João Alkimin : ALGUMAS DIFERENÇAS 22

O Delegado Roberto Conde Guerra repercutiu uma notícia e foi demitido.

O Juiz de Direito Marco Antonio Tavares assassinou a própria mulher, foi condenado a 13 anos de reclusão e continua recebendo seu salário integral de Magistrado e no site do Tribunal de Justiça continua aparecendo como Juiz Titular da Comarca de Jacareí.

O Delegado Verduraz foi demitido por supostamente haver agredido presos há mais de 10 anos.

O Vice Presidente do Tribunal Regional Federal do RJ Desembargador Carreira Alvim, foi processado, julgado e condenado por envolvimento com máquinas caça níqueis.

O Delegado Frederico Miguel foi demitido por ter afastado u Juiz bêbado da rua e foi demitido.

O Juiz foi promovido a Desembargador.

O Delegado Pedro Pórrio foi demitido com base num simples PA.

Um Promotor de Justiça que bêbado bateu no carro de uma família e a matou, foi promovido para a Comarca da Capital.

Um Capitão PM que evitou um assalto por muito pouco não é punido.

Um Promotor de Justiça mata um jovem, atira em outro e é vitaliciado.

Esse é o retrato do país no qual vivemos. País de desigualdades, país de perseguições, país de salários milionários e garantias constitucionais para Magistrados e Promotores e de miséria, nenhuma garantia e medo e perseguição para os Policiais Civis.

Até quando isso irá continuar?

Não acredito que em curto prazo tenhamos uma solução, pois não há interesse político, nem governamental para resolver a situação. E provavelmente em virtude da própria situação na qual foi lançada a Policia Civil, seus membros se digladiam ao invés de se unirem.

Sob minha ótica não importa quem é Delegado, Investigador, Carcereiro, Agente Policial, Escrivão ou papiloscopista, ou ainda agente de telecomunicações, na carteira de todos é escrito primeiro: Secretaria de Segurança Pública e depois o cargo.

Portanto, queiram ou não, gostem ou não, aceitem ou não, são todos em primeiro lugar Policiais Civis, unam-se em prol do bem maior e depois de conseguirem o reconhecimento financeiro e funcional ai passem a brigar entre si.

Pela primeira vez elogio aqui o Delegado Geral pela nomeação da Dra. Elaine Maria Biasoli para a Diretoria do DENARC, para que não pairem dúvidas, sou amigo da mesma assim como minha mulher, ou para ser mais claro, minha família há muitos anos, desde a época em que a mesma era Procuradora do Município de São Paulo. É uma mulher correta, digna e honrada, que foi Seccional na região em que eu moro. Ou seja, Litoral Norte, São José dos Campos e Jacareí e durante todo esse período nenhum escândalo houve nessas regiões. E aqueles que conhecem principalmente São José dos Campos, sabem que essa cidade é um mar de fofocas, de boatos e o paraíso das cartas anônimas. Entendo que por ser a primeira vez que uma mulher dirige o DENARC novos tempos virão.

Sinceramente torço para que ela tenha sucesso.

Agora caro amigo Conde Guerra, poucas vezes encontrei uma pessoa de caráter como você, você sabe a que me refiro. Volto a dizer, você é descompensado, as vezes mal educado mas é uma pessoa digna e honrada e tive a mostra quando um amigo em comum precisou de auxilio e você prontamente lhe estendeu a mão. Embora eu reconheça que teria motivos para não fazê-lo… Por tal motivo é o meu respeito e admiração por você. Certamente com o meu gênio e o seu gênio, que, diga-se de passagem, não são dos melhores, ainda iremos brigar e muito durante essa vida, mas saiba também que isso não abalará a amizade, respeito e consideração que dedico a você.

O VERDADEIRO MOTIVO DA INTERVENÇÃO DA CORREGEDORIA EM CAMPINAS 34

———- Mensagem encaminhada ———-
De: 
Data: 8 de novembro de 2013 10:34
Assunto: Enc: O VERDADEIRO MOTIVO DA INTERVENÇÃO DA CORREGEDORIA EM CAMPINAS – HOJE NOS JORNAIS : BATEU O DESESPERO NO FELICIANO E SEU PARCEIRO MAJOR OLÍMPIO.
Para: FLITPARALISANTE <dipol@flitparalisante.com>

 
PROMOTORA DE CAMPINAS CONCEDE ENTREVISTA AO JORNAL – 07/11/2013.
AÇÃO DA PROMOTORIA JÁ ESTAVA EM ANDAMENTO. E O CALDO JÁ ESTAVA GROSSO.
CRIME AMBIENTAL, CRIME CONTRA OS ANIMAIS, ESCRAVIDÃO EM SEUS FUNCIONÁRIOS, CRIMES TRABALHISTAS, PRIVANDO INCLUSIVE CRIANÇAS DE SEU SÍTIO DE FREQUENTAR ESCOLAS.
E AGORA MAJOR OLÍMPIO, VAI REALMENTE QUERER COMPRAR ESSA BRIGA E TENTAR INJUSTAMENTE ATINGIR OS POLICIAIS DE CAMPINAS???

olimpiocorregedor

O ( onde ) N ( nós ) G ( anha ) fundada por deputado é alvo do MP 17

———- Mensagem encaminhada ———-

De: 
Data: 8 de novembro de 2013 09:28
Assunto: O Corregedor Major Olimpio e Deputado Feliciano, para encerrar o assunto
Para: “dipol@flitparalisante.com” <dipol@flitparalisante.com>

Saiu da esfera da polícia e agora é com o MP. Para encerrar o assunto a respeito do mais novo corregedor – Major Olímpio e seu parceiro Deputado Feliciano – “defensor dos animais”, e a vergonhosa “correição” da corregedoria junto à Delegacia de Proteção aos Animais onde foram utilizados 9 delegados corregedores e onze policiais (investigadores e escrivães).

Se estes Delegados, investigadores e escrivães da Corregedoria tiverem o mínimo de brio, de dignidade, devem estar se sentindo usados pelos Deputados.
Por favor, vejam a matéria:

 

NA MIRA

UPA vira alvo de ação da Promotoria

MP abre inquérito civil sobre maus-tratos a cães e dano ambiental de ONG fundada por deputado

08/11/2013 – 07h52 | Fábio Gallacci
gallacci@rac.com.br

Foto: César Rodrigues/AAN

Móveis, roupas, lixo e até uma bicicleta ergométrica foram deixados em espaço abandonado dentro da antiga sede da UPA, no Jardim Califórnia

Móveis, roupas, lixo e até uma bicicleta ergométrica foram deixados em espaço abandonado dentro da antiga sede da UPA, no Jardim Califórnia

O deputado estadual Feliciano Nahimy Filho (PEN), que tem na causa animal a sua principal plataforma de ação social e política, é alvo de um inquérito civil aberto pelo Ministério Público (MP) e de uma investigação na esfera criminal por parte da Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo. Ambos são relacionados a supostas irregularidades cometidas na antiga sede da União Protetora dos Animais (UPA), organização não governamental fundada pelo parlamentar em 2001, localizada em uma fazenda no Jardim Califórnia, em Campinas.

Além de supostos maus-tratos, que seriam cometidos contra cães no local, as autoridades verificam denúncias de que a sede do grupo invadiu uma Área de Proteção Permanente (APP) e que seus funcionários costumavam descartar detritos e produtos químicos usados na limpeza do espaço em um córrego vizinho.

Após depoimento do antigo caseiro da propriedade, Luís Eduardo Silva, as autoridades também investigam se ele e sua família viviam em condições análogas à escravidão. Ainda está sendo verificada a denúncia de que Feliciano e o ex-vereador Vicente Carvalho, atual presidente da UPA, teriam desviado seus assessores parlamentares para atuar como funcionários da entidade, algo que configuraria crime de improbidade administrativa.

Em Campinas, a investigação está nas mãos da promotora de Meio Ambiente, Patrimônio e Saúde Pública, Cristiane Corrêa de Souza Hilal. As questões criminais foram encaminhadas para a procuradoria — sob os cuidados do desembargador Luis Ganzerla — pelo fato de Feliciano ter foro privilegiado como deputado. Os procedimentos foram abertos após uma diligência realizada em agosto pelo Setor de Proteção Animal e Meio Ambiente da Polícia Civil e a Polícia Militar (PM) Ambiental na sede da UPA. Na ocasião, as autoridades encontraram cerca de 50 cães mantidos em condições precárias de estrutura e higiene, alguns deles doentes. Quatro cães mortos foram localizados em um saco plástico, deixados dentro de uma geladeira juntamente com uma quantidade de carne moída que estava estragada e alguns remédios veterinários.

Diversas pessoas ligadas ao caso já foram ouvidas pela promotora Cristiane, que concedeu entrevista ao Correio ontem. Ela contou que, ao analisar primeiramente as supostas irregularidades ambientais, se deparou com informações que levaram às outras suspeitas. “A sede da UPA estava em uma área rural, em um local onde não havia alvará de funcionamento ou licença para exercer aquele tipo de atividade. Existia ali uma construção a 18 metros de um córrego, quando a gente sabe que, em Áreas de Proteção Permanente, é preciso uma faixa de pelo menos 30 metros de distância para justamente não contaminar a água ou exacerbar o processo de erosão”, disse. “Isso está documentado em um laudo que a Prefeitura fez, que é muito enfático em confirmar o dano ambiental.”

A promotora confirmou ter recebido a informação de que tudo o que sobrava de produtos químicos usados para a limpeza do local, as fezes dos animais e restos de comida eram varridos para esse mesmo córrego. O MP solicitou um laudo para a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) sobre o assunto, que ainda não foi finalizado.

Foto: César Rodrigues/AAN

Local onde cães eram abrigados na entidade, investigada por maus-tratos, hoje vazio: alas aparentemente expunham os animais ao frio

Local onde cães eram abrigados na entidade, investigada por maus-tratos, hoje vazio: alas aparentemente expunham os animais ao frio

Ainda de acordo com a promotora, uma ex-funcionária da UPA ouvida pelo MP chegou a dizer que o endereço da sede da entidade, para onde eram levados aos animais, era sempre “um mistério” até para os integrantes da ONG. O depoimento da ex-funcionária diz que, quando perguntado, Feliciano justificava que não divulgava o endereço para que pessoas não levassem animais abandonados para o local. Segundo ele, o grupo não teria condições de atender a demanda. “Isso acaba sendo um contrassenso até com os princípios da instituição que busca justamente acolher os animais”, comentou Cristiane.

Paralelamente, a Procuradoria-Geral de Justiça investiga informações repassadas pelo caseiro que trabalhava na sede da UPA, de sua mulher e das duas filhas do casal. De acordo com as oitivas, o empregado não tinha folgas — inclusive no Natal e Ano Novo — ou horário estabelecido de trabalho, além de ganhar um salário mínimo. “Ele (o caseiro) deu um depoimento bem contundente em relação às condições em que vivia. Ele e os cachorros. Isso pode tipificar uma conduta de escravidão. Você paga muito pouco para uma pessoa trabalhar de sol a sol sem obedecer a legislação trabalhista”, afirmou a promotora.

O depoimento de uma das filhas trata sobre o pagamento de um valor muito pequeno para que ela também trabalhasse sem horário e nenhuma garantia trabalhista ou direitos. “Uma das meninas ainda afirmou que, por estar em um local de difícil acesso e sem transporte, não conseguia estudar. Claro que ele (Feliciano) não prendia a menina em casa e a proibia de estudar, mas as condições que aquela família acabava se sujeitando, por absoluta miséria e necessidade, impedia que eles tivessem uma condição de vida minimamente digna. Isso tudo ainda está sendo apurado”, disse.

Especificamente na questão do canil, o MP quer saber onde exatamente estão os cães que foram localizados pela diligência da polícia em agosto. “Tivemos informações de que alguns deles foram recolhidos por veterinários para receber atendimento. Integrantes da própria UPA informaram que a polícia deixou os animais sob a responsabilidade do Vicente, mas não há informações claras até agora. Eu pedi relatórios individuais de cada animal, mas eles (integrantes da ONG) mandaram um relatório de um veterinário, contrato pela UPA, dizendo que todos os animais estavam bem e saudáveis.”

Diante das diferentes posições da ONG e da polícia, a promotora pretende confrontar os laudos dos veterinários envolvidos no caso, os que foram acionados pela polícia e o profissional contratado pela UPA. “Já solicitamos ajuda do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado, órgão totalmente isento e imparcial, para analisar a razão de termos laudos tão díspares. Alguma coisa está errada. Um diz que os cachorros estavam em péssimas condições e outro diz que eles estavam ótimos.”

Improbidade

No decorrer do trabalho do MP, Cristiane foi informada de que Feliciano, assim como o então vereador de Campinas Vicente Carvalho (PV), estaria supostamente usando assessores parlamentares para trabalhar na ONG. “Isso configura desvio de função pública. Os assessores parlamentares, você pressupõe, que trabalhem a serviço do interesse público”, disse a promotora do Meio Ambiente. “Se isso for comprovado pode gerar uma ação civil de improbidade administrativa. As consequências podem ser a suspensão dos direitos políticos por um período de cinco até oito anos”, confirmou Cristiane.

Agora, a Promotoria espera que Feliciano e Vicente, que foi procurado durante todo o dia de ontem e não foi localizado, apresentem suas listas de assessores (atuais e antigos) para que eles sejam ouvidos.

Unidade desativada está abandonada e acumula lixo

A reportagem do Correio esteve na tarde de ontem no local que até o último mês de agosto servia de abrigo para dezenas de cães recolhidos pela União Protetora dos Animais (UPA), no Jardim Califórnia, em Campinas. A entidade encerrou suas atividades. O espaço precário, mais parecido com uma antiga área para a criação de porcos, está abandonado e repleto de lixo. Pelo chão foi possível encontrar sapatos e variadas peças de roupas dos antigos moradores, como se os objetos tivessem sido deixados às pressas por ali.

Isso se mistura a embalagens de produtos de limpeza, comida canina, equipamentos para aplicação de agentes químicos e utensílios utilizados em animais espalhados em diversos cantos. Ao lado do espaço onde ficavam os cachorros também foi encontrado um colchão velho. Em outro cômodo, um beliche foi deixado junto a latas novas do que parece ser tinta, ainda no plástico. Do lado de fora, um vaso sanitário solto estava coberto por um lençol. Cabos de energia, puxados de forma improvisada, ainda permanecem ali.

Camadas de cal foram colocadas nas áreas dos animais, mas isso não tornou o espaço mais confortável. Em meio a uma vegetação densa da fazenda, a estrutura não parecia ter proteção contra, por exemplo, o frio. O lixo visto ao redor das áreas onde ficavam os cães também foi percebido na beirada de um córrego