Alckmin fará auditorias em contratos do governo Serra…NÃO É VINGANÇA! 18

Alckmin fará auditorias em contratos do governo Serra

Acordos de terceirização de serviços passarão pelo crivo de secretaria

Medida é semelhante à que o ex-governador tomou ao assumir o Estado,
em 2007, e que gerou crise entre ambos

 

DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
CATIA SEABRA
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA

O governador Geraldo Alckmin auditará todos os contratos de
terceirização de serviços herdados da gestão de José Serra (PSDB).
Os alckmistas dizem que não é revanche, mas a determinação de Alckmin
repete pacote anunciado por Serra em 2007 que abriu crise entre
“serristas” e “alckmistas”.
Na primeira semana de governo, Serra apresentou medidas de austeridade
fiscal, que incluíam desde a revisão de contratos até pente-fino no
funcionalismo. Alckmin havia deixado o governo em 2006 e se sentiu
exposto.
Nessa gestão, o pente-fino nos contratos e repasses a entidades
sociais será feito pelo secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini
(PSDB-SP).
Só os serviços terceirizados que serão auditados somam R$ 4,1 bilhões
em gastos, sendo R$ 2,8 bilhões na administração direta e R$ 1,3
bilhão na indireta.
Todo o trabalho de Semeghini será orientado pelo consultor de gestão
Vicente Falconi, do INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial).
Falconi orientou o chamado “choque de gestão” feito pelo senador
eleito Aécio Neves em Minas, quando governador do Estado.

AÉCIO
No governo Aécio, a ação tinha como foco a “melhoria da eficiência”
com enxugamento de gastos e estruturas.
Na manhã de ontem, em entrevista coletiva após a primeira reunião
oficial com o secretariado, Alckmin disse que se encontraria com
Falconi na quarta-feira.
“Vamos ver onde se pode fazer um ajuste fino, para melhorar a
aplicação dos recursos”, disse ele.
Entre as tarefas de Falconi está o cruzamento de dados para chegar aos
valores unitários de serviços de cada pasta. Esse levantamento irá
para a internet.

CORTES
Além da revisão de repasses e contratos, Alckmin determinou ontem na
reunião com o secretariado que, em até 15 dias, um plano para corte de
10% nos gastos com custeio em todas as pastas seja apresentado.
Como exemplo de áreas que poderiam ser enxugadas, Alckmin listou
contratos de locação de imóveis e automóveis. Só com imóveis para
estruturas o governo paulista gasta R$ 130 milhões ao ano.
“O governador mandou fazer economia. Olhar contrato por contrato”,
afirmou o secretário de Planejamento, Emanuel Fernandes.
Após a reunião com os secretários, Alckmin concedeu entrevista
coletiva.
O governador não detalhou nenhuma dessas ações.
Anunciou, no entanto, o contingenciamento de R$ 1,5 bilhão no
Orçamento do Estado, que é de R$ 140 bilhões (leia mais abaixo).
E disse apenas que havia um “esforço” para identificar o que “poderia
ser reduzido”.
Questionado se o “esforço” significaria redução de cargos
comissionados, disse: “Sempre busco fazer mais com menos dinheiro”.

  1. Será que a Soninha e as filhas vão perder a boquinha?

  2. O QUE O EX-GOVERNADOR FEZ COM O ANTIGO PRÉDIO DO DETRAN FOI BRINCADEIRA…

    TRANSFERIR TODOS OS FUNCIONARIOS, EQUIPAMENTOS, ENFIM TODA A ESTRUTURA PARA USAR PARA MUSEU, FALA SÉRIO…

    E O PIOR DE TUDO QUE FOI COM O MEU DINHEIRO, E O MINISTÉRIO PUBLICO QUE SÃO PAGOS PARA PROMOVER JUSTIÇA NÃO FEZ NAAAAAAAAADA. SÓ FAZEM CONTRA O QUE LHES INTERESSA.

    QUANDO HOUVER UMA INJUSTIÇA, DEVERIA SER RESPONSAVEL PARA PAGAR A INDENIZAÇÃO, QUEM PRATICOU O ATO DE INJUSTIÇA.

  3. Se politico de ficha limpa já não presta imagine os de ficha suja, Al Capone, Dick Vigarista, Ali Babá e os 40 ladrões iriam sentir inveja dessa gentalia:

    Valor do contra-cheque corresponde a cerca de um quarto de tudo o que recebem senadores e deputados por meio de inúmeras verbas e auxílios extraordinários.

    salário dos senadores e deputados federais subiu de 16.512,09 reais para 26.723,13 reais. Parece alto. É muito maior. Engordado por truques legais e filigranas jurídicas, o valor que os parlamentares brasileiros embolsam mensalmente ultrapassa com folga a faixa dos 100 mil reais. 0

    Além do registrado na folha de pagamento, os 81 senadores, por exemplo, têm direito à verba indenizatória de 15 mil reais, verba para transporte aéreo de até 27 mil reais, cota de telefone fixo (1.000 reais), celular (ilimitado), auxílio-moradia (3.800 reais), combustível (520 reais), entre outros benefícios. Os números foram extraídos de um levantamento do site Congresso em Foco divulgado em julho deste ano, com base em informações da Câmara, do Senado e da Ong Transparência Brasil.

    “O valor ainda pode aumentar com a incorporação de serviços e cotas difíceis de mensurar”, ressalva o Congresso em Foco lembrando que os 513 deputados recebem ainda 14º e 15º salários (com o codinome de “ajuda de custo”). Também há o chamado “cotão” mensal, de até 35.512,09 reais, que pode ser desperdiçado com fretamento de aeronaves, combustível, assinatura de publicações e outras miudezas.

    “Os políticos e as fraldas devem ser mudados freqüentemente e pela mesma razão.” (Eça de Queiroz)

    DEVERIAMOS ADOTAR A Lei Penal da República Popular da China para julgar os abusos e para apenar os funcionários e políticos que delapidam o erário público!!!!

    OS POLÍTICOS E DESGOVERNO DE PLANTÃO fazem um marketing muito forte em torno da segurança pública, ao mesmo tempo em que trata com indiferença os profissionais do setor.

    NA CONTRAMÃO: As maracutaias com salarios dos funcionários público do Estado de são paulo, é importante lembrar que o funcionalismo público de São Paulo vem sendo destroçado desde a gestão Mario Covas passando por Geraldo Alckmin, acabando com o poder de compra e a auto-estima dos barnabés paulistas, golpistas, que tem interesse de manter trabalhadores sempre
    em condições de dependência e de exploração, para tentarem justificar o injustificável.

  4. Malandro é o cavalo marinho que diz que é peixe para não puxar carroça.

  5. AINDA NINGUÉM ENTENDEU,COM O PSDBOSTA TEM QUE SER COM GREVE,GREVE,GREVE,GREVE, PARAR TUDO DE VEZ.

  6. E, com tudo isso, o Alckmin irá manter o Pinto na SSP?

    O fogo pode ser brando, mas o Pinto está na frigideira.

    Em breve, o Serra não terá mais nenhum Secretário para chamar de seu…rs

  7. A todos.

    Eu voltei ainda melhor.
    E, Muito mais critico e sagaz.
    Posso continuar?

  8. Tenho uma pergunta sobre esse assunto?
    SEAQUINEVASSEUSAVAISKI? SIM OU NÃO

  9. Messi, estava achando falta de alguém para mandar tomar no c*. Agora não falta mais.

  10. AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA…
    “Alckmin demite funcionários da gestão José Serra – Brasil – Notícia – VEJA.com – 06.01.2011

    Alckmin demite funcionários da gestão José Serra
    Em quatro dias, foram assinadas 39 ordens de exoneração do governo
    Carolina Freitas

    Perderam o emprego os secretários-adjuntos da Justiça e dos Transportes, o superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem e três chefes de gabinete.
    Nem sempre a vitória de um governador do mesmo partido significa continuidade. Em São Paulo, desde o primeiro dia de trabalho, o governador Geraldo Alckmin tem demitido pessoas que atuavam no gabinete do ex-governador José Serra e em funções estratégicas, do segundo e terceiro escalão. Nas secretarias, os cortes também são frequentes, sob responsabilidade dos secretários nomeados por Alckmin. Até está quinta-feira, foram publicadas no Diário Oficial do Estado 39 ordens de exoneração. Só da caneta do governador saíram 14 nesses quatro dias.
    Alckmin demitiu os secretários-adjuntos da Justiça e Defesa da Cidadania, Gustavo Ungaro, e dos Transportes, Silvio Aleixo, e o superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Delson José Amador. Foram mandados embora também os chefes de gabinete da Casa Civil, dos Transportes e da Cultura. Saíram ainda assessores especiais e assistentes técnicos. Nesse meio tempo, foram cancelados atos que concediam cargos e comissões para dezenas de funcionários. A limpa acontece no bojo de um ajuste fiscal, com corte de 1,5 bilhão no orçamento e revisão de contratos da administração passada.
    Os nervos estão à flor da pele entre os tucanos de São Paulo. Na quarta, na missa em homenagem ao ex-governador Orestes Quércia, morto em dezembro, Alckmin e Serra só cruzaram olhares na hora em que os fieis foram convidados a saudar uns aos outros com a “paz de Cristo”, após a comunhão. Trocaram um rápido aperto de mãos. Dividiram o mesmo banco, mas entre eles estavam o deputado Barros Munhoz (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (DEM).
    Após a derrota de Serra nas eleições presidenciais, aliados evitam verbalizar a insatisfação com a perda de espaço dele no novo governo, mas ela existe e é grande. Enquanto isso, Alckmin nomeia para sua equipe fieis aliados da eleição municipal de 2008, quando enfrentou Kassab nas urnas. O democrata contou com o apoio formal de dezenas de tucanos e do próprio Serra, nos bastidores. Entre os secretários de Alckmin estão Edson Aparecido, que coordenou a campanha de Alckmin na época, e Bruno Covas, que formalizou um pedido de expulsão dos tucanos simpáticos a Kassab.
    Sem comunicação – Funcionários da Imprensa Oficial cedidos para a assessoria de Comunicação foram dispensados e orientados a esperar novidades em casa. Podem ser reaproveitados. Ou demitidos. Por enquanto, o atendimento à imprensa do Palácio dos Bandeirantes acontece de forma precária, com quatro jornalistas. Nenhum dos contratos para prestação de serviços de assessoria de imprensa para o governador e para as secretarias foi renovado. Funcionários pagos por grandes agências, como CDN e Attachée de Presse, deixaram o governo. Alckmin fará uma nova licitação para definir quem fornecerá o serviço ao governo de São Paulo.
    Outra decisão polêmica do governador foi a extinção da Secretaria da Comunicação, transformada em uma coordenadoria, ainda sem orçamento definido – 24 milhões da área foram transferidos por Alckmin para pagar procedimentos de limpeza do Rio Tietê. O entendimento do grupo de Alckmin é de que havia recursos demais na área, usada para dar visibilidade aos feitos de Serra como governador e uma mãozinha à imagem do ex-governador, com vistas as eleições presidenciais. Nos anos Serra, o governo chegou a veicular publicidade da companhia paulista de saneamento, a Sabesp, fora do estado.
    A preocupação de Serra com o segundo escalão do governo paulista ficou evidente já durante a posse de Alckmin, em 1º de janeiro. Após a solenidade, o ex-governador caminhou sem pressa entre os convidados e abordou funcionários próximos a si, para saber se continuariam no emprego. Um deles explicou ter se apresentado ao novo secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo, mas ainda não ter tido retorno sobre sua permanência. Serra desejou boa sorte.
    Resposta – Por meio de sua assessoria, o governador Geraldo Alckmin negou qualquer ‘clima’ entre ele e o ex-governador José Serra e disse considerar naturais as alterações de equipe em troca de gestão. Como prova de que não há qualquer intenção de demitir antigos colaboradores de Serra, informou que Gustavo Ungaro, demitido da secretaria-adjunta de Justiça e Defesa da Cidadania, foi nomeado na noite desta quinta-feira para a Corregedoria Geral da Administração.”

  11. Para Escriba

    Eu também, já estava sentindo falta de pessoas sem argumentos, que usam como única forma de contra partida, o palavão.

  12. O ALCKMIN deveria fazer uma análise de suas finanças de campanha e tentar justificar as doações feitas por delegados que ganharam cadeiras valiosas$$$$$$$$$$$$$

  13. enguanto isso na secretaria de economia e planejamento continuam os cabideiros e os nepotistas
    DIGO: A MAE DO FULANO, OA FILHA DE BELTRANO, A SOBRINHA DA CHEFE QUE MENTE QUE QUEM E SOBRINHO E O MARIDO(MAS E MENTIRA) E POR AI VAI.

    VAI MANDAR ESSE POVO EMBORA OU NÃO DEMOROU 20 ANOS MAMANDO NA TELA DO GOVERNO SEM CONCURSO SEM NADA ENQUANTO QUE OS CONCURSADOS GANHAM UMA MISERIA

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