Sermão do Bom Ladrão: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma viatura, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma força pública , sois governador ? 20

Sermão do Bom Ladrão, de Pe. Antônio Vieira

http://www.passeiweb.com/estudos/livros/sermao_do_bom_ladrao


Sermão do Bom Ladrão, foi escrito em 1655, pelo Padre Antônio Vieira. Ele proferiu este sermão na Igreja da Misericórdia de Lisboa (Conceição Velha), perante D. João IV e sua corte. Lá também estavam os maiores dignitários do reino, juízes, ministros e conselheiros.

Observa-se que em num lance profético que mostra o seu profundo entendimento sobre os problemas do Brasil – ele ataca e critica aqueles que se valiam da máquina pública para enriquecer ilicitamente. Denuncia escândalos no governo, riquezas ilícitas, venalidades de gestões fraudulentas e, indignado, a desproporcionalidade das punições, com a exceção óbvia dos mandatários do século 17.

Vieira usou o púlpito como arauto das aspirações públicas, à guisa de uma imprensa ou de uma tribuna política. Embora estivesse na Igreja da Misericórdia, disse ser a Capela Real e não aquela Igreja o local que mais se ajustava a seu discurso, porque iria falar de assuntos pertinentes à sua Majestade e não à piedade.

O padre adverte aos reis quanto ao pecado da corrupção passiva/ativa, pela cumplicidade do silêncio permissivo. O sermão apresenta uma visão crítica sobre o comportamento imoral da nobreza, da época.

Eis alguns fragmentos:

Levarem os reis consigo ao paraíso os ladrões, não só não é companhia indecente, mas ação tão gloriosa e verdadeiramente real, que com ela coroou e provou o mesmo Cristo a verdade do seu reinado, tanto que admitiu na cruz o título de rei.
Mas o que vemos praticar em todos os reinos do mundo é, em vez de os reis levaram consigo os ladrões ao paraíso, os ladrões são os que levam consigo os reis ao inferno. 

Esta pequena introdução serviu para que Vieira manejasse os seus dardos contra aquele auditório repleto pela nobreza. E continuou enfático:

A salvação não pode entrar sem se perdoar o pecado, e o pecado não se perdoa sem se restituir o roubado: Non dimittitur peccatum nisi restituatur ablatum. 

Suposta esta primeira verdade, certa e infalível; a segunda verdade é a restituição do alheio sob pena de salvação, não só obrigando aos súditos e particulares, senão também aos cetros e as coroas. Cuidam ou deveriam cuidar alguns príncipes, que assim como são superiores a todos, assim são senhores de tudo; e é engano. A lei da restituição é lei natural e lei divina. Enquanto lei natural obriga aos reis, porque a natureza fez iguais a todos; enquanto lei divina também os obriga; porque Deus, que os fez maiores que os outros, é maior que eles.

Estribado no pensamento filosófico de Santo Tomás de Aquino, de que os príncipes são obrigados a devolver o que tiram de seus súditos, sem ser para a preservação do bem da coletividade, lembrou Vieira terem sido punidos com o cativeiro dos assírios e dos babilônios os reinos de Israel e Judá, porquanto os seus príncipes, em vez de tomarem conta do povo como pastores roubavam o povo como lobos: “Principes ejus in medio illius, quasi lupi rapientes praedam” (Ezech. XXII, 27).

Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos, onde se comprovam opressões e injustiças, e as covas dos ladrões: naqueles os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de uma passagem histórica com Alexandre Magno:

Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício: porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. Mas Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome: Eodem loco ponem latronem, et piratam quo regem animum latronis et piratae habentem. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata; o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome. 
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estóico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nosso oradores evangélicos em tempo de príncipes católicos e timoratos, ou para a emenda, ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina. 

Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos:

O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno: os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo: os outros se furtam, são enforcados, estes furtam e enforcam.
Diógenes que tudo via com mais aguda vista que os outros homens viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos… Quantas vezes se viu em Roma a enforcar o ladrão por ter roubado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo, um cônsul, ou ditador por ter roubado uma província?… De Seronato disse com discreta contraposição Sidônio Apolinário: Nom cessat simul furta, vel punire, vel facere. Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo para roubar ele só! Declarando assim por palavras não minhas, senão de muito bons autores, quão honrados e autorizados sejam os ladrões de que falo, estes são os que disse, e digo levam consigo os reis ao inferno. 

Novamente Vieira vai invocar as palavras de Santo Tomás de Aquino:

(…) aquele que tem obrigação de impedir que se furte, se o não impediu, fica obrigado a restituir o que se furtou. E até os príncipes que por sua culpa deixaram crescer os ladrões, são obrigados à restituição; porquanto as rendas com que os povos os servem e assistem são como estipêndios instituídos e consignados por eles, para que os príncipes os guardem e mantenham com justiça. 

Imprimindo uma faceta satírica e anedótica, Vieira comenta o seguinte episódio:

Dom Fulano (diz a piedade bem intencionada) é um fidalgo pobre, dê-se-lhe um governo. E quantas impiedades, ou advertidas ou não, se contêm nesta piedade? Se é pobre, dê-lhe uma esmola honesta com o nome de tença, e tenha com que viver. Mas, porque é pobre, um governo, para que vá desempobrecer à custa dos que governar; e para que vá fazer muitos pobres à conta de tornar muito rico?!

Numa outra parte, ao comentar as investidas portuguesas na Índia, fala sobre a informação de São Francisco Xavier a D. João III, quando aquele santo denunciava que naquela região, bem assim em outras, os responsáveis pela administração pública conjugavam o verbo rapio em dos os modos.

Escreveu Vieira:

O que eu posso acrescentar pela experiência que tenho é que não só do Cabo da Boa Esperança para lá, mas também da parte de aquém, se usa igualmente a mesma conjugação. Conjugam por todos os modos o verbo rapio, não falando em outros novos e esquisitos, que não conhecem Donato nem Despautério (a). Tanto que lá chegam começam a furtar pelo modo indicativo, porque a primeira informação que pedem aos práticos, é que lhes apontem e mostrem os caminhos por onde podem abarcar tudo. Furtam pelo modo imperativo, porque, como têm o misto e mero império, todo ele aplicam despoticamente às execuções da rapina. Furtam pelo modo mandativo, porque aceitam quanto lhes mandam; e para que mandem todos, os que não mandam não são aceitos. Furtam pelo modo optativo, porque desejam quanto lhes parece bem; e gabando as coisas desejadas aos donos delas por cortesia, sem vontade as fazem suas. Furtam pelo modo conjuntivo, porque ajuntam o seu pouco cabedal com o daqueles que manejam muito; e basta só que ajuntem a sua graça, para serem, quando menos, meeiros na ganância. Furtam pelo modo permissivo, porque permitem que outros furtem, e estes compram as permissões. Furtam pelo modo infinito, porque não tem fim o furtar com o fim do governo, e sempre lá deixam raízes, em que se vão continuando os furtos. Estes mesmos modos conjugam por todas as pessoas; porque a primeira pessoa do verbo é a sua, as segundas os seus criados e as terceiras quantas para isso têm indústria e consciência. Furtam juntamente por todos os tempos, porque o presente (que é o seu tempo) colhem quanto dá de si o triênio; e para incluírem no presente o pretérito e o futuro, de pretérito desenterram crimes, de que vendem perdões e dívidas esquecidas, de que as pagam inteiramente; e do futuro empenham as rendas, e antecipam os contratos, com que tudo o caído e não caído lhes vem a cair nas mãos. Finalmente nos mesmos tempos não lhes escapam os imperfeitos, perfeitos, plusquam perfeitos, e quaisquer outros, porque furtam, furtavam, furtaram, furtariam e haveriam de furtar mais, se mais houvesse. Em suma, o resumo de toda esta rapante conjugação vem a ser o supino do mesmo verbo: a furtar, para furtar. E quando eles têm conjugado assim toda a voz ativa, e as miseráveis províncias suportado toda a passiva, eles, como se tiveram feito grandes serviços, tornam carregados e ricos: e elas ficam roubadas e consumidas… Assim se tiram da Índia quinhentos mil cruzados, da Angola, duzentos, do Brasil, trezentos, e até do pobre Maranhão, mais do que vale todo ele.

Com coragem e convicção, aponta o seu verbo ao rei de corpo presente:

Antigamente os que assistiam ao lado dos príncipes chamavam-se laterones. E depois, corrompendo-se este vocábulo, como afirma Marco Varro, chamaram-se latrones. E que seria se assim como se corrompeu o vocábulo, se corrompessem também os que o mesmo vocábulo significa? O que só digo e sei, por teologia certa, é que em qualquer parte do mundo se pode verificar o que Isaías diz dos príncipes de Jerusalém: Principes tui socii rurum: os teus príncipes são companheiros dos ladrões. E por que? São companheiros dos ladrões, porque os dissimulam; são companheiros dos ladrões, porque os consentem; são companheiros dos ladrões, porque lhes dão os postos e poderes; são companheiros dos ladrões, porque talvez os defendem; e são finalmente seus companheiros, porque os acompanham e hão de acompanhar ao inferno, onde os mesmos ladrões os levam consigo.
Onde encontrar, a não ser num Santo Ambrósio, num São Bernardino de Sena ou num Savanarola, outra voz que terrivelmente assim bradasse perante el-rei conivente de algum modo com as malversações de seus súditos, registrando o pregador, noutro sermão, não se haver sem motivo observado que enquanto os magnetes atraem o ferro, os magnatas atraem o ouro?
O que costumam furtar nestes ofícios e governos os ladrões de que falamos ou é a fazenda real ou a dos particulares; e uma e outra têm obrigação de restituir depois de roubada, não só os ladrões que a roubaram, senão também os reis; ou seja, porque dissimularam e consentiram os furtos, quando se faziam, ou somente (que isso basta) por serem sabedores deles depois de feitos. E aqui se deve advertir uma notável diferença (em que se não repara) entre a fazenda dos reis a e dos particulares. Os particulares, se lhes roubam a sua fazenda, não só não são obrigados a restituição, antes terão nisso grande merecimento se o levarem com paciência; e podem perdoar o furto a quem os roubou. Os reis são de muito pior condição nesta parte: porque, depois de roubados têm eles obrigação de restituir a própria fazenda roubada, nem a podem demitir, ou perdoar aos que roubaram. A razão da diferença é, porque a fazenda do particular é sua; a do rei não é sua, senão da república. E assim como o depositário, ou tutor, não pode deixar alienar a fazenda que lhe está encomendada e teria obrigação de a restituir, assim tem a mesma obrigação o rei que é tutor e como depositário dos bens e erário da república; a qual seria obrigado a gravar com novos tributos, se deixasse alienar ou perder as suas rendas ordinárias.
Rei dos reis e Senhor dos senhores, que morreste entre dois ladrões para pagar o furto do primeiro ladrão; e o primeiro a quem prometeste o paraíso foi outro ladrão; para que os ladrões e os reis se salvem, ensinai com vosso exemplo e inspirai com vossa graça a todos os reis, que não elegendo, nem dissimulando, nem consentindo, nem aumentando ladrões, de tal maneira impeçam os furtos futuros e façam restituir os passados, que em lugar de os ladrões os levarem consigo, como levam, ao inferno, levem eles consigo os ladrões ao paraíso, como vós fizestes hoje: Hodie mecum eris in paradiso.

Neste sermão nos vemos diante de um diagnóstico que parece mesmo atemporal, desnudando os desmandos e a mistura dos interesses públicos e privados que infestam a administração pública brasileira desde o início da colonização, contexto em que os Sermões são escritos, até os dias que correm. Note:

O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera. (…) os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. – Os outros ladrões roubam um homem: estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco: estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam. 

Ele acusa os colonos e os governantes do Brasil de roubarem escandalosamente:

Grande lástima será naquele dia, senhores, ver como os ladrões levam consigo muitos reis ao Inferno: e para esta sorte se troque em uns e outros, vejamos agora como os mesmos reis, se quiserem, podem levar consigo os ladrões ao Paraíso. Parecerá a alguém, pelo que fica dito, que será cousa muito dificultosa, e que se não pode conseguir sem grandes despesas; mas eu vos afirmo e mostrarei brevemente que é cousa muito fácil e que sem nenhuma despesa de sua fazenda, antes com muitos aumentos dela, o podem fazer os reis. E de que modo? Com uma palavra; mas a palavra de rei. Mandando que os mesmos ladrões, os quais não costumam restituir, restituam efetivamente tudo o que roubaram.

Vieira foi um autor barroco e pode-se encontrar em suas obra as características desse movimento, tais como o uso de contínuas antíteses, comparações, hipérboles etc. Seu texto é essencialmente persuasivo e, enquanto tal, os jogos de palavras obedecem a uma finalidade prática, isto é, a retórica em função de seu discurso crítico. Vieira colocou-se contra o uso da palavra num sentido apenas lúdico, para provocar prazer estético.

Percebe-se que o autor preocupava-se com temas de caráter social e de dimensão política. Neste sermão, ele aproxima e compara a figura de Alexandre Magno, grande conquistador do mundo antigo, com a do pirata saqueador, evidenciando assim sua crítica aos valores morais e sua visão ideológica.

A persuasão em Vieira alcança o raio da alegoria — de resto, um recurso típico da tradição medieval — como reforço à grandeza dos padrões sociais e éticos. Consubstanciada pelo modelo do pregador, alimenta-se também da ironia, da sátira, do ataque (sutil ou explícito) contra vícios morais e administrativos dos representantes do rei na Colônia do Brasil, como citado. O suporte alegórico do bom ladrão é a demonstração pouco corrente, escolhida pelo pregador para testemunhar melhor dos erros de sua época, dos crimes de superiores e nobres e de colonizadores reles, distantes da justiça reinol e divina.

Em seus sermões Vieira mostrava certa independência nas palavras, atitude completamente contrária ao dogma fundamental da Companhia de Jesus, que era o da obediência cega às ordens superiores. Ele trabalhava por conta própria, e pensava mesmo em introduzir reformas na Companhia, coisa que os mais antigos viam com muito maus olhos. Daí resultou que seus superiores lhe ordenassem positivamente que partisse para as missões do Maranhão.

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/fs000025pdf.pdf

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  3. Avaliação generosa engorda salário de servidores em SP

    Um sistema generoso de avaliação do desempenho dos funcionários públicos do Estado de São Paulo tem permitido que alguns servidores estaduais consigam mais do que dobrar seus salários.

    Dos 570 mil funcionários públicos do Estado, cerca de 100 mil recebem prêmios de remuneração variável. Eles aumentaram sua renda mensal em 26% em junho. Servidores com cargos administrativos e técnicos na Secretaria da Fazenda são os que tiveram maiores ganhos. Em média, eles quase dobraram sua remuneração.

    Os salários dos funcionários públicos são inflados por notas elevadas que recebem de seus chefes por seus resultados no trabalho. Oito em cada dez funcionários que receberam remuneração variável em junho atingiram 90% ou mais do valor máximo de prêmio estipulado para seus cargos. Ou seja, o desempenho da vasta maioria é considerado ótimo. Os dados foram obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação.

    O Estado começou na década de 90 a adotar prêmios de remuneração variável individual para melhorar a qualidade do serviço público em São Paulo. Mas os governos do PSDB têm ampliado esses programas. Dos 11 prêmios em vigor, quatro foram instituídos nos últimos três anos.

    Os programas do governo se diferenciam dos sistemas de remuneração variável da iniciativa privada, que, segundo especialistas, são caracterizados por grande variação das notas recebidas. Em muitas empresas, os chefes não podem repetir a mesma nota para dois funcionários da mesma área. Além disso, empregados cujo desempenho é mal avaliado podem não receber nada.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/11/1375851-avaliacao-generosa-engorda-salario-de-servidores-em-sp.shtml

  4. Só um filho de São Vicente

    poderia mesmo resgatar a memória de Pde Antonio Vieira

    não temos de profético . . só boa memória . . .

    Vejam que Pde Antonio Vieira não foi expulso ou demitido da Igreja à época

    tão-pouco perseguido pelas suas palavras espontâneas e verdadeiras . . .

    e pasmem é era da Ordem da Companhia de Jesus – Loyola – Pátio do Colégio

    a mesma Ordem que se confunde com os Jesuítas, atual Papa Bergoglio

    o que tem tudo isto de coincidência ???

    O Atual desgoverno alcool in mim não se diz Opus ???

    Quanto respeito e quanta ordem ?? A quem ????

    DR GUERRA BELÍSSIMO DIA A TODOS . . .

    SE HOUVER RESPOSTAS COM CERTEZA FICARAM EM SILÊNCIO NO AMBROSIANO . . .

    É CÍCLICO TUDO É CÍCLICO . . . A REALEZA CAIU E A IGREJA FICOU . . .

    MORTE AO REI . . .

  5. SIC . . Novamente Vieira vai invocar as palavras de Santo Tomás de Aquino:

    (…) aquele que tem obrigação de impedir que se furte, se o não impediu, fica obrigado a restituir o que se furtou. E até os príncipes que por sua culpa deixaram crescer os ladrões, são obrigados à restituição; porquanto as rendas com que os povos os servem e assistem são como estipêndios instituídos e consignados por eles, para que os príncipes os guardem e mantenham com justiça.

    ESTE FENÔMENO FOI VICIADAMENTE SUPERADO NA CONSTRUÇÃO FILOSÓFICA ADMINISTRATIVA JURÍDICA

    COM O””””ESTADO FICÇÃO””””” . . .

    O ESTADO QUE SE ESCONDE ATRAS DE UMA CANETA SEM NOME PARA MATAR E ROUBAR . . .

    TUDO QUE OS REPRESENTANTES DO ESTADO FAZEM EM PREJUÍZO DE TODOS

    FICA PARA A DERRAMA ERÁRIO ESQUELETO SALDAR . . . CICLO PERPÉTUO DAS VITIMAS. . . EXEMPLO:

    ISTO É: O ALCOOL IN MIM MATA TODOS

    ALGUÉM UM DIA CONDENA O ESTADO

    E A EXECUÇÃO FICA PARA O ERÁRIO

    E O ERÁRIO VEM DE QUEM ??????

    DE VCS SEMPRE DE VCS . . . .

    NÓS MORREMOS VÁRIAS VEZES NA MESMA VIDA . . .

    E O ALCOOL IN MIM E SEUS ASSECLAS ETERNAMENTE RINDO . . . DOS CRÉDULOS . . .

    POR ESTA RAZÃO QUE EU AFIRMO QUE A IDADE MÉDIA

    COMPARADA A ESTE TERCEIRO MILÊNIO STELIO ALCOOL IN MIM FOI DOCE . . .

    POIS TODOS SABIAM QUE O TERROR ESTAVA LÁ FORA

    NINGUÉM ESTAVA ILUDIDO

    DIFERENTE DESTE CENÁRIO ATUAL STELIO

    QUE OS SENTIDOS SÃO METRALHADOS COM BELAS PALAVRAS HUMANISTAS MIDIA$$$

    MAS A VISÃO SÓ VÊ UM RASTRO DE CADÁVERES GENOCIDADOS TODOS OS DIAS . . .

    COM OS CUMPRIMENTOS DO OBREIRO ALCOOL IN MIM E SUA GUARDA PARTICULAR PRETORIANA . . .

  6. ESSE SERMÃO DO BOM LADRÃO CAI COMO UMA LUVA PARA OS POLÍTICOS ATUAIS. TODOS OS DIAS HÁ DENUNCIAS DE PARLAMENTARES, PREFEITOS, GOVERNADORES, SECRETÁRIOS ETC TODOS ROUBANDO E PRATICANDO AS MAIS PERVERSAS SABOTAGENS PARA SACAR O DINHEIRO DO POVO E ESCONDER EM OUTROS PAÍSES, PÍOR É SABER QUE ESSES MESMOS LADRÕES SÃO OS NOSSOS SUPERIORES HIERARQUICAMENTE EM RAZÃO DOS CARGOS NOMEADOS QUE OCUPAM OU FORAM ELEITOS. VIDE CASOS DA ROUBALHEIRA DO METRO, MESNSALÃO, MENSALINHO,DESVIOS DE VERBAS DAQUI E DALI, FALCATRUAS MIL EM TODOS SEGUIMENTOS PÚBLICO. POISÉ, O LADRÃO É SÓ O PÉ DE CHINELO? NÃO ! TODOS QUE ROUBAM SÃO LADRÕES, DESDE AQUELE QUE MORA NA FAVELA COMO AQUELES QUE MORAM NO MORUMBI OU EM ALFAVILLE OU NAS MANSÕES E ANDAM COM CARROS BLINDADOS E SÃO CHAMADOS DE EXCELÊNCIAS, SÃO TODOS LADRÕES E MERECEM O MESMO TRATAMENTO, OU SEJA, CADEIA NO RABO DE TODOS, DE PREFERÊNCIA NO REGIME FECHADO E NAS PENITENCIARIAS DE SEGURANÇA MÁXIMA. É PRECISO ACABAR COM OS TRATAMENTOS DOS CRIMINOSOS DO COLARINHO BRANCO, TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI E TERIA QUE SER ASSIM.

  7. e agora todos se unindo contra o ministro da justiça colocando a culpa nele, para soltar o famoso ‘isso é o coisa do petê’

  8. “Cheguei a gastar R$ 10 mil com mulheres”, diz auditor envolvido em fraude do ISS 5
    Do UOL, em São Paulo 24/11/201322h55

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    Fraude na Prefeitura de São Paulo27 fotos 20 / 27
    Em foto de 11 de outubro, o fiscal Luis Alexandre Cardoso Magalhães e a personal trainner Nagila Coelho posam ao lado do Porsche dele, apreendido durante as investigações do Ministério Público. Em entrevista por telefone ao UOL, ela negou que seu namorado tenha acumulado patrimônio milionário Leia mais Divulgação/Instagram
    Luis Alexandre Cardoso Magalhães, fiscal da Prefeitura de São Paulo envolvido no suposto esquema de corrupção que teria desviado R$ 500 milhões dos cofres públicos, disse ter gastado boa parte do dinheiro da fraude com mulheres.

    “Já cheguei a gastar R$ 8.000 a R$ 10 mil com mulheres”, relatou ele, em entrevista ao Fantástico, exibida na noite deste domingo (24), na TV Globo.

    O auditor, que delatou parte do esquema ao Ministério Público após sua prisão, negou ter dinheiro guardado no exterior, como revelou a escuta telefônica de uma suposta ligação entre ele e uma bancária de Miami (EUA).

    Ao ser questionado sobre o destino do dinheiro desviado, Magalhães afirmou que “cada um teve a sua compulsão e eu comecei a ficar compulsivo por sexo.”

    “Nunca tomei vinho de R$ 4.000, mas já paguei R$ 5.000 para sair com uma dessas mulheres de capa de revista”, revela ele, que relatou que só com o dinheiro de seu salário não teria como bancar “essas regalias”.

    “É difícil gastar isso com o fruto do seu sacrifício”, acrescentou.

    Magalhões não soube dizer, no entanto, se se arrependeu de ter participado do esquema de corrupção.

    “Não sei responder essa pergunta. Ainda não caiu a ficha.” Ainda assim relatou não ter condições de devolver tudo que desviou dos cofres públicos. “Só se eu fosse pegá-lo com cada uma das mulheres que sai”, ironizou ele.

    A Controladoria Geral do Município de São Paulo e o Ministério Público, responsáveis pelas investigações, afirmam que o patrimônio de Guimarães é de R$ 18 milhões, incompatível com o salário mensal de R$ 14 mil que recebe como funcionário público

  9. São Paulo
    Polícia Civil não terá mais carcereiros até o fim de 2012

    Agentes se tornarão investigadores. Decisão anunciada pelo governador Geraldo Alckmin integra plano de fechar as prisões dos distritos policiais

    Bruno Huberman
    O governador Geraldo Alckmin, após encontro com a presidente Dilma: limite de endividamento estava na pauta
    Alckmin: “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil” (Eugênio Novaes/Governo de SP)

    O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta sexta-feira que será extinta, até o final de 2012, a figura do carcereiro na Polícia Civil. Segundo o governo, será o primeiro estado do país a acabar com a função. A medida faz parte da estratégia de Alckmin de zerar o número de presos nos distritos policiais. Atualmente, há por cerca de 6.500 presos em delegacias, segundo o governador. No início do próximo ano, informou, 2.000 mulheres detidas em carceragens civis serão transferidas para presídios. “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil”, diz o governador.

    Até o final de 2012, 6.164 vagas estão previstas para serem abertas em dez novos presídios, segundo levantamento feito pelo site de VEJA a partir de dados oficiais da Secretaria de Administração Penintenciária (SAP). O custo estimado é de aproximadamente 370 milhões de reais. Hoje, estão em contrução 14 carcerargens no interior de São Paulo. As obras fazem parte do plano de expansão do sistema penitenciário paulista. Até 2014, 49 novas unidades devem ser erguidas a um investimento de 1,5 bilhão de reais. Ao todo, serão geradas 39.000 vagas. Neste ano foram inaugurados cinco novos presídios. De acordo com a assessoria da SAP, 173.457 pessoas estão em detenção provisória ou cumprindo pena em penitenciárias estaduais.

    Os carcereiros deverão passar por um curso de reciclagem para se tornarem investigadores. O secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirma que, por terem experiência policial, na prática, já estão aptos para desempenhar a nova função. Hoje, em torno de mil carcereiros trabalham em distritos de todo o estado. Alckmin e Pinto participaram, nesta sexta-feira, de uma cerimônia que oficializou a integração de 967 novos policias civis à corporação. O governador autorizou a abertura de um novo concurso público para a contratação de outros 500 agentes.

    A alteração faz parte de um processo de reformulação da corporação promovida pelo estado. Segundo ele, há cidades no interior que contam com apenas um investigador e um escrivão. E muitos desses profissionais estão para se aposentar. Além da integração de novos agentes e da extinção dos carcereiros, foi implantado um novo plano de carreira para os policiais civis e encurtado o período de treinamento dos novos agentes contratados. Agora, eles passarão por um treinamento de três meses e por um estágio de cinco semanas no distrito. Essa mudança, diz o secretário, não diminui a eficiência e a qualidade do policial e o torna apto mais rapidamente.

    Violência – O Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Sangari, mostra que o estado de São Paulo diminuiu a sua taxa de homicídios. Em 2010, o número de mortes violentas foi de 13,9 para cada 100 mil – abaixo da média nacional, de 26,2. Em 1999, São Paulo era o quinto estado mais violento, com índice acima da média nacional: 44,1 a cada 100 mil habitantes contra 26,2 no Brasil.

    “Nós enfrentamos uma guerra em que todo dia temos que vencer uma batalha”, disse Alckmin. “Agora, graças ao nosso trabalho, estamos em outra curva descendente”. Segundo o levantamento dos ministérios da Saúde e da Justiça, São Paulo se tornou o terceiro estado menos violento do país – atrás de Santa Catarina e Piauí.

  10. Destaques

    Comunicado – Nota de Falecimento

    É com imenso pesar que a diretoria da Adpesp comunica o falecimento de Paulo Cesar Pinheiro, filho da presidente Dra. Marilda Pansonato Pinheiro. A Adpesp externa sentimento de solidariedade aos familiares e informa que o velório ocorre neste domingo (25), a partir das 11h, no Centro Velatório Terra Branca, localizado na rua Gerson França- Quadra 5, Bauru. O sepultamento está previsto para ter início às 16h no Cemitério Parque dos Ipês, localizado na Av. José Vicente Aiello, 125 qd 22 – Parque Nações, Bauru.

  11. Ao Plínio Chefe da Subfrota: essa parte do sermão cai como uma luva nesse ministro da injustiça: “Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo para roubar ele só!”
    Resumindo: quer tirar o PSDB da jogada para que o seu partido fique com tudo.

    Bando de zoião!

  12. Obrigado Governador nos 3ª classe em peso o reelegeremos em 2014 por ter aprovado a 1ª tabela #tamo junto!

    noticia do dia 21/11 a lei foi votada no dia 19/11

    Nesta terça-feira (19) foi aprovado por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar 44/2013, do Executivo, que reajusta os vencimentos de escrivães e investigadores de polícia. Para se tornar lei, o projeto necessita apenas da sanção do governador.

    O reajuste real será de 21%, pagos em duas etapas, sendo uma no primeiro dia do mês subsequente à data de publicação da lei e a segunda um ano depois. Esse aumento considera ainda, o reajuste de 7% concedido aos policiais civis no início deste mês.

    De acordo com as tabelas em anexo ao PLC 44, nesta primeira fase os salários-base dos escrivães e investigadores serão entre R$ 1639,10 (escrivães I, 3ª classe) a 2022,35 (escrivães IV, classe especial), sendo hoje os valores respectivos R$ 1580,04 e R$ 1949,67. No próximo ano (segunda fase), os vencimentos ficarão entre R$ 1786,62 (I, 3ª classe) e R$ 2204,58 (IV, especial).

    O aumento salarial para as duas carreiras cumpre a lei do nível universitário (NU), aprovada em 2008. Com a medida serão beneficiados 27.280 policiais civis, entre ativos, aposentados e pensionistas.

  13. O DEPUTADO ESTADUAL FERNANDO CAPEZ COMO RELATOR, AO AVALIAR A CONSTITUCIONALIDADE DO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR DE NÚMERO 47/13, DEU VOTO FAVORÁVEL.

    PARA QUEM NÃO SABE ESSE PROJETO VERSA SOBRE O NÍVEL SUPERIOR PARA AS CARREIRAS DE AGENTES DE TELECOMUNICAÇÕES E PAPILOSCOPISTAS POLICIAIS…

    UM GRANDE AVANÇO PARA A NÓS E PARA A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO, RUMO AO NÍVEL SUPERIOR.

    PARA MAIORES INFORMAÇÕES ENTREM NO SITE DO SINTELPOL.

  14. É hoje que publica nessa madrugada de terça pra quarta, graças a Deus a 1ª tabela foi aprovada e a 2ª considerada imprestável pelo Governador, não é o que merecemos, não é o que queremos, mas é um bom começo Governador em 2014 nós 3ª classe votaremos maciçamente em você!

  15. O SIPOL DISSE QUE ESSA TABELA NÃO É A BARGANHADA KKKKKK FALA SÉRIO KKKKKKKKKKKKK

    VERGONHOSO AINDA TEREMOS QUE ESPERAR ATÉ 2015 PARA GANHAR A ESMOLA DE R$1.698,00!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    AFIRMO QUE DEVERIA TER UM DISTANCIAMENTO DE VALORES ENTRE AS CLASSES, MAS O ANUNCIO O N.U DEVERIA SER IGUAL PARA TODOS!!!!!!!!!! TANTO QUE OS ESPECIAL E 1 CLASSE, 99% NÃO TEM NIVEL SUPERIOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    99% DOS CLASSE ESPECIAL E 1 CLASSE NÃO TEM NIVEL SUPERIOR E AINDA VÃO LEVAR O NOSSO N.U KKKKK FALA SÉRIO!!!!!!!!!!!!!

  16. Consultoria ligada a cartel doou para tucanos em SP
    Fausto Macedo, Fernando Gallo e Ricardo Chapola | Agência Estado

    Tags: cartel metrô trem CPTM tucanos doações SP @estadaoconteudo
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    COMENTÁRIOS (17) -AA+
    A Focco Tecnologia, empresa de ex-diretores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) suspeitos de envolvimento com o cartel metroferroviário em São Paulo, foi a segunda maior doadora da campanha do vereador tucano Mário Covas Neto, o Zuzinha, em 2012.
    A consultoria também deu dinheiro, em menores quantidades, a outros políticos do PSDB na campanha de 2010. Hoje ambos estão no primeiro escalão do governo Geraldo Alckmin (PSDB). São eles o secretário estadual de Meio Ambiente e deputado estadual licenciado Bruno Covas e o secretário estadual de Energia e deputado federal licenciado, José Aníbal.
    Sócios da empresa, os ex-diretores da CPTM João Roberto Zaniboni e Ademir Venâncio de Araújo foram indiciados pela Polícia Federal sob suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de cartel e crime financeiro. Zaniboni foi condenado pela Justiça da Suíça por lavagem de dinheiro.
    A Focco já recebeu R$ 32,9 milhões do governo paulista entre 2010 e 2013 por serviços de consultoria. Ela assinou contratos para “supervisão de projetos” com CPTM, Metrô, Agência Reguladora de Transportes do Estado (Artesp), Secretaria de Transportes Metropolitanos e Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). A PF aponta Zaniboni e Araújo como “intermediários no pagamento de propinas” para beneficiar cartel no sistema metroferroviário suspeito de atuar nos governos tucanos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.
    Zuzinha e Bruno Covas são, respectivamente, filho e neto do ex-governador Mário Covas. Este era o governador em 1998, ano em que a multinacional alemã Siemens sustenta ter começado a operar o cartel no setor metroferroviário do Estado. Covas morreu em 2001, foi sucedido pelo então vice, Alckmin, atual governador, que terminou o seu mandato. A Focco doou R$ 50 mil para Zuzinha em 2012, ano da primeira campanha do filho de Covas. Era a segunda maior doadora do total de R$ 904,7 mil que o vereador declarou ter recebido. Ele ficou em oitavo lugar nas eleições, com 61 mil votos, e assim conquistou uma das 55 cadeiras do Legislativo municipal.
    Em 2010, a consultoria de Zaniboni e Araújo já havia doado para as campanhas do sobrinho de Zuzinha, Bruno Covas, e de José Aníbal. Bruno acabaria se tornando o deputado estadual mais votado, com 239.150 votos. Ele contou com uma doação de R$ 2 mil, e Aníbal com uma de R$ 4 mil. O atual secretário de Energia do Estado ainda recebeu uma doação de R$ 2 mil do consultor Arthur Teixeira, apontado pelo Ministério Público como lobista do cartel. Aníbal foi eleito como o 19.º deputado federal mais bem votado, com 170.957 votos.
    Todos dizem que as doações foram regulares e atenderam às exigências da Justiça Eleitoral.
    Desligamento
    Zaniboni e Araújo, sócios da Focco, foram os primeiros agentes públicos a serem indiciados pela Polícia Federal no inquérito que investiga o cartel dos trens – há outros indiciamentos envolvendo o cartel, mas no setor de energia. Zaniboni foi diretor de Operações e Manutenção da CPTM entre 1999 e 2003, e Araújo foi diretor de Obras e Engenharia da estatal entre 1999 e 2001. Zaniboni se tornou sócio da Focco em 2008, quando já estava fora da estatal do governo tucano. Após ter seu nome envolvido com o escândalo do cartel, em agosto deste ano, ele deixou a sociedade com Araújo.
    Amizade
    O vereador Mario Covas Neto (PSDB) disse que é amigo de Ademir Venâncio de Araújo mas que não tem “nenhum envolvimento” com a Focco. “É alguém tão querido que me surpreendeu na campanha porque espontaneamente quis me ajudar. Mas nada nos envolveu em negócios. Sempre foi relação social.”
    Sobre o indiciamento de Araújo, Zuzinha, como o vereador é conhecido, afirmou: “Você não pode ir para uma campanha com uma bola de cristal e ver o que vai acontecer adiante. Se amanhã ele for considerado culpado, que pague as penas”. O secretário de Energia do Estado, José Aníbal, disse conhecer Araújo mas negou ser seu amigo. “O Ademir circulava muito no PSDB. Eu o conheço, mas não tenho intimidade. É um cara muito sorridente, brincalhão.”
    Aníbal disse que o consultor Arthur Teixeira comprou um convite de um jantar que promoveu para arrecadar fundos para a campanha eleitoral. O secretário disse ainda que suas contas foram aprovadas em novembro de 2010, logo após a eleição.
    Em nota oficial divulgada na sexta-feira, dia 29, o secretário do Meio Ambiente do Estado, Bruno Covas, disse não ter “contato nem relação pessoal ou profissional” com Araújo ou João Roberto Zaniboni. “A doação refere-se à compra de dois convites para jantar de arrecadação (de campanha).” Covas afirmou que tomou conhecimento do indiciamento pela imprensa e disse ser “fundamental apurar e punir rigorosamente toda irregularidade”.
    Eduardo Carnelós, advogado de Teixeira, repudiou com veemência a suspeita sobre seu cliente, a quem a promotoria atribui o papel de lobista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  17. A Lei adotou a todos, Logo todos levarão. Na década de oitenta investigador de policia era exigência de segundo ciclo que era equivalente ao nível fundamental.

  18. CONFISCO
    Apesar de proibido pela Constituição Federal, e reconhecido como CONSTITUCIONAL pelo Supremo Tribunal Federal – STF, foi oficializado no país pelo Douto ex-presidente Lula da Silva em 2003, ao aprovar o confisco de 11% dos idosos aposentados e pensionistas para a previdência, sem direito a qualquer vantagem ou retorno. Esse é o país do futuro!

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