PESOS E MEDIDAS 25

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Data: 23 de janeiro de 2011 05:43
Assunto: PESOS E MEDIDAS
Para: flitparalisante <dipol@flitparalisante.com>

É DR GUERRA, DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS,
COMO COMENTOU, ENQUANTO UNS SAO REMOVIDOS PARA LONGE, OUTROS TEM 30 DIAS(FERIAS)
UNS VAO PARA LONGE…OUTROS PREMIO
EM GUARULHOS, VARIOS POLICIAIS EM CANA, E O CHEFE QUE ERA DA SECCIONAL NA EPOCA, AGORA
GANHA OUTRA SECCIONAL, E O DELEGADO GANHA A ASSISTENCIA DO DENARC(COITADOS NAO SABIAM DE NADA)
É SO VEREM……
DEU  NO DIARIO OFICIAL 

O governo Alckmin nomeou uma equipe de inteligência para a Secretaria de Logística e Transportes. 8

Equipe de investigadores assume Transportes em SP

Antes comandada por engenheiros, secretaria terá PM e promotor em chefias

Nomeados vão revisar contratos e licitações da pasta, foco de denúncia de tráfico de influência na gestão de José Serra

CATIA SEABRA
DANIELA LIMA

DE SÃO PAULO

O governo Alckmin nomeou uma equipe de inteligência para a Secretaria de Logística e Transportes.
A pasta, em geral comandada por técnicos da área de engenharia, será dirigida por um ex-diretor da Kroll (empresa de investigação), um coronel da Polícia Militar e um promotor.
Sob o comando do procurador de Justiça Saulo de Castro Abreu -homem de confiança de Geraldo Alckmin que na gestão anterior do tucano foi secretário de Segurança- o time da secretaria responsável pela estrutura rodoviária do Estado ganhou perfil policial.
A nova equipe tem como tarefa a revisão de contratos e licitações da secretaria, foco de denúncias de superfaturamento e tráfico de influência na gestão de José Serra (PSDB) no Estado.
Saulo negou, porém, que a disposição de vasculhar a estrutura herdada tenha determinado a escolha dos nomes.
“São pessoas de confiança, que já trabalharam comigo. Gente para tocar os projetos seriamente”, afirmou.
Mas ao justificar a escolha de seus colaboradores, o secretário citou a preocupação com austeridade e lisura dos negócios da pasta.

PAULO PRETO
Foi assim, por exemplo, que Saulo explicou a nomeação de Laurence Casagrande Lourenço, ex-diretor da Kroll, para a presidência da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A).
A estatal ocupou o noticiário na última eleição presidencial depois que o seu ex-diretor, Paulo Vieira de Souza, mais conhecido como Paulo Preto, foi acusado por suposto desvio de recursos da campanha de José Serra.
Paulo Preto também foi acusado por suposto tráfico de influência depois que um dos consórcios construtores do Rodoanel subcontratou a empresa de sua mãe. Ele nega todas as acusações.
Sua atuação é investigada pela Promotoria de SP.
“A Kroll deu ao Laurence experiência na iniciativa privada, superfaturamento de contratos etc”, disse Saulo.
A multinacional Kroll foi alvo da CPI dos Grampos na Câmara, sob suspeita de patrocinar espionagem e escutas ilegais. A empresa nega.
Para a direção do DER (Departamento de Estradas de Rodagem), Saulo recrutou o coronel João Cláudio Valério.
Ele integrou o batalhão de choque da PM por oito anos e, durante a gestão de Saulo na Segurança, administrou o orçamento da pasta.
Ao ser reformado, em 2006, Valério disse após receber homenagem: “Você sai da polícia, mas a polícia não sai de você”.
Segundo Saulo, foi a experiência do coronel na administração de gastos que definiu sua escolha.

GABINETE
Para a chefia de gabinete, Saulo nomeou o promotor de Justiça Ivan Francisco Pereira Agostinho. Caberá a ele o controle das despesas da pasta, além da orientação em ações judiciais.
“Ele tem formação jurídica e é rígido com a questão de gastos”, elogiou o secretário.
Saulo convocou outros nomes de sua equipe.
Nomeada para a diretoria financeira da Dersa, Maria das Graças Bigal auditou contratos de terceirização em 1995, quando Saulo era corregedor-geral do Estado. Na Segurança, foi diretora administrativa e financeira da extinta Febem.
Ex-assessor especial de Saulo, Moacir Rossetti será secretário-adjunto. Sua missão, descreve Saulo, é “tocar os grandes projetos”.
“A preocupação básica é reestruturar a secretaria, dar rumo à Dersa. É preciso ter um viés menos obreiro e mais de logística, buscar a redução do custo São Paulo.”

Sr. comandante geral, eu tenho 72 anos de idade e 50 de holerith, e o salario do pm, no estado da federação que mais arrecarda, neste brasil é uma miseria, só se escuta bla bla bla, vai governo vem governo 42

Enviado em 23/01/2011 às 15:38- Stgo EDSON PEREIRA RR

sr. comandante geral, eu tenho 72 anos de idade e 50 de holerith, e o salario do pm, no estado da federação que mais arrecarda, neste brasil é uma miseria, só se escuta bla bla bla, vai governo vem governo, e a pancada é a mesma; com todo o respeito será que estes politicos cretinos, que tem pra cacête, ta pensando que nós pm, somos (LUMBRICOIDES ASCARIE`) TIROU DA MERDA NOS MORREMOS, TA PASSANDO DA HORA, DE ALGUEM CRIAR VERGONHA NA CARA, A MINHA POLICIA DE TOBIAS DE AGUIAR, NÃO É QUALQUER UMA. É SO REVOLTA

ESCRIBA, GOSTARIA DE MAIORES ESCLARECIMENTOS ACERCA DA PENALIDADE APLICADA À DELEGADA…POIS, SE A PENALIDADE APLICÁVEL ERA DEMISSÃO SIMPLES, NÃO CABE MITIGAÇÃO PARA 90 DIAS DE SUSPENSÃO CONVERTIDA EM MULTA 7

Enviado em 23/01/2011 às 10:08- ESCRIBA

Pena mitigada de 90 dias de suspensão convertida em multa, a razão de 50% dos vencimentos.

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  A mitigação da penalidade, pelo princípio do encadeamento, da simetria ou paralelismo das formas, determina que quando da mitigação da penalidade, a Administração aplique a penalidade, obviamente sempre mais branda, que lhe seja antecedente.

Assim, em tese, a demissão a bem do serviço pode ser mitigada para demissão simples. 

A demissão simples mitigada para suspensão de 90 dias. Nestes casos, para alguns doutrinadores,    incabível a mitigação para multa, sob o fundamento de transmudar-se  em um duplo benefício ao infrator. Posição um tanto duvidosa, pois a conversão em multa, por vezes, acaba satisfazendo muito mais aos interesses da Administração. A suspensão de 90 dias, mitigada para multa. 

Uma suspensão de oito dias, mitigada para repreensão.  A repreensão, mitigada para advertência.  Obviamente, tudo conforme as circunstâncias do fato, os antecedentes do funcionário, conforme seja mais satisfatório ao interesse público.  Consignando-se que há posições divergentes, tanto no sentido de que a mitigação da penalidade não passa de um ardil administrativo, uma falsa demonstração de benevolência que disfarça punições arbitrárias; bem como no sentido de que a Administração, em determinados casos, pode deixar de aplicar a penalidade, inclusive. Ou seja, conceder perdão ao funcionário.