto salarial, que este ano está excluindo apenas os valores correspondentes as férias e gratificação natalina, o 13º salário. Todos os outros valores como, ajuda de custo, auxílios, adicional noturno, salubridade, periculosidade e hora-extra, serão somados ao salário e se ultrapassar o teto, o requerente é excluído automaticamente do processo de seleção”, afirmou Aarão.
O gestor ainda alertou que os profissionais que estiverem recebendo o benefício não poderão solicitar participação no Projeto Bolsa Formação para o ano de 2012. Outra novidade é que apenas o interessado é que poderá solicitar o seu requerimento no site do sistema nacional do Bolsa Formação que deverá ser encaminhado com nada consta administrativo, certidão negativa de antecedentes criminais estadual e federal.
“Durante o período de inscrição o Portal do Ministério da Justiça recebe uma grande quantidade de acessos e poderá ficar congestionado, então é preciso ter paciência e aguardar a normalização dos acessos, porque a coordenadoria nacional informou que não será dado prazo adicional em hipótese alguma para o período de inscrição,” conclui o gestor.
14/02/2009 – 04h39min
O caseiro José Francisco de Souza, 48 anos, foi morto com um tiro na nuca dentro da casa do desembargador Adílson de Andrade, da 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. A casa fica no Guarujá, litoral sul paulista. O crime aconteceu no sábado (7/2), por volta das 18h. O autor do disparo que matou Souza seria um policial ( Paulinho Pimenta ) que estava com o desembargador dentro da casa. O caseiro foi encontrado com uma faca na mão.
( Observação: Não confundir Paulinho Pimenta , apelido de agente da região da Baixada Santista , com a pessoa de Paulo Pimenta, escrivão )
O caso está registrado na Delegacia Sede do Guarujá como tentativa de roubo e resistência seguida de morte. O inquérito policial corre em sigilo. ( Como toda e qualquer obscenidade bem feita )
O desembargador foi procurado pela revista Consultor Jurídico e disse que vai se manifestar no momento oportuno.
Há diversas versões para o caso. A oficial, que está registrada no boletim de ocorrência, é que Souza tentou assaltar a casa do desembargador com uma faca. Resisitu à voz de prisão, reagiu e foi morto.
Amigos da família, porém, dizem que Souza havia se desentendido com o desembargador e o policial enquanto tomavam cerveja. Souza trabalhava como caseiro do condomínio chamado Sorocutuba, na praia homônima do Guarujá.
Amigos da vítima, que pediram para não ser identificados, afirmam que o caseiro, quando bebia cerveja, falava demais. E para eles esse seria o motivo de sua morte — uma discussão. Souza teria bebido cerveja com o desembargador e outros amigos no deck da praia. Ali começou uma discussão entre Souza, o desembargador e o policial. Amigos do caseiro sugeriram que Souza fosse para casa, que fica no mesmo condomínio do desembargador. Outra versão da história é a de que o caseiro, embriagado, foi até a casa do desembargador continuar a discussão.
Fonte: Revista Consultor Jurídico
__________________________
O doutor Adílson de Andrade ( foi Juiz na Comarca de São Vicente ) – a quem conhecemos pessoalmente enquanto advogado e depois já delegado de polícia - sempre foi uma pessoa exemplar e um magistrado muito correto, mas o agente – que nos desculpem os familiares; especialmente seu genitor - desde adolescente – é delinquente.
E para relembrar: Bang! Bang! Bang!
SERPICO 6:
Policial federal é suspeito de matar zelador no Guarujá
Agente não foi preso; ele disse ter atirado durante tentativa de assalto.
Caso aconteceu no domingo (8); vítima tinha faca na mão.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Um zelador de um condomínio do Guarujá, a 86 km de São Paulo, foi morto com um tiro na cabeça na madrugada de domingo (8). Segundo a polícia, o autor do tiro foi um agente da Polícia Federal.
O corpo de José Francisco de Souza foi encontrado na sala de uma casa em um condomínio de frente para a Praia do Éden. Segundo informações de policiais militares que estiveram no local, na mão direita da vítima havia uma faca de churrasco.
O ajudante geral de 48 anos levou um tiro na cabeça. A vitima trabalhou por mais de 10 anos como zelador em um dos condomínios da praia. Sua ex-mulher não entendia o que aconteceu. “Ele era muito bom para morrer da maneira que morreu. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu, precisa ser esclarecido”, afirmou Ana Maria da Conceição.
O boletim de ocorrência foi feito com base na versão das duas pessoas que estavam na casa, o policial federal e o desembargador dono do chalé onde o agente estava hospedado. Em depoimento, o policial contou que atirou durante uma tentativa de assalto.
O delegado responsável disse que comunicou as corregedorias da Polícia Federal e do Tribunal de Justiça sobre o crime. Por enquanto, nenhum dos dois órgãos se manifestou sobre o caso.
O policial não foi preso.
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Os três – juntos – foram vistos bebendo na praia.
Não tinha nenhuma mulher no local do crime…
Aliás, nenhuma testemunha!
Será a palavra do agente federal e do desembargador contra a palavra do falecido.
Assim , o coitado ( do falecido ) será julgado e condenado como LADRÃO.
Quem souber queira nos informar o nome do desembargador.
Afinal, nada há para que o nome da testemunha permaneça sob sigilo.
O morto não lhe fará coação.
SAIU NA TV LOCAL MAS OS JORNAIS SEGURARAM.
SÁBADO PARA DOMINGO, GUARUJÁ, CONDOMÍNIO FECHADO EM SOROCOTUBA, CASAS DE UM MILHÕA PRA CIMA.
A NOITE, O DONO DA CASA, DESEMBARGADOR DO TJ, LIGA PRA PM E DIZ QUE UM AMIGO MATOU UM LADRÃO QUE ENTROU NA CASA, COM UMA FACA.
A DELEGADA FOI CHAMADA, O DESEMBARGADOR ESTAVA BÊBADO E AO QUE TUDO INDICA DESCONTTROLADO, JUNTAMENTE COM O AUTOR DOS TIROS, AGENTE DA PF, DE SÃO SEBASTIÃO, QUE FOI TIRA EM SANTOS, PAULO PIMENTEL, TOTALMENTE BEBADO E AINDA MAIS DESCONTROLADO.
A DELEGADA FOI DESTRATADA E ACIONOU O PERMANÊNCIA, PRA LÁ FORAM, SECCIONAL, VALDOMIRO E ARANHA COM A DIG.
O QUADRO PIOROU, OS DOIS DESACATAVAM TODOS E NÃO IRRIAM PASSAR E NÃO PASSRAM POR BAFOMETRO, DOSAGEM OU CLÍNICO.
COM MUITO CUSTO A ARMA FOI APREENDIDA E ENTREGUE AO BUENO.
A VÍTIMA, CASEIRO DO CONDOMÍNIO, COM 27 ANOS DE SERVIÇO, ESTAVA CAÍDA COM UM TIRO NA CABEÇA E UMA FACA AO LADO.
AS TESTEMUNHAS INFORMARAM QUE O CASEIRO ERA BOM FUNCIONÁRIO MAS GOSTAVA DE UM GORÓ E HAVIA BEBIDO DURANTE O DIA, NA PRAIA COM O AGENTE E O DESEMBARGADOR.
ORA, O CARA TEM A CHAVE DE TODAS AS CASAS, QUE FICAM VAZIAS DURANTE A SEMANA, E VAI INVADIR UMA CASA OCUPADA PARA ROUBAR COM UMA FACA, SABENDO QUE TEM DOIS CARAS ARMADOS ?
O AGENTE E O DESEMBARGADOR SUSTEM ASSALTO !
FEITO O BO, JÁ TEVE REUNIÃO COM A PROMOTORIA DE GUARUJÁ MAS O DESEMBARGADOR É PICA GROSSA EM SP, NINGUÉM SABE O NOME, SÓ A CÚPULA.
A ORDEM É FRITAR O AGENTE NO 121 !
FAÇA BOM PROVEITO, SE FOSSE TROUXA IA PRO FLAGRANTE
ass.: SERPICO 6
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O policial foi subordinado ao 1º DP de Santos; é filho de um conhecido advogado e procurador da prefeitura de Praia Grande.
Aparentado - segundo falava – do jurista Manoel Pedro Pimentel.
Entende?
Ingressou na Polícia Civil no início dos anos 90.
Aliás, parece que foi “ajudado” pelos amigos do pai.
Seria demitido, no estágio probatório, por atos de corrupção e pela inclinação para bebida, drogas e sacar a arma pra qualquer um; sem motivo algum.
Coisa de nanico ( 1m50) metido a valente.
Arrumaram uma porta de entrada - pelos fundos - na Polícia Federal. Parece que foi exonerado na PF, mas acabou reintegrado. Comenta-se que , mesmo impedido, exerce a advocacia.
Quando ingressou na PF já desfilava a bordo de uma Alfa Romeo “amarela”, aquelas dos anos 95 \ 96. Depois ouviu-se dizer que estaria foragido, pois tinha “aprontado montão” na PF.
Assim, era previsível que cedo ou tarde a longa ”carreira” acabasse em desgraça.
Tristemente morre um provável inocente.
Esse “Paulinho Pimenta” nunca valeu grande coisa.
E o suposto Desembargador - para ser amigo de um “rapaz” como esse - só pode estar doente…
Vixit, Desembargador amigo de um agente LOKI!
O título poderia ser outro: DESEMBARGADOR E AGENTE FAZIAM SOROCA EM SOROCOTUBA.
Ah; podem nos processar! 
arquivo PF31/05/2011 – 12h21
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Pelo menos 70 policiais federais participam nesta terça-feira (31) em São Paulo da Operação Pré-Sal, realizada com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que extorquia empresários do ramo de combustíveis no litoral norte do Estado.
Até o final da manhã foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, além de quatro mandados de condução coercitiva e três mandados de prisão temporária nas cidades de São Paulo, São José dos Campos, São Sebastião, Caraguatatuba e Praia Grande. Segundo a assessoria da Polícia Federal, um agente da PF foi preso durante a operação e outros policiais federais também são investigados.
Os trabalhos que resultaram na operação tiveram início há cinco meses, a partir da denúncia de que o grupo apresentaria documentos e imagens forjadas. A partir desse material, os criminosos induziam empresários da região a acreditar que estariam sendo investigados pela PF; para que os supostos inquéritos não prosseguissem, exigiam deles pagamento de propina.
As investigações apontaram ainda um segundo grupo que estaria envolvido também com o tráfico de drogas.
Em nota, a PF em São Paulo informou que os envolvidos no esquema criminoso serão indiciados, indivualmente, pelos crimes de concussão –pena de dois a oito anos de prisão –, além de tráfico e uso de drogas –pena de cinco a 15 anos de reclusão.