UPA…UPA…Cachorrinho Pula-Pula – Corregedoria aceita ingerência política e investe contra a delegada Rosana Mortari 14

 Mensagem encaminhada ———-
De: 
Data: 10 de novembro de 2013 22:41
Assunto: DEPUTADO FELICIANO CONTRADIZ O QUE A PROMOTORA DE JUSTIÇA DE CAMPINAS AFIRMOU. JUNTE-SE AO PARCEIRO OLÍMPIO E FAÇA UMA CORREIÇÃO LA TAMBÉM.
Para: FLITPARALISANTE <dipol@flitparalisante.com>

DEPUTADO CONCEDE ENTREVISTA AO JORNAL DE CAMPINAS. CONTRADIZ O QUE A PROMOTORA DE CAMPINAS DISSE E COLOCA CULPA NO ACASO DA INVESTIDA DA CORREGEDORIA SER POR ORDEM DO MJ. OLIMPIO, AFIRMANDO QUE FOI FRUTO DE “UMA DENUNCIA” A INVESTIDA DA CORREGEDORIA…
QUE DENUNCIA HEIN??
CADE O DENUNCIANTE??
CADE A JUSTIÇA PARA ESSE HOMEM???

UPA FECHADA

Para Feliciano, denúncia foi feita por interesse político

ONG fundada pelo deputado é investigada pelo Ministério Público por maus-tratos a animais
10/11/2013 – 09h21 | Fábio Gallacci
gallacci@rac.com.br
Foto: Edu Fortes/AAN

O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer, disse Feliciano<br />

O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer, disse Feliciano

Campinas vive uma guerra de palavras entre autoridades ligadas à defesa dos animais e dois fatos ocorridos na semana passada esquentaram ainda mais a polêmica. Na última quarta-feira, a Corregedoria da Polícia Civil iniciou uma correição, espécie de auditoria, nos inquéritos, laudos, documentos e viaturas do Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente da Polícia Civil (Sepama), que funciona no bairro Nova Campinas. O procedimento foi solicitado pelo deputado estadual Sérgio Olímpio Gomes (PDT).

Um dia depois da ação no Sepama, o Correio informou que o deputado de Campinas Feliciano Nahimy Filho (PEN), que tem na causa animal uma de suas plataformas de atuação, é alvo de um inquérito civil aberto na Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público (MP) por supostos maus-tratos a animais e crime ambiental ocorridos no antigo abrigo da União Protetora dos Animais (UPA), fundada pelo deputado em 2001, localizado no Jardim Califórnia. Hoje, o deputado não tem nenhuma ligação diretiva com a entidade.

Ele também é investigado na esfera criminal — a respeito de denúncias de suposto trabalho escravo relacionadas ao caseiro do abrigo e desvio de assessores para atuarem na entidade privada — pela Procuradoria-Geral de Justiça. No centro da polêmica, o deputado considera que o foco sobre si é indevido. Ele vê exagero na condução do caso e um interesse específico de lhe atingir.

rosanamortariA correição extraordinária e os procedimentos que hoje tramitam no Tribunal de Justiça (TJ) fizeram com que os nomes de Feliciano e o da ex-delegada do Sepama, Rosana Mortari, passassem a se cruzar. Até recentemente, o Sepama estava sob o comando da delegada, que foi candidata a vereadora. Após as eleições, durante um período, não foi permitido que ela voltasse ao seu cargo e Rosana passou a acusar Feliciano de ser o responsável por isso. A delegada também afirma que a auditoria no Sepama foi, na verdade, incentivada por Feliciano para prejudicá-la.

Feliciano, por sua vez, diz que tudo não passa de perseguição política de alguém que deseja ganhar o espaço ocupado por ele. Os dois procedimentos de investigação contra o parlamentar surgiram após uma diligência feita em agosto no antigo abrigo da UPA. A ação foi feita pela Polícia Militar (PM) Ambiental e pelo Sepama, durante gestão de Rosana. Para dar a sua versão dos fatos, Feliciano concedeu entrevista na última sexta-feira.

Veja trechos:

Correio Popular – Uma diligência apontou irregularidades no abrigo da UPA. O senhor tinha conhecimento da situação?
Feliciano Filho – Pela quantidade de viaturas (que foram ao local), eu fiquei assustado porque achei que tivesse havido algum crime. Quando cheguei lá, me deparei com uma operação do Sepama. Vi a delegada (Rosana) e perguntei se aquilo não era algo um pouco desproporcional, uma vez que ali morava apenas uma família e havia cerca de 30 animais. Perguntei se a operação não estava um pouco exagerada… Ela olhou para mim e disse que eu havia “puxado o tapete dela”.

O que significa isso?
Quando o Sepama foi constituído eu até fui uma das pessoas que apoiou a entrada dela (Rosana). Com o decorrer do tempo, participei de algumas operações e comecei a notar que havia um certo exagero com relação à quantidade de imprensa que ela chamava. Achava aquilo fora de propósito e acabei me afastando. Ao longo do tempo, comecei a receber denúncias sobre algumas irregularidades no Sepama. Aí, de forma silenciosa, responsável e tranquila, dei início a um processo de investigação para saber se as denúncias procediam ou não.

Podemos dizer que existe hoje uma “guerra” entre os defensores dos animais em Campinas?
Não da minha parte, mas dela (a delegada) sim. O objetivo dela é ocupar o meu espaço. Isso ficou muito claro. Ela saiu candidata, tem pretensões políticas.

O senhor tem alguma relação com a auditoria realizada no Sepama?
Como meu trabalho é silencioso, as pessoas que fizeram a denúncia para mim (sobre o Sepama) talvez tenham entendido que eu não estava tomando providências. Então, isso acabou indo para outros deputados da Assembleia. E caiu com o major Olímpio. E ele, como policial que é, acabou tomando uma providência e pedindo a correição.

O senhor disse estar distante da UPA, mas todos os ouvidos pelo MP dizem que o deputado é “quem manda” no grupo.
A imagem da UPA, realmente, é muito colada à minha. Agora, a gestão, não. Eu não fico em Campinas. Fico em São Paulo e viajo o Estado inteiro. No que diz respeito às oitivas, temos provas de que todas as pessoas que prestaram depoimentos são do relacionamento dela (Rosana).


Isso já foi levado ao MP?

Ainda não, nós não fomos ouvidos em nada ainda. O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer.

O caseiro da UPA disse ao MP que ligava para o senhor pedindo comida e remédios para os cães e que isso demorava. É verdade?
Ele ligou algumas vezes para pedir coisas diversas… Perguntava do Vicente (Carvalho, ex-presidente da UPA). Para mim, ele nunca pediu comida.

Já que não fica em Campinas, mesmo sendo sua base, o que tem feito pela cidade?
Tive quase 140 mil votos. Fui o deputado estadual mais votado da história de Campinas, mas tive por volta de 29 mil votos aqui e 45 mil na Capital. Meu voto é pulverizado. Sou um deputado temático e não regional.

Política

A delegada do Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente (Sepama) de Campinas, Rosana Mortari, afirma que houve ingerência política do deputado Feliciano Nahimy Filho (PEN) dentro da Polícia Civil para que ela não voltasse mais ao seu cargo de origem após as últimas eleições, em que ela saiu como candidata a vereadora.

Fazendo questão de dizer que sempre foi uma defensora dos animais, Rosana garante que nunca teve qualquer pretensão política e que, ironicamente, sempre votou em Feliciano.

“Eu gostei da ideia quando me convidaram. Foi um convite do PMDB. A minha intenção era fazer política de bem-estar animal em Campinas, que não tem. Eu poderia, como vereadora, conciliar o cargo com o de delegada. Era isso que eu queria”, diz.

“Mas, depois das eleições, fui informada de que não voltaria mais para o Sepama. Ele (Feliciano) pediu para os meus superiores para eu não voltar. Talvez por medo dessa investigação que a gente faria (sobre o abrigo da UPA). Houve ingerência”, acusa Rosana, dizendo ter recebido denúncias sobre o trabalho da UPA durante a campanha.

Após a diligência no local, em agosto, ela diz ter sido ameaçada de forma velada pelo deputado. “Foi tipo: ‘Vamos esquecer o que aconteceu aqui porque, senão, pode acontecer alguma coisa para o Sepama’, entendeu?”, diz.

felizzz

(Des)confiança na polícia 20

Da Redação

  • Luiz Tito | Ag. A TARDESegundo a FGV, 54% dos baianos estão satisfeitos com a Polícia Militar

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela a satisfação dos baianos com o desempenho das polícias Militar (aprovação de 54%) e Civil (50%).

A população de outros estados e do Distrito Federal pensa diferente: o índice de desconfiança pulou de 61% em 2011 para 70% agora, e se aproxima dos 95,01% consignados aos partidos políticos.

Outro estudo, do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, conclui que as polícias da Bahia são as que mataram mais no país em 2012 nos confrontos com bandidos: quase uma morte por dia. Este paradoxo numérico tem uma explicação, segundo a Secretaria de Segurança Pública: a Bahia apresenta registros completos, confiáveis, enquanto alguns estados minimizam ou sonegam informações.

Foram contabilizadas no ano anterior 344 pessoas mortas em investidas policiais na Bahia. A PM registrou 284 autos de resistência seguidos de morte, contra 60 casos da Polícia Civil. Em São Paulo, de população bem maior, a polícia matou 563 pessoas, numa taxa diária de 1,3.

Os números, embora relativos, ensejam a conclusão de que a polícia em geral está matando mais no país: cerca de cinco pessoas por dia. E também morrem mais policiais em serviço e, sobretudo, fora dos quartéis, à paisana.

Houve este ano um crescimento de 8,6 pontos percentuais nas estatísticas.

As polícias, que não são as únicas responsáveis pela segurança pública, têm obviamente de agir com energia, na medida em que as ações criminosas se intensificam. Mas sua missão não é matar, é reduzir a violência.

Ultimamente, a polícia em geral tende a se omitir ou então a exagerar. Falta-lhe uma atitude definida de comportamento nas ruas, falta-lhe a noção exata de como lidar com os manifestantes, sejam estes pacíficos ou vândalos. É imprescindível que elas moldem uma conduta condizente. E que os governantes não se limitem a fazer investimentos (em torno de 40%) apenas na folha dos aposentados.

 

Se Fosse UM DELEGADO 10

Certamente se fosse um Delegado de Policia já estaria preso!

O chefe da quadrilha responsável pelas fraudes do ISS  recorreu ao Procurador de Justiça Mario Pedro Paes para saber se estava sendo investigado . Ora um Delegado de Policia foi preso acusado de vazar informações , depois o próprio Promotor reconheceu que sua afirmativa para embasar o pedido de prisão temporária era falsa e mentirosa e agora?

O que fará o impoluto ,inatacável , órgão que esta acima do bem e do mal , o Ministério Publico do Estado de São Paulo , quando o Procurador Mario Pedro Paes faz parte do Colégio de Procuradores , órgão de cúpula do Ministério Publico?

Certamente instaurará rigorosa investigação ,que em absoluto quer dizer investigação rigorosa , e que ao fim se for provada a culpa do Procurador poderá o mesmo ser rigorosamente punido com aposentadoria compulsória ,mas com salario integral , diferente do Delegado que se prendeu para investigar mesmo sabendo-se que o mesmo era e continua sendo inocente .

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,antes-de-prisao-suspeito-recorreu-a-procurador-,1095047,0.htm


João Alkimin