Sobre civilidade: A dor mais inalcançável é a da perda de um filho 22

PS – Que as redes sociais expõem o pior do ser humano, isso é uma obviedade. Mas causou especial repulsa nesta sexta (3) ver uma legião de cretinos diminuindo a morte do filho de Lu e Geraldo Alckmin, ao comparar um acidente com o inaceitável assassinato do garoto Eduardo numa “favela pacificada”. A dor mais inalcançável é a da perda de um filho. No Alemão ou no Bandeirantes.

Igor Gielow – Folha de São Paulo

  1. Cretino é quem tenta manipular os sentimentos alheios.

    Hipócritas e dissimulados estão vicejando não só pela internet, como no dia-a-dia da vida real, aproveitando-se de todos os momentos para demonstrar sua imensa falsidade.

    Estão com peninha da dona Lú e do Picolé, vão lá na casa deles, como fizeram aquele bando de políticos sem-vergonha na cara.

    P.S.: Liga antes, porque pelo que conhecemos de ambos, se for trabalhador humilde e pobre, a porta não será aberta para vocês.

  2. então são paulo tem 1.300.000 cretinos que desejam que o picole queime na laje do inferno,são os que não tem data base,são os que não tem filhos, são aqueles que morrem e passam fome pra dar segurança, educação e saude pra a população em troca de um salaria que mais parece menstruação so dura tres ou quatro dias. são esses que rogam pragas e mais pragas todos os dias para ver o xuxu se fuder. isso que esta acontecendo com ele foi ele mesmo que plantou,
    tem mais é que queimar na laje do inferno ele e os seus cupinchas.
    que reze para os opus dei.
    marcamos um encontro no inferno que vossa excelencia não vai ter ambiente no ceu

  3. ATÉ MORTO TEM MAIOR VISIBILIDADE, DEPENDENDO DO PAPAI E LUGAR ONDE MORA –

    Imagine a escalada, a abertura de telejornal, com as chamadas das notícias mais quentes do dia, os apresentadores tabelando em jogral:

    “Uma tragédia no coração do Rio!

    Em Ipanema, um menino de dez anos é assassinado com um tiro de fuzil!

    À luz do dia!

    Durante uma operação da Polícia Militar!

    O menino estava na porta de casa!

    E se chamava Jesus, Eduardo de Jesus Ferreira!

    E sua mãe se chama Maria, Terezinha Maria de Jesus!

    Às vésperas da Páscoa, o crime num cartão-postal do Brasil abala o país!

    A cerimônia da Sexta-Feira da Paixão foi cancelada no bairro!

    E no domingo, para o menino Jesus, que sonhava ser médico ou engenheiro, não haverá ressurreição!”

    Essa escalada não existiu nos telejornais da noite da quinta-feira, dia em que Eduardo de Jesus foi morto.

    Houve um que ignorou a notícia.

    Na sexta-feira teve jornal carioca que não deu a morte nem num cantinho escondido da primeira página.

    Na internet, como em outras plataformas do jornalismo, o noticiário foi ganhando envergadura ontem alimentado por duas fontes: as manifestações legítimas dos vizinhos de Jesus e a indignação cidadã que varreu as redes sociais.

    Só assim a morte covarde conquistou as escaladas da TV.

    Eduardo de Jesus não provocou uma comoção entre os brasileiros, e também no jornalismo, porque não vivia em Ipanema.

    Era morador do complexo do Alemão, onde ontem houve protesto, no lugar da Paixão de Cristo.

    Ele não sonhava ser médico ou engenheiro, mas sim motorista ou bombeiro _era este o digno horizonte do menino da favela para seu futuro de trabalhador.

    Já pensaram o impacto de ouvir uma mãe da zona sul, e a dor suprema de mãe e pai independe de classe social, dizendo ter ouvido de um policial militar “saia daqui, senão vou matar você também!”?

    Foi o que Maria, a empregada doméstica mãe de Jesus, contou ter falado um PM. Mas a Maria não vive na zona sul.

    Inexistiu o tiroteio descrito pelos policiais, ela disse. Só escutou o tiro de fuzil que matou seu filho, o caçula da prole de cinco.

    Ela pensa em voltar para o Piauí, de onde veio no ocaso da década de 1990 para tentar a sorte no Rio.

    Além do drama de toda mãe e todo pai que perdem um filho, o episódio do Alemão tem outro componente relevante ao jornalismo, ao menos o jornalismo que se pretende fiscal, e não porta-voz, do poder: é possível ou provável que um servidor público tenha assassinado Jesus. O que incentiva a discussão sobre o tratamento oficial de populações humildes como inimigas. E sobre a Justiça necessária para desestimular a impunidade.

    Nem assim a morte comoveu muita gente, afora os que pensam “podia ser meu filho”.

    A explicação é óbvia, e vale para muitas almas e para o jornalismo: Jesus era pobre, sua família é pobre.

    Não é novidade, na última nação a abolir a escravidão e que figura entre as dez com desigualdade mais obscena.

    Anteontem, em 2013, milhões de brasileiros se revoltaram e choraram com duas dezenas de lojas quebradas no Leblon e deram de ombros para uma chacina ocorrida na Maré, numa invasão do Bope, poucos dias antes.

    Incrível país o nosso: vozes ditas esclarecidas esperneiam ao ouvir falar em luta de classes (até o Delfim Netto sabe que ela existe), mas só têm o coração machucado, machucado mesmo, não da boca para fora, quando a covardia ocorre no asfalto, e não no morro.

    Para cristãos, praticantes de outras religiões ou gente sem fé além da teimosa fé no ser humano (está difícil, viu), esta Páscoa é para pensar em Jesus.

    Em Eduardo de Jesus Ferreira, o menino que nunca será bombeiro ou motorista.

    ( do blog do Mário Magalhães )

  4. PM é morto em roubo a caixa eletrônico no ABC

    02/07/2011 12h12m

    Um policial militar morreu após trocar tiros em uma tentativa de explosão a um caixa eletrônico em Santo André, no ABC Paulista. O caso aconteceu por volta das 5h da manhã deste sábado.

    A PM fazia averiguação quando passou em frente a uma agência do banco HSBC, na Dom Pedro 2º e notou uma movimentação estranha. Quando os bandidos perceberam a presença da polícia começaram a atirar.

    Houve troca de tiros onde pelo menos três policiais foram atingidos. Um teve ferimentos no pé, outro teve o braço atingido e o último não resistiu e morreu. Os policiais feridos foram encaminhados ao Pronto Socorro do Hospital Municipal de Santo André.

    Os criminosos estavam armados com fuzil e conseguiram fugir. O caso foi registrado no 4º Distrito Policial de Santo André.

    Fonte: Jornal Diário do Grande ABC.

  5. Atenção: viram a “enorme” importância dada ao caso, pelo tamanho e riqueza de detalhes da matéria, acima? Em compensação: quando se trata do outro Tomaz ….

  6. “diminuindo a morte….” Ora quer dizer que há diferenças entre mortes, então? O que queriam? Que virasse feriado nacional? Meus sentimentos a Lu A., nenhuma mãe ou pai merece enterrar um filho, mas meus sentimentos também aos outros pais que nesse mesmo instante estão enterrando seus filhos, que pela corrupção, desmando, descaso, foram vítimas da omissão do poder público, morrendo em hospitais, nas ruas, etc.
    A morte é mesmo justa. Não poupa ninguém.

  7. Expresso meus sentimentos ao Governador e toda sua família. Que, Deus ameniza essa eterna dor de toda sua família.

  8. 20/03/2015
    Papa diz que pena de morte é fracasso do Estado de Direito 24
    por Flit Paralisante • Sem-categoria
    20/03/2015 10h17
    Cidade do Vaticano

    Neste momento confesso que errei

    ao comentar o post acima sem a devida cautela da leitura profunda do título

    então peço perdão pela pressa e pelas palavras . . .

    O Papa esta corretíssimo . . pois vincula sucesso ou não de alguma coisa

    dentro do estado de direito . . muito bem . .esta correto

    a pena de morte ou qualquer outra coisa não existe

    pois ESTADO DE DIREITO NÃO EXISTE . .

    existem esboços raros e robustos disto . . mas não é a regra . .

    E NO REINO GENOCIDA DE ALCOOL IN MIM DEAD

    isto não pode nem ser sonhado

    POIS APENA DE MORTE NO REINO DE ALCOOL IN MIM DEAD

    É A REGRA . . PELA ORDEM . . .

    POPULAÇÃO . . SERVIDORES PÚBLICOS . . . E INIMIGOS DO KRYMY . . .

    CIVILIDADE SRS ???

    ESTADO DE DIREITO ????

    RESPEITO ????

    DESDE CRFB 88 E PÇÇ$$$$$$$DB IN SUN PALU

    ESTÃO EXTINTOS QUALQUER TRAÇO DE

    RESPEITO

    CIVILIDADE

    HUMANISMO

    O REI ASSIM DECRETOU . . . E ASSIM SERÁ VOSSA MAJESTADE FIDALGA . .

    OLHO POR OLHO

    DENTE POR DENTE . . .

    e eu te pergunto: qual é o israelita que perdoa Hitler ???

    qual escravo francês não aplaudiu a guilhotina de Luis XVI ???

    CIVILIDADE ????????? não SRS . . .

    quem desceu ao nível da selvageria da barbárie do genocídio foi o REI e seus asseclas

    COLHAM . . . .E QUE COLHAM MAIS . . . .NO SANGUE real DELES . .

    não joguem nas nossas costas . . e não nos cobrem piedade . . .

  9. Em agradecimento a promoção pela aposentadoria, a diária alimentação bem diferenciada e principalmente ao RETP turbinado os puxa sacos e lambe bolas fizeram um comboio de viaturas com sirene ligada em homenagem ao filho do picolé de chuchu.
    Não tinha nada contra o rapaz que morreu, como outras vítimas da insensatez como é conduzido a saúde pública do Estado de SP, graças a Deus e minha vergonha na cara não sou petista ou pdsdebista, tive família e recebi educação, mas dó de um médico que não da valor a vida nunca terei mesmo.
    Pelo que muitos puxa sacos falaram quando morrer o filho do Marcola vocês ainda vão dar pêsames.
    Na guerra que vivemos hoje com total desrespeito as leis e a vida, não me venham com misericórdia ao inimigo.

  10. Na madrugada do dia 20 de maio do ano de 2013, faleceu na Santa Casa de Santos o menino Lucas Pereira Abrão, de apenas um mês e meio de vida. Lucas sofria de cardiopatia cardíaca de emergência e precisava ser levado com urgência a um hospital especializado na capital paulista, o Incor. Antes, no dia 14, o juiz da Infância e da Juventude e do Idoso em Santos determinou à Secretaria Estadual da Saúde a transferência da criança ” com urgência, até mesmo via helicóptero, para hospital de referência na capital”. Como não houve providências, o juiz enviou ofício ao governador para que mandasse providenciar o transporte imediato de Lucas a São Paulo. O helicóptero também nunca chegou. Lucas faleceu e foi enterrado em Praia Grande. Não houve comoção e a mídia não se interessou. A dor inalcançável coube aos pais de Lucas. Ninguém foi responsabilizado. (UOL notícias cotidiano)

  11. Luciano Ribeiro de Lara, vc é servidor público estadual?
    Vc é de família de policial morto ?
    Vc teve algum ente querido morto pela violência dentro do estado de SP?
    Vc é o pai do bebê que precisou da ajuda do Governo do Estado de SP ,mas não teve a tempo e como consequência, o bebê morreu?
    Vc é o pai do policial morto ao defender o filho do governador?
    Não, creio que não, caso contrário, não estaria chupando as bolas do governador, por que não é contra o seu rabo que tudo isso aconteceu.
    Caso seja, então vc deve subir ao reinos dos céus.
    Não estou feliz pela morte desse rapaz, especificamente falando, mas o governador de SP sofre da mesma dor (a de perder um filho), que tantos outros pais perderam vítima da violência que o governador não está nem aí para combater e de forma covarde, joga a responsabilidade para o governo federal, culpando a não vigilância das fronteiras.
    Manipulação dos dados de homicídios, ao sucateamento das polícias, sendo que arrecada mais entre todos os estados da federação.
    Quando se é omisso na violência, saúde e educação, como o governador é, sabe-se que está se plantando o mal e esse mal nascerá, crescerá e fará vítimas!!!
    Quantas pessoas morreram por que o governo ignora as suas responsabilidade das quais eu citei???
    O governador não está nem aí para a vida de cidadãos, caso contrário, daria o seu melhor para evitar essas perdas.
    Por que os que sofrem nas mãos desse verme, têm de vim aqui e solidarizar-se??!!
    Quantas vezes o governador foi ao velório de policiais mortos e prestou pêsames ás famílias desses policiais???
    O filho do governador morreu, fato, a galera tripudia em cima da dor dele, da dor em si, e não da morte do rapaz Thomaz!!
    Fácil não sofrer tudo isso que relatei e lamber o saco do Alckmin….
    Ele sofre da dor que ajudou a propagar, mesmo com os meios diferentes, mas com o mesmo resultado: A COVA!

  12. Disse tudo ( SERVIDOR ESTADUAL QUE ODEIA O PSDB E SEUS AFINS) Parabens, faço minhas suas palavras…

  13. So to curioso para saber de quem realmente é a aeronave. Tem alguem ai que possa esclarecer

  14. O FILHO DO GOVERNADOR, PELO JEITO ESTAVA ESCAPANDO DA MORTE, ALGUMA COISA ACONTECEU E DESTA VEZ ELA O PEGOU!

  15. QUAL FOI O MECANICO QUE APARAFUSOU A PA DO HELICOPTERO E NÃO DEU A DEVIDA ATENÇÃO AO APERTO.
    FALHA MECANICA,FADIGA DE MATERIAL ( o bichinho era novo e pouco rodado) OU INTRIGA DA OPOSIÇÃO.
    O COVAS QUER COMPANHIA

  16. Meu amigo mora ali na rua onde o helicóptero caiu e disse que viu três caras muito suspeitos,barbudos e usando umas roupas esquisitas e panos na cabeça,assim que a aeronave se aproximou um quarto que os acompanhava saiu do meio do mato com uma especie de cano grosso nas mão e dali saiu um negocio que atingiu o helicoptero afff será atentado terrorista?

  17. Caramba Dr. Flit Paralisante….faça-nos o favor de respeitar a nossa opinião. Não nos xingue por não compartilharmos a dor de quem pouco se importa com o bem estar de nossos filhos.

  18. QUE DEUS CONFORTE O CORAÇÃO DESSAS FAMÍLIAS. MAS VOLTANDO A NOSSA REALIDADE, BEM QUE O SIPOL OU SINDICATO OU ASSOCIAÇÃO PODERIA DAR ALGUMA INFORMAÇÃO SOBRE AS NEGOCIAÇÕES, OU AQUELES GRUPOS DE ESTUDO DO ANO PASSADO, REPETIRAM DE ANO (RSSS). ALGUÉM DÊ ALGUMA NOTÍCIAAA

  19. Daí, o imbecil, o canalha, o doente mental, comemora a morte do filho do governador achando que foi vingado por ter uma vida de merda! Tem horas que dá medo de trabalhar ao lado desses lixos!!!

  20. E um absurdo e uma pobreza de espírito esses comentários nefastos a respeito da morte do filho do governador. Provavelmente essas pessoas não são pai ou mãe. Pois quando um filho morre, não e o filho do governador ou de um policial, e na realidade a morte do filho do pai ou da mãe. Vc está na qualidade de pai ou mãe e não do cargo que ocupa. Espero que vcs nunca venham perder um filho.

  21. Magali e ………….Fodido e mal pago………….quero vê-los comentando também, no post do colega morto em São Sebastião

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