Associação dos Investigadores promove curso de habilitação náutica…Navegue seguro, com seu bote inflável , pela Paulicéia alagada 78

Enviado em 16/02/2011 às 6:56- CHUTANDO O BALDE

http://www.aipesp.com.br

CURSO DE ARRAIS AMADOR
HABILITAÇÃO NÁUTICA
GRÁTIS

A AIPESP – Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo, irá realizar em sua sede social, na Avenida Cásper Líbero, n° 535 – Luz – Capital, CURSO DE ARRAIS AMADOR para habilitação náutica. O curso será realizado nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro do corrente ano, no horário das 18,30 h as 21,30 h.

O curso será gratuito para todos associados e será ministrado por Oficial da Marinha do Brasil e o número de vagas será limitado.

Os interessados deverão fazer inscrição na Sede Social da Entidade, quando receberão apostila gratuitamente. Inscrições abertas.

Os que concluírem o curso receberão carteira Oficial de Habilitação de Arrais Amador, da Marinha do Brasil, após a necessária prova teórica.

Vanderlei Baialoni
Presidente AIPESP

Ontem fiquei com vergonha de ser delegado de polícia assistindo com minha família, o noticiário nacional 21

Enviado em 16/02/2011 às 11:41- matheus

Só tem um jeito. Baixar as portas e começar de novo

“Nenhuma polícia do mundo virou essa página (corrupção) de sua história mantendo em seus quadros pessoas desse tipo”

Beltrame – Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Fala mansa, pulso firme e defensor intransigente dos direitos humanos.

Iniciou a implantação de sua política de segurança sofrendo pesadas críticas de políticos inescrupulosos e “especialistas” em segurança pública. Prosseguiu firme em suas idéias. Hoje é uma reconhecida celebridade nacional, aplaudida por todos os cidadãos e, principalmente, pelos bons policiais. Conta com o apoio ilimitado e irrestrito de seu governador na implantação da política de segurança que traçou.

Com certeza se refere a pessoas do tipo Desgualdo, Ivaney, Rui Zito, Roberto de Mello Aníbal, Carrel, Jordão, Torres, Nelsão, Jurandir, “China” e outros tantos. ´Não somos caluniadores, basta levantar nas mais respeitadas empresas jornalísticas do Estado ( Folha, Estado, Rede Globo, Rede Record) as matérias contendo as graves denúncias de desvios de conduta envolvendo tais nomes. Todos da CÚPULA da polícia, os conhecidos barões policiais. Aqui em São Paulo também temos um secretário de segurança de pulso firme, talvez o que falte é o apoio político irrestrito e ilimitado de seu governador para promover as mudanças que deseja, por isso, após dois anos de veiculação de denúncias de corrupção em Osasco, com envolvimento de policiais da seccional com achaques de máquinas de caça-níqueis, ontem (15/02/2011) a Rede Record de televisão fez nova reportagem mostrando que nada mudou. Pergunta que não me deixa calar: O diretor do demacro, dois anos atrás, é o atual Delegado Geral, ele não sabia das denúncias? Policial em chefia para fazer acertos e achaques não falta, mas no plantão para atendimento do público com certeza sim. Antigamente a chefia não investigava e não esclarecia crimes sob a alegação que estava em desvio de função olhando presos. Hoje continua não investigando e não esclarecendo crimes porque esta empenhada em recolha de propinas e achaques em geral.

A corregedoria poderia planejar uma operação conjunta com a polícia federal, não para implantar dispositivo de inteligência policial para identificar quem posta mensagens neste blog e sim para fazer uma devassa financeira no patrimônio dos barões policiais de classe especial. Isso sim.

Ontem fiquei com vergonha de ser delegado de polícia assistindo com minha família, o noticiário nacional. Para não dizer que somos caluniadores solicito ao administrador do blog que disponibilize neste espaço o que já é público e notório e foi divulgado ontem nas maiores empresas de radiodifusão do país.

O editorial do Jornal da Noite feito pelo Arnaldo Jabur que retrata a mais pura realidade dos dirigentes do aparelho policial brasileiro;

A reportagem da Rede Record de televisão sobre a corrupção policial em Osasco;
A reportagem do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro e

A reportagem sobre o esquadrão da morte formada por PM’s no Estado de Goiás.

Polícia Civil do Rio terá sua primeira chefe mulher 7

Rio de Janeiro

Ao apresentar a delegada Martha Rocha, Beltrame criticou os ‘exageros’ dos últimos dias e disse que não julgará ninguém antecipadamente

Rafael Lemos, com reportagem de Cecília Ritto

A delegada Marta Rocha, nova chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro

A delegada Marta Rocha, nova chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro (Vanessa Schumacker )

“Existe um tribunal – o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – que julga com base em autoria, materialidade e prova. Todas as pessoas que estão comigo serão por mim julgadas quando houver um mínimo de concretude para isso”, diz o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame

A nova chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro será a delegada Martha Rocha. Antes de ser chamada para assumir o posto, ela era diretora do Departamento de Polícia de Atendimento à Mulher. Martha coordenava todas as delegacias especiais de Atendimento à Mulher (Deam) no estado. Uma das marcas de sua gestão foi a elaboração de uma cartilha sobre a prevenção e a punição dos crimes contra a mulher.

Marta substituirá Allan Turnowski, que deixou o cargo nesta segunda-feira após a crise envolvendo agentes da instituição. Segundo nota da Secretara de Segurança Pública, a demissão de Turnowski aconteceu depois de uma “longa conversa” com o secretário Beltrame.

A Operação Guilhotina começou na sexta-feira e foi executada pela Polícia Federal, com base em investigações da corregedoria de polícia, da Secretaria de Segurança Pública e do Ministério Público do Estado do Rio. Esquemas de corrupção de grupos de criminosos comandados por policiais, incluindo o ex-subchefe da Polícia Civil Carlos Oliveira, foram revelados. Turnowski chegou a prestar depoimento, segundo a secretaria, “na condição de testemunha”.

Martha Rocha entrou na Polícia Civil em 1983. Em seu currículo, constam a sua atuação como corregedora de polícia e o comando de delegacias da cidade do Rio. No episódio de sequestro do ônibus 174, em junho de 2000, ela era a titular da delegacia da Gávea, bairro próximo ao Jardim Botânico, onde aconteceu o crime. Ela presidiu o inquérito sobre o sequestro e indiciou o então comandante do Batalhão de Operações Especiais, coronel José Penteado, sob a acusação de homicídio culposo, pela morte da refém Geísa Gonçalves e do sequestrador Sandro Rocha. Pouco depois, foi transferida para 16ª Delegacia, na Barra da Tijuca.

Ao apresentar a nova chefe da Polícia Civil, na noite desta terça-feira, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, disse que a nomeação significa “mais uma quebra de paradigma na segurança do estado”. De acordo com o secretário, a nomeação de Martha Rocha foi motivada por uma “quase unanimidade” entre as pessoas que consultou antes de escolher quem substituiria Allan Turnowski.

‘Página virada’ – Beltrame elogiou o ex-chefe de polícia, que definiu como “um grande policial, um homem que deixou sua marca”. Mas deixou claro seu descontentamento com os “exageros” dos últimos dias – numa referência ao fechamento da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), cujo titular, Claudio Ferraz, travava com Turnowski uma queda de braço e foi acusado de corrupção por ele.
“Existe um tribunal – o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – que julga com base em autoria, materialidade e prova. Todas as pessoas que estão comigo serão por mim julgadas quando houver um mínimo de concretude para isso. Entendo que é leviandade destruir carreiras com base em coisas que podem ser desditas no futuro”, disse o secretário, acrescentando que considera a nomeação de Martha Rocha “mais uma página virada no livro que estamos escrevendo há quatro anos”.

Corregedoria forte – Martha Rocha definiu como suas prioridades o treinamento e a formação de policiais – com investimento na Academia de Polícia – e a consolidação de uma corregedoria forte. “Minha responsabilidade é grande por ser a primeira mulher a ocupar esse cargo na história da Polícia Civil. Não vejo o desafio pelos que foram presos, mas pelos bons policiais que existem. Eles exigem da chefe da polícia dedicação, competência, coragem e abnegação”, disse a delegada.