1. Se um por cento de nos Policiais, fossemos o que estes caras foram, não teria ladrão no Brasil. Deixaram muitos safados vivos, e hojes os safados(a) mandam no Pais, este foi o erro deles

  2. Fininho foi usado pelo sistema, tanto quanto o Correinha e o próprio Fleury. Todos usados e, uma vez inconvenientes, descartados. O Fininho deu, mesmo, grandes canas e sempre foi um tira respeitado, inclusive inicialmente disputado entre Delegados.

    Acho que era oriundo da antiga Guarda Civil. De qualquer maneira, era um Policial de rua, de Radio Patrulha, operacional que levantava local e dava cana sem se “fardar” para isso.

    Assim como Correinha e Fleury, Fininho nunca foi ladrão. Foi outro que não enriqueceu na Polícia. Muito pelo contrário. Só se prejudicou. Só foi prejudicado.

    Se exorbitou, foi em razão do caldo de cultura da época. Foi açulado para isso.

    Para mim, Adhemar Augusto de Oliveira ainda é Policial, porque tem isso no sangue. Não referendo sua biografia como “modelar”, não o isento de excessos e erros que cometeu (muito poucos, no fundo, deixam de cometer, de uma forma ou de outra…). Mas tem ele todo o meu respeito por ser uma vítima deste sistema terrível que usa e descarta pessoas como objetos, transformando profissionais em “heróis” e “bandidos” da noite para o dia.

    O Fininho, inclusive, é um caso de Policial Civil que cumpriu pena em presídio comum. No “seguro”, ou não, ficou no mesmo ambiente que presos comuns.

    E ninguém se levantou para defendê-lo…

  3. Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

  4. Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…

    Ainda que o tão “dramático” relato seja verdadeiro, só revelaria que Fininho é alguém que foi, sim, usado pelo sistema de uma época, e, logo após, descartado.

    Quanto à fuga do Fininho para o Paraguai, foi um dos atos que mais o desabonaram perante os colegas, pois ele se aproveitou da confiança que tinha junto à tiragem, para, infelizmente, fugir. Daí para frente, não foi mais tratado como “colega” nem mesmo pelos seus contemporâneos.

    Com relação ao tal Mariel Mariscot, nunca teve atuação em SP. Quando fugiu para cá, o fato é que foi preso aqui, em meados dos anos 70. Ele estava ‘pedido’ no RJ, passou por SP, foi preso aqui e pela Polícia Civil de SP. Ponto.

    Quanto ao argumento de que: “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal.”, NADA MAIS FALSO!

    Ao contrário do que se propaga com tanto “ardor” (e ardência), os Policiais “da ditadura” não foram, nem tampouco são, os responsáveis pelas mazelas administrativas atuais da Polícia Civil.

    Ora, se resquício da “ditadura” redundasse em perdas institucionais, a Polícia Militar, criada justamente pelo regime militar, teria sido até extinta em 1988 e o mesmo aconteceria com a Polícia Federal, criada que foi em 1965, no governo do Castelo Branco, ou seja, criada também pelo regime militar.

    Ao contrário, com a redemocratização, a PM passou a ter Comandantes Gerais da própria PM (não mais do Exército), desvinculando-se, na prática, do Exército Brasileiro, uma vez que a atual Inspetoria Geral das Polícias Militares é mais simbólica que efetiva. E, a Polícia Federal, após a redemocratização, só cresceu.

    Polícias Militares e Polícia Federal, duas filhas diletas da ditadura só prosperaram de verdade após o término do regime militar e a promulgação da Constituição de 1988.

    Ao olhar para os avanços das PM´s e da PF em tempos de democracia, pergunto:

    1) Não ficaram, por acaso, “estigmatizados” os Policiais Militares que participaram ativamente dos DOI-CODIS e os Federais que controlavam a maioria dos DOPS dos estados???

    2) Por quê eles não legaram, às suas Corporações (PM e PF), a tal “herança maldita” da “terrível” ditadura???

    A Polícia Civil foi que teve várias perdas. Mas, teve perdas por absoluta INCAPACIDADE e INCOMPETÊNCIA para fazer o mesmo “lobby” que os PM´s e os Federais fizeram, em Brasília, e, os milicianos, também junto às suas respectivas Assembleias Estaduais.

    Os responsáveis pela perda de prestígio e de atribuições da Polícia Civil, em tempos de democracia, não foram os Policiais do passado. Foram os dirigentes Policiais Civis dos tempos da democracia! Os “preclaros” jurisconsultos que só pensavam em isonomia, confundindo Assembleia Constituinte com assembleia sindical.

    Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.

    Com a dita “abertura”, quem sucedeu aqueles dirigentes não teve a amplitude de visão para fazer o “lobby” certo, como o tiveram os representantes de outras Polícias. Só isso.

    Se o “lobby” adequado tivesse sido feito pela Polícia Civil, o prestígio seria outro e a Instituição, à exemplo das PM´s e da PF, poderia ter até avançado em prerrogativas, independentemente de ter tido, em seus quadros, no passado remoto, Policiais como Fininho, Correinha, Fleury e seja lá mais quem.

  5. Ora, Fininho 1, e Fininho 2, (irmãos) então da Guarda Civil do Estado de S.P., teve méritos demais e a sociedade vivia tranquila, houve até pequenos excesso, mais como se diz, o mal maior cessa o menor, sempre fizeram o bem à sociedade, ja o Correinha, o nome ja diz, por ser pequeno, este às vezes falava demais e pouco sabia dos fatos, isto devido quem limpava os ¨malditos¨ tinha sempre amparo dos ¨honestos¨ faça pesquisa hoje, e verá quem ganha, eles, ou os medrosos de hoje, que só pensa na mídia e em promoção…Pedro Baiano74a – Cícero Dantas – Ba.

  6. não esta preso

    e espero que esteja com saude

    foi traido por seus pares

    não interessa o passado o fato é que foi traido pelos seus “””pares”””

    e entregue aos leoes . . .

    Frederico deinter :
    O colega ta preso?

  7. Pelo menos pra mim, o áudio está péssimo, com volume no máximo quase não dá pra ouvir…

  8. DELTA UNO – ORIGINAL :

    Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…
    Ainda que o tão “dramático” relato seja verdadeiro, só revelaria que Fininho é alguém que foi, sim, usado pelo sistema de uma época, e, logo após, descartado.
    Quanto à fuga do Fininho para o Paraguai, foi um dos atos que mais o desabonaram perante os colegas, pois ele se aproveitou da confiança que tinha junto à tiragem, para, infelizmente, fugir. Daí para frente, não foi mais tratado como “colega” nem mesmo pelos seus contemporâneos.
    Com relação ao tal Mariel Mariscot, nunca teve atuação em SP. Quando fugiu para cá, o fato é que foi preso aqui, em meados dos anos 70. Ele estava ‘pedido’ no RJ, passou por SP, foi preso aqui e pela Polícia Civil de SP. Ponto.
    Quanto ao argumento de que: “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal.”, NADA MAIS FALSO!
    Ao contrário do que se propaga com tanto “ardor” (e ardência), os Policiais “da ditadura” não foram, nem tampouco são, os responsáveis pelas mazelas administrativas atuais da Polícia Civil.
    Ora, se resquício da “ditadura” redundasse em perdas institucionais, a Polícia Militar, criada justamente pelo regime militar, teria sido até extinta em 1988 e o mesmo aconteceria com a Polícia Federal, criada que foi em 1965, no governo do Castelo Branco, ou seja, criada também pelo regime militar.
    Ao contrário, com a redemocratização, a PM passou a ter Comandantes Gerais da própria PM (não mais do Exército), desvinculando-se, na prática, do Exército Brasileiro, uma vez que a atual Inspetoria Geral das Polícias Militares é mais simbólica que efetiva. E, a Polícia Federal, após a redemocratização, só cresceu.
    Polícias Militares e Polícia Federal, duas filhas diletas da ditadura só prosperaram de verdade após o término do regime militar e a promulgação da Constituição de 1988.
    Ao olhar para os avanços das PM´s e da PF em tempos de democracia, pergunto:
    1) Não ficaram, por acaso, “estigmatizados” os Policiais Militares que participaram ativamente dos DOI-CODIS e os Federais que controlavam a maioria dos DOPS dos estados???
    2) Por quê eles não legaram, às suas Corporações (PM e PF), a tal “herança maldita” da “terrível” ditadura???
    A Polícia Civil foi que teve várias perdas. Mas, teve perdas por absoluta INCAPACIDADE e INCOMPETÊNCIA para fazer o mesmo “lobby” que os PM´s e os Federais fizeram, em Brasília, e, os milicianos, também junto às suas respectivas Assembleias Estaduais.
    Os responsáveis pela perda de prestígio e de atribuições da Polícia Civil, em tempos de democracia, não foram os Policiais do passado. Foram os dirigentes Policiais Civis dos tempos da democracia! Os “preclaros” jurisconsultos que só pensavam em isonomia, confundindo Assembleia Constituinte com assembleia sindical.
    Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.
    Com a dita “abertura”, quem sucedeu aqueles dirigentes não teve a amplitude de visão para fazer o “lobby” certo, como o tiveram os representantes de outras Polícias. Só isso.
    Se o “lobby” adequado tivesse sido feito pela Polícia Civil, o prestígio seria outro e a Instituição, à exemplo das PM´s e da PF, poderia ter até avançado em prerrogativas, independentemente de ter tido, em seus quadros, no passado remoto, Policiais como Fininho, Correinha, Fleury e seja lá mais quem.

    “Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.”

    Eu sequer existia na época.
    Mas talvez aí é que tenha sido o começo do fim.
    Os Generais fecharam o Congresso, impuseram AI-5, mandaram meio mundo para o exílio. Criaram suas próprias polícias (PM e PF)…
    E os delegados conseguiram manter as prerrogativas.
    Talvez a submissão integral ao regime (forma de autopreservação) fosse a forma então contemporânea de manter a cadeira…
    Só pensamentos, porque não vivi quase nada desse período… Aliás, desse tempo só me lembro dos fusquinhas vermelho e preto.

  9. Sem restruturação de carreiras a policia civil não vai sair do lugar.
    Eu pergunto pra que serve mesmo aux. de papiloscopista policial, carcereiro, agente policial, operador de telecomunicações policial, fotografo pericial, desenhista tecnico, atendente de necroterio!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Se liga bando de cadeirantes do conselho, a policia só vai ser valorizada se for um bloco forte e atuante, não como esta agora, quatorze carreiras que não se entendem e ficam brigando entre si por puro ego.

  10. Muito se escreve e se fala da “ditadura”. Já ouvi várias versões, e cheguei a uma conclusão: quem fez acontecer, de verdade, ou está morto, ou está calado. O resto ou é marionete, ou é papagaio de pirata.

  11. ARROMBADO, agente de papi,ag.policial e carcereiro servem muito para aumentar as estatísticas da Corró, fazer cagadas e serviço mal feito. Usam essas figuras para
    atuar como tiras e o resultado é lamentável para a imagem da instituição. è raro um que que
    desenpenhe bem a função. Operador de tele ainda tem uma função específica e não causam problemas, mas concordo que não deveria ser carreira específica, mas sim geral, o que facilitaria a remoção do cara para outro setor se trabalhar mal.
    Infelizmente, concordo com o Delta sobre a inabilidade dos dirigentes dos dirigentes,da época pós ditadura. Novos dirigentes atuais,embora alguns tentem, não conseguiram ainda encontrar ” o norte” que a instituição deva seguir e somente conseguiram através da inteligência, menos ego,menos política,mais profissionalismo e principalmente simplificar os trtrabalhos judiciários para que a instituição não pareça um escritório como é atualmente.

  12. De novo vem a questão da valorização, mas comesta corja que temos na PC?
    Por que não nos unimos e começamos a derrubar as fontes de renda dos diretores, seccionais, titulares e chefes de DP??? A resposta é clara e não vou entrar neste mérito de novo.
    Esta é a única solução para sermos de novo respeitados e temidos pela vagabundagem, o resto é balela.
    O número assustador de incompetentes, corruptos e puxa sacos que temos nos cargos de comando é a chave de nossas mazelas.
    Enquanto não houver uma assembléia para, inicialmente atacar e aniquilar as máquinas de caça níquel, bicheiros, prostíbulos, biqueiras e demais fontes de arrecadação ilegal, nada irá adiantar assembléias e reuniões com políticos corruptos e interesseiros, só uma guerra abertamente declarada contra corrupção vai nos resgatar a dignidade, após isso virá a luta por melhores salários. E ponto final !

  13. E o que se faz hoje nos megas departamentos, chefes ganhando 500 a um milhão por mes, nunca prenseram ninguem, alguns se esconde atras de HARAS, OUTRO ATRAS DE BARES, OUTRO EMPREASAS, TUDO COMPRADO COM GRANA SUJA, GARANTO QUE POR MAIS QUE TENHA FEITO O QUE NA SEI SE É VERDADE, É MAIS SANTO QUE METADE DE DPPC DEIC FAZENDARIA E DENARC DE HOJE, IGUAL O COLLOR, ELE FOI DESONESTO, E. PT É MUKCHOOOOOO HONESTO, O MAIOR CORRUPTO DA HISTORIA DO MUNDO FOI O PT, E SE ESCONDE ATRAS DO IMPECHEMAN DO COLLOR, IGUAL O FININHO.

    UMA PERGUNTA.?

    ELE TEM HARAS
    TEM BAR NO IPIRANGA
    MANSAO NA RIVIERA,
    MARINA
    MANSAO EM COTIA, ALPHAVILLE, VINHEDO
    TEM JET SKY, BARCO, MOTOS IMPORTADAS
    BVW, PORSHE
    SEUS FILHOS E ELES VAO A EXTERIOR 3 VEZES AO ANO
    LAVA GRANA EM LOJAS N CENTRO DE SP
    COMPRA EDIFICIOS POR SP E INTERIOIR
    TEM MAIS DE 20 APARTAMENTOS EM NOME DE LARANJA
    PAGA PLANTAO PARA FICAR ROUBANDO DE MADRUGADA NO DECAP
    FAZ ACERTO COM PAJE, SHOP 25. BRAS
    VENDE CADEIRAS NO DPPC

    ENFUM QUE SERA QUE ESTA ERRADO O FNNHO.?

  14. Em vez da submissão, o “regime” criou uma formula bem mais simples: EM 1970 MODIFICOU A FORMA DO CONCURSO, nomeando como delegados dezenas de militares e simpatizantes para os cargos de substitutos.
    Estes – se lhes fosse conveniente – ao final do estágio probatório poderiam prestar a prova oral e frequentar o curso de formação na ACADEPOL ou permanecer na 4a. classe até a aposentadoria.
    Há muitos documentos que podem ser consultados nos quais a “autoridade” assina o nome, a patente e o cargo. Exemplo: Dr. Duque de Caixas Junior, Capitão do Exército R1 , Delegado de Polícia ( o substituto era excluído ).
    Conheci alguns ainda nos anos 1990.
    Mais: a maioria desses “militares” era de Minas e Rio.
    Outrossim, Delegados filhos, irmãos ou sobrinhos de Generais foram promovidos meteoricamente; de forma que ao final dos anos 1970 a meado dos anos 80 , praticamente todos os ocupantes dos cargos de comando tinham o pé na caserna.
    Exemplos: Gilberto Alves da Cunha, Godofredo Bittencourt Filho, etc. ( a lista seria grande ).

  15. Só para constar , Fininho faleceu há uns oito ou dez anos, teve um infarto ao volante do seu carro, no municípiio de Guarulhos, se não me engano. Faleceu pouco tempo após ganhar a liberdade.

  16. Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…

    apenas uma breve análise: Martinho Luthero somente tirou das trevas as pessoas que não tinham acesso a bíblia escrita somente em latim, traduzindo-a em seu idioma (alemão) pois até então todos eram dominados por dogmas autoritários, dentre eles a indulgência (compra de um lugar no céu).
    observando o vídeo vejo um cara caído, certamente foi usado pelo sistema na época, os verdadeiros opressores talvez nunca apareçam

  17. UMA COISA E CERTA NA EPOCA DA DITADURA A POLICIA CIVIL NAO TINHA ESTA FRESCURA DE MERDA QUE ELA SE TRANSFORMOU TENHO MUITA SAUDADES DA EPOCA DO FIGUEIREDO QUANDO AS DIRETAS COMEÇOU A POLICIA CIVIL ACABOU

  18. 04/05/2012 18:20
    Da Tribuna
    Da redação

    Segurança em Mongaguá

    Luiz Cláudio Marcolino (PT) afirmou que recebeu, em seu gabinete, moradores da cidade de Monguaguá, que entregaram um abaixo-assinado com 1.047 assinaturas, cobrando do governo medidas para a melhoria na segurança pública da região. Entre outros pontos, eles pedem o aumento do efetivo da PM e do número de viaturas. “A cidade só recebe aumento no efetivo de policiais no período do Carnaval e das férias de verão. É necessário que esses policiais permaneçam na cidade durante o ano inteiro”, disse. O deputado informou que o documento será encaminhado para a Secretaria de Segurança Pública. (DA)

    Colete balístico

    “Antes se acreditava que o colete por baixo do uniforme deixava o policial com um ar menos agressivo. O que é bobagem”, disse Olimpio Gomes (PDT). O parlamentar parabenizou o coronel da PM Roberval Ferreira França por ter decidido desobrigar os policiais a usarem o colete balístico por baixo das roupas. “Uma bela decisão do coronel Roberval. Todos os PMs reclamavam do incômodo e até do desenvolvimento de alergias”, disse. Segundo o deputado, o contato direto do colete com a pele traz problemas, principalmente, para os policiais que trabalham em regiões muito quentes. (DA)

    Precatórios

    “É uma vergonha nacional. Se você tem uma dívida com o Estado, você tem que pagar e o Estado não paga suas dívidas com a população, que são os precatórios”, disse Edson Ferrarini (PTB). O deputado reclamou sobre o funcionamento do sistema de pagamento de precatórios do país. “Eu já estou há 12 anos na fila e até agora não recebi”, afirmou. O parlamentar finalizou cobrando providências dos governos municipal, estadual e federal. “A população tem direitos que devem ser respeitados”, declarou. (DA)

    Animais

    Jooji Hato (PMDB) contou que, na cidade de Hortolândia, um cachorro foi baleado por um agente penitenciário sem qualquer motivo. Parabenizou a vizinha que testemunhou o ocorrido e o denunciou à polícia. “Todos devemos tomar atitudes como essa para acabar com os maus tratos aos animais”. O deputado mencionou o Movimento Crueldade Nunca Mais, que acontece neste sábado, 5/5, em frente ao Masp com o objetivo de coletar assinaturas para a implantação de penas severas a quem maltratar os animais. “A legislação precisa ser mais rígida, não dá para aceitar uma situação dessas”, opinou Hato. (DV)

    Educação

    Carlos Giannazi (PSOL) leu a matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, referente ao atraso de salário dos professores da rede pública e ressaltou que vem denunciando esse problema há algum tempo na tribuna da Casa. “É uma prática antiga do PSDB, que está no governo há cerca de 17 anos se vangloriando de ser o partido da gestão administrativa, mas, quando é para beneficiar a população esse partido não funciona”, declarou o deputado. Para Giannazi providências imediatas precisam ser tomadas para acabar com o descaso com os servidores da Educação e para a valorização da categoria. (DV)

    Delegacias específicas

    Edson Ferrarini (PTB) elogiou o deputado Jooji Hato por sua ideia de criar uma delegacia específica para denúncias de maus tratos aos animais. O deputado contou que há alguns anos tentou implantar uma delegacia exclusiva para acidentes, roubos, entre outros incidentes com motocicletas, mas o projeto não foi aceito. Segundo o deputado, o respeito aos animais é importante e deve ser ensinado a todos os cidadãos, principalmente às crianças. “Vamos continuar na luta para que seja possível a realização dos dois projetos”. (DV)

    Audiências públicas

    Olimpio Gomes (PDT) anunciou sua presença na audiência, em Pirangi, neste final de semana, com a finalidade de a Frente Parlamentar de Segurança Pública debater a situação atual da segurança na região. Segundo o deputado, muitas audiências foram realizadas neste ano, nas câmaras dos municípios, para a discussão do tema. O parlamentar também comentou que tem recebido denúncias de oficiais de praça a respeito da falta de palmtops e outros serviços tecnológicos que, de acordo com Gomes, foram adquiridos pelo governo do Estado, por um contrato milionário, sem maiores esclarecimentos. (DV)

    Hospitais públicos

    “O Hospital dos Servidores Públicos Municipais, que em tese deveria atender esses funcionários, se encontra abandonado”, alegou Carlos Giannazi (PSOL). O parlamentar garantiu que esteve no local, conversou com pacientes e funcionários e recebeu reclamações diversas. Falou também da situação do hospital de Itaquera e lamentou que o atendimento é tão precário que a população prefere não ser atendida lá. O deputado reclamou da privatização dos hospitais e da falta de estrutura. (DV)

  19. Eduardo :

    DELTA UNO – ORIGINAL :

    Rick :Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:“Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.“Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…Ainda que o tão “dramático” relato seja verdadeiro, só revelaria que Fininho é alguém que foi, sim, usado pelo sistema de uma época, e, logo após, descartado.Quanto à fuga do Fininho para o Paraguai, foi um dos atos que mais o desabonaram perante os colegas, pois ele se aproveitou da confiança que tinha junto à tiragem, para, infelizmente, fugir. Daí para frente, não foi mais tratado como “colega” nem mesmo pelos seus contemporâneos.Com relação ao tal Mariel Mariscot, nunca teve atuação em SP. Quando fugiu para cá, o fato é que foi preso aqui, em meados dos anos 70. Ele estava ‘pedido’ no RJ, passou por SP, foi preso aqui e pela Polícia Civil de SP. Ponto.Quanto ao argumento de que: “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal.”, NADA MAIS FALSO!Ao contrário do que se propaga com tanto “ardor” (e ardência), os Policiais “da ditadura” não foram, nem tampouco são, os responsáveis pelas mazelas administrativas atuais da Polícia Civil.Ora, se resquício da “ditadura” redundasse em perdas institucionais, a Polícia Militar, criada justamente pelo regime militar, teria sido até extinta em 1988 e o mesmo aconteceria com a Polícia Federal, criada que foi em 1965, no governo do Castelo Branco, ou seja, criada também pelo regime militar.Ao contrário, com a redemocratização, a PM passou a ter Comandantes Gerais da própria PM (não mais do Exército), desvinculando-se, na prática, do Exército Brasileiro, uma vez que a atual Inspetoria Geral das Polícias Militares é mais simbólica que efetiva. E, a Polícia Federal, após a redemocratização, só cresceu.Polícias Militares e Polícia Federal, duas filhas diletas da ditadura só prosperaram de verdade após o término do regime militar e a promulgação da Constituição de 1988.Ao olhar para os avanços das PM´s e da PF em tempos de democracia, pergunto:1) Não ficaram, por acaso, “estigmatizados” os Policiais Militares que participaram ativamente dos DOI-CODIS e os Federais que controlavam a maioria dos DOPS dos estados???2) Por quê eles não legaram, às suas Corporações (PM e PF), a tal “herança maldita” da “terrível” ditadura???A Polícia Civil foi que teve várias perdas. Mas, teve perdas por absoluta INCAPACIDADE e INCOMPETÊNCIA para fazer o mesmo “lobby” que os PM´s e os Federais fizeram, em Brasília, e, os milicianos, também junto às suas respectivas Assembleias Estaduais.Os responsáveis pela perda de prestígio e de atribuições da Polícia Civil, em tempos de democracia, não foram os Policiais do passado. Foram os dirigentes Policiais Civis dos tempos da democracia! Os “preclaros” jurisconsultos que só pensavam em isonomia, confundindo Assembleia Constituinte com assembleia sindical.Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.Com a dita “abertura”, quem sucedeu aqueles dirigentes não teve a amplitude de visão para fazer o “lobby” certo, como o tiveram os representantes de outras Polícias. Só isso.Se o “lobby” adequado tivesse sido feito pela Polícia Civil, o prestígio seria outro e a Instituição, à exemplo das PM´s e da PF, poderia ter até avançado em prerrogativas, independentemente de ter tido, em seus quadros, no passado remoto, Policiais como Fininho, Correinha, Fleury e seja lá mais quem.

    “Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.”
    Eu sequer existia na época.Mas talvez aí é que tenha sido o começo do fim.Os Generais fecharam o Congresso, impuseram AI-5, mandaram meio mundo para o exílio. Criaram suas próprias polícias (PM e PF)…E os delegados conseguiram manter as prerrogativas.Talvez a submissão integral ao regime (forma de autopreservação) fosse a forma então contemporânea de manter a cadeira…Só pensamentos, porque não vivi quase nada desse período… Aliás, desse tempo só me lembro dos fusquinhas vermelho e preto.

    Interessante esse “debate”, mas mostra que a submissão da Policia Civil, os nobres da corte, os delegados, ainda esta em alta, até hoje é assim, sempre subservientes, amaveis, cortezes, só para os milicianos, tudo pra não perder a cadeira.
    Eu vivi esta época, conheço algumas historinhas, mas só vi a instituição Policial Civil, ladeira abaixo, como já disse, fora os “correrias”, os demais sempre sairam perdendo, e agora com essa maldita vaidade, a coisa tá ficando esquisita, isso só é bom para os inimigos, ocultos ou não, da Policia Civil.
    Triste sina, e tem “gente” vendendo soberba e se achando o supra-sumo da policia, achando-se resto “A”, em detrimento das demais carreiras, estamos fadados à derrota.

  20. 04/05/2012 – 16h44
    Procurador investigará pagamentos irregulares do TJ-SP
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    DE SÃO PAULO

    O procurador-geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, vai investigar pagamentos supostamente irregulares feitos pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo a magistrados e servidores.

    O procedimento foi instaurado após a divulgação de que o tribunal abriu sindicância “para investigar pagamentos irregulares de créditos trabalhistas a um grupo de magistrados e servidores, realizados no período de 2006 a 2010″.

    Magistrado quer devolver R$ 730 mil ao TJ de São Paulo

    A investigação será conduzida pelo próprio procurador-geral de Justiça.

    O desembargador do TJ Fábio Monteiro Gouvêa pediu à corte uma autorização para devolver R$ 730 mil que recebeu fora da ordem normal de pagamentos de verbas atrasadas do tribunal.

    Gouvêa é um dos cinco magistrados investigados por ter supostamente “furado a fila” de quitações de passivos trabalhistas do TJ e recebido de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão entre 2006 e 2010, em violação aos princípios da moralidade administrativa, da isonomia e da impessoalidade.

    “Estou me sentindo politicamente perseguido. Há dezenas de outros magistrados que receberam valores do mesmo modo que eu e estão sendo tratados de maneira diferente pelo tribunal”, disse o desembargador à Folha.

    O Órgão Especial do tribunal decidiu não julgar o pedido, sob o argumento de que Gouvêa não precisa da autorização. De acordo com membros da corte, ele pode fazer a devolução à Fazenda Estadual e depois pedir a inclusão na lista padrão de quitações do tribunal.

  21. DELTA UNO – ORIGINAL :

    Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…
    Ainda que o tão “dramático” relato seja verdadeiro, só revelaria que Fininho é alguém que foi, sim, usado pelo sistema de uma época, e, logo após, descartado.
    Quanto à fuga do Fininho para o Paraguai, foi um dos atos que mais o desabonaram perante os colegas, pois ele se aproveitou da confiança que tinha junto à tiragem, para, infelizmente, fugir. Daí para frente, não foi mais tratado como “colega” nem mesmo pelos seus contemporâneos.
    Com relação ao tal Mariel Mariscot, nunca teve atuação em SP. Quando fugiu para cá, o fato é que foi preso aqui, em meados dos anos 70. Ele estava ‘pedido’ no RJ, passou por SP, foi preso aqui e pela Polícia Civil de SP. Ponto.
    Quanto ao argumento de que: “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal.”, NADA MAIS FALSO!
    Ao contrário do que se propaga com tanto “ardor” (e ardência), os Policiais “da ditadura” não foram, nem tampouco são, os responsáveis pelas mazelas administrativas atuais da Polícia Civil.
    Ora, se resquício da “ditadura” redundasse em perdas institucionais, a Polícia Militar, criada justamente pelo regime militar, teria sido até extinta em 1988 e o mesmo aconteceria com a Polícia Federal, criada que foi em 1965, no governo do Castelo Branco, ou seja, criada também pelo regime militar.
    Ao contrário, com a redemocratização, a PM passou a ter Comandantes Gerais da própria PM (não mais do Exército), desvinculando-se, na prática, do Exército Brasileiro, uma vez que a atual Inspetoria Geral das Polícias Militares é mais simbólica que efetiva. E, a Polícia Federal, após a redemocratização, só cresceu.
    Polícias Militares e Polícia Federal, duas filhas diletas da ditadura só prosperaram de verdade após o término do regime militar e a promulgação da Constituição de 1988.
    Ao olhar para os avanços das PM´s e da PF em tempos de democracia, pergunto:
    1) Não ficaram, por acaso, “estigmatizados” os Policiais Militares que participaram ativamente dos DOI-CODIS e os Federais que controlavam a maioria dos DOPS dos estados???
    2) Por quê eles não legaram, às suas Corporações (PM e PF), a tal “herança maldita” da “terrível” ditadura???
    A Polícia Civil foi que teve várias perdas. Mas, teve perdas por absoluta INCAPACIDADE e INCOMPETÊNCIA para fazer o mesmo “lobby” que os PM´s e os Federais fizeram, em Brasília, e, os milicianos, também junto às suas respectivas Assembleias Estaduais.
    Os responsáveis pela perda de prestígio e de atribuições da Polícia Civil, em tempos de democracia, não foram os Policiais do passado. Foram os dirigentes Policiais Civis dos tempos da democracia! Os “preclaros” jurisconsultos que só pensavam em isonomia, confundindo Assembleia Constituinte com assembleia sindical.
    Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.
    Com a dita “abertura”, quem sucedeu aqueles dirigentes não teve a amplitude de visão para fazer o “lobby” certo, como o tiveram os representantes de outras Polícias. Só isso.
    Se o “lobby” adequado tivesse sido feito pela Polícia Civil, o prestígio seria outro e a Instituição, à exemplo das PM´s e da PF, poderia ter até avançado em prerrogativas, independentemente de ter tido, em seus quadros, no passado remoto, Policiais como Fininho, Correinha, Fleury e seja lá mais quem.

    parabens, isto que o senhor escreveu ser pregado em todas as delegacias.

  22. Eles servem, exceto, salvo engano, operadores e fotógrafos, para fazer o trabalho dos “investigadores de polícia” a um preço mais baixo para o estado.(salário)
    Principalmente carcereiros e agentes policiais.
    Ouvi dizer que já estão “pipocando” ações na justiça afim de receber as diferenças salariais.

    Arrombado :
    Sem restruturação de carreiras a policia civil não vai sair do lugar.
    Eu pergunto pra que serve mesmo aux. de papiloscopista policial, carcereiro, agente policial, operador de telecomunicações policial, fotografo pericial, desenhista tecnico, atendente de necroterio!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Se liga bando de cadeirantes do conselho, a policia só vai ser valorizada se for um bloco forte e atuante, não como esta agora, quatorze carreiras que não se entendem e ficam brigando entre si por puro ego.

  23. Boa noite senhores flitadores,

    Como é bom ler opiniões, declarações que aqui são postadas, melhor que uma escola este flit é uma FACULDADE.

    Abraços a todos.

  24. portuga :
    ARROMBADO, agente de papi,ag.policial e carcereiro servem muito para aumentar as estatísticas da Corró, fazer cagadas e serviço mal feito. Usam essas figuras para
    atuar como tiras e o resultado é lamentável para a imagem da instituição. è raro um que que
    desenpenhe bem a função. Operador de tele ainda tem uma função específica e não causam problemas, mas concordo que não deveria ser carreira específica, mas sim geral, o que facilitaria a remoção do cara para outro setor se trabalhar mal.
    Infelizmente, concordo com o Delta sobre a inabilidade dos dirigentes dos dirigentes,da época pós ditadura. Novos dirigentes atuais,embora alguns tentem, não conseguiram ainda encontrar ” o norte” que a instituição deva seguir e somente conseguiram através da inteligência, menos ego,menos política,mais profissionalismo e principalmente simplificar os trtrabalhos judiciários para que a instituição não pareça um escritório como é atualmente.

    Falou , super polícia !!!
    É por isso que estamos nessa merda !!!!

  25. roberto :

    DELTA UNO – ORIGINAL :

    Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…
    Ainda que o tão “dramático” relato seja verdadeiro, só revelaria que Fininho é alguém que foi, sim, usado pelo sistema de uma época, e, logo após, descartado.
    Quanto à fuga do Fininho para o Paraguai, foi um dos atos que mais o desabonaram perante os colegas, pois ele se aproveitou da confiança que tinha junto à tiragem, para, infelizmente, fugir. Daí para frente, não foi mais tratado como “colega” nem mesmo pelos seus contemporâneos.
    Com relação ao tal Mariel Mariscot, nunca teve atuação em SP. Quando fugiu para cá, o fato é que foi preso aqui, em meados dos anos 70. Ele estava ‘pedido’ no RJ, passou por SP, foi preso aqui e pela Polícia Civil de SP. Ponto.
    Quanto ao argumento de que: “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal.”, NADA MAIS FALSO!
    Ao contrário do que se propaga com tanto “ardor” (e ardência), os Policiais “da ditadura” não foram, nem tampouco são, os responsáveis pelas mazelas administrativas atuais da Polícia Civil.
    Ora, se resquício da “ditadura” redundasse em perdas institucionais, a Polícia Militar, criada justamente pelo regime militar, teria sido até extinta em 1988 e o mesmo aconteceria com a Polícia Federal, criada que foi em 1965, no governo do Castelo Branco, ou seja, criada também pelo regime militar.
    Ao contrário, com a redemocratização, a PM passou a ter Comandantes Gerais da própria PM (não mais do Exército), desvinculando-se, na prática, do Exército Brasileiro, uma vez que a atual Inspetoria Geral das Polícias Militares é mais simbólica que efetiva. E, a Polícia Federal, após a redemocratização, só cresceu.
    Polícias Militares e Polícia Federal, duas filhas diletas da ditadura só prosperaram de verdade após o término do regime militar e a promulgação da Constituição de 1988.
    Ao olhar para os avanços das PM´s e da PF em tempos de democracia, pergunto:
    1) Não ficaram, por acaso, “estigmatizados” os Policiais Militares que participaram ativamente dos DOI-CODIS e os Federais que controlavam a maioria dos DOPS dos estados???
    2) Por quê eles não legaram, às suas Corporações (PM e PF), a tal “herança maldita” da “terrível” ditadura???
    A Polícia Civil foi que teve várias perdas. Mas, teve perdas por absoluta INCAPACIDADE e INCOMPETÊNCIA para fazer o mesmo “lobby” que os PM´s e os Federais fizeram, em Brasília, e, os milicianos, também junto às suas respectivas Assembleias Estaduais.
    Os responsáveis pela perda de prestígio e de atribuições da Polícia Civil, em tempos de democracia, não foram os Policiais do passado. Foram os dirigentes Policiais Civis dos tempos da democracia! Os “preclaros” jurisconsultos que só pensavam em isonomia, confundindo Assembleia Constituinte com assembleia sindical.
    Os Policiais “do passado”, dos tempos da “ditadura”, como René Motta, Nemr Jorge, Francisco Guimarães do Nascimento, dentre outros, ao revés, souberam MANTER as prerrogativas da Autoridade Policial e da Polícia Civil EM PLENO REGIME MILITAR, evitando, em sua época, a militarização completa da Segurança Pública, intuito dos Generais que haviam criado a PM justamente para isso.
    Com a dita “abertura”, quem sucedeu aqueles dirigentes não teve a amplitude de visão para fazer o “lobby” certo, como o tiveram os representantes de outras Polícias. Só isso.
    Se o “lobby” adequado tivesse sido feito pela Polícia Civil, o prestígio seria outro e a Instituição, à exemplo das PM´s e da PF, poderia ter até avançado em prerrogativas, independentemente de ter tido, em seus quadros, no passado remoto, Policiais como Fininho, Correinha, Fleury e seja lá mais quem.

    parabens, isto que o senhor escreveu ser pregado em todas as delegacias.

    A respeito de valer-se de escritos de terceiros, já se pronunciava Jânio Quadros (00:00 – 01:00)

  26. Sou Carcereiro e desviado da função, faço investigação á muitos anos. Na Delpol onde trabalho, não são raras as vezes que tanto eu como todos colegas que encontram-se na mesma situação minha, alguns são Carcereiros e outros Agentes, somos discriminados em algumas situações, sempre estamos ouvindo aquelas gozações (carcetiras), quando não, reafirmam aquilo que todos nós sabemos, mas o infeliz quer mesmo desdenhar e diz por prazer “você não é tira, eu sou tira”; Quando tem uma rodinha de tiras e Delegados ai eles fazem questão de conversar entre eles discriminando nossas presenças, fazem de conta que somente eles são inteligentes e nós não, a palavra sempre é dirigida para o Delegado ou vice versa e se quer olham para nós como se fossemos uns babacas ali assistindo as fanfarrices e vantagens contadas. É bacana ser telespectador, pois assim observamos melhor os hipócritas. No trampo, os fanfarrões ficam lá atrás escondidos, só chegam perto do local após nós darmos a cana no vagabundo e dominar a situação, depois chegam falando grosso e alto como se tivessem participados da cana, reviram a casa a procura de objetos………já na Delpol eles contam vantagens sobre a ocorrência como se fosse eles que fizeram a cana. Quando é troca de tiros, ai meu Deus, sempre os Carcepols que chegam atropelando e sentando o dedo, já o belo tira chega minutos depois que acalmou a situação . São fanfarrões!!!

  27. Eduardo , o trouxa !!!! :

    portuga :
    ARROMBADO, agente de papi,ag.policial e carcereiro servem muito para aumentar as estatísticas da Corró, fazer cagadas e serviço mal feito. Usam essas figuras para
    atuar como tiras e o resultado é lamentável para a imagem da instituição. è raro um que que
    desenpenhe bem a função. Operador de tele ainda tem uma função específica e não causam problemas, mas concordo que não deveria ser carreira específica, mas sim geral, o que facilitaria a remoção do cara para outro setor se trabalhar mal.
    Infelizmente, concordo com o Delta sobre a inabilidade dos dirigentes dos dirigentes,da época pós ditadura. Novos dirigentes atuais,embora alguns tentem, não conseguiram ainda encontrar ” o norte” que a instituição deva seguir e somente conseguiram através da inteligência, menos ego,menos política,mais profissionalismo e principalmente simplificar os trtrabalhos judiciários para que a instituição não pareça um escritório como é atualmente.

    Falou , super polícia !!!
    É por isso que estamos nessa merda !!!!

    EU E MUITOS OUTROS, VAMOS ENTRAR COM A AÇÃO QUANDO ESTIVERMOS PRESTES A APOSENTAR, PORQUE FOMOS DESVIADOS DA FUNÇÃO DE CARCEREIROS PARA INVESTIGADORES, ISSO OCORREU POR DETERMINAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO E NÃO FOI ESCOLHAS NOSSAS, QUEREMOS RECEBER AS DIFERENÇAS COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA, POIS PRESTAMOS CONCURSOS PARA CARCEREIROS E NO ENTANTO FAZEMOS TRABALHOS DE INVESTIGAÇÕES. O PROBLEMA DE FALTA DE INVESTIGADORES NÃO É SEU E NEM NOSSO, É DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO QUE DEIXOU A POLÍCIA CIVIL A DERIVA E O DÉFICIT DE INVESTIGADORES É MUITO GRANDE, MAS, COMO SEMPRE, O GOVERNO SEMPRE DÁ O JEITINHO, AQUELE FAMOSO PASSA MOLEQUE NA ADMINISTRAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E ENTÃO COMO OS CARCEREIROS ESTÃO FICANDO SEM CADEIAS PARA CUIDAR, RESOLVERAM UTILIZAR NÓS CARCEREIROS PARA RESOLVER O PROBLEMA DO DÉFICIT DE INVESTIGADORES, ISSO COM CUSTOS MENORES PARA O GOVERNO, POIS NOSSOS SALÁRIOS SÃO MENORES DO QUE OS DE INVESTIGADORES E COM ISSO ELES RESOLVERAM UMA PARTE DO PROBLEMA NAS INVESTIGAÇÕES…….SÓ QUE O GOVERNO VAI PAGAR EM BREVE COMO DISSE ANTES, ELE PENSA QUE NÃO, MAS VAI, É COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA….NÓS CARCEREIROS NÃO SOMOS OTÁRIOS DO GOVERNO E MUITO MENOS DE INVESTIGADORES METIDOS BUNDÃO QUE CORRE E SE BORRA TODO!!! NÃO SÃO TODOS , MAS TEM UM BANDO DE TIRAS QUE SÓ FAZEM CORRERIAS E ARRECADAÇÕES DE MAQUININHAS E BINGOS!!!!

  28. ADHEMAR AUGUSTO DE OLIVEIRA
    GUARDA-CIVIL
    Sanção: Demissão.
    D.O.: 20-09-1971,

    O Fininho – antes de ser julgado e condenado pelo Poder Judiciário – sofreu sanção política de demissão com base nos Atos Institucionais da “revolução “; nem sequer foi respeitada a sua condição – como OPTANTE – de funcionário da Polícia Civil, ou seja, de policial de fato e direito.

    Foi preso e expulso como OPITANTE ( de apito = instrumento de trabalho da guarda-cvil ).

    Baseado em escritos de terceiros:

    Fininho foi encarcerado no antigo presídio do Hipódromo e estava marcado para morrer; assim “fugiu” pela porta da frente e rumou para o Paraguai.

    Pagou pelo que fez e pelo que nunca fez!

    Decreto-lei Nº 217, de 8 de abril de 1970

    Artigo 7º – Fica criado, na Secretaria da Segurança Pública, o «Quadro, em Extinção, da Guarda Civil de São Paulo», a ser integrado pelos componentes da corporação extinta, que por ele optarem, nas seguintes condições:

    I – o direito de opção deverá ser exercido dentro de dez dias da publicação deste decreto-lei, mediante requerimento dirigido ao Secretário da Segurança Pública;

    II – enquanto em atividade, o optante permanecerá no quadro em extinção, na mesma situação funcional em que se encontrava na corporação extinta, sem direito a promoções ou à obtenção de qualquer outra vantagem decorrente da carreira ou da função que exercia;

    III – o optante, uma vez integrado no quadro em extinção, será distribuído pelos órgãos da Administração, segundo a conveniência do serviço público e de acordo com suas aptidões.

  29. A frase é feita mas serve
    RESPEITO É BOM E EU GOSTO
    Se algumm dia alguem falar mal de você, não se fique triste
    Você um dia também falou mal de alguem
    Respeite e sera respeitado

  30. Flit Paralisante :
    ADHEMAR AUGUSTO DE OLIVEIRA
    GUARDA-CIVIL
    Sanção: Demissão.
    D.O.: 20-09-1971,
    O Fininho – antes de ser julgado e condenado pelo Poder Judiciário – sofreu sanção política de demissão com base nos Atos Institucionais da “revolução “; nem sequer foi respeitada a sua condição – como OPTANTE – de funcionário da Polícia Civil, ou seja, de policial de fato e direito.
    Foi preso e expulso como OPITANTE ( de apito = instrumento de trabalho da guarda-cvil ).
    Baseado em escritos de terceiros:
    Fininho foi encarcerado no antigo presídio do Hipódromo e estava marcado para morrer; assim “fugiu” pela porta da frente e rumou para o Paraguai.
    Pagou pelo que fez e pelo que nunca fez!
    Decreto-lei Nº 217, de 8 de abril de 1970
    Artigo 7º – Fica criado, na Secretaria da Segurança Pública, o «Quadro, em Extinção, da Guarda Civil de São Paulo», a ser integrado pelos componentes da corporação extinta, que por ele optarem, nas seguintes condições:
    I – o direito de opção deverá ser exercido dentro de dez dias da publicação deste decreto-lei, mediante requerimento dirigido ao Secretário da Segurança Pública;
    II – enquanto em atividade, o optante permanecerá no quadro em extinção, na mesma situação funcional em que se encontrava na corporação extinta, sem direito a promoções ou à obtenção de qualquer outra vantagem decorrente da carreira ou da função que exercia;
    III – o optante, uma vez integrado no quadro em extinção, será distribuído pelos órgãos da Administração, segundo a conveniência do serviço público e de acordo com suas aptidões.

    Pois é, Dr. Guerra. Os Guardas Civis ficaram à deriva, tratados como “sub policiais”, e, isso, em razão de um desejo de militarização completa da Segurança Pública, pelos generais do regime, que forçaram a absorção da antiga Guarda Civil pela Força Pública, rebatizada, após a “deglutição”, de Policia Militar. Polícia Militar que também passou por um processo interno de depuração ideológica violento. Violento, mesmo.

    Não sei se pior ou melhor, mas também foi dramática a situação dos agora ex Guardas Civis que optaram pela PM. O ex-árbitro de futebol Dulcídio Wanderley Boschilia foi um desses casos. Ex Guarda Civil, optou pela PM e como ele mesmo declarou, não sabia nem que teria de “marchar”. Ficou “perdido” dentro do figurino miliciano. Chegou a trabalhar na ROTA, tentando fazer a patrulha a que estava acostumado. Mas, depois, conseguiu ser “emprestado” à Polícia Civil como escrivão ‘ad hoc’ e, também, ficou marcado como “terrível agente da ditadura”.

    Distorções de uma época que passou, mas que, como tudo na História, traz repercussões até os nossos dias.

  31. Araujo :

    Eduardo , o trouxa !!!! :

    portuga :
    ARROMBADO, agente de papi,ag.policial e carcereiro servem muito para aumentar as estatísticas da Corró, fazer cagadas e serviço mal feito. Usam essas figuras para
    atuar como tiras e o resultado é lamentável para a imagem da instituição. è raro um que que
    desenpenhe bem a função. Operador de tele ainda tem uma função específica e não causam problemas, mas concordo que não deveria ser carreira específica, mas sim geral, o que facilitaria a remoção do cara para outro setor se trabalhar mal.
    Infelizmente, concordo com o Delta sobre a inabilidade dos dirigentes dos dirigentes,da época pós ditadura. Novos dirigentes atuais,embora alguns tentem, não conseguiram ainda encontrar ” o norte” que a instituição deva seguir e somente conseguiram através da inteligência, menos ego,menos política,mais profissionalismo e principalmente simplificar os trtrabalhos judiciários para que a instituição não pareça um escritório como é atualmente.

    Falou , super polícia !!!
    É por isso que estamos nessa merda !!!!

    EU E MUITOS OUTROS, VAMOS ENTRAR COM A AÇÃO QUANDO ESTIVERMOS PRESTES A APOSENTAR, PORQUE FOMOS DESVIADOS DA FUNÇÃO DE CARCEREIROS PARA INVESTIGADORES, ISSO OCORREU POR DETERMINAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO E NÃO FOI ESCOLHAS NOSSAS, QUEREMOS RECEBER AS DIFERENÇAS COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA, POIS PRESTAMOS CONCURSOS PARA CARCEREIROS E NO ENTANTO FAZEMOS TRABALHOS DE INVESTIGAÇÕES. O PROBLEMA DE FALTA DE INVESTIGADORES NÃO É SEU E NEM NOSSO, É DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO QUE DEIXOU A POLÍCIA CIVIL A DERIVA E O DÉFICIT DE INVESTIGADORES É MUITO GRANDE, MAS, COMO SEMPRE, O GOVERNO SEMPRE DÁ O JEITINHO, AQUELE FAMOSO PASSA MOLEQUE NA ADMINISTRAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E ENTÃO COMO OS CARCEREIROS ESTÃO FICANDO SEM CADEIAS PARA CUIDAR, RESOLVERAM UTILIZAR NÓS CARCEREIROS PARA RESOLVER O PROBLEMA DO DÉFICIT DE INVESTIGADORES, ISSO COM CUSTOS MENORES PARA O GOVERNO, POIS NOSSOS SALÁRIOS SÃO MENORES DO QUE OS DE INVESTIGADORES E COM ISSO ELES RESOLVERAM UMA PARTE DO PROBLEMA NAS INVESTIGAÇÕES…….SÓ QUE O GOVERNO VAI PAGAR EM BREVE COMO DISSE ANTES, ELE PENSA QUE NÃO, MAS VAI, É COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA….NÓS CARCEREIROS NÃO SOMOS OTÁRIOS DO GOVERNO E MUITO MENOS DE INVESTIGADORES METIDOS BUNDÃO QUE CORRE E SE BORRA TODO!!! NÃO SÃO TODOS , MAS TEM UM BANDO DE TIRAS QUE SÓ FAZEM CORRERIAS E ARRECADAÇÕES DE MAQUININHAS E BINGOS!!!!

    Ainda mais em distritos top da centro como o 3 dp aux de papi metido a tira fazia muita merdaaaa ate recolha fazia agora e super tira

  32. O Tempo :
    De novo vem a questão da valorização, mas comesta corja que temos na PC?
    Por que não nos unimos e começamos a derrubar as fontes de renda dos diretores, seccionais, titulares e chefes de DP??? A resposta é clara e não vou entrar neste mérito de novo.
    Esta é a única solução para sermos de novo respeitados e temidos pela vagabundagem, o resto é balela.
    O número assustador de incompetentes, corruptos e puxa sacos que temos nos cargos de comando é a chave de nossas mazelas.
    Enquanto não houver uma assembléia para, inicialmente atacar e aniquilar as máquinas de caça níquel, bicheiros, prostíbulos, biqueiras e demais fontes de arrecadação ilegal, nada irá adiantar assembléias e reuniões com políticos corruptos e interesseiros, só uma guerra abertamente declarada contra corrupção vai nos resgatar a dignidade, após isso virá a luta por melhores salários. E ponto final !

    Meu quem nao ta mamando quer que a cupula caia para poder mamar, AGORA E A VEZ DO POVO DO INTERIOR MAMAR NA VACA, SO QUE EM SP É DIFERENTE DE INTERIOR QUE AQUI A VACA NUM DA LEITE DA GRANAAAAAAAA

    SEGURA POVO A CENTRO AGORA VIROU DEINTER$j$j$j$j$j$$

  33. DELTA UNO – ORIGINAL
    04/05/2012 às 4:32 | #8
    Citar

    Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?

    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…

    Ainda que o tão “dramático” relato seja ver

    CITAÇÃO INADEQUADA A SUA SOBRE LUTERO, NA VERDADE LUTERO SABIA TUDO DA IGREJA CATÓLICO, ELE ERA “PADRE” DA IGREJA CATÓLICO, FOI VENDO AS INJUSTIÇAS DA REFERIDA SEITA, QUE CONTRARIA QUASE TUDO QUE ESTÁ NA BÍBLIA QUE ELE RESOLVEU FALAR A VERDADE PARA O POVO, SE NÃO POR ELE, TALVEZ A ICAR AINDA ESTARIA APOIANDO OS REIS A SEREM OS PRIMEIROS A “DESVIRGINAR” A NOIVA, TALVEZ ATÉ A SUA….

  34. Com certeza vão ganhar ação de isonomia com os Investigadores sim…tenho certeza…Provavelmente tem Portaria do Delegado Geral determinando que outras carreiras façam o trabalho do Investigador. Tem gente que vive de ilusão mesmo. Só pode ser isso. E ainda quer se passar por vítima. A primeira coisa que o procurador do estado vai alegar nessa futura ação é sobre quem determinou que fizessem outra função. Fez obrigado, ou fez porque é conveniente, é melhor ir investigar do que ficar batendo grade? É melhor sair pra rua não é? Compra carteira porta-funcional com distintivo da polícia de Nova Iorque e fala que “trabalha como tira”….
    Nenhum desses que pleiteiam essa tal de “isonomia” com a carreira de Investigador tem o meu respeito. Sabe por quê? Porque não vejo nenhum, repito, nenhum deles querendo trabalhar de verdade. Até Investigadores fazem boletins de ocorrência nos plantões. Nenhum desses pretensos “tiras” quer fazer isso. Nenhum deles quer ajudar o escrivão a tocar inquéritos. Não…sou carcereiro, vou fazer trabalho de Investigador e não de escrivão. Então amiguinho…vai tomar bem no ……

    Amigo do fino :

    Araujo :

    Eduardo , o trouxa !!!! :

    portuga :
    ARROMBADO, agente de papi,ag.policial e carcereiro servem muito para aumentar as estatísticas da Corró, fazer cagadas e serviço mal feito. Usam essas figuras para
    atuar como tiras e o resultado é lamentável para a imagem da instituição. è raro um que que
    desenpenhe bem a função. Operador de tele ainda tem uma função específica e não causam problemas, mas concordo que não deveria ser carreira específica, mas sim geral, o que facilitaria a remoção do cara para outro setor se trabalhar mal.
    Infelizmente, concordo com o Delta sobre a inabilidade dos dirigentes dos dirigentes,da época pós ditadura. Novos dirigentes atuais,embora alguns tentem, não conseguiram ainda encontrar ” o norte” que a instituição deva seguir e somente conseguiram através da inteligência, menos ego,menos política,mais profissionalismo e principalmente simplificar os trtrabalhos judiciários para que a instituição não pareça um escritório como é atualmente.

    Falou , super polícia !!!
    É por isso que estamos nessa merda !!!!

    EU E MUITOS OUTROS, VAMOS ENTRAR COM A AÇÃO QUANDO ESTIVERMOS PRESTES A APOSENTAR, PORQUE FOMOS DESVIADOS DA FUNÇÃO DE CARCEREIROS PARA INVESTIGADORES, ISSO OCORREU POR DETERMINAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO E NÃO FOI ESCOLHAS NOSSAS, QUEREMOS RECEBER AS DIFERENÇAS COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA, POIS PRESTAMOS CONCURSOS PARA CARCEREIROS E NO ENTANTO FAZEMOS TRABALHOS DE INVESTIGAÇÕES. O PROBLEMA DE FALTA DE INVESTIGADORES NÃO É SEU E NEM NOSSO, É DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO QUE DEIXOU A POLÍCIA CIVIL A DERIVA E O DÉFICIT DE INVESTIGADORES É MUITO GRANDE, MAS, COMO SEMPRE, O GOVERNO SEMPRE DÁ O JEITINHO, AQUELE FAMOSO PASSA MOLEQUE NA ADMINISTRAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E ENTÃO COMO OS CARCEREIROS ESTÃO FICANDO SEM CADEIAS PARA CUIDAR, RESOLVERAM UTILIZAR NÓS CARCEREIROS PARA RESOLVER O PROBLEMA DO DÉFICIT DE INVESTIGADORES, ISSO COM CUSTOS MENORES PARA O GOVERNO, POIS NOSSOS SALÁRIOS SÃO MENORES DO QUE OS DE INVESTIGADORES E COM ISSO ELES RESOLVERAM UMA PARTE DO PROBLEMA NAS INVESTIGAÇÕES…….SÓ QUE O GOVERNO VAI PAGAR EM BREVE COMO DISSE ANTES, ELE PENSA QUE NÃO, MAS VAI, É COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA….NÓS CARCEREIROS NÃO SOMOS OTÁRIOS DO GOVERNO E MUITO MENOS DE INVESTIGADORES METIDOS BUNDÃO QUE CORRE E SE BORRA TODO!!! NÃO SÃO TODOS , MAS TEM UM BANDO DE TIRAS QUE SÓ FAZEM CORRERIAS E ARRECADAÇÕES DE MAQUININHAS E BINGOS!!!!

    Ainda mais em distritos top da centro como o 3 dp aux de papi metido a tira fazia muita merdaaaa ate recolha fazia agora e super tira

  35. jeff :
    DELTA UNO – ORIGINAL
    04/05/2012 às 4:32 | #8
    Citar
    Rick :
    Ah,tá, “usado pelo sistema”… Coitadinho! Esse asqueroso eu conheci: venal, ladrão, corrupto, assassino e torturador, escondido pelo distintivo, assim como Campão, Trali e Correinha e outros dejetos humanos da época. Sobre ele, para os mais novos:
    “Tais investigadores de polícia certamente contribuíram para a imagem negativa que policiais civis possuem… E, muito pior, podem ter contribuído para uma imagem desgastada da própria investigação criminal. Sim, pois é razoável se esperar de investigadores criminais que investiguem crimes. Que desvendem tramas. Que estejam do lado da lei. Que trabalhem com as armas da lógica. Não que pratiquem crimes, “caçando” pessoas.
    Talvez os maiores expoentes dos “Esquadrões da Morte” em seus estados foram Fininho (São Paulo) e Mariel (Rio de Janeiro).
    Fininho era o apelido do policial Adhemar Augusto de Oliveira, homem de confiança do delegado Fleury. Apenas para ilustrar a forma de atuação, o trecho a seguir foi extraído do livro A Ditadura Escancarada (GASPARI, 2002. p.65) e demonstra o “tratamento especial” que Fininho dava aos opositores.
    “Duas semanas depois, quando o país estava debaixo do choque da edição do AI-5, Carioca foi preso. Entregaram-no a Fleury e levaram-no para a casa do investigador Fininho (Adhemar Augusto de Oliveira). No dia seguinte os jornais paulistas publicavam uma entrevista do alcagüete renegando tudo o que denunciara. Nunca mais se ouviu falar dele até que Fininho contou a um jornalista que o estrangulou passando-lhe no pescoço uma corda de náilon. Carregava sua língua no chaveiro, como amuleto.”
    O jornalista Percival de Souza teve a oportunidade de entrevistar Fininho e Mariel Moryscotte (ex-agente da polícia judiciária do Rio de Janeiro). Ambos estavam escondidos em Assunção, no Paraguai, acusados de vários crimes -tráfico de drogas e receptação de veículos roubados, por exemplo, além daqueles cometidos a serviço da Ditadura (torturas, homicídios). O encontro foi no ano de 1972 (…)”.
    Uma glória para o Polícia, não?! Levem ele pra casa e apresentem pras irmãzinhas, ok?
    Basear-se em escrito de Helio Gaspari para julgar a ditadura é como se basear nas teses de Martinho Luthero para analisar a Igreja Católica…
    Ainda que o tão “dramático” relato seja ver
    CITAÇÃO INADEQUADA A SUA SOBRE LUTERO, NA VERDADE LUTERO SABIA TUDO DA IGREJA CATÓLICO, ELE ERA “PADRE” DA IGREJA CATÓLICO, FOI VENDO AS INJUSTIÇAS DA REFERIDA SEITA, QUE CONTRARIA QUASE TUDO QUE ESTÁ NA BÍBLIA QUE ELE RESOLVEU FALAR A VERDADE PARA O POVO, SE NÃO POR ELE, TALVEZ A ICAR AINDA ESTARIA APOIANDO OS REIS A SEREM OS PRIMEIROS A “DESVIRGINAR” A NOIVA, TALVEZ ATÉ A SUA….

    Não tenho a mínima intenção de julgar Martinho Luthero. Apenas me referi ao fato de que não se pode avaliar algo ouvindo apenas o antagonista deste algo. Não estou criticando Luthero e defendendo a ICAR. Entendeu? Ou precisa desenhar?

    E, o fato é que Luthero, com ou sem razão, posicionou-se como antagonista da ICAR, assim como Hélio Gaspari se posicionou como antagonista do regime militar. Só isso. Não entro nessa disPUTA sobre quem tinha ou tem razão, em matéria de religião.

    E, mesmo se entrasse nesse mérito “religioso” e estivesse errado, você, como o Cristão que aparenta ser, tenho certeza, haveria de me perdoar não só 7 vezes, mas 70 vezes 7, não é mesmo?!

    Para a discussão sobre religião eu misturo “Activia com Johnnie Walker”, ou seja, tô cagando e andando para o assunto…

  36. A citação de Lutero foi mais do que adequada.

    São dois mistificadores.

    Com a ressalva: GASPARI AINDA PODE SER CONSIDERADO UM BOM HOMEM (ninguém será “queimado” por conta de sua obra).

    Lutero alimentou o ódio germânico pelos Judeus.

    E com uma diferença de outros teólogos cristãos: além de pregar morte dos Judeus, que fossem queimadas as suas casas, comércios, propriedades e SINAGOGAS… etc.

    Hélio Gaspari, na verdade, não escancara a Ditadura com o fim de demonstrar que a “revolução” nunca passou de um concerto de corruptos.

    Da mesma forma, Lutero jamais escancarou a invenção da religião como sendo obra puramente política (Judaísmo e Cristianismo são obras políticas).

    Lutero jamais quis colocar a Igreja como ela deve ser posta: EMPREENDIMENTO EDUCACIONAL E RECREATIVO (que deveria ser tributado).

    Gaspari, como porta voz de Generais – sim, em algumas passagens da Ditadura Escancarada o escritor e pesquisador menciona conversas mantidas com alguns personagens – faz a sua cisma: MILITARES DO BEM versus MILITARES DO MAL (estes contaminados pelos civis… Policiais civis, mais precisamente, no tocante a barbáries).

    Defende Castello, Geisel e – muito especialmente, Golbery, levando o leitor a crer na necessidade e inevitabilidade do Golpe.

    Gaspari tenta historiar a nobreza e pureza de propósitos dos “militares”, culpando apenas a “tigrada” e os corruptos pelos erros e crimes.

    Aliás, Golbery pode ser considerado o teólogo da “revolução”.

    (Como todo e qualquer teólogo inventor de religiões: UM PUTA MENTIROSO. )

  37. Delta, sem pretensão de fazer quaisquer correções:

    O antagonismo de Gaspari é meramente superficial, apenas para vender a obra e justificar GOLBERY e GEISEL.

    O antagonismo está no título; na essencia a obra faz defesa e culto à memória de alguns personagens.

    Gaspari apenas massacrou e escancarou os ditos aparelhos de repressão; especialmente a figura de Fleury.

    Aliás, ilustra uma passagem com suposta declaração de Golbery no sentido de que o Delegado não passava de escumalha, um bandido comum que sabia demais e que deveria ser mandado lá para os lados do Paraguay e dado aos jacarés.

    Para escancarar Fleury e outros personagens emprega passagens e referências de outras obras: AUTOPSIA DO MEDO ( Persival de Souza ) , BATISMO DE SANGUE ( Frei Betto ), entre outros.

    Enfim, não há provas históricas ou jurídicas.

  38. OS PORÕES DA DITADURA
    existem tantas historias que somente os participantes sabem a verdade
    mortos não falam,outros tem interresses que continue assim e muitos
    tiraram as suas vantagens e não existe a vantagem de falar o que realmente
    aconteceu.
    O RESTANTE SÃO APENAS CONTADORES DE HISTORIA QUERENDO
    TIRAR VANTAGENS SÃO MEROS COADJUVANTES DO PASSADO
    APENAS OUVIU FALAR MAS NÃO SENTIU NA PELE O CHEIRO DA MORTE.

  39. “EU VI O QUE VCS FIZERAM NO(S) VERÃO(ÕES) PASSADO(S)” – A turma da esquerda foi presa, torturada, processada, condenada, morta ou cumpriu pena ou foi banida ou teve que se exilar até a anistia. Já quanto às figurinhas da repressão abaixo, só das polícias paulistas, alguém, por acaso, teve de passar por isso? Só para refrescar a memória (dados até 1985):

    LISTA DE POLICIAIS TORTURADORES E COLABORADORES:

    APARECIDO LAERTES CALANDRA, Delegado da Polícia Civil de São Paulo, conhecido como Capitão Ubirajara
    ADEMAR AUGUSTO DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEIC-SP; em 1968 era do Esquadrão da Morte; conhecido como Fininho I; torturou presos políticos no DEOPS/SP em 1971, quando lá se encontrava oficialmente preso
    ALCEBÍADES MARIA DA LUZ Carcereiro do DEOPS-SP (1970-1973); posteriormente foi lotado no Presídio do Hipódromo
    ALCIDES CINTRA BUENO Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1975; encaminhava ao IML os corpos de militantes mortos sob torturas, com a versão falsas para “legalização” dos crimes.
    ALCIDES SINGILO Delegado do DEOPS-SP (1970-1975)
    ALFREDO UMEDA Soldado da PM-SP; serviu no DOI-CODI como carcereiro (1975-1976)
    ALTAIR CASADEI Carcereiro da Equipe B do DOI-CODI-SP (1970 a 1976); antes, fora da Equipe de Buscas (1971); conhecido como Altair, Casadei e Muniz
    AMADOR NAVARRO PARRA Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1972); chefiava um equipe de Busca; conhecido como Parrinha do Esquadrão da Morte; estava no DEIC
    ANGELINO MOLITERNO Ex-investigador em SP; desde 1968 foi do Esquadrão da Morte; conhecido como Russinho; passou a chefiar a segurança da boate La Licorne
    ANTÔNIO ERASMO DIAS Coronel da Artilharia do Exército; comandou a repressão no Vale do Ribeira; foi Secretário de Segurança Pública-SP; foi Deputado Federal pelo PDS (1983-1986)
    ANTÔNIO GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP´; conhecido como Fininho II; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO LÁZARO CONSTANZIA Investigador lotado no DEOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte; fora jogador de futebol profissional conhecido como Lazinho; em 1983 estava no DEIC-SP
    ANTÔNIO VALVERDE Investigador lotado no DEOPS-SP; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO VILLELA Delegado da Polícia; integrava a equipe de Busca do DOI-CODI-SP 1970-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    ASTORIGE CORRÊA DE PAULA E SILVAS Investigador da PF; lotado no DEOPS-SP desde 1968; era do Esquadrão da Morte, o que acabou por levá-lo á prisão; conhecido como Corrreinha
    CARLOS ALBERTO AUGUSTO Investigador lotado no DEOPS-SP; desde 1969 participou da Equipe do Delegado Sérgio Fleury; era do Esquadrão da Morte; conhecido como Carlinhos Metralha
    CARLOS ELIAS LOTTI Primeiro Tenente PM-SP; chefiou a Equipe de Buscas do DOI-CODI-SP (1971); depois foi Vice-Comandante do Grupo Especial; anteriormente chefiara a Guarda do Presídio Tiradentes; recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    CLEÓMENES ANTUNES Investigador lotado no DEOPS-SP em 1971, conhecido como Goiano, era do Esquadrão da Morte
    DAVI DOS SANTOS ARAÚJO Delegado lotado no DEOPS-SP; comissionado no DOI-CODI-SP; integrou a Equipe B de Interrogatório (1970-1971), passando para a Equipe de Busca (1971-1972); em 1985 estava no GARRA
    (Grupo Armando de Repressão a Roubos e Assaltos); conhecido como Capitão Lisboa
    DÉCIO NEGDA Delegado da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971. Posteriormente foi preso por corrupção.
    DEVANIR ANTÔNIO DE CASTRO QUEIROZ Capitão PM-SP; coordenava equipes de buscas do DOI-CODI-SP (1970-1973); conhecido como Bezerra; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    DIRCEU GRAVINA Investigador; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1971-1972); conhecido como JC, Jesus Cristo e Dirceu; em 1969 foi carcereiro do DEOPS-SP; anteriormente foi fotógrafo de interrogatório no DEOPS/SP em 1970
    DULCÍDIO WANDERLEY BOSCHILLA Sargento da PM-SP; comissionado no DOI-CODI-SP (1972-1973); conhecido como Juiz; em 1987 integrava o quadro de árbritos da FPF
    EDSEL MAGNOTTI Delegado do DOPS-SP,chefiou equipe de torturas no DEOPS-SP (1969-1970); em 1985 estava aposentado; foi professor da Escola de Polícia
    EDSON FARORO Primeiro Tenente da PM-SP; integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1970); conhecido como Bombeiro; algumas fontes o identificam como Farero e afirma que era do Corpo de Bombeiros; chefiou o massacre do Carandiru
    ERNESTO MILTON DIAS Delegado lotado no DEOPS-SP (19 * -1970); (era do Esquadrão da Morte; depois esteve no 3o Distrito Policial-SP (1984); chefiou o Departamento de Defesa do Consumidor (1985)
    FÁBIO LESSA DE SOUZA CAMARGO Delegado da Polícia lotado no DOPS de 1969 até sua designação para diretor do Presídio para policiais, anexo à Penitenciária de São Paulo
    FAUSTO MADUREIRA PARÁ – Delegado do DEOPS/SP no período de 1971/72.
    FIRMINIANO JOSÉ PACHECO NETO Delegado Adjunto de Polícia; lotado no DOPS-SP; estava no DEIC (1983)
    FRANCISCO ANTÔNIO COUTINHO E SILVA Tenente-Coronel PM-SP; serviu na OBAN (1969) e no DOI-CODI-SP (1970-1972); comandou a Polícia Rodoviária (1973); comandou o Policiamento da Zona Sul de São Paulo (1983); nomeado Secretário de Segurança da cidade de São Paulo na administração Jânio Quadros
    GERALDO SOFIA Capitão PM-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1972-1974)
    GILBERTO ALVES DA CUNHA Delegado lotado no DEOPS-SP (1967-19*); foi titular do 1o e do 14o Distritos Policiais; em 1974 foi nomeado Delegado Regional do litoral São Paulo
    HELLY LOPES MEIRELLES Chefiou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (1968-1969); foi um dos organizadores do Esquadrão da Morte
    HENRIQUE PERRONE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP; desde 1969 integrou a Equipe do Delegado Sérgio Fleury; em 1983 estava no DEIC-SP
    ÍTALO FERRIGNO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    IVAHYR DE FREITAS GARCIA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1969-19*); foi presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e Deputado Federal pelo PDS (1982-1986)
    JOÃO ALVES DE SOUZA Soldado e depois Cabo da PM-SP; era Auxiliar de carceragem do DOI-CODI-SP (1971-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    JOÃO CARLOS TRALLI Investigador, desde 1969 estava no DEOPS-SP; conhecido como Trailler; era do Esquadrão da Morte; atuou no DEIC-SP em 1982; foi exonerado da Polícia (1984)
    JOÃO MARQUES FLACQUER Estudante de Direito; desde 1968 era do CCC e colaborador da OBAN; atua hoje como advogado
    JOÃO PARISI FILHO Advogado, pintor; integrava o CCC e atuou no DOI-CODI-SP, como colaborador de equipes de busca e de tortura (1970)
    JOÃO THOMAZ Capitão da PM-SP; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1970) e depois passou à corporação das equipes de buscas (1971); conhecido como Tibúrcio; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    JOSÉ CAMARGO CORRÊA FILHO Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); conhecido como Campão, era do Esquadrão da Morte; estava no DEIC-SP (1983)
    JOSÉ PARISI Comerciante; era do CCC e colaborador do DOI-CODI-SP (1970), tanto nas equipes de busca, como nas de interrogatório
    JOSÉ PAULO BONCRISTIANO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    JOSECYR CUOCO Delegado, chefiou Equipe de Interrogatório da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP desde 1970;era do esquadrão da Morte; em 1987 estava no setor de combate ao sequestro; foi preso e condenado pelo sequestro de um joalheiro
    JÚLIO CÉSAR RIBEIRO CAMPOS Investigador, lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-19 *
    LOURIVAL GAETA Escrivão em São Paulo; integrou a Equipe C de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1973); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    LUÍS GONZAGA SANTOS BARBOSA Delegado lotado no DOPS-SP (1970-1971); também foi Diretor da Penitenciária de São Paulo, de onde foi demitido em 1983
    MARCOS PARANHOS FLEURY Investigador do DOPS; atuava em SP
    MAURÍCIO JOSÉ DE FREITAS Investigador; era da Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); passou a Carcereiro (1972-1974); conhecido como Lunga ou Lungaretti
    MIGUEL JOSÉ OLIVEIRA Investigador da Ordem Social do DEOPS de São Paulo (1971); conhecido como Miguelzinho, era da equipe do Delegado Fleury
    NATHANIEL GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP(1968); era do Esquadrão da Morte
    OLINTO DENARDI Delegado de Polícia; foi Diretor do Presídio Tiradentes-SP (1971); era do Esquadrão da Morte-SP; em 1984 estava na Delegacia do 9O. Distrito Policial de Santana
    OSWALDO RIBEIRO LEÃO Suboficial da PM-SP; servia no DOI-CODI de São Paulo (1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1973)
    OTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JUNIOR Delegado do DEOPS-SP, comissionado no DOI-CODI-SP (1969-1973); pertenceu ao CCC e à TFP; recebeu a Medalha do Pacificador (1972); conhecido como Otavinho e Varejeira; fuzilado no Rio de Janeiro em fevereiro de 1973 quando em visita à amásia
    PAULO BORDINI Sargento PM-SP; integrava a equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); a partir de 1971 passou para a Equipe de Busca; conhecido como Americano e Risadinha; era do Esquadrão da Morte
    PAULO CASILO Tenente PM-SP; servia em Ribeirão Preto (1969)
    PAULO HENRIQUE SAWAYA JÚNIOR Empresário; assessor do Ministro Antônio Delfim Neto no Governo Médici; era da Coordenação da OBAN (1969) e mantinha ligações com o DOI-CODI-SP (1970); através da Consult Industriais S.A. (CIA) e da Intelligencia Assessoria Integral (ASI) arrecadou fundos entre os empresários para financiar a repressão em São Paulo; participou de Equipes de Buscas daqueles órgãos; posteriormente passou a dirigir a Assessoria Técnica Empresarial(ANTE)
    PEDRO ANTÔNIO MIRA GRANCIERI investigador lotado no DOPS-SP até 1969; foi subchefe da Equipe B de Interrogatório da OBAN e do DOI-CODI-SP (1969-1976); tem uma âncora tatuada no braço esquerdo; conhecido como
    Pedro Ramiro, Capitão Ramiro e Marinheiro
    RAUL FERREIRA Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Pudim; era do Esquadrão da Morte; foi Delegado em São Caetano do Sul e depois na Divisão da Polícia Federal (1983)
    RAUL NOGUEIRA DE LIMA Delegado do DEOPS-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1969); era do CCC; conhecido como Raul Careca; foi condenado a doze anos de cadeia por assassinato cometido em 1976, falecido
    RENATO D’ANDRÉA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP; integrou o DOI-CODI-SP desde 1970
    RENATO RIBEIRO SOARES Delegado lotado em Ribeirão Preto (1969); excomungado por ter torturado uma freira (Madre Maurina Borges)
    ROBERTO CARDOSO DE MELLD TUCUNDUVA Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/70.
    ROBERTO GUIMARÃES – Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/71.
    RUBENS DE PAULO Terceiro Sargento da PM-SP; integrou a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP ( * a 1974)
    RUBENS DE SOUZA PACHECO, Investigador; lotado no DEOPS-SP (1967 a 1970); conhecido como Pachequinho; era do CCC
    RUI PRADO FRANCESCHINI Delegado da Polícia; atuava no DOPS e na 40A. Delegacia Policial-SP (1968-1970)
    RUI ULHOA CANTO Delegado, lotado no DOPS-SP (1967)
    SALIM NICOLÁU MINA Delegado Seccional lotado em Ribeirão Preto-SP (1969)
    SÁLVIO FERNANDES DO MONTE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); era do Esquadrão da Morte; em 1983 estava no 2O. DP-SP
    SAMUEL PEREIRA BORBA Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1971); era do Esquadrão da Morte
    SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY Delegado,dirigiu a OBAN e o Sítio 31 de Março; acusado de manter ligações com a CIA; recebeu a Medalha do Pacificador; conhecido como Comandante Barreto
    SILAS SILVA NICOLETTI Investigador lotado no DOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte
    SILAS BISPO FECH Cabo da PM-SP; integrava Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1970-1972); conhecido como Flecha; morreu em janeiro de 1972
    SYLVIO SANTIAGO Terceiro Sargento da PM-SP; serviu no 2O.BPE
    TAMOTU NAKAO Tenente da PM-SP; chefiou Equipe de Interrogatório do DOI-CODI-SO (1975-1976)
    THOMAZ PAULINO ALMEIDA Sargento da PM-SP; servia nas Equipes de Buscas do DOI-CODI-SP; morreu em janeiro de 1972
    TOKIOSSHI NAKAHARA Agente lotado no DEOPS-SP (1969)
    VALDIR SIMONETTI Delegado lotado no DEOPS-SP (1969); em 1985 era Delegado Regional em São José dos Campos-SP
    VALTER FERNANDES Delegado; lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969)
    VENCESLAU SÁ SOBRINHO – Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971; posteriormente preso por corrupção.
    WAGNER MASEI Integrava o DOI-CODI-SP (1972)
    WALTER BRASILEIRO POLIM Investigador da Polícia Federal; lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Brasileiro; era do esquadrão da Morte
    WANDERICO ARRUDA DE MORAES Delegado do DOPS-SP (1969)

  40. Flit Paralisante :
    Delta, sem pretensão de fazer quaisquer correções:
    O antagonismo de Gaspari é meramente superficial, apenas para vender a obra e justificar GOLBERY e GEISEL.
    O antagonismo está no título; na essencia a obra faz defesa e culto à memória de alguns personagens.
    Gaspari apenas massacrou e escancarou os ditos aparelhos de repressão; especialmente a figura de Fleury.
    Aliás, ilustra uma passagem com suposta declaração de Golbery no sentido de que o Delegado não passava de escumalha, um bandido comum que sabia demais e que deveria ser mandado lá para os lados do Paraguay e dado aos jacarés.
    Para escancarar Fleury e outros personagens emprega passagens e referências de outras obras: AUTOPSIA DO MEDO ( Persival de Souza ) , BATISMO DE SANGUE ( Frei Betto ), entre outros.
    Enfim, não há provas históricas ou jurídicas.

    De fato, Dr. Guerra!

    Como sempre, as elites (mesmo as militares, jornalísticas, intelectuais, etc) se comprazem nas cúpulas. Copulam entre si. Amam-se, às vezes entre tapas e beijos, mas amam-se.

    Só “metem o ferro” mesmo, e com vontade, é na Polícia Civil e nos Policiais Civis em geral, essa “escumalha” que ninguém quer por perto mas que, “às vezes”, é uma escumalha útil por que, afinal, tem “Cartório” e IML…

    Abração, companheiro!

  41. Flit Paralisante :
    A citação de Lutero foi mais do que adequada.
    São dois mistificadores.
    Com a ressalva: GASPARI AINDA PODE SER CONSIDERADO UM BOM HOMEM (ninguém será “queimado” por conta de sua obra).
    Lutero alimentou o ódio germânico pelos Judeus.
    E com uma diferença de outros teólogos cristãos: além de pregar morte dos Judeus, que fossem queimadas as suas casas, comércios, propriedades e SINAGOGAS… etc.
    Hélio Gaspari, na verdade, não escancara a Ditadura com o fim de demonstrar que a “revolução” nunca passou de um concerto de corruptos.
    Da mesma forma, Lutero jamais escancarou a invenção da religião como sendo obra puramente política (Judaísmo e Cristianismo são obras políticas).
    Lutero jamais quis colocar a Igreja como ela deve ser posta: EMPREENDIMENTO EDUCACIONAL E RECREATIVO (que deveria ser tributado).
    Gaspari, como porta voz de Generais – sim, em algumas passagens da Ditadura Escancarada o escritor e pesquisador menciona conversas mantidas com alguns personagens – faz a sua cisma: MILITARES DO BEM versus MILITARES DO MAL (estes contaminados pelos civis… Policiais civis, mais precisamente, no tocante a barbáries).
    Defende Castello, Geisel e – muito especialmente, Golbery, levando o leitor a crer na necessidade e inevitabilidade do Golpe.
    Gaspari tenta historiar a nobreza e pureza de propósitos dos “militares”, culpando apenas a “tigrada” e os corruptos pelos erros e crimes.
    Aliás, Golbery pode ser considerado o teólogo da “revolução”.
    (Como todo e qualquer teólogo inventor de religiões: UM PUTA MENTIROSO. )

    Guerra, eu acredito no Criador. Criador que criou o homem e não no “deus” que foi criado pelo homem. E, depois de alguns anos, descobri a pólvora..rs.. ou seja, passei a entender toda e qualquer religião como forma de dominação de uns homens sobre outros homens. Só isso. Deus não está nessa e Ele é maior que qualquer igrejinha, desta ou daquela grei…

  42. RickBlaine :
    “EU VI O QUE VCS FIZERAM NO(S) VERÃO(ÕES) PASSADO(S)” – A turma da esquerda foi presa, torturada, processada, condenada, morta ou cumpriu pena ou foi banida ou teve que se exilar até a anistia. Já quanto às figurinhas da repressão abaixo, só das polícias paulistas, alguém, por acaso, teve de passar por isso? Só para refrescar a memória (dados até 1985):
    LISTA DE POLICIAIS TORTURADORES E COLABORADORES:
    APARECIDO LAERTES CALANDRA, Delegado da Polícia Civil de São Paulo, conhecido como Capitão Ubirajara
    ADEMAR AUGUSTO DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEIC-SP; em 1968 era do Esquadrão da Morte; conhecido como Fininho I; torturou presos políticos no DEOPS/SP em 1971, quando lá se encontrava oficialmente preso
    ALCEBÍADES MARIA DA LUZ Carcereiro do DEOPS-SP (1970-1973); posteriormente foi lotado no Presídio do Hipódromo
    ALCIDES CINTRA BUENO Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1975; encaminhava ao IML os corpos de militantes mortos sob torturas, com a versão falsas para “legalização” dos crimes.
    ALCIDES SINGILO Delegado do DEOPS-SP (1970-1975)
    ALFREDO UMEDA Soldado da PM-SP; serviu no DOI-CODI como carcereiro (1975-1976)
    ALTAIR CASADEI Carcereiro da Equipe B do DOI-CODI-SP (1970 a 1976); antes, fora da Equipe de Buscas (1971); conhecido como Altair, Casadei e Muniz
    AMADOR NAVARRO PARRA Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1972); chefiava um equipe de Busca; conhecido como Parrinha do Esquadrão da Morte; estava no DEIC
    ANGELINO MOLITERNO Ex-investigador em SP; desde 1968 foi do Esquadrão da Morte; conhecido como Russinho; passou a chefiar a segurança da boate La Licorne
    ANTÔNIO ERASMO DIAS Coronel da Artilharia do Exército; comandou a repressão no Vale do Ribeira; foi Secretário de Segurança Pública-SP; foi Deputado Federal pelo PDS (1983-1986)
    ANTÔNIO GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP´; conhecido como Fininho II; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO LÁZARO CONSTANZIA Investigador lotado no DEOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte; fora jogador de futebol profissional conhecido como Lazinho; em 1983 estava no DEIC-SP
    ANTÔNIO VALVERDE Investigador lotado no DEOPS-SP; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO VILLELA Delegado da Polícia; integrava a equipe de Busca do DOI-CODI-SP 1970-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    ASTORIGE CORRÊA DE PAULA E SILVAS Investigador da PF; lotado no DEOPS-SP desde 1968; era do Esquadrão da Morte, o que acabou por levá-lo á prisão; conhecido como Corrreinha
    CARLOS ALBERTO AUGUSTO Investigador lotado no DEOPS-SP; desde 1969 participou da Equipe do Delegado Sérgio Fleury; era do Esquadrão da Morte; conhecido como Carlinhos Metralha
    CARLOS ELIAS LOTTI Primeiro Tenente PM-SP; chefiou a Equipe de Buscas do DOI-CODI-SP (1971); depois foi Vice-Comandante do Grupo Especial; anteriormente chefiara a Guarda do Presídio Tiradentes; recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    CLEÓMENES ANTUNES Investigador lotado no DEOPS-SP em 1971, conhecido como Goiano, era do Esquadrão da Morte
    DAVI DOS SANTOS ARAÚJO Delegado lotado no DEOPS-SP; comissionado no DOI-CODI-SP; integrou a Equipe B de Interrogatório (1970-1971), passando para a Equipe de Busca (1971-1972); em 1985 estava no GARRA
    (Grupo Armando de Repressão a Roubos e Assaltos); conhecido como Capitão Lisboa
    DÉCIO NEGDA Delegado da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971. Posteriormente foi preso por corrupção.
    DEVANIR ANTÔNIO DE CASTRO QUEIROZ Capitão PM-SP; coordenava equipes de buscas do DOI-CODI-SP (1970-1973); conhecido como Bezerra; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    DIRCEU GRAVINA Investigador; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1971-1972); conhecido como JC, Jesus Cristo e Dirceu; em 1969 foi carcereiro do DEOPS-SP; anteriormente foi fotógrafo de interrogatório no DEOPS/SP em 1970
    DULCÍDIO WANDERLEY BOSCHILLA Sargento da PM-SP; comissionado no DOI-CODI-SP (1972-1973); conhecido como Juiz; em 1987 integrava o quadro de árbritos da FPF
    EDSEL MAGNOTTI Delegado do DOPS-SP,chefiou equipe de torturas no DEOPS-SP (1969-1970); em 1985 estava aposentado; foi professor da Escola de Polícia
    EDSON FARORO Primeiro Tenente da PM-SP; integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1970); conhecido como Bombeiro; algumas fontes o identificam como Farero e afirma que era do Corpo de Bombeiros; chefiou o massacre do Carandiru
    ERNESTO MILTON DIAS Delegado lotado no DEOPS-SP (19 * -1970); (era do Esquadrão da Morte; depois esteve no 3o Distrito Policial-SP (1984); chefiou o Departamento de Defesa do Consumidor (1985)
    FÁBIO LESSA DE SOUZA CAMARGO Delegado da Polícia lotado no DOPS de 1969 até sua designação para diretor do Presídio para policiais, anexo à Penitenciária de São Paulo
    FAUSTO MADUREIRA PARÁ – Delegado do DEOPS/SP no período de 1971/72.
    FIRMINIANO JOSÉ PACHECO NETO Delegado Adjunto de Polícia; lotado no DOPS-SP; estava no DEIC (1983)
    FRANCISCO ANTÔNIO COUTINHO E SILVA Tenente-Coronel PM-SP; serviu na OBAN (1969) e no DOI-CODI-SP (1970-1972); comandou a Polícia Rodoviária (1973); comandou o Policiamento da Zona Sul de São Paulo (1983); nomeado Secretário de Segurança da cidade de São Paulo na administração Jânio Quadros
    GERALDO SOFIA Capitão PM-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1972-1974)
    GILBERTO ALVES DA CUNHA Delegado lotado no DEOPS-SP (1967-19*); foi titular do 1o e do 14o Distritos Policiais; em 1974 foi nomeado Delegado Regional do litoral São Paulo
    HELLY LOPES MEIRELLES Chefiou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (1968-1969); foi um dos organizadores do Esquadrão da Morte
    HENRIQUE PERRONE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP; desde 1969 integrou a Equipe do Delegado Sérgio Fleury; em 1983 estava no DEIC-SP
    ÍTALO FERRIGNO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    IVAHYR DE FREITAS GARCIA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1969-19*); foi presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e Deputado Federal pelo PDS (1982-1986)
    JOÃO ALVES DE SOUZA Soldado e depois Cabo da PM-SP; era Auxiliar de carceragem do DOI-CODI-SP (1971-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    JOÃO CARLOS TRALLI Investigador, desde 1969 estava no DEOPS-SP; conhecido como Trailler; era do Esquadrão da Morte; atuou no DEIC-SP em 1982; foi exonerado da Polícia (1984)
    JOÃO MARQUES FLACQUER Estudante de Direito; desde 1968 era do CCC e colaborador da OBAN; atua hoje como advogado
    JOÃO PARISI FILHO Advogado, pintor; integrava o CCC e atuou no DOI-CODI-SP, como colaborador de equipes de busca e de tortura (1970)
    JOÃO THOMAZ Capitão da PM-SP; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1970) e depois passou à corporação das equipes de buscas (1971); conhecido como Tibúrcio; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    JOSÉ CAMARGO CORRÊA FILHO Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); conhecido como Campão, era do Esquadrão da Morte; estava no DEIC-SP (1983)
    JOSÉ PARISI Comerciante; era do CCC e colaborador do DOI-CODI-SP (1970), tanto nas equipes de busca, como nas de interrogatório
    JOSÉ PAULO BONCRISTIANO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    JOSECYR CUOCO Delegado, chefiou Equipe de Interrogatório da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP desde 1970;era do esquadrão da Morte; em 1987 estava no setor de combate ao sequestro; foi preso e condenado pelo sequestro de um joalheiro
    JÚLIO CÉSAR RIBEIRO CAMPOS Investigador, lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-19 *
    LOURIVAL GAETA Escrivão em São Paulo; integrou a Equipe C de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1973); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    LUÍS GONZAGA SANTOS BARBOSA Delegado lotado no DOPS-SP (1970-1971); também foi Diretor da Penitenciária de São Paulo, de onde foi demitido em 1983
    MARCOS PARANHOS FLEURY Investigador do DOPS; atuava em SP
    MAURÍCIO JOSÉ DE FREITAS Investigador; era da Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); passou a Carcereiro (1972-1974); conhecido como Lunga ou Lungaretti
    MIGUEL JOSÉ OLIVEIRA Investigador da Ordem Social do DEOPS de São Paulo (1971); conhecido como Miguelzinho, era da equipe do Delegado Fleury
    NATHANIEL GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP(1968); era do Esquadrão da Morte
    OLINTO DENARDI Delegado de Polícia; foi Diretor do Presídio Tiradentes-SP (1971); era do Esquadrão da Morte-SP; em 1984 estava na Delegacia do 9O. Distrito Policial de Santana
    OSWALDO RIBEIRO LEÃO Suboficial da PM-SP; servia no DOI-CODI de São Paulo (1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1973)
    OTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JUNIOR Delegado do DEOPS-SP, comissionado no DOI-CODI-SP (1969-1973); pertenceu ao CCC e à TFP; recebeu a Medalha do Pacificador (1972); conhecido como Otavinho e Varejeira; fuzilado no Rio de Janeiro em fevereiro de 1973 quando em visita à amásia
    PAULO BORDINI Sargento PM-SP; integrava a equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); a partir de 1971 passou para a Equipe de Busca; conhecido como Americano e Risadinha; era do Esquadrão da Morte
    PAULO CASILO Tenente PM-SP; servia em Ribeirão Preto (1969)
    PAULO HENRIQUE SAWAYA JÚNIOR Empresário; assessor do Ministro Antônio Delfim Neto no Governo Médici; era da Coordenação da OBAN (1969) e mantinha ligações com o DOI-CODI-SP (1970); através da Consult Industriais S.A. (CIA) e da Intelligencia Assessoria Integral (ASI) arrecadou fundos entre os empresários para financiar a repressão em São Paulo; participou de Equipes de Buscas daqueles órgãos; posteriormente passou a dirigir a Assessoria Técnica Empresarial(ANTE)
    PEDRO ANTÔNIO MIRA GRANCIERI investigador lotado no DOPS-SP até 1969; foi subchefe da Equipe B de Interrogatório da OBAN e do DOI-CODI-SP (1969-1976); tem uma âncora tatuada no braço esquerdo; conhecido como
    Pedro Ramiro, Capitão Ramiro e Marinheiro
    RAUL FERREIRA Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Pudim; era do Esquadrão da Morte; foi Delegado em São Caetano do Sul e depois na Divisão da Polícia Federal (1983)
    RAUL NOGUEIRA DE LIMA Delegado do DEOPS-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1969); era do CCC; conhecido como Raul Careca; foi condenado a doze anos de cadeia por assassinato cometido em 1976, falecido
    RENATO D’ANDRÉA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP; integrou o DOI-CODI-SP desde 1970
    RENATO RIBEIRO SOARES Delegado lotado em Ribeirão Preto (1969); excomungado por ter torturado uma freira (Madre Maurina Borges)
    ROBERTO CARDOSO DE MELLD TUCUNDUVA Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/70.
    ROBERTO GUIMARÃES – Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/71.
    RUBENS DE PAULO Terceiro Sargento da PM-SP; integrou a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP ( * a 1974)
    RUBENS DE SOUZA PACHECO, Investigador; lotado no DEOPS-SP (1967 a 1970); conhecido como Pachequinho; era do CCC
    RUI PRADO FRANCESCHINI Delegado da Polícia; atuava no DOPS e na 40A. Delegacia Policial-SP (1968-1970)
    RUI ULHOA CANTO Delegado, lotado no DOPS-SP (1967)
    SALIM NICOLÁU MINA Delegado Seccional lotado em Ribeirão Preto-SP (1969)
    SÁLVIO FERNANDES DO MONTE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); era do Esquadrão da Morte; em 1983 estava no 2O. DP-SP
    SAMUEL PEREIRA BORBA Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1971); era do Esquadrão da Morte
    SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY Delegado,dirigiu a OBAN e o Sítio 31 de Março; acusado de manter ligações com a CIA; recebeu a Medalha do Pacificador; conhecido como Comandante Barreto
    SILAS SILVA NICOLETTI Investigador lotado no DOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte
    SILAS BISPO FECH Cabo da PM-SP; integrava Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1970-1972); conhecido como Flecha; morreu em janeiro de 1972
    SYLVIO SANTIAGO Terceiro Sargento da PM-SP; serviu no 2O.BPE
    TAMOTU NAKAO Tenente da PM-SP; chefiou Equipe de Interrogatório do DOI-CODI-SO (1975-1976)
    THOMAZ PAULINO ALMEIDA Sargento da PM-SP; servia nas Equipes de Buscas do DOI-CODI-SP; morreu em janeiro de 1972
    TOKIOSSHI NAKAHARA Agente lotado no DEOPS-SP (1969)
    VALDIR SIMONETTI Delegado lotado no DEOPS-SP (1969); em 1985 era Delegado Regional em São José dos Campos-SP
    VALTER FERNANDES Delegado; lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969)
    VENCESLAU SÁ SOBRINHO – Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971; posteriormente preso por corrupção.
    WAGNER MASEI Integrava o DOI-CODI-SP (1972)
    WALTER BRASILEIRO POLIM Investigador da Polícia Federal; lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Brasileiro; era do esquadrão da Morte
    WANDERICO ARRUDA DE MORAES Delegado do DOPS-SP (1969)

    As figurinhas da repressão acima que vc citou, com erros ou acertos, lutaram para que o Brasil não caísse nas mãos dos totalitários extremistas de esquerda.

    E, é bom que se diga, os órgãos de Segurança apenas reagiram à luta armada iniciada pelos extremistas de esquerda.

    A OLAS (Organização Latino Americana de Solidariedade), que congregava os partidos de extrema esquerda da América Latina, já havia decidido, em 1962, que o caminho seria a luta armada em todo o continente. Em 1962! Antes, portanto, do início do regime militar.

    A única coisa que essa extrema esquerda burra, homicida e psicopata à la Che Guevara fez foi armar o braço da Direita, cuja ideologia é sempre o medo.

    É como dizem: quem começa a guerra não pode lamentar os mortos! E a guerra revolucionária foi iniciada pelos extremistas de esquerda.

    Ademais, dentre as figurinhas acima citadas, praticamente todas caíram em desgraça, vítimas de “julgamentos morais” feitos pelos derrotados de ontem.

    Não vi nenhum nome, em sua lista, que esteja tão bem posicionado hoje quanto os guerrilheiros Zé Dirceu, Zé Genoíno, Dilma Roussef, Franklin Martins, Aloysio Nunes Ferreira, “et caterva”.

    De modo que vocês, antagonistas das figurinhas acima citadas, não têm do que reclamar.

  43. Idem, apenas acredito no Criador…
    O resto é conto de vigarista.
    Como já ensinava Espinosa, só há duas regras de ouro na Bíblia: AMA O CRIADOR ACIMA DE TODAS AS COISAS.

    AMA O TEU SEMELHANTE COMO AMA A TI MESMO (Observação: desde que o próximo não queira te sacanear )

  44. Flit Paralisante :
    Idem, apenas acredito no Criador…
    O resto é conto de vigarista.
    Como já ensinava Espinosa, só há duas regras de ouro na Bíblia: AMA O CRIADOR ACIMA DE TODAS AS COISAS.
    AMA O TEU SEMELHANTE COMO AMA A TI MESMO (Observação: desde que o próximo não queira te sacanear )

    Exatamente. É isso mesmo!

    Essa palestra do Mário Sérgio Cortella deveria ser degravada e afixada em todas as igrejas, templos e locais de quaisquer cultos religiosos. É um exercício de humildade (humildação, não humilhação). Vale a pena ver, principalmente para os que se pavoneiam por seguir esta ou aquela agremiação religiosa…

    Grande domingo, Dr. Guerra!

  45. O Gilberto Alves da Cunha, foi regional de Santos, em 1984.No governo do Quércia,logono começo, ele era o Diretor do Degran. Algum tempo depois, foi numa festa de casamento no
    interior e faleceu num fulminante infarto.

  46. Este fininho….já morreu , já foi tarde pois qdo esteve preso no pepc era o maior lixo!!! caguetava todo mundo! cheirador profissional e qdo morreu estava mais cheirado impossivel.

  47. Nunca foi colega! era ganso e no presidio da policia civil caguetava todo mundo! saio da cadeia e virou ganso! ficava no centro da cidade cheirando e caguetando um lixo!

  48. Nossa como eles são bons, prenderam 7 camelos, e porque não prendem o dono dos mercados, as fabricas de linguiça do ipiranga, o dono do econ, o dono do pao de acucar, os chines da paje que eles levaram para o DPPC, pois os manuais estavam em ingles, enfim tudo o que ja sabemos o que fazem.

    AGORA PARA SOCIEDADE E PARA VALORIZAR A ROUBALHEIRA DA VIRADA CULTURAL QUE ESTE ANO ESTA UMA VERGONHA DE TANTO ROUBO E FURTO, FAZEM ESTA MEGA CANA DE CAMELOS.
    TINHA SIM QUE PEGAR NO FINAL DOS PLANTOES DESTES POLICIAIS, O QUE ELES FIZERAM EM DIAS NORMAIS SEM VIRADA ETC AI SIM VERAO

    http://g1.globo.com/sao-paulo/virada-cultural/2012/noticia/2012/05/policia-apreende-140-litros-de-suposto-vinho-quimico-na-virada.html

  49. Fodonio :Pelo menos pra mim, o áudio está péssimo, com volume no máximo quase não dá pra ouvir…

    também não ouvi porra nenhuma!

  50. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL É ÚNICA E CLARA, SOMOS TODOS IGUAIS!!! NÃO EXISTE LEI QUE SOBREPÕE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL!!!! PORTANTO, TEMOS OS MESMOS DIREITOS AO SUPOSTO ÍNDICE DE REAJUSTE SALARIAL QUE POSSA VIR COM ESSE MOVIMENTO!!! TODOS POLICIAIS CIVIS SERÃO TRATADOS ISONOMICAMENTE EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA ADMINISTRATIVA E CRIMINAL EM RAZÃO DA FUNÇÃO QUE OCUPA (POLICIAL CIVIL). SE É ASSIM, ASSIM SEJA, INCLUINDO A QUESTÃO DO REAJUSTE SALARIAL COM PORCENTAGENS IGUAIS. NÃO SOU EU QUE DIGO, TÃO POUCO VOCÊS, É A LEI!!!
    SENHORES CARCEREIROS POLICIAIS, AGENTES POLICIAIS, AGENTES DE TELECOMUNICAÇÃO POLICIAL, AUXILIARES DE PAP E PAPS POLICIAIS, AUXILIARES DE NECRÓPSIA POLICIAL, TÉCNICO DE NECRÓPSIA POLICIAL, FOTÓGRAFO POLICIAL. SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE A LEI E TEMOS OS MESMOS DIREITOS DO REAJUSTE SALARIAL QUE AS DUAS OUTRAS CLASSES JULGAM QUE TERÃO E QUEREM POR CONTA PRÓPRIA DESASSOCIAR-SE DAS DEMAIS NO QUESITO % DE REAJUSTE SALARIAL.

  51. A Policia Civil foi, no passado, uma grande instituição. No período da ditadura – 64/85 – efetuou grandes canas e tinha ótimos policiais. Tinha a equipe do DEIC e do DOPS, que faziam infiltrações, como a que fizeram no PCB Paulista, como fizeram em outras ações. Em que pese que tudo o que fora feito era sempre à base de tortura, porém os tempos eram outros, e trabalharam de acordo com o sistema. A PC começou a fazer cagada atrás de cagada, quando seus mais importantes homens, Fleury, Tuma e alguns outros,passaram a pensar somente no umbigo, umbigo não, no bolso. O primeiro criou o esquadrão da morte e ganhou muito dinheiro, o segundo botou todos os filhos na polícia, sabe Deus como, e depois que virou político, nunca fez nada pela institução, como os demais que os seguiam, só pensavam em sí, no momento. Nunca pensaram no futuro. Bando de imbecis este policiais desta época, pois tinham o sistema na mão e com isso poderiam ter feito leis que beneficiassem a carreira policial e o que fizeram, já maculados com suas cagadas, continuaram a fazer somente merda. Fizeram a Lei Organica 207, uma bosta que não tem palavras. E mais nada. O MP fez uma bela lei organica e hoje é a principal instituição do País, ganhando bons salarios e prestigiada. Por causa deste do passado e dos demais bandidos que adentraram na PC, assim como estes políticos de bosta que sempre rodearam São Paulo, estamos nesta merda. Uma PC que não consergue resolver nem 5% dos crimes, que ganha mal pra caramba, cheia de pedintes, sonhadores e incompetentes.
    Infelizmente é este o panorama que eu vejo.

  52. E com uma diferença de outros teólogos cristãos: além de pregar morte dos Judeus, que fossem queimadas as suas casas, comércios, propriedades e SINAGOGAS… etc.

    OU SEJA A SANTA INQUISIÇÃO.

  53. Percebo um desconforto enorme por parte de alguns, reitero, alguns investigadores em relação a carcereiros…quanta vaidade…..e o salário de ambos o……….

  54. Hoje não temos mais cadeias, porem se ainda houvesse, não me importaria. Algum pretenso tira ou escrivão me ajudasse em minhas atribuições . Ocorre que não somos trogloditas com clava nas costas. Estudamos e continuamos a estudar. Não pretendo abandonar uma carreira com 20 anos e recomeçar no probatório como tira. Sou formado em direito, aprovado o exame da ordem e pôs graduado pela puc Cogeae de sao Paulo em direito penal e processo penal. Passei na primeira resguarda fase pra delpol em sp, mas como não tenho padrinho fiquei na oral. Portanto nobres colegas, investigadores carcerios agentes entre outras não menos importantes, sejamos coerentes e razoáveis em nossos comentários. Não vamos exteriorizar nossa torpeza. Afinal, tem muita gente o governo acompanhando diariamente nossa discórdia, e se divertindo com ela. Um grande abraço a todos e um ótimo inicio de semana.

  55. Desculpem as falhas de digitação. Meu iPad esta travando..

  56. QUEM CONHECE SUA HISTÓRIA OU O CONHECEU PESSOALMENTE PODE FALAR.

    CONHECI O FININHO HÁ CERCA DE 17 ANOS ATRÁS, SALVO O ENGANO.
    ELE HAVIA ACABADO DE SAIR DA CADEIA.
    ESTAVA DURO, PEDINDO DINHEIRO À UNS DONOS DE DESMANCHE NA AVENIDA RIO DAS PEDRAS – ZONA LESTE-SP.
    ESTAVA SEM RUMO E VICIADO EM COCAÍNA.
    TRISTE A HISTÓRIA DELE!
    ELE FEZ POLÍCIA! E FEZ O QUE LHE MANDARAM NA ÉPOCA!
    FEZ DO JEITO QUE APRENDEU!
    CUMPRIU ORDENS!
    CLARO QUE SEMPRE VAI APARECER UM IDIOTA QUE NÃO SABE DE P.NENHUMA DO ASSUNTO E VAI DIZER QUE ORDEM ABSURDA NÃO SE CUMPRE!
    MAS, ELE FOI UM CARA FIEL AO REGIME E ACREDITAVA QUE ESTAVA CUMPRINDO COM O SEU DEVER!
    ALIÁS, SE TIVESSE FEITO TUDO DIREITINHO, UM MONTE DE SAFADO NÃO ESTARIA HOJE GOVERNANDO E NOS MATANDO A MÍNGUA POR CONTA DA MÁGOA QUE TEM DA POLÍCIA QUE LHES CHUTOU O RABO NO TEMPO DO CACETE E BALA!
    IMAGINEM QUE ENORME SERVIÇO NOS TERIA PRESTADO SE TIVESSE MANDADO UMA PÁ DESSES SAFADOS PRO SACO…
    O FININHO, ASSIM COMO O CORREINHA FOI NADA MAIS QUE UMA VÍTIMA.
    FOI USADO PELO SISTEMA E DEPOIS DESCARTADO!.
    NÃO SEI SE TEVE “MAIS SORTE” EM TER FICADO VIVO!
    PERDEU A JUVENTUDE TRABALHANDO E PASSOU A MEIA IDADE PRESO E DOENTE!
    NA VERDADE, NA MINHA HUMILDE ÓTICA, ELE NÃO VIVEU!
    VIVEU PARA A POLÍCIA E MORREU POR CAUSA DELA!

  57. RickBlaine :
    “EU VI O QUE VCS FIZERAM NO(S) VERÃO(ÕES) PASSADO(S)” – A turma da esquerda foi presa, torturada, processada, condenada, morta ou cumpriu pena ou foi banida ou teve que se exilar até a anistia. Já quanto às figurinhas da repressão abaixo, só das polícias paulistas, alguém, por acaso, teve de passar por isso? Só para refrescar a memória (dados até 1985):
    LISTA DE POLICIAIS TORTURADORES E COLABORADORES:
    APARECIDO LAERTES CALANDRA, Delegado da Polícia Civil de São Paulo, conhecido como Capitão Ubirajara
    ADEMAR AUGUSTO DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEIC-SP; em 1968 era do Esquadrão da Morte; conhecido como Fininho I; torturou presos políticos no DEOPS/SP em 1971, quando lá se encontrava oficialmente preso
    ALCEBÍADES MARIA DA LUZ Carcereiro do DEOPS-SP (1970-1973); posteriormente foi lotado no Presídio do Hipódromo
    ALCIDES CINTRA BUENO Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1975; encaminhava ao IML os corpos de militantes mortos sob torturas, com a versão falsas para “legalização” dos crimes.
    ALCIDES SINGILO Delegado do DEOPS-SP (1970-1975)
    ALFREDO UMEDA Soldado da PM-SP; serviu no DOI-CODI como carcereiro (1975-1976)
    ALTAIR CASADEI Carcereiro da Equipe B do DOI-CODI-SP (1970 a 1976); antes, fora da Equipe de Buscas (1971); conhecido como Altair, Casadei e Muniz
    AMADOR NAVARRO PARRA Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1972); chefiava um equipe de Busca; conhecido como Parrinha do Esquadrão da Morte; estava no DEIC
    ANGELINO MOLITERNO Ex-investigador em SP; desde 1968 foi do Esquadrão da Morte; conhecido como Russinho; passou a chefiar a segurança da boate La Licorne
    ANTÔNIO ERASMO DIAS Coronel da Artilharia do Exército; comandou a repressão no Vale do Ribeira; foi Secretário de Segurança Pública-SP; foi Deputado Federal pelo PDS (1983-1986)
    ANTÔNIO GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP´; conhecido como Fininho II; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO LÁZARO CONSTANZIA Investigador lotado no DEOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte; fora jogador de futebol profissional conhecido como Lazinho; em 1983 estava no DEIC-SP
    ANTÔNIO VALVERDE Investigador lotado no DEOPS-SP; era do Esquadrão da Morte
    ANTÔNIO VILLELA Delegado da Polícia; integrava a equipe de Busca do DOI-CODI-SP 1970-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    ASTORIGE CORRÊA DE PAULA E SILVAS Investigador da PF; lotado no DEOPS-SP desde 1968; era do Esquadrão da Morte, o que acabou por levá-lo á prisão; conhecido como Corrreinha
    CARLOS ALBERTO AUGUSTO Investigador lotado no DEOPS-SP; desde 1969 participou da Equipe do Delegado Sérgio Fleury; era do Esquadrão da Morte; conhecido como Carlinhos Metralha
    CARLOS ELIAS LOTTI Primeiro Tenente PM-SP; chefiou a Equipe de Buscas do DOI-CODI-SP (1971); depois foi Vice-Comandante do Grupo Especial; anteriormente chefiara a Guarda do Presídio Tiradentes; recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    CLEÓMENES ANTUNES Investigador lotado no DEOPS-SP em 1971, conhecido como Goiano, era do Esquadrão da Morte
    DAVI DOS SANTOS ARAÚJO Delegado lotado no DEOPS-SP; comissionado no DOI-CODI-SP; integrou a Equipe B de Interrogatório (1970-1971), passando para a Equipe de Busca (1971-1972); em 1985 estava no GARRA
    (Grupo Armando de Repressão a Roubos e Assaltos); conhecido como Capitão Lisboa
    DÉCIO NEGDA Delegado da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971. Posteriormente foi preso por corrupção.
    DEVANIR ANTÔNIO DE CASTRO QUEIROZ Capitão PM-SP; coordenava equipes de buscas do DOI-CODI-SP (1970-1973); conhecido como Bezerra; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    DIRCEU GRAVINA Investigador; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1971-1972); conhecido como JC, Jesus Cristo e Dirceu; em 1969 foi carcereiro do DEOPS-SP; anteriormente foi fotógrafo de interrogatório no DEOPS/SP em 1970
    DULCÍDIO WANDERLEY BOSCHILLA Sargento da PM-SP; comissionado no DOI-CODI-SP (1972-1973); conhecido como Juiz; em 1987 integrava o quadro de árbritos da FPF
    EDSEL MAGNOTTI Delegado do DOPS-SP,chefiou equipe de torturas no DEOPS-SP (1969-1970); em 1985 estava aposentado; foi professor da Escola de Polícia
    EDSON FARORO Primeiro Tenente da PM-SP; integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1970); conhecido como Bombeiro; algumas fontes o identificam como Farero e afirma que era do Corpo de Bombeiros; chefiou o massacre do Carandiru
    ERNESTO MILTON DIAS Delegado lotado no DEOPS-SP (19 * -1970); (era do Esquadrão da Morte; depois esteve no 3o Distrito Policial-SP (1984); chefiou o Departamento de Defesa do Consumidor (1985)
    FÁBIO LESSA DE SOUZA CAMARGO Delegado da Polícia lotado no DOPS de 1969 até sua designação para diretor do Presídio para policiais, anexo à Penitenciária de São Paulo
    FAUSTO MADUREIRA PARÁ – Delegado do DEOPS/SP no período de 1971/72.
    FIRMINIANO JOSÉ PACHECO NETO Delegado Adjunto de Polícia; lotado no DOPS-SP; estava no DEIC (1983)
    FRANCISCO ANTÔNIO COUTINHO E SILVA Tenente-Coronel PM-SP; serviu na OBAN (1969) e no DOI-CODI-SP (1970-1972); comandou a Polícia Rodoviária (1973); comandou o Policiamento da Zona Sul de São Paulo (1983); nomeado Secretário de Segurança da cidade de São Paulo na administração Jânio Quadros
    GERALDO SOFIA Capitão PM-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1972-1974)
    GILBERTO ALVES DA CUNHA Delegado lotado no DEOPS-SP (1967-19*); foi titular do 1o e do 14o Distritos Policiais; em 1974 foi nomeado Delegado Regional do litoral São Paulo
    HELLY LOPES MEIRELLES Chefiou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (1968-1969); foi um dos organizadores do Esquadrão da Morte
    HENRIQUE PERRONE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP; desde 1969 integrou a Equipe do Delegado Sérgio Fleury; em 1983 estava no DEIC-SP
    ÍTALO FERRIGNO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    IVAHYR DE FREITAS GARCIA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1969-19*); foi presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e Deputado Federal pelo PDS (1982-1986)
    JOÃO ALVES DE SOUZA Soldado e depois Cabo da PM-SP; era Auxiliar de carceragem do DOI-CODI-SP (1971-1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1974)
    JOÃO CARLOS TRALLI Investigador, desde 1969 estava no DEOPS-SP; conhecido como Trailler; era do Esquadrão da Morte; atuou no DEIC-SP em 1982; foi exonerado da Polícia (1984)
    JOÃO MARQUES FLACQUER Estudante de Direito; desde 1968 era do CCC e colaborador da OBAN; atua hoje como advogado
    JOÃO PARISI FILHO Advogado, pintor; integrava o CCC e atuou no DOI-CODI-SP, como colaborador de equipes de busca e de tortura (1970)
    JOÃO THOMAZ Capitão da PM-SP; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1970) e depois passou à corporação das equipes de buscas (1971); conhecido como Tibúrcio; recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    JOSÉ CAMARGO CORRÊA FILHO Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); conhecido como Campão, era do Esquadrão da Morte; estava no DEIC-SP (1983)
    JOSÉ PARISI Comerciante; era do CCC e colaborador do DOI-CODI-SP (1970), tanto nas equipes de busca, como nas de interrogatório
    JOSÉ PAULO BONCRISTIANO Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969)
    JOSECYR CUOCO Delegado, chefiou Equipe de Interrogatório da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP desde 1970;era do esquadrão da Morte; em 1987 estava no setor de combate ao sequestro; foi preso e condenado pelo sequestro de um joalheiro
    JÚLIO CÉSAR RIBEIRO CAMPOS Investigador, lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-19 *
    LOURIVAL GAETA Escrivão em São Paulo; integrou a Equipe C de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1973); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
    LUÍS GONZAGA SANTOS BARBOSA Delegado lotado no DOPS-SP (1970-1971); também foi Diretor da Penitenciária de São Paulo, de onde foi demitido em 1983
    MARCOS PARANHOS FLEURY Investigador do DOPS; atuava em SP
    MAURÍCIO JOSÉ DE FREITAS Investigador; era da Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); passou a Carcereiro (1972-1974); conhecido como Lunga ou Lungaretti
    MIGUEL JOSÉ OLIVEIRA Investigador da Ordem Social do DEOPS de São Paulo (1971); conhecido como Miguelzinho, era da equipe do Delegado Fleury
    NATHANIEL GONÇALVES DE OLIVEIRA Investigador lotado no DEOPS-SP(1968); era do Esquadrão da Morte
    OLINTO DENARDI Delegado de Polícia; foi Diretor do Presídio Tiradentes-SP (1971); era do Esquadrão da Morte-SP; em 1984 estava na Delegacia do 9O. Distrito Policial de Santana
    OSWALDO RIBEIRO LEÃO Suboficial da PM-SP; servia no DOI-CODI de São Paulo (1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1973)
    OTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JUNIOR Delegado do DEOPS-SP, comissionado no DOI-CODI-SP (1969-1973); pertenceu ao CCC e à TFP; recebeu a Medalha do Pacificador (1972); conhecido como Otavinho e Varejeira; fuzilado no Rio de Janeiro em fevereiro de 1973 quando em visita à amásia
    PAULO BORDINI Sargento PM-SP; integrava a equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1971); a partir de 1971 passou para a Equipe de Busca; conhecido como Americano e Risadinha; era do Esquadrão da Morte
    PAULO CASILO Tenente PM-SP; servia em Ribeirão Preto (1969)
    PAULO HENRIQUE SAWAYA JÚNIOR Empresário; assessor do Ministro Antônio Delfim Neto no Governo Médici; era da Coordenação da OBAN (1969) e mantinha ligações com o DOI-CODI-SP (1970); através da Consult Industriais S.A. (CIA) e da Intelligencia Assessoria Integral (ASI) arrecadou fundos entre os empresários para financiar a repressão em São Paulo; participou de Equipes de Buscas daqueles órgãos; posteriormente passou a dirigir a Assessoria Técnica Empresarial(ANTE)
    PEDRO ANTÔNIO MIRA GRANCIERI investigador lotado no DOPS-SP até 1969; foi subchefe da Equipe B de Interrogatório da OBAN e do DOI-CODI-SP (1969-1976); tem uma âncora tatuada no braço esquerdo; conhecido como
    Pedro Ramiro, Capitão Ramiro e Marinheiro
    RAUL FERREIRA Delegado lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Pudim; era do Esquadrão da Morte; foi Delegado em São Caetano do Sul e depois na Divisão da Polícia Federal (1983)
    RAUL NOGUEIRA DE LIMA Delegado do DEOPS-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1969); era do CCC; conhecido como Raul Careca; foi condenado a doze anos de cadeia por assassinato cometido em 1976, falecido
    RENATO D’ANDRÉA Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP; integrou o DOI-CODI-SP desde 1970
    RENATO RIBEIRO SOARES Delegado lotado em Ribeirão Preto (1969); excomungado por ter torturado uma freira (Madre Maurina Borges)
    ROBERTO CARDOSO DE MELLD TUCUNDUVA Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/70.
    ROBERTO GUIMARÃES – Delegado do DEOPS/SP no período de 1969/71.
    RUBENS DE PAULO Terceiro Sargento da PM-SP; integrou a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP ( * a 1974)
    RUBENS DE SOUZA PACHECO, Investigador; lotado no DEOPS-SP (1967 a 1970); conhecido como Pachequinho; era do CCC
    RUI PRADO FRANCESCHINI Delegado da Polícia; atuava no DOPS e na 40A. Delegacia Policial-SP (1968-1970)
    RUI ULHOA CANTO Delegado, lotado no DOPS-SP (1967)
    SALIM NICOLÁU MINA Delegado Seccional lotado em Ribeirão Preto-SP (1969)
    SÁLVIO FERNANDES DO MONTE Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); era do Esquadrão da Morte; em 1983 estava no 2O. DP-SP
    SAMUEL PEREIRA BORBA Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1971); era do Esquadrão da Morte
    SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY Delegado,dirigiu a OBAN e o Sítio 31 de Março; acusado de manter ligações com a CIA; recebeu a Medalha do Pacificador; conhecido como Comandante Barreto
    SILAS SILVA NICOLETTI Investigador lotado no DOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte
    SILAS BISPO FECH Cabo da PM-SP; integrava Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1970-1972); conhecido como Flecha; morreu em janeiro de 1972
    SYLVIO SANTIAGO Terceiro Sargento da PM-SP; serviu no 2O.BPE
    TAMOTU NAKAO Tenente da PM-SP; chefiou Equipe de Interrogatório do DOI-CODI-SO (1975-1976)
    THOMAZ PAULINO ALMEIDA Sargento da PM-SP; servia nas Equipes de Buscas do DOI-CODI-SP; morreu em janeiro de 1972
    TOKIOSSHI NAKAHARA Agente lotado no DEOPS-SP (1969)
    VALDIR SIMONETTI Delegado lotado no DEOPS-SP (1969); em 1985 era Delegado Regional em São José dos Campos-SP
    VALTER FERNANDES Delegado; lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969)
    VENCESLAU SÁ SOBRINHO – Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS/SP em 1971; posteriormente preso por corrupção.
    WAGNER MASEI Integrava o DOI-CODI-SP (1972)
    WALTER BRASILEIRO POLIM Investigador da Polícia Federal; lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Brasileiro; era do esquadrão da Morte
    WANDERICO ARRUDA DE MORAES Delegado do DOPS-SP (1969)

    Só um detalhe:
    A turma da esquerda que foi presa, torturada, processada, condenada ou cumpriu pena ou foi banida ou teve que se exilar até a anistia está de volta.
    Por causa dos mais velhos, mesmo depois de mais de vinte anos do Golpe ou da Revolução, o Brasil não teve renovação dos quadros. Vide os falecidos Brizola e Tancredo, pessoas diretamente ligadas ao Governo Goulart e que voltaram imediatamente em 1982/1985. Veja José Serra, que até o momento não sossegou.
    E por conta da turma da esquerda, que queria o poder já naqueles tempos, teremos de aturar uns e os outros por, pelo menos, uma década.
    Enquanto isso não temos a renovação dos novos quadros (que até talvez não sejam tão preparados intelectualmente quanto aos antigos).
    E a turma da esquerda (que tem os seus méritos, como tinham talvez os da direita da época) agora estão criando o campo para o tribunal de exceção, nos mesmos moldes daqueles em foram réus.
    Quantos dos que ficam batendo panela na Paulista já era vivos pelo menos nos tempos dos “Fiscais do Sarney”?

  58. A QUEM INTERESSAR POSSA, PRINCIPALMENTE ÀQUELES QUE NÃO CONHECERAM “FININHO I” E, SÓ POR OUVIR DIZER, ESCREVEM BESTEIRAS:

    – Fininho, ainda na Guarda Civil, nas horas de folga, era guarda-costas do “rei” Roberto Carlos;
    – Delegado Sérgio Fleury, antes do EM, era o Chefe de Segurança da antiga TV Record;
    – Astorige Correa de Paula e Silva, o Correinha, nunca trabalhou e nem foi lotado no DOPS;
    – “Laurão”, investigador da velha RUDI, era o “segurança” da cantora Vanderléa;

    FINALIZANDO: Fininho I morreu há alguns anos, atropelado por um ônibus na Via Dutra, altura de Guarulhos, onde morava com a segunda mulher. Deixou quatro filhas do primeiro casamento. Todos vivem uma penúria só, lá mesmo em Guarulhos. Fininho, desde que saiu da cadeia, sofria das faculdades mentais.

    0 tal chaveirinho que costuma exibir como troféu, na verdade era a orelha embalsamada de um traficantre que ele matou durante uma briga no velho Bar do Moisés, na Av. Duque de Caxias. Depois, dispensou o corpo levando no porta-malas de um Simca Chambord.

    Fininho I era tido como “guarda bonitão”, ainda na época do uso de polaina e espada pela Guarda Civil. Foi amante de muita mulher de sociedade, algumas ainda vivas. Sua derrocada começou quando matou, acidentalmente, em briga na Praça Júlio Mesquita, um cafetão a quem atingiu com uma estocada na virilha. Ele pensava em só dar “um pega” prá amedrontar o cara. Atingiu a femural e o cara morreu em poucos minutos, com ele já distante.

    O delegado Wilson Richetti, da 3ª Delegacia (Boca do Lixo), indiciou Fininho em inquérito pelo homicídio e aí começou a derrocada. E, começaram as denúncias e a constatação de que era um usuário contumaz de cocaina.

    Esteve cumprindo pena na Penitenciária do Estado na mesma época de Correinha e Zé Guarda. Aliás, Correinha e Fininho I nunca se deram bem. Correinha não era viciado e não concordava com o comportamento do ex-guarda civil. Correinha, atualmente, também com problemas de cabeça, vive na fazenda de um primo, em Arapogas (PR). Zé Guarda, que trablhou e deu fama ao delegado Hélio Tavares, da antiga RONE, também mora em Guarulhos…

  59. Chefe da Procuradoria de SP ataca projeto que esvazia órgão
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    FLÁVIO FERREIRA
    DE SÃO PAULO

    Empossado no início de abril, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Elias Rosa, 49 anos, chefe do Ministério Público estadual, disse que irá buscar mobilizar a sociedade contra a PEC (proposta de emenda constitucional) em trâmite na Câmara dos Deputados que acaba com os poderes de investigação do órgão na área criminal.

    Rosa também vê com preocupação os pagamentos milionários feitos a desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo que “furaram a fila” de quitações de passivos trabalhistas atrasados do tribunal.

    Folha – Qual é a prioridade de sua administração nesse início de gestão?

    Márcio Elias Rosa – No campo externo, temos como preocupação a tramitação da PEC [proposta de emenda constitucional] nº 37 de 2011 na Câmara do Deputados. A proposta representa um risco de retrocesso e absoluta insegurança jurídica.
    Hoje a Constituição atribui ao Ministério Público o poder de investigação na área criminal, mas a PEC vai na contramão ao determinar que esse poder será exclusivo da Polícia Civil ou da Polícia Federal.

    Qual poderá ser o efeito da aprovação da PEC?

    É só lembrar dos grandes casos que envolveram crime organizado, crimes contra a administração pública ou mesmo contra pessoas que contaram com a investigação do Ministério Público desde a Constituição de 1988. É esse tipo de trabalho que poderá ser perdido.

    Quais interesses estão envolvidos nessa proposta?

    A proposta é fruto de um grave equívoco. Há receio de que o Ministério Público venha a ocupar espaços de outras instituições. Não se trata disso. Em São Paulo, a boa relação que existe entre a Polícia Civil, a Secretaria de Segurança Pública e o Ministério Público não fica em xeque em razão das investigações feitas pelo Ministério Público na área criminal.

    O tema da restrição dos poderes de investigação do Ministério Público já apareceu em ações judiciais e projetos de lei. Por que esse assunto é tão recorrente?

    Há dois grupos que alimentam essa discussão. Há entidades ou instituições públicas que, equivocadas, assumem uma defesa corporativista e desnecessária, e há o grupo dos réus e investigados, que, na verdade, almejam a impunidade. A proposta está pronta para votação na Câmara, mas vamos buscar mobilizar a sociedade contra o projeto.

    Essa PEC pode ter repercussão nas ações de improbidade?

    Não, a PEC trata das investigações criminais e os atos de improbidade são apurados em inquéritos civis. Porém, há outra proposta no Congresso para entregar ao Judiciário o controle dos inquéritos civis.
    O Ministério Público já tem autonomia administrativa para conduzir esses casos. A mudança poderá conspirar contra a rapidez nas investigações, levando ao retardamento das causas ou até mesmo à prescrição dos atos de improbidade.

    A Procuradoria abriu investigação sobre os pagamentos de passivos trabalhistas a desembargadores do Tribunal de Justiça que supostamente “furaram a fila” de quitações da corte. Como o sr. vê esse fato?

    O Judiciário não deve ter um tratamento diferenciado, assim como o Ministério Público também não deve ter. É triste que essa situação atinja uma corte que é uma instituição republicana indispensável e historicamente composta por pessoas idôneas. O lamentável é que não estejamos investigando algo que possa ser elucidado em poucos dias, para reestabelecer logo a normalidade.

    Como o sr. avalia o atual momento do Judiciário paulista ante as investigações?

    O TJ como instituição não está em crise, absolutamente. O que faz a imagem do TJ é a imensa maioria de seus magistrados que trabalha muito. O que há agora é a identificação de problemas pontuais envolvendo, infelizmente, figuras proeminentes, como o ex-presidente Viana Santos. Mas não podemos confundir as mazelas das pessoas com as instituições.

    Os magistrados envolvidos poderão perder seus cargos?

    No nosso procedimento teremos por base a lei de improbidade, que prevê como uma das penas a perda do cargo. Já nas investigações administrativas internas do TJ, a pena máxima é a aposentadoria compulsória. Porém, penso que a aposentadoria compulsória como pena é inconstitucional, pois ela viola artigo 37 da Constituição, que traz a regra da moralidade na administração pública.

    A Procuradoria mandou para o TJ uma lista para o preenchimento de uma vaga reservada ao Ministério Público no tribunal. A relação tinha promotores, que estão na “primeira instância” da instituição. Desembargadores protestaram, alegando que a lista deveria ter somente procuradores, que atuam na segunda instância. Como o sr. vê essa crítica?

    É uma visão equivocada. Nada impede que um advogado se torne desembargador com dez anos de carreira. Nada impede que um promotor seja desembargador. Não estamos na fase de preconceitos, mas na fase de superação de diferenças.

    Mas a lista enviada ao tribunal acabou sendo devolvida pelo Órgão Especial da corte. A inclusão dos promotores não levou a essa situação?

    O problema foi de votação, e não de rejeição da lista. O problema foi que não houve quórum no tribunal. Agora deverão ser realizadas tantas votações quanto necessárias para que se atinja o quórum.

  60. Cegão :
    Eduardo essa é pra você.

    Tá…
    O PSDB tem a Veja,
    O PT tem a Record (do bispo pescador).
    E o Cachoeira tem os dois….
    Pior cego é que não quer ver…..

  61. E vai estourar muita outras ligações desse individuo que você citou, principalmente com o grupo de tu defende.Eduardo.

  62. FICO INCONFORMADA QUANDO LEIO ALGUNS COMENTÁRIOS.
    ATÉ PARECE QUE SE A DITADURA FOSSE HOJE, OS “COLEGAS”
    NÃO FARIAM O MESMO QUE OS DO PASSADO FIZERAM.
    SE ALGUNS TIRAM ATÉ A CALCINHA DE ESCRIVÃ, À MANDO DA DONA MARIA,
    QUE DIRIA SE FOSSE PARA MATAR, SEQUESTRAR, DESOVAR, ENTRUJAR, ETC…
    QUANTO MAJURA QUERENDO A CADEIRA DO OUTRO, TANTA CAGUETAGEM
    DENTRO DA P.C. E CRITICAM O QUE NÃO SABEM.
    QUANTA HIPOCRISIA.
    ATÉ PARECE QUE POR AQUI SÓ TEM SANTO.

  63. Marcelo :
    Só para constar , Fininho faleceu há uns oito ou dez anos, teve um infarto ao volante do seu carro, no municípiio de Guarulhos, se não me engano. Faleceu pouco tempo após ganhar a liberdade.

    o fininho faleceu de acidente de carro faz 5 anos.

  64. DELTA UNO – ORIGINAL :
    Fininho foi usado pelo sistema, tanto quanto o Correinha e o próprio Fleury. Todos usados e, uma vez inconvenientes, descartados. O Fininho deu, mesmo, grandes canas e sempre foi um tira respeitado, inclusive inicialmente disputado entre Delegados.
    Acho que era oriundo da antiga Guarda Civil. De qualquer maneira, era um Policial de rua, de Radio Patrulha, operacional que levantava local e dava cana sem se “fardar” para isso.
    Assim como Correinha e Fleury, Fininho nunca foi ladrão. Foi outro que não enriqueceu na Polícia. Muito pelo contrário. Só se prejudicou. Só foi prejudicado.
    Se exorbitou, foi em razão do caldo de cultura da época. Foi açulado para isso.
    Para mim, Adhemar Augusto de Oliveira ainda é Policial, porque tem isso no sangue. Não referendo sua biografia como “modelar”, não o isento de excessos e erros que cometeu (muito poucos, no fundo, deixam de cometer, de uma forma ou de outra…). Mas tem ele todo o meu respeito por ser uma vítima deste sistema terrível que usa e descarta pessoas como objetos, transformando profissionais em “heróis” e “bandidos” da noite para o dia.
    O Fininho, inclusive, é um caso de Policial Civil que cumpriu pena em presídio comum. No “seguro”, ou não, ficou no mesmo ambiente que presos comuns.
    E ninguém se levantou para defendê-lo…

    DELTA UNO – ORIGINAL :
    Fininho foi usado pelo sistema, tanto quanto o Correinha e o próprio Fleury. Todos usados e, uma vez inconvenientes, descartados. O Fininho deu, mesmo, grandes canas e sempre foi um tira respeitado, inclusive inicialmente disputado entre Delegados.
    Acho que era oriundo da antiga Guarda Civil. De qualquer maneira, era um Policial de rua, de Radio Patrulha, operacional que levantava local e dava cana sem se “fardar” para isso.
    Assim como Correinha e Fleury, Fininho nunca foi ladrão. Foi outro que não enriqueceu na Polícia. Muito pelo contrário. Só se prejudicou. Só foi prejudicado.
    Se exorbitou, foi em razão do caldo de cultura da época. Foi açulado para isso.
    Para mim, Adhemar Augusto de Oliveira ainda é Policial, porque tem isso no sangue. Não referendo sua biografia como “modelar”, não o isento de excessos e erros que cometeu (muito poucos, no fundo, deixam de cometer, de uma forma ou de outra…). Mas tem ele todo o meu respeito por ser uma vítima deste sistema terrível que usa e descarta pessoas como objetos, transformando profissionais em “heróis” e “bandidos” da noite para o dia.
    O Fininho, inclusive, é um caso de Policial Civil que cumpriu pena em presídio comum. No “seguro”, ou não, ficou no mesmo ambiente que presos comuns.
    E ninguém se levantou para defendê-lo…

  65. Não sei quem escreveu “Delta-uno original”, mas quero lhe dizer como filha do Fininho o quão é importante saber que pessoas como vc defendem a real verdade da vida do meu pai. Vc disse tudo ele foi usado pq tinha uma ideologia, tinha um espirito de defender as pessoas, a sociedade e principalmente o que ele acreditava: um mundo melhor. Cumpriu ordens e depois o abandonaram como “boi de piranhas”. As pessoas só sabem o que a imprensa anunciava e como o povo adora julgar…mas ninguem sabe, como eu a filha dele o quanto ele sofreu,o quanto foi obrigado a se calar para tão somente defender a familia. Por incrivel que pareça não eram os bandidos que temiamos e sim um sistema de governo que gosta de calar a boca de quem lhe incomoda.
    Será que o que a populçao passa hoje com todo esse medo aterrorizante não a faz lembrar de como eram os tempos em que meu pai abandonava a familia para se expor a bandidos. Eu queria ter forças para escrever um livro sobre o que a nossa familia passou.
    Rosangela

  66. Viva Maryscott , Viva Fininho..!!
    marginal Bom é marginal Morto e enterrado em Pé que é para econimizar espaço.

  67. SOU filha de um desse citados como ilustres e honestos…. tá certo que meu pai nunca roubou, não ficou rico, mas vi ele se servir de tudo oq necessitasse usando seu poder, sua fama, desde mercado, a açougue, loja de roupas, quando pequena achava meu pai o máximo, depois comecei sentir vergonha… ainda não entendia… e descobri outras coisas que não era como era divulgado, que eles nem eram tão herois como a população queria ver, nem eram tão honestos quantos eles tentavam mostrar pra população…. Depois dizer q eram vitimas do sistema… que era uma consequencia do sistema, mentira!! era uma guerra de egos!

  68. “Jean disse:

    05/05/2012 às 0:41

    Sou Carcereiro e desviado da função, faço investigação á muitos anos. Na Delpol onde trabalho, não são raras as vezes que tanto eu como todos colegas que encontram-se na mesma situação minha, alguns são Carcereiros e outros Agentes, somos discriminados em algumas situações, sempre estamos ouvindo aquelas gozações (carcetiras), quando não, reafirmam aquilo que todos nós sabemos, mas o infeliz quer mesmo desdenhar e diz por prazer “você não é tira, eu sou tira”; Quando tem uma rodinha de tiras e Delegados ai eles fazem questão de conversar entre eles discriminando nossas presenças, fazem de conta que somente eles são inteligentes e nós não, a palavra sempre é dirigida para o Delegado ou vice versa e se quer olham para nós como se fossemos uns babacas ali assistindo as fanfarrices e vantagens contadas. É bacana ser telespectador, pois assim observamos melhor os hipócritas. No trampo, os fanfarrões ficam lá atrás escondidos, só chegam perto do local após nós darmos a cana no vagabundo e dominar a situação, depois chegam falando grosso e alto como se tivessem participados da cana, reviram a casa a procura de objetos………já na Delpol eles contam vantagens sobre a ocorrência como se fosse eles que fizeram a cana. Quando é troca de tiros, ai meu Deus, sempre os Carcepols que chegam atropelando e sentando o dedo, já o belo tira chega minutos depois que acalmou a situação . São fanfarrões!!!”

    Com todo respeito colega, pois tb sou carcereiro, vc pode até fazer o trabalho de um tira melhor do que ele, mas nunca será um tira, portanto, nunca será tratado como um. É verdade que fazemos o trabalho mais difício e insalubre, e que sofremos muitas discriminação na nossa carreira, principalmente por parte de delegados, mas acho um absurdo carcereiro, escrivão, ou qualquer um de outra carreira querer bancar uma de tira! Na minha unidade tem 04 “carcetiras” como vc, enquanto eu e mais 05 nos fodemos na chave quase todo dia, nos revesando em escalas apertadas, os quatro artistas ficam desfilando de viatura e quando pedimos para ajudar em alguma coisa eles estufam o peito e dizem: “pede pro plantão, eu sou da CHEFIA!”. Então caro colega, exija respeito se respeitando, trabalhe naquilo para o que se propos a fazer, se quer fazer trabalho de tira preste concurso para tira ou para agente, porque por mais que vc faça a diferença nunca sera reconhecido pelo seu trabalho, será sempre lembrado como CARCEREIRO.

  69. ESTA QUE AÍ SE ESPRESSOU COMO PARENTE DE UM DAQUELES, NÃO ACOMPANHOU A EVOLUÇÃO DO TEMPO, ANTES O LADRÃO COMPARECIA A DELEGACIA SE ENTREGANDO PARA NÃO ENTRAR NO RÓL DE QUEM IA PARAR NA MATA DO GOVERNO, HOJE SÃO TRATADOS DE SRS. LADRÕES, CASO CONTRÁRIO OS HONESTOS É QUE VÃO PRA LÁ. ACORDA DEMENTE? ELA DEVE ESTÁ RECEBENDO ALGUMA COISA, PARA FALAR BOUBAGEM, ELE SE VIVO FOSSE, TERIA VERGONHA DE TER POSTO UMA PRAGA RUIM, NA TERRA.
    PEDRO BAIANO.

  70. POLICIA TEM QUE TER AUTONOMIA, TEM QUE IR PRA CIMA DE BANDIDO, PRA QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA E O CRIME DEVIDAMENTE ESCLARECIDO, NÃO FICAR COMO HOJE ESTÃO DE MÃOS ATADAS. ONDE JÁ SE VIU, NUMA TROCA DE TIROS COM VAGABUNDO PERIGOSO, O BANDIDO CAI ALVEJADO PELA POLICIA, E O POLICIAL É RECOLHIDO TENDO A ARMA APREENDIDA PRA PERICIA, E TER QUE PASSAR POR PSICÓLOGO, E AINDA POR CIMA, DEPENDENDO DO RESULTADO DA PERICIA ELE É PRESO E ATÉ EXPULSO DA CORPORAÇÃO. A FAMÍLIA DAS VÍTIMAS MORTAS COVARDEMENTE PELO CRIMINOSO, COMO FICAM? FICAM SEM APOIO, SOFRENDO A PERDA DO ENTE QUERIDO QUE MUITAS VEZES É O PRÓPRIO FILHO QUE SE FOI.

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