A SEGURANÇA CARIOCA É UMA ZONA…DELEGADO GERAL TENTOU FECHAR A DRACO ( DEPARTAMENTO PARTICULAR DO SECRETÁRIO )…FOI GUILHOTINADO…LÁ O SECRETÁRIO CORRE COM A PF: NÃO QUER CONCORRENTES!” 22

15/02/2011 – 13h07

Chefe da Polícia Civil do Rio deixa o cargo após operação da PF

DO RIO

Atualizado às 13h30.

O chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, deixou o cargo nesta terça-feira. A saída do delegado foi definida em reunião com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.

Chefe de polícia do Rio diz que há indício de corrupção na Draco
Delegado diz que vistoria em delegacia é constrangimento
Ex-subchefe da polícia é transferido para Bangu 8
Associação de delegados critica operação da PF no Rio

Segundo nota emitida pela secretaria, os dois concluíram que a saída de Turnowski era a mais adequada para “preservar o bom funcionamento das instituições”.

A posição de Turnowski à frente da Polícia Civil ficou desgastada após a operação Guilhotina, desencadeada pela PF (Polícia Federal), e que prendeu dezenas de policiais ligados a traficantes e milícias. O principal preso na operação, o delegado Carlos Oliveira, foi, até agosto do ano passado, subchefe de Polícia Civil. Há anos, é apontado como braço-direito de Turnowski.

Após a operação ser deflagrada, Beltrame chegou a afirmar que Turnowski tinha sua confiança. “O doutor Allan goza da minha confiança. Como chefe da instituição tem algumas informações a prestar. Não vou fazer juízos de valor”, afirmou Beltrame

Ontem, Turnowski decidiu fechar a Draco (Delegacia de Combate ao Crime Organizado), alegando ter recebido carta anônima com denúncias de corrupção, e que investigaria a delegacia.

A Draco é chefiado pelo delegado Cláudio Ferraz, ligado a Beltrame e desafeto de Turnowski. Ferraz admitiu que contribui para a PF durante a operação Guilhotina.

Em nota, Turnowski agradeceu ao governador Sérgio Cabral (PMDB) e a Beltrame pelo tempo em que comandou a Polícia Civil. “Tenho certeza que esta é a melhor decisão para o momento”, afirmou ele.

  Vanor Correia/Divulgação  
O chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, deixou o cargo nesta terça, após operação que prendeu policiais
O chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, deixou o cargo nesta terça, após operação que prendeu policiais

  1. nunca vi tanto ladrão prendendo ladrão é só começar ir pra cima da polícia federal que os presidíos especiais federais irão superlotar

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  2. Opinião: Quantas polícias civis existem no RS?
    Escrito por Rogerio Bilhalva
    Qui, 03 de Fevereiro de 2011 14:00

    A segmentação de interesses e busca de benefícios para cargos específicos geraram várias polícias civis no Estado do Rio Grande do Sul: a dos delegados, a dos comissários e a do “resto” que, por interesses político partidários de seus dirigentes em determinada época, também se dividiu.

    Essa multiplicidade representativa tornou a instituição fraca e desarticulada, seja para sua atividade fim, que é a de ser polícia judiciária investigativa, tripé inicial da persecução criminal, responsável por nutrir de forma eficaz os órgãos encarregados do processo penal, ou para reclamar ao Estado administrador um tratamento de valorização aos seus integrantes.

    A atividade da polícia civil só é possível através do trabalho concatenado entre seus integrantes que, antes da denominação de cargos, precisam compreender que são todos policiais civis. É agindo e exigindo de forma coesa, com discurso único na busca de objetivos comuns, que poderemos obter o respeito da sociedade e dos governantes para com a categoria e a instituição.

    Na contramão do óbvio, para deleite e facilidade do Estado administrador, a PC do RS tem quatro entidades representativas que pleiteiam benefícios específicos para determinados cargos e muitas vezes fazem “lobby” contra pleitos de outros. Divididos representam pequenos segmentos, sem força para se impor frente aos governos e o resultado é a desmotivação de agentes pela remuneração aviltante e falta de perspectiva de evolução na carreira, um constante clima de conflito entre agentes e delegados e entre agentes e agentes (há alguma dúvida que comissário de polícia é agente policial?) e o sucateamento da instituição em recursos humanos, materiais e tecnológicos pela falta de investimento do Estado.

    Em face desse panorama negativo nos perguntamos se haveria alguma solução possível. Eu creio que sim, e que a solução passa pela unificação das entidades representativas da PC do RS. Assim teríamos uma pauta reivindicatória única, aumentaríamos o poder de barganha frente aos governantes, e com demandas que contemplem de forma justa e equânime a todos os policiais civis.

    Vislumbrada uma solução possível, a indagação é se seria possível unificar as entidades representativas da PC do RS. Difícil de responder, pois depende da vontade dos dirigentes de cada entidade. Estes, por reivindicar benefícios apenas aos cargos que representam, e muitas vezes priorizar interesses pessoais, de cunho político partidário ou simplesmente de satisfação pessoal, ao invés dos anseios da categoria, são resistentes ao tema unificação.

    Mas o que os policiais precisam compreender é que um sindicato representa sua base de filiados, e esta é o poder da entidade, pois através do voto elege, reelege ou muda os dirigentes, os quais devem pautar suas ações pelos anseios dos representados. Infelizmente a maioria dos policiais é apática em relação aos sindicatos; não se envolve, não se informa do que está sendo feito e o porque de se fazer da forma como está se fazendo, e sequer participa das assembleias. Já os poucos que protestam, e digo poucos pelo universo de policiais civis que temos no RS, como podemos observar nas manifestações emitidas no “direto.pc” e em redes sociais pela não unificação dos sindicatos, o fazem da forma errada; se desfiliam e incitam os demais a se desfiliar dos sindicatos. Abrem mão de, como filiados, influir na decisão de manter ou trocar a diretoria do sindicato que não atenda seus pleitos. Sob o discurso do inconformismo se omitem, lavam as mãos, mas continuam a reclamar de tudo e de todos.

    A estratégia de optar por uma chapa compromissada em buscar a unificação entre os sindicatos da PC funcionou em 2007, quando um grupo de policiais descontentes com os rumos que a então diretoria do Servipol dava para a entidade, se candidatou e ganhou a eleição. Essa diretoria buscou diversas vezes discutir o assunto com as diretorias das demais entidades, mas todos foram renitentes à ideia. Como um dos diretores do atual Sinpol-RS, antigo Servipol, já fui indagado algumas vezes porque não entregamos o Sinpol à Ugeirm, unificando assim as duas maiores entidades, visto que somos favoráveis a unificação. A resposta a esta pergunta é que não queremos entregar o Sinpol, mas sim discutir com os dirigentes das demais entidades e com a categoria que tipo de sindicato único queremos. Por exemplo: a base compreenderia todos os cargos ou apenas agentes? Que tipo de mecanismo estatutário haveria para inibir o uso da entidade por parte de dirigentes em um possível interesse pessoal de cunho político partidário? Ou seja, queremos um sindicato novo, não importa se com nome novo ou reaproveitado, mas comprometido somente com política sindical.

    Não esqueçamos que a força de uma categoria é a representatividade do sindicato através da base de filiados, e que esta é a responsável pela fiscalização das ações da entidade e pela escolha de quem as dirige.

    Rogério Mendes Bilhalva,

    Diretor de Comunicação do Sinpol-RS.

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  3. uma tia lá no rio? tomara que não seja igual a nossa, senão tão fudidos

    Governo do Rio anuncia nova chefe da polícia
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    JULIANNA GRANJEIA
    DE SÃO PAULO
    DO RIO

    Após a saída do chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, na manhã desta terça-feira, o governo do Estado anunciou no início da noite o nome da substituta, a delegada Martha Rocha.

    Chefe da Polícia Civil do Rio deixa o cargo após operação da PF
    Chefe de polícia do Rio diz que há indício de corrupção na Draco
    Delegado diz que vistoria em delegacia é constrangimento
    Ex-subchefe da polícia é transferido para Bangu 8
    Associação de delegados critica operação da PF no Rio

    Vanessa Schumacker-9.jul.09/Alerj

    A delegada Martha Rocha, indicada nesta terça-feira para ocupar o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro
    Rocha é atualmente chefe da Dpam (Divisão de Polícia de Atendimento a Mulher), que coordena as dez delegacias especializadas de atendimento à mulher, área em que fez carreira. Ela trabalhou em delegacias distritais como em Campinho (zona norte) e Copacabana (zona sul) e foi candidata a deputada estadual na última eleição.

    Ela também atuou no caso do sequestro ao ônibus da linha 174, em 2000, que terminou com a morte da professora Geísa Firmo Gonçalves e do sequestrador Sandro do Nascimento. Na época, ela era a titular da 15ª DP, na Gávea, mas foi transferida para outra delegacia após indiciar sob suspeita de homicídio culposo o então comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais), coronel José Penteado.

    A saída de Turnowski foi definida em reunião com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, após quatro dias de crise na instituição. Segundo nota emitida pela secretaria, os dois concluíram que a saída de Turnowski era a mais adequada para “preservar o bom funcionamento das instituições”.

    A posição de Turnowski à frente da Polícia Civil ficou desgastada após a operação Guilhotina, desencadeada pela PF (Polícia Federal), e que prendeu dezenas de policiais ligados a traficantes e milícias. O principal preso na operação, o delegado Carlos Oliveira, foi, até agosto do ano passado, subchefe de Polícia Civil. Há anos, é apontado como braço-direito de Turnowski.

    Na segunda-feira (14), Turnowski decidiu fechar a Draco (Delegacia de Combate ao Crime Organizado), alegando ter recebido carta anônima com denúncias de corrupção, e que investigaria a delegacia.

    A Draco é chefiada pelo delegado Cláudio Ferraz, ligado a Beltrame e desafeto de Turnowski. Ferraz admitiu que contribui para a PF durante a operação Guilhotina.

    Em nota, Turnowski agradeceu ao governador Sérgio Cabral (PMDB) e a Beltrame pelo tempo em que comandou a Polícia Civil. “Tenho certeza que esta é a melhor decisão para o momento”, afirmou ele.

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  4. Nos últimos dias, acompanhando o noticiário sobre o aparelho de segurança dos Estados, constatamos que estamos no fundo do poço. São denúncias de corrupção e execuções sumárias por todo lado,isso na cúpula das instituições, além dos recorrentes salários miseráveis que são pagos.Coitada da população e viva aos governantes que deixaram a coisa chegar nessa situação. A população pode ficar tranquila, estudo detalhado mostra que não existe espaço para piorar ainda mais. Estamos phodidos, bons policiais e cidadãos.

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  5. Sem entrar no mérito do que está ocorrendo lá no Rio mas uma coisa me chamou a atenção , alguém viu algum delegado dinossauro em cargo de chefia lá no Rio?

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  6. SE A NAVALHA TEM QUE COMEÇAR A CORTAR , QUE COMECE COM NOSSOS GOVERNANTES. O EXEMPLO VEM DE CIMA .

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  7. ATENÇÃO COLEGAS INVESTIGADORES!

    NOSSA ASSOCIAÇÃO(AIPESP) SUPER-ANTENADA COM OS NOSSOS ANSEIOS:

    CURSO DE ARRAIS AMADOR
    HABILITAÇÃO NÁUTICA
    GRÁTIS

    A AIPESP – Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo, irá realizar em sua sede social, na Avenida Cásper Líbero, n° 535 – Luz – Capital, CURSO DE ARRAIS AMADOR para habilitação náutica. O curso será realizado nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro do corrente ano, no horário das 18,30 h as 21,30 h.

    O curso será gratuito para todos associados e será ministrado por Oficial da Marinha do Brasil e o número de vagas será limitado.

    Os interessados deverão fazer inscrição na Sede Social da Entidade, quando receberão apostila gratuitamente. Inscrições abertas.

    Os que concluírem o curso receberão carteira Oficial de Habilitação de Arrais Amador, da Marinha do Brasil, após a necessária prova teórica.

    Vanderlei Baialoni
    Presidente AIPESP

    “OBRIGADO BAIOLONI!

    AH ANOS EU AGUARDO ANSIOSO O OFERECIMENTO DESTE CURSO QUE VAI MUDAR TUDO NA MINHA VIDA!

    OBRIGADO PELO NÍVEL SUPERIOR!”

    http://www.aipesp.com.br/

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  8. HORÁRIO DE ALMOÇO: CARO NOBRE!!! O FINAL DO SEU TEXTO FOI ALGO MAGNÍFICO!!! VOC~E ARREBENTOU A BOCA DO BALÃO!! TAMO FUDIDO!!

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  9. Será que o curso foi oferecido em virtude das enchentes rotineiras em SP? Acho que alguns investipols se perdiam ou se atrasavam aí deduziram que tinham que aprender a navegar…… será ruim se algum aportar de iate de 180 pés na porta da delegacia……..

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  10. Não sei quem postou o texto do colega Rogério Bilhalva, já que se identificou como “agente policial”. Quanto ao mérito do texto, o problema é o seguinte: o sindicato dos agentes no RS é a UGEIRM, que tem quase 5.000 filiados. O Sinpol, que Rogério Bilhalva representa, eu nem sei o que é, nem a quem representa. O Sinpol, portanto, não tem legitimidade nenhuma para falar em nome dos agentes gaúchos, pois não tem filiados. Por outro lado, querer misturar todo mundo numa entidade de classe é objetivo de grupos que não tem nenhum compromisso com a luta dos agentes. São os mesmos que boicotaram o PLC 205, que contemplava uma série de reivindicações antigas da categoria. Essa papagaiada se repete de tempos em tempos e quem acompanha a atividade sindical, e tem dois neurônios ativos, sabe bem a quem interessa.

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  11. COMO DIZ A ESTROFE MÚSICA ” SE GRITAR PEGA LADRÃO, NÃO FICA UM MEU IRMÃO; SE GRITAR PEGA LADRÃO, NÃO FICA NÃO. SE EU IMAGINASSE ONDE IRIA PARAR, FICARIA ONDE ESTAVA. SÓ ROLO. E QUANTO AO CURSO DE ARRAIS, A AIPESP DEVE ESTAR A PENSAR NUMA ALTERNATIVA PARA O BICO OFICIAL; NA CAPITAL, PILOTO DE BARCO NA ENCHENTE E NO INTERIOR, GUIA DE PESCA. AINDA BEM QUE NÃO PERCO MEU POUCO DINHEIRO COM ESSES 171 ANESTESIA. VÃO TOMAR NO C…………. BALA NELES!!!!!!!!!!!

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  12. uma marchinha de carnaval nova” Aperta que a marta rocha afrouxa”, afrouxa, afrouxa, esta e a nova dg do rio.
    Se a moda pega teremos a corro no deic, denarc, decap. e ai? chama os caras pra prender ladrão nas ruas…. Essa e a nova puliça de SP.
    Viva o PSDB, viva o Brazil…….

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  13. Conversa com professor na academia, sobre troca de tiros com vagabundos. Não existe resistencia, e sim flagrante de homicídio, deve ser autuado o policial no homicídio, depois prende-lo e ele devera procurar um advogado.
    assim, e melhor segurar uma prevaricação, o adevo cobra menos rsrsrsrs.

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  14. Só tem um jeito. Baixar as portas e começar de novo

    “Nenhuma polícia do mundo virou essa página (corrupção) de sua história mantendo em seus quadros pessoas desse tipo”

    Beltrame – Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Fala mansa, pulso firme e defensor intransigente dos direitos humanos.

    Iniciou a implantação de sua política de segurança sofrendo pesadas críticas de políticos inescrupulosos e “especialistas” em segurança pública. Prosseguiu firme em suas idéias. Hoje é uma reconhecida celebridade nacional, aplaudida por todos os cidadãos e, principalmente, pelos bons policiais. Conta com o apoio ilimitado e irrestrito de seu governador na implantação da política de segurança que traçou.

    Com certeza se refere a pessoas do tipo Desgualdo, Ivaney, Rui Zito, Roberto de Mello Aníbal, Carrel, Jordão, Torres, Nelsão, Jurandir, “China” e outros tantos. ´Não somos caluniadores, basta levantar nas mais respeitadas empresas jornalísticas do Estado ( Folha, Estado, Rede Globo, Rede Record) as matérias contendo as graves denúncias de desvios de conduta envolvendo tais nomes. Todos da CÚPULA da polícia, os conhecidos barões policiais. Aqui em São Paulo também temos um secretário de segurança de pulso firme, talvez o que falte é o apoio político irrestrito e ilimitado de seu governador para promover as mudanças que deseja, por isso, após dois anos de veiculação de denúncias de corrupção em Osasco, com envolvimento de policiais da seccional com achaques de máquinas de caça-níqueis, ontem (15/02/2011) a Rede Record de televisão fez nova reportagem mostrando que nada mudou. Pergunta que não me deixa calar: O diretor do demacro, dois anos atrás, é o atual Delegado Geral, ele não sabia das denúncias? Policial em chefia para fazer acertos e achaques não falta, mas no plantão para atendimento do público com certeza sim. Antigamente a chefia não investigava e não esclarecia crimes sob a alegação que estava em desvio de função olhando presos. Hoje continua não investigando e não esclarecendo crimes porque esta empenhada em recolha de propinas e achaques em geral.

    A corregedoria poderia planejar uma operação conjunta com a polícia federal, não para implantar dispositivo de inteligência policial para identificar quem posta mensagens neste blog e sim para fazer uma devassa financeira no patrimônio dos barões policiais de classe especial. Isso sim.

    Ontem fiquei com vergonha de ser delegado de polícia assistindo com minha família, o noticiário nacional. Para não dizer que somos caluniadores solicito ao administrador do blog que disponibilize neste espaço o que já é público e notório e foi divulgado ontem nas maiores empresas de radiodifusão do país.

    O editorial do Jornal da Noite feito pelo Arnaldo Jabur que retrata a mais pura realidade dos dirigentes do aparelho policial brasileiro;

    A reportagem da Rede Record de televisão sobre a corrupção policial em Osasco;
    A reportagem do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro e

    A reportagem sobre o esquadrão da morte formada por PM’s no Estado de Goiás.

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  15. Agradeço ao colega que se identificou como “agente policial” pela postagem do meu texto. Quanto ao colega Jorge Lima, ou é um carro totalmente alheio ao que acontece no RS ou tem algum interesse específico na divisão de sindicatos. Para informação do “desinformado, SINPOL/RS é a nova denominação do Servipol, entidade criada em 1998 como sindicato dentro da associação Ugeirm, que mais tarde, por disputa envolvendo interesses políticos entres os dirigentes da época, racharam e transformaram a Ugeirm também em sindicato. O Sinpol, usando o mesmo critério de contagem de filiados que dá à Ugeirm 5.000 filiados, tem cerca de 3.000 filiados. Jorge, me parece que te falta um daqueles dois neurônios, ou muito carater.

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