De Grandis e a PEC 37 – O Ministério Público faz o povo de otário 23

De Grandis e a PEC 37

Se você acha que fez papel de bobo porque acreditou no slogan “PEC 37= impunidade”, não precisa ficar muito deprimido. Só um pouco.

A descoberta de que o inquérito sobre a Alston foi parcialmente interrompido, na Suíça, porque o procurador Rodrigo de Grandis não atendeu a uma solicitação das autoridades daquele país é um fato que merece um minuto de reflexão.

A explicação de Grandis é bisonha. Ele  não teria dado sequencia ao pedido das autoridades suíças, feito em fevereiro de 2011, porque a solicitação ficou guardada na gaveta errada – e nunca mais pensou no assunto.
Há, é claro, uma suspeita de prevaricação no caso.
Código Penal – Prevaricação (art. 319): Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
Lei 8429/92 – Art. 11: Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:
(…) II – retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;
Há três meses, em 25 de junho, o Congresso rejeitou, sob uma pressão que seria mais conveniente definir como chantagem, a PEC 37, que pretendia  garantir aos delegados de polícia a exclusividade sobre a condução de um inquérito policial. A votação foi um massacre: 430 a 9.
O monopólio dos delegados sobre uma investigação tampouco  era uma boa ideia, quando se recorda o histórico de nossas corporações policiais. Mas a PEC 37 ajudava a fazer um debate necessário e poderia permitir correções úteis.
Nos bastidores de Brasília, policiais, procuradores e representantes do ministério da Justiça tentavam chegar a um acordo, a partir da PEC, para assegurar os direitos da polícia sobre a investigação sem deixar de atender os principais pleitos do Ministério Público. Pensava-se em criar uma nova divisão do trabalho de apuração, mais inteligente e produtiva.
Mas, com o apoio dos meios de comunicação, que passaram a tratar a rejeição à PEC 37 como se fosse como se fosse uma reivindicação tão popular como a redução da passagem de ônibus, o Ministério Público  garantiu a votação em bloco, sem qualquer concessão à outra parte. Confusos, e mesmo acovardados, vários parlamentares preferiam omitir-se e votar errado para não ser criticados pelos jornais nos dias seguintes.
Naquele momento, o procurador geral da República, Roberto Gurgel, travava uma luta de morte para fazer o sucessor. Seu prestígio atingia o ponto máximo em função do julgamento da ação penal 470.
A denúncia ainda não havia sofrido a primeira (e até agora única) derrota, representada pela aceitação dos embargos infringentes para 12 condenados.
Acreditava-se em junho que qualquer arranhão na imagem do Ministério Público poderia chamar a atenção para incongruências e falhas do julgamento. Foi essa a motivação que impediu uma discussão civilizada, com argumentos ponderados.
Três meses depois, comprova-se uma verdade fácil de reconhecer, mas que não era conveniente admitir.
Enquanto os manifestantes acreditavam estar berrando contra a impunidade em Brasília, o pedido das autoridades suíças era esquecido na gaveta de De Grandis em São Paulo.
Ergueu-se, ao longo de vários anos, um muro de aço contra a apuração de um dos mais prolongados escândalos de corrupção da história política brasileira, formado por 45 inquéritos arquivados sem o devido esclarecimento (sim, 45!).
Ninguém ficaria sabendo o que estava acontecendo se não fosse o trabalho competente corajoso de meus colegas da IstoÉ Alan Rodrigues, Pedro Marcondes e Sérgio Pardellas sobre o propinoduto, capazes de produzir reportagens à altura dos fatos descobertos.
Não há instituição a salvo de pressões políticas nem de iniciativas estranhas a sua missão legal. Erros ocorrem. Desvios, também. E coisas piores, você sabe.
Se você acha que fez papel de bobo porque acreditou no slogan “PEC 37= impunidade”, não precisa ficar muito deprimido. Só um pouco.
Muita gente está se sentindo da mesma maneira.

Paulo Moreira Leite
Diretor da Sucursal da ISTOÉ em Brasília, é autor de “A Outra História do Mensalão”. Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA e na Época. Também escreveu “A Mulher que Era o Outro General da Casa”

FERREIRA PINTO DIZ QUE ALCKMIN USOU AMEAÇA DO PCC PARA SE PROMOVER 57

Edição247-Divulgação :

“Não vou me intimidar”, declarou Geraldo Alckmin (PSDB), depois que veio à tona na imprensa a gravação telefônica de um membro da facção criminosa que dizia que iria “decretar” o governador de São Paulo (na gíria, matar); para o ex-secretário de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto, porém, “esse fato não tinha credibilidade nenhuma” e “Alckmin está aproveitando para colher dividendos políticos”; segundo ele, que deixou o cargo há um ano, os grampos já eram de conhecimento da cúpula da Segurança e do Ministério Público desde 2011, mas foram considerados sem “consistência”

31 DE OUTUBRO DE 2013 ÀS 10:17

247 – Depois de revelado um diálogo entre membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) que demonstrava a insatisfação da facção criminosa com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ameaçava de morte, alguns comentários na imprensa foram na linha de que as críticas dos criminosos serviram como uma “condecoração” para o tucano – essa palavra em especial foi usada pelo colunista de Veja Ricardo Setti.

Se estavam insatisfeitos com Alckmin, é porque ele combatia a criminalidade. Esse seria o raciocínio. A principal resposta do governador, então, foi: “Não vamos nos intimidar”, o que colocaria ainda mais força e credibilidade à sua imagem. O governador anunciou, dias depois, uma força-tarefa para investigar as ações do PCC e a agilidade para cortar sinais de telefone de presídios – algo que já deveria ter sido feito há muito tempo.

Uma declaração crucial do ex-secretário estadual de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto, no entanto, desconstrói essa recente suposta boa imagem adquirida pelo chefe de governo. Em sua primeira entrevista desde que deixou o cargo e foi substituído por Fernando Grella Vieira, há um ano, Ferreira Pinto afirma, ao jornal Valor Econômico, que “Alckmin está aproveitando para colher dividendos políticos com a ameaça do PCC”.

Segundo ele, a escuta de um dos membros do PCC que falava em “decretar” o governador era de conhecimento da cúpula da Segurança desde 2011 e não tem credibilidade alguma. “Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas. Eu não vejo uma coerência aí de alguém que exerce um cargo público da relevância que é a segurança de São Paulo”, declarou.

Para Ferreira Pinto, a mesma “fanfarronice” atribuída à declaração de Marcola, líder do PCC, de que a facção havia diminuído a taxa de homicídios no Estado – o termo foi usado pelo próprio governador, e Ferreira Pinto concorda – serve para a fala do outro, que disse que ia “decretar” – na gíria, matar – Alckmin. “Foi no mesmo contexto, em 2011. Aí vem o governo e diz ‘Não vou me intimidar’. Ele está aproveitando para colher dividendos políticos”, conclui.

O ex-secretário também afirmou que “tinha plena ciência” dessas gravações e que o governador não sabia da existência delas justamente porque o fato “não tinha credibilidade”. “Lamentável. [O governador] deve ter suas razões. Eu acho que é mais pelo viés político. Porque na hora que diz ‘Não vou me intimidar’, ele está também dando um “upgrade” para a facção. Está admitindo que há credibilidade numa conversa isolada”.

Segundo ele, a resposta de Geraldo Alckmin seria válida se o Ministério Público tivesse alguma gravação “em que realmente o governador estivesse sendo ameaçado de morte”. Mas o MP não usou da interceptação “porque analisou”, segundo Ferreira Pinto, “e viu que era uma declaração irresponsável”. “É como alguém dizer aqui, ‘Ah, vou matar o Obama'”, exemplifica.

http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/119394/Alckmin-usou-amea%C3%A7a-do-PCC-para-se-promover.htm#comments

PARABÉNS – O delegado Carlos Bruno Gaya da Costa mata suspeito em tentativa de sequestro relâmpago 35

Delegado mata suspeito em tentativa de sequestro relâmpago

Diário de Guarapuava
FolhaPress

Por Martha Alves
SÃO PAULO, SP, 30 de outubro (Folhapress) – Um delegado da Polícia Civil reagiu a uma tentativa de sequestro relâmpago e matou um suspeito, na Vila Uberabinha, zona sul de São Paulo, na madrugada de hoje.
O delegado Carlos Bruno Gaya da Costa, do 1º DP de Santo André, estacionou seu Focus Hatch na rua dos Periquitos para comprar um lanche em uma rede de fast food da região, por volta das 2h. Quando ele retornou ao carro foi rendido por dois homens, um deles armados.
Os suspeitos obrigaram a vítima a sentar no banco de trás do carro. O delegado reagiu e baleou o suspeito que estava na direção do carro. Ele morreu no local. O outro suspeito, que estava armado, conseguiu fugir a pé.
Segundo a polícia, os dois suspeitos pretendiam levar o delegado para realizar saques em caixas eletrônicos.
Outro caso
Policiais militares prenderam dois suspeitos de pertencer a uma quadrilha que realizava sequestros relâmpagos, na região do Morumbi, zona oeste de São Paulo, na noite de ontem.
A vítima estava em um carro na rua Chico Nunes, na Vila Andrade, quando foi abordada por ao menos três homens armados.
Segundo a Polícia Militar, os três ladrões recolheram os cartões bancários e de crédito da vítima e a mantiveram refém no carro. Eles entregaram os cartões bancários e de crédito a outros dois membros da quadrilha responsáveis por realizar saques em caixas eletrônicos e compras.
O vigia de um supermercado suspeitou dos dois homens que faziam compras em um supermercado com o cartão de crédito da vítima e avisou a polícia. Eles foram presos na
avenida Carlos Caldeira Filho.
A vítima foi liberada pelo restante da quadrilha na mesma rua onde foi sequestrada. Os criminosos fugiram levando o seu carro.
O caso será registrado no 89º Distrito Policial (Portal do Morumbi).

Comissão de Segurança Pública vai apurar atos violentos na zona norte da capital 28

Enviado em 30/10/2013 as 19:11 – ESCRILUDIDA

Foram aprovados convites ao chefes das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica
Da Redação: Marisilda Silva

Adilson Rossi, presidente da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários

O presidente da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários, Adilson Rossi (PSB), deverá nos próximos dias oficiar ao comandante-geral da Polícia Militar, ao delegado-geral da Polícia Civil e à superintendente da Polícia Técnico-Científica, convidando-os para discutir com os deputados membros da comissão permanente da Assembleia Legislativa os acontecimentos ocorridos na zona norte da cidade de São Paulo desde o último domingo, 27/10. Na ocasião, à morte de um jovem durante abordagem policial, seguiu-se reação imediata da população, com carros queimados, lojas saqueadas. Também na rodovia Fernão Dias, distante centenas de metros da região, três grandes caminhões e seis ônibus foram incendiados.

Segundo Major Olímpio (PDT), os acontecimentos são consequência da estrutura da polícia na região, que ele classificou como insignificante. “E a da Polícia Rodoviária Federal na Fernão Dias é inexistente”, completou o parlamentar. Já os deputado Pedro Tobias (PSDB) e Osvaldo Verginio (PSD) consideraram que é preciso discutir a situação “recuada” em que se encontra a polícia no Estado de São Paulo.

No mesmo sentido, Antonio Salim Curiati (PP) propôs também que se encaminhe um apelo ao Ministério da Justiça e ao Congresso Nacional no sentido de que seja revisto o Código de Processo Penal brasileiro.

Pauta

Na reunião, os deputados apreciaram uma pauta com 20 itens, cinco dos quais apenas para ciência. Entre os projetos de lei, sete receberam pedido de vista e oito foram aprovados. Foi também aprovado requerimento de autoria da deputada Beth Sahão (PT), que solicita à Secretaria da Segurança Pública informações acerca do número de registros envolvendo violência contra a mulher no ano de 2012 e nos primeiros seis meses de 2013. As informações completas sobre as deliberações podem ser acessadas no portal da Assembleia Legislativa.

Além dos parlamentares já citados, participaram ainda da reunião os deputados Dilador Borges e Fernando Capez, do PSDB, e Hamilton Pereira e Marco Aurélio, do PT.

http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=339293

JOGO DO BICHO EM SANTOS – Operação Madagascar, Tribunal de Justiça decide que não há prova de que os investigadores de Santos tenham mantido atividade ilícita 20

A decisão ,  publicada no último dia 15 , consta nos autos do Mandado de Segurança impetrado pelo MP contra ato do juiz de direito da  5ª Vara Criminal de Santos, figurando como interessados os investigadores de polícia Ademir Mira Marques, Wilson Augusto Junior, Agostinho Pereira, Marcelo Cardoso de França e Jorge Gomes dos Santos.

Os policiais civis ,  no meado do mês de setembro , juntamente com  mais vinte e seis pessoas, entre as quais cinco policiais militares, foram denunciados,  após investigações sigilosas do núcleo do GAECO de Santos,  que resultaram na Operação Madagascar,  por quadrilha armada (art. 288, parágrafo único, do Código Penal), jogo do bicho (art. 58, da lei das contravenções Penais, corrupção ativa (art. 333, parágrafo único, do Código Penal, por diversas vezes), corrupção passiva (art. 317, § 1º, c.c.o art. 327, caput e 2º, por diversas vezes) e lavagem de dinheiro (art. 1º, incisos V e VII, c.c. o art. § 4º, da Lei nº 9.613/98, por diversas vezes).

Em linhas gerais , o Ministério Público denunciou o envolvimento dos policiais no jogo do bicho na Baixada Santista, no litoral de São Paulo.

Segundo o Ministério Público, o esquema movimentou mais de R$ 80 milhões em um ano e meio, sendo R$ 3 milhões de reais de propina.

22 – TIGRE 85, 86, 87, 88

22 – TIGRE
85, 86, 87, 88

Conforme os termos da denúncia dos promotores,  o empresário  Carlos Virtuoso é bicheiro e comanda, desde dezembro de 2007, uma organização criminosa que explora o jogo do bicho. O grupo teria mais de 200 pontos de apostas, 148 em São Vicente, 46 em Santos, 23 em Praia Grande.

Na visão dos promotores, o esquema na Baixada Santista só foi possível porque alguns policiais civis receberam dinheiro para não revelar o esquema e ex-policiais militares fizeram toda a segurança para o grupo.

O Juiz da 5ª Vara Criminal de Santos ao receber a denúncia negou a decretação de prisão preventiva dos policiais e afastamento preventivo das funções públicas .

Os promotores inconformados recorreram da decisão  e impetraram o Mandado de Segurança.

O Excelentíssimo Desembargador  Aben-Athar de Paiva de Coutinho , da 11ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça , negou a concessão do  pedido liminar por meio do qual os promotores buscavam a decretação da prisão preventiva dos investigadores de polícia , sustentando “ser absolutamente pertinente à decretação da providência cautelar requerida para interromper de forma definitiva as atividades da organização que permanece em operação sem qualquer repressão dos órgãos policiais, até porque diversos integrantes da Polícia Civil participam de tal organização mediante recebimento de propina, tendo sido identificados no curso da investigação, como intermediários da transação, somente os cinco chefes de investigadores de Delegacias de Santos e São Vicente que foram denunciados” (“sic” ).

Não obstante a argumentação dos promotores do GAECO, o Desembargador relator PAIVA COUTINHO  fundamentou que não  se verificou a existência dos pressupostos para o deferimento liminar, porque a tutela de urgência em mandado de segurança exige flagrante ilegalidade ou abuso de poder, hipótese não verificada no caso, já que em princípio o indeferimento das cautelares pretendidas se assenta no fato de que:  “Não existe risco aparente à instrução criminal, nem à aplicação da lei penal”.

“Também não ficou indicado que os denunciados tenham mantido a atividade ilícita. Logo, não há que se falar em risco à ordem pública”, disse o relator.

Diante de mais esse revés sofrido pelo MP, a denúncia contra os policiais fica ainda mais enfraquecida; especialmente em razão de não haver materialidade de quaisquer dos crimes imputados aos investigadores.

Apesar da ausência de  prova da materialidade dos crimes, os policiais civis foram afastados por ordem do delegado diretor do DEINTER-6; remanejados para o exercício de meras funções administrativas.

Também, além de responderem a processo administrativo, que poderá resultar em demissão, por ordem da administração policial, tiveram as armas, distintivos  e as identidades funcionais recolhidas.

Policiais militares ou vândalos fardados ? 20

MP quer que policiais que destruíram carro durante operação sejam expulsos

Ação foi filmada por câmeras de segurança; tenente que ordenou a ação também foi denunciado

Do R7

Policiais podem ser expulsos da corporaçãoRecord Minas

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou os cinco policiais militares que foram flagrados destruindo um carro durante uma operação em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O tenente que ordenou a ação também foi denunciado.

Segundo o MPMG, na esfera criminal, os policiais teriam cometido abuso de autoridade ao praticarem “ato lesivo à honra ou ao patrimônio de pessoa natural ou jurídica” e, no caso do tenente, também por agir de forma omissa tanto por não conseguir impedir o crime quanto por não buscar punição aos policias quando soube do fato.

 

Já na esfera cível, o MP acusa os policias de feriram os princípios da moralidade e da legalidade que norteiam a Administração Pública e de agiram em desacordo com o Código de Ética da Polícia Militar ao não respeitarem os princípios da cidadania e dos direitos humanos e ao desprestigiarem a instituição policial e a imagem dos militares.

O órgão quer que o tenente tenha seus direitos políticos suspensos de três a cinco anos, seja obrigado a pagar multa de 40 salários e não possa contratar com o Poder Público.

Já em relação aos cinco policiais, o MP quer que eles percam a função pública, tenham seus direitos políticos suspensos de três a cinco anos, sejam obrigados a pagar multa de 80 salários e fiquem proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

A operação

Segundo o Ministério Público, durante a busca por veículos de criminosos, os policiais teriam confundido o Escort de um morador da cidade, estacionado na rua, com um dos automóveis procurados na ação de combate à criminalidade. Ao se depararem com o veículo sem ninguém dentro, os militares o teriam arrombado, rasgado os pneus, retirado o banco traseiro e danificado a pintura e a lataria.

A vítima só teria descoberto o que ocorreu por causa de câmeras instaladas em um estabelecimento comercial próximo ao local onde o carro estava estacionado.

flagra

Haddad e vereadores do PT sepultaram as chances de o ministro da Saúde Alexandre Padilha vencer Geraldo Alckmin em 2014 36

SP: vereadores aprovam aumento de até 35% para o IPTU em 2014

Reajuste para imóveis residenciais será de até 20%; para os comerciais, de até 35%. Projeto foi aprovado em segunda votação e irá para sanção do prefeito

Vereadores discutem durante a sessão que aprovou o aumento do IPTU na capital paulista Foto: Vagner Magalhães / Terra
Vereadores discutem durante a sessão que aprovou o aumento do IPTU na capital paulista
Foto: Vagner Magalhães / Terra

A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou na noite desta quinta-feira, segunda votação, o Projeto de Lei do Executivo que prevê o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano para a cidade de São Paulo no próximo ano. A aprovação permite o aumento de até 35% para os imóveis comerciais e 20% para os residenciais. Agora, o projeto vai para a sanção do prefeito Fernando Haddad (PT).

Para imóveis com valorização superior a esses percentuais, haverá novos reajustes até 2017. Nos próximos três anos, o limite será de 15% para os imóveis comerciais e 10% para os residenciais. O valor final será condicionado pela atualização da Planta Genérica de Valores, ou seja, o valor venal do imóvel. Pela legislação, a planta é revisada a cada quatro anos.

O projeto foi aprovado por 29 vereadores. Outros 26 votaram contra. Também ficou definido que os aposentados que ganhem até três salários mínimos e tenham apenas uma residência ficam isentos do pagamento do imposto. Haverá descontos progressivos para aqueles que estiverem nessa situação e que tenham vencimentos entre quatro e cinco salários mínimos.

Para quem ganhe entre três e quatro salários, haverá um desconto de 50%. Para quem estiver entre aqueles com vencimentos entre quatro e cinco salários o desconto será de 30%.

De acordo com a Prefeitura, no próximo ano, o aumento médio do IPTU na capitalficará em 14,1%, sendo que a média do aumento do IPTU para imóveis residenciais pagantes ficará em torno de 10,7%. O número de contribuintes isentos permanecerá estável em cerca de um milhão. O total de contribuintes na cidade é de cerca de 3 milhões.

Os vereadores oposicionistas Patrícia Bezerra (PSDB), Gilberto Natalini (PV) e Mário Covas Neto (PSDB) utilizam nariz de palhaço durante a sessão Foto: Vagner Magalhães / Terra
Os vereadores oposicionistas Patrícia Bezerra (PSDB), Gilberto Natalini (PV) e Mário Covas Neto (PSDB) utilizam nariz de palhaço durante a sessão
Foto: Vagner Magalhães / Terra

O vereador Marco Aurélio Cunha (PSD), que votou contra o aumento, diz que houve um esgotamento de pagamento por parte da sociedade. “Há pessoas de 70, 80 anos, que não tem renda e vão ter de pagar uma fortuna de IPTU. Eles estão em zonas que sofreram valorização, mas o IPTU chegou a um ponto em que vão ter de deixar suas casas. Tenho muito respeito pelo prefeito Fernando Haddad, mas acho que ele não percebeu que a cidade quer algo um pouco diferente”, disse.

Cunha ainda lembrou os vereadores que eles podem ter problemas no futuro. “Não andem na rua porque as pessoas que votaram em vocês vão querer encontrá-los”.

O líder do governo na Câmara, Arselino Tatto (PT), afirmou que o prefeito Fernando Haddad foi informado imediatamente do resultado e agradeceu o apoio dos vereadores. “Ele gostou, ficou feliz. É um projeto a favor da cidade”, disse ele.

O vereador Ricardo Young (PPS) disse que o governo deveria agradecer a oposição. “Demos inúmeras chances para que os vereadores repensassem o projeto, mas nem assim houve uma proposta mais razoável”.

Veja como votaram os vereadores:

A favor do aumento
Alessandro Guedes (PT);
Alfredinho (PT);
Ari Friedenbach (Pros);
Arselino Tatto (PT);
Atílio Francisco (PRB);
Calvo (PMDB);
Conte Lopes (PTB);
George Hato (PMDB);
Jair Tatto (PT);
Jean Madeira (PRB);
José Américo (PT);
Juliana Cardoso (PT);
Laércio Benko (PHS);
Marquito (PTB);
Milton Leite (DEM);
Nabil Bonduki (PT);
Nelo Rodolfo (PMDB);
Noemi Nonato (PROS);
Orlando Silva (PCdoB);
Paulo Fiorilo (PT);
Paulo Frange (PTB);
Pastor Edmílson Chaves (PP);
Reis (PT);
Ricardo Nunes (PMDB);
Ricardo Teixeira (PV);
Senival Moura (PT);
Souza Santos (PSD);
Vavá (PT);
Vadih Mutran (PP).

Contra o aumento
Adilson Amadeu (PTB);
Andrea Matarazzo (PSDB);
Aurélio Miguel (PR);
Aurélio Nomura (PSDB);
Claudinho Souza (PSDB);
Coronel Camilo (PSD);
Coronel Telhada (PSDB);
Dalton Silvano (PV);
David Soares (PSD);
Edir Sales (PSD);
Eduardo Tuma (PSDB);
Floriano Pesaro (PSDB);
Gilson Barreto (PSDB);
Goulart (PSD);
José Police Neto (PSD);
Marco Aurélio Cunha (PSD);
Mário Covas Neto (PSDB);
Marta Costa (PSD);
Gilberto Natalini (PVP);
Ota (PROS);
Patrícia Bezerra (PSDB);
Ricardo Young (PPS);
Roberto Tripoli (PV);
Sandra Tadeu (DEM);
Toninho Paiva (PR);
Toninho Vespoli (Psol)

Dr. COROMÉ PM – Exemplo da “grande honestidade” dos oficiais das políciais militares: SÚCIA ESTRELADA ! 26

30/10/2013 12h15 – Atualizado em 30/10/2013 12h44

Tenente-coronel flagrado ao furar blitz no ES é afastado, diz governo

Militar depôs ao MP-ES e disse que foi humilhado durante abordagem.
Vídeo mostra militar saindo de bloqueio, que teve ocorrência cancelada.

André Falcão, Juirana Nobres e Mário BonellaDo G1 ES, com informações da TV Gazeta

tenente-coronel da Polícia Militar que tentou furar uma blitz da Lei Seca, em Vitória, foi afastado do cargo de assessor jurídico pelo comando da corporação, no final da manhã desta quarta-feira (30), segundo a Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp). Dependendo do resultado das investigações, José Dirceu Pereira pode ser expulso da PM. O G1 teve acesso ao depoimento que o militar prestou ao Ministério Público do estado (MP-ES). Ele alega que foi humilhado pelos soldados durante a ação. Imagens da blitz foram registradas por um soldado e as gravações da central da polícia mostram uma ordem para cancelar a ocorrência.

O caso aconteceu no dia 13 de outubro, na Avenida Nossa Senhora da Penha. Segundo os policiais, o militar saía do estacionamento de uma boate e foi abordado. Ao ser parado, o vídeo mostra o tenente-coronel questionando: “Você sabe que eu sou coronel da polícia, né? Vocês querem me ferrar?”, diz. Os soldados suspeitaram que o motorista estivesse embriagado e solicitaram a documentação, que foi negada. No áudio do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), os diálogos apontam que o tenente-coronel deixou o local da blitz e uma ocorrência feita contra ele acabou sendo cancelada por determinação de um major da PM.

Já me humilhou na frente dos recrutas, obrigado por ter me sacaneado bastante.”
José Dirceu Pereira,
tenente-coronel

Depoimento
Dois dias depois do ocorrido, no dia 15 de outubro, o tenente-coronel José Dirceu prestou depoimento ao MP-ES. Ele relatou que os policiais “não pediram a documentação, foram truculentos e mal educados”. Em um dos trechos, o tenente-coronel conta a sua versão. “Tá feliz agora né sargento! Já me humilhou na frente dos recrutas, obrigado por ter me sacaneado bastante. Peguei minha carteira, dei ré no carro e fui embora”, relatou ao MP.

José Dirceu diz, no depoimento, que um amigo acompanhou a fiscalização, de um outro carro que também saiu do estacionamento da boate. Segundo o documento, este amigo relatou que os policiais não foram truculentos. A testemunha depôs à Polícia Civil e não citou, em nenhum momento, agressividade dos policiais.

Contradição
O tenente-coronel informou que os policiais não pediram que ele apresentasse a documentação. “Em nenhum momento o graduado pediu minha carteira de habilitação ou documento do veículo. Em nenhum momento pediu para que eu me submetesse a exame etílico”, relatou em depoimento ao Ministério Público. Mas as imagens mostram que o sargento que abordou Dirceu na blitz pediu que ele apresente os documentos.

Em depoimento, militar disse que foi humilhado na frente de recrutas no Espírito Santo. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Em depoimento, militar disse que foi humilhado na frente de recrutas no Espírito Santo. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

MP-ES
O procurador do MP-ES Sócrates de Souza informou que a Corregedoria da Polícia Militar deveria ter sido acionada e que o tenente-coronel agiu errado. “A sensação que fica é de que ele está acima da lei e exerce a hierarquia sobre seus subordinados. O MP entende que a corregedoria deveria ser acionada. O comandante do batalhão deve prestar esclarecimentos sobre o cancelamento da ocorrência. Se fosse o inverso, o soldado estaria preso. Isso mancha a imagem da instituição”, disse.

Delegacia de trânsito
O delegado de trânsito Fabiano Contarato analisou a situação e disse que o militar pode responder por três crimes. “Houve o crime de resistência, pois ele se opôs a um ato legal que era a blitz, por crime de desacato, já que é possível ocorrer crime de desacato entre funcionários públicos mesmo se o desacatado foi inferior hierárquico, e ainda o crime de denunciação caluniosa, pois o tenente foi até a auditoria da Polícia Militar para denunciar os policiais que o abordaram sabendo que eram inocentes”, falou.

Corregedoria da PM
O chefe da corregedoria da PM, o coronel Celante, informou que foi instaurado um inquérito policial para apurar os fatos. “Há vários relatos e vamos juntar todos para saber o que aconteceu. Quanto ao cancelamento, garantimos que tudo será investigado. Não sei em que circunstâncias ela foi cancelada e por ordem de quem. Com a conclusão, o documento é repassado ao MP, que vai verificar as provas e ver se há caso de indiciamento. Se for comprovado, os envolvidos podem responder por crime de natureza militar ou comum”, comentou.

A Polícia Civil ficou mais pobre: O delegado de polícia e professor da Academia de Polícia Civil, Carlos Alberto Marchi de Queiroz, se despede compulsoriamente após 37 anos dedicados à instituição 47

Fonte: Blog do Delegado

Delegado e mestre se aposenta no Dia do Servidor Público

Do portal da Polícia Civil de SP

mini_dr+queirozO Dia do Servidor Público de 2013, comemorado hoje (28), marca também a aposentadoria de um dos ícones vivos da Polícia Civil de São Paulo.

O delegado de polícia e professor da Academia de Polícia Civil, Carlos Alberto Marchi de Queiroz, se despede compulsoriamente após 37 anos dedicados à instituição.

Doutor Queiroz, como é conhecido, iniciou sua carreira jurídica como advogado em 1969, mas em 1976 passou para o concurso de delegado, vocação inspirada desde criança pelo pai que era oficial da antiga Força Pública, hoje Polícia Militar.

Na Polícia Civil passou por vários departamentos, tendo trabalhado em onze distritos policiais, como o 4º DP da Consolação. Só nos plantões da zona Leste da Capital presidiu efetivamente mais de 500 autos de prisão em flagrante.

Depois, trabalhou como assistente da 2ª. Delegacia de Polícia do Degran (atual Decap), foi assistente do diretor da Acadepol de 1991 a 94. Entre 1995 e 96 foi divisionário da Delegacia Geral de Polícia. E até 2002, o primeiro assistente das Delegacias Seccionais do Centro e Oeste.

Em 2002, tendo alcançado o posto de delegado de polícia de classe especial, foi divisionário da Assistência Policial do Departamento de Inteligência (Dipol). Na Corregedoria, ocupou o cargo de titular da Divisão de Processos Administrativos de 2003 a 2007. Finalmente, nos últimos cinco anos, foi titular da Assistência Policial do Departamento de Polícia Judiciária do Interior – Campinas (Deinter 2), ocasião que lhe deu oportunidade de ser diretor em exercício por diversas vezes, incluindo quando esteve na mesma posição no Dipol.

Anos 80

mini_page+jantarO final da década de 80 foi particularmente marcante na vida profissional desse abnegado delegado de polícia. Em 1988 recebeu o título de mestre em Direito Penal pela Faculdade de Direito da USP no Largo São Francisco. Nesse mesmo ano ganhou uma bolsa para a Japan National Police Agency, em Tóquio, onde especializou-se em Combate ao Narcotráfico.

1988 também foi o ano em que passou no concurso para professor de Inquérito Policial da Academia de Polícia. Interessante ressaltar que, nesses 25 anos, já lecionou para mais de mil autoridades policiais.

Outro grande mérito foi o de tornar-se, em 1987, titular de umas das cadeiras da Academia de Ciências, Letras e Artes da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp).

Escritor e professor

Mestre dedicado exerceu o magistério superior até 2007, quando se aposentou como professor titular de Direito Penal em algumas universidades. Mas não conseguiu ficar afastado dos alunos por muito tempo e, atualmente, voltou às salas de aula para lecionar para os acadêmicos de Direito da Faculdade Policamp em Campinas.

Com diversas obras publicadas, duas se destacam nos meios acadêmicos: “Relaxamento da prisão em flagrante pela autoridade policial” (esgotada) e “Prática do Inquérito Policial”, na 6ª edição.

Entre as obras policiais, outras duas se sobressaem: “História da Polícia Civil do Estado de São Paulo, que conta a história da instituição desde 1532, quando foi implantada por Martim Afonso de Souza, até 2010; e “A Polícia não morre”, que conta a trajetória de vida de 50 delegados de polícia que morreram em ação, de 1888 até 2007.

Não é de se admirar que, com a mente privilegiada para a história, em 2010 foi novamente laureado como professor da Acadepol, desta vez tendo passado em primeiro lugar no concurso para a cadeira de História da Polícia.

Cabe salientar ainda que, desde 1999, coordena um grupo de professores da Acadepol para a realização do Manual de Polícia Judiciária, na sua 6ª edição; e o Manual Operacional de Polícia, na 5ª edição. Ambos os manuais são referências no Brasil, por serem únicos na literatura do gênero, e amplamente utilizados por toda a Polícia Civil de São Paulo, cujos exemplares estão inclusive na biblioteca do Congresso Nacional norte-americano.

Desse legado, o professor Queiroz ressaltou: “levo uma grande experiência profissional que vou divulgar entre meus alunos universitários, para que tenham uma visão realista da Polícia”.

Homenagens

mini_DSC01722Inúmeros artigos em jornais e revistas, dezenas de obras publicadas, professor querido, profissional exemplar, capacidade de memorização cultural e histórica ímpar, servidor público dedicado, que muitas vezes renunciou sua vida privada em detrimento da instituição, para nomear apenas algumas qualidades e feitos. Agora no final da carreira pública, nada mais justo que o mestre receba o carinho de seus colegas e amigos.

Muitas foram as homenagens de despedida. Uma delas aconteceu no último dia 19, quando o delegado diretor do Deinter 2 – Campinas, Licurgo Nunes Costa, colegas, amigos e familiares ofereceram um jantar de despedida na Sociedade Hípica de Campinas, em que compareceram mais de 150 convidados, dentre eles, o diretor do Demacro, Paulo Afonso Bicudo e delegados seccionais de Campinas, Mogi Guaçu, Bragança Paulista e São João da Boa Vista. Na ocasião, recebeu placas do diretor do Deinter 2 e do seccional de Bragança Paulista pelos serviços prestados à população dessas regiões.

“Nesses 37 anos, testemunhei o avanço técnico, tecnológico e material da instituição e a luta constante da classe, como as conquistas legais constantes das Constituições Federal e Estadual, as leis ordinárias valorizando a figura do delegado de polícia que ainda busca o justo reconhecimento salarial”, disse resumindo o momento.

A ocasião propiciou ainda um agradecimento especial à sua família, valorizando em especial o papel de sua mulher, que supriu suas ausências enquanto se dedicava ao serviço público.  E, sintetizou sua despedida com a frase bíblica da segunda carta de Paulo a Timóteo: “Combati o bom combate, completei a carreira e mantive a fé”. As informações são do portal da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

por Rina Ricci

[Foto: Divulgação/PCESP]

O e-mail do Daniel Annenberg para o Elival da Silva Santos apenas demonstra aquilo que todo mundo já sabe: A PGE NECESSITA DE GARANTIAS COMO A INAMOBILIDADE! …Procurador não pode fazer parecer conforme a vontade da Pasta interessada. 17

O pedido de Annenberg foi feito por e-mail e endereçado ao Subprocurador-geral, Adalberto Robert Alves, com cópia ao procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos.

“Não estamos conseguindo trabalhar com pessoas que mais atrapalham do que ajudam. A dra, procuradora da consultoria jurídica do Detran, é um desses casos. Já solicitamos que ela trabalhe mais integradamente e como parceira, mas não está resolvendo”, escreveu Annenberg, antes de pedir um substituto para o cargo, no dia 5 de junho passado.

“Neste sentido, peço encarecidamente que troque esta procuradora e coloque outro funcionário na consultoria jurídica do Detran. Agradeço o seu apoio. Att. Daniel Annenberg”.

O “Novo DETRAN ” do Daniel Annenberg é um covil…Politiqueiros detonando autoridades honestas por meio de e-mail 16

Detran pede à PGE afastamento de procuradora que não é “parceira”

Episódio revolta categoria em meio à polêmica do novo projeto de lei orgânica da Procuradoria-Geral do Estado
por Ricardo Chapola
O diretor-presidente do Detran de São Paulo, Daniel Annenberg, pediu à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) o afastamento de uma procuradora da consultoria jurídica do departamento sob reclamação de que ela não trabalha “como parceira”. O pedido de Annenberg foi feito por e-mail e endereçado ao Subprocurador-geral, Adalberto Robert Alves, com cópia ao procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos.
“Não estamos conseguindo trabalhar com pessoas que mais atrapalham do que ajudam. A dra, procuradora da consultoria jurídica do Detran, é um desses casos. Já solicitamos que ela trabalhe mais integradamente e como parceira, mas não está resolvendo”, escreveu Annenberg, antes de pedir um substituto para o cargo, no dia 5 de junho passado.
“Neste sentido, peço encarecidamente que troque esta procuradora e coloque outro funcionário na consultoria jurídica do Detran. Agradeço o seu apoio. Att. Daniel Annenberg”.

A troca de e-mails vazou para membros do Conselho Superior da PGE, comissão sem poder de veto formada para discutir com o procurador as decisões do órgão.
A procuradora continua no cargo.
Questionado pelo Estado, o diretor-presidente do Detran não quis se pronunciar.
O episódio ocorreu ao mesmo tempo que tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) o projeto da nova Lei Orgânica da Procuradoria-Geral do Estado. Procuradores sustentam que o procurador-geral Elival da Silva Ramos almeja superpoderes que extrapolam sua função.
O procurador-geral criticou em nota a postura do diretor-presidente do Detran e atribuiu a conduta de Annenberg a “entreveros normais” entre procuradores e autoridades públicas.
“Trata-se de um entre tantos entreveros normais entre Procuradores que atuam nas Consultorias Jurídicas e autoridades que são por eles atendidas”, disse o procurador-geral. “A postura do Diretor Presidente do DETRAN não foi a adequada apenas ao dizer que pediria a substituição da Procuradora, assunto da exclusiva alçada do Gabinete”.
A presidente da Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo (Apesp), Marcia Semer, afirmou que a solicitação pela troca da funcionária do Detran é “absolutamente inconstitucional” por ter sido de ordem “personalista” e seguir critérios “da cabeça do procurador-geral”.
“Um funcionário não pode ser tirado daqui ou dali porque ele é mais bonito ou mais feio. Tem que ter um regramento objetivo para isso. “, disse Marcia. “O que não é razoável é que esse critério seja único e exclusivo da cabeça do procurador. O Estado não tem dono”.
Para a presidente da Apesp, o projeto da Lei Orgânica é uma tentativa de Elival “consolidar seu totalitarismo no cargo”.
“É do jeito que está funcionando agora e é do jeito que ele quer consolidar na Lei Orgânica. Que as decisões sejam absolutamente a seu critério”, afirmou Marcia.
Muitos pontos são contestados pelos procuradores no projeto de lei encaminhado à Assembleia. Os principais são dois artigos – o 20 e o 21 – nos quais é proposta alteração no modelo de nomeação de procuradores aos cargos.
“Compete ao Subprocurador Geral do Contencioso Geral e ao Subprocurador Geral do Contencioso Tributário-Fiscal alterar a classificação dos Procuradores do Estado nas respectivas áreas de atuação, observadas as restrições previstas nesta lei complementar”, prevê o inciso terceiro do artigo 20.
O mesmo inciso do artigo 21 sugere que “compete ao Subprocurador Geral da Consultoria Gera alterar a classificação dos Procuradores do Estado da Área da Consultoria Geral, observado o disposto nesta lei complementar”.
A categoria projeta que uma eventual aprovação da Lei Orgânica pela Assembleia é o primeiro passo para que haja o aparelhamento político da Procuradoria, já que Elival poderá nomear funcionários aos cargos ao seu bel prazer.
Questionado sobre o episódio do pedido de afastamento da procuradora do Detran, o procurador-geral disse que o caso não tem relação com a Lei Orgânica.
“Esse episódio nada tem a ver com o projeto de nova Lei Orgânica da PGE. Esse projeto em nada altera a gestão do quadro de procuradores que atuam nas consultorias jurídicas e foi devidamente equacionado à luz da legislação em vigor”, afirmou Elival em nota. Para ele, o assunto ganhou contornos polêmicos porque a procuradora faz parte do mesmo grupo político de oposição a sua gestão na PGE.
“A Procuradora do Estado em foco, além de ser amiga pessoal da atual Presidente da APESP (Márcia Semer), é integrante de grupo político sabidamente hostil ao Gabinete”, avaliou Elival.

Assembleia aprova reajuste salarial das polícias 178

Aumento para civis, científicos, PMs e agentes penitenciários é de 7%

Edmir Chedid e Samuel Moreira
Foi aprovado, nesta terça-feira, 29/10, por 50 votos sim, 23 votos não e uma abstenção, o Projeto de Lei Complementar 33/2013, do Executivo, que reclassifica os vencimentos dos integrantes da carreira de delegado de polícia, das demais carreiras policiais civis e científica, da Polícia Militar, da Secretaria da Segurança Pública, assim como da carreira e classe que especifica da Secretaria da Administração Penitenciária. O reajuste geral, não retroativo, é de 7% e o aumento beneficia também aposentados e pensionistas, e passa a valer somente quando da publicação da lei pelo Diário Oficial do Estado, após a sanção do governador.

Representantes da Polícia Militar voltaram a lotar as galerias do plenário Juscelino Kubistchek e manifestaram-se com veemência contra a aprovação do projeto. Eles reivindicam 15% de aumento agora e 11% em 2014.

O deputado Carlos Giannazi (PSOL), autor do substitutivo que previa reajuste geral de 32,73%, manifestou o voto favorável do seu partido ao substitutivo, prejudicado pela aprovação do PLC 33/2013, e às emendas parlamentares que foram todas rejeitadas pelo Plenário. Assim também se manifestaram as bancadas do PT e do PCdoB, mais o deputado Major Olímpio, líder do PDT.

O debate

A aprovação foi finalizada após intensos debates ao longo da semana passada, e dois adiamentos da votação por falta do quórum qualificado para aprovar a proposta do governo (48 deputados a favor).

Os deputados Major Olímpio (PDT) e Edson Ferrarini (PTB), que defenderam durante o debate a rejeição à proposta, disseram que, agora, a categoria irá às ruas levar sua insatisfação com o projeto aprovado.

Os líderes do PT, do PSOL e do PCdoB afirmaram que a ausência de uma política salarial do governo prejudica o funcionalismo há anos, inclusive os da Segurança Pública.

O deputado Carlos Bezerra, líder do PSDB, informou que o governador, por decreto, irá reajustar a diária de alimentação para R$ 540. Bezerra disse também que além dos 7% do aumento que beneficiam todos os policiais militares, o governo elevará o teto do auxílio alimentação, além de já ter concedido promoção a 21 mil soldados.

O líder do governo na Casa, deputado Barros Munhoz, ao declarar que as polícias merecem aumento, enfatizou que os inativos também precisam continuar recebendo os mesmos reajustes que os da ativa. Ele expressou ainda sua confiança no governador Geraldo Alckmin em reconhecer o valor de quem tem.

O projeto

Segundo a exposição de motivos encaminhada junto ao texto do PLC 33/13 pelo secretário de Gestão Pública, Davi Zaia, o reajuste de 7% beneficiará 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários.

Os salários dos delegados passam a ser de, no mínimo, R$ 3.758,01 (delegados de polícia 3ª classe, padrão I), a, no máximo, R$ 5.562,88 (delegado-geral de Polícia). Os de oficiais PMs ficam entre R$ 2.530,48 (aspirante a oficial PM) e R$ 5.562,88 (comandante-geral PM), e entre R$ 1.091,56 (soldado de 2ª classe) e R$ 1.893,62 (subtenente PM). Os salários de agentes de segurança penitenciários variam de R$ 1.180,69 (agente de seg. pen. de classe I) a R$ 1.828,75 (ag. seg. pen. classe VIII).

A íntegra do PLC 33/13 e sua tramitação podem ser consultadas no http://www.al.sp.gov.br, no link projetos

Não sei se é bom ou ruim , MAS O FLIT NÃO É MAIS ACOMPANHADO APENAS POR POLICIAIS 46

Enviado em 29/10/2013 as 21:28 – FUBICA

NÃO SEI SE ISSO É BOM O RUIM, MAS O FLIT NÃO É MAIS ACOMPANHADO APENAS POR POLICIAIS, PENSO QUE REPÓRTERES, GANSOS, ZÉ POVO, “AMIGOPOLS” TODOS VISITAM ESSE BLOG. INCLUSIE BANDIDOS( COM OU SEM CARTEIRA)

Um bando de desentendidos vem aqui comentar sobre a ação da PM e Polícia Civil. Sobre o episódio na zona norte, é muito provável que a arma do policial tenha disparado acidentalmente, caso contrário, o policial em questão, será processado criminal e administrativamente, com certeza, terá sua vida profissional e pessoal atormentada pelos próximos dez, vinte ou quem sabe pra todos os anos.
Uma parte de comentários referem-se ao coronel que tomou um cacete, esses caras tem medo até de barata, quem pode acreditar que um coronel seria capaz de se jogar aos blcak blocs para fazer “média”, pura teoria de conspiração, quem acredita nessa hipótese anda assistindo muito filme hollywoodiano.
Como deve ser a repreensão aos bandidos misturados aos manifestantes? Na cabeça dos jornalistas, de sociólogos e os “raios que o parta” a polícia tem bola de cristal e munições teleguiadas que dirigem-se inteligentemente aos criminosos travestidos de manifestantes. Só um povo cheio de merda na cabeça, consegue pensar que existe nas policias de São paulo preparo para combater rebeliões sociais, aqui o preparo é o despreparo, o improviso, como tudo nesse país, a saúde pública, educação, transporte e demais serviços prestados pelo Estado são ruins, por que a Segurança Pública seria diferente. Senhores manifestantes das causas impossíveis, e senhores repórteres metidos a “democratês” isso aqui é Brasil, lugar onde policial linha de frente ganha 3.000 contos por mês, isso significa que el faz o que pode, vocês acham que a policial com salario de brincadeira teria um preparo sério, o método mais fácil é um só: Paulada, tiros de borracha e muita bomba, proteja-se quem pude e quem não quer confusão que não saia de casa.
Minhas conclusões são as seguintes, ( fodam-se quem discordar, se discorda ou é muito viao ou é bandido, ou é hétero arrependido)
Primeiro pra quem postou sobre Carandiru, Castelinho,Mães de maio e Higlanders.
O Carandiru foi um episódio divisor entre o fim da polícia e o acovardamento do estado frente a força do crime. Mataram 111 bandidos, mais de trinta policiais foram condenados, queiram ou não a autoria do crime foi desvendada e os culpados julgados, em que pese que minha opinião particular é de que 111 mortos foram poucos, pois nesse caso 111 ou 1000 daria na mesma, enfim, não é correto qualquer pessoa que lá não esteve vir aqui criticar a ação da Pm nesse episódio, “bandido é tudo lixo”, digo isso porque nesse Estado de São Paulo essa conversa de falta de oportunidade é conversa de vagabundo, bem ou mal aqui tem escola, que aliás só não são melhores porque alunos maus caráter vão á escola pra bagunçar, não devo passar disso pra encurtar o assunto, mas a desculpa do aleijado é a muleta e a do cego é o óculos.
O caso Castelinho foi um desacerto entre bandidos onde um cagueta passou uma suposta ação criminosa á polícia, a polícia nada mais fez que agir, antecipou-se aos fatos e fuzilou 12 bandidos, a grande maioria desses doze eram tudo “partideiros”. O que os senhores contrários a essa ação queriam? Prisão, a mesma prisão de onde partiu a ordem para matar em 2003 o juiz “Machadinho”? Nos Estados Unidos ou Inglaterra não seria diferente, a única diferença é que lá o policial ganha muito bem pra fazer esse serviço de merda.
Mães de maio????????????????????Essa é pra o senhor Dr Guerra, que tem meu respeito, mas o senhor como moderador desse flit permitir um tópico desse!!!!! Só se for Mães de malho, malho na cadeia,né. Não havia outro remédio eficiente no ano de 2006 a não ser que a PM, principalmente, sair por ai caçando bandidos ou projetos de bandidos, o senhor foi policial e sabe muito bem que policia não tem bola de cristal, quem não estava no trabalho, na igreja ou dentro de casa, 1,2 ou 3 horas da madrugada na esquina de butecos ou em vielas, discutindo política, filosofia ou procura de empregos e que os supostos filhinhos das mães de maio estavam ; É ÓBVIO QUE INOCENTES MORRERAM NESSA GUERRA, MAS ESSE É O RESULTADO DE UMA GUERRA, QUEM CONHECE BATALHAS SEM SANGUE DE INOCENTES???? A COMEÇAR PELO SANGUE DOS POLICIAIS MORTOS EM 2006, CREIO SEREM A MAIORIA BONS E HONESTOS.
Essas colocações generalizadas acerca das Polícias Civil e Militar não contribuirão para melhorarmos um pouco só a situação desgraçada pela qual passa a nossa segurança pública.MAS QUAL É A DESSA GENTE QUE VEM AQUI POSTAR UM MONTE DE MERDA??? COLOCAR “POLÍCIA” CONTRA “POLÍCIA”?????
Os únicos individuos que gostam de combates entre polícias é bandido ou jornalista pra dar “ibope”, agora policial cair nessas picuinhas e alimentá-las, é coisa de amador, de policial filho de puta que só prestou um concurso público para ter estabilidade, não corre na veia do infeliz que propaga a discórdia o sangue policial. Infelizmente as más escolhas dos outrora presidentes de bancas para concurso sairam por ai aprovando qualquer merda para ingressar na polícia,ou aprovaram parentes desempregados sem vocação, o resultado esta ai, um monte de policial bundão, cagão. hoje somos obrigados a assistir cena de policial despreparado e bêbado arrumar zica com a PM, apontando arma e falando um monte de merda.
A Polícia sofre de recursos humanos “natos”, a polícia sofre a falta de bons delegados e comandantes, a polícia está como todo o sistema, vivendo o momento, não enxerga o futuro, se é que a polícia tem futuro, muito triste que meia duzia de delegados “saco roxo” , operacionais corajosos estejam encobertos por essa maioria e cagalhões. É triste ver bons policiais sucumbir numa corregedoria onde reinam delegados “coisinha do pai”, Triste ver a nossa polícia, a civil e a militar ser usada para dar vida a negócios particulares de policiais mau caráter.

O Sipol de Presidente Prudente voltou 29

nviado em 29/10/2013 as 16:32 – TIRA 13 187.101.138.150

PASSADOS MEUS MOMENTOS “TREZE”‘ VEM A DECEPÇAO TOTAL…PARECE QUE TODOS AQUI TEM ODIO A P.M., SO FALTAM FAZER HOMENAGENS A ESSES TAIS “BLACK BLOCKS” – LEIA-SE “MACONHEIROS, VEADOS E SAPATOES VINDOS DA CLASSE MEDIA/ALTA…; ACHAM QUE O TAL CORONEL DEVERIA APANHAR MAIS, …APOIAM ESSES MARGINAIS FAZENDO “PROTESTOS” – CLARAMENTE BANDIDOS, OS QUAIS AINDA SAEM DE UMA DELEGACIA ZOMBANDO DA GENTE…ESTAMOS A MERCE DESSES BANDIDOS, DE UM GOVERNO INOPERANTE, INOPORTUNO E PERDIDO…E AINDA VEJO ESSAS PALHAÇADAS…E PENA…FOMOS (BEM OU MAL – ALIAIS MUITO MAL RECONHECIDOS PELO TAL N.U.- POREM HA AGENTES, CAERCEREIROS E PMS COM ESSE NIVEL…AGORA CHEGAR A ESSE VEXAME AOS QUE VEMOS EM VARIOS COMENTARIOS AQUI…E TRISTE…FICARMOS NOS DEGLADIANDO E DANDO “FORÇA” A MARGINAIS…A PALAVRA E TRISTEZA…QUANDO VI AQUELA “ESCRIVETE” – LEIA-SE ESCRIVA COM´PRETENÇOES DE SER PERIGUETE- COMPLETAMENTE BEBADA E AGREDINDO COLEGAS, SIM, SAO NOSSOS COLEGAS SIM E TENHO MUITOS AMIGOS DENTRO DA “GLORIOSA” – IMAGINEI-ME (COMO ALGUNS NUS ACIMA UM DELEGADO, SEU CHEFE) POREM, ESSE DELEGADO A LEVARIA NO EXATO MOMENTO A CORREGEDORIA E A PENA MINIMA SERIA A DEMISSAO…BOM AMIGOS, SOU I.P. AQUI DO INTERIOR, REGIAO DE P.PRUDENTE HA 15 ANOS…NUNCA VI TANTA PALHAÇADA…JA ESTOU SENTINDO AQUI OS EFEITOS DO “NOSSO AUMENTO” EM RELAÇAO AS DEMAIS CARREIRAS…PASSOU DO LIMITE…VEJO MUITOS TRATANDO ESSAS QUADRILHAS COMO HEROIS…ESTOU ENVERGONHADO DA MAIORIA DOS COLEGAS DE POLICIA CIVIL…E PENA…MAS E A REALIDADE.