Policiais são acusados de ajudar a manter fortaleza do tráfico. 68

Enviado em 02/02/2011 às 5:58

SBT Brasil
Policias são acusados de ajudar a manter fortaleza do tráfico.
Ihhh malandro, caiu a casa dos pms do tático. O trafica disse para o repórter que os superpoliciais militares tomaram “dois contos” pra boca trabalhar. Será que é só lá?????

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=3263&t=Policias%20sao%20acusados%20de%20ajudar%20a%20manter%20uma%20fortaleza%20do%20trafico

Ruy Estanislau Silveira Mello será o responsável pela segurança da vice-presidência da República 36

Enviado em 02/02/2011 às 12:00- X9

Temer escolhe auxiliar suspeito de fraude em SP

Delegado Ruy Estanislau Silveira Mello é alvo de investigação no caso da fraude dos contratos de emplacamento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo

01 de fevereiro de 2011 | 21h 05 – Marcelo Godoy, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – O novo responsável pela segurança da vice-presidência da República, o delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, é alvo de investigação no caso da fraude dos contratos de emplacamento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran). “Ele já foi ouvido e juntou toda a documentação. Ele está tranquilo”, afirmou o criminalista Agenor Nakazone, que defende Mello.

Apadrinhado político do vice-presidente, Michel Temer (PMDB), foi durante a gestão de Silveira Mello que ocorreu parte do suposto rombo de até R$ 40 milhões em nove contratos mantidos pelo órgão com a empresa Cordeiro Lopes para emplacar e lacrar veículos no Estado. Além do superfaturamento na prestação de contas do serviço, também teria ocorrido fraude na licitação e na execução do contrato.

A autorização do afastamento de Mello da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo “com prejuízo dos vencimento, mas sem prejuízo das demais vantagens do cargo” a fim de “prestar serviços” na vice-presidência da República” até 31 de dezembro de 2011 foi publicada no dia 29 no Diário Oficial do Estado.

Em São Paulo, Mello estava em função burocrática desde outubro de 2009, quando, em meio à investigação sobre o esquema das placas – determinadas pelo secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto -, deixou a direção do Detran. À época, Mello disse que saiu porque “não aguentava mais”. O secretário contou outra versão: disse ter pedido o cargo ao subordinado.

Os contratos com a Cordeiro Lopes foram rompidos depois que uma perícia contatou o suposto superfaturamento de R$11 milhões apenas nos anos de 2008 a 2009 – eles foram assinados em 2006. Em 22 de novembro passado, promotores do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep) denunciaram nove delegados e 13 empresários por causa das supostas fraudes. Ao mesmo tempo, eles pediram à Justiça que a investigação prosseguisse para apurar “eventual participação do então diretor do Detran-SP, o delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, nos crimes de fraude a execução de contratos” dos quais seis outros delegados já haviam sido denunciados pelos promotores.

O advogado de Mello afirmou que seu cliente se adiantou e procurou a Corregedoria da Polícia Civil para ser ouvido. A documentação que ele teria entregue seria prova de sua inocência. Ela mostraria que o ex-diretor do Detran mandou apurar todas as irregularidades que chegaram ao seu conhecimento.

Ao ser ouvido como investigado no inquérito da Corregedoria da Polícia Civil sobre o caso, Mello afirmou que sempre agiu com moralidade, legalidade, eficiência e em defesa da melhoria do atendimento ao público. O ex-diretor do Detran contou que só soube “das discrepâncias nos valores pagos pela Administração à empresa Cordeiro Lopes, em relação a correspondente execução dos serviços, através do expediente encaminhado pelo conselheiro do Tribunal de Conta do Estados, Cláudio Alvarenga. Mello contou que mandou abrir sindicância sobre o caso. Mello afirmou que, como diretor do Detran, não era responsável por fiscalizar os serviços da empresa Cordeiro Lopes, que a tarefa era descentralizada.

Mello também foi questionado sobre o fato de ter prorrogado os contratos com as empresas, sem a realização de nova licitação, apesar das denúncias de fraudes. “Tais medidas só fora realizadas após amplo estudo e discussão por sua assessoria, e embasada em pareceres jurídicos ofertados pela consultoria jurídica da pasta de que não havia impedimento não obstante as inúmeras sindicâncias administrativas instauradas”.

Mas a sócia da empresa Cordeiro Lopes, Vilma Ferreira de Araújo, disse em seu depoimento que “nenhuma cobrança efetuada pela Cordeiro Lopes, hoje tida como a amais , foi feita sem a ciência do Detran, mais precisamente de seus então diretores, doutores Ivaney (Cayres de Souza, que nega) e Ruy”. Vilma é apontada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Corregedoria como laranja do empresário Humberto Verre, que seria o verdadeiro dono da Cordeiro Lopes. Verre é dona da empresa Casa Verre, a maior fabricante de placas do País. Os empresários também negam as fraudes.

Definição de “PESSOA MUITO LEGAL”. 52

Dr Guerra, solicito divulgação de mais absurdos de nossa Puliça:

 

Definição de “PESSOA MUITO LEGAL”.

 

Voltei de férias e estranhei muito encontrar trabalhando, uma colega que havia ido trabalhar em Ribeirão Preto, na sede do Deinter 3. Se por um lado, fiquei feliz (a colega é muito gente boa), lamentei por ela, que havia conseguido a transferência com muito custo. Assim que tive uma folguinha, fui até sua sala, perguntar por que havia voltado e ela, rindo, me respondeu que havia sido por “incompatibilidade de gênios”. Eu respondi que já tinha visto casamentos terminarem por causa disso, mas desistir de uma transferência… e perguntei se a incompatibilidade era com o Diretor,  ela me respondeu que ele era uma “pessoa muito legal”, e que só havia atendido ao pedido dela de retornar e não quis entrar em maiores detalhes.

 

Entre meus inúmeros defeitos, ressaltam-se dois, que colaboram para fazer de mim um bom policial: a curiosidade e a obstinação.

 

Durante todo o dia, fiquei encasquetado com a “incompatibilidade de gênios” e a “pessoa muito legal”! Me pareceu incongruente que, uma pessoa muito legal, conceda transferência a um bom funcionário, que tem incompatibilidade com alguém…

 

Como já trabalhei em Ribeirão Preto e estou sempre por lá, visitando parentes e amigos, resolvi investigar.

 

O resultado de minhas investigações, vou dividir com vocês:

 

A tal incompatibilidade deu-se com a chefe do CEPOL do Deinter 3, que também é esposa do Delegado Assistente. E tal incompatibilidade dá-se, simplesmente, com todos os funcionários: das faxineiras aos chefes. 

 

A coisa funciona assim: no CEPOL, a 1ª dama peçonhenta (opinião de 100% dos muitos policias de Ribeirão Preto com quem falei) não tem nada pra fazer (o que tem toda lógica, já que é um órgão intrinsecamente operacional, dentro de um Departamento burocrático), então passa o dia cuidando da vida de todo mundo e, logicamente, não se esquece de fazer o relatório pro marido.

 

Segundo o pessoal, se você quer trabalhar lá, melhor dar um jeito de cair nas graças da criatura (o que significa dizer amém a tudo o que ela diz ou faz), senão…  você tem que pedir pra sair, antes que ela de um jeito de “saírem” com você, sacou?

 

Agora, quero dividir com vocês, alguns atos da gestão da “pessoa muito legal” que é o diretor do Deinter 3 (muito educado ele é, porque já o vi diversas vezes), que os colegas de Ribeirão, me passaram no decorrer de minhas investigações.

 

1-    Logo que assumiu levou para a seccional de Ribeirão Preto o Dr. Vanir (que é velho conhecido de vocês) e seu Delegatira, metido a garanhão e a ratão (não necessariamente nessa ordem). Aquele que brincava de rodinha com as faxineiras, as levava pra almoçar e que caiu por causa de denuncias de corrupção, lembram? Ah! Aos interessados, as “muito solícitas faxineiras” continuam por lá.  Quando estourou a matéria do Flit, foram transferidas pra DIG (igualzinho mandar alcoólatra, pra cumprir pena em boteco), mas, quando a poeira baixou, uma delas já está de volta a Secxional, “limpando” tudinho, tudinho…     

 

2-    Depois da péssima escolha, o Diretor, parece que conseguiu fazer uma ainda pior: o Dr. José Henrique (também velho conhecido de vocês), que fez historia em Ribeirão, como o Delegado mais grosso e incompetente que já passou por lá e que foi afastado por Assédio a duas funcionárias. Escândalo que só estourou porque ele e o Diretor do Deinter 3, estavam armando uma arapuca pra um Delegado que havia batido boca com o Seccional, depois de ser xingado por ele.

 

3-    Aceita que dentro da Seccional de Ribeirão Preto, tenha funcionária novata (acabou de sair do probatório), trabalhando árduas 5 horas por dia, enquanto, no Deinter, seu Assistente não deixa ninguém trabalhar nem 5 minutos a menos, a menos que esteja morrendo.

 

4-    Aceita que dentro do próprio Deinter 3, trabalhe um Delegado Assistente, odiado por todos, que o pessoal diz que tá colado na cadeira  há anos, porque “conhece o caminho das pedras”… Dizem que entra Diretor… sai Diretor… e o cara tá lá! E a sua 1ª Dama, também! Dizem que é um ditador: não pode trocar plantão (só por motivo de “força maior”, no papel e com 3 dias de antecedência); não pode conversar nos corredores; não pode ficar indo as salas dos colegas; não pode fazer comemorações, só as inspiradas pela 1º Dama.

 

5-    Transfere excelente funcionária, mesmo sabendo que ela esta indo embora pra fugir a perseguição de chefe peçonhenta.

 

Agora me expliquem uma coisa: se isso é ser uma “pessoa muito legal”, o que é “não ser uma pessoa legal”? Expliquem não, tenho até medo de saber!

 

É o relatório. He, he, he!