Delegado da Polícia Civil em Santos (SP) é demitido a bem do serviço público por corrupção e lavagem de dinheiro 56

Cássio Andrade
Notícias da Baixada

06/03/2014

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O ex-delegado seccional da Polícia Civil em Santos  e região Elpídio Laércio Ferrarezi foi demitido a bem do serviço público  –  por decreto do governador Geraldo Alckmin  –  com fundamento na  condenação criminal  a dez anos e oito meses de prisão por falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro.

Ele foi acusado de construir uma mansão com dinheiro de origem ilícita e ocultar sua propriedade usando uma das filhas –também punida– como testa de ferro.

Segundo denúncia feita em 2007  por promotores de Justiça do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público Estadual) em Santos, Ferrarezi mandou construir uma casa avaliada em R$ 1,2 milhão na Riviera de São Lourenço, em Bertioga (103 km de São Paulo). Na época das obras, no início da década passada, ele recebia salário bruto de R$ 5.400.

O juiz da 1ª Vara Judicial de Bertioga, Rodrigo de Moura Jacob, que proferiu a sentença, também determinou que Ferrarezi  perdesse  o cargo de delegado de polícia e que o imóvel seja revertido para o governo federal.

Um problema ambiental na construção levou à descoberta de fraudes, de acordo com o juiz. Ao se averiguar a quem pertencia o imóvel, descobriram-se falsos instrumentos de compra e venda pelos quais um dos proprietários seria o office-boy da construtora responsável pelo empreendimento.

Na sentença o Juiz mencionou 37 vezes os relatos da testemunha Roberto  Conde Guerra .  As investigações começaram após o delegado  Guerra denunciar um suposto esquema de corrupção policial em benefício de jogos ilegais na região da Baixada Santista.

Um detalhe, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou diversos inquéritos e processos administrativos em desfavor da testemunha arrolada pelo Ministério Público; sob a alegação de crimes contra a honra de Elpídio.

Guerra , além de punido com uma remoção compulsória , foi demitido a toque de caixa ; enquanto que a demissão do ex-seccional foi  postergada por quase sete anos.

Elpídio Ferrarezi é sogro do ex-secretário estadual de Educação e atual prefeito de Santos , Paulo Alexandre Barbosa ( PSDB ).

Snap 2014-03-06 at 04.31.31

POLÍCIA QUE PRENDE POLÍCIA MERECE MORRER – O Flit não é do PCC…O Flit não é de ninguém…Mas polícia que prende ou fode polícia – especialmente um aposentado – tem que tomar tiro na cara 91

Enviado em 05/03/2014 as 0:25 – PQP

ESSE FLIT É DO PCC? NUNCA LI TANTA MERDA!

 

—————————————————-

 

Bando de filho da puta…A lei é para os inimigos ou antipáticos , não tem cabimento prender um policial aposentado pelo simples fato de ele trazer consigo um revolver não registrado.

Por isso vamos repetir: POLÍCIA QUE PRENDE POLÍCIA MERECE MORRER!  

Assina:Roberto Conde Guerra

 

Diferenças entre policiais civis e militares…( Segundo a visão de leitor do Flit; em resposta ao Sargento no Comando ) 151

Enviado em 04/03/2014 as 18:34 – verdade verdadeira

DIFERENÇAS REAIS (NÃO PAPO FURADO) ENTRE AS POLÍCIAS CIVIS E MILITARES:

POLÌCIAIS CIVIS:

- Gente da sociedade, de todos os níveis;
– Pessoas que se sustentam com os próprios recursos;
– Pessoas inteligentes, com QI ligeiramente elevado;
– Pessoas independentes. “Não precisam de muletas”.

POLICIAIS MILITARES:

- Gente frustrada, na maioria das vezes das classes mais baixas da população;
– Pessoas parasitas. Desde a Academia, comem e se vestem às custas da sociedade;
– Pessoas com caráter deformado: escondem-se atrás de uniformes e armas;
– Pessoas dependentes: não têm coragem. Agem em bando.

 

————————————————

 

Enviado em 04/03/2014 as 15:47 – SARGENTO NO COMANDO

Vou ser promovido a Sub- Tenente agora em abril, quanto a Polícia Civil, o governo deixou claro que não terão nenhum reajuste em 2014, vão ficar literalmente a ver navios, chupando dedos.

Diferença entre Polícia Militar e Polícia Civil:

Polícia Militar:

- Organizada;
– Efetivo de mais de 100 mil homens;
– A maioria são jovens até 40 anos;
– Temos plano de carreira;
– Disciplina;
– Horários de trabalho digno;
– Somos bem comandados;
– Assistência saúde e escolar;
– Estrutura perfeita;
– Salário digno;
– Aposentadoria especial;
– Operação delegada;
– Auxílio alimentação R$580,00;
– Somos unidos;
– Temos poder político;
– O governo depende nos para tudo.

Polícia Civil:

- Desorganizada;
– Efetivo é uma piada;
– Ninguém sabe ao certo a função;
– 70% do efetivo são velhos de 60 anos;
– Mal distribuída;
– Trabalham igual mula, sem horário para o lazer;
– Polícia sem estrutura;
– Apenas os delegados ganham bem;
– Aposentam velhinhos;
– Desunidos;
– Sindicatos ridículos e fracos;
– Nada de influencia política;
– O governo nem liga pra vocês, qualquer coisa chama a PM.

 

_____________________________________________________________________

PM vem aqui escreve o que bem entende , mas não aceitam retorsão .

Como disse o nosso leitor PC FALIDA : “Discutir com petista (e PM) é igual jogar xadrez com pombo… ele derruba as peças, caga no tabuleiro e sai de peito estufado cantando vitória”…

O PCC faz com PM aquilo que a PC nunca fará aos meio-irmãos: atira na cara e após desarma!…( Não é sem motivo que tem que diga: PM bom é PM morto ! ) 71

Enviado em 04/03/2014 as 17:08  – realista

Tenho um amigo que hj está aposentado e continua andando armado, continuava, a PM o pegou maquinado e o conduziu preso e algemado pra delegacia. Detalhe no chiqueirinho dos caras! Outrora esse amigo, agetel, era bravo, PMada não tirava casca no plantão deste quando este fazia atendimento. Mas aposentou, né…

DEBATE – Por que o policial civil sempre se diz passado pra trás ? 50

DR. GUERRA,

SOLICITO AO DR POR GENTILEZA, PUBLIQUE O TEOR ABAIXO, NÃO PARA DAR PUBLICIDADE AO SINDICATO QUE ELABOROU O TEXTO ADIANTE, MAIS PARA ENSEJAR O DEBATE ENTRE O COLEGAS, AFINAL, A PM ESTÁ GANHANDO QUASE O TRIPLO DA NÓS AO QUE SE REFERE AO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO, ENTRE OUTROS BENEFÍCIOS, COMO TRABALHAR NO DIA DE FOLGA, PROMOÇÕES, ATIVIDADE DELEGADA, ETC… OS POLICIAIS QUE NÃO FORAM CONTEMPLADOS COM O NU, CARECEM DE UMA ATENÇÃO POR PARTE DO DELEGADO GERAL, POIS A MAIORIA ESTÁ SEM ESTIMULO.  FOI DADO OS 7% LINEAR A TODAS AS CARREIRAS, ENTRETANTO REDUZIU-SE PALA METADE O AUXILIO ALIMENTAÇÃO.

FONTE: WWW.SIPOL.COM.BR

SEGUE O TEOR:

DELEGADO GERAL DE POLÍCIA E REESTRUTURAÇÃO.

Desde o início da denominada Operação Blecaute o SIPOL Prudente vem apoiando irrestritamente sua Excelência o Delegado Geral de Polícia e seus esforços no sentido de esculpir uma Polícia Civil mais equitativa.
O decurso do tempo vem a cada dia se traduzindo em cobranças oriundas de nossas bases e de todo o Estado sobre o posicionamento da Administração em face da REESTRUTURAÇÃO da Polícia Civil.
Tema que por tantos anos foi título dos inúmeros artigos por parte das Entidades, e de promessas e compromissos por parte da Administração e que foi novamente trazido à baila com ímpar propriedade e seriedade pela Administração atual.
Tudo, principalmente na política financeira do Estado, corre em um tempo diferente do nosso interesse.
As reuniões, tratativas, seguem um ritmo temporal totalmente contrário ao que entendemos como razoável.
Algumas Entidades consideram uma vitória o Nível Universitário e a Carreira Jurídica. Outras Entidades consideram vitória apenas a Carreira Jurídica. E há aquelas que nem isso considera como vitória.
Quem não as considera uma vitória pergunte ao irmão carcereiro e agente policial o que pensam do assunto.
Todos poderiam reavaliar e lapidar seu conceito de vitória. Pois a vitória nunca vem inteira, e nem é simplesmente conquistada.
Ela é construída.
E não é construída em um ou dois anos. Quanto tempo Investigadores e Escrivães espernearam para ganhar, no mínimo, o mesmo que os Agentes de Telecomunicações? Por quantos anos vivenciamos a injustiça de termos um salário praticamente igualado aos recém ingressos na Polícia Civil?
Não se trata, em absoluto, de comemorar uma conquista que alguns consideram pequena. Trata-se de reconhecer que foi um passo. E reconhecer que foi um passo, não significa parar de caminhar.
Significa gratidão.
Um sentimento que tem o condão de estimular quem lutou e conseguiu esse pouco, para que continue lutando para conseguir mais um pouco e mais. O contrário da gratidão é trabalhar contra si próprio. É ser usado a cabresto por meros desabafadores e ressentidos com a Polícia Civil.
Assim sendo, com erros e acertos, reafirmamos nosso total apoio a todos os Policiais Civis do Estado de São Paulo e em especial ao Delegado Geral de Polícia e esperamos para o mais breve possível sejam as Entidades de Classe recebidas para tomar conhecimento das propostas de reestruturação.
É mais que uma necessidade premente de toda a base do SIPOL e de todos seus leitores no Estado de São Paulo receber essas informações o mais rápido, dentro do possível, e da conveniência e oportunidade política e administrativa.

Cão fardado apronta no interior de delegacia e acaba preso por porte ilegal de arma , desacato e lesão corporal 67

Policial militar e civis brigam dentro de delegacia no Bairro Carlos Prates
PM iria depor no local, mas esqueceu a intimação. Como os policiais civis se recusaram a atendê-lo, o militar teria partido para cima deles

João Henrique do Vale

Um policial militar se desentendeu com policiais civis na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Carlos Prates, Região Noroeste de Belo Horizonte. O PM acabou detido por estar com o porte de arma vencido. No tumulto, um capacete teria sido arremessado e uma escrivã foi atingida. Várias viaturas das duas corporações estão no local por causa da confusão.

De acordo com o tenente-coronel Helbert Figueiró de Lourdes, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, o tumulto começou quando o militar chegou na delegacia para ser ouvido sobre uma acusação de abuso de autoridade. Ele esqueceu em casa o papel da intimação, que mostra o local e a pessoa que iria fazer o interrogatório, e por isso não foi atendido. “Ele veio para ser ouvido sobre uma ocorrência em que um estelionatário foi preso e fez algumas alegações contra o policial. Na versão do militar, os funcionários da secretaria recusaram a atendê-lo. E teria começado o tumulto”, explica o tenente-coronel.

Conforme Lourdes, o PM alega que os policiais civis teriam o agredido. “Ele alega que sofreu agressões e os policiais civis o acusam de desacato e tentativa de agressão. As versões serão colocados no papel e vamos apurar certinho para ver o que aconteceu”, afirma. O policial militar acabou detido por porte ilegal de armas, já que a licença dele para portar o armamento estava vencida. Várias viaturas da Polícia Militar foram para a delegacia. Neste momento, o PM é ouvido na delegacia para prestar esclarecimentos.

De acordo com delegado Vicente Ferreira Guilherme, chefe da Divisão de Fraudes do Departamento de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, os policiais civis contaram uma outra versão sobre o caso. “Ele teria se exaltado e tentou tirar a arma da cintura, mas acabou contido pelos policiais. Nervoso, pegou um capacete e jogou. O objeto atingiu uma escrivã”, disse.

O militar deve ser indiciado por falsa comunicação de crime, pois acionou a PM dizendo que havia sido roubado na delegacia. Também por porte ilegal de arma, já que o revólver calibre 38 dele estava com a licença vencida, desacatado e lesão corporal.

Cães fardados invadem delegacia para resgatar sargento que pretendia forjar um flagrante de embriaguez ao volante…( Oficiais do Acre são adestrados no Barro Branco ) 82

Homens do Bope invadem delegacia para resgatar sargento preso no AC

Sargento da PM foi preso por delegado da Polícia Civil.

Mais de 50 homens armados, alguns com fuzis, resgataram o colega.

PASMEM: Para o comandante geral da Polícia Militar, cel José dos Reis Anastácio, apesar da confusão entre as instituições, não há crise.

Do G1 AC

Um sargento da Polícia Militar do Acre foi preso por um delegado da Polícia Civil, na noite deste sábado (1), por falso testemunho e desobediência, em Rio Branco. Para realizar o resgate do policial preso, ao menos 50 homens da PM e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) fortemente armados invadiram a Delegacia de Flagrantes (Defla) causando confusão no local.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Leonardo Santa Bárbara, tudo começou quando um condutor teria sofrido um acidente de carro por volta das 15h30. Após receber atendimento médico, ele havia sido conduzido à delegacia por dirigir embriagado, às 19h30. O sargento, que registrou a ocorrência, contou ao delegado que o conduzido se recusou a fazer o teste do bafômetro.

“Eu perguntei ao sargento se ele teria o material naquele momento e determinei que ele fizesse o teste no conduzido. O sargento disse que não iria fazer. Eu pedi para constarem a recusa do policial e passei a fazer o procedimento do flagrante. Como autoridade policial, estava questionando sobre o ocorrido, ele se recusou e disse que não iria assinar. Então dei voz de prisão”, conta o delegado

Ao tomarem conhecimento do caso, policiais militares invadiram a delegacia. O tenente-coronel Márcio Alves, comandante da Companhia Estadual de Trânsito, foi apontado como o responsável pela invasão e resgate do PM preso. Imagens gravadas pelos próprios policiais mostram agressões e chutes no momento do resgate.

O que pensam as autoridades
O delegado de Polícia Civil, Alcino Júnior, qualificou o ato como ‘coorporativismo maléfico dentro da segurança pública’.  “Infelizmente gera uma crise. A gente não pode esconder. Quebraram a delegacia. O coronel Márcio chegou em uma situação que estava sendo resolvida, determinou que o preso fosse retirado daqui. Os policiais militares estavam em maior número, inclusive com fuzis, e nós iremos tomar as medidas. Nós temos um foragido”, disse.

Segundo Rafael Pimentel, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Acre, medidas judiciais serão tomadas. “O grupo, que deveria gerar segurança, traz a insegurança para dentro da delegacia. Dessa forma, a associação tomará tanto as medidas judiciais, como também atuará incisivamente para cobrar a punição e atuação do Estado nesse caso”.

Os policiais militares e do Bope que participaram da confusão procuraram o comando geral da PM. Minutos depois, chegaram o comandante coronel José Anastácio e o secretário de Segurança Pública, Renir Graebner, que fizeram uma reunião a portas fechadas, para discutir o caso e decidir que providências serão tomadas.

“Fizemos uma reunião imediata exatamente para resolver a situação. As instituições estão acima de qualquer desentendimento. A situação está superada e os fatos serão apurados e depois divulgados” afirmou o secretário de Segurança Pública Ildor Reni Graebner.

Para o comandante geral da Policia Militar, cel José dos Reis Anastácio, apesar da confusão entre as instituições, não há crise. “Esses são fatos que não podem interferir nas instituições. Elas voltam a funcionar dentro da normalidade. As apurações continuam, o incidente já aconteceu. Não há crise. Nunca houve e nunca haverá. Esses casos são casos isolados que estão sendo apurados”, disse.

Colaborou, Débora Ribeiro, da Tv Acre.

hildebrandopascoal

Hildebrando Pascoal ainda é referência positiva  na PM do Acre.

O deputado Motosserra , ex-comandante geral da PM daquele estado , chefe do crime organizado naquela região , condenado a mais de 65  anos de prisão,   é formado pela academia do Barro Branco.

É a Polícia Militar de São Paulo fazendo escola por todo o país.

PM utiliza equipamentos adulterados nas operações de Transito. 16

PM utiliza equipamentos adulterados nas operações de Transito.

 colaboração:  Flit Zinho
Durante o fim do ano passado e o início desse ano passamos pela operação de fiscalização intensificada no transito na baixada santista. Seja ela pela Operação Verão, o Programa Direção Segura do Detran, e a ação da polícia militar.
 
Durante esses meses ocorreram as blitze, e fiscalizações da Lei Seca no Estado, e diversos condutores foram fiscalizados e outros autuados com a utilização do teste do etilômetro – o popular bafômetro. Os autuados terão que arcar com multa de R$ 1.915,40, além de receber sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), responder processo administrativo, junto ao Detran-SP para a suspensão de direito de dirigir pelo período de um ano, sem contar outros transtornos. E a situação que pode piorar a penalidade se os testes apontaram resultado igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro (mg/l) de ar expelido no equipamento, além das penalidades descritas, eles responderão na Justiça por crime de trânsito. Se condenados, os condutores poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão.
 
Mesmo assim o exposto nos remete a duvida se esses equipamentos são confiáveis, ou são adulterados. Segue em anexo um teste em que o tempo e o volume do sopro são iguais a 0,00 (zero) e o equipamento da o resultado de 0,72 de consumo de álcool, atestando o consumo de algo. Nesse momento nos coloca em duvida se é legitima a utilização deste equipamento, ou se são adulterados propositalmente para gerar multas para beneficiar o Estado. É importante ressaltar que o resultado do teste poderia ser apenas 0,00 (zero).
 
Devemos rever este equipamento e a legislação para saber se a metodologia adotada pelo Estado é arbitrária e equivoca, ou realmente tem condições de atestar sua veracidade e sua legislação. Porque do contrario coloca a dúvida se realmente esses equipamentos servem apenas para prejudicar a população, e motoristas. Ou realmente seu interesse maior está em contribuir para um transito melhor, e para o bem público.
leiseca
 

Tiros que mataram professor em assalto partiram de bandidos 30

Publicado em 01/03/2014
A análise preliminar é do médico legista. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.uol.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Edição de luís Evangelista

Agende-se: Polícia Civil vai apresentar tecnologia em feira internacional de segurança 47

Enviado em 01/03/2014 as 12:24 – escriludida

Nos dias 19, 20 e 21 de março de 2014, a Polícia Civil do Estado de São Paulo estará entre os 150 expositores nacionais e internacionais que participam da 9ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC Brasil 2014), mostrando as várias novidades nas áreas operacionais, tecnológicas e de atendimento ao público. A entrada será gratuita aos visitantes credenciados previamente.

A ISC é uma feira internacional tradicional do ramo de segurança nos Estados Unidos, onde mantém duas edições anuais. Este ano, na sua nona edição no Brasil, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, pretende difundir a cultura da prevenção para o setor, por meio de soluções tecnológicas em produtos e serviços, apresentando diversas alternativas integradas nos mais variados segmentos da economia. Espera-se o mesmo sucesso obtido no ano passado quando mais de 8.500 pessoas visitaram a exposição.

Quatro departamentos da Polícia Civil paulista estão entre os que despertam maior curiosidade entre o público em geral e vão expor suas boas práticas e novidades tecnológicas na ISC, interagindo com os visitantes.

Dipol – Departamento de Inteligência da Polícia Civil, mostrará o funcionamento do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD) e da Delegacia Eletrônica, além de exibir a elaboração do novo modelo de cédula de identidade, produzido pelo Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD).

O Lab-LD é uma unidade de Inteligência Financeira com foco no combate à lavagem de dinheiro e que emprega softwares específicos de mineração de dados, análise de vínculos e diagramação. A equipe especializada estará presente para mostrar a dinâmica de funcionamento do laboratório, com exposição de casos e possibilitando, inclusive, uma lab experience, ou seja, exercícios simulados feitos em interação com os visitantes.

A Delegacia Eletrônica mostrará parte de sua tecnologia para atender às ocorrências de furtos e roubos de veículos e demais objetos, além de outros crimes como ameaça, injúria, difamação, calúnia, desaparecimento e encontro de pessoas, sem que a vítima precise ir até um distrito policial, registrando-os por meio da Internet.

Já o novo modelo de identidade, feito em papel especial, não só possui mudanças visuais como também a coleta biométrica de informações, executado pelo software AFIS (Automated Fingerprint Identification System). É um avanço tecnológico que, além de trazer redução de custos e tempo, evita fraudes e auxilia nas investigações policiais.

O DHPP, Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa, que apura a autoria dos crimes contra a pessoa, como os de intolerância desportiva ou racial, crimes praticados conta a vida de crianças e adolescentes e contra a dignidade sexual, além de localizar pessoas desaparecidas, mostrará seu trabalho por meio do Laboratório de Arte Forense, do Grupo Especial de Resgate (GER) e ainda montará uma sala para a exibição de vídeos com cenas de locais de crimes reais.

Assim, o público também poderá ver como funciona o Laboratório de Arte Forense, que é o setor da Polícia responsável pela reconstituição facial digital para identificação de vítimas de homicídios; pela progressão de idade ou fotoenvelhecimento para localização de pessoas desaparecidas; e pelo retrato falado para identificação de criminosos.

O GER, que é o setor responsável pelo atendimento de ocorrências com reféns, apresentará os tipos de armas e táticas utilizadas nas suas operações.

E, como nos filmes de ação, os vídeos com cenas de crimes reais vivenciadas pelo Geacrim (Grupo Especial de Atendimento ao Local de Crime) serão exibidos em várias telas e mostrarão ao público o dia a dia de um plantão policial no DHPP.

A Academia de Polícia Civil (Acadepol) marcará sua presença com a apresentação do treinamento de armamento e tiro desde que implantou o Estande Virtual de Tiro. Para isso, será montado um mini estande no local, para a prática de exercícios e simulações de situações reais, em que o policial em treinamento atira com uma pistola que utiliza ampola de gás carbônico.

Além disso, a Acadepol instalará uma sala com 30 lugares para palestras diversas, a serem apresentadas no decorrer da ISC, e ainda fará a exibição de alguns vídeos de crimes de repercussão resolvidos pela Polícia Civil de São Paulo.

O Denarc, Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico, demonstrará o funcionamento da Divisão de Prevenção e Educação (Dipe), que faz um trabalho preventivo por meio de cursos e palestras, utilizando-se de recursos dinâmicos para propor ações de desmotivação ao uso de drogas. Na ocasião, o público também poderá tirar suas dúvidas com relação aos tipos de drogas.

Para ter acesso a toda essa tecnologia e informação sobre as ações da Polícia Civil, o visitante deverá comparecer à ISC das 13h às 19h30 no Pavilhão Verde do Expo Center Norte, localizado à Rua José Bernardo Pinto, 333 em São Paulo, Capital.

A seguir, maiores informações sobre o evento.

Credenciamento

A visitação será gratuita. Para tanto, é necessário o credenciamento online pelo site da ISC (www.iscbrasil.com.br), onde o visitante deve preencher alguns campos com seus dados até obter o código de acesso ao evento, que deve ser impresso e levado aos totens de autoatendimento no dia de sua visita para a retirada da credencial. Quem tiver o convite do evento poderá apresentá-lo no local, sem necessidade de credenciamento prévio. O credenciamento sem o convite ou número de registro no local, custará R$ 55,00 no balcão de atendimento. Portanto, aconselha-se fazer o cadastramento antecipado no link:

http://www.iscbrasil.com.br/pt-br/Credenciamento/Credenciamento-de-Negocios/

Estudantes

Estudantes de escolas técnicas ou faculdades do setor poderão visitar a Feira por meio de grupos organizados (mínimo de 15 pessoas) pela instituição de ensino e monitorados por um coordenador do curso, sendo obrigatória a apresentação de documento com foto e comprovação da disciplina no ato da retirada das credenciais. As vagas são limitadas e exige-se o pré-credenciamento pelo site.

Solicite ao coordenador do curso que faça a inscrição dos estudantes através do link abaixo:

http://www.credenciamentoweb.com.br/estudantes/?ev=ISCBRASIL2014

Será proibida a entrada para menores de 16 anos, mesmo que acompanhados.

Transporte

O visitante também poderá utilizar gratuitamente ônibus circular, com ida e volta ao Expo Center Norte, desde o Terminal Rodoviário estação Tietê do Metrô (Linha Norte-Sul), que ficará à disposição do usuário uma hora antes da abertura até uma hora após o fechamento do evento. A outra opção é deixar seu veículo em estacionamento no local ao custo de R$ 30,00 para automóveis e R$ 20,00 para motos.

por Rina Ricci

Alguém está sendo feito de bobo na história da fuga espetacular que não houve de chefes do PCC 41

por : 

A história do suposto plano de fuga de chefes do PCC teve, provavelmente, a cobertura mais ampla jamais dada a um evento que não aconteceu e que tem mais furos do que um queijo emmental.

Há dias, uma matéria “exclusiva” estava na Carta Capital, no SBT Brasil e no Estadão, repercutindo em seguida em todo lugar. Um relatório do setor de inteligência do Gaeco, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público, dava conta de um esquema para tirar Marcola e outros três líderes do PCC da penitenciária de Presidente Venceslau, interior do estado.

O plano, segundo a polícia, estava sendo arquitetado há oito meses. Os criminosos estariam serrando as grades das janelas de suas celas, colocando-as de volta em seguida, devidamente pintadas. Eles sairiam dali para uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, onde seriam içados por um helicóptero com adesivos da Polícia Militar. Uma segunda aeronave, blindada e com armamento pesado, daria cobertura.

Membros da facção teriam tido aulas de pilotagem no Campo de Marte com um dos sujeitos que foram detidos carregando cocaína no helicóptero dos Perrellas. O destino do bando seria Loanda, no Paraná, distante 240 quilômetros. Ali haveria uma chácara e um avião para levá-los ao Paraguai.

O tal vazamento criou situações surreais. O Estadão publicou que os policiais estavam de tocaia aguardando os criminosos em Venceslau. A Globo foi até lá. No Jornal Nacional, um repórter perguntava, sussurrando, a um franco atirador como funcionava a arma dele. Diante da falta de ação, era o jeito.

O governador Geraldo Alckmin confirmou a existência do ardil e elogiou a corporação na rádio Jovem Pan. “Primeiro, o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida. É a maior polícia do Brasil, mais preparada. Segundo, em relação a esse caso, a polícia investigou e, lamentavelmente, isso acabou vazando. Mas a polícia está toda preparada e nós temos um esforço grande nesse trabalho”.

Tudo bem que não temos um FBI ou uma Scotland Yard — talvez a Sûreté do Inspetor Clouseau –, mas, se a inteligência policial é tão preparada, como é que um relatório desses é divulgado dessa maneira? E, se a coisa era tão perigosa, com dois helicópteros cheios de homens com fuzis e metralhadoras, o que explica a presença de toda a imprensa no local?

Por fim, se o PCC é capaz de elaborar uma escapada nesse nível de complexidade, como alguém suporia que algum de seus capangas fosse fazer qualquer coisa depois que a notícia estava no jornal, na TV, na internet etc?

O plano é digno de um filme de Bruce Wilis. Pode ser real? Sim. O PCC é rico e organizado. Mas a socióloga Camila Dias Nunes, autora do livro “PCC – Hegemonia nas Prisões e Monopólio da Violência”, duvida. Em entrevista ao site Spresso SP, ela afirma que considera tudo mirabolante demais. “Ao que tudo indica, o Marcola, por exemplo, possui uma capacidade muito grande de fazer ações bem planejadas. Então, eu acho que ele não seria burro de pôr em prática um plano como esse”, declarou. “Todos esses presos estão cansados de saber que suas ligações telefônicas são monitoradas, tanto pelo Ministério Público como pela polícia. É um amadorismo que não está de acordo com o perfil do Marcola”.

Tudo teria partido da interceptação de uma ligação entre o bandido Claudio Barbará da Silva, o Bin Laden, que está em Venceslau, e sua mulher, realizada pela Secretaria da Administração Penitenciária, comandada por Lourival Gomes. Por causa do vazamento, estaria havendo uma briga nos bastidores com a Secretaria de Segurança Pública, cujo titular é Fernando Grella.

Uma explicação para essa incrível batalha campal que nunca aconteceu são as eleições. Sem dar um único tiro, Alckmin saiu vitorioso. Os quatro fugitivos que nunca foram vão para outro regime prisional mais rigoroso. Mas a sensação que resta é de que, no meio de um teatro do absurdo, estão tentando fazer muita gente de boba. Você, inclusive.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas

TUP (Torcida Uniformizada do Palmeiras) dominada pelo crime organizado: PF apreendeu 300 kg de cocaína no galpão da escola de samba da facção palmeirense 17

PF apreende 300 kg de drogas em galpão de escola de samba em SP

FERNANDA PEREIRA NEVES
ANA KREPP
DE SÃO PAULO

28/02/2014 17h21

A Polícia Federal apreendeu na madrugada desta sexta-feira 300 kg de cocaína e pedras de crack em um galpão que era usado pela escola de samba da TUP (Torcida Uniformizada do Palmeiras), na região da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo.

Segundo a PF, seis pessoas foram presas no local. Membros da escola de samba apontam que entre os presos está o filho do presidente da torcida organizada.

As prisões aconteceram após investigações da PF identificarem um traficante, de Florianópolis, que chegaria na noite de ontem ao aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para receber um carregamento de drogas.

Divulgação/PF-SP
Droga apreendida em galpão usado pela escola de samba da TUP na Barra Funda; seis são presos
Droga apreendida em galpão usado pela escola de samba da TUP na Barra Funda; seis são presos

Policiais federais então aguardaram o suspeito chegar ao aeroporto e o seguiram. A PF afirmou que ele seguiu em um carro, com um outro homem, até o estacionamento de um supermercado de Osasco, na Grande São Paulo, onde fez contato com o motorista de um caminhão frigorífico.

Os dois veículos saíram do local e seguiram até o galpão da escola, por volta da 1h. Os veículos entraram no local, onde os policiais os seguiram e deram voz de prisão. A droga -cocaína e pedras de crack- estaria em um fundo falso do caminhão.

O presidente da escola de samba, Ricardo Boehlert, afirmou que não sabe a procedência da droga e que o local costuma ficar aberto, sem que haja controle das pessoas que entram e saem. Ele não soube informar quem está representando os detidos.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas podem atingir 25 anos de reclusão

DANOS MORAIS – Tem Delegado da Corregedoria da Polícia Civil que faz igual ou muito pior 11

Danos morais

PF altera norma que expunha servidor em processo disciplinar
Por Josias Fernandes Alves

Mais de 25 anos após a promulgação da Constituição de 1988, a direção do Departamento de Polícia Federal corrigiu grave injustiça que vinha sendo cometida contra os servidores do órgão arrolados em Processos Administrativos Disciplinares (PAD). A nova instrução normativa que regulamenta os procedimentos de natureza disciplinar, baixada no fim do ano passado, dispõe que o extrato de portaria de instauração, aditamento e reabertura de instrução de PAD, publicado em boletim de serviço, deve fazer menção apenas ao protocolo do documento, excluindo-se qualquer referência ao servidor envolvido e a terceiros.

A instrução normativa revogada, de 1991, previa que a portaria de instauração de procedimento disciplinar acusatório deveria ser publicada em boletim, com a exposição detalhada do “fato censurável” a ser apurado e to­das as circunstâncias já conhecidas, além da qualificação do acusado — nome, cargo, matrícula e unidade de lotação do servidor — ou informações pelos quais se pudesse iden­ti­ficá-lo e também a classificação da possível infração disciplinar.

Na prática, a divulgação do nome do servidor em portaria instauradora de PAD, através de boletim de serviço, funcionava como aplicação antecipada de uma espécie de “pena moral”, expondo o investigado à humilhação e à execração, perante os colegas de trabalho. A descrição pormenorizada de fatos — e versões — que pudessem configurar transgressões disciplinares, antes mesmo do início da apuração, nem sempre confirmadas durante a instrução, gerava evidentes dissabores, constrangimentos e danos à honra do servidor. Na PF, o boletim de serviço está disponível, diariamente, na rede interna de computadores, para quase 14 mil servidores, entre policiais e administrativos, além de centenas de funcionários terceirizados, que também têm acesso à publicação.

De acordo com disposição da instrução normativa anterior — que foi mantida pela nova —, em caso de condenação, o nome do servidor é novamente publicado, bem como a pena aplicada, o que tornava ainda mais injustificada a divulgação prévia. Nos casos de absolvição, após a conclusão do PAD, geralmente meses — ou anos — após a publicação da portaria instauradora, se constava em boletim de serviço a decisão de arquivamento do processo. Mesmo assim, os danos morais sofridos pelo servidor eram irreparáveis, já que nem todos os que tomavam conhecimento das suspeitas e imputações preliminares, explicitadas na portaria instauradora, ficavam sabendo do resultado que inocentava o acusado.

Durante mais de duas décadas, os corregedores da PF ignoraram o princípio constitucional de presunção de inocência, também aplicável ao PAD. Numa interpretação equivocada do princípio da publicidade, as normas disciplinares atropelavam também outros direitos fundamentais, de igual envergadura constitucional: da inviolabilidade da honra, da intimidade e da vida privada dos servidores.

Na tentativa de amenizar os potenciais danos morais, os redatores de algumas portarias recorriam a advérbios e locuções de dúvida, para descrever fatos ainda não confirmados, como no exemplo a seguir, de portaria instauradora de PAD, publicada em 2012. O nome e cargo do servidor, bem como sua unidade de lotação, foram omitidos:

“O superintendente regional do Departamento de Polícia Federal no estado do XXX, no uso das atribuições (…) resolve: instaurar PAD para apurar a responsabilidade funcional do servidor XXX, (cargo, matrícula, lotação), em virtude de supostamente ter agido de modo desrespeitoso em relação ao chefe da missão ao qualificar a atitude deste último como molecagem, conduta que configura, em tese, a prática da transgressão disciplinar tipificada no inc. XLII do art. 43 da Lei 4.878/1965”.

Em muitos outros casos, os termos usados na portaria instauradora eram tão afirmativos, adjetivados e contundentes que denotavam um pré-julgamento sumário, como nos exemplos seguintes, como de dezenas de outros casos de servidores, cujos nomes foram publicados em boletins diários de serviço:

“O Corregedor-Geral de Polícia Federal (…) resolve instaurar PAD para apurar a responsabilidade funcional do servidor XXX, em virtude de ter se referido ao processo seletivo da Comissão de Altos Estudos de Segurança Pública da ANP/DPF de forma desrespeitosa, depreciativa e irônica (…), conforme artigo de sua autoria (…), conduta que configura, em tese, a transgressão disciplinar prevista no inc. I do artigo 43 da Lei 4.878/1965”. Neste caso, a justiça mandou anular a punição aplicada pelo corregedor.

“O Chefe da Delegacia de Polícia Federal (…) resolve instaurar PAD para apurar a responsabilidade funcional do servidor XXX, (…) virtude de ter utilizado indevidamente veículo oficial do DPF quando se dirigiu a consultório médico (…), na presença de pacientes que se encontravam no recinto, proferiu ameaças à secretária, dirigidas ao médico que lá clinicava, inclusive fazendo menção em sacar arma de fogo do DPF, vindo a praticar ato escandaloso e comprometedor da função policial, uso indevido de arma de fogo lhe confiada para seu serviço e se prevalecido abusivamente da condição de funcionário policial, o que, em tese, configura desobediência ao dever funcional previsto nos incisos VIII, XXXVII e XLVIII do artigo 43 da Lei 4.878/1965”. Neste caso, o servidor foi absolvido.

“O Superintendente Regional do DPF no Estado de XXX, (…) resolve instaurar PAD para apurar a responsabilidade do servidor XXX, (…) em razão de ter retirado, sem autorização de autoridade competente, documentação interna da XXX (unidade de lotação), bem como por ter faltado à verdade ao dizer que teve acesso franqueado a tal documentação pela Administração, o que caracteriza, em tese, a prática das transgressões disciplinares previstas nos inc. X e XVII, do art. 43 da Lei 4.878/1965”.

Seria irônico, não fosse lamentável, que, no último exemplo citado, cujo processo encontra-se em andamento, a portaria instauradora foi divulgada no mesmo boletim de serviço que publicou a nova instrução normativa, em 27 de dezembro de 2013, que aboliu a publicação do nome do servidor. Foi o último caso de exposição antecipada. As portarias de instauração de PAD, publicadas a partir de janeiro de 2014, passaram a constar apenas o número do protocolo do expediente e a designação da comissão processante.

Por absurdo que pareça, a conduta da PF em relação aos seus próprios servidores era mais rigorosa — e inadequada — que o tratamento dispensado a pessoas presas ou alvos de investigação. A política de comunicação social da instituição, compatível com a nova ordem constitucional e normatizada em 2002, prevê expressamente a observância dos princípios de respeito à dignidade da pessoa humana, preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem, bem como da presunção de inocência das pessoas. As normas internas, embora não raro sejam ignoradas, proíbem a exposição da imagem e divulgação de nomes de presos e indiciados, sob pena de responsabilização disciplinar.

A prática se mostrava ainda mais temerária porque, além dos dispositivos constitucionais, a própria Advocacia Geral da União, através de pareceres vinculantes, a desaconselhava. Os pareceres da AGU GQ-12, GQ-35, GQ-37 e GQ-100, aprovados pela Presidência da República e publicados no Diário Oficial da União, a partir de 1994, já apontavam a desnecessidade de se consignar, no ato de instauração de PAD, os ilícitos disciplinares e correspondentes dispositivos legais, bem como possíveis autores, alertando que tais medidas não eram recomendáveis. A PF era o único órgão do Poder Executivo Federal que, há quase 20 anos, vinha descumprindo a recomendação da AGU.

Este mesmo entendimento também tem prevalecido na jurisprudência, na análise de Mandados de Segurança, inclusive pelo Superior Tribunal de Justiça. Diversos estudiosos do direito administrativo disciplinar também têm recomendado que a portaria inaugural do PAD apenas faça menção ao número do processo ou do protocolo do documento que ensejou sua abertura e omita a especificação das supostas irregularidade, bem como da autoria e enquadramento legal.

O “Manual de Processo Administrativo Disciplinar”, disponibilizado pela Controladoria-Geral da União, a partir de 2007, também já apontava os inconvenientes da indicação do nome do servidor acusado, dos supostos ilícitos e seu enquadramento legal, na portaria inaugural do processo disciplinar. O manual destaca trecho do Parecer AGU GQ-100, de 16/02/1996, que é claro quanto ao procedimento, também aplicável no âmbito da PF: “Ao contrário de configurar qualquer prejuízo à defesa, tais lacunas na portaria preservam a integridade do servidor envolvido e obstam que os trabalhos da comissão sofram influências ou seja alegada a presunção de culpabilidade”.

No ano passado, a Justiça Federal no Rio de Janeiro acatou o pedido de um delegado da PF e condenou a União ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da retirada de seu nome dos atos que tornaram pública a instauração de PAD. Na sentença, o juiz concluiu que a honra profissional do servidor foi atingida, como a de todos os demais que figuram em portarias similares. O magistrado registrou que a superintendência da PF no Rio de Janeiro insistia na praxe sob a alegação de cumprir o regime disciplinar dos policiais federais (a Lei 4.878/1965), ao nominá-los como acusados em PADs, principalmente, como no caso julgado, quando o suposto infrator é absolvido ou a administração não consegue provar sua culpabilidade funcional.

A decisão judicial abriu precedente para dezenas de ações judiciais similares, por parte dos servidores que tiveram seus nomes publicados indevidamente, já que a prática era adotada em todas as unidades da PF, não apenas no Rio. Com a intenção de corrigir o equívoco, a tardia instrução normativa, editada após a decisão judicial que condenou a praxe, se tornou um argumento adicional para os que tiveram seus nomes expostos, contrariando recomendação da própria AGU e CGU. Resta saber se essa conta será bancada apenas pelo “cofre da Viúva” (na expressão do jornalista Élio Gaspari) ou se será dividida, em ações regressivas, com os que — de forma inexplicável e inconsequente — deram causa ou contribuíram para manter procedimentos que podem implicar prejuízos milionários à União.
Josias Fernandes Alves é agente de Polícia Federal, formado em Direito e Jornalismo

Revista Consultor Jurídico, 28 de fevereiro de 2014

Vazamento de plano de fuga gera crise entre secretarias de SP 30

MARIO CESAR CARVALHO
FOLHA DE SÃO PAULO

28/02/2014 03h30

O vazamento da operação de resgate de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe da facção criminosa PCC, abalou as relações entre as secretarias da Segurança e da Administração Penitenciária do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Uma culpa a outra como responsável pela divulgação do plano pelo SBT e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

Com a publicidade do plano, fugiram os seis investigados que usariam dois helicópteros e um avião para tirar Marcola do presídio em Presidente Venceslau. Acabou ficando comprometida uma investigação conjunta de 13 meses, pelo menos.

A Secretaria da Administração Penitenciária ficou enfurecida com o vazamento porque foi ela que descobriu o plano de resgate ao interceptar uma conversa de Claudio Barbará da Silva com sua mulher dentro do presídio de Presidente Venceslau, em 6 de janeiro de 2013.

Barbará contou à mulher que o PCC treinava três integrantes da facção para pilotar helicópteros.

A descoberta foi feita por meio de escuta ambiental, um método novo nesse tipo de investigação, não por meio de gravação de conversa telefônica, segundo a Folha apurou. A escuta ambiental usava gravadores minúsculos para captar conversas.

O governador Geraldo Alckmin ficou irritado com o vazamento porque tinha planos de prender os envolvidos no resgate e utilizar o caso como trunfo eleitoral.

“Lamentavelmente o caso acabou vazando”, disse. Depois, elogiou a polícia: “São Paulo não retroage, não se intimida. É a maior polícia do Brasil, a mais preparada”.

Alckmin recebeu o primeiro relatório sobre o plano de resgate há 20 dias e tratava o caso com extremo sigilo.

O estremecimento entre as secretarias só acentua uma desconfiança que já havia entre o titular da Segurança Pública, Fernando Grella, e seu par na Administração Penitenciária, Lourival Gomes.

Gomes é ligado ao ex-secretário de Segurança Antônio Ferreira Pinto, que, após a saída do cargo, em novembro de 2012, se tornou um dos maiores críticos da política contra a violência adotada por Geraldo Alckmin.

Ferreira Pinto disse em entrevista ao “Valor Econômico”, em outubro de 2013, que Alckmin “está aproveitando para colher dividendos políticos” ao divulgar que o PCC tinha um plano para matá-lo.

Ele disse que esse tipo de ameaça era “fanfarronice”.

Pré-candidato a deputado federal pelo PMDB, Ferreira Pinto tornou-se assessor para assuntos de segurança da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). O presidente da Fiesp, Paulo Skaff, é pré-candidato a governador pelo mesmo PMDB.

Grella negou à Folha que houvesse alguma crise com a Administração Penitenciária.

A prova das boas relações, segundo ele, é que os dois secretários assinariam o pedido à Justiça para que os chefes do PCC sejam transferidos para o isolamento.

Questionada pela reportagem, a Secretaria da Administração Penitenciária não quis se pronunciar.

Ferreira Pinto disse ter tomado conhecimento do plano pela imprensa.

Colaboraram DANIELA LIMAREYNALDO TUROLLO JR. e ARTUR RODRIGUES

Alckmin confirma plano para resgatar Marcola e diz confiar no trabalho da polícia 19

FOLHA DE SÃO PAULO

27/02/2014 11h44

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista à rádio Jovem Pan, que a polícia descobriu o plano da facção PCC (Primeiro Comando da Capital) para resgatar a prisão de seu principal chefe, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros três detentos da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (a 611 km de SP).

Segundo o governador, ‘lamentavelmente o caso acabou vazando’ para a imprensa. Ele disse ainda que está confiante no trabalho da polícia para que o resgate não ocorra.

“Primeiro o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida. É a maior polícia do Brasil, mais preparada. Segundo em relação a esse caso [o plano de fuga], a polícia investigou e, lamentavelmente, isso acabou vazando. Mas a polícia está toda preparada e nós temos um esforço grande nesse trabalho”, disse o governador.

Alckmin não deu mais detalhes sobre como e quando seria a ação dos criminosos. O plano inclui a utilização de dois helicópteros blindados camuflados com adesivos da Polícia Militar, para retirar os criminosos do presídio, e um avião para a fuga do grupo para uma fazenda no Paraguai, passando primeiro pelo Paraná.

Por ter o nome envolvido no plano de fuga, a Justiça de São Paulo deve julgar nos próximos dias um pedido para que Marcola seja transferido para o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), que prevê isolamento do preso 22 horas por dia.

Outros chefes da facção presos também podem ser transferidos para o regime.

Folha apurou que o vazamento do relatório sobre o plano de fuga, considerado extremamente sigiloso, gerou mal-estar na cúpula da secretaria da Segurança. A avaliação é que agora será difícil prender os envolvidos.

Uma possibilidade aventada é que as informações tenham sido vazadas por integrantes de gestões anteriores.

PCC – ‘Daqui a uns dias, ou vamos estar mortos ou vamos estar na rua’ 47

.27 Fev 2014

Interceptações mostram ânimo do sequestrador Bin Laden, um dos presos da facção em Presidente Venceslau

Um telefonema do dia 2 deste mês mostra o ânimo dos bandidos do PCC: “Daqui uns dias não vai ter jeito. Ou nós vamos estar mortos ou vamos estar na rua ou vamos estar no BIG (o presídio deRegimeDisciplinar Diferenciado de Presidente Bernardes)”. A frase é de umdos maiores sequestradores do Estado: Célio Marcelo da Silva, o Bin Laden. Ele, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros dois presos do PCC poderiam ser resgatados a qualquer momento da prisão.

Em 6 de janeiro de 2013,o criminoso Cláudio Barbará da Silva teve um telefonema interceptado pela inteligência policial na qual ele comentou que a facção tinha a intenção de comprar uma aeronave e blindá-la. Contou ainda a um comparsa quea organização estavapreparando um piloto e um copiloto para executar amissão. Barbará seria outro a ser resgatado da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Ele é homem do segundo escalão do PCC.

Em 9 de fevereiro de 2013, Barbará fez uma nova ligação. Conversou com um bandido e disse que um comparsa estava montando o campo de treinamento no Paraguai para cumprir a missão. Em maio, aparece nas investigações o nome de Elaine Luchetti, a Jordana, mulher de Barbará. Ela serviria de intermediária, informando ao marido o andamento do plano. Na época, o PCC estava com dificuldade para treinar pilotos em função da diferença entre os modelos de aeronaves.

No dia 27 de maio, os policiais identificaram Márcio Rogério da Silva como um dos suspeitos de fazer aulas de pilotagem de helicóptero a pedido da facção. Ele moraria em Jundiaí e seria irmão de Bin Laden. Márcio Rogério também teria feito aprendizagem em um Esquilo.

As aulas teriam sido dadas na Escola de Aviação JR Helicópteros, no Campo de Marte. Durante o planejamento da facção, os criminosos estudaram montar uma base em Guaíra, no Paraná, mas desistiram porque o lugar era muito longe de Presidente Venceslau, em São Paulo, onde a cúpula da facção está detida.

Boeing. Em 27 de julho, Barbará mandou pelo telefone um comparsa identificar uma pista de pouso em Mato Grosso do Sul que tivesse capacidade para pousar um Boeing737. Acharam uma pista mantida por uma unidade do frigorífico Marfrig, em Bataguaçu (MS), às margens do km 35 da Rodovia BR-267. A pista tem 1.200 metros de extensão por 18 metros de largura. Ali seria feita uma simulação da operação.

Em 22 de outubro de 2013, os policiais interceptaram um telefonema de Márcio Geraldo Alves Ferreira, o Buda. Em 18 de novembro, ele foi, segundo a polícia, até Porto Rico – onde alugou a casa que seria o quartel-general da operação de resgate. / M.G.

As novas ordens do crime surgiram depois de a defesa de Marcola ter acesso aos detalhes da megainvestigação realizada por três anos contra o crime organizado – e também revelada pelo Estado no dia 11 de outubro.

Grande parte do mapeamento foi feita com a colaboração de PMs. As orientações saíram por meio de telefonemas dados pelos líderes que estão na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no oeste paulista. “O clima é muito tenso na região. Eles estão transmitindo as ordens pelos celulares porque querem que a gente saiba”, afirmou à épocaum dos 23 promotores dos Gaecos do Estado que assinaram uma denúncia contra 175 acusados de pertencerem à organização criminosa.

Facção fala em ‘Copa do terror’

27 Fev 2014

PARA LEMBRAR

Como o Estado mostrou em outubro, os bandidos prometem fazer uma “Copa do Mundo do terror”, além de ataques nas eleições. Os planos dos criminosos foram interceptados em telefonemas flagrados pela inteligência da polícia. Eles afirmam que vão fazer uma greve branca nos presídios se a liderança do PCC for transferida para o RDD. Também dizem que, em caso de reação do governo paulista à greve, os filiados nas ruas vão começar a atacar

De tocaia, COE da PM está à espera do bando do PCC…( Tocaia anunciada ? ) 32

De tocaia, elite da PM está à espera do bando

27 Fev 2014

Homens do COE ficam em espreita na mata e são capazes de derrubar até aeronaves

Uma equipe de 15 homens do Comando de Operações Especiais (COE) com seis atiradores de elite está de tocaia na mata ao redor da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no oeste paulista, à espera da tropa do Primeiro Comando da Capital (PCC) que planeja resgatar Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros três líderes da facção. Eles podem até derrubar aeronaves que se aproximarem da prisão.

Os atiradores – chamados de snipers – têm fuzis de calibre 5,56 mm. Eles estariam ainda com um fuzil calibre .50. O armamentoé suficiente para abater o helicóptero que tentar retirar os bandidos da prisão.

Os homens do COE foram deslocados da capital para o interior. Em 2011, quando outra tentativa de resgate de presos foi descoberta, a cúpula da Segurança Pública decidiu então mandar para a cidade os homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), cuja presença ostensiva servia para dissuadir ações dos criminosos na região.

Hoje, a cúpula da Segurança deveria se reunir para analisar a situação. Participariam do encontro os secretários da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, e da Administração Penitenciária, Lourival Gomes. Também deveriam estar presentes o comandante-geral da PM, coronel Benedito Roberto Meira, o delegado-geral da Polícia Civil, Maurício Blazeck, e o diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Wagner Giudice.

Eles decidiriam quais os próximos passos da polícia para tentar desarticular o plano dos criminosos. Uma das medidas possíveis seria pedir à Justiça o isolamento de Marcola e dos demais envolvidos no plano de fuga no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), da Penitenciária de Presidente Bernardes. Umdos problemas enfrentados pelos envolvidos na investigação é o risco de o PCC tentar usar no resgate pilotos de helicóptero sequestrados em São Paulo ou em Curitiba. Essa alternativa foi identificada pelos integrantes da inteligência policial durante as interceptações telefônicas.

No começo de seu planejamento, a organização criminosa havia optado por treinar três de seus integrantes, financiando um curso de pilotagem de helicóptero para seus soldados. Mas os criminosos enfrentaram alguns contratempos, como a dificuldade de aprender a pilotar diferentes aeronaves e a prisãodo professor que ensinava seus homens no Campo de Marte. Assim, a facção começou a cogitar a usar pilotos sequestrados na ação, que seriam feitos reféns e obrigados a levar a tropa de assalto da facção até o presídio, no interior.

Um desses voos foi fotografado pelos agentes da polícia em 29 de novembro do ano passado. O suspeito Marcio Geraldo AlvesFerreira, o Buda, foi quem contratou o voo panorâmico em São Paulo para testar o esquema – ele fez isso duas vezes, segundo a polícia, naquele mês.

No dia 6 deste mês, por exemplo, os criminosos agendaram mais um voo de helicóptero para testar o esquema. O serviço foi feito por uma mulher. No dia 8, outro helicóptero foi alugado para simular voos até as cidades de Porto Rico e de Loanda, ambas na região de Maringá, no interior do Paraná. Um inquérito foi aberto pelo Deic sobre o caso. / MARCELO GODOY

PCC tem plano para resgatar Marcola em helicóptero camuflado de Águia da PM 22

 

27 Fev 2014

 

O ESTADÃO

 

 

Crime organizado. Bandidos montaram base em Porto Rico, no norte do Paraná, de onde deflagrariam operação para tirar outros três líderes da Penitenciária de Presidente Venceslau, no oeste paulista; bando pretende usar ainda metralhadora e avião

Marcelo Godoy

 

 

Um avião Cessna 510, um helicóptero Bell e um Esquilo blindado e com as cores da Polícia Militar armado com uma metralhadora calibre .30. Esses são alguns dos equipamentos que o Primeiro Comando da Capital (PCC) está reunindo para o mais audacioso plano de fuga montado pela facção: o resgate de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros três líderes, obtido pelo Estado e revelado no estadao.com.br. Para a polícia, a tentativa de resgate pode ocorrer a qualquer momento.

 

As informações estão em um relatório sigiloso preparadopela inteligência das Polícias Civil e Militar e pelo Ministério Público Estadual (MPE) em mãos da Justiça paulista. Para que o plano dê certo, três integrantes da facção tiveram aulas de voo em 2013 no Campo de Marte, na zona norte da capital. O professor dos bandidos foi, segundo o relatório, Alexandre José de Oliveira Junior, copiloto do helicóptero do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG).

 

Oliveira Junior foi preso em 25 de novembro do ano passado no Espírito Santo pela Polícia Federal quando descarregava 450 quilos de cocaína de um helicóptero – a aeronave pertencia ao deputado. A facção começou seu plano em janeiro do ano passado (leia mais na página A19). Os bandidos montaram uma base em Porto Rico, no Paraná. De lá, iriam de carro até o Aeroporto de Loanda, também no Paraná, que seria o ponto central do plano.

 

Aeronaves compradas em São Paulo ou sequestradas pousariam em Loanda, na região de Maringá, onde carregariam a tropa de assalto do PCC. Seriam dois helicópteros – o Esquilo é o modelo usado pela PM. A intenção dos bandidos era camuflá-lo para que policiais que guardam amuralha da Penitenciária-2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, o confundissem com uma helicóptero Águia.

 

A outra aeronave carregaria a metralhadora e daria proteção ao Esquilo. Durante a aproximação, Marcola, Claudio Barbará da Silva, Célio Marcelo da Silva, o Bin Laden, e Luiz Eduardo MarcondesMachado, o Du Bela Vista, sairiam de suas celas em direção ao pátio interno. As grades delas já estão serradas e camufladas. Os quatro bandidos subiriam em um cesto blindado, preso ao helicóptero.

 

Norambuena. O plano é semelhante ao executado em 30 de dezembro de 1996 pela Frente Patriótica Manoel Rodriguez (FPMR) para resgatar quatro de seus líderes detidos no CAS (Cárcere de Alta Segurança), em Santiago, no Chile. A ação tirou da cadeia, entre outros, Maurício Hernandez Norambuena, o chefe da FPMR, que seis anos mais tarde seria preso em Serra Negra, no interior de SãoPaulo, quando liderava o sequestro do publicitário Washington Olivetto.

 

Do Aeroporto de Loanda, os quatro criminosos do PCC seriam levados para fora do País, provavelmente em um Cessna 510. O destino seria o Paraguai, onde seriam aguardados por Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, que gerenciaria o tráfico de drogas para Marcola.

 

Só em dois voos feitos com aeronaves para testes do plano de resgate, a facção teria gasto, na primeira semana deste mês, R$ 35 mil. No dia 14, policiais do Paraná informaram aos colegas paulistas que haviam identificado um Cessna 510 que havia pousado em Loanda. A suspeita é de que ele seria usado. Eles não conseguiram, entretanto, o registro de um helicóptero usado nos voos de teste do PCC.

 

O atual plano substituiu outro, detectado em 2011 e 2012 em escutas telefônicas, conhecido como Cachorro Quente. Naquela época, o objetivo era fugir pelo solo. Para tanto, o PCC montou umarsenal com fuzis e pretendia sequestrar funcionários para ter acesso ao presídio.

Títulos e condecorações : Decreto oficializa a medalha da “Ordem do Mérito Polícia Judiciária” 61

A honraria da Polícia Civil de São Paulo é constituída de seis graus. O delegado geral será o Grão-Mestre da Ordem

 Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (26) o Decreto nº 60.174 que oficializa a “Ordem do Mérito Polícia Judiciária” instituída pela Polícia Civil do Estado de São Paulo.

A honraria tem por objetivo galardoar personalidades civis e militares, instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, que por seus méritos e relevantes serviços prestados à cultura jurídica, que merecem especial distinção, bem como aqueles que tenham contribuído de algum modo, com o ciclo da persecução penal no sistema de Polícia Judiciária, atuando direta ou indiretamente para a elevação do nome da Polícia Civil Bandeirante.

“Ordem do Mérito Polícia Judiciária” é constituída de seis graus:

I – Grão-Colar;

II – Grã-Cruz;

III- Grande Oficial;

IV – Comendador;

V – Oficial;

VI – Cavaleiro.

O Delegado Geral de Polícia será o Grão-Mestre da Ordem, competindo-lhe nessa qualidade, proceder as admissões para a Ordem, promoções e exclusões de seus membros, na forma estabelecida por este regulamento e sua insígnia será a Grão-Colar, que conservará.


Wilson Elias

 

Paco De Lucia( 21/12/47 – 26/02/2014 ) & Al Di Meola The Reunion “Mediterranean Sundance” 20

Morre Paco de Lucía, símbolo da renovação e difusão do flamenco
pacodeluciadiv
Paco de Lúcia morreu aos 66 anos
Foto: Divulgação

Paco de Lucía, violonista de flamenco, morreu nesta quarta-feira (26) em Cancún, no México, aos 66 anos de idade. Símbolo da renovação e difusão mundial do flamenco, ele conquistou diversos prêmios.

O músico teria sofrido um infarto enquanto brincava com seus filhos na praia. Em novembro do ano passado, ele esteve no Brasil, após 16 anos, para uma turnê pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Francisco Sánchez Gómez, de nome artístico Paco de Lucía, introduziu ao flamenco, ao longo de sua carreira, ritmos como o jazz, a bossa nova e, inclusive, a música clássica.

Discípulo de Niño Ricardo e de Sabicas, e respeitado por músicos de jazz, rock e blues por seu estilo próprio, alcançou, entre outros muitos reconhecimentos, um Grammy para o melhor álbum de flamenco em 2004; o Prêmio Nacional de Guitarra de Arte Flamenco; a Medalha de Ouro ao Mérito das Belas Artes em 1992; o Prêmio Pastora Pavón La Niña de los Peines de 2002; e o Prêmio Honorário da Música de 2002.

Nascido em 21 de dezembro de 1947 na cidade de Algeciras com o nome de Francisco Sánchez Gómez, aos sete anos pegou pela primeira vez um violão pelas mãos de seu pai e, depois, de seu irmão mais velho.

Por sua mãe portuguesa ficou conhecido como “Paco, o de Lucía”, ao identificar, assim como na Andaluzia, o filho com o nome da mãe, Lucía Gomes.

Com 12 anos formou o dueto Los Chiquitos de Algeciras com seu irmão Pepe nos vocais. O grupo fez sucesso em 1961 em um concurso de Jerez e com o qual gravou seu primeiro disco.

Contratado pelo bailarino José Greco em 1960 como terceiro violonista da Companhia do Balé Clássico Espanhol, fez sua primeira turnê pelos Estados Unidos, e depois foi o segundo violonista e viajou por meio mundo. Foi aí que conheceu os músicos Sabicas e Mario Escudero, que o incentivaram a compor suas próprias músicas.

Aos 17 anos entrou para um grupo financiado pelos representantes alemães Horst Lippmann e Fritz Rau para seu espetáculo Festival Flamenco Gitano, com o qual percorreu a Europa e no qual figuravam Camarón, El Lebrijano, El Farruco e Juan Moya.

Acompanhado com frequência por seus irmãos Ramón de Algeciras e Pepe de Lucía, gravou seus primeiros discos solo em meados dos anos 1960: La Fabulosa Guitarra de Paco de Lucía (1967) e Fantasía Flamenca (1969).

Sua consagração chegou nos anos 1970, com memoráveis atuações no Palau de Barcelona, no Teatro Real e no Teatro Monumental de Madri, e sua primeira gravação ao vivo Paco en vivo desde el Teatro Real, lhe rendeu seu primeiro disco de Ouro.

Foi em Madri que surgiu a mítica dupla El Camarón-De Lucía, tão virtuosa e purista como renovadora do flamenco e que se traduziu em mais de dez discos de estúdio, como El Duende Flamenco (1972) e Fuente y Caudal (1973).

Ganhou o Prêmio Castillete de Oro del Festival de Las Minas em 1975; single de ouro em 1976 por sua magnífica rumba Entre dos Águas e disco de ouro em 1976 por Fuente y Caudal.

No final dos anos 1970, ganhou muita popularidade fora da Espanha por seus trabalhos com os guitarristas John McLaughlin, Al Di Meola e Larry Coryell.

Fundou em 1981 seu “Sexteto”, com Ramón de Algeciras (segundo violão), Pepe de Lucía (vocais e palmas), Jorge Pardo (saxofone e flauta), Rubén Dantas (percussão) e Carles Benavent (baixo), o que lhe permitiu criar o conceito atual de grupo de flamenco.

Colaborou no disco Potro de Rabia y Miel de seu grande amigo Camarón, e a morte deste, em 1992, o fez cancelar suas apresentações por todo o mundo durante quase um ano. Inclusive pensou em se aposentar, retornando um ano depois aos palcos com uma nova turnê europeia, na qual fez 40 apresentações nos EUA e gravou Live in America.

Entre seus discos estão Fantasía Flamenca, Recital de Guitarra, El Duende Flamenco de Paco de Lucía, Almoraima, Solo Quiero Caminar, Paco de Lucía en Moscú, Zyryab, Siroco e Lucía (1998).

Após um hiato de cinco anos, em 2004 gravou Cositas Buenas, considerado pela crítica uma “obra prima”, com oito temas inéditos, acompanhado pelo violão de Tomatito e a voz recuperada de Camarón, e que lhe rendeu o Grammy Latino de melhor álbum de flamenco.

Um ano antes, lançou sua primeira coletânea, Paco de Lucía Por Descubrir, com seus trabalhos de 1964 a 1998.

No dia 29 de junho de 2010 ofereceu um magnífico concerto para 2,5 mil espectadores que se reuniram na Puerta del Ángel de Madri.

Em 2011, participou em um disco de flamenco tradicional do músico Miguel Poveda.

Tornou-se Doutor Honoris Causa pela Universidade de Cádiz e pelo Berklee College of Music de Boston (EUA, 2010).

O músico estava estabelecido em Toledo e passava temporadas em Cancún, onde praticava pesca submarina. Teve três filhos, frutos de seu primeiro casamento em 1977 com Casilda Varela em Amsterdã: Casilda, Lucía e Francisco

Prisão em flagrante sem perseguição e sem apreensão de elementos de prova…Já que não houve má-fé, o delegado carioca deve voltar pra escola: É BURRO MESMO! 42

Após ator ser confundido com ladrão por vítima, corregedoria apura possível falha da Polícia Civil

Após 15 dias preso, Vinícius Romão deve deixar presídio nesta quarta-feira (26)

Do R7

Romão foi preso em 10 de fevereiro ao ser confundido com ladrão
Reprodução / Facebook

A Corregedoria da Polícia Civil apura se houve falha do delegado que estava de plantão no dia 10 de fevereiro na Delegacia do Engenho Novo (25ª DP), quando o ator Vinícius Romão teve a prisão decretada ao ser apontado pela copeira Dalva da Costa como responsável por roubar a bolsa dela.

A vítima do assalto prestou novo depoimento nesta terça (25), 15 dias após a prisão, e alegou que se confundiu ao denunciar o rapaz.

A Justiça decretou a liberdade provisória dele ainda na terça, mas trâmites burocráticos adiaram para esta quarta (26) a saída do jovem do presídio Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

O delegado de plantão no dia da prisão não teria seguido as normas do código de processo penal, que determina que o reconhecimento de um suspeito deve ser feito com outras pessoas com características semelhantes, lado a lado.

Em entrevista à Rede Record, o delegado titular da Delegacia do Engenho Novo (25ª DP) acha que não houve erro ou “má fé” do delegado de plantão, já que havia a denúncia da vítima e de uma testemunha, um policial militar, de que Romão tinha sido o autor do roubo.

Entenda o caso

Romão foi detido na rua no último dia 10 ao voltar do Norte Shopping, onde trabalha como vendedor. De acordo com os amigos e com o pai do jovem, ele foi confundido com um assaltante por ter características físicas (negro e com cabelo black power) semelhantes ao do suspeito. A vítima, uma funcionária do Hospital Pasteur, teria reconhecido o ator como o criminoso, apesar de a bolsa dela não ter sido encontrada com Romão.

O pai dele, o tenente-coronel da reserva do Exército Jair Romão, de 64 anos, criticou a atuação da polícia. Ele tenta há dias visitar o filho na prisão.

— Meu filho foi completamente injustiçado, principalmente pelos policiais, que não apuraram nada. Só chegaram para a moça assaltada e disseram: ‘Foi ele, não foi?’ Ela acabou confirmando. Era apenas a palavra dela.

Campanha no Facebook

Jair contou que, depois da novela Lado a Lado, da Rede Globo, o filho passou a trabalhar como vendedor no Norte Shopping. Ele saiu da loja Toulon depois das 22h, na segunda-feira, dia 10, e caminhava para casa, a cerca de 20 minutos dali. Quando estava sobre o viaduto de Todos os Santos, foi abordado por PMs, que ordenaram que ele deitasse no chão.

Nas redes sociais, amigos trocaram suas fotos de perfil pela de Vinícius. “Em pleno País da Copa do Mundo, preconceito racial é inaceitável. Meu amigo está preso por possuir a cor da pele semelhante à de um assaltante. Vinícius Romão, estamos todos com você”, escreveu Monique Pereira.

O advogado Rubens Nogueira de Abreu, que defende Vinícius, pediu à Justiça a liberdade provisória do ator e requisitou que as imagens de prédios vizinhos ao hospital sejam analisadas.

— Testemunhas disseram que o assaltante era um cracudo [viciado em crack], sem camisa, que carregava um saco. O que aconteceu foi uma barbaridade, um reconhecimento absolutamente inoportuno, com a vítima sob forte emoção. Com certeza, a prisão do Vinícius foi motivada por preconceito.

——————————————

Tá na cara que a vítima foi induzida a reconhecer o inocente:

Policial: FOI ESSE NEGÃO AQUI, NÃO FOI ?

Vítima: Foi sim doutor , esse mesmo que o senhor tá dizendo!

Felões da PF fazem paralisação por 100% de reajuste 46

Agentes da PF fazem paralisação de 48 horas

26 Fev 2014

Reivindicação é de 100% de reajuste; houve protesto no ministério da justiça

Jailton de Carvalho

Brasília

AGENTES, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal iniciaram uma paralisação de 48 horas em mais um protesto por reajuste salarial. Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a paralisação teve adesão de pelo menos sete mil policiais nos 26 estados e no Distrito Federal. Em Brasília, 300 policiais fizeram cortejo em volta do Ministério da Justiça para simular o enterro da segurança pública do país. Os policiais reivindicam 100% de reajuste.

A direção da PF não quis comentar a paralisação. Mas, segundo um dos auxiliares do diretor Leandro Daiello, o protesto não teve a adesão majoritária de policiais divulgada pela Fenapef.

A paralisação termina hoje com ou sem resultado favorável nas negociações. Mas, segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal, Flávio Werneck, se não tiverem as reivindicações atendidas, agentes, escrivães e papiloscopistas voltarão a cruzar os braços no próximo mês, desta vez por tempo indeterminado. Os protestos podem repercutir sobre a estrutura de segurança que está sendo preparada para a Copa.

Depois do enterro simbólico, com caixões e carro funerário, uma comissão de policiais foi chamada para conversar com Marcelo Veiga, chefe de gabinete do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O governo oferece, desde ano passado, reajuste de 15,8% em parcelas. Mas a proposta foi rejeitada várias vezes por assembleias sindicais. Os policiais querem reajuste de 100%, o que igualaria as faixas salariais às de outras carreiras de Estado.

Agentes, escrivães e papiloscopistas estão em guerra contra supostos privilégios de delegados e reivindicam ampla reestruturação da carreira. Veiga ouviu as queixas dos policiais e se comprometeu a levá-las ao Planejamento. Hoje, líderes sindicais e representantes do governo devem voltar a se reunir.

- Mas não vejo grandes perspectivas. Estamos negociando há cinco anos e não tivemos solução.Não acho que o problema vai ser resolvido em conversa tão rápida – disse o presidente da Fenapef, Jones Leal.

O FLIT quer saber: o Dr. Ruy Ferraz Fontes voltou ao DEIC para defender interesses coletivos ou para atender interesses de “Banqueiros ” ? 84

medalhatiradentes

RECORDANDO O CESTO DAS MAÇÃS :

 

agência do itaú 13/09/2011 22h51

Roubo milionário causa mal-estar na Polícia Civil

Investigação paralela pode ter causado demora no início das apurações sobre o assalto no Deic

Plínio Delphino
DIÁRIO SP
Compartilhe

O assalto milionário à agência do Banco Itaú da Avenida Paulista, um dos maiores do país, gerou crise na Polícia Civil. Representantes da segurança do banco estiveram no Deic (Departamento de Investigações Contra o Crime Organizado) e relataram que um grupo de policiais já estava investigando o roubo. Tratava-se do delegado Rui Ferraz Fontes, titular do 69º DP (Teotônio Vilela), na Zona Leste da capital. O policial foi titular da delegacia de Roubo a Banco do Deic e um dos principais homens a investigar o crime organizado e a maior facção criminosa de São Paulo.De acordo com o delegado-geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima, Fontes instaurou inquérito de formação de quadrilha porque recebeu uma denúncia anônima sobre possível autoria do crime. “Eu parto do princípio que ele (o delegado Rui) agiu de boa-fé. Se futuramente se comprovar o contrário, tomaremos as medidas necessárias”, afirmou. 

O Deic garante que não foi informado sobre uma investigação paralela, que teria começado no último dia 6, e que, inicialmente, representantes da empresa de segurança não comunicaram a gravidade do fato ao departamento porque o caso já estaria sendo apurado.

O crime foi cometido às 23h50 do dia 27 de agosto. Cerca de 12 homens vestidos com jalecos de prestadores de serviço, invadiram  a agência, dominaram dois vigilantes e permaneceram cerca de dez horas no local. Arrombaram 171 cofres e levaram joias raras, coleções de relógios de luxo e dinheiro  de 138 deles. Por volta das 9h40 do dia 28, fugiram. A PM foi avisada e o caso foi registrado no 78º DP (Jardins).

Secretário da Segurança ficou sabendo pela TV
O secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, garantiu que os procedimentos tomados no 78º DP foram corretos. “Houve falha e não foi de lá”, disse em entrevista no QG da Polícia Militar na quinta-feira, durante evento, colocando o lapso de uma semana para início das investigações sob responsabilidade do Deic.

O diretor do Deic, Nelson Silveira Guimarães, enviou mensagem ao delegado-geral,  colocando-se à disposição para esclarecimentos. Até então, o caso não havia sido dimensionado como deveria e o próprio secretário garantiu que soube do assalto pela TV.  Além do Deic, o Decap Departamento de Polícia Judiciária da Capital) e  a secretaria receberam comunicado sobre o crime.

O chefe da polícia, Marcos Carneiro, convocou reunião e determinou que o Deic fosse informado de todas as investigações.  Fontes teria recebido antes as melhores fotos e depoimentos. O DIÁRIO não conseguiu ouvi-lo.

 

João Alkimin: indigência da Polícia Civil 14

  1. febrabanÉ o fim do mundo, o Investigador de Policia do GARRA DEIC Alexandre que esteve na operação que desbaratou a quadrilha de roubos de caixas eletrônicos foi ferido com um tiro de fuzil no braço direito tendo corrido o risco de ter o braço amputado , estando no momento internado recebeu a visita do Governador que diga-se de passagem não fez nada mais que sua obrigação , mas o Delegado Geral e o Secre…tario de Segurança Publica ate agora não deram o ar de sua graça . Quem não tem sensibilidade para visitar um integrante da própria tropa ferido no cumprimento do dever não merece estar nos cargos que estão pois demostra de forma inequívoca que os Policiais estão abandonados , sem apoio ou reconhecimento , vergonhosa também a indigência da Policia Civil e incompetência da chamada Administração Superior pois permitir-se que não aja combustível para abastecimento das viaturas e manter-se o Diretor DAP chega as raias da prevaricação, mas o racionamento não e para todos, a DGP continua enchendo os tanques das viaturas de representação normalmente.


João Alkimin

————————————

( Flit:  Quem será que pagou o combustível para a operação em Minas Gerais ? )

 

MERCENARISMO POLICIAL – DEIC de São Paulo coadjuva operação milicianesca a soldo da FEBRABAN…Deixaram que os ladrões iniciassem a execução do assalto sequencial com o fim de executá-los sumariamente …Resultado: um inocente morto! 50

Refém está entre mortos após roubo a banco em Minas, diz delegado

DHIEGO MAIA
DE SÃO PAULO

24/02/2014 23h00

Uma das nove pessoas mortas em confronto com policiais civis, no último sábado (22), em Itamonte (sul de Minas Gerais), não integrava a quadrilha de assaltantes a bancos.

Investigação da Polícia Civil apontou nesta segunda-feira (24), que o professor Silmar Madeira, 31 – morto com um tiro nas costas -, foi feito refém durante a fuga de parte da quadrilha.

Fortemente armada, a quadrilha – composta por 15 suspeitos – pretendia explodir caixas eletrônicos de bancos da cidade mineira. O grupo acabou surpreendido por policiais –a operação envolveu 40 policiais civis de Minas e 40 de São Paulo.

Um caixa eletrônico chegou a ser explodido, e o dinheiro que estava no equipamento bancário roubado pelo grupo.

De acordo com Ruy Ferraz, delegado-titular de crimes contra o patrimônio, do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), de São Paulo, o professor foi feito refém por dois suspeitos que conseguiram fugir a pé do cerco da polícia.

“O professor deixava a casa da namorada em um veículo por volta das 2h15. A residência fica próxima de uma das agências bancárias atingidas. Os bandidos o renderam e o forçaram a dirigir para fora da cidade”, informou Ferraz.

Henrique Costa/Sigmapress/Folhapress
Policiais no centro de Itamonte (no sul de MG) trocam tiros com quadrilha de rouba a bancos; ação terminou com nove suspeitos mortos
Policiais no centro de Itamonte (no sul de MG) trocaram tiros com quadrilha de rouba a bancos

Para impedir a fuga dos suspeitos, a polícia montou uma barreira com uma carreta atravessada no meio da rodovia BR-354, na saída de Itamonte.

No local, segundo Ferraz, houve troca de tiros entre policiais e os suspeitos que faziam Silmar refém.

“Os policiais conseguiram acertar um dos criminosos que tinha ‘maior poder de fogo’. O outro suspeito e o professor saíram do veículo. No tiroteio, eles acabaram sendo atingidos e mortos ali mesmo”, explicou o delegado.

Além dos suspeitos e do professor mortos, um investigador do Deic acabou ferido no local.

Apenas perícia deverá apontar se o tiro que matou o professor foi disparado pelos criminosos ou saiu de uma arma dos policiais.

“Até então, não sabíamos que Silmar era vítima. Lamentamos muito”, afirmou o delegado.

Além dos suspeitos mortos durante o certo, cinco foram presos e um ainda está foragido.

INVESTIGAÇÃO

As investigações sobre o caso estão sob responsabilidade das Polícias Civis de Minas Gerais e São Paulo. Isso porque a quadrilha agia nos dois Estados.

Os criminosos estavam sendo monitorados pela polícia havia oito meses.

Ainda de acordo com a polícia, o que se sabe até agora é que a quadrilha tinha habilidade e treinamento para explodir caixas eletrônicos.

“Eles utilizavam uma comunicação perfeita”, disse Ferraz.

Há três meses, caixas eletrônicos de Itamonte foram explodidos.

A polícia quer saber se o grupo desarticulado na mesma região tem participação em outros crimes.

————————————————————–

A OPERAÇÃO POLICIAL FOI UMA GRANDE MERDA…

UM INOCENTE MORREU…NÃO INTERESSA DE QUE ARMA SAIU O TIRO!

QUE SE FODA O DINHEIRO DOS BANCOS! 

Leiam como cães fardados se referem ao delegado agredido e a toda Polícia Civil…Pior: ainda tem quem alise a PM dizendo que a covardia do tenente da ROTA não representa a instituição 79

Snap 2014-02-24 at 08.43.26Enviado em 24/02/2014 as 0:55

COMENTÁRIOS EXTRAÍDOS DO PERFIL DO TENENTE GUILHERME DERRITE. LEIAM E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.!!

to andando e cagando para o delegado !!! não sabe trabalhar !quem dar mole para marginal , marginal é !
Curtir · Responder · 13 · há ± 1 hora · Editado

Euclides Rufino embora a rota mereça todo o nosso respeito e nossos agradecimentos. nao devemos desvalorizar nem menosprezar os policias militares de nossa cidade pq quando ligar 190 serão eles q viram por suas vidas em riscos por nos…..
Curtir · Responder · 7 · há 8 horas

Fernando Canassa delegado vagabundo é foda, ainda tem que chorar pro secretário pq não aguenta… policial civil é uma raça de preguiçoso mesmo, sei como são
Curtir · Responder · 9 · há 8 horas

Rafael Souza esse delegado deve ter envolvimento com o crime com certeza
Curtir · Responder · 4 · há 7 horas

Debora Esteves Briguinha ridícula…tá provado que quem gosta disto é bandido!!!! Enquanto houver estes desentendimentos ridículos quem sai ganhando é a bandidagem!!!
Curtir · Responder · 4 · há 8 horas

Jocafe Magalhaes a policia civil e fraca e não tem mínimo de respeito com a população , quem carrega a carga pesada e a Policia Militar que da total apoio quando discamos 190 ! parabéns a Rota !
Curtir · Responder · 4 · há 8 horas

Rafael Lima Delegado com acerto com ladrão. É pior que o próprio ladrão. A guarnição de Rota deveria ter dado voz de prisão ao Delegado.
Curtir · Responder · 4 · há 8 horas

Marcus Vinicius se for apurar a fundo esse caso….esse delegado estara na rua….ta na cara neh o que aconteceu..
Curtir · Responder · 4 · há 9 horas

Andréa Martines kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk adoroooooo ROTA EU AMO VC kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Curtir · Responder · 6 · há 9 horas

João Paulo Gabriel DeSena Pois, quem já precisou ir a uma delegacia sabe o que o tenente passou.
Curtir · Responder · 3 · há 8 horas

Silvio Bages No mínimo o delegado se sentiu humilhado perante a ação da rota em Rio Claro, fez o que é de obrigação da polícia civil fazer, vai ser só a rota vir embora que tudo vai voltar a normalidade nessa cidade, bandidos na rua, delegado de boa sem esquentar a cabeça c/ investigação, só sombra e água fresca c/ a bunda colada na cadeira.
Curtir · Responder · 3 · há 8 horas

Guilherme Lhul ta certo o tenente mesmo, a PM prende e os delegado soltam, duvido esse soltar alguém denovo heuheuheuheu
Curtir · Responder · 3 · há 8 horas

Fabiano Don Cognolato ROTA chegou e acabou com a Mamata dos Policiais Civis na arrecadação e extorção do dinheiro do Tráfico. Daí o Delegado Aroldo Cesário Diniz quis enfrentar um Oficial de ROTA, ele só esqueceu que não é qualquer um que Enverga e Ostenta um Braçal do Tobias Aguiar no Braço Direito, e o Tenente Costa Lopes mostrou à ele oque quer dizer a Escrita no Pátio principal do Batalhão Tobias Aguiar: “A ROTA É RESERVADA AOS HERÓIS”!!! Esse mês vai ter Policial Civil em Rio Claro pedindo dinheiro emprestado pra Agiota pra pagar suas contas, pois com a ROTA na Cidade, a Corrupção realmente é combatida!!!! **ROTA**
Curtir · Responder · 4 · há 7 horas

Jeremy Pereira Na minha opinião isso chamasse preguiça de executar o serviço, que fora incumbido ao delegado, portanto acredito que se a pessoa não quer fazer seu trabalho pede para deixar o cargo!!! e vai se dedicar a fazer outra coisa …tipo paisagismo !!!!!!
Curtir · Responder · 2 · há 7 horas

Maria Gorete Vanoni Ruggiero Parabéns à ROTA!!! Já que o delegado não cumpriu seu dever então alguém o fez.
Curtir · Responder · 2 · há 7 horas

Rodrigo Ribeiro Delegado pau mandado … desculpe o palavrão … mas a ROTA é FODA … esse batalhão é o MÁXIMO …
Curtir · Responder · 2 · há 8 horas

Eliezer Martins Só assim deixa de ser folgado. rs
Curtir · Responder · 2 · há 8 horas

Fabio Rodrigo de Melo Moro em Rio Claro. As ruas ficaram mais tranquilas com a Rota aqui.
Curtir · Responder · 2 · há 8 horas

Paulo Consul Cada caso é um caso não estava no lugar da ocorrência mas função da Rota era entregar o preso pra autoridade Policial e cabe a ele decidir o que fazer segundo colegas falto autoridade por parte do Delegado citado pois ele deveria ter dado voz de prisão ao tenente por agressão e desacato repito não estava lá pra ver mas na Delegacia quem manda é autoridade Policial nao a Rota e olha que sou fã da Rota mas dessa vez extrapolou
Curtir · Responder · 2 · há 5 horas

Cristian Alvarenga Delegado recebeu dinheiro do fugitivo, como sempre fazendo o melhor para seu bolso.
Curtir · Responder · 2 · há 7 horas

Marcello Medina Infelizmente tem uns delegados que não respeitam os policiais militares, existe até uma reportagem no yuotube q o delegado xinga o PM de lixo, esses são os maus exemplos tinham q ser exonerados do cargo.
Curtir · Responder · 2 · há 7 horas

Erick Tufaniuk A P.M prende e a cilvil solta.
Devia existir so uma.policia no Brasil.
P.M e ponto final.
Curtir · Responder · 2 · há 8 horas

Daniel Belattor Quem solta é a LEI e não a Polícia Civil.
Curtir · 3 · há 8 horas
Eliseu Campos

Sérgio Alexandre o tenente da rota ta certo….foda se o delegado
Curtir · Responder · 1 · há 5 horas

Silvia Correia Bem estranha a atitude desse delegado.
Curtir · Responder · 1 · há 6 horas

Claudiney Antunes Esses “Papa c…, são foda,sabem q ñ tem competência de atuar como a ROTA, e então fazem isso procuram um jeito de prejudica los…
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Nando Henrique Dos Santos A ROTA em pouco tempo, fez mais coisas do que esse delegado q conhece a cidade….não vou defender ninguém, mas ñ é fácil vc trabalhar c/ garra e dedicação, e na hr de apresentar um meliante a autoridade judiciária ocorrer desdéns.
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Fernando Morais Defendendo vagabundo porrada nele também. Parabéns PM . Rotaaaaaaaa!!!
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Fábio Waeteman Fáfa Só digo o seguinte: enquanto tivermos a rota para nos proteger ainda poderemos sonhar com um estado melhor para viver!
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Nilson Machado Esse pessoal da Policia Civil (nem todos claro, mas são uma minoria) mas a maioria, atende mal o cidadão, são mal educados.
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Coutinho Keep Walking Não pode facilitar a vida de vagabundo . O tenente deve ter comido o pão que o capeta amassou pra prender o vagabundo , e o delegado , por sua vez , liberou o individuo rapidamente . Não pode doutor ..
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Adilson Alves Esse delegado deve está de coisinha com esse foragido, de não querer prender ele, não é normal, a Polícia Militar arriscar a vida nas ruas prendendo ladrão e ir para o D.P e o delegado não querer recolher o foragido ou até mesmo o criminoso.
Curtir · Responder · 1 · há 7 horas

Talita Novelli Também já fui muito destratada dentro de uma delegacia, pelo próprio delegado . É revoltante!
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

José Antonio A policia civil não presta só RM Goiás não é no País inteiro. O raça essa . A PM prende e esses preguiçosos não fazem nada. Parabéns Tenente pela iniciativa.
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

Patric Machado Bizerra Mas que tem Delegado folgado e que abusa da autoridade tem e muitos.
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

Vanderson Montanari Esses advogados macunado com Delegado
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

James Okypiter Pereira Falar é fácil !! Fique 12 horas num plantão de delegacia e aí chega a ocorrência quadrada !! Quero ver ter paciência
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

Rogerio Almeida Parabéns a ROTA, sou Fã n• 1 !!!
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

Flávio Smid Puxa saco da rota
Curtir · Responder · 1 · há 8 horas

Marcos Vinicius Era uma,vez um delegado…..
Curtir · Responder · 1 · há 9 horas

Felipe Monteiro A rota, está fazendo um excelente trabalho na cidade de rio claro. E paciência tem limite em relação ao delegado. parabéns pela atitude do oficial da pm…
Curtir · Responder · 2 · há 8 horas

Daniel Roman AQUI E ROTAAAAAAA
Curtir · Responder · 2 · há 9 horas

Sandro Moraes Esse manja dos Paranauê
Curtir · Responder · há 14 minutos

Sandro Moraes Poxa assistindo a um telejornal da Record vi um delegado tentando ofender e rebaixar um sargento que teve o jogo de cintura e colocou o delegado vagal no seu lugar o delegado falou: VC SOLDADO ESTÁ SUBORDINADO A MIM ENTÃO ME RESPEITE o Sgt mais esperto respondeu: EU ESTOU NA SUA DELEGACIA MAIS SUBORDINADO AO MEU SUPERIOR ENTÃO O SR NAO ME DESRESPEITE NA FRENTE DOS MEUS HOMENS. Então delegado baixou a cabeça e elaborou a ocorrência. Agora chega um outro delegado qualquer vagal e inútil querendo fazer média? Foi é pouco o que esse tenente fez deveria é ter quebrado os dentes do delegado.
Por isso que apoio Major Olimpio pra governador.

Volta DOPS.
Curtir · Responder · há 23 minutos

Eliene Ferreira Pimenta esta de parabéns o tenente da rota esses delegadinho se acha!!!
Curtir · Responder · há 43 minutos

Juninho Eugênio É um absurdo a forma q esses delegados de policia civil trabalham. Tem que levar sacode de Oficiais da gloriosa Policia Militar p aprenderem a trabalhar, pois criminoso é difícil de se prender!
Curtir · Responder · há ± 1 hora

Juninho Eugênio ados de
Curtir · Responder · há ± 1 hora

Ligia Marina Esse Delegado devia ter vergonha na cara e dar um atendimento especial para quem sai da Capital p ir cuidar da cidade dele… Mas pelo q vi ele não gostou mto da Rota comparecer e atrasar o lado dos marginais… Vá entender… Tem gente q corre junto…
Curtir · Responder · há ± 1 hora

Ramon Cruz Ta certo tenente coloca ordem nesta bagunça !!!
Curtir · Responder · há 2 horas

Roberto Pimenta Dos Santos Tenente, essa historia toda tem o objetivo de macular e denigrir essa nobre instituicao. Se essa “autoridade” fez bobagem, que aprenda a trabalhar fora desse marxismo todo e com quem entende e age: a nobre ROTA!
Curtir · Responder · há 2 horas

Jonas Tadeu Oliveira Quem quer respeito deve respeitar em primeiro lugar.

Alckmin gasta mais com propaganda do que com educação e segurança 35

Governo de SP gastou mais com publicidade do que com educação e segurança

Por Brasil Econômico – Gilberto Nascimento
O governo do Estado de São Paulo gastou em 2013 com publicidade R$ 238 milhões, segundo o portal Transparência. Este valor é duas vezes o total pago em investimentos na Secretaria de Educação do Estado (R$ 110 milhões). É mais do que os investimentos pagos, somados, nas secretarias de educação e segurança (R$ 108 milhões). Os valores não estão corrigidos. A Liderança do PT na Assembleia paulista encaminhará hoje ao secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, pedido de informações sobre os critérios utilizados para a distribuição de recursos da publicidade oficial. O maior gasto foi justamente na Casa Civil: R$ 191 milhões. Segundo os números do PT, as despesas de publicidade do governo cresceram 141%, entre 2011 e 2013, saltando de R$ 99 milhões para R$ 238 milhões.
Nessa conta não estão incluídas os gastos de empresas independentes, como o Metrô, a Sabesp e a Dersa. O líder petista Luiz Cláudio Marcolino quer saber quem são os destinatários desses recursos, desde 2007, e se houve gastos de publicidade em publicações de circulação nacional. Pedidos de informações serão encaminhados também para o Metrô, Sabesp, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos. Em 2005, no terceiro ano da gestão anterior de Alckmin, foram gastos com publicidade R$ 67,5 milhões. No terceiro ano agora, houve um acréscimo de R$ 176 milhões. “Os gastos nada mais são do que uma tentativa de sobreviver a uma avaliação negativa da gestão pública”, diz Luiz Marcolino, líder do PT na Assembleia.
Professor aponta o poder das agências
Especialista em finanças públicas, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Adriano Biava diz que o critério de pagamento do governo estadual revela quais são as prioridades da gestão. “Fica claro que as empresas de comunicação e propaganda têm um alto poder de barganha, ainda mais se considerarmos que estamos dentro de um ano eleitoral”, diz. Ele destaca que a ordem para efetuar os pagamentos não é decidida com base em critérios técnicos. O que não é pago em um ano fica como restos a pagar para o período seguinte. Procurada, a assessoria de comunicação do Palácio dos Bandeirantes não quis comentar.
Colaboração do leitor RCWiseman

JOÃO ALKIMIN – PARABÉNS A POLÍCIA CIVIL DE MOGI DAS CRUZES E AOS POLICIAIS DO DEIC…( Mandaram 10 para o saco ) 196

morto1

PARABENS A POLICIA CIVIL DE MOGI DAS CRUZES E AOS POLICIAIS DO DEIC

Investigação iniciada pelo Delegado Alexandre Batalha do 3 Distrito Policial de Cezar de Souza , bairro de Mogi das Cruzes culminou a alguns instantes com a morte de 10 assaltantes de bancos e 2 Policiais feridos , marginais continuam sendo presos em Minas Gerais, Vale do Paraíba e Mogi das Cruzes. A operação teve o comando… do Seccional de Mogi das Cruzes Marcos Batalha e do Divisionário dos Crimes contra o Patrimônio do DEIC Ruy Fontes, também o GARRA de Mogi das Cruzes, além dos Investigadores Rodolfo Batalha , Maurimar Batalha, Fabiano, Joao, Walter, Michel,e ainda Policiais do GOE .Essa e a Policia Civil que eu admiro e respeito , se a deixarem trabalhar e colocarem os homens certos no lugar certo teremos segurança pois temos a melhor Policia Civil do Brasil e uma das melhores do mundo, pois além de lutar contra a marginalidade ainda luta contra falta de meios, de material humano e contra injunções politicas.

João Alkimin

morto2