Portaria DGP Nº 22 – QUE IMPEDIA REMOÇÃO IMOTIVADA – JÁ FOI RASGADA 47

paradipol@flitparalisante.com

data 24 de janeiro de 2011 15:25
assunto Portaria 22. (Publicação)

ocultar detalhes 15:25 (59 minutos atrás)

 
     Dr. Guerra,
 
     Gostaria de informar sobre a portaria de nº 22, criado pelo ex-delegado geral, Dr. Domingos. Esta portaria impede a remoção arbitrária de policiais,  teoricamente, é claro.  Acontece  que temos visto uma exurrada de remoções, que nem levam em consideração o teor desta portaria.  No meu caso por exemplo, assinei o requerimento como sendo de meu interesse sair do local, mas, meu colega que também saiu do mesmo departamento não teve a mesma escolha, foi removido na marra, ou seja, saiu publicado no diário oficial justificando a remoção por interesse policial.
       Então de fato não sei para que serve esta portaria, já que só tem duas ocasiões que o policial pode ser removido, ou por pedido do próprio policial ou por fundamentação por parte do delegado. Acontece que o policial  se negando a assinar a requisição para caracterizar a manifestação de sua vontade em sair, resta a segunda opção , ou seja, a saída fundamentada, que no entanto fica constando no prontuário.  Pelo que estou vendo essa portaria não respalda ninguém, já que ouvi de alguns colegas que se negaram a sair, que o delegado praticamente o coagiu a assinar a requisição, mudando seu horário de trabalho, delegando atividades com o intuito de sobrecarregá-lo, até chegar ao ponto de a situação tornar-se insustentável e o pobre do policial pedir pra sair, lembra até o Bope né…. rsrs….  Como tudo que se faz  para o bem de um policial é uma piada, fica aí para pensarmos sobre o assunto.

 

“A redução de 5% do efetivo em dois anos não é tida como preocupante”…SEMPRE A MESMA CONVERSA 12

Polícia

24/01/2011 10:08

População cobra ações em Taubaté

Aumento do efetivo e da estrutura de segurança pública são reivindicações da comunidade; especialista alerta para ‘apatia’ do Estado

 

 

anuncie!

Rogério Marques

Suellen Fernandes
AGÊNCIA BOM DIA

O aumento da violência ao longo da última década e as denúncias de esvaziamento do efetivo policial em cinco anos colocam em xeque a segurança pública em Taubaté. E você, está satisfeito com o serviço oferecido?

De acordo com a Comissão de Segurança da Câmara a estrutura de segurança pública na cidade  é deficiente.

Na Polícia Militar, nos últimos cinco anos, o efetivo teria sido reduzido de 1.200 para 800 policiais. Esvaziamento que se repete na Polícia Civil, em que a redução foi de 5% no quadro a partir de 2008.

Avaliação /Para o vereador Alexandre Vilela (PMDB), membro da comissão, a situação precisa de atenção. “Falta policial  na rua fazendo  prevenção à criminalidade e falta também policial  para investigar os crimes. A cidade ganhou presídios e perdeu policiais ao mesmo tempo, o que é um problema”, afirmou Vilela.

Ele criticou ainda o encerramento de bases comunitárias da Polícia Militar em regiões consideradas vulneráveis, como a Praça Dom Epaminondas e o Alto do Cristo.

Investigação /Conforme o BOM DIA apurou, um dos grandes problemas na Polícia Civil seriam as investigações.

A DIG (Delegacia de Investigações Gerais), responsável pelo trabalho, teria dificuldade  por falta de efetivo. São seis  investigadores para atender a demanda. “Dependendo da gravidade do caso, o BO sequer será visto. Não tem como  dar conta de tudo”, disse um policial que não quis se identificar.

Prejuízo / Quem precisou dos serviços policiais relatou dificuldade. “Bati meu carro em frente ao Batalhão e levaram exatas duas horas para me atenderem. Ligava e pedia um policial e eles diziam que só quem estava na rua, com a viatura, é que poderia me vir me atender. Um absurdo”, disse o designer Lucca Rico, 22 anos.

Já a auxiliar de serviços gerais, Alessandra Moreira , 37 anos, contou que o ex-marido tentou agredí-la e o atendimento policial, acionado pelo telefone levou uma hora e meia para chegar. “Se ele quisesse mesmo ter me batido aquele dia não ia ser a polícia queia me defender. Foi muito tempo de espera”, criticou.

Cúpula da polícia considera efetivo adequado

O comando das polícias Militar e Civil de Taubaté informou, por meio de nota, que o efetivo policial é adequado ao atendimento da população.
A nota da Polícia Militar afirma que o efetivo e as viaturas são previstos de forma técnica.

“Os dados numéricos são uma informação estratégica, não posso revelá-los”, disse o coronel Marco Antônio Borges Monteiro, comandante do 5º BPMI (Batalhão de Polícia Militar do Interior).

Monteiro negou  o esvaziamento do efetivo em cinco anos.
A nota da PM reafirmava ainda os indicadores estatísticos, que sinalizam queda na criminalidade no comparativo entre os anos de 2009 e 2010.

Sobre as bases comunitárias, a corporação informou que os indicadores criminais não justificam a manutenção das bases.
Quanto à ampliação de efetivo, concursos devem ser abertos em 2011 e 175 novos soldados estão realizando estágios supervisionados para serem integrados ao efetivo da cidade.
 
O delegado Ivahir Freitas Garcia Filho, titular da Delegacia Seccional de Taubaté, disse, por meio de nota, que a redução de 5% do efetivo em dois anos não é tida como preocupante e manifestou a expectativa de ampliar o número de servidores em breve.

“Há concursos em andamento e esperamos que a nossa região receba servidores num futuro próximo”, afirmou.
Sobre a operação de um único DP em sistema de plantão permanente, o delegado defendeu que a situação é adequada às necessidades da população e não destoa da situação de cidades de porte semelhante a Taubaté.

Ele comentou ainda os índices de criminalidade. O seccional  considera não haver distinção significativa com outras regiões do Estado de São Paulo.

“O diferencial é a existência de um complexo carcerário muito grande, o que, naturalmente, faz concentrar-se nas imediações problemas ligados a essas populações”, afirmou Freitas.
Ele reafirmou ainda que a situação da segurança pública na cidade não é competência única da Polícia Civil, sendo compartilhada com outras instituições como a Polícia Militar  e a Prefeitura de Taubaté

Polícia sai reprovada no teste da segurança 25

Polícia sai reprovada no teste da segurança

Baixo índice de resolução de crimes, mau atendimento e plantões com estrutura precária são problemas 

Victor Moriyama

Cecília Polycarpo
AGÊNCIA BOM DIA

A Polícia Civil do Vale do Paraíba ainda não está conseguindo cumprir a sua principal função: investigar e solucionar crimes. De 100 ocorrências registradas na região, apenas 11 são resolvidas. O número supera os indicadores  do ano passado, 10 soluções para 100 ocorrências, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Vale a pena lembrar: a polícia considera caso esclarecido quando é identificado o autor do delito, sem necessariamente prendê-lo. Se delegados e policiais comemoram, para a população este índice está muito longe do ideal.

Além da baixa produtividade,  moradores de São José dos Campos reclamam também da falta de estrutura e má qualidade no atendimento. Em relação aos plantões, por exemplo, São José dispõe de duas unidades  para atender 615.871 habitantes. O 1º DP, localizado na rua Humaitá, no centro da cidade, atende as regiões norte, oeste e central. O 3º DP, no bairro 31 de Março, cobre as regiões sul e leste. Isso quer dizer que, para registrar um boletim de ocorrência após as 19h, alguns moradores precisam se deslocar até 20 quilômetros.

Desistência/É o caso de Milton Peres, 56 anos, dono de uma locadora de filmes no  Galo Branco, região leste, que já foi furtado diversas vezes. Peres foi até o 3º DP registrar o boletim de ocorrência nos primeiros casos, mas depois desistiu. “A gente fica um tempão esperando na delegacia e no final eles nunca prendem ninguém”, disse o comerciante.

Em cada plantão trabalha uma equipe com quatro funcionários (um delegado, um escrivão, um carcereiro e um policial) que se revezam de acordo com uma escala.  No 1º DP somente dois computadores fazem os registros das ocorrências. Nos dias “quentes” na gíria policial, aqueles de muitas ocorrências, a espera para realizar um B.O. pode ser longa.

Além disso, o local, que é considerado Delegacia Participativa, deveria contar com uma equipe multidisciplinar. Um psicólogo e uma assistente social deveriam trabalhar até as 18h. Na última quarta-feira, às 16h, a equipe do BOM DIA esteve no local e nenhum dos dois profissionais foi encontrado.

Dificuldades/O delegado do 1º DP, Rubergil Violante, admitiu falhas na hora de registrar a ocorrência, mas afirmou que policiais se esforçam para agilizar o procedimento. “A gente faz tudo o que pode, mas contamos com vários contratempos. Temos somente dois computadores e o sistema de registro  sempre cai.”
 O delegado disse que a psicóloga e a assistente social ficam de “plantão”  e são chamadas quando há necessidade

http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/43457/Policia+sai+reprovada+no+teste+da+seguranca

HOJE, em muitas sociedades, se pensa num DIREITO mais próximo da sociedade, mais próximo do povo: RIO GRANDE SUL, SANTA CATARINA, PARANÁ, MINAS, BAHIA, etc…SÃO PAULO NUNCA FOI BERÇO DE JURISTAS INOVADORES, AQUI VALE A FORMA, A SOLENIDADE E O AVISO DE “DESACATO” 2

Enviado em 24/01/2011 às 0:28- ESCRIBA

Dr. GUERRA
Dr. FAUSTO

sobre a “Liturgia do cargo de Delegado…”, ora, para mim, esse conversa é um tanto ultrapassada!

o “mundo do DIREITO” vêm “evoluíndo” com o passar dos tempos, só que muitas dessas evoluções NÃO parecem alcançar as carreiras jurídicas, entre as quais a de DELEGADO…

HOJE, em muitas sociedades, se pensa num DIREITO mais próximo da sociedade, mais próximo do povo, FALA-SE em um DIREITO que RESPEITE o direito das maiorias, e RESPEITE também o direito das minorias…

no ambiente ACADÊMICO, aqueles que atualmente estudam DIREITO, sabem disso, basta LÊR os “pensadores” MODERNOS e comtemporâneos, como “DOURKAIN” (não sei se escrivi o nome dele direito – acho que é Ronald Dourkain…, mas tudo bem).

O que quero dizer é que já se inicia um processo em que a JUSTIÇA procura ser POSITIVA, e mais próxima da sociedade, do povo, “SEM AQUELAS FORMALIDADES INÚTEIS E INADEQUADAS…”
MUITOS desses “pensamentos” afloram da Justiça da região Sul do País (PR, RS e SC), ondem saem pensamentos – avançados, etc…. etc….

PODERIA discorrer mais sobre o “assunto”, mas para não desviar o foco,… quero dizer:

NÓS, policiais civis, em primeiro lugar:
Somos SERVIDORES PÚBLICOS…
Estamos para atuar, em nome do ESTADO, para servir ao público, a essa sociedade que “paga” nossos palpérrimos salários (uma porcaria de salário, diga-se de passagem), essa mesma SOCIEDADE que elege esses governantes feudalistas que estão aí…

MAS, se somos SERVIDORES PÚBLICOS… nós estamos para servir…
e NÃO ao contrário, como muitos pensam.
DEPOIS, além de servidores…
vocês são DELEGADOS DE POLÍCIA,
EXERCEM essa atribuição porque Lhes foi “delegada” uma atribuição – poder de polícia – para que, em nome do ESTADO, possam aplicar a “Lei”…

ISTO TUDO está acima que qualquer “LITÚRGIA” ou “CORPORATIVISMO”….
temos que acabar com certos “COSTUMES”, impróprios nos tempos atuais à “operadores do direito”…, acabar com essa “balela de liturgia..”.

UM professor da faculdade de direito me falou uma vez:
“Eu não preciso colocar numa peça processual, numa petição inicial o temor – vêm mui respeitosamente à presença de Vossa Excelência… etc., etc.,…”

POR ACASO, se na peça processual “não constar vêm respeitosamente…”, ESTAREI eu faltando com respeito ao Juiz???. Ora, e o fato da peça ser dirigida, já formalmente ao Juiz, EXIGE algum respeito especial???.

Potanto, o professor dizia que “se a peça é formal”, dirigida ao juiz dentro da norma culta, NÃO se precisa usar meios como: “vem respeitosamente”, “com a devia venia”, “concessa venia”, etc.; porque NÃO está se faltando respeito com o JUIZ. essa “liturgia” é mera “babaquice”, e mostra uma subordinação que não existe, entre MP, Juiz e advogado, ambos em pé de igualdade…. etc…

é isso aí (mais ou menos…)
SE, vocês, SENHORES DELEGADOS, se preocupassem mais com o FAZER do que com a FORMA, talvez, passaríamos a ver uma Polícia melhor…;

CHEGA de CORPORATIVISMO
Como disse Dr. GUERRA, é “desonesto” protegendo “desonesto”

Alimentamos o monstrinho quando escrevemos aqui improperios e mostramos diferenças entre a MINHA e a SUA polícia 153

Enviado em 24/01/2011 às 2:07 – TENENTE

Caros colegas da POLÍCIA PAULISTA:
Antemão, parabenizo o Dr Guerra (mesmo sem conhecê-lo) por sua iniciativa quando da criação deste canal de informações que é o flit. Entendi que seu foco é voltado para policiais civis que, inconformados com o maniqueísmo exercido pela força política, denunciam, reclamam e apontam soluções. Excelente Blog.
Quando jovens, plenos de sonhos e vontade de conquistarmos uma posição social relevante, resolvemos um dia prestar um concurso para ingressar nos quadros da Polícia Paulista (PM ou PC). Nos bancos ecolares degustamos códigos e mais códigos, executamos procedimentos operacionais, administrativos, etc….até conquistarmos nossa carteira. Infelizmente, com o passar do tempo, é que entendemos o real sentido de nossa posição: “bonecos de chumbo à sorte dos governantes”. Enquanto muitos de nós discute, briga e roda a saia para dizer que PM é tudo coxa, burros, incompetentes para isto ou aquilo, que também PC é corrupto, vagabundo, não conseguimos enxergar o quão esta visão antagônica, carregada de preconceitos e guerra ideológica é por demais benéfica a qualquer governante. Pensem comigo: Imaginem a PM e a PC juntas, com Associação Unica, lutando pelos mesmos ideais de valorização do homem policial : já pensou na dor de cabeça do governante a toda e qualquer reivindicação que iniciácemos? Agora imaginem: duas polícias que têm ideias diferentes, dependendo do governo um hora ele ama a PM e detesta a PC, outra época repudia a PM e conta com o apoio da PC. Assim, ele tem certeza que quando uma delas acalorar nas reivindicações, ele contará com uma para defendê-lo. Ou seja é interesssantissimo p qqr governante dividir o PODER dos subordinados. Em se tratando de policias “diferentes” tem a certeza de que nunca terá seu feudo atacado. Talvez se, algum dia, parássemos de ser arrogantes, caprichosos ao ponto de dizer minha policia pode isso, a minha é melhor, a sua é errada, talvez então comessácemos a cutucar nosso Sr Feudal qdo da reivindicação de nossos direitos e valorização. Como disse anteriormente: É MAIS FACIL DERROTAR DOIS DRAGÕES QUE BRIGAM ENTRE SI DO QUE UM DRAGÃO COM DUAS CABEÇAS PENSANTES.Infelizmente sei que estamos longe disto, pois o sistema criou uma asco tão grande a ponto de distanciar nossas Instituições.
Como pode um policial, que deixa sua familia para defender outras que nunca nem viu, que presencia rotineiramente fratricidios, cenas de horror qdo de um corpo estendido ou pendurado numa corda, que adentra uma viatura e em frenetica velocidade poe a sua vida em risco para deter um ladrao de carro, ouve inverdades e impropérios de pessoas que qdentram os plantoes achando que o problema delas é maior q dos outros e por isso a POLICIA tem o dever de resolver logo, enfim entre todas as outras dificuldades que os senhores já sabem, CONTUDO, não conseguimos resolver os problemas de nossas pequenas dividas, acabamos obrigados a sentar na cadeirinha do Banco do Brasil e renovar nossos emprestimos. Reconhecimento….cadê? A midia tbm é importante nessas ocasioes p um governante, pois mostra ao povo a policia corrupta, deficiente, que mata e que portanto……os cidadãos concluem que ganhamos o que merecemos. A POLICIA necessita de uma reestruturação como um todo e não em parte. Ainda que atualmente sob a égide de um governo simpatico à PM e apático à PC, ganhamos a mesma miseria que os senhores. Outra vez, fomos vistos com maus olhos (favela naval) e o Governador tinha todo o poder para extinguir com a PM. Porque será que ele não extinguiu ein senhores? Temos de pensar em latu sensu para reivindicarmos o que realmente é nosso direito. PEC 300? mais uma forma de mexer com os anseios e brincar com as esperanças de pobres homens que pensam “Agora seremos reconhecidos..” Cadê?
Dr Guerra, este seu Blog é uma ferramenta extraordinária para iniciar,de fato, o traçado do que é nossa policia, do que podemos fazer e então tomarmos a iniciativa de recuperarmos o nosso ego para entao defender a sociedade dignamente eexercer uma policia forte e revitalizada. Enretanto, devemos parar e pensar o quanto alimentamos o monstrinho quando escrevemos aqui improperios e mostramos diferenças entre a MINHA e a SUA polícia.
Polícia é feita de homens, os homens somos nós: homens e mulheres que expõe as suas vidas para defender o povo paulista da furia criminosa.
Na esperança de dias melhores, que o senhor nos proteja, amigos policiais civis e militares.
Tenente.