O PEDIATRA DO POVO – Observem as origens do governador Márcio França e não acreditem nas mentiras do João Dólar 75

Resultado de imagem para márcio franca como pai

Pediatra do povo – O  médico Luiz Gonzaga de Oliveira Gomes, que nasceu a 25 de setembro de 1923, em Bebedouro, no Interior de São Paulo. Filho do médico Paulo de Almeida Gomes, teve forte atuação em Cananéia ,  Iguape e demais cidades da região de Registro e Vale do Ribeira.

O Dr. Luiz Gonzaga também abraçou a profissão do pai, formando-se médico na Universidade Federal de Curitiba, aos 26 anos.

Tornou-se um renomado pediatra, sempre sensível às comunidades mais carentes. Exerceu vários cargos na área de saúde da região, especialmente em São Vicente.

Por muitos anos foi o único médico a atender a população da cidade, especialmente os mais pobres…

De quem nada cobrava!

Foi diretor da Saúde em Cubatão; secretário-adjunto em Santos; secretário em São Vicente; chefe do Serviço de Fiscalização em Santos; chefe da Pediatria do Hospital São José; chefe do Serviço de Emergência Infantil da Santa Casa de Santos e, por muito tempo, diretor do Centro de Saúde de São Vicente.
Casou-se com Myrthes Giani França Gomes.

O casal teve quatro filhos: Heloisa, Cláudio, Márcio – o nosso governador –  e Flávio ; muitos netos e bisnetos.

Foi professor-assistente da Fundação Lusíada.

Na área esportiva destacou-se como goleiro em times de Iguape, onde ajudou a fundar o Clube Alvorada.

Também gostava de jogar tênis. Faleceu em 1996, aos 72 anos.

João Doria captou R$ 3,5 milhões da Lei Rouanat para projeto da esposa Bia Doria 1

Lei Rouanet libera R$ 3,5 milhões para mulher de Doria

Artista Bia Doria, casada com o prefeito eleito de São Paulo João Doria, lançou livro e participou de exposição no exterior com parte dos recursos financiados pela Souza Cruz

 por Diário de Pernambuco 11/10/2016 11:02

A artista plástica e futura primeira-dama de São Paulo  Bia Doria organizou uma exposição de esculturas de bronze em Miami e lançou um livro sobre seus 10 anos de carreira. Os recursos para ambos os projetos foram captados pela Lei Rouanet, que institui políticas públicas voltadas para a cultura. Desde 2014, Bia conseguiu autorização para arrecadar R$ 3,5 milhões (destinados a financiar também outros projetos próprios), e desse montante já recebeu R$ 702 mil.

A exposição em Miami, formada por 11 esculturas de bronze, ocorreu na feira Art Basel, em 2014, e utilizou R$ 400 mil financiados com incetivo do governo. No caso do livro Bia Doria:Preto no branco, publicado no primeiro semestre de 2016, a receita obtida pela Lei Rouanet foi de R$ 302 mil. O exemplar documenta cerca de 140 obras de Bia e, de acordo com o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), tem por objetivo servir de “referência para estudantes, leitores interessados na arte brasileira, colecionadores que buscam informação e registro documental da artista”.

Os recursos com incentivo federal destinados à cultura são repassados por empresas privadas, já que parte dos impostos de renda das companhias podem ser revertidos para ações culturais. No caso de Bia Doria, os R$ 702 mil arrecados foram trasferidos pela Souza Cruz e Weg Equipamentos Eletrônicos S/A.

Além da mostra em Miami e dos recursos para o livro Preto no branco, a futura primeira-dama teve projetos aprovados para uma exposição em Roma, na Basílica de Paulo, no valor de mais de R$ 1 milhão, e para o livro Raízes do Brasil, publicado em 2014, todos com recursos captados pela Lei Rouanet.

Bia Doria é esposa do futuro prefeito de São Paulo João Doria, eleito nas votações desse ano. As empresas que destinaram recursos para a arte de Bia fazem parte do grupo Lide, associação criada,em 2003, e presidida pelo prefeito eleito com o objetivo de fortalecer “livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social”.

Hamilton Mourão – ainda nem sequer foi eleito – mas já planeja tomar a presidência de Jair Bolsonaro; agora tem o João Dólar como aliado ! 30

Hamilton Mourão será o Zé Dirceu do Bolsonaro!

A relação entre o candidato Jair Bolsonaro e o vice  Hamilton Mourão azedou de vez, tanto que o General é mantido distante do núcleo da campanha.

Para Hamilton Mourão ( PRTB ) ,  PMs – como o Major Olímpio – são meros auxiliares; enquanto os civis insignificantes coadjuvantes no plano Bolsonaro.

O próprio capitão é apenas um instrumento, inclusive!

Quem já manda e desmanda é o Alto Comando do Exército.

Mourão se reuniu com Doria, o que será explorado pelo tucano em sua propaganda de TV. “É um apoio importante do vice do Bolsonaro”, disse o tucano.

 Mourão também confirmou o encontro. Disse que teve “uma boa conversa” com Doria e que gravou mensagens de apoio ao tucano.

Perguntado se a decisão não iria incomodar Bolsonaro, respondeu:

“Estou apoiando pelo meu partido, o PRTB, que está com Doria”.

Que belo trabalho em equipe, não é?

Cada qual com o seu partido e o seu projeto pessoal!

Mourão

GENERAL TRAPALHÃO – Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirma o senador eleito Major Olímpio…( Certamente o João Dólar negociou esse apoio do vice de Bolsonaro ! ) 5

Mourão tira foto com Doria, e chefe do PSL em SP diz que ele só atrapalha Bolsonaro

Vice de Bolsonaro se encontrou com o Doria, candidato tucano ao governo de SP

Talita Fernandes
Rio de Janeiro

A manifestação de apoio do general Hamilton Mourão (PRTB) ao tucano João Doria, candidato ao governo de São Paulo, irritou dirigentes do PSL.

“Mais uma vez o Mourão só atrapalha. Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirmou à Folha o senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo.

Mourão é vice da chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que decidiu se manter neutro na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

Ele teve um encontro com Doria em São Paulo na noite desta quarta-feira (17) para manifestar seu apoio. A reunião foi registrada e divulgada nas redes sociais pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris. O encontro aconteceu à revelia da campanha de Bolsonaro.

Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria
Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria – Reprodução Instagram/cauemacris

Mourão aparece na foto fazendo sinal de “acelera” com a mão, marca da candidatura do tucano, entre Doria e Levy Fidelix, presidente do PRTB, ao qual é filiado.

Na legenda, o deputado estadual usou as hashtags #bolsodoria e #acelera. Ele marcou o candidato Jair Bolsonaro na postagem.

A tentativa de aproximação de Doria à candidatura de Bolsonaro já gerou desconforto recentemente na campanha. O tucano foi ao Rio na última sexta-feira (12) para tentar encontrar e gravar com o presidenciável do PSL, mas não foi recebido.

Olímpio, que preside o diretório paulista, é opositor ferrenho a Doria e interveio para que Bolsonaro não encontrasse o candidato tucano. O presidenciável, por sua vez, negou que tivesse marcado o encontro.

Já Mourão protagonizou cenas de desgaste interno na campanha, como o episódio recente em que ele criticou o 13º salário.

A relação entre o candidato e o vice azedou e Mourão tem se mantido distante do núcleo da campanha.

____________________________________________________________

EMPATADOS – Márcio França continua subindo nas pesquisas e logo ultrapassará o João Dólar 12

Ibope em SP: Doria tem 52% dos votos válidos e França, 48%

Ex-prefeito e atual governador de São Paulo estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos

O Ibope divulgou nesta quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral do segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo. O candidato do PSDB, João Doria, aparece no levantamento com 52% dos votos válidos, contra 48% do atual governador paulista, Márcio França (PSB). Os dois estão empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Os votos válidos são calculados excluindo eleitores que declaram votar nulo, em branco e os indecisos. Para vencer a eleição, um candidato deve obter 50% dos votos válidos mais um.

Em relação aos votos totais, isto é, levando em conta brancos, nulos e indecisos, Doria tem 46% das intenções de voto e França, 42%. Eleitores que pretendem anular seus votos ou votar em branco são 10%. Os que não sabem somam 2%.

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor 2

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor

Tucano Paulo Alexandre Barbosa afirma que seu partido precisa se reinventar

Thais Bilenky
Santos

Aliado do candidato tucano derrotado à Presidência, Geraldo Alckmin, o prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), declarou em entrevista à Folha apoio à candidatura de Márcio França (PSB) ao governo de São Paulo.

O tucano afirmou que seu correligionário João Doria não representa os ideais do partido e é movido por oportunismo eleitoral.

Eleito em 2012 e reeleito em 2016, Barbosa é filho do ex-prefeito Paulo Gomes Barbosa (1980-84). Formado em direito, foi deputado estadual (2007-10), secretário de Desenvolvimento Social (2011) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (2011-12)

O prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa, durante entrevista em maio de 2017 – Ricardo Nogueira/Folhapress

A candidatura de Doria não é consensual no PSDB. Qual é a sua posição? Minha posição é de preservar os valores da social-democracia. O PSDB em que eu acredito é o do Montoro, Covas, Alckmin. Um partido com compromisso com o interesse público predominante, que não é suscetível a projetos pessoais de poder.

Existe necessidade de avanços em SP, mas não é correto deixar de defender o legado do PSDB no estado por 24 anos. Márcio tem defendido de forma clara. Por isso e pela lealdade a Alckmin, não no discurso, mas na prática, ele terá meu apoio no segundo turno. Ele vai estar com a cabeça focada em São Paulo nos próximos quatro anos.

Doria está em uma ofensiva para tomar conta do partido com uma caça aos infiéis. Inclusive sugeriu a sua expulsão. Estou com a consciência tranquila, porque a minha vida pública sempre foi coerente. Fui candidato a prefeito em uma cidade que o PSDB nunca tinha administrado, cumpri meu mandato e fui reeleito com votação recorde.

Tenho a consciência do dever cumprido. Ao contrário do candidato do PSDB, que foi escolhido nas prévias com a expectativa de ter um prefeito por quatro anos e houve uma traição aos filiados que o escolheram.
Depois, eu diria que houve uma traição ao grande responsável pela escolha do João Doria, que foi justamente o Geraldo. Traiu seu padrinho político.

Quando Doria tentou ser candidato a presidente? Sem dúvida alguma. Eu não renuncio às minhas convicções. Eleição a gente ganha e a gente perde. Os princípios e valores a gente tem ou não tem. Quando João Doria me procurou com 90 dias de mandato na prefeitura para se apresentar como opção como candidato à Presidência, isso obviamente me afasta.

Ele falou abertamente? Na presença de outros colegas. Manifestou que teria mais viabilidade eleitoral que o candidato que foi determinante na sua eleição passados 90 dias. Esse tipo de atitude não me representa. Então eu fui claro, olhando no olho dele. Disse que não havia hipótese de ter o meu apoio.

Mas a maior traição foi ao povo de São Paulo, aos milhões de pessoas que escolheram um prefeito para quatro anos e que ficou pouco mais de um. Sendo o critério para expulsão a traição, João Doria é o primeiro da fila. Quem deve ser expulso é ele.

No primeiro turno, ele flertou com Bolsonaro. Foram sinais claros. Abandonou o legado do PSDB e o candidato do PSDB à Presidência. O movimento Bolsodoria é oportunista.

Caberão o sr., Alckmin e outros no mesmo PSDB que Doria? A urna mandou um recado claro que vai exigir uma reinvenção das estruturas partidárias, não é exclusivo ao PSDB. Se nessa reinvenção o PSDB estiver próximo daquilo em que acredito, estarei nele. Se não, não terei dificuldade nenhuma de sair.

Se Doria ganhar, o sr. sai? Meu posicionamento não tem nada a ver com a disputa eleitoral. Tem a ver com as minhas convicções. Hoje a candidatura que está se apresentando não reflete aquilo que eu penso, por isso estou distante. Não compactuo.

Sua decisão pode ser seguida por outros tucanos? Não tenho dúvidas de que outras pessoas tenham o mesmo sentimento e vão ter a oportunidade de se manifestar. Estou falando por mim. A coerência é fundamental.

[Doria] demoniza o Márcio como representando o PT. Em 2014, ele foi protagonista na chapa que elegeu o PSDB ao governo de São Paulo como vice de Alckmin. Em 2016, ele coordenou a campanha de Doria para a prefeitura pelo PSDB.

Ou seja, em 2014 e 2016, ele não era socialista nem petista. Agora em 2018, passou a vestir esse figurino? Isso é muita contradição e oportunismo eleitoral. É querer enganar a população. O PSB foi um bom aliado, é importante e legítimo que tenha candidatura. Esse é um dos erros do PSDB, achar que é soberano.

Qual é o futuro político de Alckmin? A política é muito dinâmica. Quando ele perdeu a eleição para prefeito em 2008, ouvi muita gente especulando que a carreira dele estava encerrada. Foi governador de São Paulo com votações expressivas. Geraldo é quem tem toda a condição e reputação moral para liderar o processo de transformação do PSDB e da política nacional. É um homem verdadeiro.

Ainda pode disputar eleição? Óbvio. Ninguém tem mais legitimidade do que ele. A qual cargo, Geraldo não faz política pensando em eleição.

Caso se eleja, o sr. aposta que Doria vai governar já pensando na próxima eleição? Já fez isso. E vai repetir, é da postura. Precisamos de um governador que pense no estado. Márcio vai ter esse foco, tem demonstrado capacidade de unir. O flá-flu, nós contra eles, não acrescenta em nada.

Para criar os filhos , policial militar do Choque – com o apoio da família, dos amigos e muita fé – superou o câncer de mama 8

Câncer de mama em homens: “Levei 4 anos para saber que tumor não era acne”

Arquivo pessoal

 

Imagem: Arquivo pessoal

Bárbara Therrie

Colaboração para o UOL VivaBem

14/10/2018 04h

Quando Fernando Fonseca, 34, descobriu que tinha câncer de mama, a doença já havia se espalhado para o pulmão e os ossos. O policial militar sofreu um grande choque com o diagnóstico e se apoiou na família para superar o problema. A seguir, ele conta como foi sua luta:

“Em 2013, uma lesão parecida com uma espinha surgiu no meio do peito. Não doía, mas me incomodava esteticamente. Notei que ela não desaparecia e fui a uma dermatologista. A médica disse que era uma acne e me desaconselhou a retirá-la cirurgicamente, pois disse que eu ficaria com uma cicatriz.

Passado um tempo, essa ‘espinha’ aumentou e apareceram outras duas lesões: um enrijecimento da pele na lateral da minha mama direta e um carocinho no bico do mamilo. Fiquei preocupado e procurei um oncologista mastologista. Fiz uma bateria de exames que constaram uma alteração no tamanho da mama e nos linfonodos. O médico não deu nenhum diagnóstico e pediu para eu retornar em seis meses para repetir os exames.

Mais alguns meses se passaram e me consultei com outro dermatologista. Contei o meu caso, ele me examinou, falou que era queloide e receitou uma pomada. A essa altura eu já estava desanimado e chateado porque sabia que tinha algo de errado comigo, mas nenhum médico confirmava o que era. Tinha desistido de tentar descobrir quando apareceram vários calombinhos debaixo do meu peitoral.

Fui a uma outra dermatologista indicada por uma prima. A médica me examinou e pediu uma biópsia. O resultado apontou que tinha um tumor, mas não se sabia se era de mama ou de pele. Após vários exames, no dia 1º de agosto de 2017, fui diagnosticado com câncer de mama em estágio avançado.

Tumor se espalhou para o pulmão e ossos

Arquivo pessoal
Poder ver os filhos crescerem foi a maior motivação para Fernando lutar contra o câncer Imagem: Arquivo pessoal

Receber o diagnóstico do câncer de mama já foi difícil, e eu ainda descobri que tive metástase no pulmão e nos ossos. Foi um choque, fiquei bastante assustado.Primeiro, entrei em um processo de negação. Depois, me revoltei com os médicos anteriores que não identificaram a doença. Fiquei inconformado por ter procurado ajuda ao perceber os primeiros sintomas e levar quatro anos para saber o que tinha.

Achava que ia morrer e ficava pensando quanto tempo teria de vida. Minha família entrou em desespero 

Na época, eu estava com 33 anos e só pensava nos três filhos que tinha para criar: a Milena, 10 anos; o Jorge, 2; e o Matheus, 1. Tentei ser racional e me acalmar. Estabeleci que não me entregaria.

Como o meu câncer de mama era metastático, os médicos optaram por não fazer a mastectomia. Eles me explicaram que o tumor poderia se espalhar ainda mais enquanto estávamos tratando apenas a mama. Recomendaram iniciar quimioterapia o quanto antes, pelo falto de ela agir em todas as células do corpo.

Fiz oito sessões e foi horrível, tive vários efeitos colaterais. Sentia muita dor no corpo, dor no estômago, cansaço, náuseas, alterações no paladar. Nesse período, busquei ajuda em Deus. Procurava ser grato e ver o lado bom das coisas nas dificuldades.

Quando perdi cabelo, barba, bigode, cílios e sobrancelhas, brincava que tinha ficado mais charmoso 

Arquivo pessoal
Os amigos da polícia militar rasparam o cabelo para apoiar Fernando Imagem: Arquivo pessoal

Meu pai, meus filhos e meus companheiros da polícia rasparam a cabeça para me apoiar e homenagear . Antes do câncer, eu tinha uma vida corrida. Trabalhava como policial militar no canil do Batalhão de Choque, dono de uma empresa de brindes personalizados e fazia faculdade de direito. Quase não convivia com a minha esposa, a Tharin, e com meus filhos. Fiquei um ano de licença médica e aproveitei esse período para me aproximar da minha família.

Minha maior motivação para me manter vivo é ver meus filhos crescerem e deixar um bom exemplo para eles quando não estiver mais aqui. Quero que eles se lembrem de mim como um pai íntegro e que sejam pessoas honestas, centradas e trabalhadoras.

Voltei a trabalhar na polícia há dois meses, mas não vou mais para a rua devido às situações de estresse e de esforço físico. Agora atuo na área administrativa da PM e trabalho como autônomo, levando cães para passear.

Arquivo pessoal
A doença fez com que Fernando se aproximasse mais da esposa e da família Imagem: Arquivo pessoal

Para a medicina não existe cura para meu quadro. Terminei a quimioterapia, tomo medicação e a doença está controlada –não tenho mais o nódulo no pulmão. Nessa jornada, temos um único dia para morrer e todos os outros para viver. A cada dia eu tento ser um melhor marido, pai, filho, irmão e amigo. Meu maior sonho é ser avô.A minha fé não se resume em ser curado, mas em ver que Deus é bom. Se ele quiser me levar amanhã ou se quiser me curar, é soberano para decidir. O que definir para a minha vida, eu serei grato.”

Câncer de mama em homens: sintomas, diagnóstico e tratamento 

A incidência de câncer de mama em homens é baixa, cerca de 1% do total de casos da doença. As causas do problema ainda são desconhecidas, mas, em alguns casos, existem alterações genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento da doença. O tumor é mais comum em homens com idade avançada, entre 60 a 70 anos de idade.

Em geral, há aumento de volume da mama e lesão no bico da mama –como se fosse uma ferida e com saída de sangue. Os sintomas podem se manifestar como dor no bico e sensação de inchaço, endurecimento do bico e da mama e nódulo embaixo do braço (axila).

A forma mais segura de ter o diagnóstico é por meio de mamografia, ultrassonografia das mamas e biópsias. Os tratamentos nos homens são os mesmos que nas mulheres. Cirurgia, quimioterapia, radioterapia e tratamento com anti-hormônios. Tumores pequenos, com biologia favorável e ausência de comprometimento na axila, tendem a alcançar taxas altas de cura.

Fonte: Felipe Andrade, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Região Sudeste, e coordenador da residência em mastologia do Hospital Sírio-Libanês.

Caro Major Olímpio – Márcio França não é, nunca foi , comunista ou bajulador do PT – o presidente Bolsonaro não pode dar uma de tucanalha ficando em cima do muro…Vamos eleger o Márcio França e derrotar o traidor João Dólar Jr. 21

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Talita Fernandes
Rio de Janeiro

Um dia depois do candidato ao governo paulista João Doria (PSDB) ter perdido a viagem até o Rio para tentar encontrar Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável negou que tenha combinado o encontro com o tucano.

“No tocante ao Doria quero agradecer o apoio dele. Eu não havia combinado isso aí. Não sei quem combinou. Eu encontro com ele sem problema nenhum, bato papo com ele sem problema nenhum.”

Bolsonaro deu a declaração a repórteres antes de gravar para o seu programa eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio.

Resultado de imagem para major olimpio