DIG de Santos prende quadrilha especializada em assaltar residências de veraneio no Guarujá 11

Presa quadrilha suspeita de assaltar residências em Guarujá

Entre os detidos estava uma doméstica, que furtou o controle do portão automático de um dos imóveis

BRUNO LIMA
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Bando foi preso quando se preparava para novo furto

Uma quadrilha suspeita de executar diversos assaltos a residência foi presa em Guarujá. O bando foi capturado na noite de segunda-feira (6), no Jardim Virgínia, enquanto se preparava para invadir uma casa no bairro. Durante a abordagem policial, houve perseguição e troca de tiros. Ninguém ficou ferido.

Dentre os presos está a empregada doméstica da moradia que seria invadida, Ivi Moreira de Souza, de 27 anos. Ela furtou o controle do portão automático do imóvel, enquanto era funcionária da casa, e passou informações sobre a rotina da família.

Os demais integrantes do grupo são os ajudantes gerais Daniel de Oliveira da Silva, de 23 anos, foragido da Penitenciária de Tremembé (SP); Daniel Souza dos Santos, de 20, namorado de Ivi; Sidney Leone Freitas da Silva, de 23, e o porteiro Caio Henrique Martins Charleaux, de 27.

Com a quadrilha, os agentes da DIG encontraram o controle do portão automático, dois revólveres municiados e uma arma de brinquedo, que estava no assoalho do carro usado pelo grupo, um Corsa verde, pertencente a Caio.

Na casa dos suspeitos foram apreendidos eletrodomésticos, telefones celulares, joias e roupas. Suspeita-se que os produtos tenham sido roubados em outras ações executadas pela quadrilha, em Guarujá.

Perseguição e tiros 

Ciente da onda de assaltos no Jardim Virgínia, policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) se dividiram em quatro viaturas descaracterizadas para localizar e prender o bando.

Por volta das 19 horas, os agentes encontraram o Corsa ocupado pelos ajudantes gerais e o porteiro trafegando pela Rua Florença. Foi determinada a parada do veículo, mas, assustado, o bando ignorou a ordem e fugiu.

Durante a perseguição, sentado no banco do passageiro, Daniel Silva efetuou disparos contra os investigadores, que revidaram os tiros. Em alta velocidade, o grupo seguiu até o final da Rua 13, no Areião, quando se entregou.

Durante revista ao veículo, os policiais localizaram as armas e o controle automático da residência, localizada na Rua Florença. Em conversas com os donos do imóvel, foram informados que o controle ficava na lavanderia da casa e que podia ter sido furtado pela ex-doméstica, demitida há cerca de dois meses.

Levado para a DIG, o bando foi apresentado ao delegado Luis Ricardo de Lara Dias Júnior. Preocupada com a prisão do namorado, Ivi compareceu à delegacia e, questionada, admitiu que havia entregue o controle à quadrilha e passado informações sobre os horários da família.

Lara autuou todos nos crimes de roubo, homicídio qualificado e associação criminosa. Assim, Daniel da Silva, Daniel Souza, Sidney e Caio foram recolhidos à cadeia anexa ao 1º de Guarujá. Ivi foi encaminhada à cadeia feminina de São Vicente.

  1. A PC pode ser dividida em três grupos:

    1-Setores administrativos, sem contato direto com situações de risco.
    2-Setores administrativos e operacionais, com contado nem sempre direto com situações de risco.
    3-Setores totalmente operacionais com elevado risco de confronto.

    Exemplo: remoção de presos

    No último D.O. Foi aberto um curso de tiro (T1) e o critério foi a carreira, Delegados, Investigadores e Agentes Policiais.
    Sabendo que no terceiro grupo existem várias carreiras não seria correto que o critério fosse o tipo de serviço que o policial executa e não a carreira?

  2. 07/04/2015 0:00
    Juiz pede socorro

    Cansado de ver tribunal ‘de joelhos diante de réus a troco de orçamento’, juiz quer intervenção: processos contra autoridades desaparecem ou acabam no ‘limbo jurídico’

    Na semana passada chegou à mesa da corregedora nacional de Justiça, Nancy Adrighi, uma correspondência incomum: cinco sindicatos estaduais de servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário pediram que o Conselho Nacional de Justiça determine “com urgência” uma devassa no Tribunal de Justiça do Espírito Santo. É o segundo requerimento de investigações sobre supostos atos criminosos no Judiciário capixaba, nos últimos vinte dias.

    A denúncia inicial partiu de um juiz. Em cartas à presidência e à corregedoria local, o desembargador Pedro Valls Feu Rosa descreveu a “realidade sombria” da instituição, que “parece ter sido ‘projetada’ para impedir que certos processos tenham tramitação”.

    Feu Rosa conhece como poucos a corte estadual, que já presidiu. Convive com ameaças. A mais recente chegou envelopada na tarde de sábado, 14 de março à sua casa, em Vitória. Avesso à escolta, mantém a rotina de passeios matinais e missa aos domingos. Por hábito, expõe no gabinete de trabalho a relação dos processos recebidos, com respectivas datas de entrada.

    Não há um único preso por corrupção nas celas capixabas. No entanto, sobram processos: “Não são um ou dois, mas dezenas. E praticamente todos arrastam-se há anos, com pouco andamento e sem julgamentos” — registrou nas cartas. “São pessoas acusadas de desviarem milhões dos cofres públicos (…) Os anos se passam e os processos seguem em uma espécie de ‘limbo jurídico’, aguardando o dia — humilhante para uma instituição — da prescrição.”

    Processos contra autoridades “desaparecem”, escreveu. “Confira-se: sou desembargador há 20 anos, presidente de Câmara Criminal, e nem assim consigo saber onde estão, e em qual estado, processos relativos a não uma, mas quatro operações policiais de ampla envergadura — três da Polícia Civil e uma da Polícia Federal.”

    “Fui relator daquela deflagrada pela Polícia Federal”, prosseguiu. “Há uma gravação, no inquérito, de um senhor que se apresenta como ‘organizador da fila de licitações’. Diversos municípios são mencionados de forma clara e inequívoca. Pois bem: já se passaram quase dois anos, e sequer consigo saber onde estão os processos!”

    “As denúncias contidas nestas quatro operações são gravíssimas, envolvendo desde corrupção até narcotráfico. E onde estão os processos? (…) É possível que não exista ‘fila de licitações’ ou sequer um dos atos de corrupção apontados. Sim, pode ser que não exista mesmo um corrupto sequer aqui no Espírito Santo — mas que se dê, até mesmo em benefício dos acusados, uma resposta. Eis o que peço enquanto juiz e cidadão: que o Poder Judiciário dê uma resposta!”

    Aos 48 anos, Feu Rosa se diz cansado de ver o Judiciário “tantas vezes de joelhos diante de réus a troco de orçamento”. A omissão, escreveu, “custa caro à população, desestimula os bons políticos, assusta os investidores, custa vidas, dadas as consequências dos escandalosos níveis de corrupção registrados.”

    Ele sugeriu a intervenção do Conselho Nacional de Justiça. O conselho é responsável constitucional pelo controle e transparência do Judiciário, mas tem sido gradualmente desidratado pela reação conservadora de parte da cúpula judicial. O caso do Espírito Santo é novidade nesse cenário: um juiz pede socorro para fazer a Justiça funcionar.

  3. MEU CARO “CARCEREIRO 13”!!
    VOCÊ TEM REALMENTE INTERESSE EM PERDER UM DIA INTEIRO INDO A MOGI PARA DAR MÍSEROS 100 TIROS??
    SE TIVER, ENTRE COM UM MANDADO DE SEGURANÇA PARA GARANTIR SEU DIREITO A ESSE TREINAMENTO!
    É CAUSA GANHA!!
    MAS SINCERAMENTE…..VÁ A UM ESTANDE E DÊ UNS TIROS QUE É MAIS NEGÓCIO!!!!!
    TRISTEZA A SITUAÇÃO A QUE SOMOS SUBMETIDOS!!

  4. Sr. PERDER TEMPO EM MOGI??? SÓ SENDO LOUCO

    A existência de um local para treinamento prático como o de MOGI é excelente, mas lamento a decisão da administração, se é que podemos chamar eles de administradores, pois já que o Estado não tem verba para todos treinarem, o critério deveria ser o de necessidade devido ao tipo de trabalho e não da carreira, quanto a treinar regularmente por meios próprios isto está fora do orçamento da maioria dos policiais.

  5. Quero comprar comida e pagar minhas contas……………..cade a porra do reajuste salarial e o tal bônus?

  6. 10/04/2015 20h11 – Atualizado em 10/04/2015 21h57
    Professores estaduais de SP decidem manter greve
    Docentes caminharam até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo.
    Sindicato quer aumento de 75%; governo diz que deu 45% nos últimos anos.
    Do G1 São Paulo
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    Professores da rede estadual de ensino de São Paulo decidiram, na tarde desta sexta-feira (10), manter a greve iniciada em 13 de março. De acordo com a PM, 20 mil manifestantes participaram do ato. O sindicato da categoria (Apeoesp), porém, diz que 60 mil pessoas foram ao protesto. O G1 acompanhou o protesto em tempo real.
    Os docentes se concentraram em frente ao estádio do Morumbi, na Zona Sul da capital, onde fizeram uma assembleia que decidiu pela continuidade da paralisação. Em seguida, caminharam até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

    GREVE NAS ESCOLAS
    Sindicato busca aumento em SP
    pedidos e propostas
    alckmin nega paralisação
    relatos de pais e alunos
    assembleia decide greve
    De lá, eles seguiram por ruas e avenidas do Morumbi até a Marginal Pinheiros e fecharam momentaneamente as pistas local e a expressa, sentido Rodovia Castello Branco. O grupo se dispersou próximo à Ponte Octavio Frias de Oliveira, a Estaiada, às 21h30.
    De acordo com a Apeoesp, o governo não abriu negociações salariais, apesar de quatro pedidos de audiência. Já a Secretaria da Educação diz que a entidade sindical, “cujas solicitações de negociação sempre são atendidas pela Pasta, na verdade, tem participado desde 2011 dos trabalhos conjuntos com representantes” da pasta.
    O sindicato alega que a Secretaria de Estado da Educação acenou com 10,5% de aumento para apenas 10 mil professores que se saíram bem em uma prova, ignorando outros 220 mil profissionais da rede. Dentre as reivindicações, os professores pedem aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior.
    Nesta quinta, a categoria já tinha realizado uma série de protestos. Durante os atos, que interditaram ruas de São Paulo e rodovias. Na ocasião, a diretora executiva da Apeoesp, professora Vicentina Martins dos Santos, disse que os atos têm um objetivo: “Estamos fazendo isso para chamar a atenção”.
    Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Educação afirma que “rechaça as inverdades divulgadas pela Apeoesp para tentar promover seu calendário de mobilizações políticas”. No texto, o governo ainda afirma que o movimento do sindicato “tem incitado os pais a não levarem seus filhos às unidades escolares para inflar a paralisação e usado, em alguns casos, até mesmo de violência.”
    A secretaria ainda defende que a valorização dos professores tem sido foco da gestão. “Os docentes garantiram, ao longo de quatro anos, um aumento de 45% em seus salários. O último reajuste se deu há oito meses.” O comunicado acrescenta que será pago, apenas em 2015, R$ 1 bilhão em bônus por mérito.
    O governo também garante que em seus dados oficiais, “baseados no cadastro funcional e não em estimativas aleatórias do sindicato”, o índice de comparecimento desta semana foi de 91%. “O que mostra que a ampla maioria dos docentes está comprometida com as atividades escolares e pedagógicas.”

    OS POLICIAIS DEVERIAM ESTAR FAZENDO O MESMO QUE OS PROFESSORES E NÃO DISCUTINDO SE A RODA DEVERIA SER REINVENTADA!

  7. Acabei de ligar na Secretaria da Fazenda querendo saber a data do crédito do tal do bônus para os Policiais Civis de São Paulo, onde fui informada que não há previsão, fui informada também que os funcionários da Secretaria da Fazenda estão esperando o crédito de seus respectivos bônus, sem informação de quando será.

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