O Escorpião ( Ministério Público ) e o Sapo ( Geraldo Alckmin ) , ou ainda: como o Ministério Público sempre morde a mão de quem lhe dá de comer e beber caviar e champanha 27

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Ministério Público de SP abre inquérito contra Alckmin por improbidade

Pré-candidato à Presidência teria se beneficiado de R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014

Do Estadão Conteúdo
20/04/2018 – 14:20 – Atualizado em 20/04/2018 – 14:23
O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito contra o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin (PSDB) por suposto ato de improbidade. Alckmin, pré-candidato à Presidência da República, teria se beneficiado de valores estimados em R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014 via Caixa 2.
Assinam a peça Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, todos da promotoria de defesa do patrimônio público.
Os promotores usam o artigo 11 da Lei de Improbidade para embasar o procedimento. O artigo 11 estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”.

Na semana passada, a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, remeteu para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito contra Alckmin que tramitava na Corte Superior.

Em tese, a prática de Caixa 2 da qual Alckmin supostamente se favoreceu é de competência eleitoral.

A reportagem busca contato com a assessoria do ex-governador do Estado de São Paulo. Até o fechamento deste texto, não havia obtido um posicionamento.]


O Escorpião e o Sapo é uma fábula sobre um escorpião que pede a um sapo que o leve através de um rio. O sapo tem medo de ser picado durante a viagem, mas o escorpião argumenta que se picar o sapo, o sapo iria afundar e o escorpião iria se afogar. O sapo concorda e começa a carregar o escorpião, mas no meio do caminho, o escorpião, de fato, ferroa o sapo, condenando ambos. Quando perguntado por que o escorpião havia picado, o escorpião responde: que esta é a sua natureza e que nada poderia ser feito para mudar o destino. ( Wikipedia )

 

Pois bem, verdadeiramente, todo partido e todo político que sempre rasgou seda para o Ministério Público   tem mais é que SIFU na mão dos doutos promotores e procuradores. 

O PT e Lula foram os primeiros; que outros tenham o mesmo destino!

Os delegados ( os “ex” , inclusive ) e demais policiais que tanto sofrem diante da desvalorização promovida pelos promotores de injustiças dão boas risadas. 

Mas que  ninguém se iluda, caso Alckmin seja eleito eles arquivarão a tal investigação de gaveta; isso se não fizerem algum acertamento no interregno da campanha presidencial. 

Foi assim ( com acertamentos )  que o ladrão JOSÉ MARIA MARIN – governador tampão nos anos de 1982 a 1983 – se tornou membro honorário do MP de São Paulo. 

Comprou – com o dinheiro do Erário – uma frota de Opalas de luxo para cada um dos procuradores e concedeu um aumento estratosférico para todos os membros do MP. 

Feito isso, foi esculpado – juntamente com Paulo Maluf – de toda a roubalheira por eles cometida.  

Caros flitadores: deixem o Lula cumprir a sua justa condenação em paz…Vida que segue, não vale a pena perdermos tempo com tal assunto ; ele voluntariamente se autoexplodiu moral e politicamente 76

Resumidamente:

Foi um grande estadista e presidente por um certo tempo.

Mas deixou – contra o direito e justiça – de  prestigiar novas lideranças e ainda expulsou os melhores quadros do PT.

Por egoísmo elegeu uma incompetente como sucessora.

Sendo que havia gente muito mais gabaritada e muito mais merecedora do seu apoio.

Verdadeiramente, se locupletou de todas as formas possíveis.

Acumulou cerca de DEZ MILHÕES apenas em previdência privada!

O triplex é o menor dos seus atos de corrupção.

Assim , respeitosamente, solicito a todos que deixem de fazer menção ao reeducando Luís Inácio Lula da Silva!

O único direito que deveria lhe ser conferido é o do cumprimento da pena nas proximidades do seu domicílio, ou seja, em unidade da  COESPE: Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários do Estado de São Paulo.

Basta!

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Ex-delegado geral ( locador do diretório do PSDB em Moema ) possui mansão na Ilha Porchat – em frente ao prédio do Governador – mas gosta de dar uma canseira na municipalidade de São Vicente quando se trata de pagar o IPTU…Coisa feia, Youssef! Quer anistia tributária? 70

0503457-13.2010.8.26.0590 (590.01.2010.503457)
Execução Fiscal
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 23/03/2010 – Vara da Fazenda Pública
0503430-64.2009.8.26.0590 (590.01.2009.503430)
Execução Fiscal
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 08/07/2009 – Vara da Fazenda Pública
0507660-57.2006.8.26.0590 (590.01.2006.507660)
Execução Fiscal
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 29/11/2006 – Vara da Fazenda Pública
0500989-18.2006.8.26.0590 (590.01.2006.500989)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 17/10/2006 – Vara da Fazenda Pública
0027307-66.2004.8.26.0590 (590.01.2004.027307)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 14/04/2004 – Vara da Fazenda Pública
0028855-63.2003.8.26.0590 (590.01.2003.028855)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 28/01/2003 – Vara da Fazenda Pública
0025590-24.2001.8.26.0590 (590.01.2001.025590)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 29/08/2001 – Vara da Fazenda Pública
0034835-98.1997.8.26.0590 (590.01.1997.034835)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Anton Youssef Abou Chain
Recebido em: 13/01/1998 – Vara da Fazenda Pública
0021829-24.1997.8.26.0590 (590.01.1997.021829)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 01/10/1997 – Vara da Fazenda Pública
0018950-78.1996.8.26.0590 (590.01.1996.018950)
Execução Fiscal / IPTU/ Imposto Predial e Territorial Urbano
Reqdo: Antoun Youssef Abou Chain
Recebido em: 14/05/1996 – Vara da Fazenda Pública


Pessoas ligadas ao ex-delegado-geral dizem que, como vice-governador, França teria tido tentado indicar policiais para cargos de prestígio.

O atual governador negou à Folha essa informação. Ele disse que jamais fez qualquer indicação de cargo na Polícia Civil na sua histórica política e que nunca teve contato com o então delegado-geral. “Eu nunca nem falei com ele [Chahin]. É mentira. Ele pediu demissão antes de eu assumir”, disse. “Se tive contato com ele, foi uma vez em Santos, que ele é meu vizinho de frente. Ele tem uma casa enorme lá, com piscina.”

“Aliás, eu tenho uma tradição histórica, desde que eu fui deputado, prefeito, nunca me meti com um delegado, nunca indiquei nenhum delegado, nunca indiquei nenhum policial civil”.

França disse, ainda, que desconhece os motivos que levaram o delegado-geral a pedir demissão. “O que o Mágino me disse é que ele queria se aposentar por motivos particulares, porque parece que é um moço muito bem de vida. Mexe com coisas privadas.”

Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil 33

Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil

Objetivo é transferir corporação à Secretaria de Justiça e Cidadania

Sandro Thadeu
18/04/2018 – 22:30 – Atualizado em 18/04/2018 – 22:36
Para governador, Polícia Civil é órgão judiciário e deve mudar de pasta (Foto: Alexsander Ferraz/AT)

O governador Márcio França (PSB) enviará nos próximos dias um projeto de lei complementar à Assembleia Legislativa, com o objetivo de transferir a Polícia Civil da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) para a pasta da Justiça e da Defesa da Cidadania.

A Polícia Militar (PM) permanecerá na SSP, que deverá ser comandada por um oficial da PM. A ideia original era fazer essa mudança por decreto, mas a proposta caiu por terra, devido à existência da Lei Orgânica da Polícia, de 1979. Ela define que as duas polícias são subordinadas à SSP.

Presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa, Antonio Assunção de Olim, o Delegado Olim (PP), esteve reunido com França no final da tarde de ontem e afirmou à Reportagem que uma minuta da proposta está sendo elaborada pela equipe da Polícia Civil.

Posteriormente, o texto será enviado ao Palácio dos Bandeirantes e, se houver aval deste, para a Assembleia.

Em entrevista concedida na manhã de ontem ao programa 90 Minutos, da Rádio Bandeirantes, o governador afirmou que “o meu entendimento é que a Polícia Civil é Polícia Judiciária e deveria se preparar para ir à Secretaria de Justiça. O problema é que existe uma legislação, que é o Estatuto da Polícia Civil, uma lei complementar, que precisa ser alterada. E quem terá de fazer isso são os deputados estaduais”, declarou.

A Tribuna pediu entrevista com França, mas o Palácio dos Bandeirantes informou, por meio de nota, que a discussão sobre eventuais mudanças na segurança pública foi lançada pelo Governo “para que as entidades representativas das categorias, a Assembleia Legislativa, especialistas da área e a sociedade como um todo possam discutir as alterações no foro adequado, que é o parlamento paulista”.

Opiniões divididas

Por se tratar de um tema polêmico e por ser um ano eleitoral, é provável que a proposta do Executivo não tenha tramitação rápida nas comissões permanentes do Legislativo. Isso inviabilizaria qualquer mudança até dezembro.

Outro motivo para que a discussão não evolua rapidamente é a divisão da antiga base de sustentação do governador Geraldo Alckmin (PSDB): uma parte dos parlamentares apoia a reeleição de França, enquanto outra fará campanha para o ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB).

Favorável à candidatura tucana ao Governo do Estado, o presidente da Assembleia Legislativa, Cauê Macris (PSDB), defende que eventuais mudanças na estrutura da Polícia Civil sejam alvo de profundo debate com a sociedade civil organizada e com entidades de classe que representam a categoria. “Até o momento, não recebemos nenhuma proposta com informações sobre as alterações”.

O novo líder do Governo no parlamento paulista, deputado estadual Carlos Cezar (PSB), mencionou que essas mudanças buscam valorizar as carreiras da Polícia Civil e dar mais eficiência nos resultados nas investigações de crimes no Estado.

“Esse novo projeto será bom para a população e apreciado com tranquilidade pelas principais comissões da Casa. Vamos chamar a população e representantes da instituição para discutir o texto em audiências públicas”, destacou.

Delegado Olim (PP) entende que a medida defendida por França é positiva. Ele citou ainda que, anteontem, o Conselho da Polícia Civil esteve reunido com associações e sindicatos que representam a categoria. No encontro, os representantes do órgão se manifestaram favoráveis à proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça e de Defesa da Cidadania.

“Sinto que é necessário fazer algumas mudanças nas polícias. O novo governador está a fim de mudar para melhorar o trabalho dos policiais. Em pouco tempo de gestão, o novo governador já fez um gesto para valorizar o trabalho de investigação e, ao mesmo tempo, prestigiar as polícias de uma forma geral. Essa mudança será boa para ambas as partes”, disse.

Reações

Delegados de polícia aprovaram, em assembleia na noite desta terça-feira (17) ontem, a proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça. A reunião ocorreu na Associação dos Delegados de Polícia do Estado, na Capital.

A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, destacou que o governador Márcio França já havia conversado com a instituição no ano passado sobre o futuro projeto de lei.

Para ela, essa é a chance para a corporação sair de uma “situação caótica” e passar a receber mais investimentos do Estado. Para a sindicalista, a mudança será “extremamente positiva” por alguns aspectos práticos. “Não somos apenas uma instituição de segurança pública, mas integramos o sistema de justiça criminal. Vejo também que haverá um aprimoramento das relações de Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades ligadas à Justiça, como de Cidadania e de Direitos Humanos”, frisou.

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Policiais Civis em Santos e Região (Sinpolsan), Márcio Pino, a atitude do governador é vista com bons olhos e acredita que a proposta terá o apoio da população.

“A intenção com essa medida é melhorar o trabalho da corporação, valorizando a investigação e o serviço de inteligência. Não haverá grandes mudanças. Em menos de 15 dias de mandato, França demonstrou a intenção de encarar esse problema. Isso não vai resolver todas as demandas, mas nos dá esperança por melhorias”, destacou.

No entanto, o Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) recebeu com “espanto e insatisfação” a proposta do chefe do Executivo. Os dirigentes da instituição esperam ser recebidos o quanto antes pelo socialista para tomar ciência do que realmente constará no projeto de lei.

“Até o presente momento, não obtivemos qualquer resposta. Toda a categoria operacional da Polícia Civil está apreensiva, preocupada e necessita de informações oficiais, para que possa se posicionar”, informou a entidade.

A Tribuna pediu um posicionamento da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, mas não obteve retorno até o momento.

DGP OLHO DE VIDRO – O ex-delegado geral Youssef Abou Chahin em sua carta despedida disse que na PC sempre escolhia os melhores…Só que na vida privada escolheu como sócios empresariais dois criminosos confessos 24

Delegado-geral de SP é investigado por relações com delatores da Lava Jato
Editoria de Arte/Folhapress
RELAÇÕES SOB APURAÇÃOChefe da Polícia Civil paulista tem parcerias com delatores da Lava Jato

REYNALDO TUROLLO JR.
DE SÃO PAULO
12/07/2016 02h00 Erramos: esse conteúdo foi alterado
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As relações do delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Youssef Abou Chahin, com dois delatores da Operação Lava Jato, Roberto Trombeta e Rodrigo Morales, despertaram a atenção de investigadores em São Paulo e Curitiba.

Empresa especializada em blindagem de carros, a Oregon Blindados tem como sócios a família de Chahin, a filha de Trombeta, Roberta, e a mãe de Morales, Alice.

Há indício de proximidade também na Atria Intermediação de Negócios, de Chahin, que faz prospecção de associações de classe para planos de saúde. Apesar de não ter vínculo formal com Trombeta e Morales, a empresa tem o mesmo telefone de uma das firmas da dupla, a Hedge Car.

Devido a tais relações, o Ministério Público do Estado reabriu em junho um inquérito na área cível para apurar eventual enriquecimento ilícito de Chahin. O órgão também havia desistido de arquivar outro inquérito, esse na esfera criminal, mas no último dia 30 voltou atrás e pediu novo arquivamento à Justiça.

No mesmo mês, o Ministério Público Federal em São Paulo pediu à força-tarefa da Lava Jato que aponte eventuais conexões entre a operação e as empresas de Chahin ligadas aos delatores.

Chahin foi nomeado delegado-geral em janeiro de 2015 pelo então secretário da Segurança, Alexandre de Moraes, hoje ministro da Justiça.

O contador Trombeta e seu sócio, Morales, fecharam acordo de delação em 2015, quando confessaram operar propina para a OAS e a UTC. O acordo de delação está sob risco porque há indícios de que eles omitiram informações.

Na delação, Trombeta relatou ainda o repasse de R$ 3 milhões da montadora Caoa para o empresário Benedito de Oliveira Neto, amigo do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT). A suspeita é de que Pimentel tenha beneficiado a empresa quando foi ministro do Desenvolvimento. O contador e seu sócio também abriam offshores para o grupo Caoa, que comercializa veículos da marca Hyundai.

Chahin conheceu Trombeta em 2009. À época, o delegado havia saído formalmente da Oregon Blindados porque sua participação era investigada pelo Estado. Havia suspeitas de conflito de interesse, reveladas pela Folha, porque o então chefe do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) participava de uma empresa de segurança privada.

Chahin defendeu-se dizendo ser sócio cotista –que não participa da administração. O Estado concluiu que não havia irregularidade. Ainda assim, Chahin jamais voltou formalmente à Oregon –hoje, é representado na empresa por sua mãe, Daisy Cerpeloni.

Em 2013, Roberta, filha de Trombeta, entrou na Oregon com 60% de participação. Os negócios então aumentaram, sobretudo com a Hyundai.

A mãe de Morales, Alice, só entrou na Oregon em 2015. Mas, desde 2011, detinha um estacionamento em Bragança Paulista (SP) com o mesmo nome e o mesmo logotipo da empresa da família de Chahin.

Hoje, o delegado tem duas firmas diretamente em seu nome: a Full Time e a Atria Intermediação de Negócios.

Na primeira, que vende carros blindados, Chahin foi sócio de Trombeta até o final de 2014, quando o contador foi substituído por sua filha. Já na Atria, Chahin é sócio da cunhada Luciana Chahin, que é ainda dona de uma empresa de investigação particular.

OUTRO LADO

O delegado-geral de São Paulo, Youssef Abou Chahin, afirmou, por e-mail, que responderá à Justiça e apresentará quaisquer documentos que venham a ser solicitados.

A respeito da Full Time, em que foi sócio do delator Roberto Trombeta, o delegado disse que a empresa já comprovou ser idônea.

Quanto à Atria Intermediação de Negócios, Chahin declarou que a contabilidade da empresa era feita pela Hedge, firma de Trombeta e seu sócio, Rodrigo Morales –daí haver a relação entre elas.

Sobre a sociedade ainda vigente com a filha de Trombeta, Roberta, na Full Time e na Oregon Blindados, empresa de sua família, Chahin disse que “ninguém é responsável por atos de terceiros” –em alusão ao pai dela.

O delegado enviou uma declaração feita por Trombeta em que ele isenta de irregularidades as empresas nas quais ambos têm relações.

Alexandre de Moraes disse que, quando Chahin foi nomeado, não era investigado. A Caoa não quis se manifestar. Fernando Pimentel nega ter recebido propina da Caoa.

A cunhada do delegado, Luciana Truffi Chahin, não respondeu à reportagem.

  • ERRAMOS: O conteúdo desta página foi alterado para refletir o abaixo12/07/2016 21h30 A reportagem deixou de informar que, após desistir de arquivar um inquérito criminal contra Youssef Chahin, o Ministério Público de São Paulo voltou atrás e pediu novo arquivamento à Justiça. O texto foi corrigido.

PINGO NOS IS – A gestão de Youssef Abou Chahin foi marcada pelo compadrio , apadrinhamento com comissionamento em classe superior e leilão de cargos; sua aposentadoria foi planejada desde que seu nome foi mencionado na Lava Jato…Uma Seccional da Capital foi negociada por dois milhões de reais com gente sem quaisquer relações com o então vice Márcio França 20

Chefe da Polícia Civil deixa cargo e ataca novo governador de São Paulo

Delegado-geral fala em interferência externa, em recado a Márcio França

Youssef Abou Chahin durante inauguração de delegacia no interior de SP
Youssef Abou Chahin durante inauguração de delegacia no interior de SP – Guilherme Sanches – 24.out.17/ SSP/ Folhapress
Rogério Pagnan
São Paulo

​O chefe da Polícia Civil de São Paulo, Youssef Abou Chahin, pediu demissão do cargo e, em carta de despedida, mandou um recado indireto ao governador Márcio França (PSB) em que aconselha aqueles que querem interferir na instituição a prestarem concurso para delegado.

“Aliás, se quiserem aproveitar, o concurso foi autorizado e as inscrições encontram-se abertas”, escreveu Chahin, que era delegado-geral do governo Geraldo Alckmin (PSDB) desde janeiro de 2015 e decidiu se aposentar.

A mensagem com críticas à interferência externa na Polícia Civil —e na qual França não chega a ser citado nominalmente— foi enviada por ele a um grupo de policiais logo após a renúncia do tucano.

O posicionamento ocorreu antes mesmo do interesse manifestado pelo governador de fazer mudanças na pasta da Segurança Pública. França será candidato nas próximas eleições, buscando se manter no comando do estado.

Em sua carta, Chahin critica os subordinados “sem competência reconhecida” que buscam padrinhos para ocuparem cargos de interesse e afirma que vê objetivos “escusos” nesses profissionais.

O então delegado-geral diz que nos anos como chefe da Polícia Civil, na gestão Alckmin, conseguiu barrar tais movimentos políticos e conseguiu “o inédito apoio total à independência funcional da Polícia Civil Bandeirante”.

“Meu objetivo seria dirigir uma Polícia Civil de Estado e não de governo, visando, obviamente, retirar as influências externas da instituição e prestigiar os policiais comprometidos com a administração pública”, afirma ele.

Sobre os motivos que o levaram a deixar o cargo, Chahin afirma na carta que tomou a decisão porque França declarou a intenção de “escolher os cargos de confiança”.

Por isso, diz, ele disse que deixava o governador “totalmente à vontade para montar sua equipe de trabalho” —e disse desejar “todo êxito” para a nova administração.

Pessoas próximas a Chahin dizem que a decisão dele de deixar o cargo buscou antecipar eventual retaliação por parte do novo governador —devido a pedidos que não teriam sido atendidos no período em que França era vice.

O governador nega qualquer interferência na polícia, defende a independência da instituição e diz que Chahin saiu do cargo por decisão própria, para se aposentar. “Não posso ter feito interferência política porque nem deu tempo ainda”, disse França.

Nos últimos dias, ele chegou a cogitar uma mudança drástica na organização das polícias paulistas, com maior separação entre Militar e Civil. A primeira continuaria atrelada à pasta da Segurança Pública, enquanto a segunda iria para a da Justiça.

A ideia era defendida por entidades de delegados. Após resistência interna e de órgãos da sociedade civil, França decidiu estudá-la melhor.

Procurado pela Folha, o ex-delegado-geral não quis comentar a carta. Disse que está aposentado da Polícia Civil. Chahin se tornou delegado-geral em 2015 a convite do então secretário da Segurança, Alexandre de Moraes, e permaneceu na gestão do atual, Mágino Alves Barbosa Filho.

A saída dele por enquanto é a única mudança na cúpula da Segurança na nova gestão Márcio França —permanecem nos cargos tanto Mágino quanto o comandante da PM, Nivaldo Restivo, e o superintendente da Polícia Científica, Ivan Miziara.

Pessoas ligadas ao ex-delegado-geral dizem que, como vice-governador, França teria sido tentado indicar policiais para cargos de prestígio.

O atual governador negou à Folha essa informação. Ele disse que jamais fez qualquer indicação de cargo na Polícia Civil na sua histórica política e que nunca teve contato com o então delegado-geral. “Eu nunca nem falei com ele [Chahin]. É mentira. Ele pediu demissão antes de eu assumir”, disse. “Se tive contato com ele, foi uma vez em Santos, que ele é meu vizinho de frente. Ele tem uma casa enorme lá, com piscina.”

“Aliás, eu tenho uma tradição histórica, desde que eu fui deputado, prefeito, nunca me menti com um delegado, nunca indiquei nenhum delegado, nunca indiquei nenhum policial civil”.

França disse, ainda, que desconhece os motivos que levaram o delegado-geral a pedir demissão. “O que o Mágino me disse é que ele queria se aposentar por motivos particulares, porque parece que é um moço muito bem de vida. Mexe com coisas privadas.”

O novo governador de São Paulo disse que São Paulo tem uma tradição “de as polícias tocarem as polícias”, com autonomia, e que isso vai continuar. “Da minha parte, está garantida a absoluta isenção.”
Disse, porém, que os pedidos de políticos também não serem desprezados.

“Neste momento, tem delegado que é deputado. Não tem motivo para que a pessoa não seja ouvida, né? Ou seja, de algum jeito, sempre vai haver pessoas pedindo coisas. Agora, não tem que ser regra. Mas também não tem que ser excluído. As pessoas que são eleitas não são marginais. São pessoas eleitas, tem que ter respeito pelas pessoas.”


Dados do processo

 

Processo:
1004744-03.2016.8.26.0053 Em grau de recurso
Classe:
Mandado de Segurança    
Área: Cível
Assunto: Aposentadoria
Distribuição: 11/02/2016 às 10:20 – Livre
11ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes
Controle: 2016/000254
Juiz: Kenichi Koyama
Valor da ação: R$ 1.000,00
29/04/2016 Remetido ao DJE
Relação: 0172/2016 Teor do ato: Isso posto, CONCEDO A SEGURANÇA para reconhecer que o pedido administrativo de aposentadoria, quando requerido, seja reconhecido com integralidade e paridade. Oficie-se-lhe. Custas e despesas na forma da Lei. Descabida a condenação em honorários advocatícios em face do art. 25 da Lei nº 12.016, de 07 de agosto de 2009.Haverá reexame necessário. Certifico e dou fé que o preparo de apelação e a taxa de litisconsórcio facultativo, a serem recolhidos da Guia DARE – cod 230-6 – nos termos do Provimento CJ 33/2013 correspondem nesta data a: I – Preparo de apelação (4% valor da causa/condenação) = R$ 117,75; II – Litisconsórcio facultativo = R$ 0,00; Total I + II = R$ 117,75 – Guia DARE – cod 230-6. Nada Mais. Advogados(s): Rosana Martins Kirschke (OAB 120139/SP), Marisa Rezino Castro Goncalves (OAB 81417/SP), Priscilla Souza E Silva Menário (OAB 301800/SP), Danilo Albuquerque Dias (OAB 271201/SP)
 https://flitparalisante.wordpress.com/2018/04/07/carta-do-dr-youssef-abou-chahin-aos-policiais-civis/

Ao Exmº Delegado Geral interino: cadê o documento oficial assinado pelos Srs. Delegados Conselheiros? 14

17/04/2018 – Conselho da Polícia Civil manifesta-se favorável à proposta de mudança de Secretaria

comunicado

A ADPESP, na figura de seu presidente, Gustavo Mesquita Galvão Bueno e de seu vice-presidente, Abrahão José Kfouri Filho, o SINDPESP, na figura de sua presidente, Raquel Kobashi Gallinati e o deputado estadual Delegado Olim, reuniram-se na última segunda-feira, 16, com o Conselho da Polícia Civil, atendendo a convite do Delegado Geral, Julio Guebert.

Durante o encontro, o Conselho da Polícia Civil manifestou-se oficialmente favorável à proposta de mudança para a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.

 

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Quer dizer que agora as reuniões “noturnas” do egrégio Conselho da Polícia Civil  deixaram de ser sigilosas e fechadas?

Partes interessadas  e políticos já podem participar das discussões e deliberações?

Brevemente, então, advogados e acusados em processos disciplinares também poderão se fazer presentes nos julgamentos, não é ?

Notícia falsa propalada pela ADPESP e SINDPESP, ainda não houve nenhuma reunião oficial do Conselho Superior da Polícia Civil apoiando a mudança da Segurança para a da Justiça…Quero ver a ata lavrada e assinada pelos Diretores da Polícia Civil 17

Cúpula da Polícia Civil se reúne em apoio à mudança de secretaria
Governo estuda transferência da instituição da pasta de Segurança para a da Justiça.

Alteração deve ser decidida na Assembleia Legislativa
SÃO PAULO
Kaique Dalapola, do R7
16/04/2018 – 23H16 (ATUALIZADO EM 16/04/2018 – 23H50)

Conselho da Polícia Civil se reuniu nesta segunda-feira
Divulgação/Sindicato dos Delegados

Representantes da Polícia Civil de São Paulo se reuniram na noite desta segunda-feira (16) para manifestar apoio à transferência da instituição da Secretaria de Segurança Pública para a pasta de Justiça e Cidadania do Estado.

Desde quando foi anunciada pelo atual governador paulista, Márcio França (PSB), a medida recebeu apoio das entidades de classe da Polícia Civil.

O encontro desta segunda-feira reuniu a presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati; o presidente da Associação dos Delegados de São Paulo, Gustavo Mesquita, e o vice, Abrahão José Kfouri Filho; e o deputado estadual Delegado Olim (PP). Além deles, o encontro favorável à transferência contou com diretores e membros do conselho da Polícia Civil.

Em entrevista para a rádio Bandeirantes na manhã desta segunda-feira, o governador ressaltou sua posição de apoio à transferência da Polícia Civil de pasta, mas disse que “quem tem que decidir isso, a rigor, são as duas categorias e a Assembleia Legislativa”.

Segundo a delegada Raquel, presidente do Sindicato dos Delegados, “o governador irá propor a alteração do artigo 2º da lei complementar 207”, que prevê que a Polícia Civil é subordinada “hierárquica, administrativa e funcionalmente” à SSP-SP. Por isso, segundo a delegada, o projeto deve ser discutido na Assembleia Legislativa.

Para explicar a mudança, França afirma que as policias Civil e Militar têm rotinas diferentes e desenvolvem funções distintas, sendo que os policiais civis têm serviços investigativos, como polícia judiciária, por isso se enquadra melhor na Secretaria de Justiça.

Para o professor Rafael Alcadipani, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a possível mudança significa “um grito de desespero da Polícia Civil”. No entanto, segundo o especialista, “o governador adotou uma solução muito rápida sem estudar devidamente quais seriam as consequências dessa mudança”.

Ainda na entrevista à rádio Bandeirantes, França disse que o governo deve auxiliar na recuperação da “autoestima” dos policiais civis e “para isso ela tem que ter carreira jurídica”. A mudança também colocaria um representante da PM no comando da pasta da Segurança Pública.

“Boa parte dos policiais civis sente que a instituição precisa evoluir, melhorar, e sente que precisa receber mais atenção do governo. Essa proposta de mudança é uma proposta que, na visão de muitos policiais, iria gerar essa melhoria que tanto querem”, afirma Alcadipani.

Para o especialista, a alteração de pasta pode satisfazer a vontade de mudança de membros da Polícia Civil. No entanto, ele destaca a necessidade de “fortalecer a integração entre as policiais e não um distanciamento”. Por fim, Alcadipani afirma que a mudança “diminuiria a interação entre Polícia Civil e Polícia Militar e acirraria a disputa entre as duas instituições”.

BALÃO DE ENSAIO – Governador Márcio França não transferirá a Polícia Civil da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça 154

SEGURANÇA

Resultado de imagem para balão de ensaioFrança também respondeu a questionamentos dos ouvintes sobre a discussão em torno da transferência da Polícia Civil da alçada da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça. O governador disse que a mudança dependerá dos integrantes da categoria e da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Sobre a declaração após tomar posse de que a polícia poderia ser mais eficiente se não atendesse a tantas brigas domésticas, França disse que não se referia a “brigas de casal”, exemplificando que a PM é chamada para resolver desde brigas no bar a crises de esquizofrenia e problemas de usuários de drogas com a família, o que na avaliação dele expõe o policial desnecessariamente. O governador defende que esses casos sejam direcionados para agentes sociais, que fariam o trabalho de modo mais apropriado.


 

Só que para Assembleia – constitucionalmente – discutir e aprovar tal transferência é imprescindível a iniciativa legislativa do Governador.

Logo, não se mudará nada!

Os “paquitos e paquitas ” da ADPESP e SINDPESP só agora – depois de lerem o FLIT – lembraram de consultar a classe…Só rindo! 41

15/04/2018 – ADPESP e SINDPESP realizam reunião conjunta nesta terça-feira

comunicado

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) e o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) convidam todos os Delegados de Polícia do estado para REUNIÃO CONJUNTA, a se realizar no dia 17/04/2018 às 18:00 horas, no auditório da ADPESP, onde serão debatidos assuntos de interesse da classe, entre os quais, a repercussão da proposta de mudança da Polícia Civil para a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania (SJDC), que contou com o apoio de ambas as entidades.

Na oportunidade, serão reafirmados os motivos que levaram as entidades a adotar esse posicionamento e ouvidos os colegas que eventualmente desejem outros esclarecimentos ou colaborar na discussão desse assunto.

Contamos com a presença de todos.

Diretoria da ADPESP
Diretoria do SINDPESP

https://flitparalisante.wordpress.com/2018/04/13/adpesp-e-sindpesp-com-dois-pifios-representantes-classistas-eleitos-por-menos-de-10-da-respectiva-categoria-falam-como-porta-vozes-de-mais-de-3000-delegados-nao-consultados-sobre-uma-mudanca-tao-r/

Depois de 18 anos, Rosana Valle encerrou o seu programa Rota do Sol na TV A Tribuna de Santos para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados…( Felicidades, futura deputada! ) 3

Programa de encerramento foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol (Foto: Nirley Sena/A Tribuna)

Após 18 anos, Rosana Valle encerrou o Rota do Sol na tarde deste sábado( 14 de abril )

Campo de girassóis

Depois de 18 anos explorando todas as praias, morros, cidades, rios, cavernas e cachoeiras da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, a jornalista e apresentadora Rosana Valle se despediu neste sábado (14) dos 1,3 milhão de telespectadores do Rota do Sol, da TV Tribuna.

“Eu olho como um filme, uma história. É um ciclo da minha vida que vai se encerrando e, ainda bem, no auge. É uma bênção muito grande poder sair no auge, por vontade própria, para trilhar um caminho diferente. Sinto que já cumpri minha missão no Rota e no jornalismo, em geral”, revela.

À frente do programa desde o início do milênio, Rosana acredita ter restaurado o orgulho de quem nasceu no Vale do Ribeira e na Baixada Santista. “O Vale do Ribeira era tido como menos importante, por ser uma das regiões mais pobres do Estado. A gente mostrou que há riqueza por onde quer que se olhe. Potencial para investimentos em turismo e desenvolvimento em geral”.

A última edição foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol, com destaque para lembranças especiais da apresentadora. “Fiquei conhecida por propagar as belezas e a história dessas cidades. Ninguém andou tanto por todas as comunidades ribeirinhas, quilombolas e caiçaras quanto eu”.

No jornalismo

Em paralelo ao programa, Rosana continuou por 16 anos no jornalismo diário, com matérias de investigação e denúncia nas cidades da região.

“Em conjunto com a equipe da TV Tribuna, realizamos trabalhos para mudar a realidade de lugares carentes por aqui. Lutamos pela recuperação de áreas naturais em condições profundas de degradação”, diz.

Rosana lembra, ainda, das matérias com notícias levadas para todo o País. “Minha primeira matéria no Jornal Nacional foi sobre os avanços nos coquetéis para os pacientes com aids na Baixada Santista. Emocionante”.

Novos voos

Com o sentimento de missão cumprida no jornalismo, Rosana Valle faz as malas para novos voos, rumo ao Distrito Federal. “Comecei a sentir uma inquietação de fazer mais. Mais pela minha região, pelas cidades que me conhecem e que eu represento. Não vejo onde fazer mais que no Congresso”.

Pré-candidata a deputada federal pelo PSB, a apresentadora enumera causas locais que pretende defender. “É em Brasília onde poderei lutar por leis que fortaleçam o Porto, que defendam a recuperação de centros históricos, como de Santos, Cananeia e Iguape, leis para o nosso turismo, comércio…”.

Novo nome entre os políticos tradicionais, Rosana conta que tem a confiança dos prefeitos da região e o desafio de cativar adversários.

“Me questionam a respeito da minha falta de ‘experiência política’, que, na opinião deles, eu não tenho para ser deputada. Eu rebato com outro questionamento: se todo político tivesse experiência jornalística, de andar pelas ruas, saber das reais dificuldades da população, será que não teríamos representantes muito melhores?”.


Verdadeiramente, a Baixada Sanstista e o Vale do Ribeira ganharão uma combativa e excelente representante!