1. É necessário o encerramento das atividades PM em policiamentos de ruas, não é compatível com um País Democrático, mesmo porque é resquício da ditadura com estilo próprio de agir e verdade seja dita, com hábitos abominável pela sociedade; Os modus operandi militar que agia e age com extrema truculência desnecessária, acabam fazendo parte das ocorrências trazendo insegurança quando poderiam conduzir com a maior tranquilidade, podemos chamar isso de falhas operacionais, mas parece que não existe vontade de corrigir esse lado que muitas vezes termina em letalidade desnecessária.

  2. PMs da região do Butantã e de Itaquera causaram mais mortes55
    Estadão Conteúdo Em São Paulo 20/03/201508h14
    Ouvir texto

    0:00
    Imprimir Comunicar erro
    De todos os batalhões territoriais da Polícia Militar de São Paulo, o 16º BPM/M é o mais letal. Dados da Ouvidoria apontam que, desde janeiro de 2014, foram 26 mortes de suspeitos em supostos confrontos com oficiais do grupamento, que faz rondas ostensivas nas zonas oeste (regiões do Butantã, Jaguaré e Rio Pequeno) e sul (Morumbi). Nove delas aconteceram só nos dois primeiros meses deste ano.

    Nas imediações da sede do batalhão, no Rio Pequeno, é perceptível o medo de falar sobre o trabalho da polícia na região. Quem se pronuncia fala bem. Os que preferem se calar são maioria. Em comum entre os dois grupos a resposta para a pergunta “Você se sente seguro aqui?” feita pela reportagem a todos os entrevistados: “100% seguro a gente nunca está”.

    Os moradores afirmam que o número de carros de polícia nas ruas aumentou neste ano. Consequentemente, tem sido cada vez mais comum avistar policiais trabalhando. “Eles estão em cima o tempo todo. Antes não era tão agitado”, afirma um mecânico, morador do Rio Pequeno há 46 anos. Sobre a letalidade policial, o tom é de resignação. “Se eles não matarem, morrem.”

    Comando
    O 16º BPM/M é interinamente comandado pelo major Ezequiel Morato. Ele assumiu o posto em fevereiro, quando o ex-comandante foi promovido. A promoção coincidiu exatamente com o período em que o batalhão passou a matar mais. Foram sete casos em janeiro e mais dois no mês seguinte. No ano passado, a média era de 1,5 morte por mês. O major foi procurado por telefone e no batalhão, mas não se pronunciou. A PM também não comentou.

    A maior parte das mortes relacionadas a policiais aconteceu nas zonas em que o batalhão atua, mas também há casos em cidades da Grande São Paulo, como Osasco, Embu-Guaçu e Cotia. Na última, cinco oficiais perseguiram um Chevrolet Corsa após informações que o veículo havia sido roubado. Os policiais conseguiram encurralar o carro. Segundo os policiais, os suspeitos atiraram primeiro. Os quatro ocupantes do carro morreram.

    Itaquera
    Quando a reportagem chegou à sede do 39º Batalhão de Policiamento Militar Metropolitano, em Itaquera, na zona leste, o segundo que mais matou em São Paulo, um soldado da PM indagou qual era o intuito da reportagem. Ao ser informado sobre as 20 mortes registradas no ano passado e a letalidade da PM do batalhão, o policial franziu a testa. “Se o assunto é esse, você veio trazer problema. Se tem um assunto que me incomoda, é esse”, disse. Apesar de o tenente-coronel Marcelo Jorge Franciscon, comandante do 39º BPM/M, estar na frente do batalhão, ele não quis falar sobre os motivos para que seus subordinados tenham matado 21 pessoas.

    A região de Itaquera tem cerca de 524 mil habitantes, segundo dados da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. A opinião dos moradores que precisam dos policiais do batalhão é dividida. “Para mim eles mataram pouco. Bandido bom é bandido morto. Tinha de ter pena de morte neste país”, afirmou o comerciante Antonio de Souza, de 54 anos.

    Já nos prédios da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), os moradores têm medo. Um ex-presidiário de 40 anos que já cumpriu pena por furto receia a presença da PM na frente do seu prédio. “Hoje o PM que me prendeu passou aqui em frente, ficou me olhando. Quando eu saí da cadeia, ele veio me intimidar, perguntar se eu continuava roubando. Medo de que ele me mate eu não tenho, mas acho que é uma forma de intimidar, mostrar que quem manda é ele.” As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

  3. SNIF SNIF
    .
    MOLHEI O TECLADO DO NOTBOK COM MINHAS LAGRIMAS…
    .
    TOCANTE DISCURSO…
    .
    COMO DIZEM OS ITALIANOS….
    .
    PAROLE… PAROLE… PAROLE….

  4. Sr. Aristides e Sr. Siqueira

    Qualquer opinião formada de quem não:

    A- Teve acesso aos: Autos, Laudo necroscópico, Laudos periciais e o relatório da Autoridade.

    B- Já esteve em uma situação de confronto.

    Está correndo o risco de ter uma opinião equivocada dos fatos (Tanto para aquele que critica o policial quanto para aqueles que transformam o falecido em Anjo).

    Agora que uma polícia militarizada não é compatível com uma Democracia isto não resta duvidas, pois enquanto o PC pode argumentar com o Delegado colaborando para a solução do problema, no militarismo isto seria insubordinação grave, e a atividade policial é cheia de imprevistos o que exige raciocínio logico e muita improvisação e o militar tem muita dificuldade de improvisar devido ao condicionamento castrense.

    E quem vai para “rua” querendo “trocar” tem uma grande chance de conseguir seu intento.

  5. Bacana, mas depois de falar do Alckmin e Serra me embrulhou o estômago. No mais, haja cargo comissionado pro MP, o dito quarto poder esta de vento em popa, ouso dizer que aqui em SP manda mais que o judiciário.

  6. Movimentos irão ás ruas dia 21 de abril pelo IMPEACHMENT do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; mais de 30 mil pessoas já confirmaram presença

    Por Redação do PORTAL METROPOLE – em São Paulo

    Movimentos convocam população a irem as ruas pelo impeachment do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Evento criado no Facebook já conta com a presença de mais de 30 mil pessoas no dia 21 de Abril na frente da sede do governo, no Palácio dos Bandeirantes.

    Confira a petição criada na internet que já conta com mais de 25 mil assinaturas:

    Nós, cidadãos paulistas, representados no Governo do Estado de São Paulo pelo Sr. Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, pedimos à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pela realização urgente de um plebiscito que decida pelo impeachment do governador.

    Embora 50,63% dos cidadãos paulistas tenham acreditado que o Sr. Alckmin tivesse capacidade de retornar ao governo para este atual mandato – seu terceiro no governo em uma década -, o que se sucedeu da tomada da posse foi a continuidade do recrudescimento das atitudes não democráticas, autoritárias e corruptas, que já vinham sendo construídas desde seus primeiros mandatos no governo, e que cresceu com seu antecessor (e sucessor do seu segundo mandato), o Sr. José Serra.

    Ainda em seus primeiros mandatos, no início dos anos 2000, escândalos envolvendo a Nossa Caixa, então pertencente ao Governo do Estado de São Paulo, foram abafados e jamais esclarecidos. Cerca de 30 milhões de reais em contratos de publicidade caducos foram desviados em esquemas de favorecimento para a base aliada do governador.

    No segundo mandato, em contratos para o metrô da cidade de São Paulo envolvendo a Eletropaulo, a Alstom teria dado em propinas para a base do governo ao menos 40 milhões de reais em esquemas de favorecimentos. Não só bastasse isso, descobriu-se que licitações – envolvendo bilhões de reais – das linhas Amarela e Lilás foram falsas, já que já se sabia dentro do governo quem seriam os “vencedores”.

    Deputados estaduais da oposição tentaram criar várias CPIs para investigar não só estes casos, como inúmeros outros. Abusando do poder executivo e indo contra a Constituição, o Sr. Alckmin barrou a criação de quase todas. Seu sucessor de então, o Sr. Serra, conseguiu que sua base parlamentar na Assembleia Legislativa criasse, por lei, mecanismos que dificultam a criação de CPIs.

    Agora, em seu terceiro mandato, o Sr. Alckmin incorporou a postura violenta do Sr. Serra e aprendeu a fazer o uso extremo da força policial a seu dispor. Numa grave sequência de atitudes intransigentes e que ferem inúmeros princípios da Constituição Brasileira, dos Direitos Humanos e da liberdade de imprensa – pra falar no mínimo -, o Sr. Alckmin protagonizou a guerra contra os estudantes da Universidade de São Paulo, contra o bairro da Luz, na cidade de São Paulo, e contra a ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos. Em todos esses casos, seus representantes, os policiais militares, não estavam com as devidas identificações e, quando puderam, confiscaram câmeras e celulares que estavam registrando as ações.

    As maiores mídias do estado e do país não só noticiaram os fatos com extrema parcialidade, como houve exemplos absurdos de adulteração das informações. Graças a equipamentos milagrosamente não confiscados e graças a relatos de pessoas que estiveram nesses locais, tivemos acesso às verdades e aos interesses por trás das ações.
    No caso da Universidade de São Paulo, o Sr. Alckmin está colhendo os frutos que plantou no início dos anos 2000, quando resolveu por dar início a uma paulatina redução orçamentária da Universidade, que intensificou seu sucateamento e evidentemente obrigou a diminuição da Guarda Universitária, dando respaldo à entrada da Polícia Militar no campus da capital. Uma vez dentro, a Polícia Militar do Estado de São Paulo passa a ter plenos poderes coercitivos necessários à proteção de um governo que sabe que está agindo a plenos poderes não democráticos.

    Nos casos dos bairros da Luz, na capital, e de Pinheirinho, em São José dos Campos, as ações foram puramente por interesses imobiliários-especulativos que envolvem aliados de peso. As ações – todas bem registradas apesar das investidas contra – estão sendo analisadas por comissões nacionais e internacionais, por ferirem princípios básicos da vida e da democracia.

    Pessoas estão morrendo e a mídia não está noticiando.

    Este governo do Sr. Alckmin não nos representa.

    Pedimos, já, por um plebiscito que decida pelo impeachment do governador Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho. A democracia tem que voltar ao estado de São Paulo.

    Listamos 10 motivos:

    1 – Que o Governador do Estado de São Paulo renuncie ou seja retirado do cargo, por tratar de forma incompetente a questão hídrica do Estado de São Paulo.

    2 – Por não investir no abastecimento de água de São Paulo e região, diante dos já comprovados, e sucessivos avisos de outras autoridades e orgãos.

    3 – Por negar, omitir e consequentemente mentir de forma eleitoreira quanto gravidade da situação que já, desde 2014 se desenhava.

    4 – Por tratar mais de 11 milhões de habitantes como idiotas, por enganar pessoas de boa fé, de todas as classes sociais.

    5 – Colocar em risco a vida da população com sua negligência administrativa.

    6 – Por não lidar com transparência a “coisa” pública e não demonstrar ter soluções de curto prazo para evitar uma catástrofe social no Estado governado a mais de 20 anos pelo seu partido.

    7 – POR DEIXAR QUE A POPULAÇÃO MORRA DE SEDE.

    Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/03/movimentos-vao-as-ruas-em-sao-paulo.html#ixzz3UyNcz4Ef

  7. Movimentos irão ás ruas dia 21 de abril pelo impeachment do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; mais de 30 mil pessoas já confirmaram presença

    Por Redação – em São Paulo

    Movimentos convocam população a irem as ruas pelo impeachment do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Evento criado no Facebook já conta com a presença de mais de 30 mil pessoas no dia 21 de Abril na frente da sede do governo, no Palácio dos Bandeirantes.

    Confira a petição criada na internet e já conta com mais de 25 mil assinaturas:

    Nós, cidadãos paulistas, representados no Governo do Estado de São Paulo pelo Sr. Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, pedimos à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pela realização urgente de um plebiscito que decida pelo impeachment do governador.
    Embora 50,63% dos cidadãos paulistas tenham acreditado que o Sr. Alckmin tivesse capacidade de retornar ao governo para este atual mandato – seu terceiro no governo em uma década -, o que se sucedeu da tomada da posse foi a continuidade do recrudescimento das atitudes não democráticas, autoritárias e corruptas, que já vinham sendo construídas desde seus primeiros mandatos no governo, e que cresceu com seu antecessor (e sucessor do seu segundo mandato), o Sr. José Serra.
    Ainda em seus primeiros mandatos, no início dos anos 2000, escândalos envolvendo a Nossa Caixa, então pertencente ao Governo do Estado de São Paulo, foram abafados e jamais esclarecidos. Cerca de 30 milhões de reais em contratos de publicidade caducos foram desviados em esquemas de favorecimento para a base aliada do governador.
    No segundo mandato, em contratos para o metrô da cidade de São Paulo envolvendo a Eletropaulo, a Alstom teria dado em propinas para a base do governo ao menos 40 milhões de reais em esquemas de favorecimentos. Não só bastasse isso, descobriu-se que licitações – envolvendo bilhões de reais – das linhas Amarela e Lilás foram falsas, já que já se sabia dentro do governo quem seriam os “vencedores”.
    Deputados estaduais da oposição tentaram criar várias CPIs para investigar não só estes casos, como inúmeros outros. Abusando do poder executivo e indo contra a Constituição, o Sr. Alckmin barrou a criação de quase todas. Seu sucessor de então, o Sr. Serra, conseguiu que sua base parlamentar na Assembleia Legislativa criasse, por lei, mecanismos que dificultam a criação de CPIs.
    Agora, em seu terceiro mandato, o Sr. Alckmin incorporou a postura violenta do Sr. Serra e aprendeu a fazer o uso extremo da força policial a seu dispor. Numa grave sequência de atitudes intransigentes e que ferem inúmeros princípios da Constituição Brasileira, dos Direitos Humanos e da liberdade de imprensa – pra falar no mínimo -, o Sr. Alckmin protagonizou a guerra contra os estudantes da Universidade de São Paulo, contra o bairro da Luz, na cidade de São Paulo, e contra a ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos. Em todos esses casos, seus representantes, os policiais militares, não estavam com as devidas identificações e, quando puderam, confiscaram câmeras e celulares que estavam registrando as ações.
    As maiores mídias do estado e do país não só noticiaram os fatos com extrema parcialidade, como houve exemplos absurdos de adulteração das informações. Graças a equipamentos milagrosamente não confiscados e graças a relatos de pessoas que estiveram nesses locais, tivemos acesso às verdades e aos interesses por trás das ações.
    No caso da Universidade de São Paulo, o Sr. Alckmin está colhendo os frutos que plantou no início dos anos 2000, quando resolveu por dar início a uma paulatina redução orçamentária da Universidade, que intensificou seu sucateamento e evidentemente obrigou a diminuição da Guarda Universitária, dando respaldo à entrada da Polícia Militar no campus da capital. Uma vez dentro, a Polícia Militar do Estado de São Paulo passa a ter plenos poderes coercitivos necessários à proteção de um governo que sabe que está agindo a plenos poderes não democráticos.
    Nos casos dos bairros da Luz, na capital, e de Pinheirinho, em São José dos Campos, as ações foram puramente por interesses imobiliários-especulativos que envolvem aliados de peso. As ações – todas bem registradas apesar das investidas contra – estão sendo analisadas por comissões nacionais e internacionais, por ferirem princípios básicos da vida e da democracia.
    Pessoas estão morrendo e a mídia não está noticiando.
    Este governo do Sr. Alckmin não nos representa.
    Pedimos, já, por um plebiscito que decida pelo impeachment do governador Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho. A democracia tem que voltar ao estado de São Paulo.

    Listamos 10 motivos:

    1 – Que o Governador do Estado de São Paulo renuncie ou seja retirado do cargo, por tratar de forma incompetente a questão hídrica do Estado de São Paulo.
    2 – Por não investir no abastecimento de água de São Paulo e região, diante dos já comprovados, e sucessivos avisos de outras autoridades e orgãos.
    3 – Por negar, omitir e consequentemente mentir de forma eleitoreira quanto gravidade da situação que já, desde 2014 se desenhava.
    4 – Por tratar mais de 11 milhões de habitantes como idiotas, por enganar pessoas de boa fé, de todas as classes sociais.
    5 – Colocar em risco a vida da população com sua negligência administrativa.
    6 – Por não lidar com transparência a “coisa” pública e não demonstrar ter soluções de curto prazo para evitar uma catástrofe social no Estado governado a mais de 20 anos pelo seu partido.
    7 – POR DEIXAR QUE A POPULAÇÃO MORRA DE SEDE.

    Clique aqui e assine a petição;

  8. risos tambem a pm se ferrou pq projeto tirava a pm das escoltas. tudo ficaria com a administracao penitenciAria

  9. Esta foto da posse do Capez, esta mais parecendo um velório, repare bem.
    Não se iludam, este aí é puxa-saco do PSDB, não preciso falar mais nada…

  10. Será que algum delegado já foi pedir uma cadeira pro Capez? Por que o zum,zum, zum de que vai ter mudanças na Polícia Civil voltou de novo.

  11. Eu não falo nada do Olímpio porque EU NÃO VOTEI NELE, nem cheguei a pensar que pudesse me representar.

  12. 21/03/2015 12h48 – Atualizado em 21/03/2015 14h17
    Justiça aceita denúncia contra cartel de trens em São Paulo
    Ação foi proposta pelo Ministério Público em dezembro do ano passado.
    Onze empresas e a CPTM são acusadas de atuar de forma fraudulenta.
    Do G1 São Paulo
    FACEBOOK

    A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e iniciou uma nova ação contra 11 empresas acusadas de formar um cartel para obter contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A ação diz respeito a contratos de 2000 a 2007, período em que o estado foi governado pelos tucanos Mário Covas, Geraldo Alckmin, e José Serra, além de Claudio Lembo, à época no PFL.
    A decisão é do juiz Marcos Pimentel Tamassia. A CPTM também vai responder ao processo. Os promotores analisaram três contratos para a manutenção preventiva de trens da companhia. De acordo com a investigação, as multinacionais se uniram para fraudar licitações.
    O MP diz que o esquema era simples. Quando a licitação era lançada, as empresas negociavam entre elas qual o consórcio ou empresa venceria a disputa. E, para isso, os demais competidores se comprometiam a apresentar propostas com preços maiores. Ao todo, 30 executivos de empresas suspeitas foram denunciados em ações diferentes.
    A Promotoria pede nesta ação que os escritórios de todas as empresas envolvidas sejam fechados no Brasil porque elas não agiam de boa-fé na execução dos contratos. O MP também quer que as empresas paguem uma indenização de quase R$ 2,5 bilhões ao Estado.
    infográfico cartel dos trens caso alstom (Foto: Editoria de Arte/G1)
    “Nós entendemos que essas empresas, essas sociedades empresárias, não cumprem o seu papel social. [Elas] Se formaram apenas para atividades ilícitas e para forjar contratos e ganhar contratos através de fraudes licitatórias”, explicou o promotor Marcelo Mikani.
    São rés as empresas Siemens, Alstom, Bombardier, Mitsui, Temoinsa, Tejofran, MPE, MGE, Ttrans e CAF (a espanhola e sua filial brasileira).
    A Bombardier disse que “reitera que jamais se envolveu em qualquer prática anticompetitiva no Brasil”. A Ttrans nega envolvimento. A CAF informou que “tem colaborado com as investigações prestando todas as informações solicitadas e respeita o trabalho das autoridades”. A Alstom diz que “não foi notificada e reitera o cumprimento de seus negócios à legislação brasileira”. A Tejofran disse que não vai se manifestar.
    A Mitsui diz que, quando solicitado, “colaborará diligentemente com as autoridades brasileiras e como o processo está em andamento, a empresa não comentará o caso”. A Siemens afirmou que “proativamente compartilhou com o Cade e demais autoridades públicas documentos obtidos durante auditorias internas, que deram origem a investigações” e que “continuará apoiando as autoridades brasileiras em seus esforços”. O governo do estado disse que só vai se pronunciar quando terminar o processo.
    A assessoria de imprensa do PSDB informou que “o partido defende apuração rigorosa e punição rigorosa dos eventuais culpados”. Em nota, a CPTM afirmou que vai aguardar a decisão final da Justiça para se pronunciar. O governo do estado disse que só vai se pronunciar quando terminar o processo. O G1 procurou as empresas Temoinsa, MPE, MGE às 13h30, mas não obteve retorno.
    Depoimentos
    Um dos argumentos usados pelos promotores foi o depoimento de dois executivos da Siemens. A empresa assinou um acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os promotores pedem que todos os contratos sejam anulados. E que as empresas devolvam aos cofres públicos R$ 481 milhões – valor dos três contratos, sem a correção. O MP agora investiga a participação de servidores públicos no esquema.
    Em janeiro deste ano, a Justiça abriu ação de indenização contra 15 empresas suspeitas de formação de cartel em licitações dos trens do Metrô e da CPTM. O processo foi apresentado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) em agosto de 2013 e, desde então, corre na 4ª Vara da Fazenda Pública.
    A princípio, seria incluída apenas a alemã Siemens, que denunciou o cartel. As outras 14 empresas foram incluídas a pedido do Ministério Público Estadual. As fraudes teriam ocorrido entre 1998 e 2008, em governos do PSDB.
    Entenda o caso
    A investigação de irregularidades nas licitações dos trens do Metrô e da CPTM começou a partir de um acordo de leniência (ajuda nas investigações) feito em 2013 entre umas das empresas acusadas de participar do suposto cartel, a Siemens, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão ligado ao Ministério da Justiça.
    O desdobramento das investigações mostrou, no entanto, que o esquema poderia estar funcionando muito antes da denúncia feita pela Siemens. O suposto pagamento de propinas a governos no Brasil pela empresa Alstom teria tido início em 1997, segundo apuração iniciada pela Justiça da Suíça.
    Em 2008, o jornal norte-americano “The Wall Street Journal” revelou investigações em 11 países contra a Alstom por pagamento de propinas entre 1998 e 2003. As suspeitas atingiam obras do Metrô e funcionários públicos. Foi neste ano que o Ministério Público de São Paulo entrou no caso, pedindo informações à Suíça e instaurando seu próprio inquérito.
    Também em 2008 um funcionário da Siemens denunciou práticas ilegais no Brasil à sede alemã, dando detalhes do pagamento de propina em projetos do Metrô, CPTM de SP e Metrô DF. Em 2013, a Alstom recebeu multa milionária na Suíça e um de seus vice-presidentes acabou preso nos Estados Unidos.
    No Brasil, a Siemens decidiu então fazer a denúncia ao Cade delatando a existência do cartel. Em dezembro, a ação chegou ao Supremo Tribunal Federal. A investigação se ampliou e mostrou que o esquema poderia ser bem mais amplo do que se imaginava.
    Em 2014, o Cade ampliou o processo e passou a investigar licitações (de 1998 a 2013) em mais locais, além São Paulo e Distrito Federal. Entraram também nas apurações Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
    Sobrepreço de R$ 835 milhões
    Os cinco contratos investigados somam R$ 2,7 bilhões em valores da época em que foram firmados, segundo cálculos do promotor. Como a intenção verificada era de superfaturar os contratos em aproximadamente 30%, a estimativa do promotor Marcelo Mendroni, do Grupo de Atuação Especial de Combate aos Delitos Econômicos (Gedec), é que o sobrepreço tenha sido de R$ 835 milhões.
    Os contratos em que há suspeita de cartel são: 1) manutenção dos trens das séries S2000, S2100 e S3000, da CPTM; 2) extensão da Linha 2-Verde do Metrô; 3) projeto Boa Viagem, da CPTM; 4) projeto da Linha-5 do Metrô, inicialmente a cargo da CPTM e aquisição de 64 trens pela CPTM.
    Em abril do ano passado, a Justiça rejeitou uma das cinco denúncias. O processo era contra quatro empresários suspeitos de fraudar uma licitação para implantar sistemas de Metrô para os trechos Ana Rosa-Ipiranga e Ana Rosa-Vila Madalena, da Linha 2-Verde.
    Em sua decisão, o juiz André Carvalho e Silva de Almeida, da 30ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça, afirma que “percebe-se que eventual ‘cartel’ formado com vistas a fraudar processo licitatório está inserido na ilícita conduta de fraudar a licitação, de modo que, pelo princípio da especialidade, somente este último deve prevalecer”. Como a fraude à licitação teria ocorrido em janeiro de 2005, o juiz calcula que ele prescreveu em 2013, isto é, oito anos após ter sido praticada.
    Polícia Federal
    Em dezembro, a Polícia Federal concluiu o inquérito do caso do cartel dos trens em São Paulo e encaminhou o caso para a Justiça Federal. No total, 33 pessoas foram indiciadas por: corrupção ativa, corrupção passiva, cartel, crime licitatório, evasão de divisas e lavagem de dinheiro – os crimes podem ser diferentes conforme o indiciado.
    As empresas envolvidas teriam, entre 1998 e 2008, durante governos do PSDB, feito um acordo para dividir entre elas contratos de reformas no Metrô e na Companhia Paulista e Trens Metropolitanos (CPTM).
    Entre os indiciados estão executivos que, na época, trabalhavam em empresas multinacionais e também nacionais que, de acordo com a investigação, faziam parte de um esquema que, pelos cálculos do Ministério Público de São Paulo, provocou um rombo de R$ 834 milhões. Também há ex-diretores da CPTM e o atual presidente da companhia.
    A PF diz que era um jogo de cartas marcadas. As empresas não só superfaturavam em até 30% o preço das obras e dos trens, como combinavam qual delas faria a proposta vencedora de determinada licitação. Pelo acordo, quem vencia a licitação subcontratava as perdedoras. Para o esquema funcionar, as empresas pagavam propina a servidores públicos. Segundo a PF, lobistas intermediavam os pagamentos.
    O esquema foi denunciado pela Siemens. A multinacional alemã fez um acordo com o Comitê Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, em troca de não ser punida, revelou como funcionava o cartel.

  13. Resumindo em fórmula matemática.
    Blá blá blá x 246/246 x 1.76 x 0=
    a) nada
    b) nadinha de nada
    c) nada do mesmo
    d) todas as alternativas

    Acertou que apontou a alternativa “d”.

  14. Amigo da polícia. Tão de brincadeira, ele é amigo do Serra e Alckmin.

    Fudeu.

  15. Amigo da polícia. Tão de brincadeira, ele é amigo do Serra e Alckmin.

  16. QUEM MANDA NA ALESP É O ALKIMIM, SOMENTE O QUE ELE QUISER QUE É COLOCADO EM VOTAÇÃO. O RESTO SÃO MEROS FIGURANTES ! É A MÁFIA !

  17. É UMA LIÇÃO PARA DILMA…
    .
    NOSSO XUXU MOSTROU COMO SE FAZ PARA DOMINAR EM 99,99 % UMA ASSEMBLEIA…
    .
    SE DILMA FOSSE BOA ALUNA, TERIA 90% DO CONGRESSO EU SUAS MÃOS…
    .
    E A BANDA VAI TOCANDO !!

  18. É UMA LIÇÃO PARA DILMA…
    .
    NOSSO XUXU MOSTROU COMO SE FAZ PARA DOMINAR EM 99,99 % UMA ASSEMBLEIA…
    .
    SE DILMA FOSSE BOA ALUNA, TERIA 90% DO CONGRESSO EM SUAS MÃOS…
    .
    E A BANDA VAI TOCANDO !!

  19. Não parece que todos ali estudam em ESCOLA PÚBLICA , usam O SUS , não tem SEGURANÇAS e moram na PERIFERIA, Esperem que tudo vai melhorar!!!!!!

  20. eu murchei pq o PSDB ganhou!!! a questão da água foi e é séria!!!…eu pensei que o povo tivesse bom senso diante de tantos contratempos não foi isso que se viu!!!…agora TOMA NA TOBA por mais quatro anos.. passeata não adianta..tinha que ter dado o troco nas urnas…. agora é tarde..

  21. Eu não me elegi para cuidar de pobre, meu comprometimento é com as empreiteiras! Danem-se professores, policiais, profissionais da saúde. Querem rodovias boas paguem pedágio, tô nem aí com povo, e digo mais, na próxima vou ser candidato a presidente e o povo trouxa vai votar em massa em mim, vai ser só eu falar que vou implantar o detecta no Brasil inteiro e o povo engole!

  22. IA ME ESQUECENDO, A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA É COMO SE FOSSE O QUINTAL DA MINHA CASA, ALI EU FAÇO O QUE QUERO! KKKKKKKKKKKKAGUEI DE RIR!

  23. Bruno disse:
    22/03/2015 ÀS 15:33
    AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA: alegria dos manos. …………….convênio governo x pcc.

    Tudo acertado meses antes das eleições lá em Iaras/SP, inclusive o fim das revistas nas visitas dos presos (primeiro ato do governo eleito, antes mesmo da posse).

  24. Quero saber do reajuste salarial referente 2015 e quero saber se vai pagar o bônus ou não ? o resto não me interessa, não paga minhas contas ! A inflação esta corroendo nossos salários, com isso cada dia que passa nós ganhamos menos, falando nisso , cade os sindicatos e associações?

  25. E gente, o jeito é dar uma olhada no site da vunesp, para novos concursos, porque essa polícia está no fim

  26. Parabéns aos colegas que passaram no concurso do judiciário, mesmo ganhando menos em 2 anos passaram o salário da polícia, e assim mesmo, investindo no futuro.

Os comentários estão desativados.