Previdência – BOLSONARO continua traição com a Policia Civil que ficará a mercê dos Governadores 25

Apadrinhamento de Maia a policiais enciuma Bolsonaro, que promete mudanças

Publicado em Economia

RODOLFO COSTA

Depois de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apadrinhar os policiais, o presidente Jair Bolsonaro determinou a adoção de regras especiais de aposentadoria para policiais federais e rodoviários federais. É o que afirmou nesta terça-feira (25/6) o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros. A ideia é apreciar a categoria com prioridade no estabelecimento de regras de transição para os novos integrantes.

O governo se comprometeu a rever a pensão por morte e a regra de transição. A ideia é devolver a pensão integral aos parentes dos policiais em caso de falecimento. A reforma da Previdência prevê, atualmente, o pagamento de 50%, mais 10% por dependente. Já a transição não é oferecida nem para idade, nem para o tempo de contribuição. “Em resumo, está sendo priorizada a categoria por uma regra de transição para um policial com idade igual a dos professores, que é 55 anos, e regras mais benéficas de cálculo e de tempo de contribuição para os futuros profissionais”, destacou Rêgo Barros.

O desconforto causado aos policiais, no entanto, continua presente. O governo sinalizou rever as aposentadorias apenas para policiais federais. Não há modificações previstas para os policiais civis. A sensação de representantes das categorias é de que as sinalizações do governo apenas foram feitas na pressa, sem a real preocupação de resolver os problemas.

Um risco presidencial em uma data em que os policiais organizam um “tuitaço”. A União dos Policiais do Brasil (UPB) promete pressionar o governo hoje por mudanças às regras de aposentadoria em redes sociais como Twitter e Instagram. Algumas hashtags devem ser destacadas, como #AposentadoriaPolicialNãoÉPrivilégio e #AposentadoriaPolicialÉDireito.

ARMA PARA O POVO TEM QUE TER CANO REDONDO E A MIRA ESMERILHADA – Caro Major Olímpio, com todo respeito e admiração , volte a defender os seus ideais…Sai fora do Bolsonaro, o amigo nunca precisou dele pra nada! 26

Resultado de imagem para major olimpio nervosoSenador Major Olímpio , lá por 1988, quando eu fui delegado na sua região , ou seja, nas cidades de Presidente Prudente, Narandiba , Sandovalina e Estrela do Norte, eu aprendi uma grande lição com um já antigo Delegado,  então titular de Pirapozinho…

Um dia ele me disse:

_ Guerrinha , quando algum amigo lhe pedir um porte de arma…Diga não, para o bem dele!

– Se for daqueles insistentes , assine o porte , mas primeiro leve a arma ao serralheiro e retire a massa de mira no esmeril .

Quando fizer a entrega do documento e do revólver ele ficará perplexo, explique-lhe : É PRA QUANDO O LADRÃO  ENFIAR NO TEU CU DOER MENOS! 

Vocês não acreditam, né?

Mas no dia 15 de novembro de 1988,  eu, pessoalmente , depois de perseguirmos um comerciante de Pirapozinho ( ao volante da nossa Parati um valoroso Cabo de Estrela do Norte que me fez cagar de medo de capotar aquela porcaria de carro ) , durante as buscas,  encontrei sob o banco do passageiro o revólver Taurus calibre 32 , com a mira esmerilhada, cujo registro e porte ( já vencido ) fora assinado pelo velho delegado de Pirapozinho…

Infelizmente, o nome da autoridade se perdeu nas minhas memórias…

Mas ainda guardo  em algum lugar dois registros de  armas compradas naquela cidade .

O dono do 32, um comerciante com certa influência na região, matou, pelas costas ,  o  amante da esposa.

E ainda tentou atropelar o Cabo Oliveira na estrada de Sandovalina!

Mandamo chumbo em cima da Saveiro e fomos em perseguição até o alcançarmos…

Não apanhou ( muito ) por ser aleijado de uma perna!

Major,

‘Derrubada do decreto das armas NÃO  é derrota para a população’

A população quer emprego , saúde , educação , moradia e a proteção dos órgãos policiais.

Ora, quem quiser poderá  comprar , na forma da legislação vigente,  armas de fogo para defesa pessoal e da propriedade.

Não há proibição; nunca houve!

O que o seu demagogo presidente quis foi impulsionar – talvez por interesses nada republicanos – o mercado armamentista…

Liberando armas típicas de combate para qualquer um , ainda que o individuo depois de comprar a arma nem sequer tenha um níquel para arcar com eventuais prejuízos a terceiros decorrentes do emprego da arma.

Arma de fogo , antes de tudo, deveria ser para quem possui idoneidade moral e financeira.

Essa conversa de que a democracia se faz com armas e votos É PSICOPATIA !

O Jair  está se lixando para a segurança do cidadão, assim como as polícias se lixam para a vida e patrimônio das pessoas !

Cujos membros quando surpreendem um cidadão honesto, honrado, de caráter , com a sua arma irregular por ter esquecido de renovar o registro, prontamente, sem dó nem piedade, algemam o infeliz  e o apresentam na delegacia,  submetendo-o ao suplício de um flagrante e de uma futura condenação.

Major , a população não tem segurança porque policiais como Vossa Excelência , em vez de protejer o povo , sempre se dedicaram a fazer papel de cão de guarda de políticos , pois é melhor ser segurança de Governador – como o Sr. foi do Capitão Fleury ( o nefasto  ) e, também,  dono de empresa de segurança para empresas do que varar noitadas na rua.

Vossa Excelência, com todo o respeito, está sendo a personificação da contradição ao criticar outros políticos que são contra o decreto, dizendo:

“Eu vi muitas pessoas dizendo que são contra, mas tem ou segurança privada ou de governo.

Isso caríssimo, não é uma coisa acessível para a maior parte da população. A política pró-desarmamento só deu certeza para bandido”…

Major,  comprar arma, pagar tributos , pagar despachantes, exames psicotecnicos , pagar curso de tiro  e comprar munição:  é acessível para a maior parte da população ?

Por fim,  defender a necessidade de armas para a segurança da população é decretar a falência e a desnecessidade de policiais. 

Por favor, renuncie, então,  aos seus proventos como policial aposentado ( reformado ) !

Defenda-se da PM –  12º Batalhão da PM de Botucatu/SP em vez de descobrir quem é o PM traficante pune o denunciante e proibe o acesso ao Flit Paralisante 6

Resultado de imagem para pm de botucatu

UM POLICIAL MILITAR DO 12 º BATALHÃO DA CIDADE DE BOTUCATU/SP NÃO É APENAS  TRAFICANTE, ELE É UM BANDIDO COMPLETO!

Além dos inúmeros tabletes de maconha que foram encontrados no interior do 12º BPM/I da cidade de Botucatu/SP no dia 1º de março, nesta semana a população ficou sabendo que junto aos tabletes de maconha também foram encontradas algumas armas e provavelmente placas de veículos.

A princípio, as rádios da cidade divulgaram apenas sobre os tabletes de maconha e provavelmente os repórteres ainda não tinham conhecimento sobre os demais objetos ilícitos que também foram encontrados.

O comando da PM identificou um casal de classe média que usou um orelhão telefônico de onde partiu a denúncia anônima que foi feita para a rádio Municipalista para que o fato fosse divulgado; mas o que há de errado em denunciar anonimamente um fato verídico?

O casal, que estava de viagem marcada para fora do Brasil, prestou depoimento para alguns oficiais e acabaram relatando que fizeram apenas um favor para um velho amigo capitão da PM lotado no mesmo 12º BPM/I.

Qual o interesse do comando da PM em saber quem levou os fatos ao conhecimento de uma rádio e a mando de quem?

Qual foi o crime que o casal cometeu? Nenhum!

Qual foi o interesse do capitão em orientar o casal de amigos para que fosse divulgado anonimamente o fato, sendo que a sua própria superior hierárquica mantinha sigilo para provavelmente prender o PM bandido?

Por que o comando teve interesse em identificar o casal e colher os depoimentos sendo que o próprio casal não cometeu nenhum crime?

Se houve algum crime por parte do casal, não seria competência da polícia judiciária esclarecer?

O comando já tinha conhecimento que o casal seguiu as orientações de um capitão PM?

Misteriosamente o capitão foi imediatamente transferido para uma outra cidade também comandada pelo mesmo CPI/7, mas até agora a população da cidade de Botucatu/SP não sabe quem é o PM bandido que guardava no 12ºBPM/I os tabletes de maconha, as armas e provavelmente algumas placas de veículos.        

Por que os PMs da cidade de Botucatu/SP estão evitando aparecer aqui no conceituado blog Flit Paralisante?

Sobre os tabletes de maconha, os fatos foram repassados, aqui no Flit, no dia 16 de maio de 2019.

https://flitparalisante.wordpress.com/2019/05/16/batalhao-de-botucatu-era-biqueira-concorrente-do-pcc-comando-da-pm-tenta-escamotear-a-ocorrencia-para-preservar-a-imagem-institucional-pode-governador-doria/

Apenas depois de 22 dias da divulgação, no dia 08 de junho, policiais militares reapareceram orgulhosamente em uma reportagem no jornal eletrônico Acontece de Botucatu divulgando um magnífico trabalho onde apreenderam um menor de idade que estava traficando drogas.

08 de junho

https://acontecebotucatu.com.br/policia/adolescente-e-apreendido-com-quase-500-porcoes-de-droga-na-regiao-da-vila-jardim/

De imediato, eu não poderia deixar de parabeniza-los e repassei a reportagem do jornal Acontece aqui no conceituado blog Flit Paralisante em um comentário dentro do tópico “PEC prevê a realização de exame toxicológico para policiais e bombeiros”.

05 de junho (05/06/2019)

https://flitparalisante.wordpress.com/2019/06/05/pec-preve-a-realizacao-de-exame-toxicologico-para-policiais-e-bombeiros/

Estranho, agora os policiais militares deixaram de revelar os seus nomes nas reportagens e sequer aparecessem nas imagens.

11 de junho

https://acontecebotucatu.com.br/policia/mulher-e-presa-pela-pm-com-crack-em-maco-de-cigarro/

12 de junho

https://acontecebotucatu.com.br/policia/forca-tatica-da-pm-flagra-ponto-de-trafico-no-marajoara/

Se combater o tráfico de drogas é um serviço tão bonito prestado por policiais, então não tenham vergonha pelo que um PM bandido fez.


Por que um Capitão da PM orienta um casal de amigos, às vesperas de viagem ao exterior ,  a fazer denúncia anônima sobre drogas e armas mantidas ilegalmente nas dependências do Batalhão ?  

Será que é praxe da PM primeiro identificar o denunciante para só depois investigar os seus membros? 

Com efeito,  um Capitão tendo medo de denunciar os crimes de seus pares e subordinados é sinal de que a instituição virou um covil de bandidos!

Ou será que o Capitão é o bandido do batalhão ?  

Enfim, defenda-se da PM! 

Como a resistência de uma corrente é tão forte quanto a de seu elo mais fraco , a credibilidade e moralidade de um órgão policial é igual à do seu membro mais vil! 

O crime de um é o crime de todos!

Previdência ameaça apoio das polícias Civil e Federal a Bolsonaro…( Instituição policial civil que apoiou Bolsonaro tem mais é que SIFU! ) 9

Previdência ameaça apoio das polícias Civil e Federal a Bolsonaro

Fonte: UOL

Data: 2019-06-18 00:00

Forte reduto do bolsonarismo, parte da polícia passou a olhar com desconfiança seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Pelo menos na Polícia Federal e na Civil e nas guardas municipais, o entendimento é que as propostas do governo da reforma da Previdência colocariam em risco a aposentadoria e as pensões de agentes de segurança, a ponto de estudarem abandonar seu alinhamento ao Palácio do Planalto, o que rendeu muitos votos nas eleições de 2018.

Nas últimas duas semanas, o mal-estar aumentou. No início do mês, quatro notas de entidades de classe acusaram o Palácio do Planalto de descumprir acordos para garantir às categorias os mesmos benefícios preservados para as Forças Armadas.

Embora menos numerosas que a Polícia Militar (PM), as categorias têm poder. Tocam os principais casos de corrupção no país, nos âmbitos federal ou estadual, e ainda policiam ruas de muitas cidades. As entidades estudam fazer operações “tartaruga” nos próximos dias, atrapalhando serviços essenciais à população, como atendimento em delegacias e policiamento de ruas.

Em outra ponta, a ideia é aumentar a quantidade de trabalho focando em investigações contra a corrupção.

Entidades cobram quebra de acordo

“O apoio concedido pela maioria dos operadores de segurança pública na eleição não será transformado num cheque em branco em prejuízo próprio”, diz trecho da nota publicada pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). O texto foi divulgado na semana passada junto com outras críticas semelhantes de mais três entidades de classe que narram suposta quebra de promessa: policiais civis (Cobrapol), policiais rodoviários federais (Fenaprf) e peritos da PF (APCF).

Eles dizem que haveria um acordo firmado com Jair Bolsonaro em 20 de maio para dar a eles os mesmos benefícios estendidos às Forças Armadas e aos policiais militares na reforma.

Consultada pela reportagem, a assessoria do presidente negou a existência dos acordos mencionados pelas entidades de policiais. A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), também disse que não há acordo.

“A um passo de perder todo o apoio”

Depois das queixas em público feitas pelos sindicatos, críticas ao presidente foram parar em grupos de WhatsApp de policiais, muitos deles eleitores do presidente, na semana passada. Em redes sociais abertas, também era possível ver charge de um caixão de policial guiado por Bolsonaro.

“Posso te garantir: o governo Bolsonaro está a um passo de perder todo o apoio da segurança pública do País, pois a aposentadoria policial é o único atrativo das carreiras dos operadores da segurança pública”, afirmou ao UOL  o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Luís Antônio Boudens.

Na última quinta, a comissão especial da reforma da Previdência na Câmara recebeu o relatório do deputado Samuel Moreira  (MDB-MG), relator da reforma. Era lá a arena que os policiais esperavam resolver os problemas enfrentados na equiparação com os militares (veja abaixo). “Ficou pior”, resume o presidente da APCF, o perito Marcos Camargo. “Piorou para todas as polícias”, completa André Gutierrez, diretor de mobilização da UPB (União dos Policiais do Brasil) e presidente da Cobrapol. A medida ainda atinge os 120 mil guardas municipais.

Gutierrez também afirmou ao UOL  que as categorias policiais podem abandonar o governo.

“Se for para romper com o Bolsonaro, vamos romper, porque ele rompeu com a gente”. André Gutierrez, diretor da União dos Policiais do Brasil.

Ele conta que há assembleias previstas para hoje (18) para definir se entram em uma espécie de greve, fazem operações tartaruga, manifestação ou “invasão em Brasília”. “Temos outros meios de fazer a polícia paralisar sem ser greve.”

“O sentimento é da mais profunda decepção, até porque a posição dele enquanto era deputado era completamente diferente da proposta enviada como presidente”. Clóveis Pereira, presidente da Federação Nacional dos Guardas Municipais (Fenaguardas).

 

O que eles querem?

Policiais federais e civis pedem os mesmos benefícios que militares terão na proposta de reforma da Previdência. Abaixo, exemplos do que está diferente e eles querem mudar:

Pensão para viúvas

– Para Forças Armadas e policiais militares: se o cônjuge morrer, viúvas terão pensão integral e vitalícia

– Para policiais federais e civis: benefício só valeria para mortes “em serviço”, e não “em decorrência do serviço”

– Para guardas municipais: não terão direito ao regime de PMs e Forças Armadas

Salário integral na aposentadoria

– Forças Armadas e policiais militares: terão aposentadoria com o último salário recebido integral

– Policiais federais e civis: precisarão trabalhar mais para terem direito ao mesmo benefício. Para sindicatos, texto não dá segurança

– Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Paridade salarial

– Forças Armadas e policiais militares: aumentos de salário aos funcionários na ativa serão concedidos também aos aposentados

– Policiais federais e civis: não terão esse benefício

– Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Regra de transição

– Forças Armadas e policiais militares: terão regra de transição para amenizar prejuízos com a reforma da Previdência

– Policiais federais e civis: não terão esse benefício

– Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Fonte: UPB, Fenapef, Cobrapol, APCF e Fenaguardas

Bolsonaro até brincou ao fazer acordo, diz sindicalista

O diretor da Fenapef, Flávio Werneck, disse que o próprio presidente não só combinou o acordo como fez uma brincadeira com ele quando o sindicalista mencionou um problema. “Ele olhou para Joice e disse: ‘Joice, vamos tratar de forma isonômica os militares e os policiais'”, narra o sindicalista. Gutierrez confirma: “Ele [Bolsonaro] determinou que a Joice e o Vítor Hugo colocassem nossas emendas no relatório do relator”.

Pelo texto da reforma, se um soldado do Exército e um agente da PF, ambos com 27 anos, morrerem na fronteira na mesma operação, uma viúva terá pensão integral por toda a vida e a outra, apenas 43% do salário do falecido durante quatro meses. Ao ouvir isso, Bolsonaro teria brincado com Werneck: “Você está preocupado é com o Ricardão, né?”.

“Não foi feito acordo nenhum”

Na tarde de ontem (17), a assessoria de Jair Bolsonaro negou a existência do acordo que os policiais dizem que o presidente da República teria feito com eles. “Não houve acordo”, afirmou ao UOL. “O presidente recebeu as categorias, recebeu as demandas e encaminhou ao relator para o Congresso analisar a questão, já que a PEC está tramitando lá”, continua.

Apesar de o Palácio responsabilizar o Congresso por mudanças que beneficiariam os policiais, na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou os parlamentares que fizeram isso em relação a outras categorias.

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) confirmou a explicação do Palácio sobre os agentes de segurança. Disse que os termos tratados foram outros. “Não foi feito acordo nenhum”, refutou a líder do governo em conversa com o UOL no plenário da Câmara na tarde de terça-feira (11). “O presidente falou: ‘Veja esse negócio aí e fale com o relator’. Eu falei na reunião que não posso me comprometer sem fazer conta de quanto custa”, afirmou.

“O presidente falou que é simpático e que quer que coloque eles lá. O que foi acordado? Vamos fazer contas para ver o que dá”. Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo.

A deputada destacou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava na reunião, analisa os pedidos. E que recebeu retorno do governo de “dá para trabalhar” na questão da pensão por morte integral para as viúvas e na aposentadoria com salário completo. Outra mudança possível seria reduzir o tempo de serviço em atividades policiais para se garantir o benefício previdenciário.

O líder do governo no Senado, Major Olímpio, não estava na reunião de 20 de maio. Mas disse que é preciso saber se esse acordo não existiu mesmo. “Pega os vídeos de eu gritando com ela aqui”, disse ele, em referência a bate-boca com Joice em que o senador acusou a deputada de não cumprir acordos feitos com representantes das forças de segurança.

Olímpio diz entender que manter o apoio dos policiais ao Palácio é uma questão a ser analisada. “Sempre é uma preocupação porque sempre foi um apoio muito forte do Jair Bolsonaro e de todos os nós, e não creio que a ideia seja gerar insatisfação com as categorias”, destacou o senador.

Depois da apresentação do relatório de Samuel Moreira, o deputado Capitão Augusto (PR-SP), tentou articular uma mudança favorável aos policiais. Interlocutor do governo, o capitão da Polícia Militar não vê resistências em sua categoria ao governo. Mas luta para que os policiais civis, federais e rodoviários consigam os mesmos direitos que as Forças Armadas tiveram. “Vamos ver”, contou ele ao UOL.

A ideia é tentar apresentar um destaque na votação do relatório na Comissão Especial da Câmara. Ainda não há data para essa votação.

O tamanho da tropa

Polícia Federal: 10 mil

Polícia Civil: 120 mil

Guardas municipais: 120 mil

Polícia Militar: 428 mil

Forças Armadas: 359 mil (222 mil no Exército, 65 mil na Marinha e 72 mil na Aeronáutica)

Fontes: Governos Estaduais, Ministério da Justiça, Cobrapol, Fenapef, Fenaguardas Ministério da Defesa

COBRAPOL – DIA NACIONAL DE PROTESTO, a ser realizado em todas as unidades da federação no dia 25 de junho de 2019 8

A COBRAPOL, inconformada com o tratamento de descaso dispensado aos Policiais Civis do Brasil e aos operadores de segurança pública em geral, no relatório à PEC 06/2019, apresentado pelo Deputado Samuel Moreira, CONVOCA as entidades filiadas para confirmarem a realização da assembleia geral extraordinária do dia 18 de junho de 2019 (terça-feira) com o objetivo de deliberarem e confirmarem as seguintes ações a serem tomadas em relação a esta proposta de reforma da previdência.

1- DIA NACIONAL DE PROTESTO, a ser realizado em todas as unidades da federação no dia 25 de junho de 2019.

2- MANIFESTAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA CONTRA A PEC 06/2019, a ser realizada em Brasilia no dia 02 de julho de 2019.

O momento é agora e o tempo esta correndo.

Brasilia 14 de junho de 2019

ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ
COBRAPOL

“QUEM NÃO SE INFORMA, SE CONFORMA, COM QUALQUER REFORMA.”

Lava Jato recuperou cerca de 12 bilhões fazendo o Brasil perder 1 trilhão…Era preferível o PT e PSDB trabalhando, roubando e dividindo do que os Bolsonaros vagabundeando , fazendo rachadinha com o laranjal e perseguindo desafetos e minorias hipossuficientes 19

Com dívidas de R$ 98,5 bilhões, Odebrecht pede recuperação judicial

Grupo, que já chegou a ter 193 mil funcionários, enfrenta crise desde a deflagração da Lava Jato

Raquel Landim Julio Wiziack
São Paulo e Brasília

A Odebrecht S.A. protocolou nesta segunda-feira (17), na Justiça de São Paulo, o maior pedido de recuperação judicial da história brasileira. Com dívidas que chegam a R$ 98,5 bilhões, a solicitação supera a da Oi, que chegou a R$ 65 bilhões —valores da época.

Compõem o pacote R$ 51 bilhões em débitos diretamente sujeitos à recuperação judicial e R$ 14,5 bilhões extraconcursais —que possuem garantias extras, como as ações da Braskem—, além de R$ 33 bilhões em dívidas com empresas dentro do grupo.

A recuperação envolve 21 empresas do grupo, incluindo a holding ODB e a Kieppe, que congrega a participação da família Odebrecht.

As maiores companhias operacionais —OEC (construção civil), OR (incorporação imobiliária), Enseada (estaleiro), Ocyan (petróleo), Odebrecht Transport (infraestrutura) e Braskem (petroquímica)
— não fazem parte do pedido.

Fundado em 1944, o grupo baiano —que chegou a faturar R$ 132 bilhões e empregar 193 mil pessoas— enfrenta dificuldades desde a Lava Jato.

As investigações da operação revelaram esquema de corrupção em que executivos de empresa pagavam propinas a políticos e funcionários públicos. A crise atingiu o grupo num momento de alto endividamento. Entre 2008 e 2015, a dívida total das empresas da Odebrecht subiu de R$ 18 bilhões para R$ 110 bilhões.

“Diante do vencimento de diversas dívidas, da ocorrência de fatos imprevisíveis e dos recentes ataques aos ativos das empresas, a administração da ODB, com autorização do acionista controlador, concluiu que o ajuizamento da recuperação judicial se tornou a medida mais adequada para concluir o processo de reestruturação financeira”, informou a Odebrecht em nota.

Com R$ 22,8 bilhões a receber, os bancos públicos estão entre os principais credores. O BNDES encabeça a lista, com R$ 10 bilhões —R$ 7 bilhões concursais e R$ 3 bilhões extraconcursais (com garantia de ações da Braskem).

Em seguida vem o Banco do Brasil, com R$ 7,8 bilhões —R$ 4,8 bilhões concursais e R$ 3 bilhões extraconcursais. Depois, Caixa e FI-FGTS, com R$ 5 bilhões de dívida —sem garantia em ações da Braskem.

Os bancos privados, que emprestaram dinheiro para o grupo mais recentemente, foram mais eficientes e conseguiram colocar todas as suas dívidas como extraconcursais: R$ 4,4 bilhões do Bradesco, R$ 3,5 bilhões do Itaú e R$ 500 milhões do Santander.

Isso os deixa em uma situação mais confortável, embora as ações da Braskem tenham se desvalorizado significativamente depois que a holandesa LyondellBasell desistiu de fatia da Odebrecht na companhia. É provável que os papéis já não cubram mais todas as dívidas que garantem.

Segundo fontes próximas à empresa, a Odebrecht preferia ter feito uma negociação amigável com os bancos, mas estes foram surpreendidos com o pedido de recuperação da Atvos. Viram nessa medida uma maneira de a Odebrecht evitar a renegociação e partir para a recuperação judicial de todo grupo.

Logo da Odebrecht
Logo da Odebrecht – REUTERS

Isso porque, caso os bancos executassem dívidas vencidas, acionariam o gatilho das garantias cruzadas, arrastando todo o grupo para a vala da recuperação.

Foi o que fez a Caixa. Sob a gestão de Pedro Guimarães, executou duas dívidas já vencidas: R$ 650 milhões no Itaquerão (estádio do Corinthians) e R$ 250 milhões no centro administrativo Centrad (DF).

No pedido protocolado na Justiça, a Odebrecht argumenta que a Braskem é hoje o carro-chefe dos seus negócios e que a empresa precisa ser protegida para que a recuperação seja bem-sucedida. Por isso, pede, em caráter de urgência, o bloqueio de qualquer execução de ações da Braskem.

Em 2018, a Braskem gerou 79,4% das receitas do grupo Odebrecht e pagou R$ 5,5 bilhões em dividendos aos acionistas —R$ 2,1 bilhões para empresas do grupo. A Petrobras também é sócia da empresa.

Outro credor importante são os detentores de bônus no exterior, que chegam a R$ 12 bilhões. Esses papéis entraram na recuperação judicial porque foram emitidos por uma empresa chamada OSL, que é diretamente ligada à holding ODB. No entanto, como são garantidos pelo braço de construção do grupo, a OEC, haverá uma negociação separada.

A partir do momento em que o juiz aceitar o pedido, a Odebrecht terá 60 dias, prorrogáveis por mais 30, para propor um plano de recuperação aos credores. A empresa vem sendo assessorada por Eduardo Munhoz, do escritório Munhoz Advogados, e por Ricardo Knoepfelmacher, da RK Partners.

Conforme apurou a reportagem, o objetivo é deixar nas empresas operacionais apenas as dívidas que elas têm condição de pagar e colocar todo o demais sob o guarda-chuva das holdings. Essa dívida “extra” seria quitada num prazo longo com a venda de ativos e os dividendos gerados pelas próprias companhias.

A estratégia é arriscada, pois depende da venda de ativos, incluindo a participação na Braskem, e da recuperação da economia brasileira. Desde que foi atingido pela Lava Jato, o grupo fez melhoras de governança e vendeu R$ 7,2 bilhões em ativos, mas ainda não conseguir se desfazer de participações importantes, como a usina de Santo Antônio (RO).

A Odebrecht S.A. decidiu não incluir os valores devidos nas multas de seus acordos de leniência no processo de recuperação. Em dezembro de 2016, comprometeu-se a pagar R$ 3,83 bilhões para o Ministério Público Federal no Brasil, para o Departamento de Justiça nos EUA e para a Procuradoria-Geral na Suíça.

​Em julho de 2018, outros R$ 2,72 bilhões foram empenhados com a Controladoria Geral da União e com a Advocacia-Geral da União. Os prazos já são bastante longos, respectivamente, 23 e 22 anos. Ainda assim, a empresa precisa negociar com as autoridades condições mais favoráveis.


 

O brasileiro chorará  sangue em razão das inconsequencias dessa Lava Jato!

Para se prender um presidente e alguns políticos MATARAM A GALINHA DOS OVOS DE OURO!

Mataram O BRASIL!  

Atitude covarde e fradulenta de capitão da PM que agrediu e acusou falsamente Defensor Público…( Eis a fórmula PM de fazer inimigos e tomar 30 tiros ! ) 10

“Não agredi, não cuspi na cara, não desacatei policial”, diz defensor preso

Defensor público é detido em ato contra a reforma em SP

UOL Notícias

Eduardo Militão

Do UOL, em Brasília

16/06/2019 21h16

O defensor público Rafael Português, 39 anos, preso e algemado quando trabalhava acompanhando manifestações contra a reforma da Previdência em São Paulo, na sexta-feira (14), negou ao UOL ter agredido policiais. Segundo ele, um policial militar, chamado capitão Mozart, é que tentou sufocá-lo. O defensor afirmou ainda que, com empurrões, o PM o impediu de fazer seu trabalho de acompanhar uma abordagem de um morador de rua.

Mozart, segundo Português, é o policial que aparece no vídeo divulgado pelo UOL no sábado agarrando Português e acusando-o de agredir PMs. O defensor nega. “Não agredi nenhum policial, não cuspi na cara de ninguém, não desacatei nenhum policial, não resisti a nenhuma ordem policial”, disse ele à reportagem por meio de mensagens de áudio e de texto encaminhadas por WhatsApp.

De acordo com ele, os momentos pelos quais passou mostram que “há vários casos” semelhantes. “No nosso cotidiano de atuação recebemos diversos relatos de presos que não são apresentados imediatamente, ficam incomunicáveis durante horas, sem saber o motivo de sua prisão ou mesmo contato com qualquer pessoa”, afirmou ao UOL.

Ele afirma ter observado “evidentes violações ali”. “Abuso de autoridade, sabe? O tratamento degradante de me deixar, durante horas, de forma desnecessária dentro da viatura. Acho que também a responsabilização pelos tiros indiscriminados contra os manifestantes.”

Português não aceitou ser entrevistado pelo UOL por ligação telefônica. No entanto, no domingo (16), mandou as mensagens por meio da assessoria de imprensa da Associação Paulista de Defensores Públicos (Apadep).

Defensores públicos costumam acompanhar manifestações de rua para prevenir e impedir cenas de violência por parte de militantes e forças de segurança. “Bom deixar claro que eu estava no exercício da minha função. A todo momento, eu me identifiquei como defensor público.”

Segundo Português, durante as manifestações contra a reforma da Previdência, ele observou que policiais abordavam um morador de rua perto da praça do Ciclista, na avenida Paulista, por volta das 19h30 de sexta-feira (14).

“Estavam derrubando a sacola dele, virando a sacola dele”, afirma. “Disse que acompanharia a abordagem. Imediatamente, o policial disse que era para eu sair dali. Eu não saí.” Na sequência, o capitão teria dado empurrões no defensor.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado horas depois no 78º DP (Jardins) pelos policiais, o morador de rua era foragido da Justiça, conforme pesquisa da PM nos sistemas de mandados de prisão em aberto. No entanto, até agora ninguém revelou o nome desse suposto foragido. A polícia alega que o morador de rua fugiu no meio da confusão. Português afirma que os agentes jamais trataram de qualquer suposto mandado de prisão. “Em nenhum momento eles me informaram que o rapaz estava foragido”, contou à reportagem.

A reportagem do UOL procurou a Secretaria de Segurança Pública na noite de domingo sobre as declarações do defensor, mas não obteve resposta até a publicação. O texto será atualizado assim que houver posicionamento.

Veja o que a Secretaria de Segurança Pública disse no sábado

Agressões aconteceram em três momentos, relata

O defensor disse que foi agredido com empurrões quando estava perto do morador de rua, na parada de ônibus que aparece no vídeo e ao tentar fugir do carro da polícia. Ele diz que tentou fugir porque os PMs não o apresentavam para o delegado do 78º DP. Ele teria ficado mais de uma hora algemado no carro policial. Assim que conseguiu falar com o delegado, as algemas foram removidas. Ele só saiu da delegacia às 2h30 de sábado (15), de acordo com a Apadep.

Rafael Português fez exame de corpo de delito no sábado. De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, ele responde por desacato, lesão corporal e fuga de pessoa presa. O defensor, no entanto, diz que ele já é considerado “vítima” na investigação.

O defensor público geral de São Paulo, Davi Depiné, afirmou que vai acionar o comando da PM e a Corregedoria da corporação na segunda-feira (17). “O colega foi indevidamente algemado e levado preso a um distrito policial, em condições absolutamente inadequadas em relação à sua dignidade”, diz.

Leia os principais trechos do relato de Português sobre o que aconteceu:

“Bem, eu estava no final da manifestação, na parada ali da praça do Ciclista. De repente, eu percebi um morador de rua sendo abordado. Estavam derrubando a sacola dele, virando a sacola dele. Eu me dirigi até lá. Chegando lá, me identifiquei como defensor público e disse que acompanharia a abordagem. Imediatamente, o policial disse que era para eu sair dali. Eu não saí. E perguntei ao cidadão o que tinha acontecido quando, de repente, um dos policiais sai e retorna com o comandante da guarnição, o capitão Mozart, com os dois braços no meu peito, gritando “Sai daqui”, me empurrando. E tentando impedir ali que eu tivesse contato ou me aproximasse da pessoa que estava sendo abordada.

Após o policial capitão me empurrar, vários policiais, por determinação dele, partem para cima de mim. Eu caio no chão. Tento me proteger. Várias pessoas que estavam ali no local começam a protestar, gritar, me apoiar, pedindo para a polícia parar. Eu consigo pegar na grade do vão da Paulista. Eles ficam me chacoalhando, me puxam pela calça. Tentam me dar uma gravata ali. Nisso, vários policiais começam a atirar bombas de efeito moral e balas de borracha nas pessoas. Os policiais não conseguem me tirar dali da grade. Quando os policiais desistem de me tirar dali da grade, eu vou direto ao ponto de ônibus tentar buscar abrigo.

Em nenhum momento eles me informaram que o rapaz estava foragido. Eu me apresentei como defensor público para saber qual o motivo da prisão. Mas eles não disseram. Então, comecei a ser agredido justamente para não manter contato com o averiguado. Só consegui perguntá-lo se gostaria que eu acompanhasse sua detenção. Lembro que o averiguado ainda ficou no local no momento em que tentavam me tirar dali usando a força.

Eu saio andando calmamente em direção ao ponto de ônibus ali da praça do Ciclista, quando sou novamente abordado. Imediatamente, eu levanto os braços e, quando percebo que vou ser puxado novamente, que vou ser retirado dali, eu abraço a pilastra, a coluna do ponto. O policial, esse capitão Mozart, novamente pressiona meu pescoço tentando me sufocar para que eu consiga soltar da pilastra. Algumas pessoas da imprensa aparecem. Eu novamente digo que sou defensor público, que o que está acontecendo ali é arbitrário, é responsabilidade do policial. Ele começa a inventar que eu teria agredido ele. Eu até questiono quem agredi. Ele diz que é desacato, desobediência, enfim… mas as acusações não têm nenhum fundamento.

Depois, quando um sargento, um outro policial se aproxima de mim, conversa comigo, fala que vai guardar minha bicicleta e meu material de trabalho, que estava ali comigo, eu aceito ir com os policiais. E, imediatamente, sou algemado, colocado dentro da viatura. Fico incomunicável. Eles fecham a viatura, sem ar condicionado, sem nada, sem ventilação. Passa a comissão da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil], que estava acompanhando a manifestação. Eu tento contato e eles impedem meu contato com essa comissão. Em seguida, eu tento chacoalhar o veículo e tento fazer barulho para que as pessoas percebam onde eu estou. Quando os advogados começam a procurar onde eu estou, eu sou retirado dali e encaminhado para a delegacia dos Jardins.

Fico algemado mais de uma hora na viatura. Não sou apresentado à autoridade policial. Eles estacionam a viatura na delegacia, mas não me apresentam à autoridade policial. Lá, sou deixado ali. Peço para retirar as algemas. Não retiram as algemas. E, quando eu percebo que eles novamente vão fechar a viatura para me tirarem dali e eu não ser apresentado ao delegado, eu saio da viatura. Ela estava com o capô aberto. Os policiais me agarram e novamente me agridem tentando me colocar dentro da viatura. Um, inclusive, dá um “mata-leão” tão forte que um dos policiais pede para ele parar.

Eu começo a gritar para as pessoas que estão na rua, tentando chamar a atenção para o que está acontecendo. Surge uma policial civil que, vendo aquela cena, imediatamente determina que eu seja apresentado à autoridade policial. Durante esse momento em que eles tentam me [inaudível], eles apertam ainda mais a algema, né? Aí, sou apresentado à autoridade policial, que retira minhas algemas, diante do relato confuso dos policiais ali. Diz que eu não estou preso. Já deixa eu ficar numa sala esperando e devolve meu celular. É quando eu entro em contato com meus familiares e com os defensores, que depois vão lá acompanhar a ocorrência no local.

Bom deixar claro que eu estava no exercício da minha função. A todo momento, eu me identifiquei como defensor público. Desde o primeiro momento, eu falei que era defensor público. Quando eu fui algemado, falei que era necessário comunicar o defensor público geral [Davi Depiné]. Tentei contato com a comissão da OAB, o que impediram. Não me apresentaram à autoridade policial. E é importante dizer: não agredi em nenhum momento nenhum policial, não cuspi na cara de ninguém, não desacatei nenhum policial, não resisti a nenhuma ordem policial. Eu tentei me proteger a todo momento. Me agarrei na grade, me agarrei no pilar. Quando conversaram, disseram que iam cuidar do meu material de trabalho, da minha bicicleta, aceitei ser conduzido. Fui novamente agredido na delegacia. As imagens da própria delegacia vão comprovar as agressões que sofri, o ‘mata-leão’ que sofri.

E a Defensoria Pública já se manifestou que irá buscar responsabilização pelas evidentes violações que houve ali… Abuso de autoridade, sabe? O tratamento degradante de me deixar, durante horas, de forma desnecessária dentro da viatura. Acho que também a responsabilização pelos tiros indiscriminados contra os manifestantes. E toda a situação terá que ser apurada. Na própria ocorrência, já consto como vítima. Hoje eu já fiz o exame de corpo de delito. E acho que todas as ocorrências desse dia terão que ser apuradas. As pessoas, responsabilizadas. As associações nacional e estadual estão empenhadas nisso, a Defensoria Geral, a Comissão Nacional dos Defensores Públicos para que a gente possa encontrar os responsáveis por essa situação que ocorreu no dia 14.

Podemos presumir que há vários casos, porque no nosso cotidiano de atuação recebemos diversos relatos de presos que não são apresentados imediatamente, ficam incomunicáveis durante horas, sem saber o motivo de sua prisão ou mesmo contato com qualquer pessoa. A lei e os tribunais determinam que o uso de algemas somente deve ocorrer em situações excepcionais, como em casos de resistência. Mas o cotidiano forense demonstra que o respeito a esta regra não é sempre observado. O meu caso é mais uma prova disso, pois as imagens mostram que não resisti à ação policial e, ainda assim, fiquei indevidamente algemado, e por tempo excessivo.”

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/06/16/entrevista-defensor-publico-preso-algemado-manifestacao-previdencia.htm


Tem PM que parece ter orgasmo ao subjugar gente fisicamente mais fraca e depois mentir deslavadamente , mas quando dão de cara com a morte se cagam e se mijam de terror!

Governador João Doria demonstrando humildade e grandeza convida o coronel Castilho ao Palácio Bandeirantes: “Estamos juntos!” 11

Um dia depois de mandar um coronel da PM desligar o celular durante uma reunião com mais de sessenta oficiais, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chamou o subordinado ao Palácio dos Bandeirantes.

Em novo vídeo, o tucano afirma que o coronel Castilho, que atua na área de inteligência da corporação e possui 35 anos de Polícia Militar, estava, na verdade, registrando a sua fala, não mexendo no aparelho.”A situação está superada e é importante que o senhor continue acreditando na Polícia Militar”, afirmou o policial. No fim, Doria diz: “Estamos juntos”.

Para Bolsonaro a bíblia com as suas mentiras e fraudes está acima da Constituição – Ministro evangélico tem é que sentar na bíblia; não em processo do STF 14

Bolsonaro diz que decisão do STF vai dificultar emprego a homossexuais

Marcos Corrêa/PR

 

Presidente Jair Bolsonaro participa de café da manhã com jornalistas Imagem: Marcos Corrêa/PR

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

14/06/2019 11h17Atualizada em 14/06/2019 11h46

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou hoje que a decisão tomada ontem pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que equiparou a homofobia ao crime de racismo, prejudica os próprios homossexuais e entra na esfera penal. A afirmação foi feita em café da manhã com jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto.

“O STF entrou na esfera penal, estão legislando agora. E essa decisão prejudica os próprios homossexuais. A decisão do Supremo, com todo respeito aos ministros, foi completamente equivocada”, afirmou.

Para exemplificar seu pensamento, Bolsonaro afirmou que um homossexual agora poderá ter mais dificuldade em arranjar um emprego, pois o patrão ficará receoso ao ser acusado falsamente de racismo se o futuro funcionário for demitido um dia. Para Bolsonaro, a decisão do Supremo cria, inclusive, uma “cisão de luta de classes”.

Presidente defende Bíblia em decisões do STF

Ao tratar do tema, Bolsonaro voltou a defender um ministro evangélico no Supremo, mas negou querer misturar política e religião.

Na avaliação do presidente, um ministro evangélico poderia se contrapor à criminalização da homofobia com base em trechos da Bíblia e, se visse que sua posição estava perdendo, pedir vista – mais tempo para analisar o processo – e, então, “sentar” em cima do processo. Ou seja, não permitir que o caso voltasse a ser julgado num futuro próximo. “Não custa nada ter alguém lá”, falou.

Ao criticar a instituição, Bolsonaro afirmou que a eficiência de um país pode ser medida pela quantidade de leis. Em seguida, em nova referência à decisão de ontem do Supremo, disse que a convivência do país com a instituição está se tornando “insuportável”.

Questionado sobre a possibilidade de o ministro da Justiça, Sergio Moro, ser indicado a uma vaga do Supremo, Bolsonaro disse haver uma “possibilidade muito grande” e voltou a defender que o tribunal tenha alguém com o perfil de Moro.

Ele não cravou, porém, que indicará o ministro na próxima vaga que surgir no STF, em 2020.

Decisão no Supremo foi por 8 a 3

O STF aprovou ontem à noite a aplicação da Lei do Racismo para punir casos de homofobia. A decisão começa a valer uma semana após a publicação da ata do julgamento, o que só deve ocorrer no fim do mês.

Trata-se de uma decisão provisória: o texto aprovado diz que a decisão de hoje vale enquanto o Congresso cria leis específicas para o tema – e não há previsão para que isso aconteça.

Os ministros entenderam que a Lei Nº 7.716/89, que define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, também deve ser aplicada a quem praticar condutas discriminatórias homofóbicas e transfóbicas.


Constituição Federal de 1988

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

– construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II – garantir o desenvolvimento nacional;

III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

 

 

 

Polícia Civil comprada ou vendida – Policiais atabalhoados invadem residência de colega da mesma Seccional! Derrapagem fenomenal macula ainda mais a imagem da combalida Polícia Civil Paullista 19

Policiais atabalhoados invadem residência de colega da mesma Seccional! Derrapagem fenomenal macula ainda mais a imagem da combalida Polícia Civil Paullista

Guerra, corre a passos largos nos grupos policiais e afins que policiais desastrados de distrito policial da zona sul, invadiram, a pretexto de capturar matador do ator da novela juvenil Chiquititas e seus pais, destruíram residência de colega da mesma Seccional, sem os devidos cuidados jurídicos. Mesmo com a afirmação de filha menor que o pai era policial civil, deram cabo a empreitada circense. Poderia, por favor, dar visibilidade à essa notícia. Obrigado!

Seccional de Santo Amaro em vez de se preocupar com a corrupção e criminalidade lavra BO de Difamação contra a Najila…A Polícia Civil não é comprada: SEMPRE FOI VENDIDA por alguns chefes, mesmo! 19

Polícia registra BO de difamação contra modelo que acusa Neymar

Najila Trindade teria feito declarações contra o trabalho da corporação

Alfredo Henrique
São Paulo

A Polícia Civil registrou um boletim de difamação, na noite desta terça-feira (11), contra Najila Trindade Mendes de Souza, 26 anos, por conta de declarações feitas pela modelo à imprensa sobre os trabalhos da corporação, no caso em que ela acusa o jogador Neymar de estupro.

A modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa o jogador Neymar de estupro, durante entrevista ao SBT – SBT/Reprodução

Segundo boletim de ocorrência, feito pela 6ª Delegacia Seccional de Santo Amaro, o delegado José Fernando Bessa teve ciência das declarações da modelo, ao assistir entrevista concedida por Najila ao jornalista Roberto Cabrini, do SBT.

A modelo afirmou ao entrevistador que “a polícia [Civil] é comprada” após ser questionada sobre o suposto furto de um tablet, no apartamento de Najila, onde haveria um vídeo que prova a acusação que ela faz contra o atleta.

O jornalista afirma, em um trecho da entrevista, que a polícia encontrou digitais somente da modelo e da empregada dela no apartamento supostamente arrombado. Na sequência, Najila afirma: “É, mas a polícia está comprada né? Ou não? Ou eu estou louca?”.

Por conta dessa declaração, o delegado da 6ª Seccional registrou o boletim de ocorrência contra a modelo.

“Desta feita, analisando o teor das declarações de Najila à imprensa, sobretudo quando questionada acerca das digitais colhidas na porta de seu apartamento, verifico ter sido maculada não só a honra da Polícia CIvil como instituição […], mas, sobretudo a honra objetiva dos servidores lotados no IIRGD [Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt], responsáveis pela coleta do material papidatiloscópico [digitais]”, diz trecho do documento policial.

O delegado acrescenta no boletim que um ofício será encaminhado ao instituto que coletou as digitais no local do suposto furto. “Caso sintam-se [os peritos] atingidos em sua honra, apresentem eventuais representações [contra a modelo]”, diz trecho.

Em nota o Sindpesp Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de SP) e a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de SP) repudiam as declarações da modelo.

“Antes de mais nada, reafirmamos nossa solidariedade a toda e qualquer vítima de violência de gênero e o compromisso da Polícia Civil do Estado de SP em combater com rigor este tipo de crime. Todavia, não podemos tolerar que ilações sem qualquer fundamento venham a macular a honra de policiais e a imagem de toda uma instituição”, diz trecho do pronunciamento público.

Resposta

O advogado criminalista Cosme Araújo, de Ilhéus (BA), novo defensor designado pela modelo, falou por telefone com a reportagem afirmando ser ainda “pré-candidato” a defensor da modelo. Por conta disso, disse que não pode se manifestar sobre o caso, como advogado de Najila.

No entanto, ele ponderou, pessoalmente como criminalista, que a modelo em nenhum momento afirmou nada contra a Polícia CIvil. “Ela não os acusou [policiais durante entrevista à TV] de crime. Se analisar a matéria [entrevista ao SBT], ela não afirma nada, ela interroga. Só pratica o crime, quem pratica uma ação, ou ilação. Ela perguntou, então ‘eles foram comprados, né?’”, justificou.

Araújo acrescentou que sua provável cliente está em depressão e que concedeu a entrevista sob efeito de medicamentos calmantes e antidepressivos.

Caso ele for contratado para o caso, garantiu que, até segunda-feira (17), estará em São Paulo para representar a modelo.

__________________________________

COMENTÁRIO:

 

Além de não existir quaisquer crimes na fala da suposta vítima, o Excelentíssimo Delegado de Polícia, carreira jurídica, inova ao pretender colher representação “ex officio” e por ofício aos peritos.

Meu caro, a representação deve partir espontaneamente dos supostos ofendidos; jamais de Vossa Excelência.

Por que o Dr. não elaborou a sua representação por se sentir diretamente ofendido pela moça?

Sabe que não tem camimento, não é ?

Esse BO só demonstra a truculência dos delegados de polícia no presente caso; se não bastasse o manifesto da ADPESP e do Sindicato dos Delegados, agora um Delegado Seccional, de ofício, lavra essa aberração de boletim por suposto crime contra a honra de uma corporação MUNDIALMENTE CONHECIDA POR SEUS RECORRENTES ATOS DE  CORRUPÇÃO!

Por fim, aí na 6ª Seccional , área grande e rica,  não tem nenhum policial civil dedicando-se , exclusivamente , em nome dos chefes ,  a recolher propinas de caça-niqueis, jogo do bicho, bingos, prostíbulos , feirinhas piratas, carnês diversos ; etc. ?

Conversa de privada é conversa de privada… Que pandega! 1

Resultado de imagem para conversa de privada

 

_________________________________

Mourão, volta pra escola!

Não existe conversa privada entre dois atores processuais, no caso promotor e juiz , agentes públicos,  sobre a ação criminal, pública,  em que oficiam…

Conversa privada é sobre  gostosas, farra, futebol , escola dos filhos , etc.

E não há nada fora do contexto para quem  ENTENDE!

Coisa feia ficar mentindo para blindar o BOZO !