Pelo fim da corrupção, hipocrisia, egoísmo e da covardia – O que policiais civis gostariam de dizer na cara do Olim, do Conselho, do Secretário e do Governador 95

Moção, Discurso, Representação e Reportagem, por quem de direito, exigindo:

1-Cumprimento da Lei que determina reajuste anual do índice inflacionário, na data base (Descumprida a mais de dois anos).

2-Contratação de Funcionários em quantidade e capacidade, suficiente para realização da atividade principal da Policia Civil que é a de esclarecer crimes.

3-Escolha de cargos de chefia por competência e não por ………..

4-Reestruturação das carreiras, a fim de trazer motivação o que resultaria em um aumento da eficiência.

5-Respeito aos direitos de seus funcionários (Suspender o direito a férias é uma atitude injusta e imoral).

6-Exigência do cumprimento da verdadeira politica do “cada um no seu quadrado” ou seja:

a- Guarda (cadeia), Escolta e Remoção de presos somente pela SAP, com a inclusão feita a qualquer dia e horário.
b- Policiamento ostensivo(fardado ou uniformizado e visível) somente pela PM
c- Investigação (de forma discreta sem V.T.R. caracterizada) somente pela PC.
d- Investigadores somente em setores que existam investigação.
e- Escrivães somente em setores que existam inquéritos.
f- Setores administrativos com servidores contratados especificamente para tal.
g- Proibição de prestação de serviços policiais e administrativos, por pessoas alheias aos quadros da Instituição.
h- Regulamentação do uso de informantes.
i- Depósitos específicos para guarda de objetos apreendidos.
j- Não retorno do entorpecente após a constatação, somente do Laudo preliminar.

Isto não fazem.

Pelo fim da: corrupção, hipocrisia, egoismo e da covardia.

Autor:  CARCEREIRO 13

Moção auto-elogiosa – Os pavões da Polícia Civil prestam informações inconvincentes à imprensa; depois ainda distorcem os comentários de jornalista…( Moção de repúdio pelos baixos vencimentos e abusos da Administração ninguém assina, né ? ) 28

Moção de repúdio do Égrégio Conselho da Polícia Civil contra os comentários feitos pelo Jornalista Rodrigo Bocardi no programa SPTV
MOÇÃO DE REPÚDIO
O Egrégio Conselho da Polícia Civil, por unanimidade de seus integrantes, repudia, com veemência, os comentários feitos pelo Jornalista Rodrigo Bocardi no programa SPTV 1ª Edição, levado ao ar na manhã do dia 18 de agosto corrente.

Dois Departamentos da Polícia Civil – o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcótico (DENARC) e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) – após intenso trabalho investigativo, deflagraram operação conjunta que obteve êxito na prisão de integrantes de uma quadrilha que havia, no dia anterior, iniciado a execução de roubo a uma empresa de transporte de valores. Foram presas nove pessoas e apreendidas armas, munições e explosivos.
Foi explicado à imprensa que alguns dos criminosos encontravam-se sob investigação e isso foi um dos fatores decisivos para o resultado tão rápido da operação. Tal informação, entretanto, ao que parece, foi mal interpretada pelo Jornalista Rodrigo Bocardi, que informou os seus telespectadores que a Polícia Civil deveria ter evitado o crime, pois sabia o que iria ocorrer.
O jornalista foi, todavia, extremamente infeliz em sua conclusão e mais infeliz ainda em divulgá-la no telejornal que apresenta. Primeiro porque, quando são investigadas algumas pessoas que integram uma quadrilha, habitualmente são colhidas pequenas informações, trechos de conversas ou observações de algumas condutas. Daí a antecipar, com tais detalhes, as ações que irão ocorrer é jamais um exercício de adivinhação, mas sim um sério trabalho investigativo que se aprofunda – sempre limitado pela lei e respeitando os direitos de todos os investigados – em cada um dos detalhes, alguns que conduzem a fatos irrelevantes e outros que permitem uma ação mais repressiva. Segundo porque, salvo as exceções legais, a Polícia Civil tem o dever de prender em flagrante tão logo tenha conhecimento da prática de algum crime.
A Polícia Civil jamais descurou de seu dever de proteger a sociedade, fazendo-o em obediência às regras processuais penais que disciplinam suas ações. Jamais deixará que um crime ocorra se tiver possibilidade de evitá-lo. A ocorrência de um crime é um fato que atinge a sociedade como um todo e mais diretamente as organizações que integram a Segurança Pública, por isso que seus integrantes dedicam-se, incansável e heroicamente, em protegê-la.
Por tais motivos, sendo evidente que o Jornalista Rodrigo Bocardi demonstrou desconhecer o assunto que tão duramente criticou, é que os Membros do Conselho da Polícia Civil repudiam sua informação ao mesmo tempo em que reiteram o compromisso da Instituição com o Direito e com a Justiça; desse compromisso, a ação que deu causa ao mendaz comentário jornalístico é das melhores demonstrações, dentre as mais recentes.

PICADEIRO ou PARLAMENTO ? – Deputado Olim ao ofender deliberadamente a honra do jornalista Rodrigo Bocardi abusou de suas prerrogativas parlamentares; merece ser processado por falta de decoro e perder o mandato por atentar contra a dignidade humana e a liberdade de imprensa 25

olim

Artigo 16 Perderá o mandato o Deputado:

I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;

IIcujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;

III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça-parte das sessões ordinárias, salvo licença ou missão autorizada pela Assembléia Legislativa;

IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos na Constituição Federal;

VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado, nos crimes apenados com reclusão, atentatórios ao decoro parlamentar. (NR)

– Inciso acrescentado pela Emenda Constitucional nº 18, de 30/3/2004.

§ É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no Regimento Interno, o abuso das prerrogativas asseguradas ao Deputado ou a percepção de vantagens indevidas.

§ 2º – Nos casos dos incisos I, II e VI deste artigo, a perda do mandato será decidida pela Assembléia Legislativa, por votação nominal e maioria absoluta, mediante provocação da Mesa ou de partido político representado no Legislativo, assegurada ampla defesa. (NR)

– Redação dada pela Emenda Constitucional nº 11, de 28/6/2001.

§ 3º – Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa, de ofício ou mediante provocação de qualquer dos membros da Assembléia Legislativa ou de partido político nela representado, assegurada ampla defesa.

Polícia Civil de Registro prende subtenente da PM estuprador e homicida 3

Acusado de estuprar e matar vendedora é subtenente da PM

Ivo Ferreira de Oliveira foi preso no último sábado. Motivação do crime teria sido investida amorosa

Bruno Lima – A TRIBUNA 
Janaína Santos foi abordada por acusado após
deixar o trabalho (Foto: Divulgação)

O subtenente da Polícia Militar no Vale do Ribeira Ivo Ferreira de Oliveira, de 49 anos, foi preso no último sábado (20), em Registro, no Vale do Ribeira, acusado de estuprar e matar a vendedora Janaína Santos, de 28 anos, que estava desaparecida desde 28 de julho. Conforme o apurado pela Polícia Civil, a principal suspeita para a motivação do crime teria sido uma investida amorosa do policial negada por Janaína, que era amiga da ex-mulher do autor.

O subtenente foi preso por policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Registro após prestar depoimento e cair em contradições. Com a prisão temporária decretada, ele foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Capital, e terá que responder pelos crimes de homicídio qualificado e estupro.

Noite de quinta-feira

O crime ocorreu na noite de uma quinta-feira, logo após a vendedora sair da loja em que trabalha. De acordo com imagens de câmeras de monitoramento e testemunhas, Janaína teria sido abordada por Ivo, que a perseguia na condução de um carro. Dias após o desaparecimento, a bolsa da vítima foi localizada embaixo da Ponte do Itopamirim, na divisa entre Sete Barras e Registro.

O veículo do subtenente foi apreendido e dentro do automóvel a Perícia da Polícia Científica (IC) localizou manchas de sangue, que podem ser da vendedora. A roupa usada por Ivo no dia do crime também foi apreendida.

Poder Judiciário impotente frente a gestão Alckmin; em vez de condenar má-fe processual lamenta manobra “maliciosa” 18

Gestão Alckmin foi ‘maliciosa’ ao revogar norma sobre efetivo, diz juiz

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

Joel Silva – 13.abr.2015/Folhapress
Durante a inauguração de obras da linha 4-laranja, em abril, o governador Geraldo Alckmin foi recebido por uma manifestação de professores na porta do evento
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin

O governo de São Paulo agiu “maliciosamente” ao revogar, em abril deste ano, uma resolução publicada por ele mesmo que determinava o número ideal de policiais em cada uma das unidades do Estado, segundo o juiz Márcio Mendes Picolo.

“Revoga esta mesma norma justamente para que não possa continuar a ser cobrado pela indevida omissão e desídia no trato da Segurança Pública”, diz trecho da sentença do magistrado da 3ª Vara Cível de Leme.
Nesta decisão, Picolo determina que a Secretaria da Segurança Pública coloque na cidade 49 policiais civis, como previa a norma, ou 18 pessoas a mais do que o efetivo existente atualmente.

Ele impõe um prazo de 30 dias para o cumprimento da ordem, sob pena de multa diária de R$ 10 mil –limitada a R$ 1 milhão.

A tal resolução sobre o efetivo policial foi publicada em 2013, mas revogada pelo governo Alckmin (PSDB) quando ele passou a ser alvo de ações judiciais pelo interior que cobravam o cumprimento da própria normal.

Moacyr Lopes Junior – 24.jul.2015/Folhapress

O governador Geraldo Alckmin acompanhado do secretário Alexandre de Moraes, em divulgação dos dados da violência em SP

Leme era uma das cidades em que a Justiça havia concedido liminar para cumprimento imediato da norma. Após reportagem da Folha, a normal foi revogada e, segundo o juiz, o governo “não trouxe qualquer outro motivo fático ou jurídico que pudesse justificar a revogação”.

“Na verdade, após existir grande repercussão na mídia a situação caótica e a omissão do requerido, tal conduta evidencia seu intuito em se furtar ao cumprimento de seu dever constitucional”, continua o magistrado no mesmo documento do início do mês.

O governo argumentou na ação que considerava a ação uma “ingerência no poder discricionário do executivo”, por considerar o remanejamento de efetivo uma “decisão discricionária da Administração” da qual o Judiciário não “poderia se imiscuir”.

Na sentença, o juiz utilizou depoimento da delegada Adriana Cardamone Galloni de Leme que, ao Ministério Público, classificou a situação como “caótica” –dada a insuficiência de profissionais para atender aos municípios.
Procurado, o governo paulista informou “aguarda tramitação judicial, para a qual foi acionada a Procuradoria Geral do Estado, que irá interpor recurso no prazo legal”.

Diz, ainda, que a Delegacia Seccional de Limeira transferiu para Leme um investigador e um escrivão de polícia, neste mês.

https://flitparalisante.wordpress.com/2016/04/14/ma-fe-administrativa-governo-revoga-seus-proprios-atos-para-nao-ser-obrigado-a-contratar-policiais-civis/

Será que Delegado – geral , de descendência árabe , quer jogar a culpa em Israel ? …( A apreensão das armas é boa, mas a conversa é mole! ) 110

8/08/2016 18h01 – Atualizado em 18/08/2016 18h34

Conta de água levou polícia a achar armas usadas em ataque a Protege

Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada.
Polícia investiga envolvimento de alguém que conhecia rotina da empresa.

Gabriela GonçalvesDo G1 São Paulo

Polícia apresenta armas apreendidas com suspeito de ação contra sede da Protege em Santo André (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)
Polícia apresenta armas apreendidas com suspeito de ação contra sede da Protege em Santo André (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Uma conta de água levou a polícia a um arsenal de fuzis e outras armas que teriam sido usadas no ataque de criminosos contra a sede da empresa de transporte de valores Protege, em Santo André, no ABC, na madrugada de quarta-feira (17). Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo a polícia, pelo menos outras três pessoas já foram identificadas.

A conta de água foi encontrada em um carro que estava em uma chácara em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, onde a polícia prendeu os suspeitos depois de interceptar ligações telefônicas de um traficante que teria ligado para um dos bandidos. O endereço contido na conta de água levou a polícia a uma casa na Vila Alpina, Zona Leste de São Paulo. “Encontramos 90% das armas escondidas nesta casa”, diz o delegado Rui Ferraz Fontes, do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc)

A polícia investiga quem teria passado informações aos bandidos. “Eles tiveram informações internas. Alguém com conhecimento a respeito da rotina da empresa, não sei se é funcionário ou não, que está passando informações para eles.”

A quadrilha desistiu do assalto após algumas explosões no local. De acordo com a polícia, uma das razões para a desistência foi a reação dos vigilantes.

“O outro motivo, se eu declinar, eu ensino alguém a comer crimes.”

Granada também foi encontrada com suspeitos de atacar a Protege (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Granada também foi encontrada com suspeitos de atacar a Protege (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Foram apreendidos pelo menos 25 fuzis, sendo dois deles de calibre .50 – arma que pode atingir alvos a mais de seis quilômetros de distância.

Também foram apreendidas nove pistolas automáticas, uma granada, 50 carregadores com munições vindas de Israel, 18 coletes à prova de bala, sendo que um deles tinha um símbolo do governo de São Paulo, e cabos pra acionar explosivos.

Há a suspeita que parte do armamento tenha vindo do exército de Israel.

O grupo foi indiciado por tentativas de roubo e latrocínio, organização criminosa e porte de arma. De acordo com a polícia, informalmente, já houve confissões. A idade dos nove suspeitos varia entre 20 e 30 anos. Parte deles têm passagem pela polícia.

Dois vigilantes da Protege ficaram feridos quando reagiram ao ataque. A troca de tiros durou cerca de 40 minutos. Os criminosos queimaram veículos que foram usados para bloquear vias e impedir a aproximação da polícia.

Durante a fuga da quadrilha houve perseguição da Polícia Militar (PM), mas ninguém foi preso no início da manhã de quarta-feira.

Sete criminosos foram presos pelo Denarc e dois pelo Deic. Os suspeitos foram identificados, após monitorarem um traficante.”Em um dado momento alguns traficantes cruzaram com essa quadrilha que se especializou em atacar bases de transportadoras de valores e carros fortes”, informou a polícia.

Após acompanhar a movimentação do traficante, o Denarc chegou até o sítio em Itapecerica da Serra, onde foram encontrados os suspeitos e parte do armamento.

Armas apreendidas com suspeitos de atacar Protege no ABC (Foto: Reprodução/WhatsApp)Armas apreendidas com suspeitos de atacar Protege no ABC (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Polícia Civil
“É certeza que esse armamento foi usado lá. É certeza, porque nós já temos, é uma quadrilha que a gente já , há tempos, monitorava e etc, e hoje, quando eles fizeram esse trabalho, nós já saímos atrás e conseguimos aí, pegar o fio da meada e já temos alguns presos, o Deic também já tem presos”, disse Youssef abou Chahin, delegado-geral. “Não tem como eles dizerem que não estavam na cena do crime, porque nós temos provas técnicas.”

A associação que representa as empresas de transporte de valores cobrou maior controle justamente sobre a circulação dessas armas de guerra. “Um fuzil é sempre uma arma perigosa, de pronto ataque, e que a resistência é mínima a esse tipo de fuzil, sobretudo, os vigilantes que usam 38, calibre 12, são armas inoperantes em relação a fuzil”, disse Marcos Paiva, presidente da Associação de Empresas de Transporte de Valores.

A saída que as empresas têm encontrado é deixar mais vigilantes na empresa durante a madrugada e fazer barreiras de segurança.

Protege foi alvo de criminosos (Foto: Divulgação)Protege foi alvo de criminosos (Foto: Divulgação)

Essa medida ajudou a impedir o roubo a Protege, na quarta-feira. Mais de dez seguranças combateram os criminosos usando revólveres calibre 38 e espingardas calibre 12.
Depois de meia hora tentando chegar ao cofre, e de tiroteio e explosões, os ladrões desistiram do roubo.

“O problema desse tipo de ação criminosa, que hoje é a mais preocupante expressão do crime no estado de São Paulo, é praticamente uma ação de terrorismo urbano, porque trabalham com dinamites, fuzis, grandes grupos, atacam de surpresa, causam um grande impacto na vida da população”, disse o coronel aposentado da PM José Vicente da Silva, especialista em segurança. “A diferença em relação à ação terrorista é que o terrorismo vai buscar vítimas. eles vão buscar dinheiro.”

A quadrilha encontrou mais resistência. Havia uma barreira com carros, estacionados em frente ao portão de ferro. Carros fortes estavam atravessados dentro do pátio.

Mesmo com a explosão, os ladrões não conseguiram chegar ao cofre. Depois de meia hora, eles desistiram do roubo e foram embora. A primeira equipe da polícia só chegou aqui dez minutos depois da fuga.

Hora1_policiaprendeprotege (Foto: reprodução)Suspeitos presos pela polícia  (Foto: Reprodução / Hora 1)
________________________________________-
Agora, o  exército israelense  emprega AKs 47  e patrocina o PCC?  
Piada de turco, né ? 

POLICIAL NA DECEPÇÃO QUER SALÁRIO…( O que esperar de polícia que não sabe diferençar exclusive de inclusive ? ) 26

Se permitido, gostaria de aproveitar o espaço e agradecer aos excelentíssimos Drs. Maria Ines e Montrezor pelo excelente serviços prestados quando diretores da casa sensora, serviços esses que plantados em suas gestões, fez com que a sociedade colhessem os frutos de hoje. Nas suas algozes administrações, essas dignas autoridades lançaram uma forma de coibir excessos e desvios que elencaram numa ótima Instituição. Os índices criminais só diminuíram, o respeito pelo próximo só cresceu! Nossos jovens estão no caminho do sucesso e àqueles que se desvirtuaram do certo, todos estão recuperados. Nossos cidadãos podem deleitarem-se na segurança que os assola(IRONIA DESLIGADA).
O que vocês realmente fizeram, foi causar um estrago irreparável! Policias civis hoje tem medo até de parar carro na favela! Receio de abordar um averiguado! Todos querem só que chegue dia quinto dia útil pro salario! A sociedade, vitimas, todos que se explodam! VOCÊS, sim, vocês, juntamente com aquele DGP Carneiro, entregaram nossa instituição a Policia Militar, dando acessos a todos nossos dados, equalizando materiais e pior, auferindo salario menor do que outras instituições não mais importantes! Nos expuseram ao ridículo e hoje estamos desmoralizados!Rogo ao Nosso criador, que sintam na pele um dia, seja diretamente ou indiretamente, o resultado de vossas administrações! Que seus descendentes ouçam até o fim dos tempos as consequências negativas de seus atos.
A Policia Civil perdeu toda a moral, vontade, legitimidade, imposição e função por causa de suas senhorias! Alegrem-se senhores, pois conseguiram o que muitos outros tentaram!
Não defendo bandido, e sim a Instituição a que pertenço!
Na magistratura, Procuradoria, PM, Coordenadoria, ou nenhum outro órgão sensor caça, aniquila ou expõe ao ridículo seus funcionários! Espero um dia saber que um de vossas excelências foram infelizes em alguma ação e não tiveram apoio quando necessário! Lembrem-se srs. que isso ocorreu por sua causa no passado.
Aqui quem apronta está na ativa enquanto àqueles que tentaram trabalhar com seriedade foram demitidos em procedimentos em vossas gestões!
Tenho dito! Aqui se faz aqui se paga! E esperem que a conta de vocês ta maior que a divida externa do Brasil!

enviado  por POLICIAL NA DECEPÇÃO  QUER SALARIO


“Os melhores policiais do estado foram demitidos ( eu, exclusive ! )”

Desenhando: EU NÃO ME INCLUO ENTRE OS MELHORES POLICIAIS…nunca fui!

Como diz o Pelé, entende ?

O aparelho de segurança do Estado está destroçado 25

Caro Guerra,

O aparelho de segurança do Estado está destroçado e, em sentido contrário, a criminalidade mais organizada e consideravelmente mais bem armada.

Bandidagem de fuzil automático, carregada de explosivos e polícia de . 40 que “engastilha” ou dispara sozinha. O crime saqueou o município de Santo André. Veículos foram incendiados na mais importante via de ligação do ABC com a capital, a Av. do Estado. O mais incrível! Dois veículos utilizados na fuga dos marginais foram incendiados defronte ao Batalhão da PM do município. Cerca de cento e cinquenta milhões de reais foram roubados dessas empresas transportadoras de valores e o que foi feito até agora? Prenderam alguns peixes pequenos e recuperaram uma quantidade irrisória de dinheiro. Cadê o restante das quadrilhas? Cadê toda essa grana roubada? Cadê as especializadas em investigar crimes dessa natureza? Cadê a inteligência policial? Por que não solicitar auxilio da Polícia Federal? É o 4º grande roubo a empresas de transportes de valor neste ano. Será que o governo não percebeu que roubo a caixa eletrônico passou a ser crime de batedor de carteiras?

São Paulo se transformou literalmente na capital do roubo. Diversas reportagens são veiculadas diariamente em diferentes bairros da capital dando conta do aumento significativo de roubos e furtos e a Secretaria da Segurança Pública só se limita a emitir nota à imprensa, dizendo que nos locais mencionados, a criminalidade está diminuindo e que foram efetuadas “x” prisões. Chegou-se ao absurdo de roubarem e explodirem uma viatura da PM.

Segurança Pública não é só sentar a bunda na cadeira e ficar gerando planilhas de Excel sobre a variação da criminalidade para tentar explicar o inexplicável, ou seja, o governo dizendo que a criminalidade esta diminuindo ao passo que para o cidadão deste Estado está atingindo uma situação insustentável. O efetivo policial sem reposição e significativa parte dele, principalmente na PM, dentro dos quartéis e gabinetes exercendo funções administrativas.

Investigação policial em distrito de bairro literalmente acabou. Só se investiga o que a imprensa repercute e, logicamente, tem a equipe de confiança da “chefia” que não deixa de exercer as funções de coletoria da delegacia.

Policial duplamente desmotivado, profissional e salarialmente, policiais aposentados esquecidos pelo Estado, sem dinheiro sequer para comprar remédios para doenças adquiridas em razão do exercício da profissão.

A coisa ainda vai ficar pior, mormente quando a única boa notícia que você recebe durante todo o ano é de que o Delegado Geral garantiu o bolsa miséria até dezembro.

Em CPI da Merenda, deputado Olim demonstra que: TODO DELEGADO QUER APARECER 25

Em CPI da Merenda, ex-membros da Coaf acusam investigadores de coação

Reprodução
14.04.2016 - Mafia da merenda - Carlos Luciano Lopes, alvo da operacao Alba Branca, aparece em foto com dinheiro que teria recebido do esquema de fraude. Foto divulgacao ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
O ex-vendedor da Coaf Carlos Luciano Lopes, que depôs nesta terça (16) na CPI da Merenda

REYNALDO TUROLLO JR.
DE SÃO PAULO

16/08/2016 20h29 – Atualizado às 21h22

Dois ex-integrantes da cooperativa suspeita de fraudar a merenda escolar em São Paulo prestaram depoimento, nesta terça (16), à CPI que apura o caso na Assembleia Legislativa. Eles isentaram políticos e servidores estaduais de participação no esquema e acusaram um promotor e três delegados de polícia de ameaça e coação.

Foram ouvidos Carlos Alberto Santana da Silva, ex-vice-presidente da Coaf, e Carlos Luciano Lopes, ex-vendedor da entidade. A Coaf firmou contratos com prefeituras e com a Secretaria Estadual da Educação do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Ao final da sessão, o deputado Barros Munhoz (PSDB) afirmou que houve um “complô” entre delegados de polícia e promotores com o objetivo de desgastar o governo. O tucano também criticou a cobertura da imprensa.

Silva, ex-vice-presidente da Coaf, confirmou que ouvia o ex-presidente Cássio Chebabi e o lobista Marcel Ferreira Julio dizerem que parte da propina dos contratos com o Estado era repassada ao deputado estadual Fernando Capez (PSDB).

Silva também relatou que Chebabi e Marcel diziam que outros políticos ganhavam “comissão”, como os deputados federais Baleia Rossi (PMDB-SP) e Nelson Marquezelli (PTB-SP). Todos negam envolvimento no caso.

Na opinião de Silva, porém, o dinheiro não chegava até os agentes públicos. “Não havia esse tipo de repasse [para políticos]. Para mim, [Chebabi e Marcel] ficaram com o dinheiro para eles”, disse.

O depoimento foi diferente do concedido ao Ministério Público e à Polícia Civil em janeiro, quando foi deflagrada a operação Alba Branca. Naquela ocasião, Silva havia dito, conforme os registros, que podia afirmar que parte do dinheiro ia para Capez.

Questionado sobre a aparente contradição, Silva respondeu que, em janeiro, estava sob ameaça do promotor Leonardo Romanelli, que investigou o caso em Bebedouro (SP), onde a Coaf tem sede.

“O doutor Romanelli foi claro: ou assina [o depoimento] do jeito que está ou continua preso”, disse o advogado de Silva, Rogério Valverde, que o acompanhou na CPI.

Procurado, o promotor negou a acusação. “O depoimento dele foi todo gravado. Ele está mentindo e serão adotadas as providências contra ele”, disse Romanelli.

EX-VENDEDOR

O depoimento Lopes foi na mesma direção do de Silva, mas com alvos diferentes. Lopes atacou os delegados de polícia que iniciaram a investigação.

Segundo o ex-vendedor, os delegados de Bebedouro o coagiram para que ele incriminasse políticos em seu depoimento. Lopes é o ex-funcionário da cooperativa que foi fotografado sorrindo com maços de dinheiro na mão –a imagem veio a público em abril.

“O senhor acha que eles [delegados] quiseram ser um Sergio Moro [juiz responsável pela Lava Jato]?”, perguntou o deputado Delegado Olim, integrante da CPI. “Eles queriam aparecer?”

“Eu senti que, para que esse caso tivesse notoriedade, eles precisavam fazer algo assim, e fizeram. A Polícia Civil não podia ter aberto esse inquérito, porque desde o início eles sabiam que as verbas eram federais”, respondeu Lopes, repetindo uma das críticas recorrentes que deputados da base de Alckmin têm feito à operação Alba Branca.

Em junho, a apuração referente às prefeituras paulistas passou da esfera estadual para a federal, porque, segundo as autoridades, descobriu-se que 92% do dinheiro pago à Coaf veio do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), um fundo federal.

Lopes afirmou que prestou queixa à Corregedoria da Polícia Civil contra os delegados que o investigaram. A Folha não conseguiu localizar os policiais até a publicação desta reportagem. Na semana passada, em depoimento à CPI, eles negaram irregularidades na investigação.

Questionado sobre um carro da Coaf que, conforme depoimentos, foi cedido para a campanha de Capez em 2014, Lopes afirmou que o veículo saiu da cooperativa em junho daquele ano e só foi devolvido em dezembro.

Ainda segundo Lopes, o lobista Marcel lhe disse que o carro era para Jéter Rodrigues Pereira, assessor do gabinete de Capez à época. O tucano nega que o carro tenha sido usado em sua campanha.

Ex-membros da Coaf estão divididos sobre a participação de políticos no suposto esquema. A CPI ainda não ouviu o ex-presidente da Coaf Cássio Chebabi e o lobista Marcel, que acusaram políticos em seus acordos de delação premiada já homologados pela Justiça.

‘COMPLÔ’

Para o tucano Barros Munhoz, os depoimentos desta terça deixaram evidente que houve um “complô” entre promotores e delegados para atingir o governo do Estado.

“Ficou totalmente desmascarada a tese da máfia da merenda do governo do Estado. Indiscutivelmente [houve um complô entre policiais e promotores]. Acho que qualquer pessoa de bom senso chega a essa conclusão”, declarou.

Questionado sobre o carro da Coaf supostamente emprestado à campanha de Capez, Barros Munhoz irritou-se. “Isso é uma questiúncula tão minúscula que não tem sentido alguém fazer uma pergunta dessa. Não é essa a discussão num país onde se roubam milhões”, respondeu.

Ingressar na polícia é: “comer merda mesmo sabendo o fedor e o gosto” 43

24/05/2008

AQUELE ANIMAL MATOU A POLÍCIA! O PRIMEIRO GOLE DE FEL

-Aquele animal matou a Polícia!
-E agora lhe darão enterro com honras de chefe de Estado!
Foram as frases proferidas pelo meu saudoso pai naquele feriadão de maio de 1979.
Até então eu não compreendia o porquê de seu rosto desfigurar-se ao ouvir o nome daquele homem.
Demonstrava asco; vergonha, inclusive.
Bradava: mancha!
É uma mancha…
-Uma grande e gorda mancha cambaleante!
Afinal, qual a razão de tal desprezo por um colega de trabalho?
Para mim o meu pai era um trabalhador como outro qualquer; como qualquer operário ou comerciário que pouco folgava, e quase sempre trabalhava a noite.
Enquanto eu e meus irmãos brincávamos, recomendados por minha mãe para não interromper-lhe o descanso, o nosso pai dormia.
O meu velho era taciturno…
Olhar triste, poucas palavras e muitas contas atrasadas.
Aparentava vaguear noutras esferas.
Em alguma nuvem ou praia deserta.
O seu primeiro “carro zero”, um Voyage, foi adquirido em 1986; semanas antes de se aposentar voluntariamente.

Mesmo assim depois de esperar meses pela entrega e ameaçar ajuizar ação contra o consórcio.
Eu acabara de me formar pela FDUSP.
Ao contrário dos meus irmãos mais novos, aos 23 anos continuava dependente do velho.
As nossas brigas eram rotineiras.
O motivo sempre o mesmo: meu obstinado querer abraçar o ofício de meu pai.
E não pela minha natural vocação ou admiração pelos seus feitos.
Aliás, do seu trabalho, verdadeiramente, pouco sabia.
E nunca soube de nenhum grande feito de meu pai.
Dele apenas conhecia a boa fama, uma quase idolatria, entre os funcionários.
O mesmo não se podia dizer de seus colegas, salvo dois.
Depois de aposentado recebia muitas visitas de funcionários.
Não raro em busca de conselhos e orientações.
Questionavam-lhe por não voltar exercer a advocacia.
O meu pai fora ainda muito moço.
Antes de “virar” – como dizia – Delegado de Polícia.
A todos repetia a seguinte resposta: “o direito desta terra é tão sério quanto uma revista Playboy, preferível a segunda pelas fotos de lindas mulheres”.
A amargura e algum recalque eram notórios.
Ele não fazia questão de esconder.
Muito educado de sua boca ouvi um único palavrão.
Naquele 1986, quando mutilando a minha felicidade ao pretender surpreender-lhe com maravilhoso o presente: passei pai, passei; vou ser Delegado como o Senhor…
Respondeu-me lívido: então foda-se!
É mais burro que eu, pois vai comer merda sabendo o fedor e o gosto que tem.
Foi uma punhalada.
Muito chorei.
As suas palavras e decepção me atingiram como pedras.
O extremado amor pelo meu pai era o porquê de eu querer ser Delegado de Polícia.
Estava iniciando mal o primeiro capítulo desta estória, ou será: “a minha história”.

Juiz proíbe Guarda Municipal de abordar pessoas e investigar crimes…( Certo ou errado ? ) 84

PODER RESTRITO

CONJUR

Por Felipe Luchete

Guardas municipais não podem fazer abordagens e revistas em pessoas, pois têm o papel restrito de proteger bens, serviços e instalações do município. Assim entendeu o juiz José Daniel Dinis Gonçalves, da Vara da Fazenda Pública da Araçatuba (SP), ao proibir que a Guarda Municipal da cidade execute atividades próprias de polícia. Ele também declarou inconstitucionais dois dispositivos da Lei 13.022/2014, que criou um estatuto geral para essas instituições.

A ação foi movida pelo Ministério Público estadual em 2015, depois que o comandante da GM de Araçatuba anunciou à imprensa o início de novas atividades, como patrulhamento preventivo e abordagens de cidadãos nas ruas, com base na legislação do ano anterior. A prefeitura respondeu que as declarações foram “episódicas”, sem refletirem a conduta geral dos guardas municipais, mas o MP disse que “há vários anos” vinha registrando reclamações de desvio de finalidade.

Embora já tramite ação no Supremo Tribunal Federal questionando a lei federal (ADI 5.156), o Ministério Público alegou que moradores de Araçatuba não poderiam aguardar o julgamento “abandonados à própria sorte, sendo abordados e tendo seus direitos fundamentais violados”.

O juiz determinou que a instituição “se abstenha de efetuar atividades próprias de polícia, tais como investigações, diligências para apuração de crimes, abordagens e revistas em pessoas”, sob pena de multa (cujo valor ainda será fixado). E, “na hipótese de notícia de ocorrência de crime”, deve comunicar autoridades competentes, exceto em situação de flagrante delito.

Regras inválidas
Gonçalves ainda declarou, incidentalmente, a inconstitucionalidade dos incisos XIII e XVII do artigo 5º da Lei 13.022. O primeiro dispositivo dá à Guarda Municipal o poder de atender ocorrências emergenciais, quando se deparar com esse tipo de situação. Para o juiz, essa autorização invade atribuição própria da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros.

“Com isso, não se quer dizer que seja vedado à Guarda Municipal prestar socorro a cidadão em perigo iminente, por óbvio, mas se permite não só a ela como a qualquer outro, apenas diante de excepcionalidade que a justifique”, afirmou.

O outro dispositivo libera a atuação de guardas municipais na segurança de grandes eventos e na proteção de autoridades. A sentença afirma que essa regra “ofendeu claramente a destinação constitucional, pois não há correspondência com as atribuições constitucionais estabelecidas” à instituição.

O promotor Joel Furlan, autor do pedido, afirma que o juiz de primeiro grau pode declarar a inconstitucionalidade dos dispositivos de forma incidental, valendo apenas para Araçatuba. O professor Pedro Serrano, da área de Direito Constitucional da PUC-SP, também considera a medida adequada.

Sobre o mérito, Serrano diz que a GM deve se limitar a cuidar do patrimônio público, e não de pessoas, pois as atividades de segurança pública são típicas dos estados. “Se verificarem alguém cometendo um crime em flagrante, como qualquer cidadão, têm direito de dar voz de prisão”, aponta o professor.

Clique aqui para ler a sentença.
Processo 1010780-61.2015.8.26.0032

A Força Nacional é mais um embuste: Federal ! 16

Em primeiro lugar que Deus tenha bom lugar para o soldado, e que a sua família encontre algum conforto nesta hora.

Em segundo lugar na moral, eu que não sou loke sempre me insurgi contra esta m….de força nacional, realmente um montão de passa fome querendo pagar de guarda nacional.
Vou desenhar para este montão de general disto, brigadeiro daquilo, almirante daquilo outro,”otoridades” olimPICAs, secretário nacional de (in)segurança, o babaca do Alexandre de Moraes e mais um montão de bem remunerados que entende tanto de segurança quanto eu de física quântica
Vou desenhar, esta tragédia poderia ser evitada se o primeiro e mais básico, para não dizer elementar conceito de ação policial, ou coisa parecida tivesse sido levado em conta O CONHECIMENTO PRÉVIO DO TERRITÓRIO E TERRENO onde se dará a operação, incursão, patrulhamento ou coisa que o valha.
Fizeram um catado de última hora, feito nas coxas, e jogaram estes lokes para trabalhar em locais e lugares que eles nem sabe onde tem banheiro, caso tenham um dor de barriga repentina, este é resultado.
Os lokes que se apresentam para esta m…., diga-se de passagem é serviço volunOTÁRIO.]
Mais eles querem andar de VTR naipe PF, usar roupas naipe SWAT, boinas no estilo special forces group, só que as armas padrão taurus,
Ai eles vão se meter numa guerra urbana que é o Rio de Janeiro
É só ver a história, ao contrário dos filmes de Hollywood, os americanos se FORDeram bem gostoso no Vietnã, por que não conheciam o terreno em se desenrolava a guerra, deu no que deu.
Será que nenhum milico cheião de medalhas não sabe disse?
Será que nenhum delegado do Staff da “otoridde” olimPICA sabe disso?
Será que nenhum sociólogo sabe disto?
Será que não havia nenhum “especialista” em segurança pública nas reuniões para avisar!
Se estas pessoas, acima, tivessem lido o que foi publicado aqui no flit quando da postagem a respeito das acomodações lixo muito provavelmente esta morte teria sido evitada.

assina:  TIRED ( colaborador do Flit )