O Ministério Público e suas notas bucéfalas e mendazes contra os Delegados de Polícia e contra quem não lhe outorga tratamento principesco 50

Caríssimo colega, dr. Guerra.
Noutras oportunidades, eu já concebi longos comentários que o senhor erigiu à condição de post. O que, claro, encheu-me de lisonja.
Em todas as vezes, fi-lo sob pseudônimos diversos. Porque sim, às vezes, subimos o tom, o que nos leva a temer retaliações. Na verdade, na verdade, pouco se releva para mim algumas bobagens do dia a dia policial.
À diferença do senhor, não sou assim tão aguerrido. E posso asseverar que tanto discordo de como concordo com o senhor, nos temas os mais variados.
Quero dizer com isso que não pensamos em blocos. Não seguimos a manada, num raciocínio pegural (eu sei, meus detratores aqui do flit me supõem afetado, dono de linguagem empolada etc etc. Não vou entrar neste mérito. A escrita é minha. Traço-a como me aprouver. Sem me submeter ao crivo de censores idiotizados).
Todavia, conquanto não seja tão pugnaz, o que venho lendo por aí, deixa-me mesmo alarmado. Notadamente, aquilo da lavra da ANPR.
Pois então. A ANPR, sexta-feira última, exarou uma nova nota. Como o fiz com a anterior, para esta recente também escrevi uma resposta.
Espero que o senhor leia-a e a reputando pertinente confira-lhe publicidade.
Sigamos assim, irmanados numa batalha que a nós parece justa.
Mantenho por ora o pseudônimo de Dr. Pacheco. Se bem que a nota ora aviada nada tem de ofensivo. Conforme for, oportunamente, revelo minha identidade.

Segue a resposta à nota da ANPR:

Chega a ser interessante constatar: há quem queira se prodigalizar na emissão de notas bucéfalas e até mendazes.
Parece ser o caso do ANPR.
Na última, e inverossímil, notinha, lê-se que a ADPF é uma associação intransigente, a defender o “estamento” dos delegados. Que vocábulo de exceção bonitinho esse: estamento. Bem típico dos que se querem progressistas.
Mas estranhamente eu indago: No que consistiria esse estamento. Será que a sapiente ANPR ignora que um número expressivo de delegados é oriundo justamente das demais carreiras policiais?
Eles se quiseram delegados. Se quiseram chefes da instituição. Com efeito, empreendendo um esforço ingente, submeteram-se ao concurso respectivo, lograram aprovação e se sagraram delegados.
Mas para a ANPR pouco importa o esforço despendido.
A propósito, na polícia civil de São Paulo, aos agentes, é conferida a seguinte benesse: para eles, dispensável é o período de atividade jurídica. Período esse que se exige dos demais postulantes ao cargo de delegado.
Mas não basta, né. A ADPF os quer chefes assim num estalido, mediante a adoção de critérios, de arcanos na verdade, que só ela é capaz de conceber.
De fato, a ADPF está corretíssima.
Não há interlocução possível com quem falseia a verdade e manipula
A ANPR tem o desplante de se imiscuir numa instituição alheia, insuflar suas bases e pagar, em seguida, de paladino dos mais nobres interesses.
Ela se notabiliza em apontar as agruras da polícia federal. Mas, claro, oblitera do debate aquelas que conspurcam o MPF.
Do meu lado, fico aqui a conjecturar: imaginem se os juízes, pretextando que, em última análise, o trabalho dos promotores é a eles destinados, começassem a açular os auxiliares da promotoria no sentido de se sublevarem contra seus superiores hierarcas.
Ah, me esqueci. Para a ANPR , este negócio de disciplina e hierarquia é anacrônico. Tudo bem.
Mesmo assim conjecturem.
Mas não podemos parar por aí, não é mesmo?
Na mesma notinha, lemos este primor de ato falho:

“Ao optar por uma atitude sectária, hostil, isolacionista e auto-vitimizante, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) declinou da outrora inerente legitimidade para promover – e quem sabe até protagonizar – uma inescapável rediscussão da estrutura da Polícia Judiciária da União, fragmentando desta forma uma das mais importantes instituições de nosso Estado. Esta impotência no dialogar é hoje tão notória que a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) foi chamada pelo próprio Executivo – sabe-o a ADPF – para intermediar um bem-sucedido contato entre as carreiras dos EPAs, que permitiu destravar o diálogo e fazer evoluir a reflexão sobre o futuro da corporação e da segurança pública no Brasil.”

Como assim “e quem sabe até protagonizar”?
Esse protagonismo, não fosse a sanha desmedida de alguns procuradores, é nosso, dos delegados, pela mais elementar das lógicas.
Do período colacionado prejacente, extraído da notinha bucéfala, constatamos que a intervenção dos demiurgos fez “destravar o diálogo e fazer evoluir a reflexão sobre o futuro…”
Puxa, a mim parece que a instituição vem mais conflagrada do que nunca.
De mais a mais, a adpf opta, segundo a ANPR, por uma “atitude sectária, hostil, isolacionista e auto-vitimizante”.
Compreendo. Como são mal-agradecidos estes delegados. A associação devia mesmo ser obsequiosa com quem , se imiscuindo onde não deve, cooptando a base da polícia, fazendo-na infensa aos seus chefes, só age assim movido por interesses altruísticos, mas nunca por poder.
Vou escrevendo essas considerações, mas o vocábulo estamento fica reverberando obsessivamente.
Na minha humílima ótica, algo muito mais próximo de estamento é um estrato formado por promotores e procuradores, auferindo salários nababescos, usufruindo
de prerrogativas não estendível aos demais cidadãos, se querendo agentes políticos e juízes fiscais (?!?!?!). Sabem, realmente é muito singelo evocar o direito comparado quando algum instituto a ele ínsito lhe convém.
Certamente, os doutos demiurgos não ignoram que em muitas outras legislações, promotores alçam tal condição por intermédio do…voto.
E, ainda assim, não gozam da pletora de garantias asseguradas aos nossos promotores.
O ANPR, conforme se vai lendo a nota, releva um maneirismo sem par.
Outra passagem faz jus a destaque:

“Trata-se de temas que, sem exceção alguma, estão em todas as mais bem-sucedidas experiências de polícia no mundo, como Chile e Portugal. É impositivo, em prol do país, discuti-los abertamente; a adesão de praticamente todas as representações policiais brasileiras é prova de sua importância e oportunidade, não devendo ser reduzida a confrontação corporativista (de resto sem sentido, dada a disparidade das categorias). Estas reuniões são públicas, e não há nelas qualquer motivo de sigilo ou temor, a não ser daqueles que, auto-exilados da discussão e devotados a delírios como obter as garantias da magistratura mediante emenda à Constituição (quando se sabe que isso somente é possível mediante aprovação em concurso público para o Ministério Público e o Judiciário), cultuam prioritariamente o passado e a auto-referência, e confinam-se a obstruir o diálogo e achincalhar outros agentes da persecução criminal.”

Que trecho eloquente esse.
A exemplo do que lemos no quarto parágrafo da nota bucéfala (auto-vitimizante), esse vem permeado de termos como “auto-exilados”. Isso mesmo. Grafado assim, com hífen.
Ao que tudo indica, a ANPR gosta mesmo de evocar a benfazeja experiência de Portugal – claro, “en passant” (continuamos sem saber no que ela consistiu) -, mas prefere ignorar os ditames advindos do acordo ortográfico no que concerne ao emprego do hífen. Tudo bem. Talvez ela esteja escorada no decreto presidencial que procrastinou a entrada em vigor do referido. Ou ignora tudo mesmo. Mas claro. É um só meu preciosismo.
É esse o padrão que se quer para a PF?
“Delírios”, meus senhores? Quem é useiro e vezeiro em delírios, não somos nós. Mas sim aqueles que gostam de se imiscuir em instituições outras – a defensoria pública que o diga -, esmera-se em apontar as falhas alheias, em lançar diatribes contra tudo e todos – tendo o desplante de alegar que o faz por ser bonzinho e propositivo, mas nunca que o faz pelo afã mórbido de enfeixar ainda mais poderes -, porém sem nunca destacar a dificuldade de levar a efeito as próprias incumbências.
Alguns lapsos dos órgãos ministeriais são sim notórios. No caso do mensalão inclusive.
Como não poderia deixar de ser, o douto evoca a pec 37 para justificar mais essa impostura. Estaria ela a justificar todos os desconchavos.
Bom, apraz-me trazer a lume, um artigo do articulista Reinado azevedo no que concerne ao tema. O texto ora colacionado é em tudo elucidativo. E ninguém poderá reconhecer no jornalista um prosélito da aludida pec, não é mesmo?

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pec-37-teria-sido-rejeitada-mesmo-sem-protestos-eu-era-contra-a-proposta-e-aplaudo-a-rejeicao-isso-nao-quer-dizer-que-estamos-diante-do-otimo-ha-casos-de-abusos-no-mp-que-ficam-sem-punicao/

A epígrafe está lançada. Quem tiver interesse, visite a página do articulista referido.

Mas sigamos.
Como é que é? São os delegados “a obstruir o diálogo e a achincalhar outros agentes da persecução criminal”?
Absolutamente, não. Aliás, quando dos debates acerca da pec 37 – que os promotores habilmente estigmatizaram com o epíteto de pec da impunidade -, promotores sim foram alvos de representações por conta de manifestações nada abonadoras, e não os delegados.
Aliás, no estertor do segundo parágrafo da nota abjeta e ora testilhada lê-se está prodigalidade: “…insiste, infelizmente, em estratégias de desinformação e de pura e simples intimidação das demais categorias policiais.” Nessa hora, tenho certeza, que quem lavrou a nota ruboresceu. No tocante à pec 37, a despeito da concordância ou não com o que nela ia, ninguém ignora: promoveu-se o maior achincalhe que uma categoria já sofreu. Goebbels ficaria orgulhoso.
Intimidação? Como assim?
Se a ANPR considera a observância daquilo que vai nas leis orgânicas respectivas uma forma de intimidação, só pode ser ele uma associação de nefelibatas, fomentando a anomia institucional.
Do contrário, intimidação, intimidação mesmo, fora aquela sofrida pelo, mais uma vez ele, jornalista Reinaldo Azevedo. Intimidação essa promovida pelo associação de promotores da esfera estadual (São Paulo). Na verdade, uma tentativa canhestra e dissimulada de intimidação. O jornalista, claro, não se intimidou e ainda deu lições de civilidade para a turma.
Segue a epígrafe. Quem tiver interesse, leia. Vale a pena.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/associacao-paulista-do-ministerio-publico-ignora-os-fatos-e-reage-de-modo-absurdo-ao-boato-aguardo-a-prova-ou-o-pedido-de-desculpas/

Sei que me alonguei. Sei também que muitos outros aspectos escaparam da abordagem.
De qualquer sorte, vou encerrando, mas não sem antes fazer uma proposição que reputo realmente hígida. E que, de resto, gostaria mesmo de ver submetida ao crivo da propositiva ANPR.

Nós, delegados, estamos espalhados por todos os rincões deste país. Nos mais diversos arrabaldes. Temos formação jurídica (que em nada difere das demais carreiras) crivada num certame dos mais concorridos. Nessa senda, não parece convinhável (eu e este vezo de usar vocábulos de exceção. Bom, prefiro ele a estamento, que tem notório viés político) que enfeixássemos mais poderes decisórios?
Nada claro atentatório à reserva de jurisdição.
Ilustro: no meu plantão, comumente, mulheres vêm-se às voltas com verdugos travestidos de maridos. Não raro, elas vêm de outros estados do Brasil. O marido acabou de seviciá-lás. Ou por outra: não o fez, mas promete fazê-lo. Ainda que a conduta enseje flagrante, sabidamente ele faz jus à fiança. Nesse caso, não seria razoável que pudéssemos, nós, os delegados, afastá-los do lar, em caráter efêmero e precário?
A exemplo dessa variável, há um sem-número delas. À ANPR parece uma proposição justa. Se não, por quê?
Mas não se permitam o oblívio, na hora em que tais situações se dão, muitos dos promotores estão em casa, dormindo.

Derradeiramente, faço uma consideração . E espero sinceramente que os próceres da ANPR a leve em conta:

Maioria não é critério de pensamento.” Li algures. Não lembro onde ou de quem.

  1. ACHO BEM FEITO A POLÍCIA PAULISTA GANHAR POUCO , MERECEM GANHAR POUCO E MERECEM OS TRATAMENTOS DO GOVERNO OU PATRÃO COMO QUEIRAM. NÃO TEM SINDICATOS E AINDA ALGUNS FICAM DANDO SUGESTÕES AO VENTO COMO SE ALGUÉM LHE OUVISSE, ATÉ NISSO SÃO SIMPLÓRIOS.

    SEM SINDICATOS NÃO HÁ NEGOCIAÇÕES, SEM SINDICATOS NÃO HÁ PATRÃO DECENTE COM SEUS EMPREGADOS, SEM SINDICATOS NÃO OBEDIÊNCIA DAS LEIS TRABALHISTAS, SEM SINDICATOS NÃO HÁ CAPACITAÇÃO DOS EMPREGADOS, SEM SINDICATOS SEU SALÁRIO É ACHATADO A CADA ANO QUE PASSA.

    QUEREM SER RESPEITADOS? TENHAM SINDICATOS FORTES E ATUANTES ! SEM ISSO SERÃO SEMPRE ESCRAVOS DO PATRÃO 1

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  2. Repassando o desabafo de Luiz Nassif:

    Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza de nossos políticos.
    Eu não, eles são apenas o espelho do povo brasileiro: um povo preguiçoso, malandro, e que idolatra os safados. É o povo brasileiro que me avilta !
    Não é difícil entender porque os eleitores brasileiros aceitam o LULA e a quadrilha do PT como seus líderes. A maioria das pessoas deste país faria as mesmas coisas que os larápios oficiais: mentiriam, roubariam, corromperiam e até matariam.Tudo pela sua conveniência.
    Com muitas exceções, os brasileiros se dividem em 2 grupos :
    1) Os que roubam e se beneficiam do dinheiro público, e
    2) Os que só estão esperando uma oportunidade de entrar para o grupo 1.
    Por que será que o brasileiro preza mais o Bolsa Família que a moralidade?
    Fácil : Com a esmola mensal do bolsa família não é preciso trabalhar, basta receber o dinheiro e viver às custas de quem trabalha e paga impostos.
    Por que será que o brasileiro é contra a privatização das estatais?
    Fácil: Em empresa privada é preciso trabalhar, ser eficiente e produtivo; senão perde o emprego. Nas estatais é eficiência zero, comprometimento zero e todos a receber o salário garantido, pago com o imposto dos mesmos idiotas contribuintes.
    Para mim chega!
    Passei minha vida inteira trabalhando, lutando e tentando ajudar os outros.
    Resultado: Hoje sou chamado de ‘Elite Privilegiada’.
    Hoje a moda é ser traficante, lobista, assaltante e excluído social.
    Por isso, tomei a decisão de deixar de ser inocente útil, e de me preocupar com este povo que não merece nada melhor do que tem.
    Daqui pra frente, mudarei minha postura de cidadão.
    Vou me defender e defender os direitos e interesses da nossa ‘Elite Privilegiada’
    1) Ao contrário dos últimos 20 anos, não farei mais doações para creches, asilos e hospitais. Que eles consigam os donativos com seu Querido ‘governo
    voltado para o Social’.
    2) Não contribuirei mais com as famosas listinhas de fim de ano para cesta de natal, de porteiros manobristas, faxineiros e outros
    Eles já recebem a minha parte pelo Bolsa-Família.
    3) Não comprarei mais CDs e não assistirei a filmes e peças de teatro dos artistas que aderiram ao Petismo!
    Eles que consigam sua renda com as classes c e d, já que a classe media que os sustentou até hoje não merece consideração.
    4) Não terei mais empregados oriundos do norte-nordeste (curral eleitoral petista). Por que eles não utilizam um dos ‘milhões de empregos gerados por este governo’?
    5) Depois de 25 anos pagando impostos , entrarei no seleto grupo de sonegadores. Usarei todos os artifícios possíveis para fugir da tributação, especialmente dos impostos federais (IR). Assim, este governo usará menos do meu dinheiro para financiar o MST, a Venezuela, a Bolívia e as ‘ONG´s fajutas dos amigos do PT’.
    6) Está abolida toda e qualquer ‘gorjeta’ ou ‘caixinha’ para carregadores, empacotadores, frentistas, e outros ‘excluídos sociais’. Como a vida deles melhorou MUITO com este governo de esquerda’, não precisam mais de esmolas.
    7) Não comprarei mais produtos e serviços de empresários que aderiram ao Petismo. É só consultar a lista dos que comparecem as reuniões de apoio a Dilma e ao Lula.
    Como a economia está ‘uma beleza’, eles não estão precisando de clientes da ‘Elite Privilegiada’ ..
    8) As revistas, jornais e tv, s que defenderam os corruptos em troca de contratos oficiais estão eliminadas da minha vida (Isto É, Carta Capital, Globo, etc.)
    A imprensa adesista é um ‘câncer a ser combatido’. As tv´s que demitiram jornalistas que incomodaram o governo (lembra do caso da Record com o Boris Casoy?) já deixaram de ser assistidas em casa.
    9) Só trabalho com serviços públicos privatizados. Como a ‘Elite Privilegiada’ defende a Privatização, usarei DHL ao invés dos Correios, não terei contas na CEF,
    B.Brasil e outros Órgãos Públicos Corruptos.
    10) Estou avisando a meus filhos : Namorados/as petistas não serão convidados a entrar em minha casa. E dinheiro da mesada que eu pago não financia balada e nem restaurante com petista. Sem Negociação.
    11) Não viajo mais para o Nordeste. Se tiver dinheiro, vou para o exterior, senão tiver vou para o Guarujá. O Brasil que eu vivo é o da ‘Elite Privilegiada’, não vou dar PIB para inimigo.
    12) Não vou esquecer toda a sujeira que foi feita para a eleição da Dilma e nem os nomes dos seus autores. Os boatos maldosos da privatização (Jacques Wagner, Tarso Genro, Ciro Gomes), a divisão do Brasil entre ricos e pobres ( Lula, José Dirceu), a Justiça comprada no STF (Nelson Jobim), a vergonha da Polícia Federal acobertando o PT (Tomás Bastos), a virulenta adesão do PMDB (Sarney, Calheiros, Quércia), a superexposição na mídia dos petistas na Globo, etc …
    Sugiro que vocês comecem a pensar e a defender sua ideologia e seu estilo de vida, senão, logo logo, teremos nosso patrimônio confiscado pela ‘Ditadura do Proletariado’
    Estou de luto ! O meu país morreu !
    – EU DESISTI DO BRASIL !!!
    Luiz Nassif

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  3. CARO GUERRA, SE FOR POSSÍVEL CRIE UM TÓPICO PARA ESTE POST, UMA VEZ QUE ELE É DE MUITO INTERESSE PARA OS BRASILEIROS MENOS INFORMADO DOS ACONTECIMENTOS NOS BASTIDORES, E TAMBÉM PARA QUE OS FLITADORES POSSAM DAR SUAS OPINIÕES A RESPEITO.

    Um bom motivo para que os políticos passem pelo crivo da receita é que se continuarem roubando o depauperado estado brasileiro, não vai ter como permanecer aqui nos próximos cinco a dez anos. Portanto funcionários das autarquias que zelam pelo correção do nosso patrimônio, lembrem-se que seus filhos e netos farão parte deste espólio. Quanto mais depauperado pior será para essa juventude.

    Bloqueio de bens da família do Lula (querem evitar)…
    ESTE É PARA LER MESMO, COMENTAR E REPASSAR O MÁXIMO POSSÍVEL
    LULA QUER IMPEDIR RECEITA FEDERAL DE AVALIAR O PATRIMONIO QUE ELE E
    LULINHA ADQUIRIRAM – VAMOS PRESSIONAR PARA ELE NÃO CONSEGUIR
    Até que enfim sai alguma coisa sobre o assunto. Todo mundo sabe mas não pode provar.
    Vindo de dentro da Receita Federal a suspeita se concretiza.
    Espero que os fucionários concursados da RF, realmente, resolvam cumprir a Lei. Vai ser uma festa…..
    UMA BOMBA. LEIA E REPASSE!!!!!!!!
    Exclusivo – Embora assuma o discurso globalitário do combate à corrupção, a Presidenta Dilma Rousseff anda hiper preocupada com o risco de rebeldia entre servidores do alto escalão da Receita Federal.
    Dilma recebeu preocupantes informações de que alguns funcionários de carreira do órgão, à revelia do Governo, promovem um acompanhamento pente fino da veloz evolução patrimonial do empresário Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a mídia chama popular e pejorativamente de Lulinha (apelido que Fábio nunca usa, na vida pessoal).
    Lula já teria pedido a Dilma para interceder no caso. Ela já avisou que nada pode fazer. O ex-presidente tentou, inclusive, contatos com a cúpula da Super Receita.
    Recebeu a mesma mensagem de que nada pode ser feito.

    Foi-lhe lembrado que o acompanhamento patrimonial dos contribuintes, dentro da Lei e respeitando sigilos, há um dever funcional dos servidores concursados da Receita.
    Lula teme que vazem informações também eventuais sobre seu patrimônio pessoal (bilhões de dólares). Trata-se da oitava fortuna do Brasil, segundo a revista americana Forbes…
    E como sabe muito bem que o “movimento de combate à corrupção” é uma ordem de fora para dentro do Brasil, se apavora com o risco de retaliações promovidas por inimigos ligados à oposição.
    Além do medo de surpresas super desagradáveis com servidores sérios e independentes da Super Receita, Dilma encara outra guerra institucional.
    A Presidenta e seus ministros são cada dia mais mal vistos pelo Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal – integrado por sete entidades de procuradores da Fazenda, Previdência Social, do Banco Central e de procuradores lotados em autarquias e ministérios.
    A entidade enxerga uma intenção do governo em submeter às vontades de militantes petistas, todos os setores jurídicos da área federal, o que seria um desastre para o BRASIL, se já não bastasse as muitas autarquias dirigidas por QI político do PT.
    O primeiro alvo do aparelhamento petista é a Advocacia-Geral da União.
    Luís Inácio Adams, chefe do órgão, elaborou um projeto de lei complementar que prevê a nomeação, como advogados federais, de pessoas
    de fora da carreira e sem concurso (tá na cara que serão os “cumpanheiros”).
    O projeto de Adams considera infração funcional o parecer do advogado público que contrariar as ordens de seus superiores hierárquicos.
    O Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal define o plano como um atentado ao Estado Democrático de Direito e põe em risco a existência da própria AGU (Advocacia Geral da União). Estão petizando a Justiça.
    Há tempos isso já está ocorrendo Luís Inácio Adams é mais um do governo Dilma na corda bamba.
    Cotado para assumir a Casa Civil do Palácio do Planalto na próxima e urgente reforma ministerial que Dilma Rousseff promoverá no começo do ano, agora tem tudo para não emplacar no cargo.
    Também pode ver naufragar seu objetivo maior de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, tal qual seu antecessor José Dias Toffoli,
    apadrinhado do Dirceu.
    Alvos de processos pesados, como o do Mensalão e seus desdobramentos, os petistas definiram como prioridade o aparelhamento da máquina Judiciária.
    Além de indicar ministros aliados para o Supremo Tribunal Federal e para o Superior Tribunal de Justiça, o partido também quer ter um controle maior sobre a Advocacia Geral de União, para impedir que o órgão não crie problemas para os negócios escusos feitos entre a União e os empresários parceiros.
    É a intervenção “petista” nos órgãos de fiscalização da Receita Federal e Advocacia Geral da União.
    Essa é a máscara do PT e dos cumpanheros do Lula que é o Chefe de todo o esquema de corrupção do PT.
    O bando vermelho, grande quadrilha “desembestada” que emporcalha o país há mais de dez anos no poder

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  4. Sabemos que aqui no Brasil ; os Policiais Militares são a categoria de funcionários Públicos que tem o maior número de representantes políticos, seja como deputados seja senadores , tendo um dos maiores Hobby político nacionalmente….
    Pois bem. vamos raciocinar,então na minha opinião não é um promotor ou um juiz que vai acabar com uma carreira tão importante da segurança pública neste país; digo que tanto essa aglutinação das policias quanto a mudanças profundas na segurança pública extinguindo uma carreira tão importante do modelo atual de segurança, terá que passar por uma APROVAÇÃO dos CORONÉIS DA POLICIA MILITAR, pois se eles for contra ! nada será feito , Agora se os CORONÉIS DA POLICIA MILITAR for a favor da Extinção dos DELEGADOS ai sim é que os delegados terão que se preocupar..até essa PEC 51/2013 terá que passar pela aprovação deles também..
    é a minha humilde opinião…

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  5. Sou contra o extermínio de carreiras, mas a favor da carreira única, todo mundo começando fardado e com uma certa experiência e conhecimento jurídico, após trabalhar como investigador, fazer concurso INTiERNO para delegado.

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  6. e a poucos dias atrás aqui mesmo no FLIT , li um post, em que um coronel da Policia Militar,
    criticou ferozmente a PEC 51/2013, então isso significa que essa PEC já vai nascer morta ,
    ou alguém duvida??????????

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  7. Postador, maioria não é critério de pensamento equivale a dizer “a unanimidade é burra” do Nelson Rodrigues. Abraços

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  8. Acho que o tempo esta sendo muito cruel comigo: esta me deixando velho, impaciente e burro. A pretexto de “escrever difícil” esse nosso amigo nao me permitiu entender o que ele escreveu. Em tempos modernos, onde se busca até a diminuição das petições dos advogados, esse escrito do posto me parece “boco moco”.

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  9. VC ai de cima gosta quando alguém vos te chama de recolha, ou quando alguém quando vai mencionar a PC chamar a todos de recolhas, menosprezando a todos, eu acredito que não gostaria né, então meu caro, quando vc for mencionar alguém da instituição PM vos faça com respeito, isso se acaso quiser ser tratado bem e com respeito, se acaso vc venha a ser e gostar de ser tratado de recolha,pode continuar ok meu caro, ate porque a sua falta de respeito mostra o seu nível intelectual, e a família que tem, além de mostrar o tipo de gente que és, e onde vive,sem contar o ambiente em que trabalha.

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  10. o que postei acima é a respeito da postagem do infeliz (INVESTIPOL CAMPINEIRO disse:
    22/06/2014 ÀS 14:570)

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  11. INVESTIPOL CAMPINEIRO disse:
    22/06/2014 ÀS 14:57, com os comentários de quem é desta cidade a qual vc mora, é de a grande maioria ser viados, da pra ter uma ideia, pelo nível do seu comentário.

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  12. uma associação representa os seus associados apenas perante ao governo em relação a salários e algo de ganho, então eles é quem tem que se auto defenderem, mas alguém vir a publico e mencionar ser coxa alguém que trabalha numa instituição honrada, ai é de mais, o respeito é bom e eu gosto ok campineiro, pois seria muitíssimo fácil todas as vezes que for mencionar alguém da instituição PC, simplesmente usar um tratamento do tipo RECOLHA mas seria justo, eu acho que não, pois esta instituição é composta com grande maioria de pessoas honestas, que merecem o respeito de todos, sendo igualmente da sua co-irmã PM, então campineiro, da próxima vez lava muito bem essa boca fedorenta sua, antes de vomitar algo que não esta na sua casa, e nem ao seu alcance seu vacilão filho de uma rapariga morfética.

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  13. PORRA QUE MERDA, CONTINUO NÃO ENTENDENDO NADA QUE O DOUTOR PACHECO ESCREVE. ALIAS O MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDENCIA PEDE QUE SEMPRE SE ESCREVA COM CONCISÃO E CLAREZA PARA QUE HAJA ENTENDIMENTO DA MENSAGEM QUE SE QUER TRANSMITIR. VAI ENTENDER….

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  14. o

    o jacaré sem dente fala pro investipol campineiro dar o RÉPTO PRO DR PACHECO KIKIKIKIKIKIKIKIKIKIKKI

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  15. Já que não temos mais onde buscar ajuda, nem pedir socorro, vamos então ao menos rir: vamos fazer piada!

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  16. Fala Serio disse:
    22/06/2014 ÀS 21:26
    Os coxa nao sabem ler a msg na intranet e antiga! !!!!! kkkkkkk que vergonha kkkk

    Fala Serio disse:
    22/06/2014 ÀS 21:27
    Os coxa nao sabem ler a msg na intranet e antiga! !!!!! kkkkkkk que vergonha kkkkkkkk

    não mesmo meu caro, eles sabem é comer o ………….da sua mãe.

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  17. jacare sem dente

    kkkkkk bom aproveito minha mae esta com 80 anos e com hemorroida kkkkkk mas a sua mae me tratou bem enquanto voce estaca no bico como sempre aproveitei e fui na sua casa come o. ……. da sua mae e adoramos kkkk ela ate gritou filhinhooooo

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  18. jacare sem dente

    kkkkkk bom aproveito minha mae esta com 80 anos e com hemorroida kkkkkk mas a sua mae me tratou bem enquanto voce estaca no bico como sempre aproveitei e fui na sua casa come o. ……. da sua mae e adoramos kkkk ela ate gritou uii filhinhooooo

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  19. PC QUEBRA DENTE disse: 22/06/2014 ÀS 21:13 – A REESTRUTURAÇÃO SAIU E SERÁ ASSIM – UM DELEGADO DOS GRANDÕES ME CONTOU NO CORREDOR DA SSP: 1) DELEGADO INICIAL CARREIRA JURÍDICA- $ 25.000.00; 2) NÍVEL SUPERIOR PARA TODOS INICIAL DE $ 11.000.00.

    Isso só vai acontecer daqui uns 20 anos !

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  20. Assunto: Resposta à ANPR

    NOTA PÚBLICA

    A FEDERAÇÃO NACIONAL DOS DELEGADOS DE POLÍCIA FEDERAL – FENADEPOL, entidade de classe de nível superior e âmbito nacional, representativa da categoria profissional dos Delegados de Polícia Federal, em face da Nota de Esclarecimento – Segurança Pública, emitida pela Associação Nacional dos Procuradores da República – ANPR, datada de 20.06.2014, vem a público para refutar integralmente o conteúdo da referida comunicação.

    Inicia ANPR afirmando que a Polícia Federal é tradicional parceira do Ministério Público no enfrentamento da criminalidade e detentora de inegável prestígio junto a este.

    É o mínimo que se espera de duas das mais importantes instituições públicas dedicadas à persecução criminal neste país, e que vêm desempenhando suas atividades de forma eficiente, cada uma no seu campo de atuação, considerando o respeito e credibilidade que conquistaram perante a sociedade brasileira.

    No entanto, registra a ANPR que “a permanente e sólida interlocução que estabeleceu com os escrivães, papiloscopistas e agentes da Polícia Federal, não se verificou com o estamento dos delegados”.

    Ora, a ANPR ao estabelecer “interlocução” direta com servidores policiais federais, à revelia da direção do órgão e dos representantes da categoria funcional dos Delegados de Polícia Federal, gestores do DPF e hierárquicamente superiores àqueles, demonstra, no mínimo, desconsideração e ingerência indevida nos assuntos que dizem respeito à Polícia Federal. É como se a FENADEPOL mantivesse constante “interlocução” com servidores do Ministério Público Federal, sem o conhecimento da chefia daquele órgão e da própria ANPR, visando iniciar campanha nacional para extinguir a figura do Procurador da República, propondo a sua eleição por mandato determinado, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos, aliás, país invariavelmente citado como paradigma quando se refere às polícias.

    O relacionamento entre entidades de classe deve ser cordial e respeitoso, embora firmes na defesa dos interesses dos seus representados. Não se pode confundir a instituição pública com suas entidades representativas de classe.

    Não cabe à ANPR discutir “a estrutura, a carreira e o futuro da Polícia Federal”, ainda mais com representantes dos cargos policiais que não exercem posição de comando ou de gestão no DPF, diga-se em nome da realidade, auxiliares da Autoridade Policial.

    O fórum para tais discussões é outro. A Polícia Federal por se tratar de órgão pertencente ao Poder Executivo federal e integrante do Ministério da Justiça, deve lá discutir e apresentar as demandas inerentes ao próprio DPF e a seus servidores. Qualquer alteração nesse sentido deve partir do Governo Federal, para apreciação do Congresso Nacional. Esse é o caminho correto, ético e transparente.

    Ademais, as instituições de classe dos Delegados de Polícia Federal jamais se furtaram a dialogar com as demais categorias de servidores do DPF, policiais e administrativos, desde que observados a educação e o respeito mútuos, que devem permear discussões de alto nível.

    Não entraremos no mérito dos temas abordados pela ANPR em sua Nota, com vistas à suposta “evolução do perfil do estado brasileiro na segurança pública”, por não ser, repetimos, o momento e o meio adequados.

    Ao contrário do que afirma a ANPR, a postura dos Delegados de Polícia Federal e de suas entidades representativas, é de defesa do sistema apuratório criminal brasileiro, por meio do inquérito policial, conduzido pelo Delegado de Polícia, na condição de Autoridade Policial. Figura autônoma, isenta e imparcial, que objetiva desvendar a verdade real do fato criminoso, sua autoria e circunstâncias. Nesse contexto, conta o Delegado de Polícia com a inestimável participação e auxílio das demais categorias funcionais que compõem o corpo de servidores do Departamento de Polícia Federal.

    Ainda é o inquérito policial – IPL o instrumento mais adequado às peculiaridades brasileiras, em vista do seu extenso território, volume populacional e qualificação profissional dos quadros da Polícia Judiciária, assegurando transparência, respeito e a garantia dos direitos indisponíveis do cidadão.

    Toda investigação criminal deve ser registrada e formalizada em algum tipo de procedimento oficial, para garantia tanto do estado-investigador quanto do investigado, não importando o nome que se lhe dê. Tanto é assim, que o meio usado pelo MPF em suas investigações diretas, é o Procedimento Investigatório Criminal – PIC, arremedo mal ajambrado do inquérito policial, diga-se de passagem.

    O que resta cada vez mais evidente, não obstante as dissimulações e argumentos falaciosos, é que os integrantes do Ministério Público Federal, por intermédio de sua entidade associativa de classe, pretendem extirpar a figura do Delegado de Polícia Federal do cenário nacional, conforme inclusive foi proposto no texto da Nota Técnica nº 21/2014-ANPR, enviada ao Senado Federal, para poder finalmente assumir o protagonismo da investigação criminal, o que, diga-se, não lhes foi atribuído originalmente pela Constituição Federal.

    O MPF detém constitucionalmente importantíssimas atribuições, dentre elas a do controle externo da atividade policial, que lhes confere considerável parcela de poder. Todavia, como se sobressai de sua postura, ainda não está satisfeito. Deseja mais. Deseja deter o poder exclusivo de comandar as investigações criminais no âmbito federal, aliciando em defesa de suas teses, servidores de outras instituições policiais, fomentando a indisciplina e o desrespeito à hierarquia, instituto basilares de um dos braços armados do poder público.

    Em um regime democrático e de direito, como o brasileiro, nenhuma instituição pública deve deter poder em excesso. A repartição dos poderes e o sistema de “freios e contrapesos”, além de organismos externos de controle, são a garantia de equilíbrio, de respeito ao cidadão e de Justiça. Nesse passo andou a Assembléia Nacional Constituinte quando estabeleceu na Constituição Federal de 1988, em relação à matéria penal: a polícia judiciária (neutra) investiga, o ministério público acusa, o advogado (privado ou público) defende e a Justiça decide.

    É isso o que defende a FENADEPOL, para sedimentar ainda mais a nossa ainda recente Democracia e por ser o melhor para o Brasil!

    Fortaleza, 23 de junho de 2014.

    ANTONIO BARBOSA GOIS
    Presidente

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  21. tudo mentira deslavada o governo não quer nen saber da POLICA CIVIL , seja qualquer carreira, somos vistos como bandidos e ladrões de galinha . Enquanto no poder são ladrões de milhões , somos usados diariamente . Chega greve , é a solução e mostrar a sociedade o governo que tem e merece .

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  22. É o que venho falando a tempos, íamos receber 15% de reajuste, mas nosso comando com pena dos Policiais Civis resolveram intervir junto ao governo, para ceder um pouco do nosso reajuste a Polícia Civil, por esse motivo vocês vão ter 5% de reajuste e nos 11%, doamos 4% de nosso reajuste para Polícia Civil por caridade, e o governo resolveu dar mais 1%, tornando assim 5%, tal fato se dá por vocês serem nossos secretários, e digitarem nossos R.D.O e flagrantes, por caridade cedemos 4% de nosso reajuste, afinal, vocês são nossos depósito de R.D.O.

    – Aux. Alimentação R$580,00;
    – 28.000 promoções;
    – Manutenção do TICKET;
    – Reajuste de 11%.

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  23. Acho que as coisas vão piorar para nós Policiais Civis. Enquanto fazemos “Operação Flanelinha” numa distância de 8 quilômetros do Itaquerão a PM aborda viatura da Polícia Civil e não deixa passar pelo cordão de isolamento dito como “área restrita”. Por isso que digo – NÓS MERECEMOS ISSO. Pasmem: a PM já cansou de dizer que não é função dela conduzir guardadores de carro para os Distritos e o nosso “Alto Escalão” nada falou.

    Enquanto a PM fica fazendo patrulhamento de 6 horas por equipe no Itaquerão e tendo com refeição – nós somos obrigados a ficar 10 horas rondando fora do entorno – sem alimentação nenhuma.

    Enquanto não nos unirmos e lutarmos pelos nossos direitos isso vai ficar cada vez pior.

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  24. Essa nota da FENADEPL é uma mentira danada. Primeiramente os policiais, digo peritos, papiloscopistas, escrivães e agentes não são auxiliares de ninguém, na verdade são os que estão a frente de tudo. Na verdade os delegados que prestam auxilio as atividades dos agentes federais, pois estes vão a campo, vão para a análise, vão colher provas e os delegados só ficam em suas salas esperando todo o material para fazer um relatório e despachar. O MP apenas acordou que não precisa desse intermediário. Vai tardar um pouco é fato, os delegados vão ser instintos, porém não será os MP nem tampouco os EPAs que vão extinguir essa funçãozinha, será a sociedade. Um delegado é muito caro para pouco proveito. E o Inquérito policial? até quando vão querer morrer abraçados com ele? de 100 casos, 4 chega a algum êxito, vamos mais, a cada 1000 apenas 40, chega a alguma coisa, 960 casos não acontece nada. Então só há algo a dizer – ADEUS DELEGADOS.

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  25. Eles voltaram roubo a mão armada Everardo Tanganelli Junior , Delegado Seccional de Policia de Guarulhos e Oswaldo Cardenuto Investigador de Policia Chefe da mesma Seccional, guarulhos ficara pequeno para o arrombo.

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  26. É Proibido:
    1) Mudar de emprego sem permissão do governo.
    2) Mudar de casa: as permutas podem ser realizadas se aprovadas e após os interessados se submeterem a dezenas de regulamentos.
    3) Publicar seja o que for sem permissão do governo.
    4) Possuir um PC, fax, ou antena parabólica.
    5) O acesso a Internet, severamente controlado e vigiado pela segurança do Estado. Apenas 1,7% da população tem acesso a Internet.
    6) Ler livros, revistas ou jornais, com exceção dos aprovados e publicados pelo governo. Não existe Imprensa independente. Ler “1984” ou “A Revolução dos Bichos”, de Orwell, é considerado tão subversivo quanto ter um exemplar da revista Sputnik ou Novidades de Moscou, editadas durante a Perestroika, na antiga URSS.
    7) Receber publicações do exterior, ou levadas por visitantes (passível de detenção segundo a Lei 88).
    8) Comunicar-se livremente com jornalistas estrangeiros.
    9) Frequentar hotéis, restaurantes, praias, spas e demais complexos para turistas, onde cubanos não podem entrar.
    10) Aceitar presentes ou doações de visitantes estrangeiros.
    11) Procurar emprego em companhias estrangeiras estabelecidas na ilha sem aprovação antecipada do governo.
    12) Possuir negócios próprios (propriedade privada). Apesar de alguns negócios de pequena monta terem obtido a aprovação do governo, são submetidos a impostos e regulamentações asfixiantes.
    13) Ganhar mais do que o salário estabelecido pelo governo para todos os empregos: 7-12 dólares por mês para a maioria dos trabalhos; 15-20 dólares ao mês para profissionais como médicos e funcionários do governo.
    14) Vender qualquer objeto pessoal, serviços, produtos alimentícios preparados em casa ou artesanato caseiro, sem a aprovação do governo.
    15) Pescar no litoral ou em um bote, sem permissão do governo.
    16) Organizar times desportivos, atividades de esporte e atuações artísticas sem permissão do governo.
    17) Receber prêmio em dinheiro ou tentar atuar no estrangeiro.
    18) Escolher um médico ou um hospital. Quem escolhe isso é o governo.
    19) Buscar ajuda médica fora de Cuba.
    20) Contratar um advogado, a não ser que se obtenha a aprovação do governo.
    21) Negar-se a participar de manifestações ou demonstrações em massa organizadas pelo Partido Comunista. Negar implica em ser caracterizado como inimigo do regime
    22) Negar-se a participar em trabalho ‘voluntário’ com adultos e crianças.
    23) Negar-se a votar nas eleições com partido único e candidatos nomeados pelo governo… (Fidel Castro não é eleito em voto direto. Seu nome nunca aparece nas cédulas).
    24) Transportar produtos alimentícios para consumo pessoal ou familiar de uma província a outra. As maletas dos viajantes podem ser revistadas a qualquer momento em trens, ônibus, carros particulares, bicicletas ou qualquer outro meio de transporte. Os produtos são confiscados e os portadores processados judicialmente pelo delito.
    25) Matar uma vaca. Os camponeses que ousarem matar uma rês, mesmo que de sua propriedade, para consumo da família, e muito menos para vender, cometem um delito cuja pena é de 5 anos de detenção.
    26) Comprar ou vender imóveis e terrenos. Só é permitida a permuta, e isso depois de seguir inúmeras regulamentações. Apesar de menos de 6% das terras agricultáveis ainda permanecerem em mãos de camponeses, pois a grande maioria foi expropriada na primeira década após a revolução.
    27) Importar freezer, condicionadores de ar, fogões, fornos, microondas, ferros de passar, aquecedores de água, duchas, frigideiras e torradeiras.
    28) Regressar para viver no país depois de ter emigrado. Quem decide voltar à ilha para rever seus parentes necessita de um visto de permissão que custa 450 dólares, mesmo que tenha passaporte estrangeiro. Se o visto for rejeitado, o dinheiro não é devolvido.
    29) Escolher livremente a carreira que deseja seguir. O processo de seleção para as universidades leva em conta fatores ideológicos e as “necessidades da revolução” naquele momento.
    30) Convidar um estrangeiro para passar uma noite em sua casa. Se os vigilantes CDR (Comitês de Defesa da Revolução, quer dizer, espiões de vizinhos) denunciam que um estrangeiro esta pernoitando na casa de um cubano, as investigações iniciadas terminarão em multa ou, em caso de reincidência, na expropriação da casa.
    31) Comprar leite para crianças maiores de sete anos.
    Parece que ainda é permitido respirar!

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  27. No dia 13 de junho passado este blog denunciou que uso político da Polícia Federal por parte do governo tem feito os agentes baterem recorde histórico de suicídios e afastamentos da instituição por problemas psicológicos e assédio moral.
    Neste ano eleitoral, a situação piorou: e a PF tem nada menos que 600 operações para serem deflagradas a qualquer momento –preferencialmente contra inimigos políticos do governo.
    As informações são de Luis Boudens, da presidência da Federação Nacional dos Policiais Federais, a Fenapef (a congregar em todo o Brasil). Em entrevista a este blog, ele disparou os números catastróficos jamais antes vistos: nos últimos 3 anos ocorreram na PF 29 mortes: 13 delas por suicídio e 6 por acidente de automóvel, face pressões e assédio moral sofridos pelos policiais.
    Mais dois casos engordam a lista: uma tentativa de suicídio de agente federal ocorrida semana passada na Região Norte do Brasil.
    E nesta segunda-feira, 23 de junho, a tentativa de suicídio mais brutal: o agente Paulo Sérgio Caramuru, lotado na Delegacia contra Crimes Institucionais (DELINST), da PF de São Paulo, tentou se matar com um tiro na boca.
    Até a feitura final deste post, ele estava sendo operado.
    O suicídio fez com que a maior entidade a agregar agentes da PF, a Fenapef, passasse esta segunda-feira reunida com seu corpo jurídico.
    E resolveram pedir a intervenção na PF junto ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
    Os federais alegam o não cumprimento de uma acordo firmado entre os agentes federais, o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos, em 2010. Por ele ficou acordado o acompanhamento diário, pelo governo, do moral “bio-psico-social” dos agentes federais. Nada foi feito.
    Luiz Boudens, da presidência da Fenapef, dispara:
    Os suicídios são a consequência mais escandalosa e revoltante de uma má gestão de pessoas e da aplicação de uma lei da época da ditadura como regime disciplinar, justamente numa PF dita republicana. Não podem (os 14 suicídios) ser tratados de forma desconexa da causa que é o surreal ambiente de assédio moral e guerra interna que o DPF vive por conta da gestão imatura e irresponsável do atual Diretor-Geral e do Ministro da Justiça. Por isso a intervenção do MPF se faz necessária e urgente!”

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  28. Com a devida vênia, preclaro Dr. Pacheco: aos delegados cabe a total responsabilidade pelo azedamento das relações intra organizacional da polícia federal. E ouso dizer mais: tal vício se reproduzirá nas polícias estaduais tal qual epidemia incontrolável e intempestiva! As razões? Vossa Excelência esgotado está de sabê-las, embora acredito, como seus pares, que resista em admiti-las:o total descaso que vossas excelências, delegados de polícia, tratam seus subordinados! Não lhes valorizam! Usufruem das benesses do estado em vantagens próprias dando-lhes o pior exemplo e deles exigem o sangue! Tal qual senhores de engenho confundem o público com o privado e crêem que a delegação especial com a qual são dotados por força do cargo distintivo que ocupam vos dão poderes que devam ser utilizados sem ética ou profissionalismo! Claro, há exceções… Mas, como exceções tão poucas, que capazes são de reforçar a desonra de tais comportamentos amplamente difundidos. O caminho para que a desgraça não se abata totalmente na carreira que vossa excelência escolheu é, ao que parece, um só: escolha a sociedade ao invés do governo. Prime pela defesa social, não pela defesa daqueles que, em tese, pode promovê-lo numa penada… Valorize o pessoal de base… Permita-lhes conhecer, desenvolverem-se, tornarem-se melhores… Defendam condições dignas para os mesmos… Usem a inteligência para promover a instituição e esqueçam o egocentrismo, se não por altruísmo mas para egoisticamente defenderem o cargo que nele tanto se apegam…

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  29. Antigão, concordo com vc, mas só parcialmente. Afinal, penso que uma mudança de postura não está a premir só os delegados. Sendo sim estendível a todas carreiras.
    Doutor PF, deseje fidedignamente, quem sabe sua obsessão não se concretiza. Só não sei se será uma coisa boa…para vc e para a sociedade.
    Àqueles que alegam não me entender, bom…a estes recomendo novas e boas leituras.

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  30. BLOG BIZU PM, POSTADO PELO MAJOR OLIMPIO

    Será que nos acham mesmo um bando de imbecis?

    A data –base de revisão de salários é primeiro de março, e o governo não anunciou nada para a polícia até hoje (23 de junho de 2014 às 11 horas da manhã).
    A Assembleia encerra suas atividades no dia 26 de junho (sexta feira) com a votação da L.D.O., voltando às atividades no dia 4 de agosto, mas todos sabemos que até o segundo turno das eleições (26 de outubro) nada será votado, pois todos os deputados estarão em campanha (inclusive eu).

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    FALEI QUE ERA FUMAÇA DA PM NÃO VAI TER AUMENTO NÃO EM 2014 !!!!!!!!!!!!!!!!! FALARAM TANTO DE 15% E NA VERDADE VAI SER 000% KKKKK BONEQUINHOS DO GOVERNO KKK

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  31. a polícia civil chegou no estágio em que está não por culpa dos promotores e sim por causa dos delegados de polícia. Deveríamos sim pertencer a justiça, desvincular dos delegados…

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  32. A FENADEPOL REBATEU A ANPR! QUE COMECEM A DISPUTA!!!! AONDE SERÁ QUE ESSA CORDA DEVE ARREBENTAR????? OH DÚVIDA CRUEL…..SERÁ QUE ARREBENTARÁ DO LADO DOS PROMOTORES??? OU SERÁ QUE ARREBENTARÁ DO LADO DOS MAJURAS???? PELO QUE VEJO DOS MAJURAS DE SP, SE UM PROMOTORZINHO NOVATO BATER O PÉ…..BOTA TODOS ELES PRA CORRER…..JÁ VI DELEGADO MIJANDO PRA SARGENTO PM…IMAGINA PROMOTOR.KKKKKKKKK.

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  33. É EMBAÇADO SER POLICIAL CIVIL, HÁ DISCREPÂNCIA DE CARREIRA, DESUNIÃO, UM FALA MAL DO OUTRO “COLEGA”, ALÉM DO MAIS AINDA A POPULAÇÃO NÃO GOSTA DE POLICIA NEM OS PRÓPRIOS POLICIAS SE GOSTAM. O QUE FAZER?

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  34. JACARE SEM DENTE

    ————————————–
    AQUI NAO É SEU LUGAR !!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  35. Alerta Vermelho chama atenção para o desmonte da Polícia Investigativa

    comunicado
    Não é de hoje que a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo vem despertando a sociedade sobre a preocupante política de Segurança Pública que segue há mais de duas décadas promovendo o sucateamento da Polícia Civil.

    O números são alarmantes, conforme publicação do último dia 23 de junho na Folha de São Paulo, apenas 9,3% do total de boletins de ocorrências de roubos são investigados no Estado. Tal estatística, reflete a falta de investimento do Governo em melhorias para a infraestrutura e recursos humanos da Polícia Investigativa.

    Visando impedir o desmonte da Polícia Investigativa, que devido à omissão do Estado segue impedida de esclarecer crimes, os Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, promovem o Alerta Vermelho, mobilização que acontece na próxima quarta-feira, dia 25 de junho, que suspenderá por três horas, entre 15h e 18h, o atendimento das Delegacias do Estado. Neste período, o diálogo entre o Delegado de Polícia e o cidadão presente nas Unidades Policias será determinante para a conscientização da sociedade sobre as carências e necessidades da Polícia Civil no trabalho de combate ao avanço da criminalidade.

    Confira a seguir a íntegra da reportagem publicada no Jornal Folha de S. Paulo:

    Polícia Civil só investiga 1 a cada 10 roubos em SP
    POR MARINA GAMA CUBAS – 23/06/2014

    A Polícia Civil de São Paulo só abre inquéritos para investigar um em cada dez roubos registrados no Estado.
    Dados obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, entre 2004 e 2013, apenas 9,3% do total de boletins de ocorrência desse tipo de crime resultaram na abertura de investigação formal.

    Com isso, mais de 2 milhões de casos foram deixados de lado.

    Só em 2013, quando São Paulo bateu recorde de roubos, 232 mil boletins de ocorrência registrados pela população não tiveram a abertura de inquérito prevista pelo Código de Processo Penal.
    A situação é pior na capital paulista, onde, em média, 5,9% desses crimes foram formalmente investigados nos últimos dez anos.
    Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que a abertura de inquérito é obrigação legal e que a falta dela aumenta a sensação de insegurança e a criminalidade.
    O governo Geraldo Alckmin (PSDB) afirma que o boletim de ocorrência por si só não é elemento suficiente para abrir um inquérito.

    O aumento dos crimes contra patrimônio tem sido um dos principais motivos de críticas à gestão tucana. O número de roubos teve 11 altas consecutivas até abril tanto no Estado como na capital.

    O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou se tratar de um problema nacional e propôs alterações na legislação.

    Em relação aos roubos de veículos, os dados obtidos pela Folha apontam que a quantidade de investigações é ainda menor. Apenas 5% das ocorrências resultaram na abertura de inquéritos no Estado nos últimos dez anos.

    Vítima tem que detalhar roubo para justificar inquérito, diz delegado

    FOLHA DE S. PAULO- 24/06/2013

    A abertura de um inquérito pela Polícia Civil de São Paulo para investigar um crime de roubo vai depender muito dos detalhes fornecidos pela vítima do crime.

    “Preciso saber quais as características dessa pessoa [criminoso], tipo de material [armamento], modus operandi [forma de atuação]. A vítima tem que ser um facilitador”, diz Luiz Mauricio Blazeck, delegado-geral da Polícia Civil, ao elencar alguns elementos necessários para abrir investigação formal.
    Nesta segunda-feira (23), a Folha revelou que, de cada dez boletins de ocorrência de roubo no Estado, a polícia abre apenas um inquérito.
    O governo diz serem necessários “elementos mínimos”. Mas, segundo Blazeck, há também apurações independentes desse procedimento formal e, principalmente em delegacias especializadas, um inquérito pode investigar mais de um caso de roubo:

    Folha – Para que serve um boletim de ocorrência se a polícia não investiga formalmente [com abertura de inquérito]?
    Luiz Mauricio Blazeck – Serve justamente para buscar elementos de ações criminosas, de quadrilhas e de pessoas que estão executando aquele tipo de delito. Se a gente não faz, como vou saber que naquela área, naquele local e naquele horário ocorre um delito? O registro serve de ferramenta para que outras instituições saibam a maior incidência de crime.

    O cidadão vai à delegacia com a expectativa de que seu caso seja investigado. Ele pode esperar isso da polícia?
    A Polícia Civil tem obrigação de investigar. Isso não significa que vamos ter condições de esclarecer tudo aquilo que é investigado.
    Não significa que um boletim de ocorrência sem elementos não vai ser investigado, mas aquele que tem maior riqueza de detalhes vai ser priorizado porque ele me traz mais elementos e pode esclarecer outros casos.

    Os dados não trazem descrédito para a Polícia Civil?
    Não falo em questão de descrédito. O que eu tenho que fazer e me empenhar é para que esses índices sejam melhores. Eu tenho que buscar recursos e condições para aprimorar a investigação.
    Quando os números não são satisfatórios, temos que buscar números melhores.
    Estamos trabalhando, mesmo que os índices não sejam favoráveis, com o limite dos nossos recursos e lutando para que eles sejam ampliados, não só [recursos] humanos, mas os outros.

    Quais são os elementos mínimos e critérios que a autoridade policial utiliza para abrir inquérito no caso de roubo?
    Tem que ter elementos que pelo menos deem um ‘start’ na investigação. Preciso saber num caso de roubo quais as características dessa pessoa [criminoso], tipo de material, modus operandi. A vítima tem que ser
    um facilitador. Nós dependemos dos dados que a vítima traz para acelerar essa investigação.
    Há casos em que a vítima não traz nenhum elemento.
    Não posso instaurar um inquérito se não tiver o mínimo de elementos possíveis. Se eu já tenho 700 inquéritos por escrivão policial em média, eu não posso instaurar inquéritos por instaurar.

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  36. Quem acabou com a Polícia Civil foi os delegados vagabundos, que abandonam o plantão para ficar bebendo em puteiro junto com o Tira e o trouxa do escrivão fica sozinho no plantão fazendo tudo. que acabem com esta carreira de sangue sugas, não estou nem ai, quero responder diretamente para os promotores dejustiça que com certeza são mais profissionais que os excelentissimos MAJURAS que só pensam em beber e voar

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  37. N.U disse:
    24/06/2014 ÀS 21:51
    JACARE SEM DENTE

    ————————————–
    AQUI NAO É SEU LUGAR !!!!!!!!!!!!!!!!!!

    vc esta certo, aqui é lugar apenas para recolha e ladrão,estou saindo e dixar totalmente para vc e seus cúmplice., de mesma marca, vcs são a vergonha da pc sp.

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  38. AGORA, SÓ FALTA O NÍVEL SUPERIOR PARA OS AGENTES DE TELECOMUNICAÇÕES… O DELEGADO GERAL IRÁ NOS AJUDAR…. NESSE RECONHECIMENTO…

    ACESSEM O SITE DO SINTELPOL…

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