CASO RICARDO JOAQUIM e MILITANTES DO PSDB : Assassino de aluguel – depois da execução do crime – foi transferido para a sede da organização criminosa…( Coincidência ou a pedido político-partidário ? ) – Será que apenas capangas de políticos são remanejados? 10

Os executores são o soldado da PM e o ex-policial militar. Ambos foram reconhecidos pessoalmente por testemunhas, que apontam o primeiro como o autor dos tiros. Na época do crime, esses dois acusados estavam lotados no 3º BPM/M. Quase um mês depois, o segundo pediu baixa da Polícia Militar. Posteriormente, o outro foi transferido para o batalhão de Praia Grande.

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Terça-feira, 11 de setembro de 2012 – 06h56

Papo com editores

Insegurança e medo tomam conta em Praia Grande

Suzana Fonseca

A tentativa de assalto a turistas que caminhavam no calçadão da orla do Bairro Guilhermina, em Praia Grande, e que terminou com duas pessoas baleadas no último sábado, trouxe à tona, mais uma vez, a discussão sobre a falta de segurança no Município. E a necessidade de aumentar o efetivo da Polícia Militar que atua na Cidade.
Segundo o comando da PM em Praia Grande, para atender à população fixa, que já é de mais de 262 mil habitantes, e a flutuante, que gira em torno de 900 mil por mês, é preciso aumentar o efetivo em, no mínimo, 50% – a PM não divulga os números do efetivo. Com vistas a esse aumento, um documento foi elaborado e entregue para estudo do escalão superior da corporação.
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O comandante do 45º Batalhão de Policiamento Militar do Interior (45º BPMI) de Praia Grande, tenente-coronel PM Roberto Xerez, calcula que de 400 mil a 500 mil pessoas vieram para o Município – número comparado ao do Ano-Novo – durante o feriado prolongado. “Tudo que estava ao nosso alcance, levando-se em conta nosso efetivo, nossos meios, tomamos as providências”, garantiu o comandante.
“Escalas extras – colocamos o pessoal da administração para trabalhar –; ronda escolar dobrou; pessoal da escolta, que trabalhou toda a semana, foi escalado também; veio um pelotão de Santos para nos ajudar. Nosso pelotão de operações também foi colocado na rua”, enumerou Xerez.

Créditos: Davi Ribeiro

A Guarda Municipal de Praia Grande também tem procurado auxiliar a Polícia Militar na segurança pública

Atuação
A ação dos marginais na Cidade, de acordo com o comandante, vem sendo combatida pela PM na medida do possível. “Não podemos fazer milagre. Estamos trabalhando com o efetivo que temos, sem entrar em detalhes, estamos fazendo o máximo”, afirmou Xerez.
“Nossos números de produtividade são crescentes: número de armas apreendidas, de pessoas abordadas, de flagrantes realizados, tudo tem aumentado”, destacou o comandante.
“O problema é que não existe mais fim de semana prolongado em Praia Grande. Todo final de semana descem de 200 mil a 300 mil pessoas para o Município. É a maior população flutuante do Estado de São Paulo. Cerca de 900 mil pessoas visitam a Cidade por mês”.
Para atender à demanda do Município, Xerez admite que é necessário aumentar o efetivo de policiais. “Com certeza, no mínimo, teria que se aumentar o efetivo em 50%”, calcula.
“Dentro da realidade da Polícia Militar, é inviável o que estou falando. Mas dentro das características bem particulares da Cidade, nosso efetivo teria que ser aumentado”, declara o comandante.
Tursitas e moradores relatam o medo
“Moro em São Paulo. Tenho apartamento aqui em Praia Grande há 20 anos. Minha esposa não vem mais para cá, com medo. A gente está arriscado a levar um tiro por nada.”
Isso aqui está um absurdo! A polícia não dá conta. Esses moleques ficam no calçadão com bicicleta roubada, só esperando para escolher quem vai ser a próxima vítima.”
Faz uns dois meses, um moleque parou de bicicleta, entrou e levou meu celular, que eu tinha comprado fazia três dias.”
“Ontem à noite, uma senhora passava na rua e foi assaltada. Cinco garotos de bicicleta levaram a bolsa dela.”
“Falo para minhas filhas olharem na rua antes de saírem de casa: se tiver dois moleques de bicicleta, elas não saem.”
Os relatos acima são de pessoas que estão com medo da violência no Município. A primeira é turista e tem apartamento no Guilhermina, um dos mais movimentados da Cidade em feriados prolongados ou finais de semana normais. Já as demais são moradoras: uma do Guilhermina e as outras do Caiçara, bairro considerado tranquilo, principalmente durante a semana.
Entre sexta e segunda-feira, a Praia Grande foi destaque nas manchetes policiais da região e do Estado. Todos os dias. Famosa por receber a maior fatia do bolo de turistas que procuram as praias da Baixada Santista em feriados prolongados, a Cidade, dessa vez foi lembrada pela falta de segurança.
“Não saio de casa com correntinha, celular ou dinheiro. Não levo nada e mesmo assim estou arriscado a levar uma bala”, afirma um morador do Boqueirão.
“Fui assaltado em 2001. Levaram meu carro. Por sorte não fizeram nada comigo”, conta o comerciante Djalma Diniz Dantas, que mora em São Paulo. “Estou tentando vender meu apartamento há três anos e não consigo. Não aguento mais a violência daqui. A gente vem para descansar e não consegue. Não pode nem sair na rua.”
No Caiçara, moradores reclamam da ousadia de garotos que cometem assaltos em plena luz do dia. “Eles andam sempre em dois, de bicicleta. Acho que vêm lá do Melvi”, diz um morador do bairro.

  1. Isso tá parecendo…Máfia!
    O que se gasta com aluguel de galpões pela Prefeitura em P. Grande, é algo estranho aos principios da Adm publica, previstos no Artigo 37 da Constituição, moralidade, finalidade, impessoalidade, bem comum!
    É hora de mudar para fiscalizar, sanear.

  2. Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que policiais militares não podem elaborar boletins de ocorrência da prática de infração penal de menor potencial ofensivo.
    O acórdão, da 7ª Câmara de Direito Público, reformou sentença de primeira instância que havia concedido em parte mandado de segurança impetrado pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo contra o secretário da Segurança Pública. A entidade pretendia judicialmente a anulação do artigo 1º e seu parágrafo único da Resolução SSP 233/09, que determinava, em suma, que todos os boletins de ocorrência deveriam ser elaborados por delegados de polícia. O Juízo da primeira instância permitiu a lavra dos boletins por policiais militares desde que assinados juntamente com um oficial da PM.
    A Fazenda Estadual, em recurso, argumentou, preliminarmente, a falta de interesse de agir, a inexistência de direito líquido e certo e a não-ocorrência de prejuízo aos oficiais da Polícia Militar, e, no mérito, alegou que a sentença iria inviabilizar a aplicação de diretrizes traçadas para a administração da Segurança Pública e implicaria a violação da discricionariedade da Administração Pública.
    O desembargador Eduardo Gouvêa, relator da apelação, decidiu reformar a decisão por entender que o direito líquido e certo alegado pela entidade não foi configurado no processo, pela ausência de lesão aos oficiais policiais militares e por o Estado ter credenciais legais para definir normas de atuação das polícias civil e militar. “Entendo que não há direito líquido e certo a ser amparado, pois, pelo que se verifica do caso, a autoridade que elaborou a resolução que se pretende anular não ofendeu qualquer direito dos impetrantes, oficiais de Polícia Militar do Estado de São Paulo, através de sua associação, nem houve ameaça a seu status, pois apenas regulamentou, como lhe é de direito amparado pelo artigo 4º da Lei Orgânica da Polícia do Estado de São Paulo (Lei Complementar nº 207 de 05.01.1979), como devem ser os procedimentos para elaboração de termos circunstanciados, dentro da sua discricionariedade”, declarou.
    O resultado foi unânime. Também integraram a turma julgadora os desembargadores Coimbra Schmidt e Guerrieri Rezende.

    Apelação nº 0035111-71.2009.8.26.0053

    Comunicação Social TJSP – MR (texto) / DS (arte)
    imprensatj@tjsp.jus.br

  3. A ROTA acabou de zerar nove integrantes do pcc., acho que alguns almofadinhas aqui vão ficar muito tristes.
    Parabéns ROTA pra cima deles, pau que da em chico dá em francisco.

  4. Tiroteio com a Rota deixa nove mortos em Várzea Paulista (SP)

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    DE SÃO PAULO

    Atualizado às 20h50.

    Um tiroteio entre suspeitos e policiais militares resultou em nove pessoas mortas e oito presas na tarde desta terça-feira (11) na cidade de Várzea Paulista, na região de Jundiaí (a 58 km de São Paulo).

    Mortes cometidas por policiais da Rota sobem 45%

    De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a polícia recebeu uma denúncia anônima informando o local onde um homem suspeito de estupro seria julgado por um “tribunal do crime” de supostos membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

    Dois pelotões da Rota (grupo especial da PM paulista), com 40 policiais em 10 carros, chegaram à chácara por volta das 16h30. Ao avistarem os policiais, seis suspeitos tentaram fugir em dois carros –um Pointer prata e um Corsa prata. Na perseguição, houve troca de tiros e quatro foram mortos e três presos.

    Na chácara, cinco suspeitos morreram na troca de tiros e outros cinco foram presos.

    No local, a PM apreendeu duas espingardas calibre 12, uma metralhadora, sete pistolas, quatro revólveres, cinco veículos roubados e 20 quilos de maconha, dinamite e granada. Além dos criminosos, uma mulher e uma criança estavam na chácara.

    A polícia já identificou seis suspeitos –todos tinham ficha criminal.

    Em nota, a Prefeitura de Várzea Paulista informou que foram registrados nove mortes de indivíduos, sem identificação, trazidos ao Hospital da Cidade pela Rota. A prefeitura diz que “alguns desses indivíduos já chegaram sem vida ao local e que uma equipe médica foi mobilizada para atender as ocorrências, mas os eles não resistiram aos ferimentos”.

    O número de suspeitos que chegaram mortos não foi informado. Os corpos permanecem no hospital e ainda passarão por perícia.

    Segundo vizinhos ouvidos pela Folha, a chácara onde ocorreu o tiroteio era usada para festas com música alta até a madrugada, quase todos os fins de semana.

    Hoje, a movimentação no local começou por volta das 11h. A polícia chegou no início da tarde e entrou em uma chácara vizinha, pulou o muro e invadiu o local.

  5. No litoral nem adianta justificar o injustificável…agora aqui na capital, mais precisamente na área central, TEM CIA DA PM QUE POSSUI UMA, SIM APENAS UMA VIATURA PARA COBRIR A ÁREA, em plena zona central de SP, isso não divulgam. Agora.. cobrar policiamento: sem viaturas, sem salário, sem condições de trabalho, sem policiais???? Cobrar investigação: com viatura em péssimo estado, salário de bosta, sem condições de trabalho( escala extra,remoção de preso, Justiça negando pedidos) e também sem policiais, no Decap e suas centrais falta escrivão prá caramba, falta tira…….NINGUÉM TEM O DIREITO DE COBRAR NADA, nem os delegados que estão levando quase um holerite igual o meu a mais pra segurar. Se não houver algum iluminado prá corrigir isso quero ver onde a Insegurança pública vai parar, ainda falam em Copa aqui……….kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Parabens ROTA, isso sim é policia.vagabundo tem mais é que comer capim pela raiz, só fiquei triste por eles não terem cumprido a risca a lição de casa, afinal deixaram 7 para contar estórias, amanhã estarão nas ruas, assaltando e matando, bandido bom é bandido morto.

  7. Ofereço meus parabéns e o meu muito obrigado à Rota, por providenciar que nove malucos virassem ghost. Suas ações pouparam vidas de policiais que estavam na lista para serem executados. Já que o pcc quer guerra, então terão guerra, sendo que agora serão eles que enterrarão seus mortos.

  8. Em 12/09/2012 – 22:54
    PM à paisana é executado a tiros em farmácia de Piracicaba, SP
    PM trabalhava como segurança em uma farmácia no bairro Vila Fátima. Identificado como cabo Canuto, ele estava armado e chegou a revidar.
    Por: Aristeu – (Jaburu)

    Um policial militar à paisana foi assassinado a tiros às 20h30 desta terça-feira (11) dentro de uma farmácia na estrada Alberto Coral, conhecida como Estrada do Meio, no bairro Vila Fátima, em Piracicaba (SP). De acordo com informações da PM, dois homens chegaram ao local de motocicleta, entraram na farmácia sem proteger o rosto e dispararam ao menos 20 vezes contra o policial, identificado como cabo Canuto. Pelas características do crime, trata-se de uma execução.
    O coronel Otacílio Souza, comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, informou que o cabo já foi integrante da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas) e estava na 1ª Companhia da PM. “Acionamos a nossa inteligência e os policiais de folga para tentarmos descobrir o motivo do crime. Já encontramos a motocicleta abandonada no bairro e agora vamos tentar identificar os ocupantes”, disse.
    A perícia analisa qual foi a arma utilizada no crime e em que condições a execução ocorreu. O policial também estava armado e chegou a se defender dos tiros. A perícia ainda vai analisar se a arma usada pelo cabo era da corporação ou particular. Testemunhas que pediram para não serem identificadas afirmaram que o cabo fazia um bico como segurança em uma farmácia instalada no bairro.
    O coronel disse que, a princípio, ainda não há como ligar o crime a outras execuções que ocorreram em Várzea Paulista e Hortolândia recentemente. A inteligência da Polícia Militar ainda investigará se criminosos que foram presos em ações que envolveram o cabo estão fora da cadeia, o que os tornaria suspeitos.

    Crime em Várzea Paulista

    Nove pessoas morreram e oito foram presas em Várzea Paulista (SP) nesta terça-feira. Quarenta policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar) foram até uma chácara onde, segundo denúncia, haveria uma reunião de criminosos para julgar um caso de estupro. Depois do tiroteio, os policiais apreenderam 20 quilos de maconha, dinamite, duas espingardas, nove pistolas e uma metralhadora.

    Execução em Hortolândia

    Em 16 de agosto, um policial militar de Sumaré (SP) também foi executado em frente a um local onde, supostamente, fazia bico como segurança em Hortolândia. Na ocasião, o crime ocorreu na porta de um supermercado no Parque Horeste Húngaro e a vítima levou quatro tiros.

  9. Violência 1

    Olimpio Gomes (PDT) lamentou a morte do policial militar Joel Juvêncio da Silva. “Ele foi executado quando voltava de um culto religioso. Sua filha de dois anos estava no banco traseiro do carro”, disse. O parlamentar comentou, também, a morte do civil Samuel Gatuzzo Júnior, que estacionava o carro na garagem de casa quando dois homens em uma moto dispararam contra ele. “Essa é a situação da segurança pública”, declarou. (DA)

    Violência 2

    Jooji Hato (PMDB) comentou os assassinatos de policiais militares em todo o Estado. O deputado afirmou que o país enfrenta um alto grau de violência com índices de morte de jovens e adolescentes elevados. O parlamentar cobrou providências das autoridades responsáveis e defendeu mais fiscalização na venda de armas ilegais: “Temos que fazer isso para que nossos herdeiros tenham um futuro melhor”. (DA)

    Drogas

    Luiz Carlos Gondim (PPS) afirmou estar surpreso com uma notícia publicada no jornal Diário de Mogi, de que as praças da cidade estão atraindo usuários de drogas. O deputado afirmou que os jovens começam a consumir drogas cada vez mais cedo e defendeu políticas públicas para combater o uso de entorpecentes entre os adolescentes. “O que precisamos não é trabalhar com os dependentes, mas sim com a prevenção do consumo de drogas”, disse. (DA)

    Dívidas

    Marcos Martins (PT) lembra que a segurança pública é responsabilidade do governo de São Paulo e que o governador Geraldo Alckmin precisa tomar providências em relação ao problema. O parlamentar informou que o preço da água aumentou. “A Sabesp tem dívidas com a população. São vazamentos e desperdícios”, comentou. Marcos Martins cumprimentou o prefeito de Laranjal Paulista por ter tratado a rede de água da cidade. (IR)

  10. PERCEBI ALGO MUITO SÉRIO NO CALÇADÃO DA VILA MIRIM. ALGO PARECIDO COM UMA MÁFIA DA LOCAÇÃO DE BICICLETAS. ELES LOCAM A BIKE E JÁ TEM UMA EQUIPE QUE A ROUBA, A FIM DE COBRAR O EXTORNO DA MESMA. QUANDO O CLIENTE VOLTA À LOCADORA PARA AVISAR O ROUBO E TER QUE PAGAR O VALOR DA BICICLETA, NA VERDADE A MESMA JÁ ESTÁ GUARDADA PARA RETORNAR A SER ALUGADA.

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