Bom dia São Paulo – por meio de filmagens – faz prova irrefutável da covardia e farsa da PM deste estado 205

 

 

 

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http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/t/edicoes/v/video-levanta-duvida-sobre-versao-da-rota-para-morte-de-suspeito/3946224/

Vídeo levanta dúvida sobre versão da Rota para morte de suspeito

Nas imagens, não é possível identificar se ladrão estava armado.
Em depoimento, policiais alegam que agiram em legítima defesa.

 

Um levantamento exclusivo das mortes provocadas pela polícia no ano passado aponta que, na maioria dos casos, os policiais dizem que só atiram depois que são agredidos pelos suspeitos. Mas um vídeo gravado na região central de São Paulo contradiz tal alegação em um caso ocorrido em outubro.

O SPTV começou a exibir nesta quarta (4) o Projeto Veracidade, uma série de reportagens feitas com base em dados obtidos por meio da lei de acesso à informação.

As imagens registradas pelas câmeras são da morte de um suspeito que é perseguido por policiais da Rota. São quase 23h na Rua da Figueira. Uma câmera de segurança mostra um homem correndo. Ele é seguido por um carro da Rota, que entra na contramão.

O registro da ocorrência diz que os policiais começaram a seguir o suspeito depois que ele roubou um celular. Outra câmera registra o momento em que o carro atinge o homem, que cai no chão, mas logo levanta. Um policial desce com a arma em punho.

O suspeito tem um objeto brilhante na mão. No boletim de ocorrência ficou registrado que era uma faca. Mesmo cercado, ele não se rende. O homem atravessa a rua e, pelas imagens, já não tem nada na mão. A poucos metros do suspeito, o policial da Rota atira. Pelo laudo, os dois tiros atingiram o homem no peito.

As imagens foram gravadas por uma câmera da Guarda Civil Metropolitana no dia 30 de outubro de 2014. Depois dos tiros, o operador da câmera leva dois minutos para voltar a mostrar a ação da polícia.

O que foi registrado na sequência levou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) a abrir uma investigação para apurar a conduta dos policiais. Nas imagens, um homem aparece caído no chão. Nenhuma arma é vista perto dele. O policial tem um corte no braço que, segundo o boletim de ocorrência, foi provocado por uma facada de um suspeito. Um dos PMs, então, se aproxima do homem caído.

Um outro policial já está agachado e, quando levanta, surge uma arma na cena do crime.  Dois minutos depois os policiais retiram o revólver. Por fim, nas fotos da perícia, a arma reaparece. Em depoimento à Corregedoria, os oficiais disseram que o revólver estava na cintura do homem. “Localizou na cintura do indivíduo um revólver desmuniciado”.

Uma testemunha que pediu para não ser identificada disse que passava pela rua no momento da perseguição e viu a ação da polícia do começo ao fim.

“O alemão assaltou uma pessoa aqui na estação que ele já era assaltante por natureza. Quando ele estava vindo, os policiais mandaram ele parar, como ele não parou, mandaram bala. Só que ele não estava de posse de arma de fogo nenhuma na mão. A arma que foi encontrada na mão dele foi posta por um dos policiais da Rota que atiraram nele.”

Eduardo Becker Tagliarini, perito criminal, diz que como a cena do crime não foi preservada, vai ser difícil concluir o que realmente aconteceu. “Totalmente prejudicada, você não consegue dar um laudo conclusivo porque não tem. Os vestígios ali foram totalmente alterados. Entre arma, sai arma, pessoas andando em cima da vítima para tudo quanto é lado”.

Dados
O SPTV analisou mais de 300 boletins de ocorrência pra tentar entender porque a violência policial cresceu em 2014. Das 343 mortes registradas como consequência de intervenção policial, a grande maioria – 336 – foi provocada por policiais militares em serviço. Oito policiais também morreram trabalhando na capital. Em mais de 80% dos casos, os oficiais relatam que atiram depois que são atacados por suspeitos.

Essa também foi a versão dos policiais da Rota para o caso do Centro. Em depoimento à Corregedoria, eles disseram que o suspeito agrediu com golpes de faca o policial, que revidou a injusta agressão com disparos de arma de fogo.

A vítima, José Nazareno de Oliveira Guedes, tinha 41 anos. O homem que participou do assalto com Nazareno disse que eles estavam atrás de dinheiro para comprar crack.

O levantamento dos boletins de ocorrência mostra que nos registros que têm informações sobre a cor da vítima, a maior parte, 63%, são pretos e pardos – como José Nazareno. 37% são brancos. Os policiais envolvidos nesse caso chegaram a ser presos administrativamente, mas foram soltos porque a Corregedoria entendeu que eles agiram em legítima defesa.

 

ROTA : agora reservada para covardes ?

 

Exterminio2

  1. SE CAIR NO PÉ DIREITO É SACO E SE CAIR NO ESQUERDO AJEITO PRO DIREITO E É SAAAACOOOO... disse:

    É ÓBVIO QUE PMS QUEREM MATAR MEMBROS DO PCC E VICE VERSA, AFINAL SÃO INIMIGOS. VC NUNCA VAI VER AMIGOS MATANDO UM AO OUTRO. FUI CLARO OU QUER QUE EU DESENHE! KKKKKKKKKK. QUEM DEFENDE BANDIDO BANDIDO É.

  2. quem e o policial civil que vai prender esse vagabundo que matou o pc

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