Célio José da Silva é o novo diretor do Deinter 1 16

dr.celio

O delegado de classe especial Célio José da Silva será o novo diretor do Deinter 1 (Departamento de Polícia Judiciário do Interior), que abrange as regiões do Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

Natural de Cruzeiro, Célio José da Silva ocupava a Delegacia Seccional de Jacareí. Ele substituirá o delegado João Barbosa Filho na direção do departamento.

A nomeação do delegado para a nova função foi publicada nesta terça-feira (31 de março) no Diário Oficial do Estado. A SSP agradece ao delegado João Barbosa Filho pelos serviços prestados.

O delegado iniciou a carreira em 1986. Na região, ocupou as delegacias seccionais de Cruzeiro, Guaratinguetá e São José dos Campos, todas no Deinter 1. Também atuou como professor universitário nas áreas de Direito Constitucional e Administrativo.

Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

Dispensando, a pedido, João Barbosa Filho, RG 8.820.351, Delegado de Polícia de Classe Especial, padrão IV, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior – Deinter 1 – São José dos Campos, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, ficando em consequência, cessada a gratificação de “pro labore” correspondente.

Designando, nos termos do art. 1º, XXIV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º do Dec. 44.664- 2000, Célio José da Silva, RG 5.688.869, Delegado de Polícia de Classe Especial, padrão IV, para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior – Deinter 1 – São José dos Campos, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus à gratificação de “pro labore” de 12,4% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93.

  1. Ha ha ha.
    Na verdade, o DELPOL Seccional de Jacarei é o Dr. José Gonzaga Pereira da Silva Marques.
    O Dr, Célio JOsé da Silva encontrava-se na NASA.
    E Agora do nada, vira Diretor de Departamento?
    Vai entender essa PC.

  2. Deram um baita passa moleque na Polícia com a promessa de bônus por produtividade ! Os Professores receberam uma parte hoje e a outra kkkkkkk adivinha , ja nós Policiais não recebemos porra nenhuma !

    Eu não vou fazer mais nada e quero que se fodam !

  3. É O FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk CHUPA ESSA MANGA AGORA kkkkkkkkkk GOSTEI DA INVERTIDA !

  4. Tamanho das Fontes:
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    31/03/2015 – CCJ aprova tramitação de PEC da maioridade penal

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) acaba de aprovar o voto em separado do deputado Marcos Rogério (PDT-RO), favorável à admissibilidade da PEC 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Foram 42 votos a favor e 17 contra – resultado que gerou protesto de manifestantes presentes na reunião.

    Antes, havia sido rejeitado o relatório do Luiz Couto (PT-PB), que era contrário à proposta. Couto argumentou que a proposta fere cláusula pétrea da Constituição, o que a tornaria inconstitucional.

    No parecer vencedor, Marcos Rogério afirma que a redução da maioridade penal “tem como objetivo evitar que jovens cometam crimes na certeza da impunidade”. Ele defendeu que a idade para a imputação penal não é imutável. “Não entendo que o preceito a ser mudado seja uma cláusula pétrea, porque esse é um direito que muda na sociedade, dentro de certos limites, e que pode ser estudado pelos deputados”, disse.

    Já o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) lamentou o resultado: “Estamos decidindo mandar para um sistema falido, com altíssimas taxas de reincidência, adolescentes que a sociedade quer supostamente recuperar. É um enorme contrassenso.”

    PT, Psol, PPS, PSB e PCdoB votaram contra a proposta. Os partidos favoráveis à aprovação da admissibilidade foram PSDB, PSD, PR, DEM, PRB, PTC, PV, PTN, PMN, PRP, PSDC, PRTB. Já os que liberaram suas bancadas porque havia deputados contra e a favor foram os seguintes: PMDB, PP, PTB, PSC, SD, Pros, PHS, PDT, e PEN.

    Tramitação

    No exame da admissibilidade, a CCJ analisa apenas a constitucionalidade, a legalidade e a técnica legislativa da PEC. Agora, a Câmara criará uma comissão especial para examinar o conteúdo da proposta, juntamente com 46 emendas apresentadas nos últimos 22 anos, desde que a proposta original passou a tramitar na Casa.

    A comissão especial terá o prazo de 40 sessões do Plenário para dar seu parecer. Depois, a PEC deverá ser votada pelo Plenário da Câmara em dois turnos. Para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) em cada uma das votações.

    Depois de aprovada na Câmara, a PEC seguirá para o Senado, onde será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e depois pelo Plenário, onde precisa ser votada novamente em dois turnos.

    Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado. Se o texto for alterado, volta para a Câmara, para ser votado novamente.

    Fonte: Agência Câmara

  5. Maioridade penal…………deveria ser aos 12 anos de idade…………..

    Creio que até essa idade, talvez consigamos recuperar………..depois disso, só hipocrisia…….quem conhece a bandidagem hoje, sabe o que pensam e como agem……………..quando vêem esses defensores de bandidos, dão risadas, os chamam de facilitadores de “trabalhos”…..

  6. Um jovem de 12 anos de idade tem discernimento dos seus atos ???

    Brasil……….Pátria dos filhos mimados……..vamos continuar a reclamar e passar a mão na cabeça até quando ???

  7. Ai eu quero ver pais brasileiros, patrióticos, cidadãos, cortarem na própria carne………..

    Ai eu quero ver esse desgoverno estadual, com sua Fundação Casa, não dar conta de recuperar uma pessoa menor de 12 anos de idade………

  8. É, mas quem deixou a situação chegar assim foi a seccional anterior, Dra. Nilze, que só recolhia e não prendia.

  9. TERÇA, 31/03/2015, 17:43
    Justiça do Rio avalia afastamento de juiz acusado de assédio moral e sexual
    Sindicato da categoria diz que vítimas estão sendo coagidas a mudar depoimentos.
    por Thiago Mathias
    A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio está avaliando a possibilidade de afastamento de um juiz acusado de assédio moral e sexual contra servidores e estagiárias. Glicerio de Angiolis Silva atua em Miracema, no Noroeste Fluminense. Segundo as vítimas, o magistrado costumava fazer comentários sobre as roupas íntimas das subordinadas. Houve também convites para sair com as colegas de trabalho feitos pelo aplicativo de celular WhatsApp. Na quinta-feira passada, a corregedora-geral do Tribunal de Justica do Rio, Maria Augusta Vaz, determinou a abertura de sindicância para apurar as denúncias. Para o diretor-geral do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Rio de Janeiro, Alzimar Andrade Silva, o afastamento preventivo é fundamental, pois o juiz estaria coagindo as vítimas.
    “Como o caso é muito grave e são comarcas pequenas em que o juiz tem um grande poder e proximidade com as vítimas, isso acarreta uma pressão muito grande sobre os denunciantes. Tivemos a informação de que ele tem procurado as estagiárias que são vítimas e alguns servidores e proposto que eles mudem o depoimento. Isso é muito preocupante”.
    Alzimar Andrade acrescenta que as denúncias são de diferentes formas de desrespeito.
    “Jogar processo no chão, deixar servidores sem almoço ou até tarde da noite, ficar mudando todos os dias a localização de processos, mudar a rotina de trabalho sem comunicar a ninguém, remover servidor toda hora de sala ou de setor, prejudicando o andamento cartorário. Ele tem vários comportamentos no dia a dia que não condizem com quem quer de fato que os processos andem”.
    O processo de investigação corre sob sigilo no Tribunal de Justiça.

    Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/rio-de-janeiro/2015/03/31/JUSTICA-DO-RIO-AVALIA-AFASTAMENTO-DE-JUIZ-ACUSADO-DE-ASSEDIO-MORAL-E-SEXUAL.htm#ixzz3W222IfRK

  10. Bela notícia publicada hoje na Folha sobre as atividades da DIG de São Sebastião. O pior, a eventual ligação de integrantes do PCC com policiais locais da PCC(Polícia Civil Criminosa). A resposta das razões pelas quais a situação chegou nesse nível está no comentário reproduzido abaixo.

    É, mas quem deixou a situação chegar assim foi a seccional anterior, Dra. Nilze, que só recolhia e não prendia.

    A troca do Diretor já era esperada, ou melhor, demorou demais. A gota d’água foi essa bandidagem de São Sebastião.
    Nessa região tem de tudo, máfia de caça-níqueis, de leilões das ciretrans, de biqueiras, etc

    Parabéns ao GAECO da região e a Equipe Corregedora do Vale. Quero ver se as investigações vão alcançar diretores e seccionais.

  11. Nunca trabalhei com o Dr. Célio, mas por um episódio têm minha admiração.

    Trabalhava em uma Seccional do DEMACRO já há uns dez anos, e estava injuriado, na época Dr. Célio era Sec. Guaratingueta, fui até o interior e conversando com um colega, falando que tinha interesse de ir para o D1, ele falou para eu ir conversar com o Sec, fui até a Seccional, e por incrível que pareça o Dr. Célio me atendeu em sua sala, sem as triagens com chefe dos tiras, pegou meu falcão e disse que de graça não conseguiria me puxar, mas que iria ver se tinha alguma permuta, sai da sala pensando, “é só eu virar a costa que o delegado vai jogar o papel com o número do meu cel. no lixo”, dois dias depois o próprio Sec. me ligou perguntando se poderia passar o meu número para um tira que queria permutar, desacreditei da atitude do Dr. Célio, enquanto o Sec. da Seccional onde eu trabalhava, não sabia nem que eu era polícia, e para falar com ele tinha que falar com o Papa primeiro, o Dr. Célio que nunca me viu na vida fez esse corre por um estranho. Não estou puxando saco aqui não, mesmo porque não trampo no D1, mas é que enquanto alguns Depols. se acham Deus, este foi extremamente humilde, e se não foi só uma impressão minha, que ele tenha bastante sucesso como Diretor.

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