Polícia entra em alerta na região de Campinas 15

RICARDO BRANDT – Agência Estado

As Polícia Civil e Militar da região de Campinas, no interior do Estado de São Paulo, entraram em estado de alerta na quarta-feira (12). As corporações preveem a possibilidade de ataques cometidos a mando da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), como resposta à operação da Rota em Várzea Paulista, na terça-feira (11).

 

 

A PM determinou que as equipes não circulem sem colete à prova de balas, isolou a frente dos batalhões e companhias com cones e reforçou o trabalho de rua à noite. Na Polícia Civil, o setor de inteligência determinou atenção redobrada com os monitoramentos telefônicos de integrantes da facção e de outros criminosos para possíveis conversas sobre atentados.

 

Na noite de terça-feira (11), depois da ação da Rota, dois ônibus e um mercado foram alvo de ataques em Bragança Paulista, na região de Várzea Paulista. Ninguém ficou ferido. Na mesma noite, em Piracicaba, um policial militar foi executado. A polícia ainda investiga se há relação com o PCC nesses crimes.

 

O cabo Gercil Benedito Canuto, de 43 anos, estava na farmácia em que trabalhava como segurança quando dois homens em uma moto chegaram atirando. Canuto foi atingido por 17 tiros. Desde a noite de terça-feira (11), as bases da polícia em Piracicaba estão com bloqueios e todo o efetivo está em alerta.

 

Prisões

 

No mesmo dia em que a Rota matou e prendeu membros do PCC em Várzea Paulista, equipes da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas detiveram em Santa Bárbara d?Oeste (SP) Josué Lopes da Silva, um dos líderes locais da facção que comandava o tráfico de drogas na região. Com ele foram presos outros dois membros do grupo.

 

As prisões fazem parte de uma investigação iniciada havia 45 dias pela Dise, que já levou para a cadeia dez membros do PCC, entre eles Simone Helena Caminada, apontada como comandante do braço feminino da facção na região de Campinas e contadora do bando, além de Júlio Medis Emílio, que admitiu ser um dos líderes da facção em Campinas.

 

A quadrilha presa pela Dise não aparenta ter ligações com os membros do PCC mortos em Várzea Paulista, mas as prisões aumentam o risco de retaliações contra policiais na região, admite a polícia. “Essas ações são um duro golpe contra o PCC no interior do Estado”, afirmou o delegado da Dise Oswaldo Diez Júnior. “Desarticulamos um braço forte do tráfico na região.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

O governo Tucano não investe em treinamento: POLÍCIA mata POLÍCIA 66

Terminal rodoviário

Tiroteio entre policiais termina com um morto em SP

Agência Estado

A falta de comunicação entre duas equipes de investigadores da Polícia Civil resultou, na noite de quarta-feira, na morte de um deles durante um tiroteio entre os policiais no Terminal Rodoviário de Cargas Fernão Dias, localizado próximo à rodovia, na região do Parque Edu Chaves, na zona norte da capital paulista.
Há menos de dois anos na polícia, Leonardo Andrés Rodrigues Aguiar, de 28 anos, investigador do 90º Distrito Policial, do Parque Novo Mundo, foi ferido por sete tiros disparados por agentes da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). Encaminhado para o pronto-socorro da Vila Maria, o policial não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo o delegado Edvaldo Faria, Leonardo e um outro investigador da mesma delegacia, estavam de campana na Rua Irineu Portela, no terminal, esperando pelo eventual aparecimento de criminosos responsáveis pelo roubo de um caminhão, abandonado no local, quando perceberam que um grupo de desconhecidos se aproximou do veículo de carga.
Os desconhecidos na verdade eram quatro agentes da Divecar que estavam de campana, investigavam o mesmo crime, porém ao lado da vítima, e resolveram abrir o caminhão ao perceberem que nenhum suspeito havia aparecido até aquele momento. Leonardo e o colega dele, ao verem o grupo abrindo o caminhão, realizaram a abordagem, acreditando que iriam prender enfim os criminosos.
Teve início então o tiroteio entre os policiais civis. Um dos agentes da Divecar foi baleado de raspão. Leonardo foi baleado. O incidente envolvendo os investigadores do Parque Novo Mundo e da Divecar será apurado pela Corregedoria da Polícia Civil. “Foi um infortúnio. Existe sim comunicação entre os policiais, não geralmente num caso como esse.”, disse o delegado Faria.

Marajás da PM que dirigem as subprefeituras de SP 24

Conheça os oficiais da PM que dirigem as subprefeituras de SP

Por Agência Pública | Yahoo! Notícias – ter, 11 de set de 2012

Uma das marcas da gestão de Gilberto Kassab (PSD) à frente da prefeitura de São Paulo foi a intensa participação de oficiais reformados da Polícia Militar (PM) do Estado na administração das subprefeituras do município. A estratégia de incorporar ex-PMs à administração pública foi implantada por Kassab a partir de 2009, com a nomeação do coronel Rubens Casada para a subprefeitura da Moóca.
Uma pesquisa realizada pela agência de reportagem e jornalismo investigativo Pública constatou que das 31 subprefeituras de São Paulo, 30 são comandadas por coronéis reformados da PM – a maioria das gestões regionais ainda conta com militares na chefia de gabinete e em coordenadorias. Apenas a subprefeitura de M’Boi Mirin, na zona sul da cidade, não conta com ex-PMs em seu quadro pessoal.
O levantamento feito pela agência revela quanto ganham os policiais do primeiro e segundo escalão das subprefeituras, que ainda acumulam os salários da prefeitura com a aposentadoria da PM. Em alguns casos, por causa do resultado de setenças judiciais, o pagamento da aposentadoria ultrapassa o teto de R$ 18.725 da instituição e extrapola a marca dos R$ 100 mil.
De acordo com a Pública, oficiais reformados também dirigem o Departamento de Transportes Públicos (DTP) e o Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) e ainda estão presentes na Defesa Civil, na CET, na Secretaria de Transportes e no Serviço Funerária. Abaixo, confira o infográfico produzido pela Pública e pela Casa de Cultura Digital.

 

 

 

O empresário Edis Cesar Vedovatti – que deu causa a injusta demissão de um delegado e mais cinco policiais civis – além de mandar matar pessoas no Guarujá foi preso por posse irregular de artefato balístico emprestado por coronel da PM…O acusado é doador de centenas de milhares de reais para o PSDB! 14

https://flitparalisante.wordpress.com/2012/09/11/o-dono-da-dna-aluminios-valendo-se-de-relacionamento-politico-partidario-denunciou-falsamente-o-delegado-carlos-roberto-alves-de-andrade-do-grupo-especial-de-repressao-ao-crime-organizado-gerco/

DENUNCIADOS MEMBROS DA QUADRILHA DA CONSTRUÇÃO CIVIL : Tadeu Bragante e Edis Cesar Vedovatti – Ministério Público acredita em terceiro mandante na morte de ex-secretário de Guarujá Ricardo Joaquim… E UM DELEGADO É SUSPEITO DE ARREGIMENTAR EXECUTORES 12

Cássio Conserino – promotor do GAECO de Santos – acredita que há mais mandantes da morte do ex-secretário de governo de Guarujá, no litoral de São Paulo, Ricardo Joaquim. Ele foi assassinado em março deste ano durante uma reunião do partido.Os indícios apontam o concurso de pelo menos outra pessoa.
O Ministério Público requisitou a abertura de um novo inquérito.

ELOGIOS AO TRABALHO POLICIAL

“Primeiramente, cumpre fazer um elogio em relação ao trabalho da polícia. O inquérito policial foi muito bem conduzido. Em determinado momento ele se afunilou. A partir desse momento, a motivação se descortinava, ou seja, havia alguma coisa em relação ao Jardim Virgínia. Para apurar a eventual participação de um terceiro mandante, mas isto não exclui ou afasta a participação dos mandantes denunciados”, afirma o promotor Cássio Conserino.
O empresário Edis Cesar Vedovatti , diretor da empresa DNA – ALUMÍNIOS de Praia Grande e o ex-policial militar acusados do crime saíram da cadeia de Vicente de Carvalho escondendo o rosto e sem dar entrevista. Com a prisão preventiva decretada pela juíza na última terça-feira (11), eles foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente, onde devem ficar até o julgamento.
O empresário FELICIO TADEU BRAGANTE, dono da ASA – ALUMINIOS, de Campinas, de quem VEDOVATTI é sócio e parceiro comercial em diversos empreendimentos, continua na cadeia do 5º DP de Santos. O quarto réu, um policial militar, está no presídio Romão Gomes, em São Paulo. Todos são acusados de homicídio qualificado. Segundo a polícia, os policiais executaram o ex-secretário de Guarujá e os empresários são os mandantes mediante pagamento em dinheiro e outras vantagens.

DEFENSOR

O renomado jurista e ex-deputado federal : Dr. Vicente Cascione, atuando como advogado dos empresários, afirma que outras hipóteses ainda devem ser analisadas. “Eles não são mandantes de coisa nenhuma. Tem que investigar todas as hipóteses que estão dentro do processo, com nomes, com fatos, com circunstâncias que não foram investigadas. Não se tomou conhecimento de todas as denúncias que há dentro do processo”, afirma Cascione.
Segundo a polícia, o ex-secretário recebeu propina para acabar com as dividas de IPTU em uma área conhecida como Jardim Virgínia. Como foi exonerado da prefeitura, Ricardo Joaquim não cumpriu a promessa.
Um ano e quatro meses antes da execução do ex-secretário, o caseiro que morava no Jardim Virginia foi morto. Quando a polícia descobriu que a arma usada nos dois assassinatos era a mesma, não teve mais dúvidas sobre o motivo do crime.
A polícia encontrou a arma, uma pistola calibre 45. O objeto estava com o ex-policial militar de Guarujá, que está preso, e foi furtado de um policial civil em 2005. “Recebemos o laudo pericial em que confirma que a arma utilizada tanto na morte do secretário, quanto na morte do ex-secretário, foi a mesma”, afirma o delegado Claudio Rossi.

Delegado Geral terá de se explicar no Judiciário 15

Enviado em 12/09/2012 as 21:25 – MÁRIO

O Delegado Geral de Polícia, Dr. Marcos Carneiro Lima, terá de se explicar no Judiciário. A decisão é da 3ª Vara da Fazenda Pública, Foro Central, que proferiu despacho, no último dia 31/8, para que Carneiro Lima informe, num prazo de 10 dias, o quadro de cargos de Delegados de Polícia, a lotação circunstanciada, os claros existentes, e ainda os critérios aplicados para o preenchimento dos cargos e para a efetivação de remoções.

O despacho foi motivado pela Ação Civil Pública (0039025-41.2012.8.26.0053), a primeira na história, ajuizada pela Associação dos Delegados de Polícia (Adpesp). Ela foi protocolada no último dia 22 de agosto, com respaldo na defesa da garantia do acesso à prestação Jurisdicional e da transparência administrativa.  O objetivo foi o de sanar grave omissão do Delegado Geral no cumprimento da Resolução SSP 303/2009.

Histórico

A Resolução determina a elaboração, pela Delegacia Geral de Polícia, de um fluxograma sistematizado do quadro de efetivo de cada unidade administrativa policial. A finalidade é gerir, de forma eficiente, a lotação dos Delegados de Polícia nos diversos Distritos paulistas. A orientação, contudo, não foi respeitada e a negligência fez a Adpesp recorrer ao Judiciário.

Até esta data ninguém sabe informar com exatidão para onde irão os 200 novos Delegados de Polícia em curso na Academia de Polícia Civil  do Estado de São Paulo, haja vista a inexistência desse estudo que apontaria, extreme de dúvidas, quais cadeiras e delegacias necessitam dos novos profissionais, deixando a designação no plano subjetivo o que acarreta a mais clara demonstração de descumprimento da lei.

“Assim, procurando zelar pelas garantias fundamentais constitucionais do povo de São Paulo, através do eficiente e transparente trabalho dos Delegados de Polícia, espera-se que o Poder Judiciário continue cumprindo a legislação vigente, proporcionando a prestação de serviço público de qualidade, tão árdua e diuturnamente buscada pelos Delegados de Polícia de São Paulo”, registrou a Adpesp na ação.

A íntegra da Ação Civil Pública está disponível na área reservada do site para seus associados.