“Os radialistas, os jornalistas e os internautas advertem: PSDB faz mal a saúde, educação, comunicação e segurança pública!”. 18

Os Radialistas, jornalistas e internautas advertem:

Li a notícia que o Governador é contra o controle da mídia e aceito a missão que me foi confiada. Depois de ler a notícia, cheguei a conclusão de que sou mau. Sempre fiz mau juízo do Governador e o mesmo é antes e acima de tudo,não um democrata,mas um cínico, pois vejamos… Não foi esse Governador Geraldo Alkmin quem demitiu o Delegado Conde Guerra por haver repercutido uma notícia? Não é esse Governador que mantém o Secretário de Segurança Ferreira Pinto, o maior algoz que a Policia Civil já teve? E que obriga os Policiais que queiram expor suas opiniões a se esconder no anonimato, pois do contrário serão punidos ? Como pode ser contra o controle da mídia um Governador que não respeita aqueles que tem opinião própria? Isso é zombar da nossa inteligência, é querer passar uma imagem que não é a real, a imagem real é daquele jovem prefeito que eleito pela oposição ao regime militar, mandava carta tecendo loas ao Presidente Médici, chamando-o de estadista. O Governador parece mais uma biruta de aeroporto, girando enlouquecida ao sabor do vento e ele ao sabor dos acontecimento. Nesse momento é contra o controle da mídia, amanhã poderá ser a favor. Atualmente o único meio realmente livre é a internet, mas certamente tentarão de todas as formas nos calar, pois aos Governantes pessoas que pensam, que escrevem o que pensam, que podem se manifestar livremente são extremamente perigosas, pois não se deixam levar por campanhas midiáticas ou por Governadores demagogos. Portanto, só posso não acreditar no que disse o Governador. Se amanhã sua Excelência tiver a coragem de rever administrativamente seu ato que demitiu o Delegado Conde Guerra,poderei rever meu posicionamento. Não que isso interesse ou faça diferença para o Governador,pois ainda não estamos em época de eleição,mas certamente na campanha de 2014, pela rádio Show Time, não deixarei que os ouvintes esqueçam no descalabro que está sendo o Governo Geraldo Alkimin e já lanço aqui o slogan “Os radialistas, os jornalistas e os internautas advertem: PSDB faz mal a saúde, educação, comunicação e segurança pública!”. Desde já informo que o comunicação é de minha autoria, o resto foi de uma campanha que elegeu o Governador Mario Covas quando os Delegados diziam “O PMDB faz mal a educação, saúde e segurança pública” . Portanto,não me acusem de plágio! Mas com certeza essa afirmação continua atual.
João Alkimin 

João Alkimin

Nelson Jorge Noronha Nassif : 43 anos e 3 meses de uma vida dedicada à Polícia Civil. 31

domingo, 6 de maio de 2012 7:00

Delegado era visto como sacerdote, diz Nassif

Elaine Granconato Do Diário do Grande ABC

Nelson Jorge Noronha Nassif tem 43 anos e 3 meses de uma vida dedicada à Polícia Civil. Mas no dia 18 de maio, ao completar 70 anos de idade, o atual titular do 8º Distrito Policial de São Bernardo deixa o posto ao obter sua aposentadoria compulsória, direito legal previsto ao servidor público do Estado.

“Sou do tempo em que a figura do delegado se confundia com a de um padre”, conta Nassif, que entrou para a polícia em março de 1969, após passar entre os primeiros colocados no concurso público. E se entusiasma: “A pessoa procurava a gente para qualquer coisa, independentemente de ser ou não da esfera policial. Tínhamos papel de confidente e de assistente social.”

Filho de mãe professora e pai médico, já falecidos, em nenhum momento o então menino “natural do Jaú”, cidade localizada a cerca de 290 quilômetros da Capital, inclinou-se para seguir, por exemplo, a carreira do patriarca da família Nassif, de origem árabe. A vocação do taurino, que se classifica como pessoa “de opinião firme e difícil de dobrar”, sempre foi para ser delegado de polícia.

Em 1968, formou-se em Direito pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo. Mas ser advogado estava fora dos planos de Nassif. Seis meses depois de formado, ingressaria na carreira que nunca mais abandonaria. Aos 28 anos, foi delegado assistente na seccional de Santos – local onde não ficou nem um mês. Em seguida, foi transferido para Campinas, onde atuou como titular por quatro anos.

Ao contrário da estrutura organizacional de distritos policiais espalhados hoje pelo Estado, Nassif lembra que, logo nos primeiros anos de carreira, eram poucas as delegacias. “Um delegado era responsável por várias regiões. Em Campinas, atuava também em cidades do entorno, como Mogi Mirim e Pedreira”, diz.

Atualmente, doutor Nassif não faz mais plantões nos fins de semana, incumbência que praticamente pontuou sua vida profissional. Foram incontáveis os fins de semana que passou longe dos filhos.

Aliás família é caso à parte na vida do delegado envolvido diariamente com casos de violência, crimes e bandidos. Casado há 43 anos com Vera Helena Scarpelli Nassif, orgulha-se em falar dos filhos Milene, 39 anos, Christian, 38 e Nelson Filho, 33, e principalmente dos netos Gabriel e 12, Guilherme, 5. Em agosto, chegará Julia para completar a alegria do avô coruja.

Dos três filhos, a única mulher formou-se em Direito, mas não seguiu carreira. Christian é o que mais se aproxima da profissão do pai. Além de investigador, pilota o helicóptero Pelicano, da Polícia Civil.

De volta à profissão, o delegado revela que, apesar da experiência, ainda se choca com alguns tipos de crimes cometidos com requintes de crueldade. “A gente se coloca no lugar da pessoa”, diz.

Quanto ao crescimento do tráfico de drogas no País, Nassif avalia como situação “quase que incontrolável”. Indagado se ocorre hoje banalização do crime, principalmente com mulheres vítimas de violência, o delegado aponta como uma das causas “a mudança de valores.”

Nos próximos dias, Nassif começa a recolher seus pertences em sua sala no 8º DP de São Bernardo, como os porta-retratos sobre a mesa com a foto dos netos e do helicóptero que o filho pilota. Sobre o que pensa em fazer como aposentado, o torcedor do São Paulo diz que ainda não pensou. “Saio ileso nesses anos todos e acho que cumpri a minha obrigação”, afirma, com orgulho.

http://www.dgabc.com.br/News/5956050/delegado-era-visto-como-sacerdote-diz-nassif.aspx