Perito criminal Koujun Iha morre aos 61 anos 48

Perito criminal Koujun Iha morre aos 61 anos

Ele era um dos mais antigos em atividade no Estado e foi encontrado morto no Instituto de Criminalística de Itanhaém

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS 
18/08/2018 – 13:20 – Atualizado em 18/08/2018 – 13:27
 Koujun Iha tinha 61 anos e 37 de carreira na Polícia Civil
(Foto: Reprodução_

Com 61 anos de idade e 37 de carreira, o perito criminal de classe especial Koujun Iha era um dos mais antigos em atividade no Estado e foi encontrado morto no início da manhã deste sábado (18) no Instituto de Criminalística (IC) de Itanhaém, onde estava atualmente lotado.

Irmão do ex-prefeito de São Vicente e ex-deputado federal Koyu Iha, Koujun assumiu o plantão do IC de Itanhaém na sexta-feira (17) à noite e trabalhou normalmente, até ser encontrado morto na unidade pela manhã, por uma colega que o renderia no trabalho.

Ainda não está definida a causa da morte, mas as informações preliminares dão conta de que Koujun sofreu um infarto.

Experiente e com um tirocínio singular, conforme reconhecem os seus colegas, a sua atuação profissional foi decisiva na coleta de provas e elucidação de incontáveis crimes.

Somos juízes apenas pelo dinheiro…Hoje o magistrado deixou de ser o artesão de justiça; são novos miliardários produtores industriais de julgamentos defeituosos ou corrompidos 63

Em aula na USP, Lewandowski é alvo de críticas por privilégios do Judiciário
Por Estadão Conteúdo 14/08/2018

 

Em determinado momento da aula, o aluno Erick Araújo, de 19 anos, pediu o microfone para divulgar o projeto de financiamento coletivo da reforma da Casa do Estudante da USP, alojamento estudantil da universidade que está em más condições. Durante seu pronunciamento, Erick passou a fazer críticas aos privilégios do Judiciário. “Durante o discurso, ele (Ricardo Lewandowski) gesticulou pedindo que eu parasse, mas continuei. Se aproximou de mim até que eu estava falando tudo cara a cara”, contou Erick ao jornal O Estado de S. Paulo.

Erick afirmou que foi motivado pela repercussão sobre o reajuste de 16,38% autorizado pelo Supremo Tribunal Federal sobre seus salários e diz ter ficado indignado. O aumento elevaria o salário de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil e teria um efeito cascata de cerca de R$ 4 bilhões. “Os juízes possuem diversos privilégios e nós passamos por perrengues para conseguir permanecer na USP. Como o ministro é o meu professor, aproveitei a sua aula para divulgar a campanha e, ao mesmo tempo, provocá-lo a entender um pouco da nova realidade do ensino superior brasileiro.”

O aluno, que integra o Coletivo Juntos!, sugeriu a Lewandowski que entregasse três meses do auxílio-moradia (R$ 4.377) para o fundo de reforma da Casa. Pediu também que ele conversasse com outros ministros do STF. “Estamos a um quilômetro do local onde um prédio caiu porque gente pobre estava ocupando e esse prédio pegou fogo. A Casa do Estudante está sem condições de abrigar os jovens pobres que precisam. Um mês de auxílio-moradia banca a bolsa de 10 alunos dessa universidade”, disse.

E acrescentou: “O mais importante mesmo, vossa Excelência, é que você entenda que você não está mais dando aula apenas para os filhos dos seus colegas juízes. Hoje você também dá aula para o filho e a filha do porteiro e da empregada. Não vamos aceitar que o senhor defenda seus privilégios lá no STF e chegue aqui posando de republicano e de democrata.”

“Seus privilégios vão acabar porque não vamos ocupar esse espaço que sempre nos foi negado para deixar tudo igual. Vamos ocupar esse espaço para transformar”, afirmou o aluno.

Lewandowski respondeu que os ministros do STF não recebem auxílio-moradia. “Nós recebemos subísdios secos e, sobre os subsidios, estão defasados em mais de 40% em face da inflação”, disse.

Durante a aula, Erick disse que o ministro citou problemas brasileiros e argumentou que os benefícios do sistema Judiciário são válidos. “Ele disse que deveríamos questionar as desonerações fiscais e não os salários do judiciário. Em nenhum momento ele fez autocrítica, apenas disse que podem existir pequenos exageros”, afirmou o estudante.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal para ouvir o ministro Ricardo Lewandowski sobre o tema, mas ainda não recebeu resposta. O espaço está aberto para manifestação.

Hoje: “Japonês da Federal” contará um pouco da sua vida pessoal e funcional no Conversa com Bial 6

Acusado por estar envolvido em um sistema de contrabando, ele chegou a ser preso e teve de usar tornozeleira eletrônica.

Distante dos holofotes, ele enfrentou dois momentos de grande tristeza quando o filho mais velho, Eduardo, cometeu suicídio. E quando, quatro anos depois, a esposa, Fátima, teve um infarto fulminante. “Na véspera da morte dela, ela levantou da cama, a peguei chorando na área de serviço. Ela disse que queria ver o Dudu mais uma vez”, lembra.

Pedro Bial, Newton Ishii e Luís Humberto Carrijo no Conversa com Bial

DEFENDA-SE DA PM – GAECO prende 31 potenciais eleitores de Jair Bolsonaro por associação ao tráfico na terra natal do candidato 80

AGORA DÁ PRA ENTENDER O MOTIVO DA PM CAMPINEIRA ODIAR A POLÍCIA CIVIL E O MESMO ESQUEMA FUNCIONA EM TODO O ESTADO DE SÃO PAULO. PARCELA DA PM ATUA COM SÓCIOS DAS BOCAS DO PCC.  

Operação do MP e corregedoria da PM prende 31 policiais militares suspeitos de ligação com tráfico em Campinas

Ao todo, foram emitidos 40 mandados de prisão (32 contra policiais) e 51 de busca e apreensão. Segundo a promotoria, militares deixavam de efetuar prisões em troca de vantagens.


Por G1 Campinas e Região

 

Operação contra tráfico de drogas emite 40 mandados de prisão; 32 são contra PMs

Operação contra tráfico de drogas emite 40 mandados de prisão; 32 são contra PMs

O Ministério Público em Campinas (SP) e a corregedoria da PM prenderam 31 policiais militares e outras quatro pessoas durante operação nesta terça-feira (14) contra uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os policiais são suspeitos de deixar de efetuar prisões e de combater a criminalidade em troca de vantagens.

A operação, denominada de Tio Genésio, envolvia 40 mandados de prisão, sendo que 32 eram contra os policiais militares que atuavam, em sua maioria, na 5ª cia do 47º batalhão. Um dos mandados não havia sido cumprido até esta publicação.

Segundo o Gaeco e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os policiais militares agiam nos bairros Boa Vista e Parque Industrial em Campinas e , além de não combater o esquema de tráfico de drogas na região, vazavam informações sobre operações e outras investigações para os criminosos.

Até as 12h desta terça, a operação ainda estava em andamento, mas o balanço apresentado pelos promotores do Gaeco em coletiva de imprensa já apontava:

  • 31 policiais militares presos preventivamente e encaminhados para o Presídio Militar Romão Gomes. Um mandado de prisão em andamento;
  • Quatro civis suspeitos de atuar na quadrilha presos nesta terça e dois presos durante a investigação; Outros dois ainda são alvo de mandados em andamento;
  • Apreensão de R$ 23 mil, um carro e eletrônicos, além de objetos de preparo de droga com suspeitos civis;
  • Com os policiais, foram apreendidas armas com numeração raspada e drogas.

MP e Polícia Militar fazem operação nesta terça em Campinas (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)MP e Polícia Militar fazem operação nesta terça em Campinas (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)

MP e Polícia Militar fazem operação nesta terça em Campinas (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)

A quadrilha

De acordo com o Ministério Público, a suspeita é de que a quadrilha movimentava R$ 150 mil por mês com o esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Além da prisão dos PMs, outros oito mandados de prisão foram expedidos contra civis suspeitos de integrarem o esquema de tráfico de drogas. Ao grupo, é atribuída a prática de tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, “principalmente nas proximidades de um local denominado ‘Toca da Raposa’, na Vila Boa Vista, em Campinas”.

Além dos 40 mandados de prisão, 51 ordens de busca e apreensão são cumpridas em Campinas, Sumaré (SP), Mogi Mirim (SP), Hortolândia (SP), Sorocaba (SP), Bauru (SP) e São Carlos (SP). Segundo o Gaeco, a atuação do grupo se restringia à cidade de Campinas, mas os mandados em outras cidades ocorreram porque tratava-se do endereço residencial dos suspeitos.

Além do Gaeco e da corregedoria da PM, participam da operação o 2º Batalhão de Polícia de Choque e o canil do 3º Batalhão de Polícia de Choque. Os mandados foram expedidos pela Justiça Militar e 3ª Vara Criminal da Comarca de Campinas.

Viaturas do Choque chegam à 2ª Seccional de Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)Viaturas do Choque chegam à 2ª Seccional de Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)

Viaturas do Choque chegam à 2ª Seccional de Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Lícia Mangiavacchi/EPTV)

MAIS DO G1

Cadê a Drª Raquel Dodge? – A Folha de São Paulo emprega eufemismo para noticiar a conduta criminosa do Jair Bolsonaro (“BIG DOG” ) …Não é uso irregular de verba: É CRIME DE PECULATO DOLOSO ! 14

Bolsonaro é que tem que responder, diz funcionária sobre uso irregular de verba

Walderice não respondeu sobre qual atividade desempenha no gabinete do parlamentar do PSL

Camila Mattoso Ranier Bragon
Angra dos Reis (RJ)

A secretária parlamentar de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) Walderice Santos da Conceição disse que cabe ao deputado responder sobre eventual uso irregular de dinheiro da Câmara dos Deputados.

No balcão da sua loja de açaí, que tem seu nome —Wal Açaí—, ela não quis responder perguntas feitas pela Folha, que visitou o local nesta segunda-feira (13).

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, em Angra do Reis (RJ), onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) – Ranier Bragon/Folhapress

A reportagem questionou que tipo de atividade legislativa a funcionária desempenha no gabinete do parlamentar e se de fato recebe o salário desembolsado mensalmente pela Câmara.

Minutos depois de a Folha deixar a Vila de Mambucaba, que fica em Angra dos Reis, Walderice ligou e afirmou que vai se demitir do cargo.​

Escute o áudio.

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CORRUPTO não merece o seu voto! – Bolsonaro de um cinismo “nunca antes na história deste país” diz que o crime da sua PECULATÁRIA DOMÉSTICA foi dar água para os cachorros 6

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/08/bolsonaro-demite-assessora-fantasma-e-diz-que-crime-dela-foi-dar-agua-a-cachorros.shtml

Adjetivo e substantivo masculino Que se corrompeu; corrompido. Que age depravadamente; devasso, depravado, podre. Aquele que age desonestamente, em benefício próprio ou de outrem, especialmente nas instituições públicas, lesando a nação, o patrimônio público etc.; que ou aquele que age de maneira indefensável. Enc.: no Brasil, o corrupto está indelevelmente assocaido ao desvio de recursos públicos, ao suborno, à chantagem, à promiscuidade dos homens públicos de altas espeferas, empresários e executivos das corporações em relação ao erário. Como os maus hábitos e costumes são endêmicos e os assaltos à coisa pública uma tradição tipicamente brasileira desde a descoberta, o insulto trivial, banal. Há muito não causa estranheza ouvir nas falas de governantes e políticos como “sua excelência é um corrupto; não merece seu voto”. Etim.: do latim “corruptus”, estragado, podre.

Pronto, chamei!Resultado de imagem para bolsonaro corrupto

O crime mais habitual dos militares: PECULATO! – Bolsonaro deverá ser investigado e denunciado pelo MPF pela prática do crime de peculato…Pagar empregado doméstico nomeando-lhe assessor parlamentar é prática de CORRUPTOS 4

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Artigo 312, caput e §1º, do Código Penal:
Peculato-apropriação; peculato-desvio; peculato-furto
O Código Penal prevê no artigo 312, caput e em seu §1ª as três figuras
de peculato doloso:
Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou
qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse
em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:
Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.
§ 1º – Aplica-se a mesma pena, se o funcionário público, embora não
tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para
que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de
facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.

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Pronto, chamei! 

TJ-SP manda jornal indenizar ex-policial civil chamado de assassino de militar em notícia 1

IMPRENSA COM LIMITES

TJ-SP manda jornal indenizar ex-policial que chamou de assassino em notícia

Por Fernanda Valente- CONJUR

A veracidade de fatos narrados em reportagem não afasta a obrigação do veículo de notícias garantir o direito à honra e à imagem. Com esse entendimento, a 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um jornal de Barueri a indenizar em R$ 10 mil um ex-policial civil que foi chamado de assassino em notícias.

Em seu voto, a relatora, desembargadora Mary Grün, diz que a Constituição Federal “garante o direito à honra e à imagem dentre as garantias e direitos fundamentais, tendo a mesma relevância que a liberdade de informação”. Segundo ela, não houve abuso de direito nas reportagens, apenas nas manchetes, que chamavam o ex-policial de assassino mesmo antes do julgamento da causa — depois o ex-policial foi absolvido.

No entendimento da desembargadora, o direito à honra deve se sobrepor ao da liberdade de expressão nesse caso. A conduta da Folha de Alphaville Online, para a desembargadora, “além de atingir a honra e a dignidade do autor, ignorou o princípio da presunção de inocência e sobrepôs a sua opinião individual ao juízo absolutório proferido pelo Poder Judiciário, em nítido abuso de direito”.

Quanto ao valor da indenização, a magistrada considerou que, apesar da publicação ser online, o jornal é voltado aos moradores locais, “sendo razoável concluir que seu alcance efetivo foi reduzido”.

O caso trata de um homem que, em 2014, teve seu nome completo veiculado em duas reportagens, que também o chamaram de “assassino”. Ele realmente foi acusado do crime de homicídio contra um militar do Exército, mas foi absolvido quando foi reconhecido que o ato foi praticado em legítima defesa.

Os advogados que atuaram na defesa do ex-policial, Luciana Rodrigues e Welington Arruda, sustentaram que ele teve que mudar de residência depois que a notícia foi veiculada com “nítido intuito de denegrir sua imagem”. No primeiro grau, o juízo julgou o pedido de indenização improcedente, entendendo que o jornal agiu dentro dos limites da liberdade de expressão e de informação, afastando qualquer ilicitude de sua conduta.

Clique aqui para ler o acórdão.

BOLSONARO É DESONESTO, SIM! – Se for quebrado o sigilo bancário da assessora fantasma do Bolsonaro constatarão que o salário ia parar em outros “bolsos” 8

Assessora fantasma de Bolsonaro continua vendendo açaí em horário de expediente

Minutos depois da visita da Folha, Walderice Santos da Conceição afirmou que vai se demitir

Camila Mattoso Ranier Bragon
Angra dos Reis (RJ)

Diferentemente do que vem repetindo, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) continua usando dinheiro da Câmara para pagar o salário de uma funcionária de gabinete que vende açaí na praia onde o deputado tem uma casa de veraneio.

A Folha visitou o local nesta segunda-feira (13) e comprou com Walderice Santos da Conceição, 49, um açaí e um cupuaçu, em horário de expediente da Câmara dos Deputados.

Ela afirmou que trabalha na loja, que leva seu nome, Açaí da Wal, todas as tardes, na pequena Vila Histórica de Mambucaba, a 50 km de Angra dos Reis.

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro – Ranier Bragon/Folhapress

Minutos depois de a reportagem se identificar e deixar a cidade, ela ligou para a Sucursal da Folha em Brasília afirmando que irá pedir demissão.

O nome de Wal foi citado no debate entre os presidenciáveis realizado pela TV Bandeirantes na última quinta (9). O candidato do PSOL, Guilherme Boulos, perguntou a Bolsonaro “quem é Wal?”.

Antes de se identificar como repórteres, a Folha conversou com Walderice na pequena loja de açaí onde ela trabalha. Ela chegou a comentar o debate da TV Band.

“Ele [Boulos] disse que o Jair tinha uma funcionária fantasma.” Em resposta à pergunta da Folha sobre quem era, Walderice afirmou: “Sou eu.”

Em janeiro, a Folha revelou a existência da funcionária fantasma. De acordo com pessoas da cidade, Wal, como é conhecida, também presta serviços particulares na casa de Bolsonaro, mas tem como principal atividade o comércio de açaí.

Ela figura desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete parlamentar de Bolsonaro, em Brasília, recebendo atualmente salário bruto de R$ 1.351,46.

Segundo moradores da região, o marido dela, Edenilson, presta serviços de caseiro ao deputado.

Depois da reportagem, o parlamentar passou a dar diferentes versões sobre a assessora. Primeiro, disse que buscou o endereço do local e viu que a “casinha” de açaí era da irmã de Walderice.

Em outra tentativa de explicar, disse que sua secretária de gabinete estava em período de férias na ocasião em que a Folha visitou o local na primeira vez. Essa foi a versão dada, por exemplo, na resposta a Boulos no debate da Band.

“A sra. Wal, sra. Walderice, é uma funcionária minha em Angra dos Reis. Quando a Folha de S.Paulo foi lá [em janeiro] e não achou, botou manchete no dia seguinte de que ela estaria lá fantasma. Só que em boletim administrativo da Câmara dos Deputados de dezembro ela estava de férias”, disse Bolsonaro no debate.

Na tarde desta segunda-feira (13), a reportagem esteve na loja duas vezes. Na primeira, sem se identificar como jornalista, momento em que o açaí e o cupuaçu foram comprados. Não há nenhum registro de férias de Walderice no momento.

Uma hora e meia depois, a Folha voltou e se identificou. A funcionária disse que não tinha nada a declarar sobre o assunto.

Nessa ocasião, Walderice deu a entender que não queria prejudicar o presidenciável.

“Eu não vejo o sr. Jair como vocês veem. O sr. Jair pra mim é uma outra pessoa. O sr. Jair é uma boa, o sr. Jair é meu amigo, o sr. Jair não é racista, a minha família é toda negra. O sr. Jair não é homofóbico.”

Questionado se Jair Bolsonaro deveria pagá-la com dinheiro próprio já que ela não exerce atividade parlamentar, de gabinete, mas trabalha na loja particular  de açaí, Walderice disse apenas: “Mas aí é uma coisa que cabe a ele responder”.

Folha insistiu em outra pergunta, que foi repetida por duas vezes: “A sra. recebe realmente esse dinheiro ou é seu marido que recebe?” Após um silêncio, ela afirmou: “Já falei, só comento sobre isso quando ele [Bolsonaro] falar que eu posso comentar.”

Segundo as regras da Câmara, a pessoa que ocupe o cargo de secretário parlamentar, o caso de Walderice, precisa trabalhar exclusivamente para o gabinete no mínimo oito horas por dia.

A reportagem entrevistou vários moradores nas duas ocasiões que esteve na cidade, que tem pouco mais de mil habitantes. A suposta atividade parlamentar da funcionária de Bolsonaro era desconhecida.

A Folha procurou a assessoria de Bolsonaro, que não havia se pronunciado até a publicação desta reportagem.

Para o Órgão Especial do TJ de São Paulo Juiz eficiente é do tipo ” Ctrl+C + Ctrl+V” , de baixo Q.I. jurídico e desurbano…( Depois ainda reclamam do excesso de recursos ) 2

PAUTA AMPLA

Órgão Especial combate ritmo “artesanal” e controvérsias no TJ de São Paulo

Por Thiago Crepaldi

...Um dos mais relevantes levou à aposentadoria compulsória de um juiz de 60 anos por baixa produtividade. O colegiado reconheceu que uma série de advogados, juízes e servidores o descreviam como cordial, atencioso e culto, mas concluiu que ele descumpria prazos e não era eficiente: produzia até 2015 a média de 33 sentenças por mês, tinha mais de 150 processos aguardando decisão por mais de cem dias e mantinha “tendência à prolixidade”.

Segundo o relator, desembargador Sérgio Rui, o próprio tribunal poderia responder por condescendência ou conivência se permitisse que o juiz continuasse em atividade. Para Amorim Cantuária, o juiz mantém prática antiga da magistratura, trabalhando em ritmo “artesanal”. “Hoje, infelizmente, a nossa produção tem que ser industrial”, disse durante o julgamento.

https://www.conjur.com.br/2018-ago-13/stj-garante-direito-apresentar-razoes-recursais-segundo-grau

https://flitparalisante.wordpress.com/2017/08/04/tempos-sombrios-o-juiz-de-direito-jose-antonio-lavouras-haicki-que-prolatava-suas-proprias-sentencas-em-vez-de-apenas-assinar-os-arremedos-da-serventia-e-cassado-pelo-tj-sp-sob-acusacao-de-ser-m/

Pelo edital de concurso da PM do Paraná o policial ideal deve ser PSICOPATA 4

Exigência de masculinidade em concurso da PM do Paraná causa revolta

  • Por Katia Brembatti – Gazeta do Povo
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Foto: Aniele Nascimento/Arquivo/Gazeta do Povo

O edital de concurso para cadetes da Polícia Militar – aberto recentemente, com previsão de salário inicial de R$ 9,5 mil – estabelece que os candidatos deverão se submeter a um teste psicológico para avaliar se se encaixam no critério de masculinidade. O anexo 2 traz o perfil profissiográfico esperado para atuar na função e prevê que, na característica de masculinidade, a pessoa tenha capacidade de “não se impressionar com cenas violentas, suportar vulgaridades, não emocionar-se facilmente, tampouco demonstrar interesse em histórias românticas e de amor”.

A Aliança LGBTI e o Grupo Dignidade emitiram nota conjunta questionando os termos do edital, considerados discriminatórios e machistas, além de incompatíveis com atitude adequada de integrantes da Polícia Militar. As entidades também apelaram ao bom senso da primeira mulher a governar o Paraná, Cida Borghetti (PP), e da primeira mulher a comandar a PM do estado, coronel AudileneRosa de Paula Dias Rocha, para que o edital seja revogado.

O concurso para cadetes da PM é um dos mais concorridos do Paraná. Estão em disputa 16 vagas – sendo 14 gerais e 2 para afrodescendentes. É aberto para ambos os sexos, mas com uma cláusula que condiciona até a metade das vagas para as mulheres. Ou seja, no máximo, oito mulheres serão chamadas, mesmo que tenham notas superiores às dos homens. Se ocorrer o contrário, com homens conseguindo notas mais altas do que as mulheres, não há limitação de vagas para eles.

Análise

A reportagem buscou informações com o Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) para esclarecer o conteúdo do edital. Mari Angela Calderari Oliveira, coordenadora de Comissão de Avaliação Psicológica, explica que alguns concursos públicos traçam um perfil profissiográfico, estabelecendo quais as características são essenciais para o bom desempenho da função. “Há uma descrição do cargo e quais as competências esperadas. Algumas são técnicas e outras são ligadas a aspectos cognitivos e afetivos”, conta.

A partir desse perfil estipulado, profissionais de Psicologia aplicam avaliações para averiguar se o candidato se encaixa. No caso do edital da PM, há, inclusive, complicações técnicas. “A gente não tem instrumento formal para avaliar o que é pedido no edital, com base em testes. Para concursos públicos, não é cabível que seja um critério subjetivo”, enfatiza.

Para além da parte técnica da aplicação do teste, Mari Angela também analisou o conteúdo do edital. “Aquilo que escrevem como masculinidade não tem a ver com o significado ou com o constructo do termo”, diz. Com vasta experiência na área, ela comenta que nunca tinha visto esse tipo de exigência em um concurso público. A psicóloga explica que ter um lado afetivo não impede, necessariamente, a ação do lado racional. Se o que se quer é que a pessoa tome decisões acertadas e que não se deixe levar pela emoção – e isso não tem relação com masculinidade”, resume.

Para a psicóloga, o edital concretiza ideias equivocadas do que espera de um policial. Mari Angela fez uma análise preliminar do edital e encontrou outras inconsistências. “Não dá para saber se um psicólogo participou da formulação. Algumas partes citam termos próprios dos manuais de avaliação, restritos aos psicólogos, mas outras partes não parecem ter qualquer tipo de critério profissional”, diz. Com base no que leu, ela diz acreditar que o edital deva ser modificado. O Conselho Regional de Psicologia deve se manifestar sobre o caso em breve.

Absurdo

Alexandre Salomão, presidente da comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), considerou as exigências do edital como discriminatórias e preconceituosas. “É um dos negócios dos mais absurdos que já vi na vida”, afirma. O advogado salienta que a capacidade de não se impressionar com cenas violentas nada tem a ver com masculinidade. “O policial não deve ser insensível, brutalizado, indiferente ao sofrimento humano”, complementa.

Para Salomão, o edital deixa transparecer que a corporação busca candidatos com perfil de maior de possibilidade de práticas violentas. “A pessoa não tem que ser agressiva para ser policial, deve ter preparo, saber lidar com situações de estresse”, acrescenta. O representante da OAB declarou ainda que espera que o edital seja revisto, contemplando a expectativa de uma polícia que atue na garantia de direitos.

A assessoria de imprensa do governo do Paraná foi procurada pela reportagem e informou que a PM é que deve se manifestar sobre o caso. Questionada, a assessoria de imprensa da PM declarou que deve divulgar um posicionamento nesta segunda-feira (13).

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Relato de um ex-tira demitido: O estereótipo de um estado falido, no mundo real constatei o quão insignificante é a Polícia Civil no dia a dia das pessoas…Tão tolerante com vagabundos e incompetentes… 63

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Eu jamais iria me manifestar, mas não pude me conter.

Graças a Deus, e isso agradeço todos os dias, que fui demitido pelo ANTONIO FERREIRA PINTO, o mesmo que demitiu 10% da Polícia Civil em 2 anos.

Na época fiquei sem chão, triste, pois tinha comigo que a Polícia era a última bolacha do pacote, era o máximo do máximo!

Me sentia o pica das galáxias.

No mundo real pude constatar como o ser humano é desprezível e como a sociedade brasileira é pilantra.

Também constatei o quão insignificante é a Polícia Civil no dia a dia das pessoas.

O povão nem sabe que existe Delegado Geral.

Infelizmente tive que ir em Delegacias comunicar crimes, por exigência do seguro e questões empresariais, e já com outros olhos, pude ver o quão deprimente e patética a Polícia Civil.

Vendo esses comentários de Investigadores chego ater pena, pois vivem na ilusão de que a Polícia é a melhor coisa do mundo e que detém o melhor emprego do mundo.

Devem ter mesmo, pois nenhum lugar é tão tolerante com vagabundos e incompetentes como a Polícia Civil,

É o lugar onde investigador nem sabe o que é Inquérito Policial, parece piada mas é verdade.

As pessoas que tem negócios ou fornece serviços e tem que trabalhar na periferia não se socorrem da polícia não, muito menos se propõe a aguardar 5 horas para fazer um B.O.

As pessoas procuram quem resolve, “quem vai para as idéias”, e aí se mostra a total falência do Estado. E tem idiota que acha que ganhar 4 mil na Polícias Civil é um bom negócio?

Não os culpo pois já pensei assim, era inseguro com relação ao mundo e tinha medo do incerto.

Hoje, agradeço a Deus por ter me tirado daquele lugar.

Escondo essa condição do meu passado e tenho até vergonha.

O povo odeia polícia!

E para finalizar: com coxinha só o essencial.

Tive o desprazer de ter que dialogar com alguns desses seres acéfalos, e todas as vezes os revelei o meu passado obscuro, alertando sobre como conheço os caminhos e a diferença entre um ex-policial e um policial é um pedaço de papel plastificado escrito “identidade funcional”.

Nada é apagado.

Nem o que se fez e nem o que se aprendeu, especialmente como fugir de piça e arrendondar. Enfim, é triste mas é cômico!

Acham que ser investigador é o melhor emprego do mundo!

Presta atenção: quando vocês saem de algum lugar as pessoas falam mal de você, e não é por inveja ou recalque, é por que você é o estereótipo de um estado falido.

E não estou escrevendo por recalque, em razão de não querer reintegração, ou qualquer baboseira dessa, pois não aceito viver como esses caras.

Passar a vida desse jeito.

Olha o orgulho do cara: Sou investigador! Sou tira! Não faço nada!

E antes que me esqueça: Estou de malas prontas para morar em outro país.

Graça a Deus fui demitido dessa merda.

Senhores investigadores fiquem com tudo para vocês!

Enfiem a Polícia Civil no …! A PM também e o PCC pode dominar o que quiser!

Foda-se toda essa merda!!

Estarei longe de vocês!!

Quem foi mais ligeiro?

Eu ou vocês?!!

Antes que digam que os ratos são os primeiros a abandonar o barco, nesse caso fica inaplicável essa comparação, já que os ratos não conseguem deixar as entranhas decompostas do sistema. Uma instituição que tem delegado seccional do litoral viciado em cocaína e que vendia cnh na terra da banana pode ser séria?

Investigadores cumpram fielmente as ordens desses exemplares servidores! Thats all folks idiot’s!

Escrito por : ex graças a Deus

A cúpula da Polícia Civil – em 2008, corporativista e corrupta – tentou calar-me , agora quem quer me calar são alguns policiais subalternos que propalam que expulsos e demitidos não gozam de credibilidade; pelo simples fato de eu não odiar quem assinou o decreto demissório: GERALDO ALCKMIN e ser contrário a BOLSONARO…( Mas para os policiais bolsonaristas o Alckmin fez única coisa boa: mandou pra rua o dono do Flit Paralisante…rs ) 17

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osmar

É Guerra: Cala A Boca Delegado! – Entrevista Da Semana

Roberto Conde Guerra, 50 anos,  foi delegado da policia civil paulista por 23 anos, serviu em diversas praças como região de Presidente Prudente,Registro, Capital, Diadema, Baixada Santista e  cidades das regiões de Campinas e Piracicaba.

Além de servidor público Doutor Guerra é também cidadão e exerce seu direito à livre opinião no blog Flit Paralisante. Doutor Guerra foi exonerado da policia civil paulista, ocorre que o delegado não bateu num aleijado e nem desviou verba publica, tampouco foi pilhado em ato de corrupção ou peculato, o crime de Roberto Conde Guerra foi se expressar demais. Tempos atrás o delegado teve sua casa invadida e o computador pessoal, além de documentos, apreendido, como se fosse um bandidão.
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O blog Flit Paralisante recebe milhares de visitas diariamente e a exoneração do autor só fez aumentar a audiência. A tentativa de calar o delegado ou -pior ainda- a retaliação por parte do governo paulista lembra a ditadura militar. Por sorte os atentados contra o delegado se restringem, o que não é pouco, ao cerceamento de direitos e ao dano moral.
 
Entrevista:
CQ? – Doutor Guerra, qual foi o motivo de sua exoneração?
 Doutor Guerra:  Fomos acusados de procedimento irregular de natureza grave, porque, no dia 30 de janeiro de 2008, teríamos dado repercussão a matéria do Jornal Nacional, da noite  anterior:

TERNOS VIRAM CASO DE POLÍCIA 

Ternos viram caso de polícia

Elegância masculina: uma reportagem especial de César Tralli, Robinson Cerântula e Willian Santos trata de calças e de paletós. E, por favor, não estranhe o fato de estarmos falando de moda, porque não é o caso. O caso é de polícia.

 Os jornalistas da Rede  Globo investigavam denuncias de superfaturamento de ternos; na matéria acusavam o diretor do DIRD de comprar 60 ternos por cerca de R$ 143,00 cada; repassados, mediante recibo de despesas com “operações sigilosas” ,  por R$ 300,00 aos policiais.
Publicamos a matéria agregada com comentários de nossa autoria: A CAIXA PRETA DA POLÍCIA CIVIL DENOMINADA “VERBA RESERVADA”
 
CQ?– Que tipo de dano o senhor sofreu com a exoneração?
Doutor Guerra:  Danos morais e danos materiais. O danos morais  por ser demitido tal como um bandido é imensurável. Materialmente perdemos mais de 23 anos de trabalho e contribuição para a previdência pública; deixando de receber salários pelos próximos anos e subsequentes proventos da aposentadoria. Caso trabalhássemos até completarmos 70 anos, nosso prejuízo alcancaria cerca de R$ 2.000.000,00 ( dois milhões de reais ). 
 
CQ?– O senhor entrou na justiça para pleitear a reparação dos danos que o estado lhe causou?
Doutor Guerra: Constituímos advogados com tal finalidade, mas ainda aguardamos recurso que foi encaminhado ao governador GERALDO ALCKMIN.
 
CQ?- Alguma entidade classista ou partido politico lhe prestou apoio?
Doutor Guerra: Apenas a ADPESP –  Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.
 
CQ?– Quais são os grandes problemas da segurança publica paulista hoje?
Doutor Guerra: Os mesmos dos últimos 40 anos: duas Polícias que competem entre si para manutenção de poder; não para melhor servir.  Pouco investimento no profissional de polícia. 
 
CQ?– Os delegados da ativa sentem-se a vontade para exercer suas funções?
 Doutor Guerra:Penso que não. Não há mínima tranquilidade e garantias para o exercício funcional digno.
 
CQ? – Existe ingerência no trabalho do policial civil paulista?
Doutor Guerra: Sim; sempre existiu. A Polícia é dirigida conforme as necessidades polítcas de ocasião.  
 
CQ?– A formatação do aparato policial atual é adequado para combater o crime?
 Doutor Guerra: Não; quer pela divisão da Polícia em dois órgãos  quer na dimensão dos quadros dessas duas Polícias. O quadro da Polícia Civil além de pequeno foi mal distribuído. E a resstruturação das Unidades e efetivos enfrenta resistências regionalizadas, pois importará no fechamento de dezenas de Delegacias em todo o Estado.
 
CQ?– Existe por parte da cúpula da policia transparencia e vontade efetiva de combater o crime organizado?
Doutor Guerra: Depende daquilo que se considere como  Organização Criminosa.
 Mas duvidamos que exista vontade de combater a criminalidade organizada enraizada na Administração Pública; que é exercida por meio de  partidos políticos e organizações acima de suspeitas. Vontade de combater o PCC todos tem, vontade de combater partidos de oposição alguns, vontade de combater o próprio governo ninguém tem.
 
CQ?– Na atual circunstancia o crime organizado inibe o trabalho policial?
 Doutor Guerra:O crime organizado na esfera da Administração Pública, inibe sim.
 
Sua mensagem a nossos leitores:
Fico muito honrado com a lembrança e com  a oprotunidade do Cidadão Quem.
 Muito obrigado a vocês; torçam por nós!
Muito obrigado aos meus queridos leitores do Flit Paralisante; eles que amo e respeito tanto por não terem esquecido de mim!
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