TUMINHA, TEU GENRO SEGUIRÁ A TRAJETÓRIA DA FAMÍLIA: “INGRESSO PELA PORTA DOS FUNDOS”…ALIÁS, CONTA PRA NÓS COMO VOCÊ FOI APROVADO EM 1986? AH, REVISÃO DE PROVA! 7

PF mostra lobby de Tuma Jr. em favor de ‘genro’

05 de junho de 2010 | 0h 01

Ligações mostram que delegado ficou irritado quando soube que namorado da filha não foi aprovado em concurso para escrivão da Polícia Civil

Rodrigo Rangel, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Novos diálogos interceptados pela Polícia Federal revelam detalhes de uma articulação do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, para conseguir aprovar o genro em um concurso público para preenchimento de vagas de escrivão da Polícia Civil de São Paulo.

De acordo com as gravações, às quais o Estado teve acesso, antes mesmo da aplicação das provas, Tuma Júnior já havia feito chegar à Academia de Polícia de São Paulo, órgão encarregado de realizar os concursos da Polícia Civil, o heterodoxo pedido: queria, de todo modo, que o namorado da filha fosse aprovado.

As conversas mostram que Tuma Júnior ficou irritado quando soube que seu “futuro genro” havia ficado fora da lista de aprovados. É quando começa uma sucessão de telefonemas para tentar reverter o resultado. Do outro lado da linha, em todos os diálogos, estava o policial Paulo Guilherme Mello, o Guga, braço direito de Tuma Júnior no Ministério da Justiça.

Mello, um dos alvos da investigação da Polícia Federal, havia sido encarregado por Tuma Júnior para cuidar da “aprovação” do genro do secretário.

‘Pedidos’.

O próprio secretário nacional de Justiça trata do assunto num dos telefonemas, em 19 de junho do ano passado. “Vê com aqueles cornos lá o que aconteceu lá, naquele rapaz lá, que cê foi falar aquela vez”, ordenou a Mello.

Como o resultado já estava publicado, o próprio Tuma sugeriu que uma solução seria o genro apresentar um recurso – o que, em sua avaliação, poderia ajudar a reverter a reprovação. “Eu mandei ele fazer recurso”, disse o secretário.

O assessor Mello relata as providências que adotara para atender ao pedido do chefe. “Eu falei com a pessoa que cê mandou eu falar (…) e aquele dia mesmo ele já ligou pra alguém, né, na minha frente.” Tuma Júnior lamenta mais uma vez: “Que sacanagem, cara”. Nas conversas, nem ele, nem seu assessor dizem o nome do genro do secretário.

Ao ouvir a cobrança do chefe, o assessor afirma que voltou à pessoa que havia procurado inicialmente para transmitir o pedido: “Eu falei inclusive hoje de novo com ele, com o moço lá, e ele… ele falou que ia falar com o cara.” Por fim, Mello atalha: “Agora, se tem essa possibilidade do recurso, depois eu entro em contato com ele, já me dá uma cópia aí eu levo pra ele de novo.”

A pessoa com quem Mello disse ter conversado, de acordo com os relatórios da Polícia Federal, é o delegado Antônio Carlos Bueno Torres, atualmente lotado no Denarc.

No contato, duas horas antes do diálogo com Tuma, Mello cobrou do delegado: “Escuta, você lembra que eu fui te visitar e o Leocádio (segundo a PF, Leocádio é como o assessor se refere a Tuma) pediu pra eu te passar o nome de uma pessoa?”. “Positivo”, responde Torres. “Então, ele chegou (…) de viagem hoje cedo e me cobrou isso aí, falou que não virou lá o negócio, né, e pediu pra ligar pra você pra perguntar o que aconteceu (…) Depois você liga pra ele lá, hein.”

O delegado Torres de pronto lembra do pedido – “P., era do futuro genro dele” – e afirma ter repassado a demanda para um certo Adilson, que a PF ser o delegado Adilson Vieira Pinto, diretor da Academia de Polícia de São Paulo. “Pô, falei direto com o Adilson, que é o diretor lá. Eu vou tentar reconstituir aí”, diz o delegado. “Então, ele vai te cobrar aí”, afirma o assessor. O delegado promete empenho: “C…, eu vou correr atrás aí…”

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Esse “Cornão Gordo”  faz da Polícia Civil uma latrina. Maldita a eleição que votei nesse  filho de outro corno classe especial.

  1. vergonhaaaaaa..mas todos sabemos que isso realmente acontece na PC…..qto apadrinhado….credo !!!

  2. NO MEU CASO:
    .
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    .
    .
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    CONCURSO EP/08:
    NOTA NA PROVA PREAMBULAR: 77
    NA PROVA ESCRITA: 70
    NO TAF: “MAIS QUE SATISFATÓRIO”
    PROVA ORAL: RESPONDI CORRETAMENTE PELO MENOS 80% DE CADA MATÉRIA.
    RESULTADO: TROLHA!
    CARTAS DE RECOMENDAÇÃO E PADRINHOS PARA ME AJUDAR: 0 (ZERO!)
    APROX. 800 VAGAS, APENAS 300 PREENCHIDAS….VAI ENTENDER!!!????

    – “EU DESISTO SENHOR!!!”

  3. ENTRA COM RECURSO, SE UM CONSEGUE VOCE TAMBEM PODERA CONSEGUIR, DEPOIS VAE CONVERSAR COM CHING LING AI ELE TE ABENCOA ,E VOCE TA DENTRO. NÃO PRECISA NEM FAZER ACADEMIA. DINDINHO GARENTE TUDO NO.

    PSDB/NUNCA MAIS PTB TAMBEM

  4. Sou mais um dos reprovados na oral de Ep/08 , o que me desce nesse concurso de EP é essa enorme quantidade de reprovados , eramos em 890 na prova oral para 864 vagas , foram aprovados somente 390. Pior é depois ler uma entrevista do diretor da Acadepol dizendo que eles abriram um concurso muito grande e que isso foi errado, que não devia ser feito assim pq a ideia é trabalhar só com 300 aprovados em media por concurso….
    Acho que vou entrar com um recurso também….kkkkkk é rir para não chorar

  5. Bom eu não tenho padrinho, não fiz cursinho e fui aprovado.
    Conheço uma porrada de gente na mesma situação.
    Querer botar a culpa no “sistema” por não ter passado em um concurso que sobrou vagas é muita covardia e desrespeito com quem passou dignamente.
    Hoje saiu a minha nomeação em IP/08 e eu estou muito orgulhoso de ter conquistado (a duras penas) o sucesso nesse concurso.

  6. O Tuma não pediu para o corno dar aquela força, e o corno não fez nada, porra….. por que o Tuma também não mandou o seu dileto genro ir fazer a ORAL com joelheiras assim não doeria do tanto,já que este não tem competência para passar por méritos próprios, assim este ficar mas tempo ajoelhado e rezendo, ao pé da vela…. e da banca examinadora, para passar com louvor e sem desperdiçar uma única gota.

  7. Bunghalowbill, sou investigador, e passei na raça tb sem conhecer nenhuma pessoa dentro da PC sem ter nenhum padrinho, mas qdo estava na Academia percebi que a grande maioria tinha padrinho. E me perguntavam quem era o meu…..O concurso teve até uma primeira fase anulada pq tinha rolado um gabarito. Passei na raça, mas poderia não ter passado, a nota de corte nos concursos da época era de pouco mais de 50%, no meu foi de 72%. Com certeza os apadrinhados tiraram pessoas que estavam preparadas.

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