30 ANOS DA MORTE DO DELEGADO SÉRGIO PARANHOS FLEURY… “O MELHOR POLICIAL PAULISTA” SEGUNDO O MELHOR OFICIAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO 34

O porão de Fleury

A morte do delegado da ditadura nunca foi esclarecida porque houve ordem superior para o corpo não ser examinado no IML

érgio Fernando Paranhos Fleury morreu como viveu. Dono de sangrenta biografia, reponsabilizado por inúmeras mortes durante o período mais duro do regime militar, o delegado Fleury escorregou do passadiço de sua lancha Adriana I, na madrugada de 1o de maio de 1979, no ancoradouro de Ilhabela, litoral paulista, caiu no mar e ali mergulhou em nova zona de sombras. “Recebi ordens superiores para não autopsiar o corpo de Fleury”, revela a Época o médico-legista Harry Shibata, hoje com 72 anos de idade, também personagem daqueles tempos.

Sem ser autopsiado, o corpo de Sérgio Paranhos Fleury, 46 anos, foi levado da Santa Casa de Ilhabela para o Serviço de Verificação de Óbitos da Faculdade de Medicina e não para o Instituto Médico Legal (IML), como recomendavam os procedimentos normais. Lá, dois médicos convocados por Shibata, então diretor do IML, declararam Fleury morto, “provavelmente por afogamento”. Seus nomes: Matuzalém Vilela, da Santa Casa de Ilhabela, e Chibly Michel Haddad, plantonista do instituto. Shibata admite, hoje, que não sabe exatamente o que aconteceu a Fleury.

O todo-poderoso chefe do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), de São Paulo, tornou-se famoso pelo envolvimento em sucessivos casos de tortura e assassinato de presos e militantes políticos de esquerda. Ganhara alguma notoriedade anos antes, graças ao engajamento no Esquadrão da Morte, milícia clandestina de policiais que coalhava de corpos de supostos bandidos os terrenos baldios da periferia de São Paulo e Rio de Janeiro. Fleury atuava prioritariamente em SãoPau-lo. Ele não era um morto comum. Tratava-se de alguém com muitos inimigos, um arquivo vivo de informações sobre a esquerda e a direita.

Pela primeira vez em 20 anos, Shibata relata o que aconteceu quando Fleury e a mulher, Maria Izabel Oppido, depois de jantar no restaurante do Iate Clube de Ilhabela, resolveram voltar ao Adriana I, recém-comprado pelo delegado. “Ele estava muito feliz com o barco, que tinha uma autonomia muito grande”, recorda Maria Izabel. “Dava para ir até a Bahia.” Ao deixar o clube, o casal visitou outro barco para tomar uma taça de champanhe a convite do dono, o empresário Luciano Schwartz. Como o Adriana I estava ancorado ao lado de várias embarcações, era preciso saltar alguns barcos para alcançar seu convés. Ao ajudar a mulher nessa travessia, Fleury escorregou e caiu no mar. Supõe-se. Afinal, nem Maria Izabel diz ter visto o que ocorreu. “Era preciso pular e por isso ele, já do nosso convés, me deu a mão direita para ajudar”, lembra Maria Izabel, emocionada. Ela saltou e, ao se virar, não viu mais o marido. “Ele já estava dentro d’água.” Logo depois, dois marinheiros mergulharam para resgatar Fleury. “Tentou balbuciar alguma coisa, pôs muita água pela boca e acho que morreu ali, em meus braços”, conta a viúva.

O roteiro percorrido pelo corpo de Fleury é apenas um dos fatos estranhos que cercam a morte do delegado. Harry Shibata revela, por exemplo, que Matuzalém não era legista. Diante da determinação de não fazer a necrópsia, tampouco o outro médico, Chibly Haddad, preferiu arriscar um diagnóstico definitivo, mesmo informalmente. “Como eu posso ter certeza?” – respondeu Haddad a Shibata quando o chefe lhe perguntou o que causara a morte de Fleury.

Os mistérios haviam começado com as “ordens superiores” recebidas pelo chefe do IML para não deixar tocar no cadáver. Agora, sabe-se do próprio Shibata que a determinação partiu de Celso Telles, na ocasião delegado-geral da Polícia Civil. Ouvido por Época, Telles confirmou a história. Doente de câncer, ao lado de um balão de oxigênio, o ex-delegado-geral procura justificar a ordem emitida naquela madrugada: “Havia a evidência de sinais externos da morte”, afirma, utilizando um jargão do Código de Processo Penal. Ele recorda que, ao saber da morte de Fleury, mandou para Ilhabela o delegado Lúcio Vieira, chefe da Polícia Científica, já falecido. De lá, Vieira, por telefone, informou a Telles que dezenas de agentes do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), a polícia política, já extinta, estavam vasculhando o litoral atrás de pistas de um possível atentado contra Fleury. Como a busca foi em vão, o delegado-geral ficou convencido de que “nada havia de duvidoso no episódio”. Por isso, mandou que o corpo fosse para o Serviço de Verificação de Óbitos e não para o IML. “Mais para trocar de roupa, porque o velório seria no saguão do Deic”.

Se o depoimento de Maria Izabel Oppido Fleury não ajuda a esclarecer a morte do marido, seu filho Paulo, hoje titular da delegacia de proteção aos turistas em São Paulo, diz não acreditar que algo tenha acontecido além de um movimento infeliz na tentativa de alcançar o convés de um barco. “Muita gente, eu e amigos andamos estes anos todos atrás de uma pista que pudesse levar a alguma descoberta”, revela ele. Em vão. Um médico da família, João Alfredo Castilho, casado com Beatriz, filha do falecido Fleury, examinou o corpo nu durante a madrugada. “Ele nos disse que não havia por que duvidar do acidente”, garante Paulo. A palavra de João Alfredo garantiu alguma tranqüilidade ao filho e à viúva do delegado, relegando a segundo plano as zonas de sombra. Uma delas: o laudo de Matuzalém e Chibly não explica as causas de lesões observadas no lado direito do pescoço de Fleury.

Shibata, durante algum tempo, fez investigações por conta própria. Não foram conclusivas. As dúvidas ficaram. “Fleury era um homem robusto, sadio e sabia nadar”, intriga-se o legista. Por isso, ele ainda acha que “a explicação da morte por acidente não se encaixa dentro de uma análise racional”. Convencido de que “algo súbito ocasionou a queda e o desfecho do acidente”, Shibata sugere que o delegado sentiu “alguma coisa” antes de mergulhar para a morte.

O inquérito aberto em Ilhabela adensa o mistério. São 38 páginas preenchidas com displicência. As testemunhas foram ouvidas por cartas precatórias, sem nenhum cuidado. Dois marinheiros que mergulharam para resgatar o delegado fundiram-se em apenas um. Uma misteriosa “Lúcia” converteu-se em “Luciano”, o empresário que ofereceu champanhe ao casal e ajudou a massagear as costas de Fleury, depois do seu resgate do mar. Luciano não foi sequer identificado no inquérito, instaurado com a data de 2 de abril de 1979. Ou seja, o inquérito foi aberto, oficialmente, um mês antes da ocorrência da morte.

Tantos erros fizeram o promotor Hugo Nigro Mazzilli, já aposentado, registrar a precariedade do inquérito no despacho em que pediu o arquivamento do caso. “Ficamos sem saber do que exatamente morreu a vítima”, reconhece. Por coincidência, o arquivamento final, em março de 1980, levaria a assinatura do então procurador Luiz Antonio Fleury Filho (nenhum parentesco), mais tarde secretário de Segurança e governador de São Paulo. Fleury, o ex-governador, ficou com a impressão de que muita gente queria encerrar o caso da morte de Fleury, o delegado, com grande rapidez. “- Acho que ninguém queria mexer mais no assunto”, deduz.

Todas as semanas, a viúva Maria Izabel manda depositar flores no túmulo do marido, no Cemitério São Paulo, onde jazem as respostas aos pontos de interrogação que cercam aquele mergulho no mar de Ilhabela, na madrugada de 1o de maio de 1979. Em casa, guarda recordações do delegado, encadernadas com uma identificação: “Fleury, o imortal”.

Percival de Souza

O policial que virou lei

A vida de Fleury, entre a repressão e o Esquadrão da Morte

O delegado Sérgio Paranhos Fleury, diretor do Departamento de Investigações Criminais (Deic), de São Paulo, foi um dos homens mais poderosos do Brasil durante os anos do regime militar, de 1968 até sua morte, em 1979. O ex-secretário de segurança de São Paulo, coronel Erasmo Dias, o definia assim: “O melhor policial paulista”

. Ele foi um dos mentores do Esquadrão da Morte, a mílicia clandestina que se especializou em matar supostos bandidos. Numa oportunidade, o padre Geraldo Manzeroll fotografou da janela da casa paroquial de sua igreja, em Guarulhos, o bando que esperou durante toda uma manhã a chegada de uma de suas vítimas, o Nego Sete, para executá-la a tiros.

O padre Geraldo foi arrolado como testemunha. Meses depois, um dos policiais do Esquadrão, o Fininho, jogou-o do alto de um andaime da igreja. O padre ficou muito ferido, mas sobreviveu. Morreu no mês passado, de câncer, no Canadá.

Naqueles tempos, qualquer pessoa que a Justiça mandasse ao Tribunal do Júri era automaticamente presa. As acusações contra o próprio Fleury começaram a surgir e ele chegou a ser “preso” inúmeras vezes numa sala do próprio Deic. Em 1973, a Câmara Federal aprovou um projeto de lei do deputado Cantídio Sampaio, líder do governo, que concedeu a todos os réus do país o direito de esperar o julgamento em liberdade, desde que fossem primários. Essa condescendência é conhecida, até hoje, como Lei Fleury.

Laudos polêmicos

Acarreira do legista Harry Shibata foi construída com pareceres duvidosos

Harry Shibata começou a trabalhar no Instituto Médico Legal de São Paulo em 1956. Foi diretor do órgão de 1976 a 1983. Em seus primeiros três anos à frente do IML, as gavetas metálicas guardavam os corpos daqueles que não resistiam às torturas no Dops ou no DOI-Codi. Mas as circunstâncias em que aconteciam essas mortes nunca eram retratadas com fidelidade. Os laudos de exames necroscópicos falavam em misteriosos atropelamentos, suicídios e resistência armada contra os órgãos de repressão militar. Muitos desses laudos não passavam de embuste.

Um deles foi o do jornalista Vladimir Herzog, morto em 1975 nos porões do DOI-Codi, na Rua Tutóia, no bairro do Paraíso, em São Paulo, onde ele havia se apresentado sozinho ao saber que estava sendo procurado. Chegou num táxi e saiu num caixão. Shibata foi um dos legistas que assinaram o laudo em que se lia que Herzog fora vítima de “asfixia mecânica por enforcamento”. Atrelada ao laudo, forjou-se também uma fotografia. Uma década depois, a União reconheceria a farsa. Herzog fora assassinado.

Um outro episódio na carreira de Shibata: em 1973, ele assinou um laudo atestando que Sônia Maria Angel, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), morrera com tiros na cabeça. Quando o corpo dela foi exumado, anos depois, descobriu-se que não havia tiro algum.

FONTE: REVISTA ÉPOCA 1999.

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Fleury foi “o melhor policial paulista”  –  segundo o Cel. Erasmo Dias,  grande soldado e herói do nosso Exército. 

  1. Pingback: 30 anos da morte do melhor policial paulista | Blogosfera Policial

  2. É MANOEL, E O FILHO DELE? LEIA:

    Providenciado o flagrante, foi aberto inquérito e vítimas e testemunhas já reconheceram por fotografia o PM Fábio José Ascenso e o carcereiro Edilson Aparecido Queiroz. Participavam também do golpe o carcereiro Glauco Robson Alves Barbosa e o agente Uanderson Pereira da Silva. O promotor Cássio Roberto Conserino, do núcleo de Santos do Gaeco, aprofundará as investigações antes de tomar providências contra o delegado Fleury, que já fora condenado a 6 anos e 8 meses de prisão por desviar produtos falsificados da Delegacia de Repressão à Pirataria do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Que ele tenha, depois da condenação, voltado a comandar uma delegacia importante é algo que a polícia precisa explicar.

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    ENGRAÇADO, LI EM VÁRIAS MATÉRIAS QUE OS CORRUPTOS ERAM INVESTIGADORES DO DENARC, NÃO VEJO NENHUM AQUI, NÃO QUE NA NOSSA CLASSE NÃO TENHA OS CORRUPTOS SAFADOS, MAS CARREGAR A FAMA DOS USURPADORES DE FUNÇÃO É DEMAIS, CARCEREIRO TEM QUE TRABALHAR NA TRANCA E AGENTE SÓ DIRIGIR PRA DELEGADO, NÉM PRA COMPOR EQUIPE SERVE, POIS PRA SER TIRA TEM QUE SER HABILITADO, CADA UM NO SEU QUADRADO, SE NÃO NÓS LEVAMOS NO REDONDO, ESTA MATÉRIA FOI AMPLAMENTE DIVULGADA NA MÍDIA, PORÉM SEMPRE COMO INVESTIGADORES DO DENARC, KD OS RESPONSÁVEIS POR ISSO, QUEM DESVIOU ESTES CORRUPTOS DE FUNÇÃO, TAMBÉM SÃO RESPONSÁVEIS OU INREESPONSÁVEIS.

    KD A NOVA CORREGEDORIA? QUE DEIXA UM DELEGADO CONDENADO POR CORRUPÇÃO TRABALHAR NUMA ESPECIALIZADA $$$$$$$$$$$$$$ ALGUÉM TEM RABO PRESO COM ELE$$$$$$$$$$$$ E COM MUITOS OUTROS CORRUPTOS QUE ESTÃO EM CARGOS DE DIREÇÃO, UÉ O PINTO NÃO DISSE QUE QUEM TIVESSE “””DENUNCIA””” NÃO ASSUMIRIA CARGOS IMPORTANTES, AH SÓ DENUNCIAS, CONDENAÇÃO PODE??? $$$$$

  3. E por falar em kd a nova corregedoria, vou voltar no assunto até que tenha alguma resposta de alguém.

    ” Secretário visita o Conselho da Polícia Civil ”
    15/04/2009

    ” Domingos Paulo Neto entregou ao Secretário o distintivo de Delegado de Polícia de seu uso pessoal havia 25 anos. Agradecendo a honra recebida, Antonio Ferreira Pinto concluiu a visita. ”

    Ai pessoal da Corró que lê o Flit….
    O que acham da atitude do DG em doar distintivo para agradar o secretário…
    Vcs vão ter peito para verificar se o distintivo era carga???
    Sé for carga…. e eí…… vão encarar??????????????
    Ou vai ficar por isso mesmo com explicações esfarrapadas

    Dr. Guerra:

    Não deixe o assunto passar batido. O DG tem que explicar se o distintivo era carga ou era pessoal. Dar presentes com bens do Estado não é agrado. É peculato mesmo. Não portar distintivo é infração administrativa.

    Portaria DGP-28, de 19 de outubro de 1994

    Art 1º- As autoridades policiais e seus agentes devem portar permanentemente sua cédula de identidade funcional e respectivo distintivo.

    LC 207/79 alterada pela LC 922/02

    Artigo 62 – São deveres do policial civil:

    III – cumprir as normas legais e regulamentares.

    Código Penal

    Dos Crimes Praticados por Funcionário Público Contra a Administração em Geral

    Peculato

    Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

  4. Puxa! Um delegado da polícia civil possuía um iate com autonomia para ir à Bahia?

    Eu torturei tanto quanto ele e não tenho patrimônio como esse.

    Injustiça!

  5. EU PEGUEI ESTA EPOCA DO SERGIO PARALHOS FLEURY, BANDIDO NÃO TINHA VES ,A POLICIA ERA RESPEITADA,PASSEI TODA MINHA ADOLESENCIA PELA DITADURA E NUNCA TIVE PROBLEMAS ,MAIS
    SAO PAULO PRECISAVA DE UM DELEGADO ASSIM /

  6. Aquele que vive pela espada, morre pela espada…

    Aprendam Ingles e assistam ao video que mostra como a CIA introduz o crack pelo mundo (em Ingles) inclusive no Brazil.

  7. Morreu exatamente no dia comemorativo dos trabalhadores: coincidência?

  8. o safado provou do propio veneno gostasva tanto de afogadinha que morreu afogado ele foi um dos anjo da besta na terra, agora jas em tormento nas profundeza do inferno

  9. o safado provou do propio veneno gostasva tanto de afogadinha que morreu afogado ele foi um dos anjo da besta na terra

  10. agora jas atormentado pelas almas das pessoa que covardemente ele tirou a vida ele era cachorro adestrado dos militar, queime no fogo do inferno, viva os comunas e nois UAI

  11. que sera que tinha nesta taça de champanhe?kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk lucia / luciano em grego quer dizer luz concidencia

  12. EU AINDA SOU A FAVOR DO ESQUADRAO DA MORTE,SE FOOSSE HOJE,NAO TINHA ESTE MONTE DE BANDIDOS LOTANDO CADEIAS,ASSASSINATOS,CHACINAS E TANTAS OUTRAS COISAS. SERIA CADA UM TRABALHAR E CUIDAR DA SUA VIDA,E DEIXAR O ESQUADRAO ATUAR

  13. AINDA TEM MUITO ANJO DA MORTE PRA MORRER. MAS, QUE MORRAM BEM LENTAMENTE E FIQUEM QUEIMANDO ETERNAMENTE NAS PROFUNDEZAS DO INFERO, JUNTO AOS SEUS “IRMÃOS CARRASCOS”.
    MALDITOS SEJAM ESSES COVARDES TORTURADORES !!!

  14. É UMA PENA QUE NUNCA FOI TORTURADO AQUI NA TERRA.
    MAS SE EXISTE INFERNO PARA TORTURADORES ELE VIVE NELE.
    NA VERDADE ELE DEVERIA ESTAR VIVO VIVENDO DENTRO DE UM PRESIDIO COMUM COM TRINTA PRESOS NA MESMA CELA, MAS ISTO NÃO ACONTECEU. DEVERIA FICAR PRESO POR MAIS DE TRINTA ANOS SEM UM BANHO DE SOL.

  15. ele se foi os agete do serviço secreto do exercito tirou ele de circulaçao ele sabia de mais ai nilton cruz chefe do sni mandou dar cabo dele , foi o maior carasco que ditadura teve, um verme que nao deve nunca ser lembrado, dops o inferno visinho do campos elisio

  16. ATENÇÃO AÍ, VCS…CHE ANHANGUERA, SANTISTA E CARLOS. NÃO FAÇAM COMENTÁRIOS ESDRUXULOS, NEM COMAM COMIDA ESTRAGADA QUE TE DÃO. A MÍDIA DISTORCE SUAS MENTES…O MAL SE COMBATEM COM A FORÇA. SE ESTAMOS ATUALMENTE CONVIVENDO EM UMA SOCIEDADE COM TANTAS MAZELAS, FOI POR CAUSA DESSA PASSADA DE MÃO NA CABEÇA DE BANDIDO E DE POLÍTICOS CORRUPTOS.

  17. Ele o Fleury , só tve uma falha, não ter feito com o lula o que foi feito com marighela e tantos outros que queriam subverter a ordem neste pais, e hoje estamos vendo está raça nogenta do PT e PMDB, roubando o pais como pode .

  18. QUEM CONHECEU FLEURI CONHECEU O CAPETA QUEM TRABALHOU COM ELE TRABALHOU COM O CAPETA QUEM SERVIU A ELE VENDEU SUA ALMA AO CAPETA,BESTA UM SER MALEFICO

  19. QUEM CONHECEU FLEURI CONHECEU O CAPETA QUEM TRABALHOU COM ELE TRABALHOU COM O CAPETA QUEM SERVIU A ELE VENDEU SUA ALMA AO CAPETA,

    General Albernaz Ulstra Cornutto Soturno :
    Puxa! Um delegado da polícia civil possuía um iate com autonomia para ir à Bahia?
    Eu torturei tanto quanto ele e não tenho patrimônio como esse.
    Injustiça!

    BESTA UM SER MALEFICO

  20. Era fã do Fleury, continuo fã do Fleury, é um dos meus eternos ídolos.

  21. antonio :
    Ele o Fleury , só tve uma falha, não ter feito com o lula o que foi feito com marighela e tantos outros que queriam subverter a ordem neste pais, e hoje estamos vendo está raça nogenta do PT e PMDB, roubando o pais como pode .

    .
    concordo em número e grau

  22. Deve estar sentado no colo de Satã , no ponto mais sujo do inferno . Cafajeste . Incrivel ainda ter gente que elogia um pústula desses. As pessoas perdem totalmente anoção de coerencia quando entra em campo ideologia política.

  23. Ninguém fala do amigo dele ,Miguel Jorge Filho, Delegado do Deic…Q foi morto pela própria PF, por correr atrás de policiais corruptos.Garanto q o Dr Miguel chegou perto de desbaratar muitos.

  24. Fleury cheira a bosta, sua história é repugnante, seus familiares devem se envergonhar de um ser tão despresivel, seu espirito não encontrará paz, ele deve está ardendo no marmore do inferno.

  25. christal :Ninguém fala do amigo dele ,Miguel Jorge Filho, Delegado do Deic…Q foi morto pela própria PF, por correr atrás de policiais corruptos.Garanto q o Dr Miguel chegou perto de desbaratar muitos.

  26. Tive o prazer de trabalhar a seu comando na oban a faxina estava sendo feita e agora ? disse:

    Adonias o azinha

  27. Não sei o porque, mas tenho uma grande admiração pelo doutor Fleury.
    Sinceramente eu gostaria de ter trabalhado com CORREINHA e DR FLEURY.

  28. Tive o prazer de trabalhar a seu comando na oban a faxina estava sendo feita e agora ? disse:

    Fazer policia na minha epoca era bem diferente dos dias atuais porque tinhamos respaudo total o poder era nosso bandido nao tinha espaço e se fizessem muita questao desse espaço a gente danda um geito hoje o tal comando esta ai controlando os presidios e ditando regras na rua como disse topicos atras “a faxina ficou por se fazer ass adonias o azinha

  29. O delegado Fleury foi uma besta humana, torturador covarde, uma ameba, uma bosta em formato humano, a serviço da ditadura militar. Todas as escolas no brasil deveriam nformar quem foi esse covarde traidor do povo brasileiro e da democracia. Merecia um fim pior, com muita dor e sofrimento

  30. esse tal flery foi um coco fedorento que nao servia nem para ser raçao de peixe ditador f…da…p…queima no fogo do inferno com um tridente enterrado na bunda…….fdp……

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