LATRINA ENTUPIDA – Em São Paulo, juízes e promotores nem sequer fingem seriedade: alegações, sentenças, pareceres e acórdãos pré-fabricados por canalhas recebendo mais de R$ 50.000,00 por mês 14

Meu Caro André Karam,

os fatos relatados, envolvendo uma juíza de São José do Rio Preto e, por tabela,o promotora que oficia perante aquela Vara, não são novidades.
Ainda recentemente, na 4ª Vara Criminal de SP – Barra Funda, em audiência de instrução e julgamento da qual participei como advogado de defesa de uma senhora acusada de denunciação caluniosa, ouvidas as testemunhas, interrogada a ré e declarada encerrada a instrução processual, o juiz entregou seu pen drive à escrevente de sala, deu a palavra ao MP “e em seguida à Defesa” – disse ele, pediu licença e retirou-se. O promotor sacou do bolso seu pen drive, sentou-se no lugar da escrevente, instalou o pen drive, digitou algumas coisas em não mais que 5 minutos (certamente fazendo pequenos ajustes naquilo que adredemente já havia preparado), retirou seu pen drive, levantou-se e, sem pedir licença (o juiz pelo menos pediu), retirou-se da sala.
O bobão do advogado aqui, levantou-se e pediu licença para a escrevente, para poder ler o que o promotor havia escrito. Era um texto tão extenso que demandaria pelo menos 1 hora para ser digitado (daí porque a afirmação de que ele havia feito somente alguns “ajustes” em mais ou menos 5 minutos).
Lidas as alegações finais do promotor, ditei as minhas à escrevente, de maneira pausada, clara e muito bem fundamentada. Em seguida, perguntei à escrevente se o juiz retornaria para proferir a sentença, ou se os autos lhe seriam conclusos, oportunidade em que, entre atônito e indignado, ouvi da escrevente que a sentença já havia sido proferida e entregue (para o “copia e cola”) naquele pen drive que acima mencionei.
Exigi a presença do juiz na sala e, muito a contra-gosto, a escrevente a escrevente o avisou pelo telefone. E antes dele chegar, o promotor retornou à sala (não sabendo eu se alguém o solicitou) e queria saber por que eu estava “criando caso”. Nada lhe respondi e sequer olhei na cara dele, porque se mostrara conivente com aquela situação no mínimo caracterizadora de infração ético-disciplinar.
O juiz chegou e, quando percebi que ele, na maior cara de pau, iria negar o acontecido, liguei o gravador do meu celular e gravei a conversa. E não é que o canalha negou mesmo tivesse proferido a sentença antes de eu, como defensor, ter ditado as alegações finais à escrevente?!…
Apelei e, em preliminar, arguiu a nulidade da sentença e anexei um CD da conversa gravada.
Vamos ver agora o que dirá o Tribunal. Se não reconhecerem a nulidade da sentença, se mostrarão os desembargadores tão canalhas quanto o juiz.
Ah! O juiz chama-se Rafael (não me lembro o sobrenome) e atualmente parece-me que está na 22ª Vara Criminal.

  1. Não, isso não é verdade! Juiz que vende sentença e promotor que não denuncia, tudo mediante um “j. Isso não existe, reitera, NÃO É VERDADE!!!
    É coisa do FHC! kkk

  2. E as nossas ações contra o Estado será que segue a mesma referencia?

  3. COMO TUDO HOJE EM DIA É ENLATADO, DAQUI A POUCO PODEREMOS COMPRAR SENTENÇA NO MERCADO. AGORA, FALANDO SERIO, O DESCARAMENTO DESSE POVO DO JUDICIÁRIO ESTA DEMAIS. POR ISSO QUE TODOS OS PROFISSIONAIS TEM QUE TER ÓRGÃO REGULADOR E/OU CORREGEDORIA.

  4. DERAM MUITO PODER AO JUDICIÁRIO, ASSIM COMO A PM DE SP, CRIARAM UM MOSTRO INCONTROLÁVEL, AGORA ESTAMOS PERDIDOS, QUANTO AS AÇÕES CONTRA O ESTADO, PODEM TER CERTEZA QUE O ESTADO VAI GANHAR TODAS, AQUI NO BRASIL TUDO SE COMPRA.

  5. Não haverá data base este ano, pois já foi dado a SEGUNDA PARCELA DO NU ,e o resto que se FÚ…………………

  6. SE EXISTE JUSTIÇA

    CADÊ O RESPEITO PELA DATA BASE ???

    CADÊ O REAJUSTE SALARIAL PELA URV ???

  7. NUNCA TEREMOS A DATA BASE CUMPRIDA, NEM DÁ MAIS TEMPOS E A INFLAÇÃO NOS COMENDO.

  8. CHICO ATOLADO

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    TEMPO DA SIM SÓ FALTA VONTADE E RESPEITO !!!!

  9. Meu caro, infelizmente essa é a realidade do nosso Judiciário. Aqui no Maranhão, onde tenho minha militância como Advogado, também não é diferente. Mas sejamos firmes em nossa luta, em nossos propósitos, e a continuar a combater esses abusos. Parabéns por sua luta!

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