Polícia Civil apura vazamento sobre mulher de corregedor de Campinas 8

9/2/2011 – 10h53
Polícia Civil apura vazamento sobre mulher de corregedor de Campinas

 

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo ouviu ontem, na Delegacia Seccional de Campinas, 16 policiais civis em uma investigação sobre o vazamento de informações acerca de inquérito que apura o envolvimento da mulher do corregedor da Polícia Civil de Campinas, Roveraldo Battaglini, na comercialização ilegal de remédios controlados.Segundo o TodoDia apurou junto a fontes policiais, a corregedoria investiga como a informação sobre a mulher do corregedor vazou à imprensa. O caso está em segredo de Justiça. A mulher de Battaglini foi uma das averiguadas em um caso de desvio de remédio de venda proibida da Unicamp.

A mulher do corregedor está entre as sete pessoas averiguadas pela DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), que apura a suposta comercialização de um medicamento de venda proibida em farmácia especializada em oncologia, no Bairro Castelo, em Campinas. Ela foi citada em boletim de ocorrência sobre as supostas irregularidades em julho do ano passado.

Segundo o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas), Aparecido Carvalho, 46 policiais foram intimados em ofício, sem informação do motivo. Hoje, vão depor mais 16 e sexta-feira, 14. Segundo a advogada do Sinpol, Ana Caroline Figueiredo Fagá, os policiais foram ouvidos pelo chefe das corregedorias do interior, Fernando Azevedo.

 

 

Fonte: jornal todo dia

TÁBUA DA LEI DO MEU EX-GOVERNADOR – O 11º mandamento deve ser: não atacar o seu colega de partido para não servires ao adversário’ 31

Serra defende mínimo de R$ 600 e prega união no PSDB

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) pregou a unidade do partido e uma atuação forte da oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), em reunião da bancada tucana na Câmara. Ele afirmou que o salário mínimo de R$ 600 é ‘factível’ e que as contas públicas podem suportar esse valor.

Serra disse que irá ao Senado, se for convidado, para defender um aumento maior do salário mínimo. O convite deve partir do senador mineiro Itamar Franco (PPS). A elevação do mínimo para R$ 600 foi uma das principais promessas da campanha de Serra à presidência, no ano passado. ‘Apresentei essa proposta e posso fundamentá-la. E apresentarei as principais questões que me levaram a fazer essa proposta, que envolve não só o financiamento direto de um mínimo menos indecente do que é hoje, como também as questões correlacionadas da nossa economia’, disse.

Em sua participação na reunião da bancada, Serra repetiu mais de uma vez que tucano não pode falar mal de tucano. O PSDB está dividido entre os aliados de Serra e os seguidores do senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais. ‘O 11º mandamento deve ser: não atacar o seu colega de partido para não servires ao adversário’, disse Serra. O líder da bancada do partido, deputado Duarte Nogueira (SP), fez coro: ‘Temos de ter um bom convívio para que tucano não bique tucano’.

Serra defendeu uma fiscalização rigorosa do governo. ‘A bancada tem obrigação de controlar as obras desse falado PAC, que nunca foi o que se dizia. Não faz nada e não tem dinheiro no Orçamento’, criticou, ressaltando que a fiscalização deve se estender a todas as áreas.

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Melhor seria: não atacar injustamente o honesto  colega;  buscando interesses inconfessáveis.

Mas pau no vagabundo da turma da boquinha…Antes servir ao adversário a formar quadrilha!

“RELAXADO FRAGANTE DA EXSELSA” CORREGEDORIA DE DOUTOS DA USP E PUC ( “doutos” profundamente conhecedores da obra do magistral TALES CASTELO BRANCO ) 50

Investigação da Corregedoria

Delegados acusados de corrupção obtém liberdade

O juiz David Capelatto, do Fórum Criminal da Barra Funda (SP), decretou a liberdade dos delegados Flavio Affonso da Costa e Eliton Martinelli do 42º DP, presos na última quinta-feira (3/2) por policiais da Corregedoria da Polícia sob acusação de terem suprimidos dados de investigação.

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o pagamento de propina a policiais daquela delegacia. Consta no flagrante que o delegado titular Eliton Martinelli e seu assistente Flavio Affonso da Costa desapareceram com uma lista que continha nomes de pessoas envolvidas na corrupção.

Para o advogado criminalista Ademar Gomes, que defende os delegados, o flagrante foi inconscistente, pois, não há qualquer prova concreta da existência da lista.

 

FLAGRANTE GUTTALAX: DELEGADOS INJUSTAMENTE PRESOS SOB FALSA SUSPEITA DE CORRUPÇÃO PROCESSARÃO O ESTADO POR ERRO GROSSEIRO E MÁ-FÉ DA CORREGEDORIA 23

Enviado em 09/02/2011 às 8:08

SP: soltos, delegados acusados de corrupção pedem indenização
08 de fevereiro de 2011 • 17h04
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O delegado Elton Martinelli e seu assistente Flávio Afonso da Costa, ambos do 42º Distrito Policial da cidade de São Paulo, vão acionar o Estado de São Paulo com o pedido de indenização por danos morais e materiais, no valor de R$ 500 mil. Eles foram presos na última quinta-feira, dia 3, e soltos nesta segunda-feira, seguindo determinação do Juiz David Capelatto, que concedeu a eles liberdade provisória.
Os dois foram detidos sob a acusação de terem engolido uma lista que continha suposta pagamentos de propina, encontrada na delegacia por agentes da Divisão de Operações Policiais (DOP). A detenção se deu justamente pela suposta supressão do documento.
A polícia investiga se os agentes estariam recolhendo propina de comerciantes da região envolvidos em atividades ilícitas. Durante a vistoria na delegacia, os policiais da DOP encontraram em um carro uma lista com nomes e valores, que foi levada aos delegados. Os investigadores deixaram a sala do titular e, quando voltaram, o documento havia sumido.
Segundo o Advogado Ademar Gomes, que defende os dois, a prisão deles foi arbitrária e injusta. “A acusação é totalmente inconsistente, por esta razão o Estado deverá responder na área civil pelos atos praticados pelos seus agentes”, disse.

BOM NEGÓCIO É SER DESLIGADO DE POLÍCIA (de farda ou gravata ) DONO “OCULTO” DE EMPRESA DE VIGILANTES FUNCIONANDO TAL COMO A SEGURANÇA OFICIAL: INEFETIVA, ABANDONADA, INADEQUADA 37

Enviado em 09/02/2011 às 9:16- DENARC

09/02/2011 – 08h49

Chefe da Polícia Civil de SP cobra ação dos vigilantes de rua

DE SÃO PAULO

Ao falar ontem sobre o assalto à casa do secretário de Transportes e Logística do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, o delegado-geral da Polícia Civil de SP, Marcos Carneiro Lima, afirmou à Rádio Jovem Pan que “somente a polícia não consegue resolver problema dessa envergadura”.

Criminosos levaram R$ 4.500 da casa de secretário
Criminosos invadem casa do secretário de Transportes de SP

E mais: disse ainda que os vigias de rua precisam ter participação mais efetiva na segurança pública.

“Se eles [vigilantes] recebem dinheiro desses moradores para fazer uma segurança, ela tem de ser efetiva, e não apenas, como vimos várias vezes, cabines abandonadas, vigilantes que não estão fazendo o serviço adequado. Isso é importante que seja cobrado da polícia, mas também a participação de toda a população”, afirmou.

O assalto a casa do secretário aconteceu na noite da última segunda-feira, quando quatro homens armados invadiram o local e levaram R$ 4.500 em dinheiro. Os criminosos também roubaram dois celulares –um particular e um da secretaria–, quatro laptops, joias femininas, um revólver calibre 38 e uma pistola 380.

O delegado-geral disse que, a partir de agora, a polícia irá cadastrar e fiscalizar os vigilantes de rua autônomos da capital. A intenção é criar um banco de dados para que os cidadãos possam saber quem é contratado.

Vigias autônomos não podem andar armados –só os contratados de empresas de segurança particular autorizadas pela Polícia Federal.

Ele também anunciou que policiais serão destacados especialmente para coletar impressões digitais em cenas de crimes. Na casa de Saulo, a polícia não conseguiu coletar impressões digitais dos criminosos porque o local já havia sido alterado.

Além de três cabines de vigilantes, a rua é monitorada pela Prodefence Monitoramento Residencial e Empresarial, que pertencia ao delegado Clóvis Ferreira de Araújo. Procurada, Rejane Zachello, atual dona, não falou.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/872845-chefe-da-policia-civil-de-sp-cobra-acao-dos-vigilantes-de-rua.shtml