Neta acusa delegado de 64 anos de estupro; defesa alega armação da família 2

O delegado assistente do 1º Distrito Policial de Itu, Moacir Rodrigues de Mendonça ( 64 anos ) , foi preso na quarta-feira (19) pela Corregedoria da Polícia Civil de Ribeirão Preto.

Ele é suspeito de abusar sexualmente de uma neta de 17 anos durante um passeio em Olímpia, na região noroeste do estado.

A denúncia teria sido feita pela própria família, que mora em Olímpia. Mendonça está na polícia há 42 anos e se aposentaria em janeiro do ano que vem.

Segundo o advogado Wilson José dos Santos Muscari, o delegado foi vítima de uma armação da ex-mulher, da filha e da neta.

“Ele não se dá bem com a ex-mulher há 30 anos, desde que se separou, e a mãe da menina [que agora também alega ter sofrido abuso por parte do pai quando adolescente ] é a filha que mais deu problema para ele. Está na cara que é uma invenção, que as duas convenceram a neta a acusá-lo”, diz Muscari.

Segundo o mandado de prisão, o crime teria ocorrido no dia 14 de setembro. No dia 16, a neta de Mendonça, que mora em São José do Rio Preto (SP), postou diversas fotos da viagem em uma rede social. “Nós temos essas fotos em mãos. Só não podemos mostrar à imprensa porque ela [a vítima] é menor de idade, mas as imagens mostram uma menina feliz, sorrindo e fazendo poses em piscinas maravilhosas. Uma pessoa que foi estuprada fica traumatizada, não posta fotos do local onde isso teria acontecido como se fosse uma boa lembrança”, destaca o advogado.

O estado de saúde de Mendonça seria, para Muscari, mais uma evidência de que o delegado é inocente. “Há alguns meses, o Moacir fez uma cirurgia para a retirada total da próstata. Todos nós sabemos que é fisicamente impossível que esse estupro tenha sido consumado”, completa Muscari.

O delegado foi removido para o presídio especial da Polícia Civil.

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ESTUPRO ( atual redação do Código Penal )

Art. 213. Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

Pena – reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos. (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

Corregedoria e MP prendem delegado ex-diretor da CIRETRAN de Penápolis 11

Policiais da Corregedoria em frente residência onde mora o delegado, em Penápolis (Foto: )

Integrantes da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo e promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) prenderam, na manhã de ontem (21), em Penápolis, o delegado Nivaldo Martins Coelho, acusado de ter praticado crimes de peculato e corrupção ativa.

A prisão do delegado se deu em operação que teve o apoio de nove equipes da Corregedoria da Polícia Civil nas cidades de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e de São Paulo.

Os mandados foram cumpridos na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Penápolis, Delegacias, Despachante, Auto-Socorro e residências, locais onde foram recolhidos mais de mil documentos de veículos, dinheiro, extratos bancários e comprovantes de depósitos bancários.

De acordo com as investigações, iniciadas em janeiro, a partir de denúncia enviada por email ao GAECO, o esquema era liderado por um Delegado que hoje atua em Birigui e que, de 2007 até maio deste ano, foi diretor da Ciretran de Penápolis. Ele somente deixou a função quando uma reforma administrativa desvinculou as Ciretrans da Polícia Civil.

Investigações de campo e interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça demonstraram que o Delegado recebia propina para liberar veículos apreendidos e com restrições administrativas que impediriam sua circulação e transferência de propriedade. Também utilizava de sua função para viabilizar que veículos furtados ou sinistrados ganhassem nova documentação, mediante a remarcação do chassi, possibilitando a sua negociação no mercado. O valor da propina recebida pelo Delegado variava de R$ 300 a R$ 3 mil, chegando a R$ 10 mil em alguns casos.

Os Promotores descobriram que o pagamento de propina era acertado em encontros que o Delegado marcava na sua residência, na própria Delegacia ou na frente da Ciretran de Penápolis – mesmo depois do mês de maio, o que ele fazia para dar aparência de que ainda atuava no local.

Nas interceptações telefônicas o Delegado também foi flagrado orientando um foragido condenado pela Justiça.

A “autoridade” – 35 anos de polícia –  às de costume ficou quietinho, sendo transferido para o presídio da Polícia Civil; onde – se verdade for – deverá permanecer até que seja demitido a bem do serviço público.

A CULPA É DO ELEITOR – Cardozão afirma que no Brasil até síndico de prédio é corrupto 10

Ministro diz que corrupção é ‘cultural’ no Brasil
22 Nov 2014

CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS. Versão oficial

Titular da Justiça, Cardozo afirma que País passa por processo ‘doloroso’ e critica cidadão que reclama dos políticos, mas comete ilícitos na vida privada

Beatriz Bulla / BRASÍLIA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou ontem a “cultura social” brasileira, na qual “público e privado se misturam”, sugerindo que o comportamento da população está entre as “causas” da corrupção no País. De acordo com o ministro, a classe política é um “reflexo da sociedade” que, ao não distinguir o público e o privado, escolhe sem esse critério seus representantes “e depois os reprime sem olhar para si”.

As afirmações foram direcionadas aos que criticam os atos de corrupção da classe política, mas cometem ilícitos na vida privada. “O mesmo empresário que por vezes protesta, e com razão, dos desmandos dos nossos governantes é aquele que quando chega um fiscal de renda diz: ‘Bem, como podemos acertar isto?’”, criticou.

“Vivemos numa sociedade que até o síndico de prédio superfatura quando compra o capacho. E é o mesmo síndico que por vezes sai protestando dizendo ‘esses políticos’. Políticos eleitos por ele”, disse Cardozo, em evento da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Para o ministro da Justiça, pode-se dizer, ao mesmo tempo, que o Brasil vive e não vive uma República. As críticas dos brasileiros à corrupção entre os políticos, para Cardozo, são legítimas e a disseminação de práticas irregulares na sociedade não serve de desculpa para parlamentares e governantes que agem em desconformidade com a lei. “É evidente que temos que punir todos os corruptos, mas temos que atacar frontalmente as causas da corrupção.”

O ministro lembrou situações desde a chegada dos portugueses ao Brasil para apontar que o País tem um “histórico” que mostra que a distinção entre o público e o privado “não vem na nossa origem”. “Ainda vivemos sob o peso dos nossos mortos. E estamos tentando aliviá-lo.”

Cardozo defendeu o avanço na reforma política para superar os problemas atuais e disse ser favorável ao financiamento público de campanhas eleitorais. A forma atual do financiamento, para ele, é um ponto permanente de geração de corrupção. “Ou fazemos uma reforma política no Brasil ou continuaremos a conviver com uma mentalidade promíscua nas próximas décadas em relação a financiamento eleitoral e à forma na qual os nossos representantes são eleitos”, disse Cardozo.

Lava Jato. Na saída do evento, questionado sobre os desdobramentos da Operação Lava Jato, que investiga suspeita de corrupção e pagamento de propinas na Petrobrás, Cardozo defendeu um “equilíbrio” para que eventual punição das empreiteiras envolvidas na investigação não impeça a continuidade de obras públicas no País. “É fundamental que quem praticou atos ilícitos seja punido, mas ao mesmo tempo temos que fazer com que a economia do País não seja atingida”, disse.

Para o ministro, a legislação brasileira permite a possibilidade de combinar “sanções duras e rigorosas com o saneamento necessário para que a vida econômica não seja atingida”. Na semana passada, o advogado de um dos investigados chegou a dizer que não se faz obra pública no Brasil “sem acerto”.

500 anos de corrupção…( Se roubar é costume da terra, queremos o nosso! ) 1

santiago2500 anos de corrupção
22 Nov 2014

Foco na corrupção passada tenta inocular-nos o soro da letargia, normalizando o escândalo em curso
Demétrio Magnoli

De repente, como um raio no céu claro, o governo foi tomado por extraordinário interesse pela corrupção – no passado. Na Austrália, Dilma Rousseff ensaiou “listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram investigados”. A historiadora amadora, porém, só fingia falar sobre o passado: “Talvez esses escândalos que não foram investigados sejam responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”. Ah, sim!, trata-se, então, do presente.

Governantes deveriam exercitar a prudência ao especular sobre corrupção em governos anteriores. Se têm conhecimento de denúncias fundamentadas, a lei os obriga a deflagrar uma investigação policial e judiciária. Se não o fazem, a fim de manipular halos de suspeita em seu benefício político, incorrem no crime de prevaricação. Os áulicos, por outro lado, não sendo autoridades, podem especular alegremente. Nesses dias de Lava Jato, é fácil identificá-los por seus frêmitos de indignação moral com a corrupção pregressa.

O passado que preferem é o recente: o governo FHC. Do nada, adoradores do estatismo começaram a honrar a memória do incauto Paulo Francis privatista de 1996, submetido a processo intimidador depois de afirmar que “os diretores da Petrobras” constituíam “a maior quadrilha que já atuou no Brasil”. Mas, num tour de force, os neo-historiadores da corrupção já se aventuram em tempos anteriores, reavivando a memória da ditadura militar, que converteu em potências a Odebrecht, a Camargo Corrêa, a Mendes Júnior e a Queiroz Galvão, além de servir de berço para a OAS e a UTC. Logo, sua ira santa nos conduzirá ao estouro da bolha do Encilhamento, sob Deodoro da Fonseca, e às aquisições de escravos traficados ilegalmente por Paulino José de Souza, então ministro do Exterior, no Segundo Reinado.

O foco nos “500 anos de corrupção” não se destina a recordar que a corrupção nasceu antes de 2003, pois o óbvio dispensa explicação. A finalidade é entorpecer-nos, normalizando o escândalo em curso. Eles almejam dissolver a corrupção investigada na corrupção falada e o presente singular (a colonização partidária da Petrobras) no genérico histórico (a captura do poder público por interesses privados). Somos assim, sempre fomos, sussurram, inoculando-nos o soro da letargia, enquanto o ministro da Justiça critica a “politização” do escândalo (não a da Petrobras!). A corrupção mora na índole do povo brasileiro: “Cada um de nós tem um dedão na lama”, assegura um célebre empresário, enquanto a presidente antecipa que pretende violar a lei sobre declaração de inidoneidade (“A gente não vai colocar um carimbo na empresa”).

Não há lei que puna a corrupção da linguagem. Nos tempos bons, o lulopetismo anuncia-se como o Ato Inaugural: “Nunca antes na história deste país”. Nos tempos ruins, exibe-se como vítima da Tradição: “Nunca foi diferente na história deste país”. Mas a contradição sempre tem o potencial para se superar como dialética. Na Austrália, Dilma se esqueceu do tão recente “mensalão” para rotular o “petrolão” como o “primeiro escândalo da nossa história que é investigado”. Os áulicos já a seguem (afinal, é para isso que existem), saudando o Ano Zero da guerra à corrupção.

“Dilma agora lidera a todos nós”, anuncia o empresário dos dedos sujos de lama – que, casualmente, tem como maior cliente a estatal Correios. A narrativa do Ano Zero descortina possibilidades ilimitadas. Dilma “não sabia de nada”? Esqueça. Nos 12 anos em que dirigiu a Petrobras diretamente (como presidente do Conselho de Administração) ou indiretamente (como ministra e presidente da República), os partidos da “base aliada” privatizaram a estatal, desviando dezenas de bilhões de reais. Não é que a Líder dos Imundos “não sabia”. Sabia – mas, sábia, deixou a operação se alastrar para, no Ano Zero, pegar todos os bandidos juntos. Ah, bom!

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.

E o Oscar de melhor atriz vai para Dilma Rousseff, em ‘O Petrolão’! 46

GRITA BRASIL

Dilma mostrou presença em cena, com uma expressão corporal magnífica, ao falar sobre as prisões da operação Lava-Jato na cúpula do G20

por Claudio Schamis

20 de novembro, 2014

 

E o Oscar vai para Dima Rousseff pela cena em 'O Petrolão' ou 'Eu sou inocente'

Dilma, além de ter sido a primeira mulher presidente do Brasil, levará em 2014 o prêmio máximo da interpretação: o Oscar de melhor atriz, pela sua participação na reunião do G-20 na Austrália.

Na verdade, o Oscar se deu pela sua entrevista, quando falou sobre as prisões da operação Lava-Jato. O texto é fantástico. A interpretação, nem se fala. Dilma mostrou uma presença em cena, com uma expressão corporal magnífica. E o olhar dela? Nossa. Uau. Só vendo para acreditar no talento dessa mulher. Clap, clap, clap. Palmas, palmas e mais palmas. Tive que assistir ao vídeo da entrevista várias vezes para me certificar de que era mesmo a nossa presidente falando.

É claro que não vou conseguir passar toda a emoção de sua fala, aliás, seria humanamente impossível. Mas resumidamente, Dilma disse que não se pode condenar a empresa Petrobras, mas sim as pessoas. Tanto quem foi corrompido como quem foi corruptor. Não é lindo? Aproveitou também para dizer que agora sim podemos bater no peito – tá isso fui eu que acrescentei, talvez coloque até mais emoção – e falar que tivemos o primeiro escândalo da nossa história investigado. Mas peraí, e o mensalão? – ah tá lembrei, o “pai” dele disse que ele nunca aconteceu.

Dilma, ainda em sua fala, disse que essa investigação pode mudar o país para sempre, pois agora vai se acabar com a impunidade. Que o escândalo atual é diferente, porque vamos mostrar que ele não é engavetável, que ele está de forma absolutamente aberta. E que, independentemente de termos grandes empreiteiras envolvidas, não se pode “demonizar” o setor de construção civil, mas se A, B, C ou D (de Dilma) – faltou o L de Lula – praticaram malfeitos ou atos de corrupção – ué, isso não é um malfeito? – eles pagarão por isso. Ui… que medo.

Mas então…

Vocês perceberam ou é viagem minha? Se Dilma fala com tanta propriedade de que esse escândalo vai mudar o país, o rumo da história e coisa e tal, ou ela está totalmente blindada (sabe-se lá como), ou não sei mais de nada. Se o doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que Lula e Dilma sabiam como fica isso? Será que o doleiro morre antes de conseguir provar que Dilma e Lula não são isso tudo que os petistas e adoradores deles acreditam que eles sejam? Será que o doleiro está mentindo? Será que a punição será dada “até certo ponto”, igualzinho aconteceu com o mensalão que parou no José Dirceu?

Essas são perguntas muito pertinentes e as respostas com quase toda a certeza não serão também pertinentes e tampouco verdadeiras. Será que o STF irá aceitar meias respostas, meias verdades? Será que o STF não dará nome aos bois de verdade? Em outras palavras (como já disse em outra coluna), quadrilha é quadrilha, caixa dois é caixa dois e azul é azul?

Que o nosso STF tenha sabedoria suficiente para não distorcer os fatos e para enxergar de verdade que aquilo que está sendo mostrado é o que está sendo mostrado sem metáforas ou devaneios.

http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/e-o-oscar-de-melhor-atriz-vai-para-dilma-rousseff-em-o-petrolao/

STF julga inconstitucional a vinculação de salários entre policiais civis e militares e a autonomia de polícia científica com relação à polícia civil 24

Notícias STF

Plenário julga seis ADIs contra normas estaduais

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou um conjunto de seis Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) relativas a normas de quatro estados e do Distrito Federal. Entre as questões abordadas, estão a vinculação de salários entre policiais civis e militares, a autonomia de polícia científica com relação à polícia civil, participação de servidores em conselhos de estatais, indenização a vítimas de agentes do Estado e a vinculação de gastos dos municípios com a educação.

ADI 3777

Foi julgada procedente por unanimidade a ADI 3777, na qual é questionado o artigo 47, caput, da Constituição do Estado da Bahia, que estabelece vinculação isonômica entre os vencimentos de policiais civil e militares. No entendimento do relator, ministro Luiz Fux, o dispositivo se choca com a vedação expressa no artigo 37, inciso XIII, da Constituição Federal, segundo o qual é vedada a vinculação ou equiparação de espécies remuneratórias de servidores públicos. “A norma da Constituição Estadual a toda evidência fixa hipótese de vinculação remuneratória entre os policiais civis e militares”, afirmou Luiz Fux.

ADIs 2616 e 2575

Foram questionados em duas ADIs os artigos 46 e 50 da Constituição Estadual do Paraná, que instituem a polícia científica como mais um órgão da Segurança Pública do estado, ao lado da polícia civil e militar, segundo redação dada pela Emenda Constitucional 10, de 2001. No julgamento da ADI 2616, de relatoria do ministro Dias Toffoli, a emenda foi declarada inconstitucional, por unanimidade. Para o relator, a emenda apresenta vício de inciativa, uma vez que disciplina órgão administrativo, devendo portanto ser de iniciativa do Executivo.

A ADI 2575, sobre o mesmo tema, teve julgamento suspenso por pedido de vista do ministro Teori Zavascki. Nesse caso, o relator julgou parcialmente procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade da Emenda Constitucional estadual 10/2001, bem como para conferir interpretação conforme a Constituição Federal à expressão “polícia científica”, da redação originária na Carta estadual, afastando qualquer interpretação que lhe confira caráter de órgão de segurança pública. Para o relator, a polícia científica pode ser um órgão autônomo. “Nada impede que o órgão continue a exercer suas atividades, não precisando necessariamente ser vinculado à polícia civil”, afirmou.

O ministro Luís Roberto Barroso iniciou divergência ao entender que a atividade da política técnica é inerente à atividade da polícia civil, e que ela não pode estar pode estar fora da estrutura dos órgãos de segurança pública. Para o ministro, a redação original do artigo 50 da Constituição estadual também é inconstitucional.

 

Leia mais:
11/09/2006 – Adepol pede suspensão de artigo da Constituição baiana

26/02/2002 – Governo do PR questiona no STF criação de polícia científica autônoma

28/11/2001 – PSL ajuíza ação contra inclusão de Polícia Científica na Segurança Pública do PR

PERDEMOS MAIS UM COLEGA PARA O CRIME HOJE, O AGENTE POLICIAL GRACINÉSIO GOMES DUARTE: O “CHUMBINHO” 55

PERDEMOS MAIS UM COLEGA PARA O CRIME HOJE DE MANHÃ.

DOUTOR GUERRA,
COM GRANDE PESAR, SOLICITO AO SENHOR QUE PUBLIQUE O FALECIMENTO DE NOSSO COLEGA O AGENTE POLICIAL GRACINÉSIO GOMES DUARTE. O “CHUMBINHO”, QUE FOI ASSASSINADO NA ESQUINA DAS RUAS MANIFESTO E DO GRITO REGIÃO DO IPIRANGA NA MANHÃ DE HOJE.
ELE ESTAVA LOTADO NA DDM AOS FUNDOS DO 16 DP E ESTAVA TIRANDO SUAS LICENÇAS E FÉRIAS PARA SE APOSENTAR POIS COMPLETARIA 65 ANOS DE IDADE.
É MAIS UM QUE PERDEMOS NAS MÃOS DESSES VERMES.
NÃO VAI FICAR DE GRAÇA!!!
A FOTO DELE ESTÁ NA MEMÓRIA DA POLÍCIA CIVIL.
ERA UM BOM POLICIAL E MERECE NOSSA HOMENAGEM.
POR FAVOR, DOUTOR, FAÇA UMA BONITA PUBLICAÇÃO EM NOME DO NOSSO COLEGA E AMIGO!

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Lembrando que esse bom policial pelo simples fato de ser tio ( irmão da mãe ) do traficante NALDINHO , em 2005 – em razão da operação INDRA do DENARC – teve a sua reputação destruída.

Sendo processado criminal e administrativamente; por muito pouco não foi preso preventivamente. 

Adeus ao Dr. Gilvanzinho – Polícia busca dois acusados pelo latrocínio de delegado 23

Gilvanzinho era um bom rapaz e um colega decente. Filho do saudoso Dr. Gilvan que foi meu titular e grande camarada de muita conversa e cerveja.Que os dois se encontrem na paz do Criador.Que a família encontre consolo para a irreparável perda.

Que os criminosos e seus familiares suportem dores e aflições ainda piores do que a vítima e seus entes queridos.
Cadeia não é castigo para facínoras.É passatempo!

CONTRA MONSTRUOSIDADES, TORTURA NUNCA É DEMAIS!

Rcguerra

 

Um taxista suspeito de envolvimento com o crime está detido e teve a prisão temporária solicitada à Justiça. O táxi dele foi apreendido

Da Reportagem

Atualizado em 17 de novembro de 2014 às 21h10

Para a Polícia Civil, a morte do delegado Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, está esclarecida. Foi um latrocínio (roubo seguido de morte), conforme divulgaram em entrevista coletiva, nesta tarde (17), os delegados Rony da Silva Oliveira, seccional de Santos, Luiz Henrique Ribeiro Artacho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e Carlos Topfer Schneider, titular do 7º Distrito Policial (Gonzaga).

O taxista Felipe Soares de Oliveira, de 28 anos, acusado de envolvimento no crime, está detido desde a madrugada de hoje e teve a prisão temporária solicitada à Justiça. A polícia busca agora os dois ladrões apontados como autores da execução do latrocínio: Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22 anos, e um adolescente, de 17. Denúncias sobre o paradeiro dos foragidos podem ser transmitidas pelos telefones 181, 197 ou 190.

De folga, o delegado foi surpreendido pelos bandidos na Rua Pernambuco, no Gonzaga, em Santos, após sair de um prédio por volta das 22h30. A polícia diz que o taxista levou os comparsas ao Gonzaga e deixou o bairro com os bandidos com destino a São Vicente.

 

Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22, anos está foragido. Segundo a polícia, Dan e um adolescente de 17 anos assaltaram e mataram o delegado (Foto: Reprodução)

Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22, anos está foragido. Segundo a polícia, Dan e um adolescente de 17 anos assaltaram e mataram o delegado (Foto: Reprodução)

Cerca de uma hora após o latrocínio, o taxista procurou a polícia para dizer que foi vítima de sequestro relâmpago, o que segundo o delegado Rony Oliveira foi uma tentativa de se criar um álibi.

“Ele tem uma conduta totalmente incompatível com taxista. Ele vai em vários locais, nesses locais os dois (comparsas) saem do carro, retornam sem efetuar pagamento. No local do crime, os dois descem e ele aguarda cerca de cinco minutos em fila dupla com o pisca-alerta ligado. Isso não é comportamento de taxista. Isso é comportamento de partícipe. Ele era na nossa convicção o piloto”, disse o delegado seccional.

Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, trabalhava na delegacia sede de Cubatão (Foto: Reprodução)

Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, trabalhava na delegacia sede de Cubatão (Foto: Reprodução)

Arma

De acordo com a polícia, o próprio taxista informou a localização do imóvel, em São Vicente, onde estava a arma do delegado, que fora roubada durante o latrocínio. Uma arma usada pelos bandidos também foi recolhida no local. Na avaliação do delegado Luiz Henrique Ribeiro Artacho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, a indicação do local onde as armas estavam é “uma prova irrefutável de que o taxista tinha participação e conhecimento do latrocínio”.

 

Taxi utilizado pelos bandidos no crime está apreendido. (Foto: Diário do Litoral)

Taxi utilizado pelos bandidos no crime está apreendido. (Foto: Diário do Litoral)

Câmeras de segurança mostram que a ação foi muito rápida. Gilvan ficou encurralado pela dupla no portão de um edifício e levou o primeiro tiro no peito. Ao cair, ainda foi atingido na nuca com o chamado disparo de misericórdia.

A vítima ainda apresentava uma perfuração no ombro, que pode ser sido causada por um terceiro tiro ou por uma das balas que atingiu o peito e a cabeça. Apenas o laudo necroscópico poderá definir essa circunstância.

Pelas imagens, não é possível perceber se o delegado tentou sacar sua arma ou se os ladrões a perceberam em sua cintura e, por isso, já dispararam sem lhe possibilitar qualquer chance de defesa. A autoria dos tiros ainda é apurada, embora seja irrelevante sob o ponto de vista de responsabilização penal.

Entre os objetos furtados do delegado estavam um revólver Rossi 38 niquelado e uma corrente de ouro.

Sepultamento  

O corpo de Gilvan Marcílio foi sepultado no início da noite desta segunda-feira (17), na Memorial Necrópole Ecumênica. A vítima, que ingressou na Polícia Civil em 1993, era casada e deixa dois filhos: um menino de 8 anos e uma garota, de apenas 4.

Centenas de pessoas, entre familiares, amigos e colegas, acompanharam o funeral. Entre eles estavam o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, e o delegado geral do Estado, Luiz Maurício Souza Blazeck.

“Conheci o dr. Gilvan quando fui delegado seccional em Santos, no período entre 1990 a 1992. Profissional competente e pai exemplar, que foi morto de forma covarde, sem qualquer chance de defesa, lamentavelmente, como outras vítimas de crimes contra o patrimônio”, declarou Blazeck.

“Não podemos nos acostumar com isso. Infelizmente é um colega nosso, mas há outras vítimas neste país. São os senhores da vida e da morte, que julgam as pessoas, sem que assumam, efetivamente, um posicionamento daquilo que fazem”, completou.

Diretor da Polícia Civil na região, o delegado Aldo Galiano também lamentou o episódio. “Uma pessoa que enfrentou tantos desafios, tantas situações perigosas, ser vítima de um ato desse, num momento de lazer, que estava caminhando. Ele não esboçou reação nenhuma. Uma execução e sempre um menor envolvido”.

N/A

Centenas de pessoas, entre familiares, amigos e colegas, acompanharam o funeral no Memorial, em Santos

Fontes: Diário do Litoral e A Tribuna de Santos

Vídeo Noite de Gala do Jubileu de Platina da Adpesp – Chapa 2 – Nova ADPESP Presidente: Marilda Aparecida Pansonato 6


Discurso do Governador Geraldo Alckmin

Publicado em 18/11/2014
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, completou em 11 de novembro seus 65 anos de fundação e para celebrar a data, a entidade realizou na sexta-feira (14/11) a Noite de Gala do Jubileu de Platina com show de Guilherme Arantes, presença do Governador do Estado de São Paulo.

Em Noite de Gala, Governador Geraldo Alckmin prestigia o aniversário dos 65 anos da ADPESP – Chapa 2 – Nova ADPESP Presidente: Marilda Aparecida Pansonato 13

comunicado

Evento, que reuniu mais de mil convidados, apresentou inesquecível show de Guilherme Arantes e sorteio de valiosos prêmios

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, completou em 11 de novembro seus 65 anos de fundação e para celebrar a data, a entidade realizou na sexta-feira (14/11) a Noite de Gala do Jubileu de Platina com show de Guilherme Arantes e sorteio de um carro e quatro motos zero quilômetro.

A festividade, promovida no Clube Atlético Monte Líbano, reuniu mais de mil convidados, entre autoridades, associados, diretores e parceiros da ADPESP. O Governador Geraldo Alckmin juntamente com o Secretário de Segurança Pública, Dr. Fernando Grella, o Secretário de Planejamento, Julio Semeghini  e o Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio de Souza Blazeck, prestigiaram a festa que também contou com a presença do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, o Deputado Estadual Fernando Capez, a Deputada Estadual Maria Lúcia Amary, o Secretário Municipal de Esporte, Lazer e Recreação, Celso Janete, a Subsecretária de Assuntos Parlamentares do governo, Delegada Rose  e o representante TJSP, Dr. Kleber Leyser de Aquino, assessor de Assuntos de Segurança Pública.

A anfitriã do evento, presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, iniciou a solenidade recordando o legado de luta e conquistas da entidade, “nossa entidade de classe deu voz e identidade aos delegados de polícia, articulando de forma objetiva e vitoriosa todos os interesses e pretensões de todos nós…Muito ainda há para se fazer, muito trabalho nos espera. Mas hoje é um dia de festa, de alegria e de emoção, quando todos nós unidos por um lema ‘ação, lealdade e união’, nos irmanamos para desejar a nossa ADPESP os mais sinceros e efusivos parabéns”, concluiu a presidente.


Em seu discurso, o Governador Geraldo Alckmin enfatizou o pioneirismo da ADPESP por eleger a primeira mulher presidente que com seu perfil obstinado e ao mesmo tempo do diálogo e da interação, avançou na luta por grandes conquistas para a classe, “há uma caminhada, ainda, muito longa. Mas há avanços [conquistados], como: a Carreira Jurídica, o Adicional [Adicional por Direção de Polícia Judiciária], a Independência Funcional, o fortalecimento da Polícia Judiciária e Polícia Investigativa”, salientou o Governador do Estado.

Após o pronunciamento do Governador, iniciou-se a festividade social, com o jantar seguido do show do cantor e instrumentista Guilherme Arantes, que animou os convidados com os inesquecíveis clássicos de sua autoria.

Um dos momentos mais aguardados do evento foi o sorteio que premiou 20 associados com um carro e quatro motos zero quilômetro, além de dois televisores de 50 polegadas, 3 televisores de 40 polegadas e 10 tablets. A premiação, que contemplou o associado, Dr. Vicente S. de Almeida com um Fiat Pálio Zero km, contou com a participação dos parceiros patrocinadores: Qualicorp, Zurich Seguros, Odontoprev, Ademar Gomes Associados, Acrimesp, Arseg Corretores de Seguros, RP Med e Petroneti Informática.

 
Em seguida, a Diretoria Executiva se reuniu para o tradicional Parabéns pra Você que brindou o 65 anos da ADPESP. A festa foi encerrada com a apresentação musical do cantor Alexandre Arez, o espetáculo contagiou o público com um repertório que reuniu bolero, rumba, tango e grandes sucessos da música brasileira e estrangeira.

Luto em Santos: O delegado Gilvan Marcílio de Freitas Júnior foi assassinado 38

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O delegado da Polícia Civil, Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, foi morto a tiros no bairro do Gonzaga, em Santos, por volta das 22h30 deste domingo (16). Ele trabalhava no Distrito Policial de Cubatão.

O crime já foi esclarecido e os autores identificados.

O corpo delegado morto será velado a partir das 14 horas no Salão União da Memorial Necrópole de Santos. O sepultamento ocorre às 19 horas.

“MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR INVESTIGADOR DE POLÍCIA” 8

Sr. Dr. Guerra:

Para que chegue ao conhecimento do universo policial, peço a gentileza de publicar em seu Blog esta “nota de falecimento”, sob o título: “MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR INVESTIGADOR DE POLÍCIA”.

Agradeço antecipadamente a atenção.

Jarim Lopes  Roseira, Presidente da IPA e integrantes do “Clube dos XXX”

 

choque

MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR

INVESTIGADOR DE POLÍCIA

Na antevéspera de completar 93 anos, faleceu no dia 14/11/2014, em São Paulo, o

Investigador de Polícia aposentado Abílio Armando Alcarpe, um nome, uma legenda.

Homem simples, mais de ouvir do que de falar, liderava a partir da sua rara

capacidade inata de fazer bem feito tudo o que a profissão lhe impunha: investigar.

Todos que com ele trabalharam são unânimes em atestar suas qualidades de policial de

excepcionais virtudes. Coragem e determinação eram suas marcas principais.

Deixou histórias de muito trabalho em defesa da sociedade, tirando de seu convívio

indivíduos perniciosos que escolheram a senda do crime. Fazia-o com competência,

mercê do seu tirocínio e obstinada dedicação ao mister que abraçou desde jovem.

Dizem seus antigos companheiros que Abílio jamais se atrasou para um compromisso

de trabalho, fosse em que hora do dia fosse, com intervalo para descanso ou sem ele.

Esse aspecto de sua vida foi lembrado no seu velório por seu inseparável

companheiro, o também Investigador aposentado Ari Dutra de Barros, quando houve

demora na cremação de seu corpo: “Não pode ser… em vida Abílio nunca se atrasou, não

há de ser agora, depois de sua morte que isso vai acontecer”, protestou Ari.

Sua imensa folha de serviços registra casos emblemáticos, como o da prisão do

temido marginal “Promessinha”, nos anos 60/70, ocasião em que, chefiando seu grupo,

Abílio se vestiu com roupas de um prestador de serviços qualquer, e com esse disfarce,

surpreendeu e algemou o temido malfeitor.

Atleta (boxeador), sempre manteve a forma física, o bom humor e a disposição para

tomar uma cerveja. Certa feita, eu, ele e mais um colega policial fomos comer peixes

num restaurante do ramo, em Itaquaquecetuba. Passava de treze horas quando pedimos a

primeira cerveja. A “saideira”, depois de uma dúzia, veio lá pelas dezessete horas e nem

vimos o tempo passar, tal a dinâmica da agradável conversa que compartilhamos.

No ano de 1969, Abílio foi um dos fundadores do Clube do XXX, entidade

que congrega policiais e que nesses 45 anos de vida nunca deixou de se reunir,

infalivelmente, uma vez por mês. Como o mais idoso do grupo, Abílio foi, por anos,

o seu decano, condição agora transferida ao também Investigador aposentado José

Nakandakari, de 82 anos.

No último adeus a Abílio, estavam presentes a viúva, os filhos, parentes, amigos

e seus velhos companheiros policiais da “velha guarda”, guardiões da tradição que se

mantém através do Clube dos XXX.

Jarim Lopes Roseira, Escrivão de Polícia posentado,

Presidente da IPA (International Police Association)

e membro do Clube dos XXX

DIA FESTIVO – O Governador Geraldo Alckmin comparece ao jantar de gala em comemoração aos 65 anos da ADPESP 44

Caros,
Ontem, dia 14 de novembro, vivemos um dia histórico para nossa Adpesp, por conta da comemoração dos 65 anos de sua criação.
Pela manhã, sessão solene na Alesp, onde o Deputado Fernando Capez nos homenageou em linda cerimônia que contou com nosso Delegado Geral, Deputado Arnaldo Faria de Sá e com colegas de todo estado que lotaram o plenário principal daquela Casa de Leis….

À noite, nosso jantar de gala que contou com a presença do Governador do Estado, Dr. Geraldo Alckmin, do SSP, Dr. Fernando Grella, do DGP, Dr. Maurício Souza Blazeck, do Secretário do Planejamento, Júlio Semeghini, dos Deputados Estaduais Fernando Capez e Maria Lúcia Amary, do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá entre tantas outras autoridades.
Em 65 anos de história, essa foi a primeira vez que o Governador do Estado se fez presente e ontem pudemos constatar o que o deslocamento do Chefe do Executivo envolve, razão de aumentar ainda mais nossa gratidão por sua presença, demonstrando o apreço e o respeito que hoje tem por nossa classe.
A presença dos colegas foi maciça e a noite seguiu festiva com show de Guilherme Arantes, Alexandre Arez e sorteios10 tablets, de 5 aparelhos de TV, 4 motos e um carro, fazendo ainda maior a alegria de vários de nossos colegas.
Durante quase um mês, preparamos com muito cuidado esses eventos, trabalhando muito para que tudo fosse perfeito e que essa data ficasse registrada na memória de cada um de nós.
Obrigada à toda equipe da Adpesp que não mediu esforços para alcançar o sucesso pretendido, aos parceiros que nos prestigiaram com a doação de prêmios valiosos, aos colaboradores que trabalharam arduamente nos bastidores para que tudo transcorresse da melhor maneira possível e aos colegas, cujas presenças foram o grande destaque, pois sem vocês, a festa não teria o brilho que teve.
Obrigada a todos… Fizemos história.
Fiquem com Deus,
Marilda

diafestivonaadpesp

Sessão Solene da Alesp – por proposta do deputado Fernando Capez – homenageia os 65 anos da ADPESP 4

14/11/2014 – Sessão Solene da Alesp homenageia os 65 anos da ADPESP

comunicado

Dando início à agenda comemorativa do Jubileu de Platina da ADPESP, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, realizou na manhã desta sexta-feira (14) Sessão Solene em homenagem aos 65 anos da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

A homenagem proposta pelo deputado estadual Fernando Capez e aprovada por unanimidade pelo Colégio de Líderes da Alesp, reuniu no Plenário Juscelino Kubitschek, o conselho da Polícia Civil, autoridades policiais, diretores e associados da ADPESP para a celebração do legado de conquistas da Associação que durante seus 65 anos de atividades marcou história na luta pela valorização da carreira.

No início dos trabalhos, o Deputado Fernando Capez, salientou a importância da ADPESP em sua atuação em defesa dos direitos e prerrogativas da classe relembrou a incansável atuação da ADPESP na Alesp pela conquista do reconhecimento da Carreira Jurídica.  Além da presidente da ADPESP, Dr. Marilda Pansonato Pinheiro, compuseram a mesa principal dos trabalhos o Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio de Souza Blazeck, o General do Exército do Comando Militar do Sudeste, João Camilo Pires de Campos, o representante TJSP, Dr. Kleber Leyser de Aquino, assessor de Assuntos de Segurança Pública.

Fazendo uso da tribuna, o Delegado Geral, Dr. Blazeck enfatizou sobre a justa homenagem à Associação que nos 65 anos de história ergue a bandeira da Ação, Lealdade e União. “De todas as homenagens que merece receber, está [Sessão Solene] sem dúvidas é a maior delas. O reconhecimento da casa do povo paulista, por meio desta sessão solene hoje realizada, demonstra, não apenas o reconhecimento de um dos legítimos poderes do Estado, mas também de toda a população aqui representada pelos seus legítimos mandatários”, salientou o DGP, Dr. Blazeck.

Em seu discurso, a presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, agradeceu ao deputado Capez pela inciativa e enfatizou que neste dia de celebração não se pode deixar de recordar que a atuação da ADPESP busca prioritariamente a valorização da carreira de Delegado de Polícia. Após o pronunciamento, Dr. Marilda Pansonato, recebeu das mãos do Deputado Capez, uma placa comemorativa ao Jubileu de Platina.

O Deputado Federal, Arnaldo Faria de Sá, encerrou a sessão solene anunciando que a atuação da ADPESP é um exemplo de grande importância. “É com grande satisfação que estou aqui para desejar parabéns, sucesso e um grande aniversário para todos nós”, concluiu Faria de Sá.

Mais dois policiais civis presos sob suspeita de ligação com o tráfico em Guarujá (SP) 45

A Corregedoria da Polícia Civil, além do delegado Eduardo Wagner Rodrigues, plantonista da delegacia sede de Guarujá (a 86 km de São Paulo),  preso no dia 3 de novembro sob suspeita de ligação com o tráfico de drogas, na tarde de ontem, 14 de novembro, efetuou a prisão , do escrivão FLÁVIO FERREIRA, e do investigador GETÚLIO DE FREITAS MONTEIRO.

Ambos tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada e foram encaminhados ainda ontem ao presídio da Polícia Civil, na zona norte da capital paulista.

“A prisão do delegado e dos policiais faz parte de investigação da 6ª Corregedoria Auxiliar de Santos sobre o desvio de 7 kg de cocaína e 700 g de maconha apreendida por policiais militares.”

atribunacasodelegadoguaruja

PT persegue delegados da Lava-Jato por apoio a Aécio 40

Governo investiga delegados da Lava-Jato por apoio a Aécio
14 Nov 2014

Policiais postaram na Internet, durante campanha, propaganda a favor do tucano

BRASÍLIA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou que a Polícia Federal (PF) abra investigação para apurar suposto desvio de conduta de delegados que estão à frente da Operação Lava-Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, com pagamento de propina a políticos. Na fase final da campanha eleitoral, os delegados usaram a internet para elogiar o senador Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência, e atacar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, segundo informou o jornal “O Estado de S. Paulo”.

Alguns delegados teriam até ajudado a divulgar a candidatura de Aécio. A propaganda reproduz reportagem sobre parte da delação premiada do doleiro Alberto Youssef. Os depoimentos da delação estão sob segredo de Justiça.

Procuradores apoiam delegados investigados

Entre os delegados a serem investigados estão Márcio Anselmo, ex-coordenador da Lava-Jato, e Erica Mialik Marena, atual coordenadora da operação. Estão ainda nessa lista o delegado Igor Romário de Paula, da Divisão de Combate ao Crime Organizado e Maurício Grillo, chefe da Delegacia de Crimes Fazendários.

- Todos os cidadãos têm liberdade de manifestação, não importa se favoráveis ou contra o governo. Mas, da mesma forma, quem preside uma investigação deve agir com imparcialidade. Tem o dever de não endossar vazamentos indevidos nem orientar investigações a partir de seus pontos de vistas pessoais – disse Cardozo.

Na investigação, a Corregedoria Geral da PF deverá apurar se houve crime ou deslize ético na conduta dos delegados. Segundo o ministro, se for comprovada alguma ilegalidade ou quebra de princípios éticos, os policiais serão punidos. Cardozo não especificou as punições previstas em casos assim. Porém, no ministério, há o entendimento de que a demissão é uma delas.

- Nós jamais podemos admitir partidarização de nenhuma investigação, sejam investigações que ataquem adversários do governo, sejam investigações de partidos vinculados ao governo – disse Cardozo.

O ministro não informou se os delegados serão afastados da Lava-Jato. Segundo “O Estado de S. Paulo”, alguns delegados usaram o Facebook para compartilhar peça de campanha de Aécio, que reproduzia trechos de reportagem sobre depoimento em que Youssef teria dito que Dilma e Lula sabiam das fraudes na Petrobras. “Esse é o cara!!!!!”, teria escrito Igor de Paula, diante de uma montagem de Aécio cercado de mulheres.

“Alguém segura essa anta, por favor”, escreveu Márcio Anselmo, ao comentar um texto intitulado “Lula compara o PT a Jesus Cristo”. O ex-coordenador da Lava-Jato também reagiu a uma outra notícia em que Lula diz que Aécio não era homem de respeito. “O que é ser homem sério e de respeito? Depende da concepção de cada um. Para Lula, Aécio realmente não deve ser”. Maurício Grillo escreveu “Acorda!”, ao comentar um texto com o título “Lula e Dilma sabiam de tudo”. “Dispara venda de frauda em Brasília”, escreveu Erica Marena, ao comentar depoimento de Youssef.

Integrantes da direção da PF acreditam, no entanto, que os delegados não cometeram crime, mas alguns deles podem acabar sendo enquadrados por infração administrativa. Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato divulgaram nota em apoio aos delegados. Para os procuradores, não haveria problema algum na atuação dos policiais. “Em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitido, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento”, afirmam os procuradores.

cARDOSO

Delegados da PF elegem sua lista tríplice para diretor-geral 15

Redação

12 novembro 2014 | 04:00

Pela primeira vez na história da instituição, delegados apontam três nomes como sugestão à Presidência da República, que tem prerrogativa de fazer a escolha

Por Fausto Macedo

Os delegados de Polícia Federal elegeram sua lista tríplice para escolha do futuro diretor-geral da corporação. A classe elegeu os delegados Roberto Troncon, superintendente regional da PF em São Paulo, Sérgio Fontes, diretor de gestão de pessoal e ex-diretor da Academia Nacional de Polícia, e Sérgio Menezes, superintendente regional da PF em Minas.

A lista, que tem caráter de sugestão, será levada ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) e à Presidência da República. O atual diretor-geral da PF é o delegado Leandro Daiello. Ainda não está decidido se ele vai permanecer no topo da corporação no segundo governo Dilma Rousseff (PT).

O pleito, o primeiro na história da categoria, foi conduzido pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), pelos sindicatos dos delegados em todo o País e pela Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol). Votaram 790 delegados, dos cerca de 2,1 mil associados. O voto foi facultativo.

A escolha do chefe da PF é prerrogativa exclusiva da Presidência da República. Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o governo editou a Medida Provisória 657, que os delegados batizaram “MP da Autonomia”. O texto impõe que o topo da instituição será ocupado exclusivamente por delegado de carreira da PF.

A MP já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e, nesta terça-feira, 11, pelo Senado, mas sofre pesada resistência dos procuradores da República e de agentes, escrivães e peritos da própria PF. Os procuradores avisam que podem ir ao Supremo Tribunal Federal contra a medida.

A MP não alterou a competência para a indicação do diretor-geral, ato que continua sendo de atribuição apenas do Palácio do Planalto.

“A lista tríplice é uma sugestão”, assinala o presidente da ADPF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, artífice das principais conquistas obtidas nos anos recentes pelos delegados de Polícia Federal.

As entidades dos delegados criaram um site exclusivo para o processo de votação. “Estamos colocando como uma sugestão, uma contribuição para auxiliar a Presidência da República no aperfeiçoamento do processo de escolha da direção-geral da Polícia Federal como uma polícia verdadeiramente republicana como deseja a sociedade brasileira”, declarou Marcos Leôncio Sousa Ribeiro.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol) concluíram na última sexta feira, 7, o processo eleitoral que definiu os três nomes de delegados federais de classe especial que irão compor a lista tríplice para escolha do próximo diretor geral da PF.

O processo de formação da lista foi dividido em duas fases, ambas com votação direta e secreta, por uma comissão eleitoral composta por representantes da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.

Agora, os nomes serão entregues ao ministro da Justiça e à Presidência da República, “em data e forma a ser acordada”. Antes, a lista será levada ao atual diretor-geral. As entidades vão pedir o apoio de Leandro Daiello.

“A medida pretende trazer uma maior justiça e legitimidade na escolha do próximo diretor-geral da Polícia Federal”, informam as entidades dos delegados da PF.

CONHEÇA O PERFIL DOS TRÊS DELEGADOS INDICADOS PARA O CARGO DE DIRETOR GERAL DA POLÍCIA FEDERAL

delegados

1) ROBERTO TRONCON FILHO é graduado bacharel em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto. Ingressou na Polícia Federal como Delegado em 1995. Em 2007 atuou como Diretor de Combate ao Crime Organizado e desde 2011 é Superintendente Regional da Polícia Federal em São Paulo. Troncon também já foi chefe do Setor de Operações da Delegacia de Repressão a Drogas, chefe das Delegacias de Repressão a Drogas, de Repressão a Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro em São Paulo e chefe da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

2) SÉRGIO BARBOZA MENEZES graduou-se em Direito pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Universidade Cândido Mendes. Especializado em Gestão de Segurança Pública pela ANP (Academia Nacional de Polícia), Sérgio ingressou na Polícia Federal como delegado em 1996. Três anos depois foi Chefe da Delegacia de Controle de Segurança Privada e de Chefe da Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários na Superintendência do Rio Grande do Norte. Em 2000 se tornou Chefe da Seção de Coordenação de Ensino na ANP. O delegado exerceu a função de Chefe de Divisão e de Chefe do Serviço de Manutenção em Brasília/DF. Em 2006 foi Chefe da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul. Atuou como Superintendente nos estado do Espírito Santo e atualmente é o dirigente regional da Superintendência de Minas Gerais.

3) SÉRGIO LÚCIO MAR DOS SANTOS FONTES foi advogado civil, criminal e trabalhista por dois anos e atuou como Chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes no Amazonas de 1996 a 2002. Foi Delegado Regional Executivo e Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado no Amazonas. Atuou como professor da Academia Nacional de Polícia e Superintendente nos Estados de Rondônia, e Amazonas. Antes de se tornar diretor de Gestão de Pessoal, foi diretor da Academia Nacional de Polícia (ANP). Sérgio Fontes também fez cursos como SWAT TEAM (Programa de Assistência Anti-Terrorista do Departamento de Estado dos EUA) e Gerência de Segurança Pública no International Law Enforcement Academy Roswell pelo Departamento de Estado do EUA.

Transcrito de O Estado de S. Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Comunicado Sinpolsan 98

Comunicado Sinpolsan: Se faz necessário uma correção, no que se refere a carreira de carcereiro, optativamente como auxiliar técnico de cartório (escrivão) e a inclusão do agente policial, como auxiliar de investigador de polícia, ou não estão por dentro do dia a dia da Polícia Civil ou se trata de má fez mesmo. Pois em nenhum momento o Sinpolsan na presidência do Dr. Walter de Oliveira Santos, que por sinal sempre lutou por melhores condições de trabalho a toda a categoria, esteve de acordo com o que o Delegado Geral Dr. Luiz Maurício Blazeck colocou, a todos os sindicatos presentes, na reunião da comissão de reestruturação da Polícia Civil. Sugerimos que os colegas que postaram essa informação totalmente errada e mentirosa, participassem mais do dia a dia da Policia Civil, e se inteirassem melhor dos assuntos da categoria, com isso, deixarão de postar informações descabidas e fora de propósito. O Sinpolsan está aberto a todos, para maiores esclarecimentos do referido assunto, e das lutas e conquistas já realizadas.
Assessoria de Comunicação – Sinpolsan

Roger Franchini: “MATAR ALGUÉM” 4

Oi, Doutor. Tudo bem com o senhor?

Escrevo para dar a boa notícia: estou lançando mais um livro. Ele se chama “MATAR ALGUÉM”. É sobre um grupo de investigadores que encontram uma central telefônica clandestina, administrada pela PM e o Ministério Público, para satisfazer a ambição de um secretário de segurança, enquanto há uma onda de ataques contra policiais militares. Avisa o pessoal do Flit que já está à venda, em até dez vezes. Pra ajudar o ex-colega, rsrs (http://www.buscape.com.br/matar-alguem-9788542204308.html?pos=1#precos)

Olha só a sinopse:
“Em uma chuvosa madrugada, durante um plantão que se encaminhava para a total tranquilidade, nas ruas do centro de São Paulo, os policiais e parceiros Maurício e Rodrigo se deparam com a morte de um fotógrafo. Seria mais um caso comum, assumido pela delegacia de homicídios da maior e mais movimentada cidade do país, se, em meio às pistas deixadas no apartamento do defunto, não fosse encontrado um pen drive com a gravação de várias conversas telefônicas do secretário de Segurança do Estado. Qual a ligação dessa morte com uma série de assassinatos de policiais militares na periferia da cidade, realizados por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC)? Por que um alto funcionário do governo estadual estaria se encontrando secretamente com uma jornalista? Qual a razão de um suposto fotógrafo ter grampeado um secretário de governo? É o que Matar Alguém, quarto romance policial do advogado e ex-investigador Roger Franchini, vai revelar em suas páginas recheadas de teorias de conspiração, violência e sexo.”

Roger Franchini

https://www.facebook.com/franchini

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matar alguem OK_17_09_14.pdf

MELADOR – Atenção Dr. Aldo Galiano e delegados do DEINTER-6, SINDPESP está tentando “melar” as conquistas da ADPESP junto ao governador Alckmin e enfraquecer a representatividade da classe 23

quadra

Recebi algumas informações sobre um “corre” do Melão “melador” para obter dos colegas daqui da Baixada Santista e região , a assinatura da declaração que reproduzo abaixo  e que por absoluta lealdade suprimi os dados de quem nos enviou, dando conta de que pelas vias hierárquicas estariam enviando para todos os Delegados assinarem.
A meu ver, s.m.j, essa declaração enfraqueceria as negociações com o governo sempre promovidas pela Adpesp, sem qualquer participação do sindicato que se preocupa apenas em enviar verba para Adepol do Brasil, cuja chapa única composta pelo mesmo de sempre (Dudu) que – com o seu antecessor Paulo Fernando Fortunato – quase faliu a Adpesp, conta agora com mais um do mesmo modelo : Melão, viajar pelo país afora, gastar o seu dinheirinho sem prestar contas, “desaparecer” por semanas sem que se saiba onde e com quem está, o que está fazendo ou deixando de fazer…E por aí vai!
Além de apoiarem publicamente o Skaf e posarem ao lado do Fofão ( Fleury Filho )
Também está preocupado com a Federação onde conseguiu um cargo ( FENDEPOL - Diretor de Comunicação Social: George Henrique Melão Monteiro  ) , abandonando às moscas e à própria sorte o sindicato dos Delegados . Funcionários  de lá já saíram por questões de acertos de pagamento e estão enviando curriculum para a ADPESP. A última notícia  que nos chega seria a contratação da nora do Melão no lugar da secretária….É pra acabar!
Pois bem, quando foi proposta a fusão, a classe optou pelas duas entidades e agora que Inês é morta, pedem socorro para Adpesp, enquanto o presidente, a pretexto de manter o sindicato como único representante da classe por conta de ação do Sinpolsan e da Feipol de Campinas, envia esse tipo de declaração que, salvo engano,  o colocaria como ÚNICO representante da classe que jamais defendeu efetivamente…
Aquela mesma que o escolheu!
A mim parece golpe…. Cheira mal e penso não ter havido por parte do Dr. Aldo essa intenção. Foi induzido a erro por uma modalidade de “estelionato sindical” que a cada dia mostra sua verdadeira cara…A cara da farsa, da inutilidade e da hipocrisia.
E alguns delegados  ainda vivem vociferando desfiliação em massa, boicotes  e intervenção na Adpesp….  É de causar indignação a quantidade de oportunistas profissionais nesse meio.
Por vezes penso que a classe não merece mais que isso…
Se fosse um homem odioso e vingativo com a classe que causou a minha demissão eu torceria e pediria votos para o Fortunato e Paulo Lew; também ficaria tecendo loas ao Melão.
Mas há muita gente de bem para torcermos por uma desgraça coletiva!
Abaixo, e-mail de camarada que nos foi encaminhado:
 
                 Guerra,
Acabei de receber um telefonema de meu titular acerca de declarações nominadas individualmente para os Delegados, oriundo do DEINTER-6, onde se firma declaração no sentido de que se reconhece como o único representante da classe, independentemente de filiação,  o SINDPESP, para toda e qualquer negociação referente a categoria.
                 Deixei claro ao meu titular de que não assinarei, mas como o documento está sendo encaminhado pelas vias hierárquicas, acredito que muitos colegas assinarão.
                 Não mandei nada para a Marilda, pois, por questões financeiras, não sou mais filiado à ADPESP. Não sei se isso está ocorrendo em outros departamentos, mas, vejo nessa iniciativa um perigo para a classe, na eventual assinatura por muitos colegas, porque enfraqueceria qualquer argumentação da ADPESP junto ao governo.

DECLARAÇÃO

Roberto Conde Guerra, portador da cédula de identidade 5454545454, ex-delegado de polícia do estado de São Paulo, com sede de exercício na delegacia dos demitidos de Santos, firma a presente declaração de que reconhece apenas o Sindicado dos Delegados de Polícia de São Paulo SINDPESP – CNPJ 61.397.295/001-76, como seu legítimo representante , não apoiando qualquer iniciativa de representatividade sindical fora do âmbito da entidade.

Santos, novembro de 2014.

REMATADA INJUSTIÇA – Promotor que denunciou o Dr. Artur José Dian por formação de quadrilha e peculado foi desarrazoado e maldoso; deve sofrer compulsão por perseguir inocentes 44

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Dois delegados são denunciados pelo sumiço de 82 armas

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

11 Novembro 2014 | 23h 14

Outros cinco policiais e um informante também são acusados; MP pede ainda o afastamento dos envolvidos

SÃO PAULO – O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou sete policiais e um informante policial por causa do escândalo do sumiço de 82 armas do Grupo Armado de Roubos e Assaltos (Garra), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Entre os acusados estão os delegados Paulo Sérgio Pilz, ex-chefe da Divisão de Operações Especiais (DOE), e Artur José Dilan, ex-supervisor do Garra. Pilz é acusado de falsidade ideológica e prevaricação. Dilan foi denunciado por formação de quadrilha e peculato.

Além deles, foram acusados de falsidade e prevaricação o investigador Julio Cecconi Neto e o escrivão Fernando Kawamoto. Isso porque eles fizeram uma correição no Garra em 20 de outubro e teriam atestado que as armas desaparecidas ainda estavam no grupo, quando, segundo o MPE, parte delas já havia sido desviada pelo investigador Francisco Ricardo Correa e pelo informante Fernando Campioni. Correa está preso e Campioni, foragido. Eles negam as acusações.

Os outros acusados são os investigadores do Garra Luiz Antonio Pereira Sant’Ana e Carlos Eduardo Menezes Vidoca. Esses dois e o delegado Dilan são acusados de omissão criminosa no dever de guardar as armas. Além disso, teriam deixado que o informante policial – que já foi processado por roubo – circulasse livremente pelo Garra.

O caso havia sido investigado pela Corregedoria da Polícia Civil, que indiciou pelo crime apenas o investigador Correa e o informante Campioni. O juiz Antonio Patiño havia decretado a prisão dos dois. “Não se trata de banditismo solitário ou comum (…) A criminalidade está organizada. Há audácia em excesso”, escreveu o juiz. As armas teriam parado nas mãos do crime organizado. “O Estado armado fomentando a criminalidade. Triste, vexatório, vergonhoso, odioso e inadmissível.”

No sábado, Dilan e Pilz foram transferidos de seus cargos para outros, assumindo postos de chefia na Inteligência Policial e no Serviço Aerotático. A decisão deixou o promotor do caso, Ludgero Francisco Sabella, indignado. Ele pediu à Justiça o afastamento dos policiais.

“Trata-se de comportamento incompreensível da cúpula da Polícia Civil, atentatório aos princípios da administração pública”, escreveu o promotor.

O Estado procurou os acusados no Deic e não os encontrou. A Secretaria da Segurança informou que vai aguardar o despacho do juiz a respeito da denúncia. Segundo a secretaria, foi aberta uma apuração preliminar para averiguar se existiu negligência na custódia das armas.

Transcrito de O Estado de S. Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

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dianNão é segredo para ninguém na Polícia Civil que o Dr. Artur José Dian ( além de muito decente, bom colega e bom superior ) e seu pai Carlos Alberto Dian, investigador aposentado, são de antiga família de riquíssimos agropecuaristas e proprietários de diversas empresas na Capital e interior. Exemplo: Marfinite. 

Em 2010, quando concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PV , o Dr. Dian , com apenas 36 anos de idade, declarou publicamente ser possuidor do patrimônio de R$ 5.150.000,00 ( a maioria em imóveis ).

Com efeito, jamais se prestaria a desviar  82 ou 82.000 armas do Garra. 

Essa denúncia de formação de quadrilha e peculato é absolutamente inverídica. 

Aprovada a Medida Provisória 657 – Os EPA bacharéis em educação física perderam a guerra: Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF 28

Senado torna mais rigoroso critério para escolha do diretor-geral da PF

Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF.
Texto exige ainda experiência jurídica ou profissional para ser delegado.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11) medida provisória que cria requisitos para a indicação ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Pelo texto, criticado por associações de agentes e peritos da PF, somente delegados que estejam no último nível da carreira podem ser indicados pelo presidente da República para o comando do órgão. Para se tornar lei, o texto terá que ser sancionado pela Presidência.

Atualmente, a escolha e exoneração para o cargo é feita livremente pelo presidente da República e qualquer integrante da Polícia Federal, como agentes e peritos, podem ser indicados. O atual diretor-geral, Leandro Daiello Coimbra, é delegado. A proposta aprovada beneficia a carreira de delegado da PF na medida em que determina que os delegados “são responsáveis pela direção das atividades do órgão”

O texto também exige que os candidatos em concurso para delegado federal sejam bacharéis em Direito com três anos de atividade jurídica ou policial. O curso superior já é exigido por uma portaria do Ministério da Justiça, mas não havia necessidade de tempo mínimo de experiência.

As regras impostas pela medida provisória geraram protestos de entidades representativas das demais categorias da Polícia Federal – agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos.  Policiais federais chegaram a planejar uma greve geral nas últimas semanas, mas a ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), vetou a paralisação e impôs multa de R$ 500 mil a ser paga pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) para cada dia de descumprimento da decisão.

epa