Apesar dos prejuízos causados pela palhaçada – circo completo – protagonizada pela PM , DIG de Santos prende o verdadeiro assassino de estudante 16

Suspeito de matar estudante soube de preso em seu lugar: ‘Não se importou’

Jeferson Oliveira da Cruz, de 20 anos, confessou crime à polícia.
Estudante Matheus Demérito foi morto no dia 3 de fevereiro, em Santos.

Guilherme LucioDo G1 Santos

Suspeito de matar universitário em fevereiro foi preso em Santos, SP (Foto: Reprodução/Facebook)Suspeito de matar universitário em fevereiro foi
preso em Santos, SP (Foto: Reprodução/Facebook)

O depoimento de Jeferson Oliveira da Cruz, de 20 anos, preso pela Polícia Civil na madrugada deste sábado (7) suspeito de matar o estudante Matheus Demérito Soares, de 19 anos, nas proximidades da universidade onde ele estudava, em Santos, no litoral de São Paulo, foi descrito pelas autoridades como “frio e seco”.

Ele revelou à polícia que não se importou quando soube pela imprensa da prisão de um jovem que teria confessado o crime em vídeo, e que depois foi solto após voltar atrás e dizer que foi forçado a assumir o assassinato. Jeferson afirmou ainda que não tinha a intenção de atirar, e que a arma disparou sem querer. A Justiça já determinou a sua prisão temporária, por 30 dias.

O universitário, que estava no 2º ano do curso de Sistemas da Informação, foi assassinado com um tiro ao lado das dependências da Universidade Santa Cecília (Unisanta), no dia 3 de fevereiro.

Matheus foi baleado na frente da Unisanta (Foto: Arquivo Pessoal)Matheus foi baleado próximo a universidade de
Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

O suspeito foi localizado por uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), comandada pelo delegado responsável pelo caso, Luiz Ricardo Lara, e o investigador Paulo Carvalhal, por volta das 4h, em uma casa noturna no Centro da cidade. Em depoimento, Jeferson afirmou aos policiais que ficou sabendo de todo o desdobramento do crime por meio da imprensa e das redes sociais, mas não demonstrou reação ao ser questionado sobre o que sentiu ao saber que outra pessoa tinha sido presa em seu lugar.

O suspeito também revelou às autoridades que jogou a roupa que usava no dia do crime – uma camisa branca e uma bermuda vermelha e preta – no lixo, além de ter emprestado o tênis para um desconhecido.

Durante o depoimento, Jeferson deu detalhes sobre a tentativa de assalto e contou como ocorreu o disparo que matou o estudante de 19 anos. O jovem afirmou que iria roubar uma correntinha que a vítima usava e que, na abordagem, Matheus se virou bruscamente, na menção de desferir um soco. Como seu dedo estava no gatilho, a arma disparou. Após o tiro, o rapaz fugiu, jogou a arma dentro de um bueiro, em uma rua próxima, e pegou um ônibus em direção à sua residência.

Suspeito disse que jogou arma dentro de bueiro em Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)Suspeito disse que jogou arma dentro de bueiro em Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Equipes da DIG, com o auxílio da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da instituição Progresso e Desenvolvimento de Santos (Prodesan), fizeram buscas em galerias e bueiros próximos ao local indicado por Jeferson, mas não conseguiram localizar o armamento. De acordo com a Polícia Civil, as buscas devem ser retomadas na segunda (9) ou terça-feira (10).

A Justiça expediu a prisão temporária de 30 dias do suspeito por homicído qualificado. No entanto, segundo o delegado Luis Ricardo Lara, por conta da confissão do indiciado, a ação configura um crime de latrocínio – roubo seguido de morte.

A polícia já havia divulgado um retrato falado do criminoso, elaborado por um especialista do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da capital paulista, com as principais características apontadas por testemunhas que estavam em frente a um bar, na Rua Oswaldo Cruz, no bairro Boqueirão, quando o jovem recebeu um tiro nas costas.

Polícia fez buscas para encontrar arma que teria sido jogada em bueiro de Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)
Polícia fez buscas para encontrar arma que teria sido jogada em bueiro de Santos (Foto: Guilherme Lucio/G1)

  1. INVESTIGAÇÃO CRIMINAL É UMA COISA. (POLÍCIA CIVIL) ARAPONGAGEM É OUTRA (P.M.) ESSA É A DIFERENÇA.

  2. Meganha, assista aplauda mas recomendamos que nao tentem fazer isso em casa. Eh coisa pra quem entende.

  3. A Polícia Militar nunca atua com intenção de buscar a justiça, mas sim de angariar os méritos para a própria instituição.

    Seu comando incita os subordinados a buscarem suspeitos e forjarem provas contra eles, seja através da pressão física e psicológica, ou garimpando testemunhas falsas, vítimas desesperadas e coagidas, ou simplesmente plantando armas, drogas e outros objetos relacionados ou não ao delito praticado. Tudo para que a mídia e o governo constituído, possa enaltecer o “trabalho” que a POLÍCIA MILITAR realizou.

    A eles não importa se o “paisano” é inocente, se tem familiares, muito menos se vão deixar o verdadeiro criminoso livre para praticar novos delitos. O que vale é o nome da corporação enaltecido nas manchetes. Há um senso comum implícito: a PM acima de tudo, inclusive da verdade.

    É por isso que a sociedade deveria lutar por uma polícia desmilitarizada, com setores UNIFORMIZADOS ( não fardados ), para o patrulhamento preventivo, bem treinada e equipada para a proteção da SOCIEDADE e não dos interesses dos governantes e da própria instituição. Isso daria amparo legal e moral aos policiais, que passariam a gozar de maior confiança por parte da população e muito mais respeito por parte do Judiciário, MP e mídia em geral.

    É preciso ter coragem para admitir que nunca seremos respeitados através da força bruta e truculência, tentando aumentar nosso poder com legislação mais favorável, tentando acobertar nossas falhas.

    O mundo evolui, assim como a sociedade e a própria criminalidade.

    A polícia, como instituição pública garantidora da segurança à população, também precisa evoluir.

  4. PARA O BEM DE TODOS,

    Perfeito seu comentário, parabéns! Imagino agora a cara da meganhada da baixada que obrigou o cara a assumir a bronca e o filmou, e aquele coitado nada tinha com este acontecido. Imagino o comando que foi chorar no MP sobre a atuação da polícia civil, irão elogia-los agora? Ao rapaz que sofreu o constrangimento de aguentar os PM-s por 5 horas na casa dele o constrangendo e obrigando a assumir algo que não havia feito, se eu fosse ele, sem sombra de dúvidas ingressaria com uma ação por danos morais além do que representação contra os policiais junto ao MP e a corregedoria. Como bem disse o colega acima, assistam e aplaudam, mas não tentem fazer isso em casa. Parabéns aos colegas de Santos, dignificaram a Polícia Civil mais uma vez!

  5. SÓ PODEMOS DIZER UMA COISA. PARABÉNS A TODOS QUE TRABALHARAM NESSE CASO.

  6. Dr. Guerra,
    A competição às vezes dá esses bons resultados… A falha de uma instituição é exposta pela outra que tem a competência para investigar…
    Mas e quando falha – ou se excede – a instituição que tem competência para investigar? Aí a competição não funciona.
    Vamos aos exemplos?
    O “suspeito” apontado por uma das vítimas (a outra tinha dúvidas), sem oferecer resistência, é levado pela PM (sem algemas, portanto) no banco de trás da viatura até a Delegacia. Foi conduzido dentro da legalidade e com o mínimo de dignidade à presença da autoridade policial.
    Lá na Delegacia é obtido o reconhecimento do “meliante”. Nos papéis da Delegacia, tudo aconteceu conforme a lei. O reconhecimento, a confirmação… Então, o “suspeito” é imediatamente submetido ao encarceramento precário e fica por lá quase um ano.
    Diante do juiz a vítima, que havia “reconhecido” o “meliante”, desmonta o reconhecimento atestado no papel, feito e ratificado de modo irregular no DP. E mais: em razão de atuação do juiz, as vítimas dizem que não podem mesmo confirmar que o “suspeito” é o “meliante”. Dizem INCLUSIVE que o “suspeito” não é o “meliante”. Até o MP (outrora convencido pelas informações policiais) pede a absolvição do indivíduo.
    Um ano preso, ein!
    Esta semana, vi uma reportagem em que um motorista de ônibus, idoso e uniformizado (após envolver-se em acidente com o veículo que dirigia) era posto no “chiqueirinho” da viatura da PC “algemado”. Parecia desnecessária tamanha “severidade” diante das câmeras…
    São as pessoas que fazem as instituições, não as instituições que formam as pessoas…
    Nem grupo de escoteiro resiste aos desvios humanos…

  7. EDUARDO,

    Sei que o seu post não foi dirigido a mim, mas se me permitir, tenho uma opinião a respeito:

    Como policial civil, sou conhecedor de nossas mazelas, não somos os donos da verdade e cometemos muitos erros. Quando se pede a extinção da Polícia Militar é porque o modelo não serve para a segurança pública. Os valores, deveres, etc., etc., atribuídos aos militares são válidos para guerra, mas para a segurança interna não. É da essencia do militar o confronto, a eliminação e desmoralização do inimigo. Ocorre que a polícia não deve lidar com o conceito de inimigo e sim de cidadão infrator.

    É claro que nós policiais civis cometemos erros e muitos, porém, nosso modelo de polícia é mais humano e eficaz do que o modelo militar. A PM só não foi extinta ainda por ser militar e como é da essencia militar, ter criado toda essa estrutura enorme em volta dela. A PM hoje atua em benefício da própria PM e de seus oficiais e não da segurança do cidadão. Seu sistema e formação ver o cidadão (paisano) como inimigos e não como pessoa a ser protegida. Mesmo o cidadão infrator não é um inimigo a ser eliminado e uma vez que cessou a injusta agressão por ele praticada deve ser algemado e entregue a justiça.

    A PM com essa super-estrutura de hospital, dentista, folha de pagamento, escola, faculdade, canil, cavalaria, fabricas, oficinas, medico, dentista, veterinário, padre, etc., não faz sua atividade fim que é policiamento ostensivo. A PM tem efetivos na casa civil, casa militar, prefeitura, palacio, tribunal de contas do estado e do municipio, tribunal de justiça, assembleia legislativa, camara municipal, etc., até no IC tem PM! Mais de vinte por cento da frota da PM são viaturas descaracterizadas (quanto que é 20% da frota?). Agora no policiamento ostensivo toda companhia PM funciona de modo identico, três viaturas e o CGP. Ou seja, querem está em todos os lugares conspirando em banefício proprio, agora fazer bem feito sua principal atribuição não fazem.

    Onde essa ineficiência no patrulhamento ostensivo deságua? Na Polícia Civil, na delegacia, na insegurança da sociedade. Claro que nossa legislação, cultura, etc., contribui. Na minha delegacia temos em média nove mil bos por ano, considerando que apenas um terço disso sejam crimes de fato e que ocorreram em nossa área, dá em média três mil crimes, é impossível se investigar tamanha demanda, sem dizer que é mil vezes mais fácil a prevenção do crime do que sua investigação.

    Resumindo, se a PM fizesse apenas sua função principal, policiamento ostensivo fardado e não fizesse como o pato que nada, anda e voa, sem fazer nenhuma das três coisas direito, seria eficaz.

    Abraço.

  8. JClaudio,
    Eu sei disso. Mas veja lá no tópico sobre a regulamentação da elaboração de registros pela PC. Um PC enumera três situações em que ele deveria registrar o fato, mas ele diz que não tem obrigação…
    Em todos os casos, o ilícito foi cometido e somente a atuação posterior é que seria capaz de “prevenir” a ocorrência de novas situações… Prevenção não é só antecedente, não.
    Essa questão de polícia preventiva se faz dentro do possível, porque é impossível um PM ao lado de cada cidadão. E onde seja impossível a presença permanente e imóvel da autoridade em todos os locais. Onde ela não está, ali agirá o marginal, o qual se afastará quando avistar a presença da autoridade.
    E vou ser sincero na percepção que tenho como cidadão: só não está pior porque uma polícia ainda é militar…
    Sobre a “doutrina contra o inimigo” compreendo o que você diz, mas tenho certeza de que policial nenhum(PC ou PM) considera um marginal como “aliado”. Talvez a “doutrina” repetida por algumas “celebridades policiais” seja replicada indevidamente. Cabe ao Praça (observando os seus Oficiais) ou ao Operacional (observado os seus Delegados) agir com personalidade, porque ontem, hoje e amanhã quem vai no “embalo” paga a conta…

  9. EDUARDO,

    Seus comentários são muito sensatos e concordo parcialmente com eles.

    Outro fator que contribui para a insegurança pública e não citei acima é o envelhecimento e falta de efetivo de nossa Polícia Civil. Nosso modelo atual dividido em plantão policial (primeiro atendimento e registro dos fatos) e chefia (aprofundamento das investigações) está exaurido e não se aplica mais aos dias atuais, porém, meu amigo, posso te afiançar que a grande mazela da segurança pública se chama Polícia Militar.

    Eu tenho muito amigos na Polícia Militar, pois, antes de ser delegado de polícia fui PM por mais de dez anos, conheço um pouquinho do lado de lá. O problema, não são os policiais em si, o problema é o sistema policial militar, os valores são equivocados, como disse, são válidos para a guerra, mas não servem para a segurança pública.

    Veja o exemplo do Carandirú, quem em sã consciência duvida que houve uma chacina, um massacre de presos? Alguns argumentam que morreram bandidos, etc., como se o fato de ser bandido legitimasse o Estado a matar 111 pessoas.

    Desde o curso de formação (pelo menos no de soldados que foi o que participei) o policial militar é incentivado de forma velada a matar, a torturar (tirar serviço), etc.

    Alguns oficiais dizem que o militarismo é o que segura a tropa, etc., MENTIRA, o militarismo segura as mordomias dos oficiais. Veja a Polícia Rodoviária Federal, executa policiamento ostensivo fardado e nem por isso são militares. Hierarquia e disciplina existe até na barraquinha de pastel de feira, não é exclusividade dos militares.

    Na PM o soldado e o oficial não podem nem mesmo almoçarem juntos, dividirem o mesmo alojamento, etc.

    Nos países mais desenvolvidos e com cultura bélica, os militares são proibidos por lei de atuarem contra seus cidadãos e em solo nacional.

    A PM, se mantida, deve ser reduzida ao mínimo para atuar como tropa antiterror, aíi sim os valores militares devem ser cultivados.

    Bom amigo, eu poderia escrever um livro (talvez escreva, rs) sobre a impropriedade de policiais militares atuarem na segurança pública, mas paro por aqui.

    Um grande abraço e obrigado pelo comentário e pelas críticas.

  10. Comentários excelentes, só não são melhores que o trabalho realizado pela DIG, sem alarde, sem preocupação com a mídia, sem vídeos para reporteres gansos, sem querer levar crédito dessa mídia nojenta, e para uma página do FB aproveitadora, sem querer dizer que é mais polícia que a outra polícia (se tivesse ostensivo naquela bagunça da unisanta talvez o jovem estivesse vivo).

    Se os coxinhas querem aparecer, que façam o ostensivo, o comunitário e principalmente respeitem os direitos humanos.

    Quanto ao rapaz preso pela PM acho que ele não precisa nem entrar com uma ação, seria obrigação do MP e da Corregedoria apurar o abuso de autoridade, as ameaças, as agressões, a violação de domicilio, a usurpação de função pública, a prevaricação, a tortura, a exposição indevida da imagem e o respectivo dano moral, uma ou mais dessas condutas eles praticaram e estamos falando de ação pública incondicionada na maioria delas.

    A DIG recebeu o jovem no dia seguinte, será que eles vão apurar essas condutas também?

    A imprensa já se calou a respeito dessa injustiça para que os coxinhas continuem passando os “furos” e bota furos nisso..rsrsrsrs

    Esse perfilzinho do FB viver em santos ainda tá criticando o retrato falado e também protegendo os coxinhas para que eles continuem com os furos

  11. A PC peca em alguns detalhes relacionados há alguns servidores que são verdadeiros lixos no atendimento ao publico. Tem uns ” zé pinga ” trabalhando em delegacias que mais parecem mendigos. Sujos, maltrapilhos, mal educados, enfim o que ganham no final do mês a titulo de vencimento é um desperdício para o Estado/Sociedade. Não merecem ao menos perceber um salário mínimo. Contudo, estes estão em extinção. O pessoal novo que vem ingressando na Instituição tem outra postura e com o tempo a PC terá outra cára. Podem escrever isso!!!

    Agora, comparar a PM a PC não faz sentido. A PC é a Policia em desenvolvimento e inegavelmente, exceto estes que mencionei acima, conta com profissionais que sabem fazer Polícia. A PM desmerece qualquer tipo de comentário enquanto instituição incumbida de defender o ” socialis hominis “. Em palavras mais baixas podemos afirmar que a PM comete UMA CAGADA MAIOR QUE A OUTRA!!

  12. opa corrigindo em tempo: a alguns servidores e não há alguns servidores …..

  13. AGORA EU QUERO VER QUAL SERÁ A PROVIDÊNCIA TOMADA PELO MP CONTRA OS PMs ENVOLVIDOS NESSA LAMBANÇA TODA. QUERIA VER QUAL SERIA A RESPOSTA DELES PARA EXPLICAR COMO É QUE ELES FIZERAM COM QUE UM SUJEITO INOCENTE, INCLUSIVE ELES GRAVARAM EM VÍDEO, CONFESSASSE A AUTORIA DE UM CRIME QUE ELE NÃO COMETEU. O TAL VÍDEO É A PROVA CABAL DE QUE O SUJEITO FOI TORTURADO PELA MEGANHA; OU FISICAMENTE, OU PSICOLOGICAMENTE E OUTRA, PRA ONDE FOI QUE O ENTÃO CRIMINOSO FOI LEVADO PARA TER SUA CONFISSÃO OBTIDA. NUMA DELEGACIA DE POLÍCIA QUE NÃO FOI. DESDE QUANDO A MEGANHA ESTÁ AUTORIZADA A LEVAR PESSOAS SUSPEITAS PARA DENTRO DE SEUS BATALHÕES PARA SEREM AVERIGUADAS ???????? ESTOU LOUCO PRA SABER QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS A ESSE RESPEITO, OU SE O MP E O JUDICIÁRIO VÃO SE CALAR DIANTE DE TAMANHA ABERRAÇÃO. SÓ PRA LEMBRAR, FIZERAM A MESMA MERDA QUE OS DELEGADOS DA CORREGEDORIA CONTRA A ESCRIVÃ QUE DEIXARAM NUA. CAGARAM, SENTARAM EM CIMA E AINDA REBOLARAM PRA MELAR BEM DE MERDA.

  14. AO JCLAUDIO.

    AO LER SEU COMENTÁRIO, COLOQUEI-ME DE PÉ E APLAUDI (NO SENTIDO FIGURADO)……
    PARABÉNS…..FAZ TEMPO QUE NÃO VEJO RELATO MAIS PRECISO E SENSATO……….

  15. Circo completo é o da PC, onde apreendem cigarros, contabilizam e depois vendem….isso é sensatez!!!

Os comentários estão desativados.