Servidores de primeiro e segundo escalões da administração paulista envolvidos no escândalo são ligados aos principais líderes tucanos 12

Todos os homens do propinoduto tucano

Quem são e como operam as autoridades ligadas aos tucanos investigadas pela participação no esquema que trafegou por governos do PSDB em São Paulo

Por: Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas
Na última semana, as investigações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Ministério Público mostraram a abrangência nacional do cartel na área de transporte sobre trilhos. A tramoia, concluíram as apurações, reproduziu em diversas regiões do País a sistemática observada em São Paulo, de conluio nas licitações, combinação de preços superfaturados e subcontratação de empresas derrotadas. As fraudes que atravessaram incólumes 20 anos de governos do PSDB em São Paulo carregam, no entanto, peculiaridades que as diferem substancialmente das demais que estão sendo investigadas pelas autoridades. O esquema paulista distingue-se pelo pioneirismo (começou a funcionar em 1998, em meio ao governo do tucano Mário Covas), duração, tamanho e valores envolvidos – quase meio bilhão de reais drenados durante as administrações tucanas. Porém, ainda mais importante, o escândalo do Metrô em São Paulo já tem identificada a participação de agentes públicos ligados ao partido instalado no poder. Em troca do aval para deixar as falcatruas correrem soltas e multiplicarem os lucros do cartel, quadros importantes do PSDB levaram propina e azeitaram um propinoduto que desviou recursos públicos para alimentar campanhas eleitorais.

Ao contrário do que afirmaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-governador José Serra na quinta-feira 15, servidores de primeiro e segundo escalões da administração paulista envolvidos no escândalo são ligados aos principais líderes tucanos no Estado. Isso já está claro nas investigações. Usando a velha e surrada tática política de despiste, Serra e FHC afirmaram que o esquema não contou com a participação de servidores do Estado nem beneficiou governos comandados pelo PSDB. Não é o que mostram as apurações do Ministério Público e do Cade. Pelo menos cinco autoridades envolvidas na engrenagem criminosa, hoje sob investigação por terem firmado contratos irregulares ou intermediado o recebimento de suborno, atuaram sob o comando de dois homens de confiança de José Serra e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin: seus secretários de Transportes Metropolitanos. José Luiz Portella, secretário de Serra, e Jurandir Fernandes, secretário de Alckmin, chefiaram de perto e coordenaram as atividades dos altos executivos enrolados na investigação. O grupo é composto pelos técnicos Décio Tambelli, ex-diretor de operação do Metrô e atualmente coordenador da Comissão de Monitoramento das Concessões e Permissões da Secretaria de Transportes Metropolitanos, José Luiz Lavorente, diretor de Operação e Manutenção da CPTM, Ademir Venâncio, ex- diretor de engenharia da estatal de trens, e os ex-presidentes do metrô e da CPTM, José Jorge Fagali e Sérgio Avelleda.

Segundo documentos em poder do CADE e Ministério Público, estes cinco personagens, afamados como bons quadros tucanos, se valeram de seus cargos nas estatais paulistas para atender, ao mesmo tempo, aos interesses das empresas do cartel na área de transporte sobre trilhos e às conveniências políticas de seus chefes. Em troca de benefícios para si ou para os governos tucanos, forneciam informações privilegiadas, direcionavam licitações ou faziam vista grossa para prejuízos milionários ao erário paulista em contratos superfaturados firmados pelo metrô. As investigações mostram que estes técnicos do Metrô e da CPTM transitaram pelos governos de Serra e Alckmin operando em maior ou menor grau, mas sempre a favor do esquema.

Um dos destaques do quinteto é José Luiz Lavorente, diretor de Operação e Manutenção da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Em um documento analisado pelo CADE, datado de 2008, Lavorente é descrito como o encarregado de receber em mãos a propina das empresas do cartel e distribuí-las aos políticos do PSDB e partidos aliados. O diretor da CPTM é pessoa da estrita confiança de Alckmin. Foi o governador de São Paulo que o promoveu ao cargo de direção na estatal de trens, em 2003. Durante o governo Serra (2007-2008), Lavorente deixou a CPTM, mas permaneceu em cargos de comando da estrutura administrativa do governo como cota de Alckmin. Com o regresso de Alckmin ao Palácio dos Bandeirantes, em 2011, Lavorente reassume o posto de direção na CPTM. Além de ser apontado como o distribuidor da propina aos políticos, Lavorente responde uma ação movida pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que aponta superfaturamento e desrespeito à lei de licitações. O processo refere-se a um acordo fechado por meio de um aditivo, em 2005, que possibilitou a compra de 12 trens a mais do que os 30 licitados, em 1995 e só seria valido até 2000.
O ex-diretor de Operação do Metrô e atualmente coordenador da Comissão de Monitoramento das Concessões e Permissões da secretaria de Transportes Metropolitanos, Décio Tambelli, é outro personagem bastante ativo no esquema paulista. Segundo depoimentos feitos por ex-funcionários da Siemens ao Ministério Público de São Paulo, Tambelli está na lista dos servidores que receberam propina das companhias que firmaram contratos superfaturados com o metrô e a CPTM. Tambelli é muito próximo do secretário de Transportes, Jurandir Fernandes. Foi Fernandes que o alçou ao cargo que ocupa atualmente na administração tucana. Cabe a Tambelli, apesar de estar na mira das investigações, acompanhar e fiscalizar o andamento da linha quatro do metrô paulista, a primeira obra do setor realizada em formato de parceria público-privada. Emails obtidos por ISTOÉ mostram que, desde 2006, Tambelli já agia para defender e intermediar os interesses das empresas integrantes do cartel. Na correspondência eletrônica, em que Tambelli é mencionado, executivos da Siemens narram os acertos entre as companhias do cartel no Distrito Federal e sugerem que o acordo lá na capital seria atrelado “à subcontratação da Siemens nos lotes 1+2 da linha 4” em São Paulo. “O Ramos (funcionário do conglomerado francês Alstom) andou dizendo ao Décio Tambelli do metrô SP, que não pode mais subcontratar a Siemens depois do caso Taulois/Ben-hur (episódio em que a Siemens tirou técnicos da Alstom para se beneficiar na pontuação técnica e vencer a licitação de manutenção do metrô de Brasília)”, dizia o e-mail trocado entre os funcionários da Siemens.

Outro homem do propinoduto tucano que goza da confiança de Jurandir Fernandes e de Alckmin é Sérgio Avelleda. Ele foi nomeado presidente do Metrô em 2011, mas seu mandato durou menos de um ano e meio. Avelleda foi afastado após a Justiça atender acusação do Ministério Público de improbidade administrativa. Ele era suspeito de colaborar em uma fraude na concorrência da Linha 5 do Metrô, ao não suspender os contratos e aditamentos da concorrência suspeita de formação de cartel. “Sua permanência no cargo, neste atual momento, apenas iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades praticadas por administradores que não respeitam as leis, a moral e os demais princípios que devem nortear a atuação de todo agente público”, decretou a juíza Simone Gomes Casorretti, ao determinar sua demissão. Após a saída, Avelleda obteve uma liminar para ser reconduzido ao cargo e pediu demissão. Hoje é consultor na área de transporte sobre trilhos e presta serviços para empresas interessadas em fazer negócios com o governo estadual.
De acordo com as investigações, quem também ocupou papel estratégico no esquema foi Ademir Venâncio, ex-diretor da CPTM. Enquanto trabalhou na estatal, Venâncio cultivou o hábito de se reunir em casas noturnas de São Paulo com os executivos das companhias do cartel para fornecer informações internas e acertar como elas iriam participar de contratos com as empresas públicas. Ao deixar a CPTM, em meados dos anos 2000, ele resolveu investir na carreira de empresário no setor de engenharia. Mas nunca se afastou muito dos governos do PSDB de São Paulo. A Focco Engenharia, uma das empresas em que Venâncio mantém participação, amealhou, em consórcios, pelo menos 17 consultorias orçadas em R$ 131 milhões com as estatais paulistas para fiscalizar parcerias público-privadas e andamento de contratos do governo de Geraldo Alckmin. Outra companhia em nome de Venâncio que também mantém contratos com o governo de São Paulo, o Consórcio Supervisor EPBF, causa estranheza aos investigadores por possuir capital social de apenas R$ 0,01. O Ministério Público suspeita que a contratação das empresas de Venâncio pela administração tucana seja apenas uma cortina de fumaça para garantir vista grossa na execução dos serviços prestados por empresas do cartel. As mesmas que Venâncio mantinha relação quando era servidor público.

A importância da secretaria Transportes Metropolitanos e suas estatais subordinadas, Metrô e CPTM, para o esquema fica evidente quando se observa a lógica das mudanças de suas diretorias nas transições entre as gestões de Serra e Alckmin. Ao assumir o governo em 2007, José Serra fez questão de remover os aliados de Alckmin e colocar pessoas ligadas ao seu grupo político. Um movimento que seria revertido com a volta de Alckmin em 2011. Apesar dessa dança de cadeiras, todos os integrantes do esquema permaneceram em postos importantes das duas administrações tucanas. Quem sempre operou essas movimentações e trocas de cargos, de modo a assegurar a continuidade do funcionamento do cartel, foram os secretários de Transportes Metropolitanos de Serra e Alckmin, José Luiz Portella e Jurandir Fernandes.

Homem forte do governador Geraldo Alckmin, Fernandes começou sua trajetória política no PT de Campinas, interior de São Paulo. Chegou a ocupar o cargo de secretário municipal dos Transportes na gestão petista, mas acabou expulso do partido em 1993 e ingressou no PSDB. Por transitar com desenvoltura pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jurandir foi guindado a diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) em 2000. No ano seguinte, aproximou-se do então governador Alckmin, quando assumiu pela primeira vez o cargo de secretário estadual de Transportes Metropolitanos. Neste primeiro período à frente da pasta, tanto a CPTM quanto o Metrô firmaram contratos superfaturados com empresas do cartel. Quando Serra assume o governo paulista em 2007, Jurandir é transferido para a presidência da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), responsável pela formulação de políticas públicas para a região metropolitana de São Paulo. Com o retorno de Alckmin ao governo estadual em 2011, Jurandir Fernandes também volta ao comando da disputada pasta. Nos últimos dias, o secretário de Transportes tem se esforçado para se desvincular dos personagens investigados no esquema do propinoduto. Fotos obtidas por ISTOÉ, no entanto, mostram Jurandir Fernandes em companhia de Lavorente e de lobistas do cartel durante encontro nas instalações da MGE Transporte em Hortolândia, interior de São Paulo. Um dos fotografados com Fernandes é Arthur Teixeira que, segundo a investigação, integra o esquema de lavagem do dinheiro da propina. Teixeira, que acompanhou a solenidade do lado do secretário Fernandes, nunca produziu um parafuso de trem, mas é o responsável pela abertura de offshores no Uruguai usadas pelo esquema. Outro companheiro de solenidades flagrado com Fernandes é Ronaldo Moriyama ex-diretor da MGE, empresa que servia de intermediária para o pagamento das comissões às autoridades e políticos. Moriyama é conhecido no mercado ferroviário por sua agressividade ao subornar diretores do Metrô e CPTM, segundo depoimentos obtidos pelo Ministério Público.
No governo Serra, quem exercia papel político idêntico ao de Jurandir Fernandes no governo Alckmin era o então secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella. Serrista de primeira hora, ele ingressou na vida pública como secretário na gestão Mário Covas. Portelinha, como é conhecido dentro do partido, é citado em uma série de e-mails trocados por executivos da Siemens. Num deles, Portella, assim como Serra, sugeriram ao conglomerado alemão Siemens que se associasse com a espanhola CAF em uma licitação para compra de 40 novos trens. O encontro teria ocorrido em um congresso internacional sobre ferrovias realizado, em 2008, na cidade de Amsterdã, capital da Holanda. Os dois temiam que eventuais disputas judiciais entre as companhias atrasassem o cronograma do projeto. Apesar de o negócio não ter se concretizado nestas condições, chama atenção que o secretário sugerisse uma prática que resulta, na maioria das vezes, em prejuízos aos cofres públicos e que já ocorria em outros contratos vencidos pelas empresas do cartel. Quem assinava os contratos do Metrô durante a gestão de Portella era José Jorge Fagali, então presidente do órgão. Ex-gerente de controle da estatal, ele teve de conviver com questionamentos sobre o fato de o seu irmão ser acusado de ter recebido cerca de US$ 10 milhões da empresa francesa Alstom. A companhia, hoje envolvida nas investigações do cartel, é uma das principais vencedoras de contratos e licitações da empresa pública.

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  2. Deixa eu perguntar? Alguém que tem cargo em comissão nesse governo, e que tem ética, não deveria se preservar, pedindo demissão?

  3. Banada podre.
    O Secretário da Saúde, foi o único, talvez fez pelo medo, mas pediu demissão na semana retrasada ou passada.

  4. VIVA – PARABÉNS – ESTÃO DEFENDENDO O POVO
    SÓ ESTÃO ATACANDO BADERNEIROS, VÃO APURAR OS EXCESSOS ATÉ QUANDO?
    COXAS DE MERDA – PORQUE NÃO FAZEM ISTO COM O PCC???????
    AINDA VEM QUERER CONTAR HISTÓRIA – MILITARISMO, GUERRA, CHOQUE ETC… SÓ NA CHINA.

    Imagens mostram PM usando spray de pimenta contra jornalistas no Rio, Episódio ocorreu em protesto na Zona Sul, na noite de segunda-feira (19). Polícia Militar diz que vai analisar as imagens para ver se houve excesso.
    Um policial militar foi flagrado lançando spray de pimenta em jornalistas que cobriam manifestação na Rua do Catete, perto do Largo do Machado, Zona Sul do Rio, na noite de segunda-feira (19). Outras pessoas que estavam ao redor também foram atingidas. Uma mulher que tentava se proteger também foi atacada, como mostrou o Bom Dia Rio.
    Antes, ele havia discutido com advogados que acompanhavam o protesto contra o governador Sérgio Cabral e contra a composição da CPI dos Ônibus. “Na porta da delegacia vocês são advogados. Aqui, não”, disse o PM.
    Na sequência do uso do spray de pimenta indiscriminado, um segundo policial começou a disparar tiros de borracha. Uma mulher chegou a passar mal, desmaiou na 9ª DP (Catete) e teve de ser socorrida pelos bombeiros.

    AINDA E NUCA ESQUECEREMOS 2008
    BEM COMO ATUAÇÃO DESASTROSA DA ROTA QUE TERMINOUS COM 120 PRAÇAS ASSASSINADOS

  5. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Diariamente estamos assistindo descalabros e altíssimos desvios do dinheiro público e quero crer que até o presente momento nenhuma Autoridade legalmente constituída ou até mesmo “fiscalizadora” tomou qualquer atitude de repreensão.

    Muitos inclusive declaram que somente podem exercer atividades somente quando são provocadas ou arguidas.

    Ora! Isto realmente é um contrassenso, pois na área de investigação existem umas primícias que diz o seguinte:

    Em caso de eventuais crimes desacertos desvios de conduta e até da volatilização do dinheiro público, é imprescindível que se faça uma investigação bem esmiuçada aprofundada e consubstanciada, pois independentemente de provocados ou não, é imperativo que se investigue, pois nem todos possuem acesso às devidas prerrogativas e, transparência e licitude devem ser o tônico e o tópico do profissional.

    Não é possível que diante destes holocaustos apresentados diariamente, nenhuma linha de investigação indiciamentos condenações e prisões são efetivamente propostos.

    Estamos sendo dilapidados descaradamente e enquanto isto, smj, se fica compactuando por baixo dos panos astronômicas vantagens e tudo isto em benefício de uma minoria de pessoas ligadas a uma administração que pelo andar da carruagem é notória e altamente “suspeita”.

    O povo morrendo nos leitos dos Hospitais pela falta de atenção e de logística; São os votos cabrestos por todo o País através dos singulares nomes de “Bolsas”; São os superfaturamentos e licitações fraudulentas; O povo morrendo de fome; O trabalhador rural por todo o País sendo expulso de suas terras porque não conseguem pagar as dívidas astronômicas e os juros abusivos com os bancos; Financiamentos de casas próprias e que cujas casas estejam em situação precárias e cheias de falhas de construção; e, entre outros.

    Notam-se tantos desvios do dinheiro público e sempre com envolvimentos de pessoas que não são concursadas, mas tão somente comissionados e com cargos de confiança de algum eleito influente.

    Talvez seja por isto que nunca sobra dinheiro para que se paguem os míseros salários dos Funcionários Públicos Concursados.

    Eta! Farra do boi e eu estou sedento para por este boi no rolete.

    Caronte.

  6. é obvio que sim….afinal vou colocar gente que não conheço pra dividir o bolo ( $$$$$ )

    ô gente ingênua viu

  7. Enquanto isso o salário do funcionalismo público de SP, é o menor do Brasil.

  8. Fico a pensar com os meus botões depois de todos estes anos e depois dos inúmeros indícios de corrupção, depois de inúmeros “inquéritos” e ações civis públicas, depois de sinais exteriores de riqueza do membros do PSDBosta, Robson Marinho está ai para eu não passar de mentiroso, e depois de mais um montão de patifaria que estão as barbas de todos.

    O que fez o operante MP paulista¿

    Onde estão os Goldens Boys do MP¿

    Onde está o pro-CU- ardor geral do Estado¿

    Onde está o GAECO com as suas ações cinematográficas e mirabolantes¿

    Cadê o Blat¿ Apontado o seu dedo na cara dos corruptos e ladrões do erário público do Estado de São Paulo.

    Onde estão os membros da última reserva moral deste Estado¿

    Onde, Onde, Onde¿

    Estão em Paris!

    Estão em Londres, Roma ou Milão?

    Ou outro lugar mais civilizado gastando um pouco dos seus altos vencimentos, ou a borda em veículos importado e blindados com ar condicionado ligado no último, para o bem estar dos membros do parquet.

    Já sei onde estão os promotores e procuradores deste Estado estão num congresso num Resort em praia paradisíaca, congresso este patrocinado pelo Metrô, CPTM, Sabesp e afins, onde o tema dos infindáveis debate são do tipo:

    LAGOSTA COMBINA COM CAMARÃO¿

    LAGOSTA & CAMARÃO VINHO TINTO OU BRANCO¿

    O PONTO DE VISTO DO MP PAULISTA DIANTE DO EMBARGO DO CAVIAR RUSSO E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS NA BALANÇA, não a balança comercial, MAS A QUE MEDE O PESO.

    São estas as preocupações dos membros do MP paulista.

  9. Olha só como são as coisas. Se, por um acaso, existisse algum policial civil envolvido nessas falcatruas, adivinha onde ele estaria agora?. No Presídio da Polícia Civil aguardando as investigações – mesmo que isso durasse alguns anos. Esse infeliz não conseguiria “Habeas Corpus”, seria execrado pela mídia escrita e falada, seria o “bode expiatório” e, para a satisfação geral seria “demitido sumariamente” de seu cargo.

    Agora com os famosos “comissionados” (aqueles que exercem “cargo de confiança”) o que acontece? NADA, absolutamente NADA.

    Onde estão os pedidos de prisão? Onde estão as investigações, mandados de busca e apreensão e afastamentos dos cargos? Afinal eles não são considerados “Funcionários Públicos” pela Lei Penal? Onde está a equidade na aplicação das medidas? Quando é que iremos ter um pronunciamento acerca da ação para ressarcimento dos cofres públicos não por parte das empresas – mas dos que efetivamente se beneficiaram com o fato?

    E a famosa teoria do “Domínio do Fato” tão falada e utilizada pelo Ministro Joaquim Barbosa? Seria o caso de sua aplicação nesses acontecimentos?

    Acontece que a mídia já está esquecendo do fato – as atenções estão sendo desviadas para outros acontecimentos como a trágica morte dos policiais militares e familiares, que, tudo leva crer, foi cometida por um dos filhos do casal.

    E, por fim, ainda tem vampiro que tá querendo mudar de partido para concorrer à Presidência da República – TENHA DÓ.

  10. Tired disse:
    20/08/2013 ÀS 13:21
    Fico a pensar com os meus botões depois de todos estes anos e depois dos inúmeros indícios de corrupção, depois de inúmeros “inquéritos” e ações civis públicas,

    LAVA MINHA ALMA TIRED

    É POR AI

    IMAGINA UMA POLÍCIA JUDICIÁRIA

    COM OS HOMENS E MULHERES DE QUALIDADE INVESTIGATIVA QUE TEM

    COM OS MEIOS E INSTRUMENTOS DO TERCEIRO MILÊNIO DISPONÍVEIS E EFICAZES

    PRECISARÍAMOS DE MMPP ???

    PCC$$$$$$$$DB 20 ANOS DESGOVERNANDO,

    COOPTANDO E GENOCIDANDO

    TALVEZ ALGUM POVO E ESTADO DA PSEUDOFEDERAÇÃO

    PONHA FOGO EM TUDO ISTO

    E INICIE O EXPURGO . . .

    NÃO PRECISAMOS DE NENHUM PODER

    NÃO PRECISAMOS DE PULITIKUS

    SÓ PRECISAMOS: NASCER SAUDÁVEL, SER EDUCADO NA PLENITUDE E NA VERDADE

    E PAZ SOCIAL COM UMA POLÍCIA EFICAZ JUDICIÁRIA . . .

    É SIMPLES ASSIM . . .

  11. FOI DESCOBERTO AS CÉLULAS CANCERIGENAS QUE VEM MATANDO A SAÚDE PÚBLICA, EDUCAÇÃO PÚBLICA, SEGURANÇA PÚBLICA E TRANSPORTE PÚBLICO AQUI NO ESTADO DE SÃO PAULO, A ADMINISTRAÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO ESTA NO ESTÁGIO BEM AVANÇADO, AGORA É PRECISO FAZER O TRATAMENTO CORRETO PARA CURAR ESSA GRAVE DOENÇA, JÁ SE SABE QUE AS CÉLULAS DOENTIAS SÃO DO TIPO $$$$, MAS PARA LIVRAR O ESTADO DESSA DOENÇA MORTÍFERA É PRECISO FAZER UM TRATAMENTO BASTANTE MINUNCIOSO, COMO AUDITORIAS NAS AMOSTRAS COLHIDAS, M.P EFICAZ, PF ASTUTA E PODER JUD. QUE APLIQUE AS DOSES CERTAS… ISSO LEVARÁ ALGUM TEMPO E O PACIENTE (FINANÇAS PÚBLICAS) PODERÁ SOFRER UM NOVO ATAQUE FATAL.. SEGUNDO OS ESPECIALISTAS, A MELHOR MANEIRA DE EVITAR O ALASTRAMENTO DA DOENÇA É CORTAR AS PARTES DOENTIAS PARA NÃO HAVER MAIORES CONTAMINAÇÕES NAS PARTES QUE AINDA ESTÃO SAUDAVEIS . RECOMENDA-SE AOS ELEITORES NÃO UTILIZAREM MAIS AS PARTES CAUSADORAS DAS DOENÇAS (PSDB).

  12. Os Srºs Delegados de Polícia tem mesmo por obrigação moral de fazer greves para obrigar o Governador a investir plenamente na Polícia Civil, pois foram eles, generalizadamente, que sucatearam a Polícia Civil paulista, digo isso com base na maneira que eles conduzem essa instituição sem planejamentos, sem critérios de reposição de funcionários e quiça da remuneração dos policiais de maneira geral, até as remunerações deles próprios não foram capazes de policiar, pois o Governo ficou bem a vontade nestes últimos 20 anos, fez o quem quis, ou melhor defez os salários dos policias e o quadro de funcionários; Portanto Srºs, nada mais justo que eles correrem atrás daquilo que outrora ignoraram, daquilo que se omitiram, daquilo que fingiam não ver, pois o governo de um lado com suas maldades aproveitoutodas estas situações para botar seu plano de acabar com a Polícia Civil, do outro os Delegados aceitaram e para tapiar tanto a sociedade como os próprios servidores, eles avocaram os problemas que nunca foram deles para a instituição, do tipo qe todos os senhores(as) sabem muito bem, eu refresco a memória daqueles que não entenderam, eles simplesmente resolveram o déficit de policiais prejudicando as carreiras operacionais, foram bater nas portas das prefeituras e associações de despachantes e lá conseguiram resolver o problema de déficit de servidores, trouxeram para dentro das Delegacias servidores municipais e outros que nem isso é, então esses servidores trabalham até hoje dentro da instituição policial fazendo as vezes de Polícia Judiciária, mas nunca os foram, mas curiosamente os Delegados não trouxeram funcionários para serem delegados AD-HOC, mas do resto tem de tudo, tem escrivães ad-hoc, investigadores ad-hoc, agentes ad-hoc, carcereiros ad-hoc etc, aliás, esses ad-hocs fazem de tudo, atendem o público, registram boletins de ocorrências, tomam declarações, elaboram TCOs, são os verdadeiros Policiais Civis AD-HOC, já para o público, eles são realmente Policias, nem imaginam que foram atendidos por pessoas alheias as carreiras policias, pois bem, o Dr. Delegado de Polícia esta lá confortável em seu gabinete com sua delegacia totalmente andando e nas correições os Delegados Seccionais não percebem qualquer problema naquelas delegacias e tudo anda muito bem para os miopes, mas a verdade é outra, aquilo esta mais ruim do que a população possa imaginar, mas esta maquiado então tudo parece estar bem, com isso o governo não abre concursos porque a população não reclama e assim a Polícia Civil paulista caminha para o brejo faz 20 anos na administração do belo PSDB. Então senhores(as), os Delegados de Polícia tem mais que irás ruas para denunciar as mazelas do governo estadual, mas sabe porque eles não foram antes, ainda cntinuam avocando os problemas de falta de servidores para si? porque é conveniente, querem manter a titularidade custe o que custar, a cadeira tras benefícios e por isso eles tentam manter as portas das delegacias abertas a qualquer custo. Por isso que digo que eles que tem que correr atraz, pois plantaram e agora também estão colhendo, os operacionais já estão colhendo faz muitos anos, mas agora a água esta batendo na bunda deles também e então fazer o que? GREVE !caiu a ficha deles, achavam que eram pessoas importantes aos olhos do governo e acordaram; Tem muitos Delegados que não estão nem ai com a tal greve ou paralisação blecautes, estão se linxando para isso, afinal de contas eles só precisam da cadeira e não do minguado salários, isso é dinheiro de Wisk e picanhas.

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