Geraldo Alckmin dá calote nas famílias de policiais assassinados pelo “Partido do Crime” 33

Governo de SP não paga indenização a famílias de PMs assassinados

ROGÉRIO PAGNAN
MARINA GAMA CUBAS
DE SÃO PAULO

12/05/2014 03h20

Marta Umbelina da Silva de Moraes, 44, tornou-se símbolo do drama vivido por PMs de São Paulo na guerra não declarada entre a polícia e os criminosos da facção PCC ocorrida em 2012.

A soldado foi assassinada na frente da filha de 11 anos, com mais de dez tiros, quando tentava abrir o portão de casa, em um dia de folga.

A história de Martinha, como era conhecida, sensibilizou muita gente. Mas o governo de São Paulo ainda não pagou indenização à família.

Em 2012, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) havia se comprometido a indenizar famílias de policiais e de agentes penitenciários assassinados em razão da profissão, mesmo de folga.

Assim como Marta, outros policiais foram caçados fora do horário de trabalho.

Como o seguro atendia apenas PMs em serviço ou no trajeto de casa ao trabalho, o governo editou nova lei, em abril de 2013, para cobrir os demais casos. O prêmio prometido pode chegar a R$ 200 mil.

Levantamento feito pela Folha revela que, de 80 nomes de policiais assassinados em 2012, em apenas oito casos houve publicação no “Diário Oficial” autorizando o pagamento às famílias.

O governo de São Paulo se recusou a fornecer a quantidade de indenizações autorizadas desde janeiro de 2012.

Editoria de Arte/Folhapress

Confirmou, porém, que de uma lista de seis casos emblemáticos de 2012 enviados pela Folha nenhum teve autorização de pagamento.

Em três desses casos não há ao menos um procedimento aberto para analisar eventual pagamento porque, segundo o governo, não há “registro de pedidos de indenização”. A família de Marta está nessa lista.

O decreto que regulamentou a lei do ano passado não cita a necessidade de o governo ser acionado para fazer os pagamentos. Diz que a apuração para a indenização deve ser “de ofício instaurada” (ou seja, automaticamente).

Ao fim dela, se não houver empecilho, o governo “adotará providências necessárias à identificação dos herdeiros ou sucessores do militar”.

De todas as famílias pesquisadas pela reportagem, nenhuma foi procurada pela PM ou pelo governo.

Questionada sobre os artigos da lei, a gestão Alckmin disse que as apurações são feitas, mas que é obrigatório que a família protocole um pedido -só não apontou onde há essa exigência na lei.

O governo alega que as famílias deveriam ser informadas pela PM da necessidade de fazer o pedido. “A determinação da SSP [Secretaria da Segurança Pública] é que as famílias sejam avisadas. Se houve erro ou falha de comunicação em algum dos casos, eles serão verificados, para serem corrigidos”, diz.

Para o deputado major Olímpio (PDT), essa interpretação, da necessidade de a família apresentar pedido, contraria o objetivo da lei, proposta pelo próprio governo.

Ao determinar uma “instauração por ofício”, diz ele, a intenção era justamente proteger os herdeiros dos PMs, principalmente os sem condições ou instrução suficientes para reclamar seus direitos.

O advogado Adriano dos Santos, 40, que defende as famílias de cerca de 70 policiais, afirma que nenhum de seus clientes foi informado pelo governo da necessidade de pedir a indenização.

Ainda segundo o major Olímpio, oficiais da PM informaram a ele que há 304 casos em análise pelo governo para eventual pagamento -envolvendo não só homicídios.

Anteontem, ocorreu mais um assassinato que terá de ser investigado: o capitão da PM Marcos Ferreira Mata, 45, foi morto a tiros em frente a um bar em Guarulhos.

Feliz dia das mães – mensagem de esperança para todos nós 9

Mas o que é a esperança ?

Ora, meus caros – penso que  –  esperança é a possibilidade de modificar o resultado das nossas escolhas!

A esperança é mãe moral que vem em socorro de ( por ) nossas inconsequências…

O resto – tal como nossas mães biológicas e as de criação ( adotivas )  – é milagre do Criador!

floresdemae

 

Por isso , nos momentos extremos, a gente pensa ou grita: Mãe…Mãe…Mãe!

Cartilha para estrangeiros na Copa – Contra latrocínio, guia da polícia diz para estrangeiro ‘não reagir’ na Copa 28

Turistas receberão panfleto nos aeroportos de seus países de origem com dicas de como se comportar em caso de violência

10 de maio de 2014

Luciano Bottini Filho – O Estado de S. Paulo

Se for assaltado na Copa do Mundo, controle-se. O apelo da Polícia Civil paulista será enviado aos estrangeiros antes do embarque nos aeroportos de origem. Com a escalada do número de furtos e roubos no Estado de São Paulo, terroristas e black blocs são preocupação menor. O alerta principal é para o latrocínio – roubo seguido de morte – contra quem não tem ideia de como se comportar em uma cidade tão violenta quanto São Paulo. As orientações são claras: “não reaja, não grite nem discuta”.

Embaixadas e consulados serão orientados a distribuir a seus cidadãos antes de eles pisarem em solo brasileiro um guia especial com dicas de segurança criado para os grandes eventos. A ideia foi do presidente do Comitê de Gestão da Copa do Mundo da Polícia Civil de São Paulo, Mário Leite.

“Estou preparando nossos policiais para evitar a prática do crime de latrocínio. Por quê? Os turistas que vêm principalmente da Europa e dos Estados Unidos não veem com muita frequência esse tipo crime lá. Como não estão acostumados, eles vão reagir ao assalto”, afirmou o delegado.

Os panfletos deverão ser publicados em inglês, espanhol e francês, além de português. “Eles vão saber que não devem andar ostentando objetos precisos, tomar cuidado à noite e só andar acompanhados. Não adianta depois chorar o leite derramado”, disse Leite. Algumas das orientações do guia soam até paranoicas, como “no trajeto entre os seus destinos, procure observar se alguém está te seguindo”.

E se tudo, ainda assim, der errado e um bandido agir, os policiais têm sido treinados pela Academia de Polícia para atender os estrangeiros vítimas de violência – são esperados ao menos 600 mil viajantes do exterior durante os jogos no Brasil, entre 12 de junho e 13 de julho.

Cursos de idiomas foram oferecidos aos agentes e um “banco de talentos” foi montado com os profissionais fluentes em línguas estrangeiras. Nas delegacias das áreas onde haverá jogos, um grupo de intérpretes treinados pela Polícia Civil reforçará o atendimento.

Telefone. Até a Polícia Militar já adaptou o serviço de 190 para receber chamados de estrangeiros. Na Europa, o número é 112, e nos Estados Unidos, 911 – quem discar aqui para esses números, será direcionado para o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Equipes de plantão com atendentes serão capazes de se comunicar pelo menos em inglês e espanhol.

Segurança. A logística da segurança nos jogos da Copa vai além dos crimes comuns. Apesar do temor do turista alvo fácil de bandidos, ameaças menos iminentes, mas muito mais catastróficas, estão no planejamento. Ficou a cargo da PM a escolta de autoridades e times inteiros no trajeto dos hotéis até o estádio – só entre chefes de Estado, aos menos 20 já confirmaram presença.

A força-tarefa inclui também a contenção das mais variadas possibilidades de protestos, muito mais prováveis se o Brasil perder os jogos, até o transporte da taça da Fifa entre o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e o Shopping Itaquera nos dias em que estará exposta.

Ingresso proibido para “pessoas de cor” ( NEGROS ) – Defensoria Pública ganha mais 104 mauricinhos e patricinhas – TODOS MUITO BRANCOS – para a defesa das minorias e da função social da propriedade 101

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 9 de maio de 2014 20:28
Assunto: Governador Geraldo Alckmin participa da posse de 104 Defensores Públicos
Para: dipol@flitparalisante.com

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Sexta-feira, 09 de Maio de 2014
Governador Geraldo Alckmin participa da posse de 104 Defensores Públicos

Com os novos Defensores, a Defensoria Pública passará a contar 714 Defensores Públicos

O governador Geraldo Alckmin participou nesta sexta-feira, 9, da posse de 104 Defensores Públicos aprovados no V e VI concursos da categoria. O V Concurso foi finalizado em outubro de 2012 e teve a participação de 6.669 inscritos. Já o VI concurso foi finalizado em abril deste ano e contou com a participação de 8.261 candidatos.

“A defensoria pública é justiça em dose dupla porque faz justiça na defesa do direito e permite o acesso aos segmentos sociais mais fragilizados”, ressaltou Alckmin

A partir de segunda-feira, 12, os novos Defensores participarão de curso de formação promovido pela Escola da Defensoria Pública (Edepe). Além de apresentar os órgãos internos da instituição e seu funcionamento, o curso aborda temas relativos ao cotidiano profissional nas diversas áreas de atuação. O processo de distribuição dos novos cargos está sendo discutido no Conselho Superior da Defensoria Pública e por isso ainda há previsão de quais serão as novas unidades.

Para assumir um cargo de Defensor Público é preciso ser brasileiro, ou português com residência permanente no país; ser bacharel em direito; estar em dia com as obrigações militares e dos direitos políticos; contar com dois ano, no mínimo, de prática profissional na área jurídica; não possuir condenações criminais ou antecedentes criminais e não possuir condenações em órgão de classe em relação ao exercício profissional.

Assessoria de Imprensa
(11) 2193-8520
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Governo do Estado de São Paulo

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Requisitos para ingresso nas melhores  carreiras públicas  de São Paulo ( A TERRA DO NUNCA ) :

Ser branco ;

Jovem;

Rico;

Egresso das organizações Damásio ou LFG;

Bilíngue;

Ter visitado – no mínimo duas vezes –  a  Disneylândia; 

Amar os pretos e os pobres…

Mas bem de longe! 

( Tipo o amor de Igreja )

João Alkimin: MEIA JUSTIÇA 47

MEIA JUSTIÇA

Lembro-me que alguns anos atrás a Dra. Tania Lis Tizzoni Nogueira,  ao fazer uma sustentação oral no Tribunal de Justiça,  em favor de um cliente que havia sido absolvido com fulcro no artigo 386, inciso VII, disse aos julgadores: “perfeitamente senhores Desembargadores agora direi ao meu cliente, você esta meio absolvido, somente para não ir para cadeia, mas não conseguirá retornar ao funcionalismo público e para sempre irá pairar sobre você a dúvida, foi absolvido somente por não terem encontrado provas, mas provavelmente é culpado, meia absolvição é arremedo de justiça”.
O réu foi absolvido em segunda instância por inexistência de crime.
No caso da Escrivã para mim é chocante a decisão judicial. As provas de que o flagrante foi forjado são claras e evidentes, ninguém de bom senso que tenha visto o vídeo irá duvidar que o dinheiro foi plantado em suas partes íntimas, a escrivã foi demitida. E os Delegados de Polícia torturadores, e o Delegado Titular covarde e incompetente, e os Guardas Municipais que participaram daquela asquerosa tortura. Os Delegados tiveram os inquéritos e PADs arquivados e foram promovidos. Do Delegado Titular do distrito que covardemente fez ouvidos de mercador aos pedidos de ajuda da Escrivã torturada deve continuar a frente de algum distrito e os Guardas Municipais não tenho nenhuma notícia.
Ora dirão alguns, mas ela foi absolvida e ainda recebeu uma indenização de R$ 30.000.00 em 1ª instância.  Ora senhores, um Juiz de Direito  tempos atrás sofreu críticas da imprensa que o acusava de fraudar adoções de menores, já recebeu até agora mais de 3 milhões de reais, não está aguardando, já recebeu. O ex-Secretário Petreluzzi que foi criticado por um Jornal de São Paulo, recebeu das organizações Globo mais de R$500.000,00 reais de indenização, infelizmente e dolorosamente parece-me que alguns processos são julgados pelo CPF e não pelo RG.
Isso me faz lembrar as sábias palavras do Des. Pedro Gagliardi: ” Julgo o processo pelo conteúdo e não pela capa”.
Fico me indagando também porque a Corregedoria Geral de Polícia Civil, sob o comando de Délio Montresor ou melhor sob o comando de Antonio Ferreira Pinto, pois Délio era somente o executor desencadeou uma sórdida campanha de perseguição elegendo alguns alvos para sua sanha destruidora, Conde Guerra, Frederico, Verduraz e outros. E os torturadores premiados.
É inconcebível tal fato, é inexplicável a inércia do Ministério Público em não processar os Delegados torturadores, parece-me que o Ministério Público é duro com alguns e leniente com outros. O fato ocorrido com a Escrivã e o descaso das autoridades gera total descrédito, os senhores Policiais ou qualquer um do povo terá coragem de permitir que um desses Delegados façam uma oitiva de suas mães, mulheres ou filhas. Eu particularmente não permitirei sob nenhum pretexto.
Continuo aguardando a reintegração do Delegado Roberto Conde Guerra, que não roubou, não plantou provas, não despiu ninguém, não torturou ninguém e foi demitido por repercutir uma notícia verdadeira dada pela Rede Globo de Televisão.  
João Alkimin

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

joaoshowtimejornalismo

 


Absolvição meia-boca – Escrivã torturada e desnuda por cães da DOP é absolvida ” in dubio pro reo” 98


corroSegundo a denúncia, a ex-escrivã  – em 2009 – teria recebido R$ 200 para ajudar um acusado a se livrar de um inquérito.  Durante a investigação no próprio distrito e com a presença do delegado titular da delegacia, Renato Luiz Hergler Pinto, chefe da acusada, o delegado da Corregedoria  Eduardo Henrique de Carvalho Filho decide pela revista da policial acusada que apesar de não se recusar a ser revistada, implora que isso seja feito por policiais femininas. Na sala há seis agentes públicos, os três delegados, mais dois agentes e duas policiais femininas.

O delegado da Corregedoria insiste na necessidade de que a revista tem de ser feita na presença de membros da Corregedoria, a acusada aceita, mas pede que  uma delegada da Corregedoria faça este trabalho.

Imagens em vídeo  foram  gravadas pela própria Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo por ordem dos delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, ambos agentes da Corregedoria e protagonistas da ação deflagrada por requisição do GAECO.

Todavia, inicialmente, o vídeo foi suprimido com elemento de produção de prova em desfavor da acusada. 

As imagens caíram no domínio público em razão de agentes da própria Corregedoria vazarem o vídeo por meio de e-mail fazendo chacota .

O vídeo ganhou a denominação “A Periquita da Escrivã”.

Quando da revelação do atentado à dignidade da investigada, a diretora da Corregedoria Maria Inês T. Valente  foi exonerada pelo secretário Antonio F.P.; este alegou o indefectível : NÃO SABIA DE NADA!

A suspeita sem nem sequer ter sido julgada foi expulsa da Polícia Civil.

Agora, por sentença publicada ontem , 5 de maio de 2014 , o Poder Judiciário reconheceu a ilicitude das diligências  em desfavor da ex-escrivã , absolvendo-a das acusações de concussão ou corrupção passiva, sob fundamento de insuficiência de provas.

Com efeito, muito rigor com uma coitada, apenas  para grande corrupto mostrar serviço e fazer pose de vestal da probidade. 

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Alckmin pagará mais para quem cagueta do que paga por ano para quem investiga…Que tal se associar a um informante virtual e trabalhar apenas para receber prêmios ? 64

Boa tarde Dr. Guerra ,

Segundo entrevista dada a Folha o governador pretende dar recompensa de até 50 mil reais , o equivalente ao ganho anual de um policial , para quem denunciar  bandido , pode ?

Alckmin vai pagar até R$ 50 mil para quem denunciar bandido

STEFANIE SILVEIRA
FOLHA DE SÃO PAULO

06/05/2014 12h35

Depois de São Paulo registrar o recorde de assaltos em 19 anos no mês de março, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou na manhã desta terça-feira (06) que vai pagar recompensas a quem fornecer informações que possam esclarecer crimes ou localizar bandidos foragidos.

O Programa Estadual de Recompensa prevê o pagamento de quantias de até R$ 50 mil, variando de acordo com o tipo de crime envolvido na denúncia. A resolução integra o programa São Paulo Contra o Crime.

O governo vai usar a estrutura do atual programa web-denúncia para colocar em prática o sistema. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a ferramenta lançada em novembro de 2013 já corresponde a 27% das denúncias que são recebidas.

A ONG Instituto São Paulo Contra a Violência, responsável por administrar o disque-denúncia e o web-denúncia, também fará a administração da nova ferramenta do sistema. As denúncias devem ser feitas no site webdenuncia.org.br.

FUNCIONAMENTO

Não serão recompensadas denúncias sobre qualquer crime. A secretaria vai selecionar em quais casos as denúncias poderão receber pagamentos. Na manhã desta terça, foram divulgadas as primeiras resoluções que indicam dois latrocínios cujas informações podem receber pagamento de até R$ 5 mil.

O primeiro é o roubo seguido de morte que vitimou o professor Gomides Vaz de Lima Neto, 46, em abril, em frente a um supermercado na rua Abílio Soares.

O segundo é o caso do aposentado Benedito Virgulino, 69, que morreu durante um assalto também em abril, na Avenida Líder, bairro Cidade Líder, zona leste da capital.

Na próxima semana, devem ser divulgados outros dez crimes selecionados para terem denúncias pagas pelo governo.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, a escolha pela ferramenta de denúncias via internet foi feita para garantir o anonimato das pessoas e a assegurar a possibilidade de pagamento.

“Todas as etapas do processo são criptografadas e não há qualquer possibilidade de identificação nem mesmo da localização do computador de onde a informação foi enviada”, diz Grella.

Quem envia as informações pelo site recebe um número de protocolo e uma senha para acompanhar o caso pela internet. Caso a informação seja considerada relevante para a resolução do crime, o usuário receberá um número de cartão bancário virtual e uma nova senha que permitirá o saque da recompensa em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil, sem a necessidade de que ele se identifique.

A quantia poderá ser retirada de uma vez ou aos poucos, assim como é feito com um cartão bancário comum.

Cada caso eleito para receber a recompensa e o respectivo valor serão estabelecidos pelo secretário a partir de um relatório da polícia que demonstrará que a informação foi determinante para o esclarecimento do crime. A recompensa pode ser dividida se houver mais de uma denúncia considerada importante para a resolução da investigação.

Segundo o secretário, os critérios para escolha dos crimes passíveis de recompensa são a gravidade e a dificuldade do caso.

“São os casos mais graves, latrocínio, homicídio. Crimes graves que impactam a sensação de segurança e que precisam dessa colaboração da sociedade para serem elucidados.”

Os recursos para o pagamento das recompensas são públicos e virão do Fundo de Incentivo a Segurança Pública.

DECRETO

A criação da recompensa já havia sido proposta em decreto de janeiro de 2002, assinado pelo próprio Alckmin. Durante 12 anos, o decreto esperou por uma resolução da Secretaria de Estado da Segurança Pública que definiria as regras para os pagamentos.

Segundo Alckmin, a demora ocorreu porque o decreto inicial previa que o pagamento ocorresse em casos de prisões e poderia influenciar a criação de milícias civis.

“A lei aprovada anteriormente dizia que ‘qualquer pessoa física ou jurídica poderá oferecer recompensa financeira para realização de prisão’, a recompensa era pela prisão da pessoa, a lei sem querer estimulava uma milícia e não é isso que se deseja, quem vai prender é a polícia.”

Estados como a Paraíba e o Rio de Janeiro já utilizam o sistema de recompensas por denúncias que solucionem crimes. Nos Estados Unidos, a prática também é regulamentada e comum.

De janeiro a março deste ano, foram registrados no Estado de São Paulo inteiro 79.093 roubos –quase 20 mil casos a mais do que no mesmo período do ano passado. É como se houvesse 37 assaltos a cada hora –com uso de violência ou ameaça. Somente na capital paulista, houve 40.671 roubos

IBIÚNA DESVALORIZADA ESTÁ DOMINADA PELO CRIME – Cunhado embosca e executa PM para resgatar débito com o PCC 85

GOVERNO DO ESTADO ABANDONOU IBIÚNA

Assassino de policial militar é preso em Ibiúna

Delegacia logo após a prisão do assassino.

No começo da tarde desta segunda-feira (5) foi preso, na região central de Ibiúna, o assassino confesso do Policial Militar Everaldo Fernando de Moura, 36 anos, ocorrida na noite do último domingo (4)

A prisão de Diego Mendes Reis, 23 anos, aconteceu após uma denúncia anônima, com informações sobre o paradeiro do indivíduo, a denuncia inclusive mencionou a rota de fuga. Com as informações, equipes da Guarda Civil de Ibiúna passaram a acompanhar um táxi ( modelo Corolla)  em um percurso de aproximadamente 3 quilômetros, desde a entrada do Conjunto Habitacional Santa Lúcia (CDHU) até a rotatória, já na saída para São Paulo, onde houve a abordagem.

Vítima, Fernando de Moura

Vale destacar que no momento do percurso foi utilizado um veículo, descaracterizado, do Serviço Reservado da Guarda Civil de Ibiúna  ” Procuramos fazer uma abordagem com  cautela, uma vez que o indivíduo estava portando uma arma (.40) do PM assassinado” informou o GCM Santos, responsável pela prisão. O mesmo ainda informou que no momento da prisão o indivíduo não esboçou reação, confessou o crime e  entregou a arma, que estava escondida no banco do táxi. Ainda de acordo com Santos, a preocupação da GCM era preservar a integridade física de terceiros, inclusive do taxista e da esposa de Diego, grávida de sete meses, que também estava no táxi.

De acordo com informações da polícia, o assassinato ocorreu após um desentendimento entre cunhados, já que  a vítima mantinha um relacionamento com a  irmã do assassino.  Por motivos ainda desconhecidos, logo após afastar-se do quarto do casal, o indivíduo armou-se com uma  faca e retornou, em seguida, batendo na porta. Quando  o policial abriu, levou uma facada no pescoço e foi desarmado. Na sequência, já com a arma de fogo em mãos, Diego efetuou um disparo certeiro na cabeça do policial, fugindo em seguida, na direção de um matagal. A vítima ainda foi socorrida com vida, mas morreu assim que deu entrada no Hospital Municipal de Ibiúna.

Arma encontrada com o assassino.Foto/GCM Ibiúna

SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA PARA A COPA DO MUNDO EM PAUTA NA ALEMANHA 116

03 de maio de 2014 • 16h26 • atualizado às 16h32

Deputado alemão: ‘violência é parte do dia a dia no Brasil’

Membro de comissão que avalia segurança durante a Copa, Stephan Mayer visita Brasil e se diz surpreso com o pouco entusiasmo no País do futebol

Durante uma semana, o deputado Stephan Mayer esteve visitando o Brasil como integrante de uma delegação da Comissão Permanente de Assuntos Internos do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão). Juntamente com seis colegas, ele esteve no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, onde se encontrou com chefes de pasta, representantes da polícia e ativistas dos direitos humanos.

O tema central das conversas foram os planos de segurança e a situação geral no País seis semanas antes do início da Copa do Mundo. Em entrevista à Deutsche Welle (DW), o político da União Social-Cristã (CSU) revelou suas impressões.

DW: Na sua opinião, será que eu, enquanto fã do futebol, posso viajar despreocupado para a Copa no Brasil, diante da recente onda de violência no país?

Stephan Mayer: Nas grandes cidades do Brasil, a violência infelizmente faz parte do dia a dia. Mas isso não tem nada a ver diretamente com a Copa do Mundo. Cerca de 50 mil pessoas continuam perdendo a vida de forma violenta no País, a cada ano: a maioria delas nas favelas, nos bairros pobres.

É preciso observar de forma diferenciada o que acontece nos locais que realizarão a Copa, nos centros das cidades, nos estádios e em torno deles, nos aeroportos, nos hotéis, nas Fan Fests. Estou certo que nesses locais vai se zelar pela segurança. É claro que cada torcedor também tem a responsabilidade de se comportar com cuidado e sensatez. No Brasil, nas cidades grandes, a pessoa não pode passear por toda parte. Mas onde os torcedores normalmente ficam, as pessoas podem ir tranquilamente.

DW: A polícia brasileira não prima pela delicadeza. Inocentes têm sido mortos a tiros durante operações de segurança. Muitos dos agentes são, eles mesmos, criminosos. Como é que uma polícia dessas pode garantir a segurança?

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Stephan Mayer: Há muito tempo a polícia brasileira está precisando de uma reforma. Alguns departamentos policiais têm grandes problemas de corrupção, e parte são até mesmo integrantes do crime organizado. Mas eu prefiro não generalizar a questão. Obviamente os brasileiros têm plena consciência de que segurança é um aspecto importantíssimo da Copa do Mundo.

Eu fiquei com a impressão, sobretudo nas conversas com os secretários de Segurança Pública dos Estados, que o governo sabe perfeitamente como os agentes policiais se comportam e os observa com olhos de águia. Ele sabe que resultaria em má imagem para o Brasil se ocorrerem excessos de violência policial, como na Copa das Confederações. Eu espero que, com as experiências do ano passado, as autoridades tenham aprendido a apostar mais em estratégias de distensão e, sobretudo, a não confrontar com violência os manifestantes pacíficos.

DW: Tanto os brasileiros como estrangeiros que vivem no País costumam relatar sobre suas más experiências com a polícia. Quando alguém leva seus problemas até os agentes, eles geralmente só sacodem os ombros. O que os torcedores alemães com problemas podem esperar dessa polícia?

Stephan Mayer: Os brasileiros sabem que estão no foco da atenção internacional. Estou seguro de que os agentes policiais destacados para as áreas da torcida também serão acessíveis aos torcedores alemães. Além disso, há igualmente instâncias a se recorrer, do lado alemão. Em cada local de jogos haverá um encarregado para os turistas alemães; os consulados gerais e a embaixada vão disponibilizar funcionários de contato. Todo torcedor vai dispor dos números de telefone a serem utilizados em caso de emergência.

DW: O Brasil é o País do futebol, por definição. As pessoas lá já estão animadas com a Copa?

Stephan Mayer: Para nós foi uma surpresa constatar que o entusiasmo no País ainda não é tão pronunciado assim. Só metade dos brasileiros se mostra ansiosa pela chegada da Copa – número que poderia ser bem maior. Vê-se pouca alegria pela Copa em público. Por exemplo, não há bandeiras nacionais penduradas nas janelas. Claro que tudo isso pode mudar, se o torneio favorecer a seleção brasileira. Caso – contrariando as expectativas – ela seja desclassificada cedo, isso certamente não vai ser positivo para o clima no País. Segundo muitos dos nossos interlocutores, nesse caso, para os brasileiros acabou-se a Copa.

DW: Qual é o risco de que haja protestos durante a Copa do Mundo, como na Copa das Confederações?

Stephan Mayer: Seguramente não se pode excluir a possibilidade de protestos. Pode ser, perfeitamente, que os brasileiros utilizem a Copa como plataforma para chamar a atenção a reivindicações totalmente justificadas. O Brasil continua apresentando sérias injustiças sociais: uma grande diferença entre pobres e ricos, sistema de saúde ruim, sistema de educação e ensino em estado deplorável. Os brasileiros têm o direito legítimo de se manifestarem e apontarem para essas injustiças.

DW: Então, até que ponto o senhor consegue compreender e aceitar a crítica à Copa do Mundo?

Stephan Mayer: Há vozes críticas, claro, segundo as quais os gastos relacionados à Copa são inteiramente exagerados, e que seria melhor investir essas verbas em outros setores. Muitos brasileiros têm relativamente pouco a ver com o torneio, a maioria não vai nem ter o prazer de conseguir ingressos para as partidas. Obviamente, eu aceito que eles não entendam que o governo se empenhe tanto financeiramente enquanto outras coisas são deixadas de lado.

DW: O que a Copa vai trazer para o país?

Stephan Mayer: O Brasil é o quinto maior país, a sétima economia do mundo. Os brasileiros querem e devem ser levados a sério. Eles têm a oportunidade de ganhar um destaque extraordinário com grandes eventos esportivos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas. Essa enorme chance deve ser aproveitada.

http://noticias.terra.com.br/brasil/deputado-alemao-violencia-e-parte-do-dia-a-dia-no-brasil,47c97054d33c5410VgnCLD200000b0bf46d0RCRD.html

Ruy Castro: Pessoas dentro da farda. Ou: policial bom é policial morto! 182

Pessoas dentro da farda

30/04/2014 02h00

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RIO DE JANEIRO - A 13 de março último, o aspirante a oficial da PM, Leidson Alves, 27 anos, foi morto com um tiro na cabeça por traficantes durante um patrulhamento no morro do Alemão. Foi o 19º PM morto neste ano no Rio, sendo 13 em emboscadas parecidas –alguns quando estavam de folga. A 7 de abril, ao voltar para casa, outro PM, Lucas Barreto, 23, foi capturado em São Gonçalo e levado para uma favela. Deram-lhe oito tiros, a maioria nas pernas, e o jogaram num matagal.

Desde então, não sei a quantas anda a estatística de PMs cariocas mortos ou feridos –não em combate, como de praxe no ofício, mas pelas costas, à traição. Nem sempre os jornais registram que o policial assassinado era jovem, recém-casado, filho exemplar ou pai de filhos. Artistas da Globo não vão a seus enterros. Não se sabe de missas por suas almas e, na verdade, ninguém está interessado. É como se não houvesse uma pessoa dentro da farda.

Nas últimas “manifestações” no Rio, elementos brandiram cartazes dizendo “Fora UPP” e “UPP assassina”. É fácil protestar contra as Unidades de Polícia Pacificadora. Quando um policial comete um excesso ou mata alguém, pode enfrentar processo, ser expulso da polícia ou ir preso. Mas ainda não se viu nenhum cartaz dizendo “Fora traficantes”. E, no entanto, contra a violência destes, não há recurso –a comunidade tem de aceitar calada os tapas na cara, o estupro de suas filhas e as execuções sumárias de quem eles considerem suspeitos.

É difícil acreditar que essa hostilidade à polícia parta de gente de bem nas comunidades. Os números mostram que, com as UPPs, as mortes diminuíram, os serviços aumentaram e sua economia cresceu.

Tais dados são lesivos, isto, sim, aos traficantes, às milícias, aos que vivem das migalhas do crime e a políticos que, para sobreviver, precisam que as UPPs fracassem.

Fonte: Folha de São Paulo

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Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610,  de 19 de Fevereiro de 1998.

Luiz Flávio Gomes: O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo 58

O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Se você está na Gávea, no Rio de Janeiro, e caminha dez minutos, chega a uma grande favela (uma das maiores do mundo). Essa caminhada de dez minutos significa a perda de mais de 13 anos na expectativa de vida (veja Empoli). O local em você se encontra retira anos da sua expectativa de vida. Muitos estrangeiros virão para o Brasil para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Talvez não tenham consciência exata dos riscos que estarão correndo. Somos o 15º país mais violento do planeta (conforme os números da ONU de duas semanas atrás) e das 50 cidades mais violentas do mundo, 16 estão aqui. São mais de 53 mil assassinatos por ano.

Imagine um estrangeiro de um desses países econômica e socialmente “escandinavizados” (Dinamarca, Suécia, Suíça, Bélgica, Holanda, Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Alemanha etc.). Nos seus países eles têm (em média) apenas um homicídio para cada 100 mil pessoas (veja nossas estatísticas no Instituto Avante Brasil)? Os Estados Unidos têm 5 (embora seja um império capitalista)? O Brasil tem 27? Quando um “escandinavizado” colocar os pés no Brasil, seu risco de vida já aumenta 27 vezes. E conforme a capital em que ele estiver, sua expectativa de vida vai reduzir drasticamente.

O que os “escandinavizados” estão mostrando para o mundo? O seguinte: quanto mais igualdade material e social, menos violência (menos crime). Esses países possuem as seguintes médias: PIB per capita de USD 50.084, Gini de 0,301 (pouca desigualdade e, ao mesmo tempo, pouca concentração da riqueza nas mãos de pouquíssimas pessoas), 1,1 homicídios por 100 mil habitantes, 5,8 mortos no trânsito por 100 mil pessoas, 18.552 presos (na média) e 98 encarcerados para cada 100 mil pessoas.

Vamos comparar os números (não os países): O Brasil conta com renda per capita de USD 11.340, Gini de 0,519 (0,51: país exageradamente desigual), 27,1 assassinatos para 100 mil pessoas, 22 mortos no trânsito para cada 100 mil, quase 600 mil presos, 274 para cada 100 mil habitantes. Somos 27 vezes mais violentos que a média dos países mais civilizados do planeta. A palavra chave para explicar tudo isso se chama igualdade, porém, não a igualdade puramente formal, sim, material, social, cultural etc. E isso se consegue por meio de (a) educação de qualidade para todos e (b) aumento da renda per capita.

A única maneira de salvar o planeta das tragédias anunciadas (rebelião dos pobres, revolução dos indignados, sangue das guerras, mutilações decorrentes dos conflitos etc.) é melhorar a qualidade de vida de todo mundo. Os “escandinavizados” (Suécia, Noruega, Islândia, Holanda etc.) são os únicos que estão salvando o capitalismo desigualitário do seu desastre final. São dignos de ser copiados. Não temos, portanto, que nos comparar a eles, sim, copiar o que eles estão fazendo de certo (e deixar de fazer as coisas erradas).

Luiz Flávio Gomes

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz.

Sistema Policial Falido – Pode baixar as portas e encerrar as atividades 107

Sistema Policial Falido
De vítima do descaso à vítima fatal
Tanto na delegacia como na abordagem policial

Erro de interpretação? Erro grave?

É muito mais do que isso. É puro despreparo, desequilíbrio emocional, quiça falta de vocação profissional. É um sistema policial adoecido, ultrapassado, apodrecido que não atinge aos anseios sociais, na medida em que seus integrantes não conseguem entender que suas atribuições existem para proteger e servir aos cidadãos de bem que são a quase totalidade do organismo social e ainda conseguem protagonizar eventos graves como os acontecidos nos últimos dias.

A repercussão dessa notícia vai robustecer a imagem de terra sem lei que o Brasil tem no exterior, mormente às vésperas dos grandes eventos desportivos internacionais que se avizinham. Vai o alerta aos turistas antes de saírem de seus países: Vocês vão, mas não garanto que voltarão.

Um cidadão de bem, aproveita seu descanso semanal para resolver um problema pessoal que sequer era noticiar uma infração penal em boletim de ocorrência policial, mas tão somente obter um documento público para poder se ressarcir de pequenos danos em seu veículo.

Não se utiliza da festejada delegacia de polícia eletrônica para registrar o fato porque sua empresa seguradora não aceita documento lavrado na citada delegacia virtual, vai numa delegacia do município onde reside, acompanhado da noiva e a partir daí começa seu calvário: “ Horas de espera e o incrível, inverossímil, inacreditável e inaceitável acontece. Dentro da repartição pública onde, em tese, seria o local mais seguro para abrigá-lo, do nada, surgem disparos só desfechados por policiais que acabaram por atingi-lo mortalmente.”

Agente de telecomunicação não tem, entre suas atribuições, a de fazer a proteção das pessoas e da repartição pública. Não tem atribuição de fazer investigação de campo. Não é uma questão de ter agido com culpa ou dolo, mesmo diante de uma falsa percepção da realidade não teria qualquer motivo para sacar de uma arma e efetuar disparos a esmo, sem alvo, sem motivo, só parando por ter sido baleado por outro policial da mesma equipe de plantão. O verdadeiro policial é o que se encontra preparado para enfrentar o perigo procurando demovê-lo preservando sua segurança e a de terceiros.

Como numa abordagem veicular, onde uma vítima de sequestro relâmpago, ao ver a viatura policial, momentaneamente acreditando que estava salva, ao sair do veículo, segurando um celular, pode ser , por erro de interpretação, confundida como se fosse o marginal e fuzilada por policiais?

Lamentável. Puro Despreparo. Falta de profissionalismo, motivação, estresse no trabalho com necessidade de fazer bico oficial ou não, baixa remuneração com problemas econômicos domésticos ou não dela decorrentes, enfim, sistema policial apodrecido, falido, arcaico, oceano para poucos e deserto para quase todos, a corte para os amigos do rei e o lixo para todos os demais.

Passou da hora desse sistema de segurança falido ser repensado, reorganizado, remodelado de modo a atender os reclamos sociais.

Que Ele ilumine os dois e seus familiares e também proteja os policiais para não protagonizarem fatos tão lamentáveis.

liquidação

Injustiça para dar satisfações ao governador e a mídia, não! 73

joao2

  1. Vou repetir, devagar com o andor, essa historia de autuar o Agente de Telecomunicações por homicídio doloso é a maior heresia jurídica que já vi e ouvi em minha vida;  para se caracterizar o dolo e necessário a vontade de matar.
    O Agentepol teve-a ?
    Por obvio que não , acreditou que a delegacia estava sob ataque e reagiu como qualquer policial reagiria.
    Muita cautela Dr. Nestor Sampaio, injustiça para dar satisfações ao Governador e a mídia não.


João Alkimin

 

Médico morto por agente de telecomunicações: despreparo , imbecilidade ou fobia ? 178

Agente que disparou ao entrar em DP é indiciado por homicídio

Episódio que levou à morte do médico Ricardo Seiti Assanome, baleado dentro do 2º Distrito Policial de Santo André, está sendo investigado pela Policia Civil

28 de abril de 2014 | 13h 14
Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

Atualizada às 15h11

SÃO PAULO – O agente de telecomunicações André Bordwell da Silva, responsável pelos disparos que mataram o médico Ricardo Seiti Assanome, de 28 anos, dentro do 2º DP de Santo André no sábado, 26, foi indiciado por homicídio doloso – quando há intenção de matar. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o policial será preso em flagrante assim que deixar o hospital, onde está internado sob escolta policial. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com a SSP, o tiroteio que aconteceu na delegacia começou quando policiais civis confundiram a entrada de um policial militar à paisana, que estaria fugindo de criminosos que o perseguiam, com um ataque de bandidos.

No tumulto, as pessoas que estavam lá para registrar ocorrências, como Assanome, correram para as áreas internas do DP na tentativa de se proteger. Segundo a SSP, foi neste momento que Bordwell teria atirado contra as pessoas por acreditar que se tratava de uma ação de criminosos no distrito policial. Duas pessoas foram baleadas, entre elas o médico que não resistiu aos ferimentos.

Ainda de acordo com a secretaria, durante a confusão um investigador também fez um disparo, acertando o agente de telecomunicações. Os criminosos que estariam perseguindo o PM que entrou na delegacia fugiram e não fizeram disparos nem tentaram entrar no local.

Enterro. Cerca de 200 amigos e familiares acompanharam o velório e o enterro de Assanome nesta segunda-feira, 28, no Cemitério Municipal Bairro Paulicéia, em São Bernardo do Campo.

A mãe do medico chegou ao local pouco antes das 11h amparada pelos dois braços, chorando e gritando.

Segundo uma amiga da namorada de Assanome, ele e Cintia Akemi estavam planejando se casar no final deste ano depois de mais de 10 anos juntos. “Estava quase tudo pronto”, lamentou.

Uma professora do médico lamentou a morte na saída do cemitério e disse que ela tem de trazer reflexão para a população. “Essa guerra de gente inocente morrendo todo dia não dá mais.Precisamos parar e refletir que rumo isso vai tomar na vida da gente porque não é possível perder um jovem que podia estar começando uma vida dessa maneira”, disse Denise de Oliveira.

Forças Armadas profundamente aborrecidas com os rumos do governo do PT falam em mobilização 55

RCG.
Coloque por favor em letras garrafais a que ponto chegamos.
Até os militares estão de saco cheio com esse desGOVERNO.
Já falam em paralisação.
Esse e o momento esperado para as mudanças neste país.
Forças armada e Policias Civil e Militar unidas para mudança neste querido BRASIL.
Sabemos que queremos o melhor para nós, para este país.
O momento de mudança é agora.
Veja tb que o crime tomou conta do País.
Bandidos enfrentam as policias.
Políticos malditos fazem o que querem e são impunes.
Não precisamos mais de provas de que tudo esta errado, o governo precisa acordar para a situação em que estamos.
Morre mais gente aqui que no governo ASSAD.
Queremos um país livre, onde o cidadão seja tratado com respeito, moradia, saúde, segurança etc etc etc etc…..
Não creio que o povo e nós queiram um golpe neste país, sou realmente contra.
Mas podemos mobilizar forças para o START do governo, que esta em um marasmo de fazer inveja.
De verdade essa revolta de muitos e enfrentamento com a Policia é o resultado de uma politica em desfavor dos mais carentes.
O que fazer se não se tem perspectiva na vida.
A razão vai embora e aí a revolta de muitos, partindo para o lado do crime.
Policia é massa de manobra destes governos.
Jamais são a favor de golpe mas vamos dar uma resposta no voto.

“ Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu…”

“Nos vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL…”

Dia 24 de abril ocorreu nova reunião no Ministério da Defesa, com a presença de Ari Matos Cardoso, Secretário Geral do ministério. No evento compareceram varios políticos e representantes de associações. O deputado Izalci, do PSDB, que se apresentou como “defensor das Forças Armadas”, logo de início disse que defende a criação de uma espécie de comissão no Ministério da Defesa voltada exclusivamente para a questão de remuneração dos militares. Segundo o deputado, todas as categorias que fazem paralisação conseguem ter suas reivindicações atendidas, mas os militares, que não podem se sindicalizar nem fazer greves, permanecem com enorme defasagem salarial.

Recentemente os policiais da Bahia realizaram uma greve, considerada ilegal, e os militares federais foram deslocados para reforçar a segurança do estado. Os policiais conseguiram seu reajuste.

Ari Matos Cardoso disse que o Ministério da defesa já construiu uma política de remuneração dos militares, que teve a aprovação dos três comandos, que deve ser apresentada ainda esse mês. Segundo o mesmo, o documento será um instrumento orientador para a valorização da carreira militar.

O senador Paulo Paim, quando assumiu a palavra logo mencionou a questão do inacreditável valor do salário família dos militares, que é de 16 centavos, valor ridículo, que só ganhou evidência nacional após um já conhecido militar carioca, sargento Vinícius Feliciano – em ação ousada – escalar a estátua do Marechal Deodoro usando uma camisa com a frase “Não é só por R$ 0,16”

As falas da maioria das pessoas foram dentro da tão conhecida, e já angustiante, ética parlamentar. Que acaba, pelo excesso de gentilezas e atenuantes linguísticos, fazendo parecer que os temas tratados não são tão urgentes e importantes quanto na verdade são. Fugindo dessa regra surge a Senhora Kelma, presidente da Unifax. Kelma Costa não poupou palavras de indignação. Ela parece saber realmente o que são as privações passadas pela família militar, e cremos que deixou o Ministério da Defesa bastante preocupado depois de ouvir suas palavras.

Kelma começou sua fala perguntando: “ _Ha quanto tempo que se sabe disso? Quando você sabe de um problema e não busca uma solução demonstra-se com isso algumas coisas. Ou é falta de vontade de resolver. Porque se for falar que é questão de dinheiro eu vou ter que desmentir, porque no Brasil, aonde se tem dinheiro pra tudo é complicado acreditar e passar isso pra tropa hoje. Isso não pode ser mais justificativa. A questão dos 28.86% é uma questão agora de execução…
Ela continuou. Ao seu lado Ari Matos mantinha o semblante fechado. “O que eu preciso saber é o seguinte: se tudo isso que se disse aqui já se sabe desde 2005, então, sair daqui ou nos deixar novamente no vácuo, sem uma resposta, uma data, um preto no branco, seria simplesmente a defesa se colocar numa posição omissa. Ou de que não quer resolver ou de que joga a bola pra Presidente. E os militares vão saber o seguinte, nós então estamos sem representação, nós não temos mais a quem recorrer a não ser o comandante supremo…”

O senhor lembra que eu estive aqui em manifestação no ano passado… estivemos em reunião com o senhor… no dia seguinte voltamos em manifestação… buscando de alguma forma chamar a atenção do Ministério da Defesa pra essa situação que eu to apresentando pro senhor um ano depois, e nada foi feito. Eu disse, então nós vamos pro Congresso, do Congresso partimos pro Senado, e as coisas cresceram e a tendencia agora é crescer muito mais. Porque eu vou dizer uma coisa pro senhor doutor Ari, eu estou com quatro ônibus de militares da reserva preparadinhos, porque se não for tomada uma decisão nós vamos vir pra cá.

Nós vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL, aí vai complicar a situação. Eu vou dizer pro senhor que o meu marido é um desses que está cansado, sobrecarregado, endividado, e esperando, esperando… Vai ter que acontecer igual acontece aí, uma hora vamos parar, vamos parar com tudo e quem tiver que prender prenda e quem tiver que arcar com as consequências que arque… Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu. Porque o senhor vai levar e eu vou ficar sentada do lado de fora esperando ele sair, ou dentro da cela com ele. Vai ser um trabalho dobrado.

A senhora Ivone Luzardo descreveu uma mensagem que recebeu de um militar: “Eu quero entrar no Congresso armado… se eu tiver uma chance não sobra um.” “A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?” Disse Luzardo

Pelo conteúdo dos discursos conclui-se facilmente que a situação está no limite. As falas dos representantes nos levam a crer que em um momento como esse qualquer coisa pode acontecer.

Essa semana mesmo o grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca Mais) criou uma grande lista, exemplarmente democrática, em repúdio ao governo atual. Em poucos dias o documento já conta com mais de 2 mil signatários. Imaginem um grande grupo de militares da reserva, generais que ocuparam altos cargos, coronéis, capitães, sargentos… Caminhando silenciosamente e simplesmente se posicionando em frente ao Palácio do Planalto. Imaginem que eles permaneçam ali por vários dias seguidos… Que cena! Que repercussão incrível causaria!

Qual será o tamanho do prejuízo político se a sociedade perceber que as Forças Armadas estão insatisfeitas com o governo, a ponto de atitudes extremas, como mencionou a senhora Kelma Costa?

Fodido e mal pago diz : petistas são incompetentes, mentirosos, covardes e chorões…( Além de ladrões ) 218

Que mané racismo! É por essas e outras que eu tenho verdadeiro nojo de quem se declara esquerdista. Eu não conheço um que não seja mentiroso e falsificador da história. Tudo pra esses caras é conspiração. “Cuba não é uma potência por causa da conspiração da elite iluminatti… o Brasil não se torna a maior potência do mundo por causa da classe média atrasada que não deixa instalar o socialismo… o mensalão é apenas uma tentativa de golpe da elite branca de olhos azuis…”
O fato é que o PT é uma máfia: mata desafetos (incluídos seus políticos), desvia dinheiro dos pobres, arrebenta com a reputação de quem não lê sua cartilha.
Olhem o caso desse nojento que governa o Acre: o cara, sem avisar ninguém, manda centenas de coitados pra São Paulo e, quando a imprensa divulga, sai correndo pra Internet pra acusar o povo paulista de higienista e preconceituoso.
Esses petistas são incompetentes, mentirosos, covardes e chorões. Estão há 12 anos no poder e não mudaram absolutamente nada… quer dizer, os banqueiros nunca ganharam tanto!!!

SISPESP – STF concede reajuste da URV aos Servidores Estaduais 29




To: roberto conde guerra
From: sispesp@advogadodoservidorpublico.com.br
Subject: STF concede reajuste da URV aos Servidores Estaduais
Date: Fri, 25 Apr 2014 16:23:25 -0300

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Os servidores públicos do Estado de São Paulo ativos, inativos e pensionistas possuem direito de receber valores atrasados em razão da indevida conversão da URV.

O Supremo Tribunal Federal – STF publicou recentemente decisão que confirma o direito dos servidores ativos e inativos de corrigirem os vencimentos e assim receberem os valores atrasados, caso o Estado tenha aplicado, em 1994, uma regra de conversão diferente da federal.

Para que seja possível o entendimento da importância dessa decisão, que pode repercutir diretamente nos vencimentos da grande maioria dos servidores, basta termos em mente que no ano de 1994, a legislação determinava que a conversão se desse levando em consideração a média salarial de alguns meses. Porém, o governo para efetuar a conversão, adotou apenas o mês de junho de 1994, trazendo com isso enorme defasagem nos salários de milhares de servidores.

Assim, o erro de conversão que se deu em 1994 foi perpetuado no tempo, pois, os pagamentos hoje recebidos descendem dessa indevida conversão. A ação, entretanto, pode buscar apenas os últimos cinco anos em razão da prescrição, e somente beneficiará as carreiras que não tiveram reestruturação remuneratória de 1994 até a presente data, pois esta situação compensou as perdas ocorridas na época.

Diante da importantíssima decisão proferida pelo STF, informamos a todos que não ingressaram com processo judicial que ainda há tempo de buscar o direito do reajuste.

O SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO – SISPESP, por meio de seu departamento jurídico representado pela Advocacia Marcatto, já ingressou com ação coletiva em prol de todos os seus filiados e ingressará também com as ações individuais daqueles que tiverem interesse, valendo frisar que para os seus filiados, as custas e despesas processuais são suportadas pelo SISPESP.

Filie-se e faça parte dos benefícios de ingresso da ação através de nossa entidade!

Para mais informações entre em contato direto com o nosso departamento jurídico, através do telefone 3241-2600.

Não perca essa oportunidade e faça valer os seus direitos!

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Para garantir que você sempre receba as nossas mensagens, adicione o e-mail sispesp@advogadodoservidorpublico.com.br em sua lista de contatos.

Esta mensagem foi enviada pelo e-mail: sispesp@advogadodoservidorpublico.com.br em 25/04/2014 às 16:21

OLÍMPIO GOVERNADOR – Mar de Lama Petralha : até o Padilha tinha interesses na Labogen…( Pois é, o Farmácia Popular é bom pra muita gente ! ) 56

Ex-ministro Padilha indicou executivo do farmacia_popularlaboratório de doleiro, sugere PF

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

24/04/2014 19h36 – Atualizado às 21h36

Um relatório da Polícia Federal sugere que o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, indicou, em novembro do ano passado, o principal executivo do laboratório Labogen, de propriedade do doleiro Alberto Youssef. O executivo, Marcus Cezar Ferreira de Moura, havia trabalhado com Padilha na coordenação de eventos no Ministério da Saúde.

Um mês depois da indicação, o ministério firmou uma parceria com a Labogen para produzir um medicamento pelo qual o laboratório receberia R$ 31 milhões em cinco anos. A parceria envolvia também a EMS, empresa farmacêutica que faturou 5,8 bilhões em 2012, e o laboratório da Marinha.

O ministério cancelou a parceria depois que a Folha mostrou que o doleiro tinha participação no negócio. A Labogen também foi usada pelo doleiro para fazer remessas de dólares ao exterior, segundo a acusação do Ministério Público Federal, aceita na quarta-feira (23) pela Justiça Federal do Paraná.

O relatório da PF cita também que o doleiro tinha relações com outros dois deputados petistas. Cândido Vaccarezza e Vicente Cândido, ambos de São Paulo. O deputado André Vargas (PT-PR) chegou a participar de uma reunião com Vaccarezza, em Brasília, na qual o doleiro era aguardado.

Cândido é citado no episódio em que deputado e o doleiro buscam recursos em São Bernardo do Campo (SP). A tentativa fracassou, segundo mensagem de texto interceptadas pela PF.

Preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, Youssef é suspeito de comandar mega esquema de lavagem de dinheiro com ramificações políticas e na Petrobras. O relacionamento com o doleiro já teve consequências para Vargas, que renunciou ao cargo de vice-presidência da Câmara, sofre pressão do próprio partido para renunciar ao mandato e está ameaçado de expulsão da sigla.

Vargas começou a cair em desgraça na cúpula do partido após a Folha revelar que ele usou um jatinho emprestado pelo doleiro Alberto Youssef.

OUTRO LADO

alexandre-Padilha

O ex-ministro Alexandre Padilha disse em nota não ter indicado “nenhuma pessoa para a Labogen” e afirmou repudiar o envolvimento do seu nome na investigação da PF.

Na nota, Padilha diz que a busca por um executivo “que não levantasse suspeitas das autoridades fiscalizadoras”, como diz o relatório da PF, mostra que o doleiro estava preocupado com “filtros e mecanismos de controle” que ele criou no ministério, “justamente para evitar ações deste tipo”.

O deputado federal Cândido Vacarezza (PT-SP) afirmou que não pode “negar peremptoriamente” que o doleiro Alberto Youssef tenha passado pela casa dele, pois o deputado federal André Vargas é vizinho dele em Brasília.

“Não me recordo, mas ele [Youssef] até pode ter ir ido à minha casa com o André, que é meu vizinho”, disse.

O deputado federal disse porém que a casa dele não foi o local de nenhuma reunião com Youssef ou o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos.

Vacarezza disse que conhece Ramos há cerca de sete anos, mas não mantém contatos como o empresário.

O deputado federal Vicente Candido diz ter conhecido o doleiro Alberto Youssef em viagem a Cuba, em 2008 ou 2009. Tiveram um segundo encontro, segundo ele, no qual o doleiro pediu ajuda num processo tributário.

Sobre os negócios que buscavam em São Bernardo, afirma: “É preciso ver com o André Vargas do que se trata. Eu não me lembro disso”.

Procurados pela Folha, Vargas, Leoni Ramos, o executivo Marcus Cezar Ferreira de Moura e o Funcef não quiseram se pronunciar.

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Os programas Farmácia Popular e Farmácia do Povo – de distribuição gratuita de medicamentos –  são geniais, mais do que mero assistencialismo é a forma mais barata e racional de se prevenir doenças ou de evitar-se graves consequências de disfunções . 

Remédios para hipertensos , diabéticos e até para acne grave são apenas alguns exemplos. 

O que o governo gasta com os medicamentos economiza com cirurgias , internações em UTIs e longas terapias que acabariam bancadas pelo SUS; além de outros ônus para a previdência social: afastamentos do trabalho,  aposentadorias por invalidez e pensões por mortes. 

Todavia aqui é Brasil , né ?

Político não faz nada sem que tenha um grande lucro.

É por isso que se faz contrato com um laboratório de fachada que por sua vez subcontrata um laboratório verdadeiro. 

Vejam só, no caso desse novo mar de lama petralha, a Labogen foi criada apenas para disfarçar o superfaturamento de contratos de compra de medicamentos  e apropriação de dinheiro pelos homens do PT. 

Paga-se 100 à Labogen – em várias parcelas – por aquilo que a EMS venderia por 50 hoje. 

O superfaturamento supre eventuais aumentos inflacionários e ainda dá muito lucro para os interessados.

Todos ficam contentes…

Os amigos dos tucanos ( EMS ), inclusive !

Esse é o jeitinho brasileiro de fazer as coisas.   

Expulsão já para os Haitianos, o Brasil deve cuidar apenas dos brasileiros 175

SP: haitianos fazem 1 refeição por dia e dormem no chão

Bruno Ribeiro | Agência Estado

O som caloroso da música caribenha que saía de um aparelho de som barato nas mãos do haitiano Ricardo Assainth, de 18 anos, contrastava com a situação do grupo de oito pessoas que ouvia a música na manhã fria de São Paulo desta quinta-feira, 24. Fazendo só uma refeição por dia, dormindo em cima de cobertores sobre o chão duro, e sem fazer ideia de qual seria seu futuro, eles cantavam a música, imediatamente associada ao sol das praias tropicais.

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O grupo está há duas semanas no Centro da Pastoral do Migrante, no Glicério, no centro da cidade. “Gastei US$ 3 mil para chegar até aqui. Economizei. Na minha terra, vivia uma vida melhor do que a que estou vivendo”, explicou Assainth. “Vim porque havia promessa de oportunidades aqui. O Brasil tem muito emprego. Mas não consegui nenhum porque não tenho carteira de trabalho”, diz o haitiano, que pretende trabalhar para pagar uma formação universitária por aqui. Agora, enquanto aguarda o documento, passa os dias sem ter o que fazer.

O pleno emprego brasileiro, que enche a boca de líderes governamentais, foi o que atraiu os imigrantes, nascidos em um dos países mais pobres do mundo e que foi destruído em 2010 por um terremoto. “Meu governo tem muita culpa pelo que está acontecendo. Eles não trabalham. Receberam ajuda do mundo todo depois do terremoto, mas roubam todo o dinheiro”, acusa Thomas Evenson, de 25 anos, que já está há dois anos no Estado de São Paulo. Mas ele também critica o governo brasileiro. “Se quiseram abrir as fronteiras para a gente, como fizeram, deveriam ter se preocupado em arrumar documentos, dar estrutura, para as pessoas trabalharem. O que falta são só papéis, é a burocracia. Se não nos quisessem, que fechassem a fronteira”, afirma.

Cerca de 100 pessoas passam a noite no centro. Quando acordam, circulam pelas redondezas – não há dinheiro nem para o ônibus. Evenson, que está aqui há dois anos, foi ao centro nesta quarta para ver se havia alguém que ele conhecesse entre os imigrantes. No bolso, um cartão de débito. “Se tiver algum conhecido, vou ao menos pagar um almoço, dar R$ 50. Eles não têm xampu, tem alguns sem escovas de dentes. Haitiano também é gente, ninguém deveria estar nessa situação”, afirma.

Carências.

Depois de juntar toda a renda para a viagem ao Brasil e passar fome no Acre, segundo relatam, os haitianos vieram de ônibus até São Paulo. Alguns, com parentes já aqui, tinham promessa de emprego. Mas a falta da documentação atrapalhou os planos.

O padre Paolo Parise tem acolhido como pode os imigrantes. “Tivemos um grande fluxo no começo de 2012, mas não chamou a atenção da imprensa. Mas esse é o maior fluxo desde que estou aqui (há três anos)”, diz o padre. Segundo Parise, há duas necessidades mais urgentes. Primeiro, um abrigo adequado aos haitianos. Em segundo lugar, documentação adequada para que eles possam trabalhar. “O abrigo é uma responsabilidade da Prefeitura. Já estiveram aqui na semana passada, mas a ajuda não veio”, diz o padre. “Vamos ver as carteiras de trabalho nesta tarde, com a vista da secretária de Justiça (e da Defesa da Cidadania Eloisa de Souza Arruda)”, completou.