1. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Sou a favor de uma boa conversa, mas verdade seja dita:

    No passado em algumas emissoras existiam algumas pérolas que adoravam meter a colher em sopa alheia, pois certas matérias a serem negociadas rendiam uma boa audiência.

    E hoje conforme vemos não é muito diferente, pois vejamos:

    Boa parte da sociedade sabe que para mexer em certos vespeiros deve-se tomar muito cuidado. Seguramente poderá existir muita gente graúda envolvida.

    Sabemos que para construir demanda muito tempo, dinheiro e bons profissionais, mas para destruir basta apenas um bom martelo, entusiasmo e uma boa força política.

    Doença existe em todo lugar e em todo corpo, mas somente um bom remédio pode vir de um imparcial e seleto laboratório.

    Fora isto, deve-se tomar muita cautela.

    Certas doenças ainda não foram identificados e quiçá seus vírus diagnosticados.

    Caronte.

  2. Li algures que o número de policiais federias que se suicidam é expressivo.
    Conhecedor dos expedientes manobrados por certo tipo de sindicalismo, tendi a ver a fuça de um oportunismo rombudo na matéria.
    Mas resolvi eu me despir de certo preconceitos, ao menos para leitura da matéria aludia e para a concepção desse singelo texto.
    Ora, ser policial, nem de longe, nem remotamente, pode ser considerado um mister, como dizer?, bolinho.
    As coisas, com o perdão da tautologia, bom, elas começam do começo. O ingresso, por certame público, já é em seus próprios termos um périplo de monta.
    Com efeito, você apostas suas fichas, estudando disciplinadamente e se submetendo ao uma miríade de provas, sem saber se, ao cabo, será mesmo exitoso.
    Bem me lembro eu que, nos cursinhos da vida, pessoas se consagravam como decanas. E para todos os neófitos no estudos era sumamente deprimente ver alguém se esmerando por sete, oito, nove, dez anos sem passar em um qualquer concurso.
    Mas ok. Isso não é algo corriqueiro. “Grosso modo”, quem não passa, seja lá por qual dificuldade, tem o discernimento de abandonar o barco em tempo mais exíguo.
    Para fins desse nosso digresso, o candidato passa. E, pouco importando para qual cargo ou instituição, ele se vê inserido numa instituição muito peculiar, muito idiossincrática e com uma arcabouço cultural e moral muito dela.
    De pronto, fica clarividente. E só sendo um quadrúpede para não perceber. Aquele binômio hierarquia/disciplina, concebido especialmente para forças militares e policiais, e sem o qual a instituição mesma se anularia, bom, do mais alto escalão até o último estrato, esse binômio é deturpado significativamente. Querendo dizer em última “ratio”, o seguinte: sempre terá alguém para cagar em sua cabeça. Fazendo você o certo ou o errado. Antecipo-lhes: não adianta chilique, não adianta melindres, não adianta expor suas suscetibilidades. As coisas são assim desde que o mundo é mundo. E, claro, não é uma exclusividade da instituição policial. Mas sim da…humanidade. As coisas na polícia talvez se reforcem em virtude do aludido binômio.
    Nessa sincera esteira, considerando que invariavelmente alguém defecará em sua cabeça, algum cínico há de perguntar: o que adianta então?
    Ora, resignar-se e ser safo. É preciso saber “ler” as pessoas, especialmente seus superiores hierarcas.
    Se o seu chefe é um poço de vaidade, o que lhe custa, por exemplo, incensá-lo um pouquinho?
    Ah, você não se presta a isso? Então, meu chapa, faça sua correria para sair de onde está. Só não me venha, ao depois, dizer-se funcionalmente assediado, com os olhos rasos d’água, se dizendo depressivo e na iminência de matar-se, se vc nem sequer dignou-se a reverter sua situação.
    Na moral, acho mesmo que a polícia não deve condescender com esse tipo de policial muito suscetível.
    Noutro diapasão, conjecturemos: nosso hipotético policial não faz o tipo acima. Nada disso. Ele é desenvolto. Desvencilha-se das aporrinhações dos superiores, tendo um bom trânsito. Percebeu, de início, que na polícia, de duas, umas: ou você faz parte da solução ou do…problema. Sem embargo, ele traz consigo uma outra compensação neurótica: quer-se reconhecido pela sociedade.
    Daí, caríssimos, a resposta condigna é mesmo uma sonora gargalhada.
    Meu chapa, à exceção de uma parcela diminuta, no geral, a sociedade não tem por você o menor apreço.
    Sem qualquer disfemismo, a maioria odeia-nos. E até aqueles que dizem gostar de nós não são absolutamente sinceros. Basta que uma atuação nossa seja em desfavor dele, para que todo aquele amor vire um ódio figadal.
    De uma vítima, claro, você pode esperar algum agradecimento. Mas, conforme-se, não será nada muito efusivo.
    Bom, além dessa duas considerações, não se esqueçam. Na qualidade de policial, pouco ou muito graduado, você lidará com aquilo que de pior há na nossa sociedade.
    Ninguém irá procurá-lo sem estar passando por uma situação aguda.
    Será sempre um rosário de problemas que você, bem ou mal, tentará deslindar.
    Ora, conseguirá fazê-lo, ora, não.
    Por isso, abraçar a profissão de policial demanda sim uma reflexão minimamente adulta e idônea. Do contrário, uma vez lá, pode mesmo aflorar arroubos suicidas.

  3. A sociedade mesmo que em sua minoria respeita o bom Policial, não respeita aquele que arranca senhoras da porta de bancos, o ladrão, o prevaricador, o subserviente , o correria; agora quem quer ser respeitado se da ao respeito .

  4. Não é POSSIVEL que nenhum sindicato se atente ao fato da nossa diferença no que diz respeito à alimentação com relação à PM. ESSA PATIFARIA já tem mais de um ano e ninguem faz NADA!!!
    Quanto ao Bonus, já passou da hora do governo se manifestar, o último foi pago em 15 de dezembro!!!
    Vão fazer o que??? Esperar acumular dois para nos pagar?????????????????

  5. Ate nos da http://www.showtimeradio.com.br termos recebido uma informação nesse sentido , eu ter ligado para um Delegado do DHPP que negou peremptoriamente a veracidade da informação, ate termos divulgado em nosso programa de sábado passado que o DHPP tinha recebido determinação de ” arredondar” ocorrências envolvendo a Policia Militar tudo estava parado. Infelizmente estávamos certos. Quando eu e afirmei que a chacina não tinha as características do PCC fui criticado .

O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade civil e penal do comentarista que venha a ofender, perturbar a tranquilidade alheia, perseguir, ameaçar ou, de qualquer outra forma, violar direitos de terceiros.O autor do comentário deve ter um comentário aprovado anteriormente. Em caso de abuso o IP do comentarista poderá ser fornecido ao ofendido!...Comentários impertinentes ou FORA DO CONTEXTO SERÃO EXCLUÍDOS. Contato: dipolflitparalisante@gmail.com

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s