A PM DEVERIA PRENDER O GOE INTEIRO…ALIÁS, GOEs, GERs, SORBs e demais SURUBAS ENFEITADAS QUE SERVEM APENAS COMO SUPORTE PARA EMPRESAS DE SEGURANÇA DE CERTOS DESLIGADOS DE POLÍCIA ( desligados só da Polícia, pois no resto estão completamente ligados ) 41

Enviado em 07/02/2011 às 21:36- MESSI

Segunda-feira, 07/02/11 – 10:26

PM prende suspeitos que usavam uniforme do GOE

Três homens em um Vectra foram presos por resistência e porte ilegal de armas, em Santo André, no Grande ABC, por volta das 12h do último domingo (6). Os suspeitos estavam encapuzados e vestiam roupas com emblemas do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Policiais militares foram designados pelo Copom para averiguar uma denúncia de que quatro homens conduziam um Vectra prata pela favela Tamarutaca, utilizando toucas ninjas e roupas com emblemas do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. Na avenida Prestes Maia, os policiais viram o Vectra, que havia saído em alta velocidade da favela. Os policiais acompanharam o carro suspeito por um longo trecho e, no percurso, o Vectra bateu em uma guia de calçada. Quatro homens saíram correndo do carro e, armados, passaram a atirar na direção dos policiais, que revidaram.

O servente A.R.S.R., de 24 anos, pulou em um córrego e tentou se esconder sob a ponte, mas foi detido pelos policiais. Os outros três suspeitos seguiram para a favela Sacadura Cabral. O estudante R.S.R., de 22, entrou em uma casa vazia, mas rendeu-se logo depois, entregando a arma aos policiais. O comerciante R.C.S. , de 24, também entrou num imóvel, mas foi detido logo depois. O quarto suspeito conseguiu fugir.

O comerciante R.S.R. confessou aos policiais que tinha roubado apostadores em uma rinha de galos. Os três suspeitos foram encaminhados ao 2º DP de Santo André, onde foi lavrado boletim de ocorrência de roubo de veículo, resistência, captura de procurado, uso de documento falso e localização, apreensão e entrega de veículo.

Com o trio foram apreendidos telefones celulares, carteiras, relógios, dinheiro, talões de cheque, um distintivo da Polícia Civil, um giroflex, uma espingarda, oito pistolas e uma submetralhadora. A Polícia Civil investiga o caso e procura o quarto suspeito, que conseguiu fugir.

Bianca Galvani

PUBLICADO NO SITE DO SINDPESP: REIVINDICAÇÃO SALARIAL 89

Caro amigo Guerra, por favor publicar no Flit notícia oriunda do SINDPESP
Abs
Décio ®
 
 
REIVINDICAÇÃO SALARIAL

Nossa reivindicação é tratamento igualitário com a Polícia Federal, tanto em vencimentos (em torno de R$ 14.000,00 para Delegado de Polícia e R$ 7.500,00 para os demais policiais civis), quanto em plano de carreiras, inclusive. Se as demais entidades de classe da polícia civil assim entenderem, deverão os benefícios estender-se a todas as carreiras policiais, ou seja, D I G N I D A D E para toda a polícia civil paulista.

Publicado em: 3/2/2011

EQUIPE DILMA PRETENDE TIRAR DINHEIRO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS LEGALMENTE CONCURSADOS PARA BANCAR OPULENTOS VENCIMENTOS E SUBSÍDIOS DOS PARASITAS COM CARTEIRINHA PARTIDÁRIA ( eleitos, não eleitos e os “profissionais de partido” ) 14

Governo pretende limitar os gastos com servidores

Equipe de Dilma debate impor teto de 2% para aumento real do funcionalismo

Trava às despesas com pessoal restringirá novas contratações e reestruturação de carreiras federais

NATUZA NERY

DE BRASÍLIA

O governo pretende resgatar a proposta que limita o aumento real dos gastos com o funcionalismo público (governo federal, Legislativo e Judiciário). O tema será tratado como prioridade neste primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff.
Segundo a Folha apurou, a discussão ainda é preliminar. Embora o número ainda não esteja fechado, já se fala em impor um teto de 2% ao ano, além da inflação.
A trava ao gasto com pessoal restringe reajustes salariais e limita contratações e reestruturações de carreiras.
O percentual discutido hoje na Presidência da República é maior que o proposto pelo Ministério da Fazenda em 2007 (1,5%), porém menor que os 2,5% a serem aplicados até 2019, já aprovados no Senado e aguardando deliberação da Câmara.
De todo modo, será uma guinada. De 2009 para 2010, por exemplo, dados do Tesouro Nacional mostram que o crescimento das despesas com pessoal na União chegou a 9,8% no período, sem contar a inflação acumulada.
O Executivo ainda não decidiu se vai mandar uma nova proposta ou recuperar a que está no Legislativo.
Sabe, porém, que enfrentará resistências da categoria, tradicional base de apoio eleitoral do PT. No passado, o ex-presidente Lula concedeu aumentos generosos ao funcionalismo público, apesar de recomendações contrárias da área econômica.
Sob Lula, os desembolsos com servidores da União mais que dobraram. Em 2002, último período de FHC na Presidência, havia 1,82 milhão de funcionários públicos ativos e inativos distribuídos nas estruturas dos três Poderes, a um custo de R$ 73,3 bilhões.
No ano passado, chegou-se à marca de 2,02 milhões de servidores, com uma conta robusta de R$ 166,5 bilhões.
Logo que assumiu, Dilma determinou à sua equipe rigor nas despesas este ano e prometeu um bloqueio “duro” e “realista” no Orçamento Geral da União. Teme não ter gordura para investir por conta do compromisso fiscal que terá de honrar.
Em 2008, a área econômica chegou a sugerir a suspensão de reajustes. O objetivo era economizar R$ 6 bilhões. Lula, porém, determinou o cumprimento dos acordos negociados na ocasião.

OBSTÁCULO
Mas a expectativa de impor mais rigor aos gastos já vê obstáculos. Segundo o site Contas Abertas, o Congresso prevê aumento de R$ 860 milhões em sua folha em 2011.
O levantamento engloba o reajuste de 62% dos salários de deputados e senadores, os encargos aos aposentados e pensionistas e mudanças no plano de carreira. No fim de 2010, os congressistas aprovaram um aumento em seus próprios vencimentos, de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Enquanto o projeto que limita o gasto com o funcionalismo está há três anos no Congresso com poucos avanços, o recente aumento, que elevou também o salário do presidente da República e dos ministros, foi aprovado em votação-relâmpago pouco antes da virada do ano.
A proposta que Dilma deseja resgatar estabelece punições para o Poder que estourar o limite. Apesar da esperada resistência, o projeto tem grandes chances de virar lei se contar com o peso real da pressão do governo.

OS VERDADEIROS PARASITAS DA POUPANÇA PÚBLICA: POLÍTICOS E EX-POLÍTICOS…RESSALTANDO QUE TAL TIPO DE MALANDRO TEM VIDA MUITO LONGA 3

07/02/2011 – 07h12

São Paulo gasta R$ 35 milhões por ano com ex-deputados

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

O Estado de São Paulo gasta atualmente R$ 2,9 milhões por mês com pagamento de pensão a 283 ex-deputados estaduais ou dependentes. Em termos anuais, o valor chega a R$ 34,5 milhões.

A informação foi repassada pela secretaria da Fazenda, a pedido da Folha.

Entre os beneficiados estão 127 ex-deputados e 156 dependentes. A Fazenda não revelou quem são e disse “preservar o sigilo em relação à identificação”. Informou apenas que considera como dependentes “viúvas, filhos e companheiras”.

Os vencimentos variam de R$ 10.021 a R$ 20.042 no caso de ex-deputados, e de R$ 7.515 a R$ 20.042 no caso de dependentes.

A Fazenda não explicou a diferença entre os valores mínimos. O teto, em ambos os casos, é igual ao salário recebido pelos deputados.

O salário dos deputados paulistas subiu quase 62% em fevereiro, em efeito cascata provocado pelo aumento nos salários de deputados federais e senadores.

Com o aumento, o gasto total anualizado com as pensões subiu de R$ 21,3 milhões para R$ 34,5 milhões.

Segundo a Fazenda, o cálculo das pensões considera não só o salário mas também verbas como ajuda de custo e pagamento por comparecimento a sessões extras.

O benefício foi estabelecido em 1976, em lei que instituiu uma carteira de previdência exclusiva para os deputados da Assembleia. A lei foi extinta em 1991 e os beneficiários passaram a integrar o quadro de pensionistas do Estado, mas mantiveram os direitos assegurados.

De acordo com a lei, o deputado que contribuísse por oito anos já podia pleitear a pensão, e receberia metade do valor total. Com vinte anos, receberia o valor total.

Nenhuma pensão foi concedida depois de 1991.

‘IMORAL’

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, o pagamento das pensões é “imoral”, ainda que de acordo com a lei. “Agride o bom senso e o bolso do contribuinte”.

Segundo ele, as diversas legislações especiais de aposentadorias e pensões criadas em vários Estados do país a partir da década de 1970 eram “aberrações” e “sugadouros de dinheiro público”, porque não previam nem necessidade de contribuição para a Previdência.

“Infelizmente era a lógica de privilégios a ex-governadores e ex-parlamentares, fazendo do público uma extensão do privado.”

Ophir avalia que o sigilo em relação aos nomes dos ex-deputados e dependentes beneficiados é incompatível com os princípios de transparência da Constituição.