MAIS UM POLICIAL MILITAR EXECUTADO NA BAIXADA SANTISTA: O cabo da Polícia Militar Fábio Apolinário 90

Segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 – 12h27

Execução

Cabo da PM é assassinado no Embaré

De A Tribuna On-line 

O cabo da Polícia Militar Fábio Apolinário foi morto,  no final da manhã desta segunda-feira, no Macuco, em Santos.

A execução ocorreu em frente à casa da mãe dele, na esquina das ruas Oswaldo Cochrane com Torres Homem. O cabo foi alvo de mais de 20 tiros.
Segundo informações preliminares , os tiros foram disparados por uma Tucson preta e uma EcoSport. Os bandidos fugiram. A polícia investiga o caso que está sendo registrado no 4º DP de Santos.

JOW, CADÊ TU…CHUPA ESSA E CUIDADO COM A TUA MULHER ( se ela ler…sei não ) 64

Enviado em 27/02/2011 às 14:16 – PAU MANDADO

Em tempos passados o delegado M.A. festejou a prisão de uma colega depois de um grande circo armado pela corregedora sua musa e chefeta.
O delegado M.A. usando o nik de ” JOW” e também um outro nik, postou neste FLIT ” PAU QUE BATE EM FRANCISCO BATE EM CHIQUINHA TAMBÉM”, postou ainda “CUIDADO QUE A D.O.P. VAI TE PEGAR “,confiante na sua amante que trabalha na corró.

Vemos que o M.A. estava certo,pois o pau dos seus coleguinhas bateram firme na Chiquinha-mor e bateram tão duro que ela despencou para o abismo eterno.
M.A., nunca cutuque onça com vara curta seu imbecil travestido de garanhão delegado.
E tenho mais uma notícia boa para te dar, sabe aquela cana que voce deu lá em…
Quase falei, mas vou deixar para voce ter a surpresa a partir de terça feira.

fechando o caso da escrivã favelada…( aqui continuará aberto ) 37

———- Mensagem encaminhada ———-
De: WAGNER Data: 28 de fevereiro de 2011 10:27
Assunto: fechando o caso da escrivã favelada
Para: dipol@flitparalisante.com

No blog do Pannunzio a discussão tá encerrada e aqui no Flit continua?

Fechando o caso: A opinião do Blog sobre a Operação Pelada

February 28 | Posted by Fábio Pannunzio

Dez dias se passaram desde que o Blog do Pannunzio e a Rede Bandeirantes denunciaram as atrocidades perpetradas por uma equipe de delegados-corregedores contra uma escrivã acusada de concussão. Até agora, todo o material jornalístico publicado nesta página eletrônica foi orientado pela objetividade. Apesar da gravidade da denúncia, tentei ao máximo não permitir a contaminação dos conteúdos pela minha própria indignação. Agora chegou o momento de expressar o que pensamos.

As atrocidades contidas no video gravado pela Corregedoria chocaram o País, provocaram comoção e produziram uma série de repercussões políticas e institucionais. No ambiente do Blog, despertaram uma discussão saudável entre leitores horrorizados com os múltiplos desrespeitos evidenciados pelas cenas. A discussão se materializou na forma de centenas de comentários, em sua maioria serenos e bem embasados. Quero dar os parabéns aos leitores pela lucidez na abordagem madura do problema e agradecê-los pela maneira correta com que divergiram, somaram, acrescentaram elementos de análise ao conteúdo do Blog.

No universo maior, naquele que se costuma chamar de “vida real”, os post que desvelaram o caso provocaram um eco saneador. Quatro delegados foram afastados de suas funções na Corregedoria. A própria Corregedora-Geral foi transferida para outro posto depois de cometer um erro fatal: apoiar a truculência de seus sobordinados.

Sobre a queda de Maria Inês Trefiglio Valente, um parágrafo à parte, que talvez venha a causar algum espanto entre os leitores. Fiquei compadecido com o que lhe aconteceu, embora eu tenha a convicção de que contribuí ativamente para que isso acontecesse. Goste-se ou não de seus métodos, é preciso reconhecer que a delegada realizou um grande trabalho à frente da Corregedoria, onde atuou com firmeza para extirpar da Polícia Civil o cancer da corrupção, que já fizera metástases e ameaçava tomar todo o organismo. Não por acaso, Maria Inês amealhou inimigos viscerais e soube resistir a  eles. Caiu vítima da soberba institucional da qual se investiu a Corregedoria.

Para os futuros chefes da polícia da polícia paulista, fica a lição de que não se pode pretender justicar o mal como uma necessidade para a imposição do bem. Numa democracia como a nossa, o respeito à lei é um imperativo inalienável. E a sociedade grita quando percebe que está sendo ameaçada.

Nesse caso, a ameaça era ainda mais grave. Os abusos denunciados certamente iriam formar novos padrões de comportamento abusivo. A pergunta que os policiais que foram alvo de ações dessa natureza se fazem é: se quem tem por dever de ofício coibir o desrespeito pode agir assim, por que todos os demais policiais que integram a corporação teriam que se comportar de maneira distinta ?

A partir de agora é possível antecipar que nunca mais a Corregedoria, ou a polícia como um todo, irá submeter alguém a tamanha humilhação. Se isso de fato acontecer, terá sido uma grande mudança. Nunca mais se verão cenas como a da escrivã sendo despida na marra por delegados prepotentes, em completa dessitonia com o que está prescrito no Artigo 249 do Código de Processo Penal. E, caso isso venha novamente a acontecer, os chefes dos tiranos não estarão tão à vontade para defender o mau comportamento.

Quero ressaltar que ainda há muito o que investigar. Mas essa é uma tarefa que deve ser compartilhada por todos os agentes que atuam em defesa da manuteção dos direitos e na fiscalização do Estado. As instituições têm que cumprir sua parte. Cabe ao Ministério Público explicar o parecer esdrúxulo do promotor de justiça que pediu o arquivamento do caso. A decisão do juiz que acatou esse parecer também precisa ser analisada pelo Conselho Nacional de Justiça. As dezenas de denúncias de procedimentos arbitrários que se seguiram à revelação das sevícias contra a escrivã igualmente precisam ser consideradas, investigadas e punidas. É necessário puxar o fio do novelo desatado pelo Blog e pela Band, tarefa que é, por definição, uma construção coletiva.

Ao Estado, por delegação constitucional, cabe o exercício da violência legítima. Quando não encontra limites, esse mesmo Estado se transforma em uma ameaça permanente contra os cidadãos que lhe delegaram tanto poder. Daí a importância de abrir espaço para o desvelar de situações aviltantes, vexatórias e humilhantes como o que se viu nas páginas deste Blog.

As múltiplas repercussões que a denúncia gerou reafirmam a percepção de que a cidadania ganhou muito com o advento da internet. Não é exagero afirmar que, aliada ao bom exercício do jornalismo nos veículos da imprensa formal, a internet se transformou num novo locus para a realização da cidadania.

Fábio Pannunzio, editor do Blog do Pannunzio.

O PCC ASSASSINA MAIS UM: Agente penitenciário ASSASSINADO em Caraguatatuba 48

Data: 27 de fevereiro de 2011 13:57
Assunto: Agente penitenciário ASSASSINADO em Caraguatatuba
Para: dipol@flitparalisante.com

Tivemos um homicidio de um agente penitenciário ontem (26), em Caraguatatuba, mas a grande midia chapa branca não divulgou, temos vários relatos sobre o homicidio.
Esse agente penitenciário trabalhava no CDP Caraguatatuba.
Jenis de Andrade
http://jenisandrade.blogspot.com/

Artigo recomendado por Policial Triste: Blog publica a íntegra das perícias do caso da escrivã 12

Hi Dr Guerra,
Seu amigo Policial Triste, recomendou este posto entitulado ‘Blog publica a íntegra das perícias do caso da escrivã’ para você.
Aqui está o que ele destacou:
N/A
Blog publica a íntegra das perícias do caso da escrivã
Postado por Fábio Pannunzio On 27/02/2011 (13:54) In Direitos humanos, Manchetes, Notícias, Segurança
A repercussão do caso que o Blog do Pannunzio trata como Operação Pelada gerou diversos pedidos de leitores para que a íntegra dos documentos que embasaram a investigação fosse publicada. As peças mais importantes são as degravações dos diálogos que o denunciante  Alex Alves de Souza manteve com a escrivã V. A partir de agora, elas estão disponíveis para download em formato PDF.
O Blog tem sustentado que o conteúdo dos documentos se contrapõe às conclusões dos vários delegados que investigaram o caso, especialmente no que diz respeito à informação, reiterada diversas vezes nos autos, de que havia o registro da exigência de dinheiro por parte da escrivã, o que seria suficiente para provar materialmente o crime de concussão.
O primeiro diálogo pode ser lido aqui. A gravação, segundo o laudo pericial, foi feita pelo celular de Alex. Ela registra o momento em que o denunciante prestou declarações no procedimento instaurado para apurar a posse ilegal de munição. Foi o primeiro contato pessoal entre ambos.
De acordo com a cronologia estabelecida pelo motoboy, a exigência da escrivã teria sido feita nessa oportunidade. Mas na degravação não há, como o Blog tem reiterado, nenhum indício de crime. Não há menção a dinheiro nem nada do gênero que se possa inferir. O teor do diálogo coincide inteiramente como o que foi registrado no Termo de Declarações lavrado por V., que pode ser lido aqui.
A partir de então, Alex passou a agir de acordo com as instruções da Corregedoria. Um dia depois de ter formalizado a denúncia, em 11 de junho de 2009 — data provável — , Alex liga para o Vigésimo-quinto DP e tenta induzir a escrivã a falar sobre um suposto acordo financeiro entre ambos. Mas a conversa não prospera. Igualmente, não há menção a propina. A degravação pode ser acessada aqui.
O terceiro documento contém a degravação do diálogo que aconteceu dentro da delegacia no dia em que a escrivã foi presa em flagrante, 15 de junho de 2009. Alex vai à delegacia para buscar uma intimação que deveria ser entregue ao pai dele. Do lado de fora, a equipe da Corregedoria, que o havia instruído sobre como proceder, aguarda um sinal do denunciante para efetuar a prisão.
A delegada Patrícia Vaiano Mauad afirma que “a gravação feita pela vítima no momento da entrega do dinheiro, já que portava um gravador cedido pela corregedoria, também foi apreendida, transcrita e encaminhada para a perícia (fls 156/161)”. Mas aqui também não se encontra nenhuma referência ao suposto pagamento da propina, apesar de haver uma referência a algo que não poderia ser tratado por telefone. O documento pode ser lido aqui.
Caso o leitor queira conhecer outras peças que integram o inquérito, basta enviar e-mail para o Blogo do Pannunzio clicando aqui.
Artigo de Blog do Pannunzio – http://www.pannunzio.com.br
URL par o artigo: http://www.pannunzio.com.br/?p=7359

divulgação do blog – Sindicatos dos Policiais Civis de Presidene Prudente 29

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Lucio Flavio Moreno
Data: 26 de fevereiro de 2011 22:13
Assunto: divulgação do blog – Sindicatos dos Policiais Civis de Presidene Prudente
Para: dipol@flitparalisante.com

Caro Doutor Guerra.
 
Em primeiro lugar parabenizo-o pelo FLIT PARALISANTE este importante instrumento de comunicação que verdadeiramente é o jornal da Polícia, e que tem mudado os seus rumos. Destaco a agilidade dos blogs em relação aos sites. Peço lhe que divulgue o blog do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente – SIPOL – o endereço é : sipol-prudente@blogspot.com
 
Meus sinceros agradecimentos
 

Lucio Flavio Moreno
Presidente do Sipol

 

O caso da escrivã despida à força por delegados de São Paulo mostra que a truculência da polícia não tem limites 106

Barbárie na delegacia

O caso da escrivã despida à força por delegados de São Paulo mostra que a truculência da polícia não tem limites

Solange Azevedo, Patrícia Diguê e Claudia Jordão

 http://www.istoe.com.br/reportagens/126061_BARBARIE+NA+DELEGACIA?

 

 Assista a vídeo em que a ex-escrivã, seu advogado e a procuradora de justiça, Luiza Eluf falam sobre o caso :

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VIOLÊNCIA
A ex-escrivã tem medo de se identificar e sofrer represálias nas ruas.
Ela evitar sair de casa sem o marido, que é policial militar. Durante
15 minutos, ela pediu mais de 20 vezes para ser revistada por uma mulher

Perdi a paciência com você”, gritava o delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho. “Ela vai ficar pelada na frente de todo mundo.” Esse show de horror e truculência aconteceu em junho de 2009, dentro de um distrito policial de Parelheiros, no extremo sul da capital paulista. Mas só veio à tona agora, quando as imagens da diligência foram divulgadas na internet e na televisão. A vítima, uma escrivã acusada de receber R$ 200 para favorecer um rapaz investigado no bairro e ocultar o dinheiro sob a roupa, implorava para que não a deixassem nua na frente de seis homens da Corregedoria da Polícia Civil. Suplicou, mais de 20 vezes, para que a revista íntima fosse feita por mulheres – como manda a lei. Não adiantou. Ela foi algemada, jogada no chão e teve as calças e a calcinha arrancadas à força por Carvalho Filho. “Eu sou o condutor da tua cana. Você está presa em flagrante”, bradava o delegado. “Eles ficaram comigo em torno de 50 minutos. Me ameaçavam o tempo todo”, afirmou a moça à ISTOÉ. “Fui humilhada e tratada como um animal por ser mulher.”

A ação, filmada pela própria Corregedoria, mostra que a brutalidade da polícia não tem limites. “Se fizeram isso comigo, uma colega, dentro de um prédio público, imagine o que pode acontecer nas periferias, nas ruas escuras?”, reclama a vítima. Quando Carvalho Filho expôs violentamente o sexo dela, quatro cédulas de R$ 50 caíram no chão. Para o delegado, aquela seria a prova de que a funcionária se corrompera. Ela permaneceu encarcerada durante 20 dias e, em outubro do ano passado, acabou demitida. A ex-escrivã nega ter pedido dinheiro. Diz que o rapaz deixou as notas em cima da mesa e, como ela não sabia o que fazer, saiu da própria sala para consultar seus superiores quando foi surpreendida pelos agentes da Corregedoria. Eles chegaram com armas em punho, berrando e lhe dando voz de prisão. A ex-escrivã alega que escondeu o dinheiro sob as vestes porque ficou com medo. O processo, que definirá se ela cometeu o crime de concussão, ainda não foi concluído. A questão que emerge desse caso, no entanto, não é se a ex-escrivã é ou não é corrupta, porque sobre isso nem mesmo a Justiça deu a palavra final, mas por que os policiais agiram daquela maneira.

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A escrivã implora aos delegados Carvalho Filho (de vermelho) 
e Gonçalves para que a revista seja feita por uma mulher

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Os delegados se negam. Carvalho Filho
a algema com as mãos para trás

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Carvalho Filho ordena que a PM e a guarda civil
presentes o ajudem a arrancar a roupa dela

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A escrivã é jogada no chão, grita por ajuda
e pede para que os policiais parem de gravar

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O delegado consegue puxar as calças
e a calcinha da escrivã e as notas aparecem
 

“Foi uma história escabrosa de violência de gênero. Os agentes tinham tanta convicção de que o que faziam era correto que gravaram tudo. Me espanta a falta de percepção deles sobre o próprio papel, sobre o que é certo ou errado e sobre os direitos da moça”, afirma a procuradora de Justiça Luiza Nagib Eluf, estudiosa do tema. “Ela foi torturada como nos tempos da ditadura, quando os militares tiravam as roupas das presas e as expunham com a intenção de apavorá-las.” Luiza afirma que as cenas da ex-escrivã berrando para que a ajudassem lembram o que acontecia de pior nos porões do Deops e do DOI-Codi. “O delegado ficou nervosinho porque foi desafiado por uma mulher. Ele quis se vingar, mostrar quem manda”, acredita o cientista social Guaracy Mingardi, ex-subsecretário Nacional da Segurança Pública. “Boa parte das besteiras praticadas pela polícia acontece porque o policial quer mostrar que é ele que está no comando.” 

Nos corredores da polícia paulista, o delegado Carvalho Filho é descrito como um homem truculento. Certa vez, teria se desentendido com a mulher de um investigador e dado um tapa na cara dela. Em 2009, quando coordenou a barbárie contra a ex-escrivã, Carvalho Filho tinha 27 anos – a mesma idade da vítima. Estava no estágio probatório e louco para mostrar serviço. Trabalhava havia apenas um mês na Divisão de Operações Policiais (DOP) da Corregedoria da Polícia Civil e nunca havia estado à frente de uma operação vultosa. “Aquela foi a primeira prisão que ele fez”, revela o delegado-corregedor Emilio Antônio Pascoal, chefe de Carvalho Filho naquela época. Embora Carvalho Filho tenha dito que a ordem para deixar a escrivã “pelada na frente de todo mundo” tenha partido do chefe, Pascoal nega. “Sempre orientei toda a equipe para agir de forma absolutamente escorreita”, afirma Pascoal. O delegado lembra que, antes de integrar a DOP, Carvalho Filho atuou como plantonista do presídio da Polícia Civil. Antes disso, fora do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra).

O governo de São Paulo só se mostrou indignado com a ação da equipe comandada por Carvalho Filho depois que o escândalo se tornou público. Mais de um ano e meio depois do ocorrido. Antes, as imagens da escrivã implorando para não ficar nua na frente de um bando de homens não foram consideradas abusivas – nem pela polícia, nem pelo Ministério Público, nem pelo Judiciário. Tanto que houve uma sindicância interna na Corregedoria e os policiais não receberam nenhuma punição. Quando o caso chegou ao Ministério Público, o promotor Lee Robert Kahn da Silveira elogiou a atuação dos agentes e escreveu, em sua fundamentação, que “à Polícia será sempre permitido relativo arbítrio, certa liberdade de ação, caso contrário esta se tornaria inútil, ensejando vença e impunidade, ante os obstáculos que surgem para a apuração e descoberta de fatos delituosos”. Baseado nesses argumentos, o juiz Octávio Augusto de Barros Filho (leia quadro abaixo) decidiu arquivar o inquérito por abuso de autoridade.

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BRIGA
Chefe da escrivã, Engler quase saiu no
tapa com Carvalho Filho tentando defendê-la

Como se diz no jargão policial, a casa só começou a cair na segunda-feira 21, quando o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, anunciou o afastamento de Carvalho Filho, de outros dois delegados que participaram daquela diligência – Gustavo Henrique Gonçalves e Renzo Santi Barbin – e de Pascoal, então chefe da equipe, da Corregedoria. “Fui escalado para a operação, mas não estava na sala na hora em que fizeram aquilo com a moça”, afirma Barbin. “Eu estava presente no início da discussão. Mas, quando percebi que o rapaz que acusou a escrivã estava no pátio da delegacia com a namorada, fui vigiá-lo para que nenhum policial que trabalhava naquele distrito tentasse intimidá-lo.” Barbin se sente injustiçado. Disse à ISTOÉ que atuou como delegado na zona leste de São Paulo, mas pedira transferência para a Corregedoria porque pretendia melhorar a corporação.

Nem a corregedora-geral da Polícia Civil resistiu à pressão. Maria Inês Trefiglio Valente, que estava na função desde abril de 2009, foi tirada do cargo na tarde da quinta-feira 24. Apesar de policiais afirmarem que, na prática, quem sempre comandou de verdade a Corregedoria foi o próprio secretário Ferreira Pinto. Logo depois que o escândalo eclodiu, Maria Inês explicou a violência de seus subordinados de maneira desastrada. “Se fez necessária, depois de 48 minutos de atuação”, justificou. “Como mulher, ela poderia ter se sentido constrangida. E, como corregedora, deveria ter feito valer a lei do nosso país”, reclama a ex-escrivã. “Todo mundo errou. O delegado, que não tinha vivência e fez tudo errado, a Corregedoria, que deixou passar, e o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil, que não ficaram em cima”, acredita Mingardi.

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QUEDA
Maria Inês perdeu o comando da Corregedoria-Geral
 

Em novembro do ano passado, o advogado da ex-escrivã, Fábio Guedes Garcia da Silveira, comunicou a OAB sobre o abuso e o presidente da entidade, Luiz Flávio Borges D’Urso, enviou ofícios ao então governador, Alberto Goldman, ao secretário Ferreira Pinto, ao procurador-geral de Justiça, Fernando Grella, e ao então presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antonio Carlos Vianna Santos. Até o caso chegar à tevê, porém, ninguém havia tomado providências. “Aquela ação foi absurda, não concordamos com ela. Mas, para que o inquérito de abuso de autoridade (arquivado a pedido do promotor Lee Robert Kahn da Silveira) seja reaberto, é preciso que haja um fato novo”, afirma a promotora Luciana Frugiuele, do Grupo de Ação Especial para o Controle Externo da Atividade Policial (Gecep). Além de o Gecep estar reexaminando o inquérito, a Promotoria do Patrimônio Público e Social vai apurar se os delegados devem responder por improbidade administrativa.

As imagens da operação que durou 48 minutos, obtidas na íntegra por ISTOÉ, deixam claro que os chamados “fatos novos” não passam de filigranas jurídicas que podem favorecer os criminosos. Elas mostram que Carvalho Filho e o delegado titular de Parelheiros, Renato Luiz Engler, quase se agrediram fisicamente porque o delegado-corregedor insistia em acompanhar pessoalmente a revista íntima da ex-escrivã. Uma policial militar e uma guarda civil metropolitana foram chamadas, mas Carvalho Filho se recusou a deixá-las sozinhas na sala com a moça, alegando que era o responsável pela operação. “Ele veio pra cima de mim, dizendo ‘você tá me chamando de moleque?’”, contou Engler. “Tenho 30 anos de polícia, ele é iniciante. Chegou lá e falava comigo como se eu fosse um faxineiro, tal a arrogância e petulância dele.” Quando Engler saiu da sala, os agentes da Corregedoria trancaram a porta e partiram para cima da escrivã. A moça berrava desesperada pedindo ajuda, mas foi jogada no chão e o próprio Carvalho Filho, com a ajuda da guarda civil, puxou violentamente as calças e a calcinha dela. Depois, ficou mostrando o dinheiro para a câmera e gritando: “Você está presa em flagrante.”

“No vídeo, o delegado (Carvalho Filho) parece ser passional demais”, avalia Vanessa Fonseca, psicóloga do Instituto Promundo, ONG que defende a igualdade de gêneros. “Ele demonstra insegurança sobre o que fazer e, com o passar do tempo, perde a paciência.” Ainda que desconfiasse da policial militar e da guarda civil, em vez de deixar a escrivã nua, Carvalho Filho poderia ter levado a moça para ser revistada na Corregedoria, já que, naquela época, não havia mulheres lotadas na Divisão de Operações Policiais para acompanhá-lo até Parelheiros. “Ela poderia ser revistada pela faxineira do DP, mas nunca por homens e daquela maneira”, afirma George Melão, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. “Conheci o Eduardo (Carvalho Filho) e tive uma ótima impressão. Ele me pareceu um homem inteligente, profundo conhecedor do meio jurídico. Sabia muito de legislação, de direitos e deveres.”

No dia 15 de junho de 2009, no entanto, Carvalho Filho passou por cima do que aprendera na faculdade de direito e cometeu um desatino que pode lhe custar a carreira. “Vou provocar o procurador-geral da República para que a apuração desse crime seja federalizada porque se trata de uma violação de direitos humanos. Só faltou colocarem o saco plástico na cabeça da minha cliente”, diz Silveira, advogado da ex-escrivã. “Mas não foi só o delegado Eduardo que errou. Os outros agentes que estavam na sala pecaram, no mínimo, por omissão.” Esse episódio mancha a reputação de um órgão que deveria servir de exemplo para toda a corporação. “O delegado queria humilhá-la, feriu a dignidade dela como mulher e ninguém que estava na sala teve a decência de acudi-la”, afirma a procuradora Luiza Nagib Eluf. “Se aconteceu isso com essa moça, dentro de uma delegacia, devemos pensar: quem será a próxima vítima?”

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BLOG DO PANNUNZIO: Corregedoria preparou o flagrante contra a escrivã e mentiu para incriminá-la 63

 

Operação Pelada: como a Corregedoria preparou o flagrante contra a escrivã e mentiu para incriminá-la

February 26 | Posted by Fábio Pannunzio

Os vícios do rumoroso caso da escrivã despida à força numa delegacia da Zona Sul de São Paulo começaram assim que o Ministério Público encaminhou o motoboyAlex Alves de Souza, de 27 anos, à Corregedoria da Polícia Civil, no dia 9 de junho de 2.008.  Como o Blog do Pannunzio revelou nesta sexta-feira, ao prestar declarações sobre a suposta tentativa de suborno, Alex passou recebeu instruções detalhadas dos delegados sobre o que deveria fazer para comprovar a acusação (leia post sobre o assunto aqui).

Cinco dias se passaram até que a prisão em flagrante de V.F.S.L,. fosse consumada. Nesse período, o motoboy tentou contato, em duas oportunidades diferentes, com a escrivã por telefone. A degravação dos diálogos, juntada ao inquérito policial, deixa claro que é o denunciante quem insinua a existência de um acerto prévio. Para materializar o crime de conussão, V. teria que ter exigido dinheiro, situação que não se verifica em nenhum dos registros.

Os dois telefonemas foram feitos por Alex. Os documentos anexados ao inquérito não indicam com precisão a data em que o primeiro deles aconteceu. É provável que a ligação tenha ocorrido no dia 11 de junho, um dia depois de Alex foi ouvido pela primeira vez pela Corregedoria. É certo que a iniciativa de falar implicitamente sobre algo previamente combinado, que não podia ser  discutido por telefone, foi do denunciante, e não da escrivã.

– “Então, Vanessa, é consegui só… uma parte”, diz o motoboy.

– “Isso aí não se fala, entendeu ? Telefone é embaçado”, responde a policial.

Apesar da cautela recomendada por V. na abordagem, é literalmente impossível saber exatamente a que ambos estavam se referindo. O certo é que o diálogo (veja fac-símile à esquerda), a exemplo do que foi anteriormente revelado pelo Blog, nem de longe denota a condição exigida para a tipificação do crime de concussão: exigir, em razão do cargo que ocupa, vantagem indevida, como prescrito pelo Artigo 316 do Código Penal.

O segundo telefonema foi disparado por Alex no dia 15, data em que V. foi presa em flagrante. A conversa foi registrada num gravador microcassete da Corregedoria e estava sendo monitorada — e provavelmente instruída — pela equipe de delegados. É clara a intenção de incriminar V. Mas, ao final, a expectativa nã ose materializou.

Na degravação, é possível depreender que Alex e a escrivã tratam da intimação do pai do denunciante. A iniciativa de insinuar um suposto acordo financeiro, mais uma vez, é do motoboy. E não encontra eco na resposta da escrivã.

– “Deixa eu te falar. Eu arrumei só uma parte daquele negócio”, diz Alex.

– “Então dá uma passadinha aqui que a gente conversa, tá bom?”, responde a policial.

“É uma conversar suspeita”, diz um advogado criminalista consultado pelo Blog do Pannunzio, mas insuficiente para caracterizar concussão ou corrupção. “Eles podiam estar falando sobre rojões, confeitos ou qualquer outra coisa. E ninguém pode ser condenado com base em suposições”, arremata a fonte.

A afirmação inverídica de que a exigência de suborno foi gravada consta de várias peças do inquérito. O Blog teve acesso a todo o processo, que tem 269 páginas, distribuídas em dois volumes, e não encontrou nenhum documento, trancrição ou lado pericial que comprove isso.

No relatório do inquérito encaminhado à Justiça quando a investigação foi concluída, a delegada Patrícia Vaiano Mauad afirma que “a fita da gravação da ligação efetuada na data dos fatos foi devidamente apreendida em auto próprio e encaminhada à perícia pra degravação”. Não há registro dessa perícia nos autos.

Conforme se pode ver no trecho destacado no fac-símile ao lado, a mesma delegada afirma que a conversa onde houve a exigência de propina foi “gravada em seu telefone celular [do denunciante]“. Mais adiante, na mesma página, lê-se que no dia 15 de junho houve “um novo contato telefônico entre entre Alex e a escrivã Vanessa, o qual foi gravado pelos Delegados da Corregedoria, onde foi marcado um encontro pessoal no cartório do VigésimoQuinto DP (…) para a entrega de parte da quantia exigida, estipulada pela vítima e policiais civis da Corregedoria em R$ 200,00″. Tampouco há, na perícia das gravações, qualquer menção à entrega de propina.

Embora os delegados-corregedores afirmem o tempo todo que o momento da entrega do suborno foi gravado, não há registro dessa gravação no inquérito. A rigor, ninguém sabe o que se passou enquanto enquanto Alex e V. estavam a sós no cartório da Delegacia.Se esse momento foi efetivamente gravado, tal gravação foi suprimida dos autos por iniciativa da própria Corregedoria.

Causa estranheza também que o video gravado pelos delegados-corregedores, que registra a humilhação imposta à escrivã, não tenha sido juntado ao inquérito, apesar das diversas requisições feitas pelos advogados de V. nas instâncias criminal e administrativa. A peça só passou a ser considerada depois que  o Blog do Pannunzio e a Rede Bandeirantes divulgaram o material, no último dia 18.

LEIA MAIS NO BLOG DO PANNUNZIO

http://www.pannunzio.com.br/?p=7343

FERREIRA PINTO SABIA DE TUDO DESDE AGOSTO DE 2009…RECEBEU O VÍDEO E DOCUMENTOS DA PROMOTORA MARIA JÚLIA KAIAL CURY 48

Enviado em 26/02/2011 às 19:27 – Sandro Barboza

A respeito do editorial do jornal Folha de S. Paulo, preciso apenas fazer alguns esclarecimentos:
Todos os atos da Corregedoria são informados ao Secretário de Segurança Pública, por força do decreto 54.710, publicado no Diário Oficial do Estado em agosto de 2009.
Segundo a então corregedora, Maria Inês Trefiglio Valente, conforme entrevista dada a TV Band, o secretário Antônio Ferreira Pinto, sabia de tudo, nada foi escondido dele.
Também em agosto de 2009, a Promotora de Justiça Maria Júlia Kaial Cury enviou ofício ao secretário da Segurança Pública de São Paulo, contando em detalhes a revista da escrivã, ocorrida no Distrito de Parelheiros. Junto com o documento estava anexada uma cópia do DVD contendo as imagens da operação da Corregedoria, feita pelos policiais do próprio órgão.
O Ministério Público solicitou a abertura de inquérito policial contra os integrantes da Corregedoria por abuso de autoridade. Também foi solicitada a abertura de processo administrativo. O Secretário da Segurança Pública enviou o caso para a Corregedoria, que é subordinada diretamente a ele.
Apenas um inquérito foi aberto. O processo administrativo não. Vale lembrar que o delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho estava em estágio probatório, e um processo administrativo poderia prejudicar a efetivação dele dentro da carreira pública.
Terminado o inquérito, o caso foi enviado para o Ministério Público. O promotor de justiça de Parelheiros, Lee Robert Kahn da Silveira, pediu o arquivamento do processo em 23 de setembro de 2009. Dias depois, a Justiça de São Paulo, concordou com o pedido.
Segundo a então corregedora, os policiais da Corregedoria agiram correta e legalmente, e tudo o que aconteceu, foi necessário.
No dia 10 de dezembro, e não em novembro como foi publicado na Folha, o secretário Antônio Ferreira Pinto, recebeu ofício do presidente da OAB São Paulo, Luiz Flávio Borges D’urso, bem como nova cópia do DVD com as imagens feitas pela corregedoria da operação de prisão da escrivã. Ofícios de igual teor, bem como cópias dos DVDs também foram enviados ao então governador, Alberto Goldman, ao então presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antônio Carlos Viana Santos e ao Procurador Geral de Justiça do estado, Fernando Grella Vieira, que mandou investigar o caso. Dos demais, a OAB-SP ainda aguarda resposta sobre as providências tomadas.
Na sexta-feira (18 de fevereiro), o Jornal da Band, exibiu em primeira mão as imagens da operação da Corregedoria, além de entrevista com a ex-escrivã.
Na segunda-feira (21 de fevereiro), o Secretário Antônio Ferreira Pinto emitiu uma nota informando que após ver as imagens divulgadas pela Rede Bandeirantes de Televisão, resolveu afastar os delegados envolvidos no caso, bem como abrir investigação.
Em outra nota, Ferreira Pinto, disse que nunca tinha visto o vídeo, e que a primeira vez que teve contato com as imagens, foi ao ver o material exibido pela Band.
Tudo o que escrevi acima está relatado nas reportagens exibidas entre o dia 18 a 26 de fevereiro na TV Band, portal http://www.eband.com.br e TV Bandnews

SERÁ QUE O TOYOTA COROLLA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA TAMBÉM FOI LOCADO POR EMPRESA DE MINAS GERAIS 45

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/02/26/atentado-a-ferreira-pinto-abafado-pelo-governo-o-secretario-de-seguranca-de-sao-paulo-antonio-ferreira-pinto-teria-sido-vitima-de-atentado-ha-dias-segundo-fontes-policiais/

Ah, o péssimo exemplo acima, ou seja, causar impacto ambiental  e desgastes nas vias Paulistas, pagando aluguel de carro para empresa sediada noutro Estado, pagando impostos em geral e IPVA em benefício de Minas Gerais, é dado por certa prefeitura do Partido dos Trabalhadores…

Dizem que o PT gosta de imitar o PSDB.

O delegado Renzo Santi Barbin foi afastado de seu trabalho no núcleo da Corregedoria da Polícia Civil de Bauru 45

26/02/2011

Delegado corregedor de Bauru é afastado

 

Vitor Oshiro/Com Redação

O delegado Renzo Santi Barbin foi afastado de seu trabalho no núcleo da Corregedoria da Polícia Civil de Bauru. Ele é um dos quatro envolvidos no caso da escrivã que, após constatada suspeita de recebimento de propina, foi despida à força na Delegacia de Parelheiros, em São Paulo.

Juntamente com outros dois delegados, Barbin aparece no vídeo da prisão em flagrante de V.F.S.L. O caso ocorreu um junho de 2009, quando a escrivã foi acusada de receber R$ 200,00 para favorecer um suspeito de portar munição.

De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Renzo Santi Barbin, que veio trabalhar na unidade de Bauru depois de sair de Parelheiros, está afastado de qualquer atividade na Corregedoria desde a decisão tomada no início dessa semana pelo secretário Antônio Ferreira Pinto. O afastamento ainda não foi oficializado no Diário Oficial.

O titular da divisão de Operações Especiais da época, Emílio Antonio Pascoal, também será alvo do mesmo processo, uma vez que, de acordo com o entendimento do secretário, “concorreu para o desfecho daquela intervenção policial”.

No vídeo de 12 minutos, a escrivã diz que os policiais poderiam revistá-la, porém, somente tiraria a roupa para policiais femininas. Entretanto, sem a presença de qualquer investigadora da Corregedoria, os homens rtiram a calça e a calcinha da mulher. Após encontrar o dinheiro supostamente de origem ilícita, ela foi demitida da Polícia Civil, porém, recorre da decisão.

Antonio Ferreira Pinto…(lobby do deputado Tobias “de Aguiar”, do Comitê Olímpico e aumento salarial só para “ativos” ) 31

———- Mensagem encaminhada ———-
De: L

Data: 26 de fevereiro de 2011 10:18
Assunto: Antonio Ferreira Pinto
Para: dipol@flitparalisante.com

Caro Dr Guerra, estou lhe enviando este email para lhe falar sobre reuniões que aconteceram nestes dias para segurar o secretário  de segurança publica, obtive informações de que a força politica de AFP  é o deputado Tobias, mas até ai acho que não tem muita novidade, estranho é uma conversa sobre o comite olimpico estar fazendo loby para mante-lo no cargo mesmo após saberem sobre os metodos que este AFP esta utilizando, outro ponto grave que tive informações é que o governador esta estudando alguma forma de dar algum aumento de salário que não vá para os aposentados que não averbe no salário dos aposentados.    
 
 
Aposentado.