INFORMAMOS AOS FLITADORES QUE “OUVIDOS” PELA CORREGEDORIA GERAL – NO DIA 21 DE JANEIRO – NEGAMOS FORNECER QUAISQUER DADOS ACERCA DE USUÁRIOS E COMENTARISTAS DO FLIT PARALISANTE 45

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: 

8 de fevereiro de 2011 20:26
Assunto: FW: Policiais que acessaram RDO da esposa do Corregedor de Campinas são convocados
Para: dipol@flitparalisante.com

 Dr Guerra, publique por favor!!!
Não informe pelo amor de Deus a origem do e-mail, pois como o Sr. pode ver, estamos todos monitorados.
Peça a opinião dos leitores. Na sua opinião, isso seria uma espécie de intimidação?
Obrigado

Corregedoria de SP interroga policiais civis de Campinas

 

As informações iniciais dão conta de que se trata de caso em que mulher de corregedor de Campinas se envolveu em caso irregular

08/02/2011 – 13h36 . Atualizada em 08/02/2011 – 20h49

Portal RAC    
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Camopinas, Portal RAC
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A Corregedoria da Polícia Civil da Capital veio a Campinas para verificar uma investigação aberta em 2010. Os corregedores vão usar as dependências da Delegacia Seccional, no bairro Botafogo, para as inquirições.

O Portal RAC apurou que 46 policiais civis estão intimados para a ação corregedora. O motivo da chamada não foi confirmado pelo delegado e diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 2 (Deinter-2), Paulo Bicudo, até as 14h30 desta terça feira (08/02).

Ele explicou apenas que espaço da Delegacia Seccional havia sido cedido para a Corregedoria vinda da Capital. Campinas tem uma Corregedoria que não vai atuar no caso.

Segundo informações obtidas pelo Portal RAC, os policiais teriam sido chamados para explicar o motivo de terem tido acesso a um Boletim de Ocorrência (BO) do ano passado, em que a mulher de um delegado corregedor teria sido citada.

Os depoimentos vão acontecer em alguns dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, Aparecido de Carvalho Lima, também conhecido por Kiko, apenas chegou na entidade ofício que solicitava a presença de policiais para declarações, mas disse que não sabia o motivo. Lima afirmou que dois advogados vão acompanhar os policiais chamados durante os depoimentos.

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Não se trata de patrulhamento ou monitoração de leitores e comentaristas do blog Flit Paralisante. A investigação da Corregedoria, atendento a requerimento, cuida apurar o fornecimento indevido de dados oficiais aos jornalistas responsáveis pela matéria publicada por mídia profissional.

NÃO FORNECEMOS – JAMAIS FORNECEREMOS –  QUAISQUER DADOS ACERCA DE NOSSOS LEITORES E COMENTARISTAS. O COMPROMISSO ÉTICO COM  LEITORES E COMENTARISTAS FOI REAFIRMADO NOS AUTOS DOS PROCEDIMENTOS DA CORREGEDORIA.

http://www.tvb.com.br/jornalismo/POLICIA+INVESTIGA+ENVOLVIMENTO+DE+FUNCIONARIAS+DO+ESTADO+

EM+VENDA+ILEGAL+DE+REMEDIOS/2.1,2262

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais

Político contesta e diz que paqueraram sua mulher em casa noturna de São Paulo

 

08/02/2011 – 07:46

Globo.com/G1

 

Os dois policiais civis e o comerciante suspeitos de agredir o deputado estadual eleito por São Paulo Antonio de Sousa Ramalho (PSDB), de 61 anos, e sua mulher, a empresária Viviane de Brito, de 26 anos, na casa noturna Villa Country, Zona Oeste de São Paulo, negaram ter começado a briga, ocorrida na madrugada da sexta-feira (4).

“Toda essa briga foi por causa dela. Ela estava descontrolada. Foi ela quem começou”, afirmou o investigador Pedro Henrique Brustolin dos Reis, de 29 anos. Ele, o policial Otávio Bruno Iokota Fabricator, também de 29 anos, e o comerciante Alexandre de Amaral Alves, de 30 anos, todos suspeitos das agressões, deram entrevista ao G1.

Segundo os três amigos, a mulher do político foi quem agrediu primeiro. Na versão deles, ela jogou a bebida que tomava num copo no rosto de Pedro, após ele tentar cortejar uma empresária amiga de Viviane, uma chinesa de 24 anos, na pista de dança.

“Estavam duas moças dançando juntas, aparentemente solteiras, e pedi para dançar com a oriental. ‘Dá licença que sou casada’, disse a mulher, que, depois eu viria a saber, era casada com o deputado. Mas eu disse que não queria dançar com ela, mas sim com a amiga dela, a oriental. O deputado veio, pegou sua mulher pelo braço. Eu pedi desculpas, ele foi supergentil, aceitou as desculpas. Nisso, a mulher do deputado chegou e jogou um copo de bebida na minha cara. Eu revidei jogando bebida também. O deputado então me deu um soco na boca. Novamente revidei”, disse Pedro, que é solteiro e policial há seis anos. Ele trabalha no 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam, na Zona Sul.

Para defender Pedro, Otávio e Alexandre disseram ter tentado apartar a briga. Na confusão, Otávio disse que chegou a apanhar.

“Eu também fiquei ferido devido à minha interferência objetivando separar a briga. Mas em momento algum agredi o deputado, sua mulher ou qualquer outra pessoa”, afirmou Otávio, que é casado e tem um filho de 3 meses. Policial há dois anos, atualmente trabalhando na delegacia do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, ele disse que tinha ido à boate pela primeira vez.

“Fui defender Pedro. E houve agressão posterior, mas como reação para defender meu amigo”, disse Alexandre, que é solteiro.

De acordo com o deputado e sua mulher, foram os três amigos que desferiram primeiro socos e pontapés. Além disso, o casal disse que Pedro paquerou também Viviane, além da empresária chinesa amiga dela.

“Minha mulher queria assistir ao show e fomos. Depois, fiquei na mesa e Viviane foi dançar com uma amiga. Em seguida, minha mulher foi abordada por esse policial civil [Pedro]. Ela então mostrou a aliança no dedo, disse que era casada e que eu estava no local. Mesmo assim, ele insistiu. Então fui pegá-la para dançar. O rapaz ainda se desculpou pelo que fez. Eu disse que tudo bem. Quando me virei, levei um soco do amigo dele, o outro policial [Otávio]. Aí não vi mais nada. Só sei que me contaram que, mesmo caído, me chutaram e chutaram minha mulher, que tentou me defender. Só pararam com a intervenção dos seguranças da casa. Eles pareciam estar bêbados”, disse Ramalho, que falou com a reportagem na sala de seu escritório. Ele é líder do sindicato dos trabalhadores da construção civil em São Paulo.

Com o olho esquerdo roxo e hematomas no braço direito e na perna esquerda, segundo ele, frutos da agressão na casa noturna, o deputado, que será empossado em março, afirmou que espera que os três suspeitos sejam punidos.

“Após acordar, liguei para a Polícia Militar, que levou todo mundo para a delegacia [no 23º DP, em Perdizes], mas como dois agressores eram policiais, tivemos de ir para a Corregedoria”, disse Ramalho, que pretende criar um projeto de lei que proíba a entrada de policiais com armas em bares e casas noturnas. Pedro e Otávio negam que tenham entrado armados no Villa Country ou usado armas no local. Mesmo assim, a Corregedoria apreendeu uma arma que estava em nome de Pedro e estava em seu carro no momento da briga. Também foi solicitado exame de dosagem alcoólica para saber se os envolvidos estavam embriagados.

O delegado-adjunto da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Rezende Rebello da Silva, afirmou que, após prestarem depoimento, os dois policiais suspeitos foram liberados para trabalhar normalmente. Foi elaborado um termo circunstanciado, para crimes de menor potencial ofensivo. Será instaurado procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta dos policiais.

“Policial é policial 24 horas por dia, mesmo quando está de folga. Por isso a Corregedoria vai apurar suspeita de desvio de conduta. No caso, há suspeita de falta grave”, disse.

Caso sejam considerados culpados, eles poderão ser punidos com advertência, suspensão ou expulsão. Além disso, os dois policiais e o comerciante também vão responder por lesão corporal no Juizado Especial Criminal.

Imagens gravadas pelo circuito interno de monitoramento por câmeras da casa noturna foram requisitadas pela Corregedoria para saber quem deu início à briga. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Villa Country diz que colabora com o trabalho da polícia.

Leia a nota do Villa Country:

“Em relação ao fato ocorrido na madrugada do dia 4 de fevereiro, envolvendo o cliente, e também deputado estadual, Ramalho, a gerência da casa esclarece que os seguranças prestaram atendimento imediato ao cliente agredido, encaminhando-o à enfermaria da casa. A equipe de seguranças da casa deu continuidade ao procedimento padrão acionando a Polícia Militar, que constatou que dois dos agressores eram policiais civis. O caso agora tramita nas instâncias responsáveis, que apurarão a responsabilidade dos envolvidos.

http://eptv.globo.com/noticias/NOT,0,0,334783,Mulher+de+deputado+comecou+briga+em+boate+dizem+policiais.aspx

ROUBADORES ATACAM A FAMÍLIA DE SAULO DE CASTRO ABREU FILHO 85

Hoje às 5h34 – Atualizada hoje às 5h36

Bandidos assaltam casa de ex-secretário de Segurança de São Paulo

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SÃO PAULO – A casa do ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e atual secretário de Transporte do Estado, Saulo de Castro Abreu Filho, foi alvo de bandidos na noite de segunda-feira.

De acordo com a rádio CBN, quatro homens renderam mulher e filha de Saulo Abreu por volta das 20h30, quando elas chegavam em casa, no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista. O secretário estava em casa e acabou sendo feito refém junto das duas, por cerca de meia hora, dentro da residência. Os três não foram agredidos, ficando o tempo todo deitados no chão.

Os assaltantes fugiram em carro da família, levando computadores, telefones celulares, joias e dinheiro. O carro acabou sendo encontrado cerca de duas horas depois no bairro Butantã, próximo à rodovia Raposo Tavares.

O próprio secretário teria registrado a ocorrência no 14º Distrito Policial, em Pinheiros. O Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil foi acionado e até por volta das 4h desta terça estava na caça aos assaltantes.

Saulo Abreu Filho foi secretário de Segurança de São Paulo de 2002 a 2006. Antes disso, em 2001, foi presidente da antiga Febem, atual Fundação Casa, deixando o cargo para assumir a Secretaria. Também já atuou como corregedor geral da Administração do governo paulista.