“Quatro anos sem Renato, sem justiça e muita revolta. Mais um caso sem solução pelas autoridades públicas” 9

Rose Mary de Souza – Direto de Campinas ( Terra )

Outdoors espalhados em Sumaré e Hortolândia (ambos SP) chamam atenção para um assassinato ocorrido há quatro anos que segue sem solução. Um curto diálogo resume o que sente a família do aposentado Leobino Dobelin, que perdeu o filho Renato, 34 anos, em um latrocínio após sair do trabalho. “Pai, já prenderam os bandidos que me assassinaram?”, pergunta o técnico de informática no outdoor. “Não, meu filho. Aqui neste país é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que pobre ter justiça”, responde Leobino. O titulo é “quatro anos sem Renato, sem justiça e muita revolta. Mais um caso sem solução pelas autoridades públicas”.

Datena – em rede nacional – afirma que o “Cabral”, pai do pequeno delinquente do jet ski assombrado , deu carteirada na delegacia de Bertioga 13

Polícia

Matéria publicada em 19/06/10
Mudança de rumo
Prova contra policiais investigados é anulada
Gravações telefônicas que seriam utilizadas pelo Gaerco na investigação de um esquema de cobrança de propina a desmanches e casas de jogos foram consideradas ilegais
Clayton Castelani Da reportagem local

Uma decisão da 15ª Câmara do Tribunal de Justiça, tomada na quinta-feira, considerou nula a principal prova contra o grupo de 13 policiais civis acusados de cobrar propinas de proprietários de desmanches, casas de jogos e prostituição no Alto Tietê: as gravações telefônicas utilizadas pelo Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) do Ministério Público (MP) para incriminar os envolvidos. O fato pode não apenas mudar o rumo do processo judicial sobre os crimes, mas também as sanções administrativas impostas aos policiais pela Corregedoria.
O argumento utilizado pela defesa de um dos acusados – o investigador Odir de Souza Galhardo – aponta irregularidade na utilização dos grampos telefônicos, autorizados pela Justiça por não mais do que 15 dias. No entanto, as escutas foram realizadas por mais de 30 dias além do prazo legal.
Dos 13 policiais, sete tiveram seus nomes envolvidos nas escutas – consideradas ilegais e que deverão ser inutilizadas. Isso não implica, necessariamente, na anulação das acusações – existem anotações que, segundo o MP, comprometem parte dos envolvidos, porém, a acusação é praticamente toda construída sobre as gravações. “Haverá uma audiência no próximo dia 15 de julho, só que os autos estão todos construídos sobre essa gravação. Que provas o Juiz vai analisar?”, questiona o advogado do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes, Benedito Ernesto da Câmara Coelho, que impetrou o recurso de habeas corpos em favor de Galhardo.
Na avaliação da outra advogada que defende Galhardo na ação, Tânia Lis Tizzoni Nogueira, a decisão beneficia todos os acusados – 18 pessoas no total, já considerando os policiais. “A prova será inutilizada: não serve para nenhum outro processo”.
O esquema de cobrança de propinas praticado pelos policiais na região foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público em abril de 2008. Os promotores do Gaerco investigavam as denúncias desde 2002.
Entre os denunciados estavam os delegados Eduardo Peretti Guimarães e Hélio Akira Kajitani; e os agentes policiais Alex Smokou, Douglas Marques Chrispim e Antonio Carlos Alves de Mello, todos com atuação na região e que estavam incluídos, de alguma maneira, nas gravações.  Também com atuação na região, os investigadores José Izaias Bezerra e Maurimar Batalha não foram citados nas escutas telefônicas.
Além dos policiais citados, o investigador Davi Costa também está entre os que podem ser beneficiados com a nulidade das gravações. O agente policial Paulo Antonio Carvalho da Silva, o investigador Luis Carlos Giamatei e os ex-investigadores Ricardo Corfine e Ilson Roberto Muniz não “aparecem” nas escutas.

———-Processo nº 1535-6/000000-000 – controle 2011/2011 CARTA PRECATÓRIA- J.P. X ALEX ARRUDA VILAS BOAS e ots.- R.Despacho: Vistos: Para oitiva das testemunhas da acusação e da defesa (fl. 01) designo o dia 10 DE NOVEMBRO DE 2011, ÁS 15:00 HORAS.Requisite-se o réu Alex Smokou e intime-se o corréu Marciano Assis Cabral.Requisitem-se as testemunhas Eduardo Peretti Guimarães, Fabio Moriconi Garcia e Marcos Batalha, intimando-se a testemunha de defesa Carlos Eduardo Bastos Faberge. Intimem-se os defensores apontados e, sem prejuízo, oficie-se à Defensoria Pública para nomeação de um ADVOGADO para o ato e, com a indicação, intime-se.Comunique-se o Juízo deprecante.Cumpra-se, cientificando-se o Ministério Público.Mogi das Cruzes, data supra.LEANDRO DE PAULA MARTINS CONSTAN-JUIZ DE DIREITO -ADVS. DRS.
EDUARDO MONTENEGRO SILVA-OAB/SP. 230.288- >DR. MAURIMAR BOSCO CHIASSO-OAB/SP. 40369————————–

 

Apesar de parte da mídia continuar protegendo, já apareceu o nome dos pais do pequeno delinquente do jet ski assombrado: É O CABRAL DO POSTO DE GASOLINA MAIS BACANA DE MOGI; QUE É O EMINÊNCIA PARDA DA CHEFIA DA POLICIA CIVIL…QUE COMANDA ALGUNS DELEGADOS BANDIDOS 38

23/02/2012

Jet ski era para jovem, diz testemunha

Josmar Jozino do Agora

Uma turista viu o caseiro do dono do jet ski usado por um adolescente de 14 anos, apontado como responsável pelo acidente que causou a morte da menina Grazielly Lames, 3 anos, levar o equipamento para o mar para o jovem e um amigo dele usá-lo. O acidente aconteceu no último sábado, na praia de Guaratuba, em Bertioga (103 km de São Paulo).

O delegado Marcelo Rodrigues, da delegacia de Bertioga, disse que a turista o procurou para contar o que sabe sobre o episódio. Segundo ele, até agora, a mulher é a única testemunha que confirmou ter visto os jovens antes do acidente. Rodrigues deve ouvi-la formalmente nos próximos dias.

Maurimar Bosco Chiasso, advogado do comerciante Marciano Assis Cabral, 59 anos, pai do jovem de 14 anos, disse que o menor pegou o jet ski sem autorização, ligou o equipamento sem querer, mas não o pilotou.

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Apesar de parte da mídia continuar protegendo, já apareceu o nome dos pais do pequeno delinquente do jet ski assombrado.

Grazielly Almeida Lames foi atingida pelo jet ski quando saía do mar com a mãe e um tio. Após o acidente, o jovem, de 14 anos, fugiu. Os pais do menor, os empresários Marciano Assis Cabral e Maria Adriana Cipoleta, têm que comparecer na delegacia. Além deles, o empresário Luiz Augusto Cardoso, proprietário do jet-ski, também será ouvido hoje.
Pois bem, o sujeito tem a ficha um pouco suja e é bem amigo da polícia.

NINHO TUCANO EM BERTIOGA

Processo nº 1535-6/000000-000 – controle 2011/2011 CARTA PRECATÓRIA- J.P. X ALEX ARRUDA VILAS BOAS e ots.- R.Despacho: Vistos: Para oitiva das testemunhas da acusação e da defesa (fl. 01) designo o dia 10 DE NOVEMBRO DE 2011, ÁS 15:00 HORAS.Requisite-se o réu Alex Smokou e intime-se o corréu Marciano Assis Cabral.Requisitem-se as testemunhas Eduardo Peretti Guimarães, Fabio Moriconi Garcia e Marcos Batalha, intimando-se a testemunha de defesa Carlos Eduardo Bastos Faberge. Intimem-se os defensores apontados e, sem prejuízo, oficie-se à Defensoria Pública para nomeação de um ADVOGADO para o ato e, com a indicação, intime-se.Comunique-se o Juízo deprecante.Cumpra-se, cientificando-se o Ministério Público.Mogi das Cruzes, data supra.LEANDRO DE PAULA MARTINS CONSTAN-JUIZ DE DIREITO -ADVS. DRS.
EDUARDO MONTENEGRO SILVA-OAB/SP. 230.288- >DR. MAURIMAR BOSCO CHIASSO-OAB/SP. 40369

PCC (Primeiro Comando da Capital) tem forte influência nas torcidas organizadas de Corinthians, Palmeiras e São Paulo 17

Polícia investiga suposta ligação de PCC com Gaviões da Fiel

Perrone

O tumulto na apuração do desfile das escolas de samba paulistanas vai servir também para a polícia investigar uma suposta ligação do crime organizado com a Gaviões da Fiel. Há tempos, promotores e delegados ouvem relatos informais de que o PCC (Primeiro Comando da Capital) tem forte influência nas torcidas organizadas de Corinthians, Palmeiras e São Paulo.

Até agora nenhuma investigação profunda foi feita nesse sentido. Algumas autoridades tratam a informação como lenda. Porém, o blog apurou que, a partir do episódio no sambódromo, a polícia civil tem uma estratégia, não revelada, para investigar se o PCC possui vínculos com a  Gaviões da Fiel.

Oficialmente, a polícia trata o assunto com cautela. “É cedo para falar que há forte suspeita de envolvimento do PCC com a torcida, mas não descarto nenhuma possibilidade”, diz o delegado Osvaldo Nico, um dos responsáveis pelo caso.

O ponto de partida da investigação é identificar os três homens que aparecem num vídeo da Rede TV! iniciando incêndio em carro alegórico no Anhembi. A partir deles, a polícia poderá encontrar caminhos que levem ao crime organizado. Para localizar o trio, os policiais vão interrogar outros membros da organizada. Eles devem ser chamados para depor a partir da próxima segunda.

Bom exemplo! 48

Daniela Mercury faz chamado para que a Polícia Militar passe a respeitar o povo brasileiro 35

 

Enviado em 22/02/2012 as 23:42 - tira querendo trabalhar

“Bebeu água? Não! Tá com sede? Tôõõõ! – Olha, olha, olha….água mineral, água mineral….de “Pega aqui Oh!” ,Ilha das Bananas à Cilibrina do Éden, realmente como formadores de opniõe$ sinto orgulho do belo legado cultural que me deixam. Belas opniõe$ serviçais…..

Ó MÃE, Ó! PODE! Joga pedra na geni!

Como sempre a polícia brasileira vai levar a conta pra casa!!! Que pena que as pingas tomadas, de uma pequena parcela, estão sendo vistas……

Acompanhem e tire suas conclusões:

http://abordagempolicial.com/2012/02/daniela-mercury-critica-policia-militar/

 

João Alkimin: Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, e as duas jamais se misturam 35

Uma coisa, o Delegado Roberto Conde Guerra embora não seja ladrão ou corrupto, foi demitido por haver repercutido uma notícia da Rede Globo.
O Delegado Frederico foi demitido por haver tirado das ruas um Juiz bêbado.
O Delegado Carlos Andrade foi demitido, embora seu processo crime não sequer inciado.
Outra coisa, o Promotor Rogério Leão Zagalo disse em uma cota ministerial que infelizmente o policial tinha mirado mal e matado somente um dos roubadores.
Dias atrás a Procuradora de Justiça Nagib Eluf disse em um programa do canal a cabo globo news quando era entrevistada juntamente com o Jornalista Walmir Salaro que no caso Lindemberg Alves faltou um especialista na negociação, pois a Polícia deveria tê-lo matado logo no início.
Por óbvio que a Polícia tem a obrigação de agir com dureza quando achar necessário, mas o que me causa estranheza é que se um Delegado de Polícia ou qualquer Policial Civil houvesse dito a mesma coisa com certeza já estaria sendo sindicado. Por isso digo que o tratamento dado aos Policiais Civis difere radicalmente do dado aos Promotores e até Policiais Militares.
De quem é a culpa pela morte de Eloá? Lógico quem a matou foi Lindemberg, mas ninguém até agora falou da incompetência da Polícia Militar durante as negociações. Não sou especialista, nem pretendo ser em Segurança Pública ou em negociação de sequestro com reféns mas quem tiver olhos para ver que veja e reveja tudo que aconteceu.
A imprensa praticamente conduzindo as negociações, a Polícia Militar permitindo entrevistas para rádios e televisões ao vivo. O sequestrador acompanhando ao vivo e em temo real pois foi televisionado todo atividade policial durante o cerco.
A Polícia Militar indo buscar a menor Nayara e a entregando de volta ao sequestrador. Ora senhores, isso é o exemplo da mais pura irresponsabilidade e incompetência profissional. Será que o comandante da operação permitiria que um filho seu retornasse ao cativeiro depois de ter sido liberado? – Por óbvio que não.
A que se indagar ainda e vou continuar sempre batendo na mesma tecla, porque as negociações quando existem reféns não são conduzidas pela Polícia Civil, pois ao que me parece existe inclusive uma resolução da Secretária da Segurança Pública regulamentando isso. Também a que se indagar o porque do desmantelamento do GER, essa unidade ainda existe?
E se existe, porque não é usada? Se não existe mais, quem e porque a desmantelou?
Continua em curso a desmoralização da instituição Polícia Civil!!!Gostaria de saber os motivos.
Mas vejo que hoje a Polícia Civil é dirigida e conduzida por ex-Policiais Militares, pois o Secretário da Segurança Pública foi oficial da PM. O diretor geral da corregedoria Delegado Délio Montresor também foi oficial da PM e parece-me que o homem tira a farda, mais a farda não sai do homem.
As duas Policias tem funções constitucionais absolutamente definidas, mas parece que hoje quem patrulha as ruas e também investiga é a Polícia Militar, pois antigamente o P2 investigava apenas desvios de conduta de Policiais Militares e hoje afirmo “faz todos os tipos de investigação que são de competência única e exclusiva da Polícia Civil”. Até quando se continuara violando a Constituição?
Já disse e repito que nada tenho contra a instituição Polícia Militar, mas a mesma deve se limitar a cumprir seu papel constitucional de policiamento ostensivo e repressivo e a Polícia Civil deve ter de imediato a coragem por seus Cardeais de assumir seu papel de Polícia Judiciária.
Sou velho o suficiente para lembrar-me que na primeira eleição para o governo do estado em que concorreu Mário Covas a Polícia Civil distribuiu inúmeros adesivos para automóveis com os seguintes dizeres: ” Os Delegados de Polícia advertem o PMDB faz mal a saúde, educação e segurança pública”, bons tempos em que policiais tinham possibilidade de vir a público e dizer oque pensavam sem medo de represálias.

João Alkimin

João Alkimin é radialista – showtime.radio@hotmail.comRÁDIO

http://www.vejosaojose.com.br/joaoalkimin.htm