GERALDO VIU QUE FANTÁSTICO?…HORRA, QUALQUER DR. BONFIM SABE QUE A OBESIDADE DAS PROFESSORAS É DOENÇA “PROFESSIONAL” DECORRENTE DAS PÉSSIMAS CONDIÇÕES FUNCIONAIS…VOSSA EXCELÊNCIA PENSA EM INDENIZAR NOSSAS EDUCADORAS ? 15

Gordinha da USP é inabilitada.

Mas a putinha da UNIBUNDA pode!

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Enviado em 06/02/2011 às 21:55 – HORÁRIO DE ALMOÇO

Quando eu falo que o PSDB é um partido Malígno não é a atoa não…

REPROVAR PROFESSORES APROVADOS EM CONCURSOS PORQUÊ SÃO OBESOS É O CÚMULO DO ABSURDO.

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4925446-EI8266,00.html

Alckmin: reprovação de professoras obesas não foi por estética

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã desta quarta-feira, na capital paulista, que a reprovação de cinco professoras da rede pública de ensino não foi uma questão de estética, mas obedeceu a “critérios técnicos”. De acordo com o governador, caso o resultado do exame de saúde tenha sido considerado “injusto”, cabe recurso. “O estatuto do funcionário público exige o exame de aptidão física, mas se houver erro ou injustiça, ele será corrigido”, disse Alckmin.

A declaração foi uma resposta a questionamento gerado por reportagem da edição desta quarta-feira do jornal Folha de S.Paulo, segundo a qual cinco servidoras de três cidades diferentes declararam ter sido reprovadas por terem peso acima de 90 kg e serem consideradas obesas “mórbidas” e portanto “inaptas” ao trabalho. Elas afirmam ainda que a reprovação foi comunicada pelos respectivos diretores da escola e que não tiveram acesso ao laudo. A Secretaria de Gestão Pública, responsável pelo Departamento de Perícias Médicas de São Paulo, disse que a exigência é que o candidato tanha “boa saúde” e alegou sigilo médico para não informar se o sobrepeso reprovou as candidatas.

Em nota, a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, Maria Izabel Azevedo Noronha, manifestou indignação com a decisão, que “denota preconceito e desrespeita direitos fundamentais da pessoa humana, bem como os direitos adquiridos por aqueles que participaram do concurso e nele foram aprovados”. No comunicado, Maria Izabel afirma que boa parte desses professores já dão aula na rede estadual como docentes não efetivos.

‘É isso que dá votar em partidos que tratam seres humanos como números. Alckmin vai trabalha na iniciativa privada seu demônio.’

Professoras não entram em concurso por serem obesas

Fabiana, Lídia e Ana Paula chegaram a ser nomeadas como professoras efetivadas do estado de São Paulo, mas, no momento de tomar posse, foram informadas de que não são aptas para o trabalho.
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Três professoras, aprovadas em um concurso público em São Paulo lutam para saber por que não conseguem assumir o cargo que conquistaram. Quando finalmente vencem a burocracia, elas descobrem: não foram chamadas porque são obesas.

Fabiana e Ana Paula são professoras de português. Lídia, de matemática. As três já dão aula em escolas da rede pública do estado de São Paulo. Fabiana há um ano, Lídia há três e Ana Paula há mais de dez. Mas o contrato delas é temporário. Para serem efetivadas, prestaram um concurso público.

Fabiana, Lídia e Ana Paula fizeram um primeiro exame e foram aprovadas. Fizeram um curso preparatório, um segundo exame e foram aprovadas, chegaram a ser nomeadas com os nomes publicados no Diário Oficial, mas, no momento de tomar posse como professoras efetivadas do estado, o que aconteceu?

“Eu fiquei sabendo que o laudo médico da perícia eu fui considerada inapta para exercer a função de professora”, conta Fabiana Azevedo.

A mesma informação aparece no laudo médico das outras duas professoras e na cabeça delas surge a mesma pergunta: inapta para o cargo que já exercem por quê?

“Não deram justificativa nenhuma”, revela Lídia. “Nesse laudo, não vem nenhuma justificativa, simplesmente a informação de não-apta”, afirma Fabiana.

Mas as professoras têm a mesma desconfiança. “Durante a consulta com o endocrinologista, ele me disse que obesidade era um fator sim de reprovação em concurso público”, lembra Fabiana.

Com Lídia, primeiro foi o clínico geral que comentou: “Obesidade reprova”.

Será? Fomos ouvir a Secretaria de Gestão Pública do estado.

A obesidade é considerado um fator de inaptidão para exercer o cargo?

“A obesidade não. Só a obesidade não é motivo de não aptidão. Obesidade não pode ser o motivo, porque não é uma questão de aparência. Quem tem problema de vista usa óculos. Não tem sentido isso, não faz sentido”, comenta a perita médica Bartira Granata.

Então qual foi o motivo? As professoras procuraram o Departamento de Perícia Médica para saber. No momento em que a professora vai buscar o laudo, o resultado, ela tem direito de saber por que ela não foi aprovada.

Mas não foi isso que aconteceu e os protocolos provam. Lidia, por exemplo, foi agendada para ver seu prontuário só daqui a dois meses. “Pode ser uma falha dos atendentes, da parte burocrática. Mas ela tem esse direito”, aponta perita.

A repórter Renata Ceribelle pergunta se ela chegar no local com essas pessoas elas vão ter acesso. A perita é categórica: “Tem que ter. Obrigatoriamente, elas têm que ter acesso ao prontuário”.

Nós acompanhamos as professoras em uma nova tentativa de conseguir ver os seus prontuários médicos.

– Mas eu não posso ver hoje? Eu tenho o direito de ver na hora.

Renata Ceribelle: O que elas estão pedindo?
XXX: Vista do prontuário.
Renata Ceribelle: Por que elas não podem ver agora?
XXX: Há um rito a ser seguido aqui.

Passa um pouquinho e eles autorizam a gente a entrar. Enquanto elas são atendidas, o diretor técnico aparece e tenta impedir que a nossa câmera mostre os documentos.

Renata Ceribelle: Mas ela não tem o direito de saber o motivo na hora?
XXX: Na hora não. Tem que fazer uma solicitação para que ela adquira uma cópia e faça sua defesa.

Quando Fabiana tenta tirar uma dúvida do que está escrito no prontuário dela, ele tira o documento da mesa sem explicar.

Renata Ceribelle: Qual o motivo que ela foi considerada inapta?
XXX: Ela vai falar com o advogado dela e saber as motivações.

Enquanto isso, a outra professora, Lídia, já tinha conseguido olhar o parecer médico que a reprovou no concurso e nos mostra. Em cima do carimbo do médico está escrito: “obesidade”.

XXX: Não é discriminação.
Renata Ceribelle: É o que?
XXX: Ela está sendo considerada uma pessoa doente. Este é o ponto.

“Não vejo que obesidade seja obstáculo a ocupar um cargo publico, a menos que fosse para alguma atividade que exigisse um desempenho maior, como educação física. Fora isso, não vejo qualquer ligação entre obesidade e desempenho de uma atividade intelectual”, afirma Ives Gandra.

Mas a Secretaria de Gestão Pública informa que a obesidade não é uma informação definitiva, é só uma parte do processo da perícia.

Do lado de fora do Departamento de Perícias, Fabiana conta o que conseguiu ler antes do diretor retirar o seu prontuário da mesa: “No meu laudo, estava escrito inapta e ao lado estava escrito um ‘CID-E66’”.

CID é o Código Internacional de Doenças. E66 significa obesidade, que pode ser mórbida ou não.

“Me formei na USP, no ano de 1988, sempre morei na periferia, estudei em escola pública do estado. Foi uma batalha de vida para mim me formar, com o sonho de ser professora, e tentar ajudar essas pessoas que, como eu, moram na periferia e estudam em escola pública. Mas eu fui retida por ser obesa”, desabafa

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1646177-15605,00-PROFESSORAS+NAO+SAO+ENTRAM+EM+CONCURSO+POR+SEREM+OBESAS.html

TENENTE FUNDA NOVO PARTIDO: O PPN 34

En-viado em 06/02/2011 às 17:19 -romulofariasgaveo@hotmail.com
IP 189.123.64.85

Senhores policiais;
A atividade delegada chegou às serras norte do parnapiacaba da ilustre terra rasgada conhecida por Sorocaba. Dou-lhes meio segundo para adivinharem o partido do prefeito que aqui governa. Acertaram? Muito rápido o raciocínio de vcs ein. Pois é, o dignissimo Vitor Lipppi, foi eleito pelo colegiado PSDB…sta. Mais uma enganação aos nossos valorosos policiais militares do tipo: “ou é isso ou é nada”. E quando seus filhos querem comer no Mc Donalds e ter um tenis do Backyardigans, qual escolha os senhores fariam? Pois é. Hoje as Polícias estão separadas por um fio, prestes a ser rompido pela tesoura tucana. Basta um estopim, quem sabe um novo confronto defronte ao Palaácio dos Bandeirantes? Seria a gota dagua para a democracia hipocrita tão pregada, arregaçar as mangas e navalhar de vez essa escaramuça entre as irmãs que tanto brigam.A PM é o irmão mais velho, que bate nos irmãos, xinga, mas sempre precisa dele, além disso, é também o irmão esperto que vive dando presentinhos e medalhinhas aos pais. Enquanto isso, a PC é o ovelha negra da familia, sempre reclamamndo salario, enchendo o saco do irmão mais velho, revoltado com as coisas erradas que ve, masi ninguem o ouve por ele ser mais novo e incipiente. É esta, senhores, não a minha visão; mais a visão de nosso pátrio-partido, eleito pela plebe-ignorante e burgo-interesseiros. Fizeram de tudo, até que afastam de vez o pouco e infimo contato entre os irmãos que hoje, desconfiam um do outro. Belo pai que nos adotou por mais de dezesseis anos. Gostaria muito de, a dois meses atras, ter sido encontrado numa lata de lixo, abandonado e que um pai de bigode cheiroso, amigo de nossa mae Dilma tivesse me adotado. Infelizmente, teremos de aturar por mais quase 4 anos, afinal pai a gente não escolhe, neste caso os bestas é que escolheram. Mas deixemos as metáforas e voltemos ao caos da Segurança Pública Srs policiais. Os famigerdos indices criminais? Ah bendita seja a matemática que salvou o partido e rendeu-lhes numeros de ouro. Homicidio? Quase não existe. São Paulo é quase uma Suiça ou talvez França, já o resto do Brasil tem muito o que aprender com nossa especializada secretaria quanto ao maquiamento da matematica. Valorização do homem é o que há de excepcional nesta gestão: Quer melhor valorização do que trabalhar em viaturas zeradas, com gps, programas de policiamento, cem por cento da tropa com equipamentos de proteção individual, etc. E a vergonha de sentar na cadeirinha do Banco do Brasil para refinanciar o emprestimo que eu fiz? Ah, desculpem, isso nada tem a ver com valorização do homem, mas sim valorização do Banco. Falei merda. Não vou falar de outra secretaria, mas sinto o terror dos hospitais e odrma dos contribuintes. sinto pena. As escolas? Professores cada vez mais desligados ao amor pela causa de ensinar, pois sabem o quão baixo é o seu valor no tocante ao reconhecimento. Porém são professores, estudados e ~sábios : “Se não sou reconhecido não vou me esforçar para ensinar”. E aí estão os filhos pródigos e semi-analfabetos que a Dilma firmou resgatar. Bom, e a nossa Polícia como está. Uma faliu, a outra quase falida, em termos de sociedade já nem existem. São meros brinquedinhos preto-vermelhos que piscam as luizinhas para a criançada achar graça ou para dar mergem a materia jornalista de sensacionalismo. Delegados e Oficiais querem manter as cadeiras pois foi muito dificil enfrentar esse concurso, sabe? Então, melhor puxar o saco do que não ter o que puxar. Mas e os escrivaes, cabos e soldados, investigadores, sargentos???? Ah…esses se viram como podem, afinal, o bico existe pra isso.
Senhores, cansado de toda esta palhaçada, é que tenho a honra de convidá-los para o partido que acabo de fundar: PPN (Partido de Porra Nenhuma). Quem tivero interesse de continuar esquecido ainda há tempo de filiar-se. Seja um de nós. Seja também um idiota do PPN.
Tenente.

O PROBLEMA DOS PRÊMIOS NA POLÍCIA É SECULAR, POIS INFORMALMENTE SEMPRE EXISTIRAM…O PRÊMIO ACARRETA A FRAUDE NAS PRISÕES E INVESTIGAÇÕES; MAIS A EXECUÇÃO SUMÁRIA DE PEQUENOS INFRATORES 3

Premiação é positiva, mas pode trazer eventuais distorções

Medida põe foco em planejamento; polícia, porém, pode passar a trabalhar apenas os indicadores analisados

O PERIGO É A POLÍCIA MAXIMIZAR O RESULTADO APENAS DOS INDICADORES CONSIDERADOS NA PREMIAÇÃO

IGNÁCIO CANO

ESPECIAL PARA A FOLHA

A instituição de incentivos econômicos é um mecanismo padrão de gerenciamento em organizações públicas ou privadas para garantir a consecução de metas.
Nos últimos anos, as corporações de segurança pública fizeram esforço para melhorar a gestão institucional e se afastar dos velhos paradigmas baseados no modelo militar, no caso das PMs, ou no modelo exclusivamente jurídico das Polícias Civis.
A criação de premiações é um elemento dentro desta nova abordagem, que inclui, entre outras coisas, a ênfase no planejamento, o estabelecimento de metas, a integração entre as diferentes instituições, o georrefenciamento das ocorrências criminais para mapear a incidência etc.
Em suma, as premiações devem ser consideradas como uma ferramenta potencialmente positiva na modernização institucional das polícias. Inclusive, elas podem atingir um impacto potencialmente maior em instituições que oferecem baixas remunerações aos agentes da base da pirâmide organizacional (soldados, detetives).
Entretanto, elas envolvem também riscos e efeitos potencialmente negativos. Assim, os prêmios devem ser concedidos em função de indicadores de desempenho amplamente divulgados. O perigo é que qualquer pessoa ou instituição cuja remuneração dependa de indicadores ficará tentada a maximizar o resultado apenas dos indicadores considerados.
O problema na polícia é maior, porque ela mesma produz informações em relação às quais será avaliada. E possui diversas formas de influenciar registro dos crimes. A tentativa de registrar os crimes em outras áreas diferentes não é preocupante, desde que haja instância superior que resolva os conflitos.
Uma questão mais delicada é que, segundo as pesquisas, parte das vítimas vai à delegacia, mas acaba não registrando a ocorrência por diversos motivos: longa espera, policiais que insistem em que o fato não tem gravidade ou não vai dar em nada.
As soluções para este problema não são fáceis. Idealmente, as premiações deveriam depender não apenas de dados da própria instituição mas também de informações externas, como pesquisas de vitimização, mas essas pesquisas comportam custos bastante elevados. Também é preciso aprimorar a fiscalização das corregedorias sobre a forma como as delegacias produzem os registros.
Por último, recomenda-se que as premiações sejam coletivas em vez de individuais, que incluam todos os membros das equipes (e não só os chefes), que incentivem colaboração interinstitucional e prevenção ou resolução dos crimes minimizando o grau de violência empregado.


IGNÁCIO CANO é professor da UERJ e membro do Laboratório de Análise da Violência

O RIDÍCULO PRÊMIO POR PRODUÇÃO CRIA NOVA MODALIDADE DE CHUTE…AGORA, EM VEZ DE MERA VAGABUNDAGEM O OBJETIVO É A PROPINA OFICIALIZADA…FALTA VERGONHA NA CARA DESSAS AUTORIDADES 16

Por prêmio, delegado “empurra” crime para colega no Rio

Policiais tentam passar registros de ocorrências para outras áreas para cumprirem metas e receberem dinheiro extra

A maioria dos pedidos é negada: mais de 150 recursos foram feitos, mas só 47 alterações foram aceitas

ITALO NOGUEIRA

DO RIO

O sistema de premiação financeira por metas na segurança pública criou no Rio um jogo de “empurra crimes” entre delegados da Polícia Civil do Estado.
Titulares das delegacias recorrem à Corregedoria da Polícia Civil para transferir crimes contabilizados na sua área para outra circunscrição, alegando erros nos boletins de ocorrência.
A maioria dos pedidos, porém, é negada. Mais de 150 recursos (cada um pode se referir a mais de um BO) já foram interpostos na Corregedoria. Mas, entre janeiro e setembro do ano passado, apenas 47 alterações foram aceitas, 28 delas referentes ao local do delito -as demais corrigiram registros duplicados ou com erro de classificação.
O principal motivo para os recursos é a preocupação em cumprir as metas de redução de crimes elencados como prioritários pela Secretaria de Segurança -homicídios, roubos de veículos e de rua, até o ano passado.
“Se puder passar para ele [outro delegado], vai computar na estatística dele e não na minha. Tenho mais chance de alcançar minha meta. Mas isso é feito com critério e investigação”, disse o delegado Rodolfo Monteiro, da 18ª DP (Praça da Bandeira).
A transferência de uma delegacia para outra pode depender de poucos metros de distância. Um dos limites da 18ª DP, por exemplo, é marcado pelo número 190 da rua Paulo de Frontin.
As mudanças constam em relatórios do ISP (Instituto de Segurança Pública), órgão do Estado responsável pelos registros criminais e monitoramento das metas. Segundo o instituto, uma delegacia conseguiu cumprir sua meta após ter o recurso aceito -não foi revelada qual.
Se a região atingir a meta semestral, cada policial recebe ao menos R$ 500. A partir deste ano, serão R$ 1.000.
O objetivo da Secretaria de Segurança para criar as metas foi, além de cobrar resultados, estimular a integração entre as polícias Civil e Militar. Agentes das duas corporações seriam incentivados a trocarem informações para atingirem um bom resultado para ambos. Já foram distribuídos cerca de R$ 17 milhões em prêmios.
Procurada, a secretaria não comentou o caso.
De acordo com delegados, o estabelecimento de metas estimulou o acompanhamento dos índices em cada região. Para o delegado Rafael Menezes, da 20ª DP (Vila Isabel), a preocupação com os recursos não tem vínculo só com as gratificações.
“Isso passou a ser uma nova visão. Passou-se a cobrar que cada unidade acompanhe como está o índice de sua área”, disse Menezes, que fez parte de comissões que analisam recursos.