Skaf – se eleito – não descarta Ferreira Pinto na segurança pública 61

Em visita ao Deic, Skaf diz que segurança pública em São Paulo é “uma calamidade”

Candidato do PMDB, porém, evitou fazer críticas diretas ao governador Geraldo Alckmin (PSDB)

Skaf: ‘Temos talentosos delegados que perdem dias com burocracia’Leonardo Benassato/06.08.2014/Futura Press/Estadão Conteúdo

O candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, visitou na tarde dessa quarta-feira (6) a sede do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), na zona norte da capital. Esse foi o terceiro compromisso do candidato com policiais.

Na semana passada, ele esteve no Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo e, ontem, no Centro de Operações da PM (Polícia Militar). Hoje, Skaf disse que “falta segurança pública” no Estado.

— Hoje, eu acho que é inegável que é uma calamidade a segurança pública do Estado de São Paulo.

Apesar disso, ele evitou críticas diretas à gestão do adversário e candidato à reeleição, governador Geraldo Alckmin (PSDB). Skaf destacou os altos índices de roubo que o Estado enfrenta: foram 13 meses consecutivos de alta. O primeiro semestre de 2014 fechou com aumento de 29,5%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em uma rápida conversa com o delegado Renato Marcos Porto, Skaf entendeu um pouco mais do perfil dos roubos de carga em São Paulo. Antes disso, reuniu-se com o diretor do departamento, delegado Wagner Giudice, e prometeu “recuperar a cultura investigativa” da Polícia Civil.

— Nós temos talentosos delegados, investigadores, que muitas vezes perdem seus dias com burocracia.

Um dos integrantes da campanha do PMDB ao governo estadual é o ex-secretário da Segurança Pública e também candidato a deputado federal, Antônio Ferreira Pinto. Ele ocupou o cargo entre 2009 e 2012 e recebeu críticas de policiais civis por ter feito uma gestão voltada à Polícia Militar.

Em novembro de 2011, a presidente da Associação dos Delegados de Polícia, Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, disse, em entrevista ao R7, que Ferreira Pinto se “esqueceu” da Polícia Civil. Segundo ela, o então secretário transferiu o serviço de interceptações telefônicas do Deic para a Rota (batalhão de choque da PM), o que teria contribuído para desestimular o trabalho investigativo.

Questionado se Ferreira Pinto voltaria à pasta, caso o PMDB vença, Skaf disse que ainda é cedo para tratar do assunto.

— No momento certo nós vamos pensar em equipe. Mas pode estar certo que a gente sempre olha para frente.

Por fim, ele garantiu que, caso vença, será um governador que vai “estar muito perto das polícias”.

— Teremos um secretário de Segurança, um delegado-geral na Polícia Civil, um comandante-geral na PM, mas eu estarei, como governador, muito próximo, para termos nossos policiais bem estimulados, bem atendidos, para que as polícias possam cumprir seu papel com a melhor eficiência possível

Candidato a Deputado Estadual Samuel Zanferdini 15200 ( Delegado de Polícia ) 155

Representante da Polícia Civil na Assembléia Legislativa de São Paulo.samuel

 

Caríssimos Irmãos,

 

Como é de conhecimento de todos os irmãos estou em plena campanha eleitoral para Deputado Estadual. É muito importante que os irmãos me ajudem a multiplicar esses votos já que  Sou Samuel Zanferdini, 46 anos, casado, pai de três filhos, Delegado de Polícia há 21 anos, 2a Classe, Titular do 6o Distrito Policial de Ribeirão Preto. Trabalhei em várias Unidades Policiais da capital (1º, 58º , 81º e 101ºDP’s). Fui eleito vereador pelo PMDB em 2004(3298votos), reeleito em 2008(6808). Estou no 3º mandato(eleito com 8101 votos – terceiro mais votado de Ribeirão Preto). Como vereador nunca me afastei da polícia, acumulei as funções, pois estou na política, mas sou Delegado de Polícia. Sou Pós Graduado em Administração Pública e Prevenção ao Uso Indevido de Drogas. Há cinco anos ministro palestras gratuitas de Prevenção às Drogas em escolas, igrejas e empresas. Sou mantenedor da Associação Grande Cidadão, que desenvolve trabalho social com instalação de bibliotecas e hortas comunitárias, fornecimento de alimentação e cursos profissionalizantes gratuitos. Sou candidato a Deputado Estadual, meu número é 15200. Meu compromisso é ser o representante da Polícia Civil na Assembléia Legislativa. Lutar, articular e defender os interesses da categoria como sempre fiz como vereador e Delegado. Participei ativamente das manifestações em apoio às nossas reivindicações. Preciso do seu voto, da sua família e dos seus amigos para ser o representante da Polícia Civil na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Contatos: Site: http://www.samuelzanferdini.com.br / E-mail:
samuelzanferdini@hotmail.com
Fone: (16) 99991-8315 / Facebook: Samuel Zanferdini / Twitter: @Zanferdini

MPF e PM contestam lei que dá poder de polícia às guardas municipais 150

05/08/2014 07h40 – Atualizado em 05/08/2014 07h40

Congresso aprovou lei que dá a guardas civis tarefas de segurança pública.
MJ nega querer criar polícia municipal; Dilma tem até dia 8 para sancioná-la.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo

Guardas Civis protegem prédio da Secretaria da Educação de Ribeirão Preto (Foto: Valdinei Malaguti/EPTV)Guardas protegem prédio da Secretaria da Educação
de Ribeirão Preto (Foto: Valdinei Malaguti/EPTV)

O Ministério Público Federal e os comandantes das Polícias Militares do país contestam a constitucionalidade de uma lei,aprovada em julho no Congresso, que amplia os poderes das guardas civis, estendendo a elas o poder de polícia e também o porte de armas. A presidente Dilma Rousseff tem até o dia 8 de agosto para sancionar a lei, com ou sem vetos.

Segundo o IBGE, em 2012, entre os 5.565 municípios do país, 993  possuíam guardas – 27 estavam em cidades com menos de 5 mil habitantes.

Na prática, a nova lei autoriza esses profissionais a atuarem não apenas na segurança patrimonial (de bens, serviços e instalações), mas também na preservação da vida, na proteção da população e no patrulhamento preventivo. Além disso, a lei atende à reivindicação da categoria ao estruturá-la em carreira única, com progressão funcional e ocupação de cargos em comissão somente pelos próprios agentes.

Ao G1, o subprocurador-geral da República, Mario Bonsaglia, afirmou que o texto cria “polícias municipais”, o que, no entendimento dele, é proibido pela Constituição, que prevê que a tarefa de segurança pública cabe exclusivamente aos estados e à federação.

“Minha impressão é que houve extrapolamento do texto constitucional, que diz que as funções da guarda são de mera proteção de bens, serviços e prédios municipais. Na prática, ela vira polícia e aí temos uma violação. E o que é mais grave: ser uma instituição armada sem o controle externo do Ministério Público, pois a Constituição não prevê isso”, disse Bonsaglia, que preside a câmara nacional do MPF responsável pelo controle externo da atividade policial e do sistema prisional no país.

“Há um risco em, ao dar às guardas um papel que extrapola suas funções, que haja interferência em políticas locais”, destaca o subprocurador-geral da República, acrescentando que o projeto de lei vai além dos limites da Constituição.

“Uma polícia municipal não pode ser criada por projeto de lei, mas por proposta de emenda constitucional. Os municípios não têm este poder”, diz Bonsaglia, que aguarda a posição da Presidência para enviar ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, uma análise da inconstitucionalidade do texto.

O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das PMs também contesta a lei. “É evidente que melhorias na segurança precisam acontecer, mas nos parece mais uma medida de cunho corporativo do que uma solução para segurança pública”, afirma o presidente da entidade, coronel Márcio Martins Sant’Ana, comandante da PM de Minas Gerais.

Ele acredita que a lei pode atrapalhar em vez de ajudar. “São grandes efetivos que podem não ter treinamento, qualificação e controle para isso. Daí a solução vira problema”, ressalta o comandante da PM de Minas Gerais.

Para o jurista Ives Gandra Martins, o artigo 144 da Constituição aponta que segurança pública é responsabilidade das policiais estaduais, federais e do Corpo de Bombeiros. “Para que a guarda haja em suplementação às atividades da polícia, é necessário uma emenda constitucional”, destaca ele.

Regulamentação
Segundo a secretaria nacional de segurança pública (Senasp), Regina Miki, o projeto de autoria do Ministério da Justiça tem por objetivo “regulamentar o que as guardas podem ou não fazer”. Ela negou a intenção de usurpações de funções das polícias estaduais e federais e a intenção de dotar de poder de polícia.

Guardas-civis posicionados na região da Rua 25 de Março (Foto: Glauco Araújo/G1)Guardas-civis posicionados na região da Rua 25 de
Março, em SP, durante protesto
(Foto: Glauco Araújo/G1)

“Nosso objetivo não era transformar a guarda em polícia. O que saiu do ministério foi um estatuto para regulamentar as atividades que eles já estão fazendo e que não tinham uma regulamentação”, afirma Regina.

Ela entende que o projeto de lei nº 39 de 2014 da Câmara, chamado de “Estatuto Geral das Guardas Municipais”, traz “segurança para o profissional e para a sociedade”. “Não vou entrar em pormenores do texto porque ainda tem que ser sancionado”.

O autor do projeto da lei na Câmara, deputado Arnaldo Faria de Sá, afirmou categoricamente que a ideia era, sim, transferir o policiamento aos municípios: “este realmente é o objetivo, criar uma polícia municipal. As PMs são estaduais. Já as guardas são locais e fortalecem o vínculo comunitário”, diz ele.

O porte de armas para a categoria é regulamentado pelo Estatuto do Desarmamento, de 2003, que prevê que os municípios de mais de 50 mil habitantes tenham direito a porte de arma institucional. A norma também vale em cidades de regiões metropolitanas e capitais com mais de 500 mil habitantes.

Positivo
Já o presidente da Associação Brasileira de Guardas, Ezequiel Farias, entende que a norma só regulamenta o que já está sendo feito na prática. “O que está escrito no texto é o que a guarda já executa no dia a dia, não é inovação nenhuma.”

Segundo Farias, “o que ocorre é que há um lobby da PM, que quer monopolizar a segurança pública e acaba prejudicando a população. Isso é um desserviço, tem trabalho para todo mundo”. Ele aponta pontos positivos da lei, como a criação do número telefônico nacional 153,  exclusivo para atendimento do órgão.

Bruno Langeani, coordenador da ONG Sou da Paz, aponta que a lei provoca um “vácuo onde ninguém está atuando”, como a segurança de escolas e mediação de conflitos. Já o responsável pela área na Viva Rio, o ex-comandante da PM do Rio Ubiratan Ângelo, concorda que, na prática, em muitas cidades, a guarda já realiza ações policiais.

“Com certeza elas não estão preparadas hoje para isso, pois não foram criadas com este fim. Mas podem se preparar. O texto comete um equívoco importante, ao me ver, ao dizer que a guarda tem que ser obrigatoriamente uma instituição armada”, defende ele.

OFICIAIS ADMINISTRATIVOS…A PGE – Procuradoria Geral do Estado – continua ferrando o funcionalismo público e o governador Alckmin, observem o discurso do Major Olímpio 42

Da Organização dos Poderes
Capítulo IV
Das Funções Essenciais à Justiça
Seção II
Da Advocacia Pública

Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas.
Parágrafo único. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício, mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios, após relatório circunstanciado das corregedorias.

Faculdade de Direito do Barro Branco: “Ninho de Bestas” – Aspirante proíbe advogado de comunicar-se com cliente 134

Não entrou!

 

Advogado é barrado em visita a preso em hospital de São Vicente

 

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA

 

N/A

Lei garante visitas a detento internado

Advogados não necessitam de prévia autorização judicial para manter contato com clientes internados sob escolta policial, decidiu o juiz Otávio Augusto Teixeira dos Santos, corregedor dos presídios de São Vicente, ao analisar requerimento formulado por um defensor impedido de visitar detento hospitalizado.

Embora apenas tenha confirmado prerrogativa da advocacia já prevista em tratado internacional, do qual o Brasil é signatário, e em lei federal, o magistrado precisou tomar essa decisão para derrubar ordem verbal passada por uma aspirante a tenente da Polícia Militar a um subordinado e evitar que ela se repita.

Na manhã de sexta-feira, o advogado William Cláudio Oliveira dos Santos compareceu ao Hospital Municipal de São Vicente para conversar com um cliente, condenado por tráfico de drogas, que sofreu suposto princípio de enfarto na Penitenciária I de São Vicente. Ele foi internado para uma melhor avaliação médica e o posterior tratamento.

No entanto, dois soldados escalados para a escolta do preso da Justiça impediram o acesso do advogado ao cliente, sob o argumento de que receberam ordem direta de uma aspirante a tenente no sentido de proibir a visita.

William Cláudio registrou boletim de ocorrência e expôs o episódio ao juiz, requerendo as providências necessárias.

“A ordem verbal da aspirante, em poucos minutos, incinerou a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica), da qual o Brasil é signatário, e o Estatuto da Ordem dos Advogados Brasil (OAB, Lei 8.906/1994)”, destacou o advogado em sua petição ao magistrado corregedor dos presídios de São Vicente.

Editado em 1969 e ratificado pelo Brasil em 1992, o tratado internacional prevê como “garantia judicial”, entre outras, “o direito do acusado de defender-se pessoalmente ou ser assistido por um defensor de sua escolha e de comunicar-se, livremente e em particular, com seu defensor”.

A lei federal, por sua vez, estabelece os direitos do advogado, entre os quais o de “comunicar-se com seus clientes, pessoal e reservadamente, mesmo sem procuração, quando estes se acharem presos, detidos ou recolhidos em estabelecimentos civis ou militares, ainda que considerados incomunicáveis”.

Ao considerar arbitrária e ilegal a proibição da tenente e autorizar William Cláudio a visitar o cliente internado, independentemente de prévia autorização judicial, Otávio Augusto determinou a expedição de ofício ao comando da 1ª Companhia do 39º BPM/I (São Vicente), no sentido de evitar a repetição dos fatos em relação a outros advogados.

Apesar de sua área de competência ser a comarca de São Vicente, o magistrado ainda determinou a remessa de cópia de sua decisão ao comando da Polícia Militar na Baixada Santista, “solicitando a adoção de providências para a uniformização deste procedimento na região”.

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Pois é; os delegados levam a fama de despreparados, né ?

Engodo disse:
30/07/2014 ÀS 14:27
Nego é besta mesmo, primeiro, o que é o tal fórum brasileiro de segurança publica? Quem participa? Já pensaram nisso? Lá é só ONG de vagabundo, oficial afeminado, policial playboy, partido político e todos os “especialistas” em segurança que não sabem porra nenhuma de rua.

Segundo, a pergunta foi sobre a subordinação ao exército, não sobre ser militar ou não, dizer que tal afirmativa é pró desmilitarização é forçar de mais

Terceiro, que o salário é baixo, que não temos reconhecimento, que é perigoso isso todo mundo sabe, precisa de pesquisa, mas vamos começar a pensar que são os culpados por essa situação

Quarto, delegado é um advogado, salvas exceções, são bundas moles, cuzões, e com pouquíssimo preparo técnico, a UNIP não forma policiais, os oficiais querendo ou não, são policiais completos, aprendem de tudo, sabem muito.mais de leis que a maioria dos delegados, isso porque no Barro Branco o ensino é puxado, não tem barzinho de sexta, suruba no sábado, e trabalho comprado no domingo, e não estou fazendo propaganda aqui não, essa é a verdade.

Sobre o regimento interno, ele deve sim ser reformulado, as punições são draconianas, mas temos que nos lembrar que o pessoal da desmilitarização quer punições ainda mais severas, quer via rápida, quer a nossa cabeça na bandeja de prata, não podemos nos deixar enganar por defensores de bandido

MEU CARO ENGODO, VC FALOU TUDO, MAS TUDO MESMO, QUALQUER COISA FORA DESSE CONTEÚDO É PURA ESPECULAÇÃO E PAPAGUAIADA, OU BLÁ BLÁ BLÁ MESMO

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Completíssimos, inteligentíssimos e eficientíssimos ; bem se vê!

De qualquer maneira, penso que todo delegado deveria sentir-se muito orgulhoso por ser apenas um simples advogado que trabalha na Polícia. 

Propostas do candidato GEORGES HABIB .’. 28007 =PRTB 58

Para poderem analisar algumas propostas e discutirmos se são as essenciais para iniciarmos uma discussão :

As conquistas, (se e que assim podem ser consideradas) obtidas nos últimos anos, foram quase insignificantes e em nada contribuíram para a melhora de nossa satisfação e a adequação de nossas necessidades
E ainda assim deixamos de satisfazer nossos aposentados e suas pensionistas, temos muito para fazer ainda, e ou despertamos para esta necessidade ou estamos fadados à extinção
Temos muitas propostas de lutas e algumas são bem especificas para a segurança pública:
• Precisamos fazer com que os princípios básicos, constitucionais e legais sejam recepcionados pelo estado de são Paulo, tais como, o pagamento na forma de subsídios, a aposentadoria especial, integral e paritária e o cumprimento da data base por exemplo;

• Aos novos policiais que entram num sistema previdenciário diferenciado, há uma necessidade de se criar e efetivar uma previdência pública complementar;
• Criação de um conselho fiscalizador dos servidores sobre a spprev;
• Adoção de uma política de aumento real para todos os benefícios;
• Criação de uma política de recuperação dos valores salarias defasados ao longo dos anos;
• Garantir a isenção previdenciária para Aposentados
• Isenção do ir para os aposentados ou diminuição da alíquota a números racionais;

• Precisamos reavaliar o relacionamento institucional da polícia civil

• Precisamos reverter este grave quadro de falta d e pessoal com políticas eficientes de reposição do quadro de pessoal
• Buscar uma reestruturação que alcance os anseios do público interno da secretaria, com reenquadramento das funções e das carreiras de nível superior, e buscar o enquadramento da carreira dos papiloscopistas em nível superior pelo fato de efetuarem também laudos;
• Equalização das demais carreiras num primeiro momento em nível médio, com previsão de reenquadramento em nível superior em até cinco anos, para que a academia de polícia refaça sua estrutura funcional e a adeque as novas necessidades
• Tentar reverter o sucateamento das policias
• Ampliar a utilização e atualizar o público interno para utilização de armas não letais
• Promoção para especial nos moldes normais, onde todos possam almejar chegar a tal classificação

• Corregedoria tem que ser forte e independente de ações e vontade políticas, este fortalecimento acaba por melhorar o relacionamento com a sociedade

• Definir situação da polícia técnica se deseja ser uma superintendência independente ou retornar para os quadros policiais

• Necessita-se urgentemente de uma modernização da lei 207/79

• Necessita-se urgentemente de modernização do RDPM

• Unificação da base de dados estaduais, e das cabines de rádio, com clara definição das funções de cada um dos elementos constituintes do sistema de justiça criminal

• Criar uma cultura motivacional dentro do serviço público (experiência, estudos e cursos valorizados)

• A segurança pública é percebida como intangível para a população cuja percepção indica a falta de políticas de segurança pública, serias, no estado

• O grande desafio hoje do brasil e a conquista de uma infraestrutura de transportes segura e integrada

Lutas se conquistam com manifestações, mas também com participação cidadã, eles se iniciam e se encerram nas urnas, na colocação de um voto consciente para quem o faz, de forma que cobre de seu representante a falta de políticas serias e que vão de encontro aos seus anseios.

.’.GEORGES HABIB .’. 28007 =PRTB
UNIÃO PELA DIGNIDADE , SEMPRE

Isso se denomina imprevidência – Daqui dois anos todos os delegados 1ª classe – com mais de 25 anos de carreira – serão titulares de equipes básicas de plantão 44

Inicialmente, nossa total solidariedade ao delegado subscritor do memorando, que simplesmente retratou a mais pura realidade do desmonte implantado na Polícia Civil, mormente nos últimos quatro anos.

O problema não é pontual, atinge o Estado todo. Reengenharia é pano de fundo para evitar que efetivamente a instituição baixe as portas e encerre as atividades.

Neste blog, recentemente, foram postados vários comentários semelhantes sobre a situação de caos em distritos do Decap, na área de Piracicaba e até em departamentos especializados.

Diretor ocupa cargo em comissão.

Não espere deles posturas institucionais politicamente incorretas.

Não há como negar que boa parte da responsabilidade por tudo isso se deve a gestão anterior na SSP e na DG.

Os operacionais estão se arrastando.

A matemática é simples:

As guardas municipais se multiplicaram.

A PM teve um aumento de 20 mil homens nos últimos anos.

A demanda nas delegacias de polícia aumentando expressivamente e, diante de tudo isso, o efetivo da Polícia Civil de 33 mil homens anos atrás, passou para 29 mil atualmente.

É isso daí.

Daqui dois anos, vamos ver em quase todas as delegacias de polícia, delegados de polícia de 1ª classe, tirando plantão, com mais de 25 anos de carreira.

Aguarde pra ver.

memorando48

LIÇÃO DE ESTADISMO – Aécio defende transparência de ações de homens públicos 42

Aécio defende transparência de ações de homens públicos

Gabriela Lara e Lucas Azevedo – AE


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou neste sábado, 02, que os homens públicos têm o dever de responder a questionamentos a seu respeito, sejam eles denúncias ou insinuações. “Devemos fazer isso com absoluta naturalidade”, disse em entrevista coletiva na capital gaúcha, antes de participar de comício ao lado da aspirante do PP ao governo do Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos. “É o dever de quem está na política. Como também é dever trabalhar e lutar para que os esclarecimentos que são feitos sobre eles cheguem à população brasileira. É isso que eu tenho buscado fazer.”

Aécio não quis comentar o caso envolvendo o candidato do PSB ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara – afilhado político de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência. Por determinação da Justiça Eleitoral, o jornal Folha de S. Paulo publicou direito de resposta de Câmara sobre reportagem que mostrou suspeita de pagamento de propina em troca de apoio político ao PSB nas eleições pernambucanas. “Sou de uma tradição mineira que diz que determinação da Justiça se cumpre”, limitou-se a dizer.

Aécio afirmou que as tensões eleitorais existentes em um ambiente de campanha dão “uma dimensão maior aos fatos”. Perguntado sobre o pedido de abertura de inquérito criminal por parte da campanha de Dilma, para investigá-lo por supostos “atentados à segurança aérea” pelo uso dos aeroportos de Cláudio e Montezuma, em Minas Gerais, ele disse que a denúncia deve ser desconsiderada.

“Todas as denúncias ou ações que o PT quiser impetrar serão respondidas por nós (PSDB) judicialmente. Essa não merece nem consideração de tão ridícula que é”, avaliou.

As pistas para aeronaves dos dois municípios mineiros foram usadas pelo presidenciável sem que elas tivessem autorização para pouso e decolagem homologada pela Agência Nacional Aviação Civil (Anac). A representação do PT pede apuração por suposto crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo. Os dois aeroportos ficam próximos de fazendas de familiares de Aécio. Esta semana, ele reconheceu que foi um “equívoco” ter usado os aeroportos sem a devida homologação por parte da Anac, mas garantiu a legalidade das obras.

Em Porto Alegre, o tucano voltou a defender a necessidade de melhorar a eficiência de órgãos como a Anac. “O que nós precisávamos é ter as agências reguladoras resgatadas em sua capacidade de gestão, para que obras ou processos de homologação, por exemplo, não demorem 3 anos ou outros 10 anos como demoram hoje”, afirmou. “Isso é resultado em parte da incapacidade de gestão do PT em todas as áreas.”

Pesquisas

Questionado sobre sua preocupação com os resultados das últimas pesquisas no RS, que mostraram que sua candidatura ainda não deslanchou – o Ibope aponta Dilma com 43% e Aécio com 23% -, o tucano minimizou a preocupação, dizendo que seu nome ainda é pouco conhecido.

“Há um grande nível de desconhecimento do candidato Aécio e suas propostas. Só quando começar a campanha na TV as pessoas vão conhecer”, disse. “Estamos crescendo em todas as cidades brasileiras, e a presidente (Dilma) ou está em estagnação ou em queda.”

Aécio afirmou que fará campanha nas ruas, “olhando para as pessoas”, ao contrário da presidente, que, segundo ele, está sitiada. “(Dilma) Não consegue fazer qualquer evento sem segurança.” A agenda de Aécio em Porto Alegre segue na tarde deste sábado. No ginásio Gigantinho, do Internacional, ele faz um comício a militantes na companhia de Ana Amélia Lemos.

Fonte: Estadao Conteudo

PT comprou a CPI do Senado para livrar a cara da Dilma – Aécio e Campos partem para o ataque pós-notícia de video 21

Aécio e Campos partem para o ataque pós-notícia de video

Erich Decat – AE


Os dois principais candidatos de oposição à presidente Dilma Rousseff aproveitaram a denúncia da revista Veja em sua edição deste final de semana na qual fala de um vídeo que mostra assessores da Petrobras relatando haver um jogo de cena na CPI do Senado que investiga irregularidades na estatal para retomar as críticas sobre a gestão da empresa durante o governo da petista. Os ataques haviam perdido força após decisão do Tribunal de Contas União (TCU) isentar Dilma de responsabilidade na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

Em visita a Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse que se trata de uma grave denúncia. “São denúncias de extrema gravidade, que envolvem senadores, servidores da Petrobras e da presidência. Se isso ocorreu é um enorme desrespeito”, afirmou. O coordenador jurídico da campanha tucana, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), declarou em nota que o partido irá nesta segunda-feira, 04, apresentar no Ministério Público, no Conselho de Ética do Senado Federal e nos departamentos disciplinares do Ministério das Relações Institucionais, da Petrobras e do Senado Federal, as representações necessárias para a responsabilização daqueles que estão envolvidos nessa farsa denunciada e comprovada pela imprensa nacional.

“Assistimos atônitos ao governo da Presidente Dilma fazendo uso de um dos mais importantes mecanismos de combate à corrupção no Brasil, as Comissões Parlamentares de Inquérito – CPIs, para tentar encobrir e esconder da Nação brasileira as irregularidades no governo e os prejuízos e atrasos causados ao país e aos brasileiros nos últimos onze anos e meio”, diz o texto. O partido vai também pedir mudança da Mesa Diretora da CPI.

No vídeo, o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, ligado a Graça Foster; o advogado da empresa Bruno Ferreira; e um terceiro personagem, ainda desconhecido, dizem que um assessor especial do Palácio do Planalto e assessores das lideranças do governo e do PT na Casa elaboraram perguntas para serem encaminhadas a parlamentares da base aliada na comissão. As questões teriam sido dirigidas à atual presidente da Petrobras, Graça Foster e ex-diretores da estatal.

Em campanha em Brotas (SP), Eduardo Campos (PSB) também tratou do assunto. “Pode fazer o media training que for, mas os resultados da Petrobras estão lá. A Petrobras perdeu metade do valor que tinha, está quatro vezes mais endividada, as encomendas sempre ficando para depois”, disse.

Em seguida, disse que a má gestão na Petrobras chega a gerar desemprego. “Vim agora de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, onde o estaleiro mandou para fora 12 mil pessoas porque atrasaram a encomenda para a Petrobras. Se (a empresa) estivesse sendo bem governada e bem dirigida será que estariam agora desempregadas? Então como é que um marketing, um treinamento, vai resolver isso?” (Colaborou Lucas Azevedo, de Porto Alegre)

http://www.diarioweb.com.br/novoportal/

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO cassa liminar que impedia a atuação do DENARC no aeroporto de Guarulhos 16

EMENTA
CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. PROCESSO PENAL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA DPU VISANDO QUE TODA E QUALQUER SUBSTÂNCIA ENTORPECENTE E PESSOAS NACIONAIS OU ESTRANGEIRAS PRESAS EM FLAGRANTE NO INTERIOR, EXTERIOR OU IMEDIAÇÕES DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS/SP SEJAM APRESENTADAS À AUTORIDADE POLICIAL DA DPF DO REFERIDO AERÓDROMO, COM EXCLUSÃO DA ATUAÇÃO DOS AGENTES DO DENARC DA POLÍCIA CIVIL PAULISTA. AFASTADAS AS PRELIMINARES DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL E ILEGITIMIDADE AD CAUSAM DA DPU. MÉRITO: SENTENÇA REFORMADA; PEDIDOS INICIAIS IMPROCEDENTES; TUTELA ANTECIPADA REVOGADA.
1- No caso em análise, verifica-se que a discussão, apesar de se referir à abrangência da atuação policial (ligadas à esfera estadual e federal), não se enquadra na descrição legal de conflito entre a União e Estado, tampouco possui potencialidade lesiva capaz de gerar instabilidade no pacto federativo, ou mesmo interferir institucionalmente na administração a ponto de afetar as relações políticas entre União e Estado, de modo que não é caso de aplicação do art. 102, I, “f”, da Constituição Federal, não sendo competente a Corte Suprema para apreciar esta ação civil pública. Firmada a competência da Justiça Federal de Primeiro Grau.
2- Inegável a competência da Defensoria Pública da União para para propor ação em defesa de interesses difusos, ou mesmo homogêneos individuais, o que se aplica ao caso.
3- O primeiro fato que milita contra a pretensão veiculada pela Defensoria Pública da União na hipótese dos autos diz respeito à circunstância de que nem sempre é claro o limite que separa o tráfico nacional, de competência da autoridade policial civil, do tráfico internacional, de competência da Polícia Federal, o que impede, em casos tais, seja criada, aprioristicamente, uma regra para delimitar ou condicionar a atuação dessas duas forças policiais diante da dinâmica dos fatos de toda e qualquer investigação policial.
4- É de meridiana clareza que o local dos fatos – no caso, o Aeroporto Internacional de Guarulhos e seus arredores -, não é o melhor critério para divisar a atuação da Polícia Civil e da Polícia Federal, mesmo porque, a toda evidência, nem todo tráfico cometido no Aeroporto Internacional de Guarulhos e seus arredores será internacional, sabido que, no referido aeródromo, também operam voos regionais e interestaduais.
5- Nos termos do item 25.17 da Portaria n.º 941/2010-DG/DPF, de 25.02.2010, a circunscrição da delegacia de Polícia Federal situada no mencionado aeródromo é restrita ao complexo aeroportuário e, ademais, a condição de autoridade aeroportuária não atribui à Polícia Federal a exclusividade do múnus de investigar a prática de infrações penais ocorridas no interior do complexo aeroportuário de Guarulhos, haja vista que, ao dispor sobre as atribuições da aludida força policial, em momento algum a CF/88 conferiu-lhe o monopólio ou mesmo a exclusividade das funções de polícia investigativa.
6- A consumação de um crime num aeroporto não atrai, por si só, a competência da Justiça Federal. Em sendo assim, a prevalecer o entendimento da decisão recorrida, estar-se-á criando, por via transversa e contra legem, uma nova atribuição da Polícia Federal, qual seja, a de iniciar a persecução penal de crimes de competência da Justiça Estadual ocorridos nos aeroportos.
7- Muito embora decorra do art. 290, caput, do CPP a regra de que a autoridade competente para a lavratura do auto de prisão em flagrante é aquele que exerce suas funções no local em que foi efetuada a prisão, certo é que a não observância das normas administrativas que disciplinam a divisão de atribuição entre as diversas autoridades policiais não acarreta o reconhecimento de qualquer nulidade, máxime quando, em casos envolvendo o tráfico de entorpecentes, a condução do preso à sede do DENARC é feita em prol da própria investigação policial, que não termina com a prisão do investigado, porquanto demanda outras diligências complementares e sujeitas a conhecimentos técnicos específicos (p. ex. confecção de laudo de constatação etc.).
8- Indubitavelmente, em hipóteses tais, não há cogitar-se de nulidade passível de comprometer o auto de prisão em flagrante ou qualquer ato do inquérito policial, não só porque as autoridades policiais não exercem jurisdição – sendo, pois, descabido falar-se em incompetência -, como também por força do art. 561, I, do CPP, que se refere exclusivamente à incompetência do juiz como causa de invalidade de ato irregularmente praticado. Nesse sentido, pacífica é a jurisprudência do STJ, consoante se verifica dos HCs 30236-RJ, 32.319-PI, 16.406-MS e 11022-RJ e dos RHCs 9956-PR e 8342-MG, que, a esse respeito, conta com o beneplácito da doutrina.
9- Deveras, numa região como aquela envolvendo a metrópole paulistana, em que o alto grau de conurbação torna praticamente indivisíveis os municípios, não há cogitar-se que a condução do agente até a delegacia responsável pelas investigações situada numa cidade circunvizinha ao local dos fatos constitui alguma afronta ao Código de Processo Penal.
10- Em verdade, porque não há garantia constitucional do “delegado natural”, uma vez que a Constituição Federal não assegura o direito de ser investigado por determinada autoridade segundo regras rígidas de competência, a pretensão da Defensoria Pública da União levada a cabo nestes autos não se refere ao cumprimento desta ou daquela norma da Constituição Federal ou do Código de Processo Penal, ou deste ou daquele princípio da Administração Pública, mas visa implantar uma específica política de combate ao tráfico, que envolve a equalização de inúmeras variáveis, tais como a atuação da Polícia Federal e da Polícia Civil, o controle externo da atividade policial, qualidade de serviço público etc.
11- Assim, em virtude das múltiplas variáveis envolvidas, o caso concreto repudia a adoção de uma solução simplista, que priorize somente a legalidade ou os direitos dos investigados, e, por esta específica razão, demanda a análise de dados não trazidos aos autos, tais como a conveniência, oportunidade, riscos, benefícios, custos etc. da adoção da política de segurança pública proposta pela autora, bem como a participação de outros atores sociais além daqueles representados nos autos (União, Estado de São Paulo, Ministério Público Federal e Defensoria Pública da União), cuja presença seria essencial para legitimar eventual decisão favorável à pretensão vazada nestes autos.
12- Ausentes tais condições/elementos e não constatada flagrante ilegalidade a normas constitucionais, processuais ou a princípios regentes das atividades administrativas, a improcedência do pedido inicial é medida que se impõe.
13- Preliminares rejeitadas. Apelos da União, do Estado de São Paulo e do Ministério Público Federal providos para reformar a sentença recorrida e, por conseguinte, julgar improcedentes os pedidos veiculados na inicial, revogando a antecipação dos efeitos da tutela.

 

ACÓRDÃO
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a Egrégia Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, por unanimidade, rejeitar as preliminares de incompetência da Justiça Federal de Primeiro Grau e da ilegitimidade ad causam da Defensoria Pública da União e, por maioria, dar provimento às apelações da União, do Estado de São Paulo e do Ministério Público Federal para reformar a sentença recorrida e, por conseguinte, julgar improcedentes os pedidos veiculados na inicial, revogando a antecipação dos efeitos da tutela, nos termos do relatório e voto que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

 

São Paulo, 09 de junho de 2014.
PAULO FONTES
Desembargador Federal

http://flitparalisante.wordpress.com/2009/05/17/para-cada-flagrante-feito-pelo-denarc-deve-ser-paga-multa-de-r-40-mil/

SEGURANÇA PÚBLICA – Alerta! PT e PMDB é a parceria da falsidade com a mentira 77

Entre tantas outras , mais uma promessa que a presidente Dilma Rousseff (PT) fez durante a campanha eleitoral e não cumpriu.

Trata-se do comprometimento da petista e de seu vice Michel Temer ( PMDB ), com a aprovação da PEC 300, proposta de emenda constitucional que estabeleceria um piso salarial nacional para os policiais de todo o País.

O não cumprimento de tal promessa por parte do governo, gerou – no transcurso do mandato – reações da categoria. Tanto que sindicatos de policiais de todo o país promoveram reiteradas manifestações e  paralisações da Segurança Pública.

A revolta dos policiais brasileiros tem por motivação maior a mentira deslavada de  Dilma e Michel Temer  que , na campanha de 2010 , propuseram, como primeira medida, mandar o Congresso aprovar e a Presidente sancionar a PEC 300.

Em tempo algum, depois de eleita, Dilma permitiu que a Câmara [Federal] aprovasse tal Emenda Constitucional, deixando, assim, toda a massa de abnegados defensores da Segurança sem o amparo legal para melhoria salarial de suas atividades no Brasil.

Por outro lado, além de não garantir a liberdade de manifestação e o direito de greve dos policiais – como também sempre defendeu –  o maldito partido que se diz DOS TRABALHADORES , nos últimos anos , reprimiu com violência – mobilizando Polícia Federal ,  Exército e  Força Nacional – os movimentos paredistas das categorias.

Exemplo emblemático foi a descabida e muito suspeita prisão do vereador Marco Prisco (PSDB), líder classista , ex-policial militar e vereador de Salvador.

Nunca, em tempo algum da vida político-administrativa do país, ocorreu algo tão podre.

A pá de cal : aprovaram um remendo em vetusta lei sobre a aposentadoria dos policiais civis que – em vez de garantir direitos para uma categoria sujeita a condições especiais de trabalho  - apenas serviu para trazer prejuízos ainda maiores aos que labutaram e labutarão durante longos anos sob condições nefastas à saúde e integridade física.

Se não bastasse , esse maldito governo e seus sectários , inventaram cortinas de fumaça com as propostas de desmilitarização e carreira única.

Tudo falsidades e mentiras.

O lamentável  é perceber a inclinação de parcela de ingênuos policiais de todos os cantos do país inclinados a – mais uma vez – dar crédito ao PT e ao PMDB.

Policiais civis, os delegados hipotecaram irrestrito apoio a Geraldo Alckmin…Agora só falta vocês, deixem de ser do contra uma vez na vida! 91

Parabéns Dr.Guerra.

20 anos a gente batendo de frente com o psdb, tomamos um senhor nocaute com o Alckmin vencendo o mercadante no 1 turno….vamos ver de novo o Alckmin vencer no 1 turno e os policiais querem bater de frente.

Volto no que eu disse antes.

Vão fazer o que?

Juntar 12 pessoas no Masp? Juntar 4 pessoas na Alesp? Ver os delegados dobrarem seu salário em janeiro depois que o Alckmin entrou por telefone ao vivo na Adpesp???

Ninguém se ligou que os delegados já fecharam com o psdb?

E os operacionais vão ficar gritando contra quem e COM O APOIO DE QUEM?

Ta na hora de acordar e refazer o jogo.

Perdemos porra!!!! Da pra entender???

Temos antes das eleições uma única chance de pleitear algo e conseguir no papel……igual fizeram os delegados….mas não: “somos fodões, somos caçadores de tucanos”….

Eu odeio o psdb…….mas que Caralho a gente pode fazer???

Infelizmente a gente é muito mal representado por Sindicatos e assiciações…

Afirmo aqui: se o Dr.Guerra fosse presidente de algum sindicato de alguma carreira operacional no mínimo, no mínimo ele já teria conseguido uma equiparação com perito ou uma promoção de todos com menor tempo. Tem que saber fazer politica.

Agora os “puliças” acham que fazer politica é fazer charge contra o Governo em jornalzinho de papel e site.

Temos muito o que aprender.

Tudo ultrapassado…..aí só toma no cú mesmo.

___________________________________

Desde os bancos da ACADEPOL, como Delegado , assimilamos o cultural oposicionismo enraizado no órgão.

Na Polícia Civil vale a máxima dos Sem-nem:

“Se há Governo, eu sou do contra!”

Sem salário , nem representatividade; sem eira, nem beira.

Infelizmente, os policiais civis em geral não sabem perfilar com o governo e sua política.

Nos achamos imprescindíveis e autossuficientes.

Não somos humildes, no máximo fingimos subserviência “pelo bom viver”.

Não somos confiáveis, pois nem sequer nos comprometemos com os nossos companheiros de trabalho.

Boicotamos tudo e todos.

Resultado: encolhemos em todos os sentidos!

Órgão ou carreira que pretender reconhecimento deve ser fiel e leal; deve tomar partido.

No caso, tomar partido daquele que foi escolhido pela maioria para governar este estado.

A Polícia Civil já perdeu três anos e meio de governo Alckmin…

Quer perder os próximos quatro anos?

Se querem perder, eis a fórmula: PT e PMDB.

Envie perguntas sobre segurança pública para o candidato Aécio Neves, do PSDB…Entre outras questões, vamos cobrar do futuro presidente uma lei federal mais clara sobre os direitos previdenciários dos policiais civis 23

G1 realiza série de entrevistas com os candidatos à Presidência.
Questões podem ser enviadas em texto e em vídeo; saiba como.

Do G1, em São Paulo

Aécio Neves (Foto: Orlando Brito/Divulgação)
Aécio Neves (Foto: Orlando Brito/Divulgação)

O G1 realiza na segunda-feira (4) a segunda entrevista da série com os candidatos à Presidência da República. O entrevistado seráAécio Neves, do PSDB. A entrevista acontece às 11h, ao vivo.

O primeiro bloco será de perguntas dos internautas. Envie a sua, em texto ou vídeo, neste link: Pergunte ao candidato Aécio Neves

Para as colaborações em vídeo, não é necessário qualquer tipo de edição (veja vídeo ao final do texto com instruções).

As entrevistas terão duração de 40 minutos e serão divididas em três blocos. No primeiro, o candidato responderá a perguntas enviadas durante a semana pelos internautas, em texto ou vídeo. No segundo, a perguntas preparadas pela redação. No terceiro, além de responder novamente a questões dos internautas, desta vez enviadas durante o evento, o candidato também passará por uma espécie de “pinga-fogo”, em que será sabatinado e responderá apenas “sim” ou “não”.

Advogado pediu a reabertura de processo em que é suspeito de corrupção o ex-governador Fleury Filho, coordenador da campanha de Skaf 24

Advogado pede reabertura de processo em que é réu o ex-governador Fleury Filho, de SP

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Pedra no caminho – Com a morte de Orestes Quércia, o ex-governador e ex-deputado federal Luiz Antônio Fleury Filho aceitou convite de Michel Temer, vice-presidente da República, e voltou ao PMDB em agosto de 2011, quinze anos após deixar a legenda. Secretário de Segurança Pública no governo Quércia, seu padrinho político, Fleury Filho acabou derrotando Paulo Maluf, adversário na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, apesar de ter começado a campanha eleitoral com desanimadores 3% de intenção de voto.

Como governador, Luiz Antônio Fleury incluiu no currículo a decisão de ordenar a invasão do Carandiru, extinto presídio localizado na Zona Norte da capital paulista. O massacre do Carandiru, como ficou conhecido o episódio, aconteceu em 2 de outubro de 1992 e terminou com 111 mortos oficiais. Anos mais tarde, a reportagem do ucho.info conversou com um carcereiro que estava de plantão no dia da invasão comandada pelo coronel Ubiratan Guimarães (PM), que relatou que o número de mortos pode ter chegado a trezentos, pois na ocasião muitos corpos foram retirados do local em caminhões de lixo.

O mandato de Fleury Filho foi marcado por alguns episódios polêmicos, entre eles a decisão do Banco Central de intervir no Banespa, o maior banco estadual da época. Fora isso, Fleury foi acusado de envolvimento com a construção irregular da sede da Eletropaulo, obra que de acordo com o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) causou prejuízo equivalente a US$ 70 milhões, em valores da época.

Contundo, um escândalo que misteriosamente saiu de cena pode voltar à baila a qualquer momento. Certa feita, o diretor de projetos e obras do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), Marco Antonio Sanná, dirigiu-se ao Palácio dos Bandeirantes para denunciar irregularidades que constatou na reforma de três aeroportos: São José do Rio Preto (cidade natal do então governador), Ribeirão Preto e Araçatuba.

Na ocasião, Sanná foi recebido pelo irmão do governador e dublê de secretário, Frederico Pinto Ferreira Coelho Neto, o Lilico, mas cinco meses depois da denúncia foi surpreendido com a demissão. Ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Marco Antonio Sanná confidenciou que Fleury Filho e Lilico teriam recebido, a título de propina, o equivalente a 3% do valor total das obras.

Um processo contra Sanná foi aberto na Justiça logo em seguida, mas até hoje são desconhecidos os motivos que deram ao caso solução tão célere. Vale lembrar que de 1983 a 1987 Fleury Filho atuou no Ministério Púbico como promotor.

O processo em que Fleury Filho e seu irmão eram réus já prescreveu de acordo com a lei, mas o ressarcimento do valor que consta da denúncia feita por Marco Antonio Sanná é passível de ação de devolução em qualquer tempo. O advogado paulista Edward de Mattos Vaz ingressou recentemente na Justiça com pedido de desarquivamento e reabertura do processo, o que pode ser uma ducha fria nas pretensões políticas do agora afilhado político de Michel Temer.

Fonte: Ucho

POLÍCIA CIVIL DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO VIVE CRISE SEM PRECEDENTES EM SUA HISTÓRIA PELA FALTA DE FUNCIONÁRIOS 43

Sem título

Muito fala-se a respeito da situação da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
Principalmente da falta de funcionários.Ocorre que determinadas autoridades policiais, investidas de cargos de confiança, com intento de esconder da opinião publica o quadro precário que encontra-se a Polícia Civil, faltam com a verdade em falarem com a imprensa.
Afirmam, que a falta de funcionários não é alarmante e que logo serão repostos os funcionários.
Veja as declarações do Diretor do Deinter 3 João Osinski:
” Dizer que não houve essa diminuição seria negar a realidade. O que é importante é que os funcionários trabalhem com comprometimento. Temos esse déficit, mas temos inúmero concursos públicos abertos para suprir as vagas. São 150 vagas para delegados, 1,8 mil para investigadores e escrivães. Será gente motivada entrando no nosso quandro” concluiu.
Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2014/01/bancos-tem-que-cooperar-diz-diretor-do-deinter-3-sobre-explosoes-caixas.html
Porém, na contra mão do alegado pelo Diretor do Deinter 3, o delegado titular da Delegacia De Investigações Gerais de Ribeirão Preto, Dr. Ricardo Turra expede o memorando n° 48/2014, que em razão da falta de Escrivães naquela unidade, ” toda e qualquer ocorrência que venha necessitar de intervenção do Escrivão de Polícia, deverá ser comunicada a chefia do Escrivães,a qual agendará um horário para atendimento, visando otimização dos trabalhos”. Ou seja, os investigadores deverão agendar as suas investigações e, principalmente, a prisão em flagrante. Desta forma, seria muito salutar se o Governador do Estado de São Paulo, pudesse montar um setor no Poupatempo, para que os criminosos fizessem o pré-agendamento dos crimes e assim fossem otimizadas as atividades de polícia judiciária.
Diante deste quadro caótico que se encontra a Polícia do Estado de São Paulo, as escondidas da populção ribeirão pretana, o mesmo diretor irá “unificar” os DP’S ou melhor, irão “reorganizar”, a chamada “reengenharia”.
O 8°DP, o 1°DP e o 4°DP irão para um prédio único, na área do 4°DP na avenida Maurílio Biagi, cujo procedimento administrativo encontra-se em curso, porém será apenas implantado depois das eleições de outubro desse ano.
Isso ocorrerá, pois na verdade existe a falta de funcionários e a medida sendo impopular será efetivada apenas após as eleições deste ano.
Esta é a realidade da Polícia do Estado de São paulo em que os administradores lutam para esconderem da opinião pública.

pedrocardosocivil

As diferenças entre voto em branco e voto nulo 13

Diante da proximidade das eleições 2014, uma das questões mais comuns do eleitor é: “qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?”.

Publicado por Pragmatismo Político -

As diferenas entre voto em branco e voto nulo

Nas eleições de outubro próximo serão escolhidos pelo voto popular o presidente que comandará o país de 2015 a 2018 e também os deputados estaduais, deputados federais, senadores e o governador de cada Estado. No Distrito Federal, as eleições contemplam a escolha dos deputados distritais e do governador.

Diante da proximidade das eleições, uma das dúvidas mais comuns do eleitor é sobre como vai votar.

Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou não escolher candidato algum. Ou seja: o cidadão é obrigado a comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em branco ou anular o seu voto.

Mas qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?

Voto em branco

De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Antes do aparecimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.

Voto nulo

O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.

Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou contra a classe política em geral.

Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleicoes. Este princípio considera apenas os votos válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais, desconsiderando os votos em branco e os nulos.

Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor, não tendo qualquer outra serventia para o pleito eleitoral, do ponto de vista das eleições majoritárias (eleições para presidente, governador e senador), em que o eleito é o candidato que obtiver a maioria simples (o maior número dos votos apurados) ou absoluta dos votos (mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco e os nulos).

Aplicação nas eleições proporcionais

Já no que diz respeito às eleições proporcionais, utilizadas para os cargos de deputado federal, deputado estadual e vereador, a situação muda e os votos nulos e brancos passam a interferir no resultado das eleições. É que para ser eleito a um desses cargos, o candidato precisa alcançar o quociente eleitoral, que é o índice que determina o número de vagas que cada partido vai ocupar no legislativo, obtido pela divisão do número de votos válidos (votos atribuídos aos candidatos ou à legenda) pelo de vagas a serem preenchidas. Desse modo, quanto maior for a quantidade de votos nulos e brancos, menor será o quociente eleitoral e mais fácil será para o candidato conquistar a vaga.

É por esse motivo que muitas vezes um candidato obtém menos votos que outros e é eleito, puxado pela votação expressiva de outro candidato do partido ou pelos votos da legenda.

Assim, ao decidir votar nulo ou em branco, é importante que o eleitor esteja consciente dessas implicações.

– o 1º turno das Eleições 2014 ocorre no dia 5 de outubro e o 2º turno no dia 26 de outubro de 2014.

– de acordo com o Código Eleitoral, o voto é facultativo a maiores de 70 anos, aos maiores de 16 e menores de 18 anos e aos analfabetos.

– a exigência de maioria absoluta ocorre nas eleições para presidente, governador e prefeito de município com mais de 200 mil eleitores. Quando o candidato com maior número de votos não alcança a maioria absoluta é realizado o segundo turno das eleições entre os dois candidatos mais votados.

Fonte: Pragmatismo Político

Quem tem vergonha na cara não vota em Paulo Skaf; observem quem ele abraçou para alavancar sua campanha…Pobre coitado! 55

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Será que o patrimônio público dilapidado no governo Fleury  agora reaparecerá na campanha do Skaf ?

Quem será que está patrocinando a campanha de Ferreira Pinto, os empresários de segurança privada, o pessoal da 25 de Março ou a contravenção ?

F.P. diz para seu eleitorado que foi um caçador de corruptos, expurgando centenas de maus elementos dos quadros da Polícia Civil.

Os maus elementos que não lhe davam lucro, obviamente!

Enfim , diga com quem tu andas e eu direi quem tu és !

Pesquisa Ibope aponta reeleição de Alckmin no primeiro turno 46

O ESTADÃO

Redação

quarta-feira 30/07/14

Soma dos percentuais dos adversários atinge apenas 21% das intenções de voto, enquanto governador tem 50%

Daniel Bramatti

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem 50% das intenções de voto e seria reeleito no primeiro turno se as eleições fossem realizadas hoje, segundo pesquisa Ibope divulgada pelo SP TV, da Rede Globo.

Em segundo lugar na corrida estadual está o candidato do PMDB, Paulo Skaf, com 11% das preferências. Já o petista Alexandre Padilha aparece com 5%. Os demais candidatos, somados, chegam a 5%.

Com isso, a soma dos porcentuais dos adversários de Alckmin atinge 21%, taxa insuficiente para levar a disputa para o segundo turno. Alckmin será reconduzido ao cargo já na primeira rodada da eleição se obtiver maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais do que a soma dos rivais.

O Ibope também entrevistou os eleitores sobre a avaliação que fazem do governo estadual. Para 40%, a administração de Alckmin é boa ou ótima. Outros 38% consideram o governo regular, e 19%, ruim ou péssimo.

A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho, por encomenda da Rede Globo. Foram feitas 1.512 entrevistas em todas as regiões do Estado. A margem de erro máxima é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança estimado de 95%. Ou seja, se fossem feitas 100 pesquisas idênticas a esta, 95 deveriam apresentar resultados dentro da margem de erro. A pesquisa foi registrada na Justiça eleitoral com o número SP-00013/2014 .

Skaf faz declaração de amor à PM e esquece dos policiais civis 37

Skaf se declara à PM de São Paulo, mas evita fazer promessa a oficiais:
Candidato a governador de São Paulo, o empresário Paulo Skaf (PMDB) se declarou nesta quarta-feira (30) à Polícia Militar de São Paulo em evento com oficiais, mas evitou fazer promessas, embora tenha sido questionado a respeito e assistido a uma apresentação de meia hora com reivindicações que iam de reajuste salarial ao fim da Operação Delegada, conhecida como “bico oficial”.
Ao lado do candidato ao Senado Gilberto Kassab (DEM), Skaf foi recebido pela Coordenadoria de Entidades Representativas dos Policiais Militares do Estado (CERPM) em sua sede na zona norte de São Paulo. Ele ouviu a comparação do salário médio do PM paulista (R$ 3,4 mil) com o do Distrito Federal (R$ 5,2 mil) e a dimensão de oficiais para cada habitante. Enquanto em São Paulo ela é de um PM para 700 habitantes, na capital federal essa proporção é de um policial para 189 pessoas.

Obstáculo: Skaf é desconhecido para 80% dos eleitores de pequenas cidades paulistas

Durante uma apresentação de quase meia hora, Skaf ouviu críticas à Operação Delegada, que utiliza mão de obra de policiais em horário de folga. Segundo a CERPM, a elevada carga horária e a baixa remuneração comprometem o policial “física e psicologicamente”.

Depois dessa apresentação, Skaf foi convidado a falar. Apesar de ter sido perguntado duas vezes sobre suas propostas, ele preferiu não se comprometer com nenhuma demanda, apenas com a “valorização profissional”.
O candidato substituiu as promessas por uma declaração: “Se eu viesse com sonhos, sem realidade, seria uma enganação, mas podem contar que valorizo a PM e me orgulho muito dela”, afirmou: Vocês não precisam me convencer de nada. A Polícia Militar mora aqui do lado esquerdo”, completou, dando tapinhas sobre o peito.

Skaf também evitou criticar o governador e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), função que coube ao deputado estadual Olímpio Gomes. “Quem é o maior adversário da população, o PCC ou o Geraldo Alckmin? Ele não cumpre o que assina.”

MATÉRIA DO IG DE HJ .

ESTE SE GANHAR É CHEQUE MATE NA POLICIA CIVIL .. AVISE A FAMÍLIA OS AMIGOS , OS FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE ,REPASSE AO MAXIMO DE ELEITOR POSSÍVEL , NÃO VAMOS ENTREGAR SÃO PAULO.

Pesquisa diz que 77,2% dos policiais são a favor da desmilitarização da PM 44

Fabiana Maranhão
Do UOL, em São Paulo

30/07/201411h09 > Atualizada 30/07/201412h16

  • Paulo Whitaker/Reuters – 20.jul.2012

    Policiais militares participam de cerimônia de formatura no centro de São PauloPoliciais militares participam de cerimônia de formatura no centro de São Paulo

Uma pesquisa feita com policiais de todo o país, lançada nesta quarta-feira (30) em São Paulo, revelou que a maioria diz ser a favor da desmilitarização da PM. Ainda segundo o estudo, um terço dos policiais brasileiros pensa em sair da corporação na qual trabalham.

O estudo foi realizado com 21.101 policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, bombeiros e peritos criminais de todos os Estados. Os profissionais foram ouvidos entre os dias 30 de junho e 18 de julho.

A pesquisa “Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública” foi promovida pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pelo Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Fundação Getúlio Vargas e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Perguntados sobre a hierarquia policial, 77,2% dos entrevistados disseram não concordar que as polícias militares e os corpos de bombeiros militares sejam subordinados ao Exército, como forças auxiliares, demonstrando que são a favor da desmilitarização da PM.

“Se considerarmos apenas os policiais militares, 76,1% defendem o fim do vínculo com o Exército. O que é um sinal claro de que o Brasil precisa avançar na agenda da desmilitarização e reforma das forças de segurança”, afirma Renato Sérgio de Lima, vice-presidente do Conselho de Administração do fórum e pesquisador da FGV.

De acordo com a pesquisa, 53,4% discordam que os policiais militares sejam julgados pela Justiça Militar. Para 80,1% dos policiais, há muito rigor em questões internas e pouco rigor em assuntos que afetam a segurança pública.

Nova polícia

Mais da metade dos policiais (51,2%) afirmaram que as atuais carreiras policiais não são “adequadas” e deveriam mudar.

Eles deram suas opiniões sobre qual deveria ser o modelo da polícia brasileira: 27,1% deles sugeriram a criação de uma nova polícia “de caráter civil, com hierarquia e organizada em carreira única”; outros 21,86% apontaram como solução a unificação das polícias militares com as civis, “formando novas polícias estaduais integradas e civis”.

Dos entrevistados, 83,2% concordaram que os regimentos e códigos disciplinares precisam ser modernizados e adequados à Constituição Federal de 1988.

Insatisfação com a profissão

Os policiais também responderam questões ligadas às condições de trabalho. Segundo a pesquisa, 34,4% dos policiais afirmaram que pretendem sair da corporação “assim que surgir outra oportunidade profissional”. E 55,1% disseram que planejam se aposentar onde trabalham atualmente.

Perguntados se, caso pudessem escolher, optariam novamente pela carreira na sua corporação, 43,7% falaram que sim; 38,8% responderam que não.

Sobre as dificuldades que enfrentam na rotina de trabalho, mais de 80% deles citaram baixos salários, leis penais que consideram “inadequadas”, contingente policial insuficiente, falta de uma política de segurança pública e formação e treinamento insuficientes.

Polícia pelo mundo

1 / 11

BRASIL – A polícia brasileira é dividida entre a militar, que é responsável pelo policiamento ostensivo, e a civil, que se encarrega das investigações dos crimes. As duas atuam nos Estados. O país também possui a Polícia Federal, de caráter civil e atuação nacional Ricardo Moraes/ Reuters

Perfil dos entrevistados

Dos policiais que participaram do projeto, mais da metade (52,9%) é da Polícia Militar. Outros 22% são da Polícia Civil. A maioria (63,5%) tem ensino superior completo ou especialização, e grande parte (44,4%) trabalha em média oito horas por dia.
Em relação à formação, 37,5% dos policiais tiveram de seis a 12 meses de aulas durante curso para ingressar na corporação; 34,2% tiveram de três a seis meses.
Sobre a renda mensal, 27,2% deles ganham de R$ 5.000 a R$ 10 mil; 26,2%, de R$ 2.000 a R$ 3.000; e 20,9%, de R$ 3.001 a R$ 4.000. O valor é líquido, incluindo os adicionais.
“Não obstante tecnicamente os dados não se constituírem em um retrato exato das opiniões de todos os policiais brasileiros, eles nos autorizam algumas análises e hipóteses exploratórias sobre reformas das polícias no Brasil e incentivam a participação destes profissionais na definição dos rumos de suas instituições”, diz texto da pesquisa.

Terrorista “black bloc” – assistido pelo petista Luiz Eduardo Greenhalgh – diz que foi torturado no DEIC 34

Ativista preso diz ter recebido soco e chutes de policial

GIBA BERGAMIM JR.
ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

29/07/2014 11h43

O funcionário da USP Fábio Hideki Harano, 27, preso acusado de comandar protestos durante a Copa do Mundo, disse que foi agredido e ameaçado por policiais dentro do Deic (Departamento de Investigações Criminais) quando foi preso.

O relato, feito em depoimento ao Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) na Penitenciária de Tremembé, foi anexado ao processo da 10ª Vara Criminal de São Paulo no qual Hideki e o ativista Rafael Lusvarghi são réus por associação criminosa, posse de explosivos, incitação ao crime, e outros delitos.

Ele nega ser black bloc –manifestante que defende a depredação do patrimônio público e privado– e diz que não portava explosivos, como diz a polícia.

Avener Prado – 24.jun.2014/Folhapress
O estudante Fabio Hideki Harano é preso após participar do ato anti-Copa em SP
O estudante Fabio Hideki Harano é preso após participar do ato anti-Copa em SP

Segundo Hideki, as agressões ocorreram no dia 23 de junho, após ambos serem presos numa manifestação.

De acordo com o ativista, ele iniciou uma conversa com Lusvarghi –colocado na mesma sala que ele– e foi repreendido por isso.

“Um dos policiais viu e me desferiu um soco no queixo e machucou minha língua. Logo depois, se aproximou e continuou a me agredir. Tomei uma joelhada e, quando me curvei, tomei outro chute na lateral da barriga”, diz o depoimento.

O manifestante afirmou que foi xingado e humilhado no departamento antes e depois das agressões.

De acordo com a declaração, os policiais o xingavam de “japonês de merda e terrorista de merda”. “Aqui é o Deic. Você está fodido”, teriam dito, segundo Hideki.

O advogado do manifestante, Luiz Eduardo Greenhalgh, disse à Folha que Hideki tem condições de reconhecer quem o agrediu. “Isso será feito no momento oportuno”, disse.

Greenhalgh afirmou que, no dia da prisão, Hideki conversou com o diretor do Deic, Wagner Giúdice, e negou atuar como black bloc.

“Ficou claro nessa conversa que o Fábio (Hideki) não oferece nenhum risco à ordem pública e não pode ficar preso provisoriamente”, disse Greenhalgh.

O ativista foi submetido a exame de corpo de delito. A Folha não teve acesso ao resultado do exame.

Em nota, a Polícia Civil nega ter havido prática de abusos e agressões no Deic.

“Os fatos estão sub judice e foram objeto de denúncia oferecida pelo Ministério Público ao Poder Judiciário, que manteve a prisão preventiva de Fábio Hideki Harano e converteu a denúncia dos promotores em processo judicial, na qual ele figura como réu”, diz o texto.

De acordo com a polícia, não há registro da denúncia nem na Corregedoria da Polícia Civil nem no Deic.

TERROR

Se Hideki acusa os policias de violência, os investigadores do Deic disseram em depoimento terem passado por “momentos de terror” no momento da prisão dos dois manifestantes.

Segundo relato de dois investigadores, no momento da prisão de Lusvarghi, os policiais foram cercados por manifestantes. Para evitar serem atacados, atiraram para cima.

Porém, afirmam ter usado balas de festim. Eles dizem ainda que só conseguiram tirar Hideki do local onde foi preso –estação Consolação do Metrô– para levá-lo à delegacia com a ajuda da PM. “A situação ficou delicada e perigosa, qualquer atitude precipitaria uma ação violenta com consequências graves”, disse um dos policiais em depoimento no Deic.

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998

 

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E ainda tem gente que se diz policial defendo a candidatura de petistas e seus aliados.

PT – já apelidado “partido do terror” – passou dos limites em relação a Israel buscando uma cadeira na ONU e os 10 milhões de votos da comunidade árabe no Brasil 21

O humanitarismo do PT tem por alvo – além de uma cadeira na ONU – os quase 10 milhões de votos da comunidade árabe no Brasil.

“O Brasil passou dos limites em relação a Israel”

Por Andres Oppenheimer

Enquanto a maioria dos países condenou a violência em Gaza, na maior parte dos casos culpando ambos os lados e dirigindo críticas em variados níveis a um e a outro, o Brasil passou dos limites ao simplesmente endossar a versão do grupo terrorista Hamas para o conflito — indo além até mesmo de países como o Egito e a Jordânia em suas ações contrárias a Israel.

Em nota emitida em 23 de julho, o governo da presidente brasileira Dilma Rousseff declarou: “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis”.

E acrescentou que seu embaixador em Israel foi chamado ao Brasil para consultas — algo que nem mesmo países árabes como o Egito ou a Jordânia fizeram até este momento em que escrevo.

Tal comunicado alinha o Brasil com Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países que automaticamente tomam o partido de ditaduras militares e violadores dos direitos humanos em todo o mundo. Agora, há rumores de que o Brasil pretende se manifestar contra Israel na Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 29 de julho.

Muitos outros países condenaram o “uso desproporcional da força” por Israel, contudo a maioria deles — inclusive a Argentina, que normalmente acompanha os posicionamentos do Brasil — condenou simultaneamente o Hamas pelos ataques sistemáticos de foguetes contra alvos civis israelenses, que segundo Israel deflagraram o atual ciclo de violência.

Ademais, os Estados Unidos e os 28 membros da União Europeia, que consideram o Hamas um grupo terrorista, condenaram-no especificamente pelo uso de civis como escudos humanos.

Em 17 de julho, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, conhecida pela sigla UNRWA, anunciou ter encontrado 20 foguetes do Hamas escondidos numa escola da ONU em Gaza. Poucos dias depois, a UNRWA anunciou outra descoberta idêntica em outra escola da ONU.

Após a crítica do Brasil, dirigida unicamente a Israel, o ministro das Relações Exteriores israelense emitiu uma declaração, afirmando que a atitude do Brasil “demonstra a razão pela qual o gigante econômico e cultural continua sendo politicamente irrelevante” no cenário internacional. Representantes de Israel esclareceram que a reação incomumente enérgica foi provocada pela decisão do Brasil de convocar seu embaixador para consultas.

Em contraste, os Estados Unidos e os 28 integrantes da União Europeia iniciaram suas declarações sobre o conflito em Gaza destacando o direito de Israel a se defender.

O Conselho da União Europeia, que inclui a França, a Bélgica e vários outros países com populações muçulmanas numerosas, manifestou-se no dia 22 de julho no sentido de que “a União Europeia condena firmemente o disparo indiscriminado de foguetes pelo Hamas contra Israel”.

E completou: “A União Europeia condena veementemente a convocação (do Hamas) da população civil de Gaza para atuar como escudos humanos. Embora reconheça o legítimo direito de Israel a se defender contra quaisquer ataques, a UE enfatiza que a operação militar israelense deve ser proporcional e em consonância com a legislação humanitária internacional”.

O Brasil pode ter chamado seu embaixador por razões políticas internas, bem como pelo desejo de agradar aos estados radicais árabes e africanos, em sua busca pela obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

José Miguel Vivanco, responsável pela divisão das Américas da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, ressalta que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva — mentor político de Rousseff — posicionou-se consistentemente em favor dos piores violadores dos direitos humanos do mundo nos anos em que ocupou a presidência.

Mais recentemente, com Dilma Rousseff, o Brasil melhorou significativamente sua participação nas votações sobre o tema no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém o mesmo não ocorreu em outros fóruns diplomáticos. Na América Latina, por exemplo, o Brasil permaneceu em silêncio em relação às inúmeras violações aos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança da Venezuela, relata Vivanco.

“O Brasil está fazendo a coisa certa ao protestar com veemência contra Israel pelo uso desproporcional da força, que resultou num grande número de mortes de civis, mas ao mesmo tempo não podia deixar de condenar os ataques indiscriminados e constantes de foguetes do Hamas contra a população civil israelense”, disse-me Vivanco.

Minha opinião: Israel pode ser acusado de falhar ao evitar a morte de civis em casos específicos durante o conflito de Gaza, e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pode ser culpado por não fazer o bastante para acelerar a tão necessária criação de um Estado palestino, porém Israel não pode ser condenado por se defender.

Não se pode esperar de nenhum país no mundo que fique inerte enquanto um grupo terrorista dispara milhares de foguetes contra suas maiores cidades e, depois, usa civis como escudos humanos. E menos ainda quando, diferentemente do Al Fatah e outros grupos palestinos mais moderados, o Hamas conclama à aniquilação de Israel e ensina às crianças palestinas que matar judeus é uma prestação de serviço a Alá.

Se o Brasil quer ser levado a sério como uma democracia moderna e um ator internacional responsável, deveria agir como tal.

Sou PSDB desde criancinha – Acordem bando de trouxa!!! 44

Doutor estou contigo.

O PT morreu pra população. Não ganha pra Governador e presidente.

E os asnos dos policiais civis ao invés de parar com essa putaria anti psdb, e ter um pouco de inteligência, escolher um lado da guerra e se aproximar: nao!! Querem se juntar ao Skaff que colocar a ultima pedra sobre a lapide, ou se juntar aos vagabundos do PT que tem ódio mortal da policia.

Tá na hora de escolher um lado. E o certo.

Sou psdb desde criancinha.

Acordem bando de trouxa!!!

Vamos nos aliar a quem vai ficar no mínimo mais 12 anos em SP. E dessa maneira conseguir algo.

Vê se o MP e TJ ficam fazendo oposição ao psdb? Ao contrario. Tudo pau mandado.

Qtos greves de juízes e promotores tivemos?????

Pq isso? Pq escolheram o lado certo.

Agora professor, metroviario, policial fica com essa putaria de se juntar ao PT, e só toma no cú.

Tá na hora de saber jogar o jogo. Engole a humilhação dos ultimos 20 anos e agora ” somos amigos”.

Prestem atenção: quem decide o jogo é a população de SP, que nos odeia e vota psdb.

Até quando vamos ficar querendo matar a onça com garfinho que vem no rocambole?

É assim que enxergo.

To vendo meu pirão primeiro. Fodasse o resto.

ROUBALHEIRA DESENFREADA NO NOVO DETRAN – As denúncias de irregularidades no DETRAN de Santos, Cubatão e JARI foram encaminhadas ao GAERCO 4

Acerca da supressão da postagem dando conta de eventuais irregularidades praticadas no âmbito do “novo” Detran , informamos aos nossos leitores que excluímos todo aquele conteúdo em razão de termos encaminhado a denúncia original ao GAERCO de Santos, órgão do MP incumbido da repressão ao crime organizado na esfera da Administração Pública.

 

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Roberto conde guerra
Data: 28 de julho de 2014 23:02
Assunto: Fwd: Detran Santos ( Flit Paralisante )
Para: gaercosantos@mp.sp.gov.br

 

Remetemos para eventual apreciação desse órgão do MP,  o e-mail abaixo dando conta de supostas irregularidades no âmbito do DETRAN e JARI da região.

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: detran santos <ciretrande>
Data: 28 de julho de 2014 14:21
Assunto: Detran Santos
Para: dipol@flitparalisante.com

Venho por meio deste, solicitar ajuda. Sou funcionaria publica do Departamento Estadual de Transito de São Paulo lotada na Ciretran de Santos e estou percebendo uma serie de irregularidades que passo a narrar.

Resolução SSP-93, de 28-07-2014 – Fernando Grella institui grupo de trabalho objetivando a reestruturação das carreiras da Polícia Civil 151

Resolução SSP-93, de 28-07-2014

Constitui Grupo de Trabalho para analisar propostas de aprimoramento da estrutura, organização e carreiras da Polícia Civil. O Secretário da Segurança Pública, Considerando as propostas apresentadas visando aprimoramento na estrutura, organização e carreiras da Polícia Civil

Considerando a necessidade de desenvolvimento de estudos sobre a viabilidade das propostas apresentadas e sua sistematização, resolve:

Artigo 1º- Fica instituído Grupo de Trabalho para análise das propostas apresentadas pela Delegacia Geral da Polícia Civil objetivando mudanças na estrutura, organização e carreiras.

Artigo 2º- O Grupo de Trabalho instituído por esta Resolução será formado por:

I – um representante do Gabinete do Secretário da Segurança Pública, que exercerá a função de Coordenador;

II – três representantes da Delegacia Geral de Polícia.

Artigo 3º- Caberá ao Coordenador:

I – Convocar os integrantes do grupo para a realização das atividades;

II – Concentrar todas as informações relativas às atividades a serem desenvolvidas, mantendo as partes envolvidas informa-das sobre o andamento dos trabalhos;

III – Demandar informações e análises por parte de órgãos da SSP e da Polícia Civil, para subsidiar suas atividades;I

V – Elaborar o relatório final e apresentá-lo ao Secretário da Segurança Pública para deliberação.

Artigo 4º- O Grupo de Trabalho terá prazo de 60 dias para encerrar as atividades, encaminhando relatório ao Secretário da Segurança Pública.

Artigo 5º- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

AUTOELOGIO – PT emprega funcionários e equipamentos públicos para forjar biografias dos candidatos do partido 4

Elogio a Padilha em site foi postado por servidor do Planalto

ALEXANDRE ARAGÃO
DE SÃO PAULO

UOL 

29/07/2014 02h00

Registros na página sobre o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) na Wikipédia sugerem que o responsável pela inclusão de elogios, a partir de um computador da Presidência, foi o servidor Fernando Ramos da Silva, que ocupa o cargo de coordenador-geral de produção e divulgação de informações do Palácio do Planalto.

Conforme a Folha revelou nesta segunda-feira (28), um endereço de IP registrado em nome da Presidência foi usado para, de forma anônima, incluir elogios e retirar trecho sobre uma suspeita de envolvimento em corrupção na página de Padilha, candidato do PT ao governo paulista.

As três mudanças feitas logo após a que foi realizada de dentro do Planalto são assinadas por “Fernandoramosdf” -mesmo apelido que o servidor usa em outras redes sociais. Uma delas tem conteúdo idêntico à alteração que foi feita, anonimamente, pelo IP da Presidência. Ramos também é responsável por editar o Blog do Planalto.

ALTERAÇÕES

No texto, alterado em 10 de dezembro do ano passado, Padilha é descrito como “defensor do SUS e do acesso universal ao sistema, sobretudo de pessoas mais carentes”.

Também foram incluídos links a páginas oficiais, levando a textos positivos, como a do Ministério da Saúde e a do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

O texto incluído refere-se à presidente Dilma Rousseff como “presidenta”, termo pelo qual ela prefere ser chamada -e que é adotado oficialmente pelo governo federal.

Informa, ainda, que Dilma desculpou-se com um médico cubano hostilizado. Na palavras incluídas, o profissional foi “vítima de preconceito e xenofobia quando chegou com grupo de outros médicos cubanos” ao Ceará.

Procurado pela Folha, o coordenador-geral de produção e divulgação de informações do Planalto, Fernando Ramos da Silva, não respondeu se ele é o responsável pelas alterações. “Você vai ter que falar com a secretaria de imprensa, viu?”, afirmou.

Após nova tentativa da reportagem, ele ignorou a pergunta mais uma vez. “É o pessoal do atendimento de imprensa que tem que ver.”

Procurado desde a última sexta-feira (25) para comentar as alterações na página do ex-ministro Padilha, o Palácio do Planalto não respondeu às perguntas enviadas por e-mail e sugeriu que o pedido fosse feito por meio da Lei de Acesso à Informação.

OUTROS CASOS

Pesquisa com os IPs registrados em nome do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e da Presidência mostra que onze deles foram usados para editar artigos na Wikipédia como o do MPL (Movimento Passe Livre) e o do ex-governador de São Paulo José Serra.

O Serpro disse que não poderia comentar por motivos legais, porque a empresa e seus servidores “são obrigados a guardar sigilo quanto a elementos manipulados”.

Colaborou ALEXANDRE ORRICO, editor-assistente de “Mercado/Tec”

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Advogado não precisa de procuração para acessar autos 7

CNJ decidiu que advogados sem procuração poderão pedir extração de cópias dos autos de feitos administrativos e jurisdicionais

Fonte | OAB - Segunda Feira, 28 de Julho de 2014

O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, exaltou a vitória obtida pela OAB de Mato Grosso do Sul junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Após iniciativa da seccional, o CNJ decidiu que advogados sem procuração poderão pedir extração de cópias dos autos de feitos administrativos e jurisdicionais em matéria criminal e infracional.

Para Marcus Vinicius, fica evidente o respeito a uma prerrogativa fundamental. “É direito do advogado obter cópias dos autos, mesmo sem procuração, salvo nos casos de sigilo. O Conselho Federal parabeniza a atitude e o empenho da diretoria da Ordem em Mato Grosso do Sul, e reitera que não aceitara o cerceamento à atividade profissional do advogado sob nenhuma hipótese”, disse.

O presidente da OAB-MS, Júlio Cesar Souza Rodrigues, entende que “a limitação do trabalho do advogado viola o exercício da profissão e prejudica o atendimento ao maior interessado no processo, que é o cidadão. Como meio indispensável à Justiça, o advogado assim deve ser reconhecido, preservando-se a inviolabilidade do seu trabalho”.

Entenda o caso

Após requerimento da OAB-MS, a representante do Conselho Federal da OAB no CNJ, conselheira Gisela Gondin Ramos, determinou a desconstituição do artigo 123-A, parágrafo 2º, do Código de Normas da Corregedoria-Geral da Justiça de MS, em que diz: “os autos dos inquéritos policiais, processos criminais, termos circunstanciados, processos da área da Infância e Juventude e Varas de Execuções Penais somente poderão ser retirados para extração de cópia por advogado ou estagiário inscrito na OAB e regularmente constituído”.