Patifaria sem limites ganha aval do TJM/SP – Capítulo II 10

CAPÍTULO II

 

PATIFARIA SEM LIMTES GANHA AVAL DO TJM/SP

 

       Por extrema “coincidência”, fui retirado da função de CFP. Muito estranha a alegação do então Comandante do 10º BPM/M, Tenente-coronel Silvino Barbosa Cruz, pela qual o Comandante da 2ª Companhia estava necessitando de um Subcomandante. Tão logo assumi a nova função, perguntei ao “necessitado” Cmt de Cia, então Capitão Edson de Jesus Sardano, qual seria o destino dos escombros da viatura M-10290, depositados no pátio daquela Subunidade, embora especialmente “protegidos” por cobertura plástica, preta, muito bem atada e amarrada, afigurando-se como um pacote, desses destinados a presentes, mas o tempo mostraria que aquele era de grego, a revelar “estratégia” que a visão dos curiosos não alcançava. Ele me respondeu, irônica e laconicamente: “Valdir, na política não importa o fato, mas, a versão que a ele se dá”. Achei-o exageradamente “Aristotélico”. Não tardou, entretanto, que eu desconfiasse da “necessidade” alegada pelo Tenente-coronel Barbosa, porque não me foi delegada a presidência da Sindicância sobre aquele acidente, como de praxe. Quem conheceu o Tenente Almintas, àquela época, sabe o que estou afirmando. A ele eram incumbidos todos os feitos do gênero, e, outros, similares, como se Oficial de Motomecanização daquela Companhia, contudo, noutros períodos, de modo a não coincidir com a função que passei a exercer, até porque a precedência (antiguidade) seria dele. Aqueles escombros desapareceram, poucos dias depois, “misteriosamente”. A hipótese de conclusão do Processo de descarga, tecnicamente chamada inservibilidade patrimonial, descartei-a por completo, considerando não apenas a longa demora que exigiria, até a sua fase final, ou seja, a de destinação do material ao Hospital Cruz Azul, como entidade beneficiária, às custas dos respectivos doadores, depois de longa espera, anos a fio, às vezes, para desocupação do depósito, na cidade de São Paulo. Oportunamente detalharei tal falta de coragem e de ética profissional para mudança de tão absurdo Decreto. Haveria de também ser considerada a necessidade de preservação da materialidade, no decorrer do outro Processo, o que apuraria aquele homicídio culposo seguido de lesões corporais de naturezas leve, grave e gravíssima (tetraplegia). Também não poderiam passar ao largo das investigações as circunstâncias do furto no estabelecimento comercial, conforme descrevi no capítulo anterior, agravadas pela falta de preservação de local de crime. Passados quase dois meses do “desaparecimento” dos tais escombros, em determinado final de expediente eu descia pelas escadarias do prédio da tão corriqueira e humilhante simbiose que muito bem retrata os quartéis da Polícia Militar paulista, no caso específico, o compartilhado pelo então DTS – Departamento de Trânsito e Serviços da Prefeitura Municipal de Santo André – quando percebi desfeito o “mistério”: um semicírculo de Policiais Militares a admirar uma relíquia, sem igual para o padrão daquele tipo de veículo oficial, como se naquele mesmo dia liberado da linha automobilística. Naturalmente, me aproximei. O Capitão Sardano, a pretexto de me ironizar, reiterou seu viés “Aristotélico”, rindo, indisfarçadamente: “Não te falei, Valdir, que na política não importa o fato, mas, a versão que a ele se dá”? Repliquei, perguntando quem havia “operado o milagre da renovação dos escombros”, entretanto, continuo esperando a tréplica (resposta). Não necessitei, por outro lado, esperar muito tempo para que o Tenente-coronel Barbosa me chamasse para “conversar”. Começou dizendo do “efetivo apertado” de Oficiais no COPOM/ABC. Sem rodeios, disse-me que eu iria ajudar a compor a escala daqueles Chefes de Operação, considerando que “ninguém ainda havia substituído o Tenente Ayres”, de modo que eu iria “para o lugar dele”. O Tenente-coronel Barbosa conhecia, muito bem, minha fértil memória. Meio desconcertado pelas próprias contradições, a me olhar, fugidio, percebi que não duvidava que eu lhe pudesse “ajudar” até na relembrança do número do Boletim Interno Reservado no qual foi publicada punição ao seu Oficial P/2 – Serviço Reservado – então Tenente Armando Paulillo, por omissão investigativa das ameaças sofridas pelo Tenente Ayres, no início daquele ano, 1998, a quem sugeri documentá-las. Incríveis e inaceitáveis contradições: a “necessidade” pelo qual fui remanejado para o Subcomando daquela Companhia acabava de ser suplantada pela “necessidade” de reforço no COPOM-ABC. Talvez aquele Comandante de Batalhão tivesse “esquecido” que o assassinato do Tenente Ayres, na junção da Rua Tamarutaca com a Rua Silveiras, dia 23/03/98, praticamente no mesmo quarteirão do COPOM-ABC. A vítima em potencial me havia dito que as ameaças partiam da Favela Sacadura Cabral que por “coincidência” se tornou “menina dos olhos” (muito avermelhados, às vezes) do então Major Francisco Rissi Filho. Oportunamente (no correspondente Capítulo) direi como os tais olhos me fitaram, em 1º de novembro de 2007, para verem, de muito perto, como eu reagiria a uma das mais rasas e premeditadas provocações, com “direito” a vias de fato, protagonizada por quem sabia como o narcotraficante Antonios Dib Junior (vulgo Magôo) “fugiu”, tranquilamente, do CDP de Santo André, como não bastasse a outra “fuga” – noutra ocasião – comprovadamente facilitada pelo vulgo “ladrão fardão”, ex-Soldado PM Claudinei Dota.  O Tenente-coronel Barbosa, tentando se refazer do seu desconcerto, aduziu que eu ficaria “provisoriamente” no COPOM/ABC até que o então Tenente Vieira Garcia retornasse de tratamento psiquiátrico, o que demoraria, segundo “garantiu-me”, uns oito meses. Era 12/10/99. Lembro-me como se fosse ontem.

 

       Passados exatamente sete meses, ou seja, em 12/05/99, o então Chefe do COPOM-ABC, Capitão José Quesada Farina, acompanhado do então Chefe de Estado-maior, Tenente-coronel Bello, trouxe-me a “boa nova”: mais uma mudança de função, desta feita para a Chefia daquela Motomecanização, a instalada na própria sede daquele CPA, posto que cada Unidade a ele subordinada (6º, 10º e 24º BPM/M) era dotada da própria. A “motivação legal” encontrada pelo então Capitão Quesada para me remanejar de função: “naquela ‘Motomec’ acontecem coisas que até Deus duvida! ‘Tô’ colocando você lá como última alternativa, senão a gente vai ter que fechar aquilo … ou tocar fogo

 

      Naquele mês seguinte, mais precisamente no dia 22/06/99, o então Comandante daquele Policiamento de Área, Coronel Roberto José Minozzi Nogueira, adentrou àquela Seção de Manutenção de Veículos Oficiais (Motomec, no jargão técnico) absolutamente indignado. Disse-me da “tamanha safadeza” pela qual “alguns PM de Diadema” (24º BPM/M) “arrecadavam” dinheiro de comerciantes para “manutenção das viaturas”, entretanto estavam sendo enganados (os comerciantes), conforme “queixa” que o amigo dele, conhecido como “Japonês das farmácias”, acabava de prestar, exigindo providências, inclusive estava, naquele momento, na sala dele (do Coronel) com anotações de todos os prefixos de viaturas alegados pelos tais PM, na realidade, muitas inexistentes, pois nunca eram vistas no patrulhamento, conforme “controle” do referido “queixoso”, como enfatizou o Coronel Nogueira. Eis a “legalista” solução por ele adotada, mediante inopinada decisão: mandou-me elaborar Ofício, em caráter URGENTÍSSIMO, para remessa àqueles Batalhões, naquele mesmo dia (o que se cumpriu) extinguindo as respectivas Motomecanizações. Verdadeiro fiasco. Por mais que eu ponderasse e lhe sugerisse implacável investigação que perscrutasse a exata dimensão daquela “safadeza”, identificando-se todos os envolvidos, ele não se fez demovido daquela decisão. No militarismo, o ego atropela a técnica, irremediavelmente. A Carta Magna se reduz ao mais insignificante detalhe diante do “REQ” – “Regulamento do Eu Quero” dos gestores públicos truculentos. Não serve de baliza para quem administra sem a noção espacial da razoabilidade, feito elefante em loja de cristais. Não lhe omiti a realidade com a qual brevemente nos depararíamos, ou seja, demanda reprimida por avocarmos as manutenções (preventiva e corretiva) de todas as viaturas de toda a Região do Grande ABC, antes que adaptássemos aquele setor automotivo, dotando-o minimamente das condições básicas. Sequer existia elevador hidráulico que suportasse o peso das viaturas do tipo Blazer, porque nunca fora necessário, já que o atendimento se limitava àquela meia-dúzia de viaturas da atividade-meio, portanto, menos susceptíveis à manutenção corretiva, ao contrário das operacionais, submetidas a regime severo de rodagem, mais predispostas a acidentes de trânsito, “especialmente” se dotadas de “motor envenenado”, como era o caso da M-10290.

 

     Tão logo bateu a dura realidade da previsível demanda reprimida, ele, Coronel Nogueira, passou a me açodar, exigindo que eu “apertasse o pessoal”, à vista de tantas reclamações dos Comandantes de Batalhões alegando elevado número de viaturas “baixadas”. Alertei-o que eram os mesmos que se omitiram do envio do efetivo empregado nas extintas Motomec. Ele me perguntou se estava sendo enganado. Sugeri que refletisse sobre a “coincidência” pela qual os mais tecnicamente capacitados, tirante os “fim de carreira”, como se diz na caserna, iniciaram fruição de afastamentos regulamentares diante da iminente e inevitável adição deles àquele CPA. Era praticamente um “boicote velado” para que, de direito, fossem recrudescidas tais motomecanização naquelas Unidades Operacionais, considerando que, de fato, nunca pereceram. Por quais “nobres” motivos?

 

     Aturdido, o Coronel Nogueira perdeu o que lhe restava do senso ético. Mandou que eu “apertasse aquelas duas equipes de vagabundos”. Aduzi que vagabundagem, à luz de todos os ensinamentos que até então eu havia assimilado, não se coadunava com o serviço público, por isso passível de apreciação, contanto que houvesse elementos probantes. Esclareci que a produção, comparativamente com o mesmo período do ano anterior, era praticamente o dobro, mas que não esperasse milagre. Ponderei da impossibilidade de se trocar o pneu de um automóvel em movimento. O “ideal”, ironizei, seria estacioná-lo, de antemão! Ao me pedir provas daquele “estranho aumento da produção”, conforme tentou desprestigiar, falei-lhe dos Relatórios Diários de Atividades que eu havia instituído, rigorosamente detalhados e encaminhados àquele Chefe de Divisão. Ao saber que neles eu consignara “importantes detalhes”, como as tão recorrentes “saídas” do então Soldado Boventura – todas “por ordem superior”, sem minha anuência, ele não conseguiu esconder a preocupação. Quando falei das outras “saídas” de integrantes daquelas equipes para fins particulares – desvio de finalidade – a serviço de Oficiais Superiores, por conta das tais “ordens superiores”, ele se apressou em deixar aquele arremedo de espaço automotivo.        Dia seguinte mandou que eu avisasse o então Tenente Silas Bordini do Amaral Neto a comparecemos na sala dele. Fala mansa, quando lhe convinha, veio-me com eufemismos sobre as “dificuldades” de fazermos frente àquela demanda, por isso resolvera que eu “ficasse de auxiliar do Tenente Bordini”, começando a enaltecê-lo com uma das consagradas mentiras da PM (tal qual aquela: “fique tranqüilo, isso não vai dar nada”!) ele disse: “Bordini, boto fé em você. O Valdir ‘tá’ tendo algumas dificuldades, ele vai ficar de auxiliar seu”, dentre outras baboseiras do gênero.

 

     Para registro daquela inédita “função” que havia uns três meses me havia sido atribuída sob motivações tão pífias e subliminares como as que me levaram à de Subcomandante da 2º Cia do 10º BPM/M, consignei-a em vários documentos, o último deles, a Parte nº CPAM6-082/64/99, de 29/10/99. Como já me estavam previstas férias para aquele mês de dezembro, cuidei de “queimar” um mês de licença-prêmio, premeditadamente fazendo-o que seqüenciasse ao das férias, mas infelizmente não poderia ser o aquele próximo mês de janeiro porque a PM imaginou que o mundo iria se acabar com aquela estória do “bug do milênio”, cortando todos os afastamentos regulamentares naquele início do ano 2000. Não foi sem motivo que desperdicei aquele mês de novembro de 1999 com a tal licença, se bem que me incomodava a humilhação de ser auxiliar de outro Tenente, como se eu não tivera envidado o devido esmero e dedicação para sucesso daquela empreitada, quando Chefe daquela Motomecanização. Era esse o pretexto que o Coronel Nogueira pretendia forjar, precavendo-se contra eventual insucesso do Tenente Bordini. Por outro lado, presumi que ele seria capaz de me atribuir responsabilidade, mesmo que informalmente, sem fins punitivos, muito provavelmente alegando que eu boicotara ou dificultara a chefia do Tenente Bordini, como uma cortina de fumaça, uma malograda dissimulação peculiar de quem “comia na mão” do “japonês das farmácias”.

 

     No dia do “Bug do Milênio”, 1º de janeiro de 2000, quando adentrei na sede daquele CPA onde praticamente todo o efetivo esperava o “fim do mundo”, recebi um “diferenciado”, para não dizer heterodoxo “feliz ano novo” do Coronel Nogueira, na seguinte expressão: “você não ‘tá’ mais na Motomec”! Minutos depois, deparei-me com o Tenente Bordini, o qual, na mais pura acepção do termo, encarnava a sua etnia itálica. Nem tive tempo de perguntar do andamento dos trabalhos, ele já destilou, confessando que ‘tava’ quase louco e que havia alertado o Coronel Nogueira, no início daquele mês anterior, ponderando que eu tinha razão quanta à necessária reestruturação daquela Motomec. Segundo me revelou, o Coronel Nogueira lhe dissera que eu iria para os “quintos do inferno”, com razão e tudo.

 

    Analisando essa saga, retrospectivamente, não tenho dúvidas que o Coronel Nogueira, ao invés de abortar o prosseguir do túnel da patifaria, inaugurado na Rua Ilhéus nº 61, pelo então Capitão Sardano, fez uso das mais temerárias ferramentas contra a “res publica”, permitindo medir, ainda que indiretamente, pela régua dos “judicantes da farsa” (Processo nº 53.872/09) na outra extremidade do túnel, Rua Dr. Vila Nova, 285 – Vila Buarque/SP (TJM).

 

  Valdir Souza

Capítulo I

  1. Qualquer semelhança com o filme Tropa de Elite é mera coincidência.

  2. ATÉ QUE DEMOROU, MAS A CARAPUÇA DO MAJORZINHO CAIU, PARABÉNS OLIMPIO. O INFERNO TE AGUARDA COM OS DEMAIS, SEUS IRMÃOS TUCANOS. COM CERTEZA LÁ VOCE NÃO VAI ENCONTRAR OS PRAÇAS QUE MORRERAM NAS MÃOS DOS BANDIDOS AOS QUAIS VOCE E SEUS CUMPLICES ESTÃO PASSANDO A MÃO NA CABEÇA. E ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, VÁ A MERDA.

  3. Tá, essa é só mais uma merda.
    Porém interessa só aos estrelados e se todo mundo ganha, todo mundo cala a boca.
    O que interessa é saber quando sai o secretino e o carneirinho para a coisa começar a melhorar, o resto é merda, balela e não interessa, até salário digno virou questão menor. A que ponto chegamos……

  4. Quanto aos boatos da entrega do cargo pelo secretino hoje, é só boato, não tem uma grama de verdade.
    É só aguardar o dia da eleição passar e ver a merda continuar escorrendo como um rio em SP, não adianta, o FDP só sai se quizer e ele não quer sair, com apoio incondicional do maldito xuxu, covarde!

  5. a cobra está fumando feio no RJ,mataram um desembargador aposentado e um vereador !a cobra tá fumando a pleno vapor

  6. O QUE É BOM DEVE CONTINUAR, ESTES QUE PRATICAM HOJE, É UMA CÓPIA FIEL DE ACONTECIMENTOS PÓS 31 DE MARÇO DE 1.964, TODOS IDENISADOS, E COM UMA APOSENTADORIA CONFORTÁVEL, ATÉ ESTÃO PASSANDO POR UM CAMPO JURÍDICO JUNTO AO S.T.F., VEJO QUE VAI ACONTECER COM ESTES FAMIGERADOS, QUE ESTÃO MATANDO POLICIAIS INJUSTAMENTE, SERÃO IDENISADOS E APOSENTADOS, QUE SE TRATA DE CASOS POLÍTICOS. AGUARDEM OS ACONTECIMENTOS.

  7. UMA POLÍCIA SEM COMANDO,CADÊ OS CORONÉIS QUE SE JULGAM DOUTORES EM SEGURANÇA PÚBLICA…,CADÊ O CORONEL QUE VEIO A PÚBLICO FALAR QUE BANDIDO DE FARDA É O PIOR BANDIDO,E QUE TINHAM QUE SER TRANSFERIDOS PARA PRESÍDIOS COMUNS,(vários policiais foram transferidos após essas declarações)PORQUE ESSE ZÉ MANÉ,NÃO FAZ O MESMO DISCURSO, E VEM A PÚBLICO PEDIR A TRANSFERÊNCIA DE CHEFES DO PCC PARA PRESÍDIOS FEDERAIS,AS VAGAS JÁ FORAM OFERECIDAS PELO GOVERNO FEDERAL,O COMANDO DA PM E O MINISTÉRIO PÚBLICO TEM MAIS DE CEM HORAS DE GRAVAÇÕES, COM OS LÍDERES DA FACÇÃO DANDO UM ¨SALVE¨E ORDENANDO AS MORTES,OS CRIMINOSOS JÁ FORAM IDENTIFICADOS,PORÉM O CORONEL A QUEM EU ME REFIRO NO INÍCIO, FOI ELEITO NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES PELO PSDB,OU SEJA,OFICIAL VENDIDO FAZENDO O JOGO DO GOVERNO ESTADUAL EM TROCA DE CARGO PÚBLICO.QUE SE FODA A TROPA SÓ MORRE PRAÇA MESMO.

  8. A PM deve ser extinta, bem como, o TJM. São instituições que negam a evolução do Estado de Direito dos Policiais Militares, pois na Constituição Federal e na Constituição do Estado de São Paulo, vedam o Estdo de exceção e a desigualdade entre militares e civis nos direitos e garantias individuais e coletivos. É urgente a unificação das Polícias para formar um novo canal de comunicação policial que destrua as ações do PCC e do delinquentes.

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