1. Quanto custa cada bomba?

    Teria havido uso proposital para “justificar” nova compra?

  2. Polícia Civil regulamenta benefício para compensar horas extras (Mato Grosso)

    23 de maio de 2015 Publicações Sobre o Sindicato

    As horas extras trabalhadas por policiais civis serão compensadas com a regulamentação do Banco de Horas, no âmbito da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. A Resolução 19/2015, que normatiza o regime de sobreaviso, foi publicada no Diário Oficial, que circulou na última sexta-feira (07.05).
    O projeto para elaboração da Resolução do Banco de Horas foi discutido em audiências públicas, realizada pela Diretoria Geral, com representantes das categorias de delegados, escrivães e investigadores de polícia, em amplo debate sobre adequar a jornada de trabalho às necessidades de produção e demandas dos serviços.
    O delegado geral da Polícia Civil, Adriano Peralta Moraes, informou que a resolução entra em vigor no dia 1º de junho de 2015 e é considerada uma iniciativa inédita de valorização do servidor policial. “Essa era uma luta de mais de 20 anos, que sempre tratou de forma igual os que trabalham de forma desigual. Com essa resolução muitos poderão adiantar o tempo de aposentadoria com o gozo dos créditos”, destacou Peralta.

    O banco de horas é uma forma de compensação em que as horas excedentes trabalhadas em um dia são compensadas com a correspondente diminuição da jornada em outro dia. A ideia do sistema consiste na inovação de compensação de horas extras, mais flexível, possibilitando adequar a jornada de trabalho dos servidores às necessidades de produção serviços e regulamentar o regime de sobreaviso existente.

    O banco de horas, no âmbito da Polícia Civil, tem natureza compensatória e é destinado ao policial civil, como forma de possibilitar à compensação das horas extras trabalhadas, no exercício da função atinente a apuração de infrações penais, e nas atividades operacionais transitórias.
    Conforme regulamentação, a compensação das horas excedentes trabalhadas consistirá na compensação à diminuição da jornada em outro dia, que deverá ser acordado entre o servidor e o chefe imediato, prevalecendo o interesse público. As horas trabalhadas além da jornada poderão ser compensadas com entrada mais tarde ao serviço ou saída mais cedo, assim como folgas a mais na semana ou acréscimo de dias de férias; sempre de acordo com o interesse público e mediante prévia autorização da chefia imediata.
    O sistema de banco de horas deverá ser compatível com a escala de serviço normal e descanso obrigatório. Destacando que a jornada de banco de horas não exime o policial civil das obrigações contidas no artigo 120, parágrafo único, da Lei Complementar 407, de 30 de Junho de 2010.
    As horas excedidas de trabalho serão processadas e controladas pela Diretoria de Execução Estratégica, com registro na Coordenadoria de Gestão de Pessoas e inseridas no sistema GEIA (banco de horas planilha, Excel, cálculo, formulário, regras). As informações deverão ser repassadas pela chefia imediata mensalmente à Diretoria respectiva em que o servidor estiver subordinado devendo conter a quantidade de horas extras efetivamente trabalhadas e a quantidade de horas extras em sobreaviso a serem gravadas no banco de horas, detalhando as mesmas e expondo a necessidade que gerou o acrescido de horas laboradas e em sobreaviso.
    Em seguida, o Diretor procederá com a analise e depois de aprovado remeterá à Diretoria de Execução Estratégica a planilha mensal com os nomes dos servidores e respectivas horas a serem gravadas no sistema GEIA.
    O parágrafo único da Resolução explica que o envio de horas a serem gravadas no sistema GEIA constitui processo excepcional, e só será procedido quando a unidade não dispuser de meios para efetuar a compensação de jornada no respectivo mês.
    São impedidos de realizar atividades do banco de horas, todos os diretores e diretores adjuntos; policial civil que ocupe cargo comissionado e receba DGA´s 2, 3, 4 e 5; o policial civil afastado preventivamente ou cumprindo punição disciplinar no período da prestação do serviço; o policial civil que esteja exercendo suas funções em outros órgãos, poderes ou entidades; o policial civil que estiver em curso de formação, capacitação ou aperfeiçoamento interno ou externo da instituição, durante todo o período de realização do respectivo curso.
    Para efeitos de sobreaviso para cada três horas em regime de sobreaviso, equivalerá a uma hora de trabalho efetivamente prestada e que poderá ser inserida no banco de horas.
    Considera hora efetivamente trabalhada, aquela em que o policial civil estiver à disposição do Poder Judiciário em audiência para a qual tenha sido convocado e que tenha pertinência com a atividade policial, sendo a audiência devidamente comprovada mediante a apresentação de certidão judicial.
    A Resolução 019/2015, também da outras providências e entrará em vigor no dia 1º de junho de 2015.
    Polícia Civil MT

  3. Caro Hélio, jamais baixarei a seu nível, mas lhe reapoderei o que me perguntou com ironia, o responderei educadamente, pois não beiro ao desespero. A vontade do povo é sinônimo de democracia.

    Vamos lá.

    Eu não sou petista e não voto em uma só legenda, nunca fiz isso, faço escolha e acredito que são ecléticas, e como você eu tem partidos que jamais votaria (de novo então!!!! nunca), pois sei que o sistema politico partidário não reconhece a vontade do eleito e sim do partido, quem manda são os caciques.
    Quanto ao predicado não sei se sou merecedor de tal, minha convicção é a de que não. Posso não ser importante ou fazer sucesso para uma multidão, mas sei meu valor.

    Quanto a ser policia claro que sou estou aqui desde 2008, caso não saiba, estava na entrada do palácio participando do movimento paredista e sei quem estava em cima do caminhão, e depois se sentaram ao lado do SERRA e só teceu elogios, não era só ele não era o PAULINHO DA FORÇA também. Lembro bem o que eles fizeram, colocando a comissão de negociação em meio aos cinturões do choque, e pergunte quem recebeu a ligação que era para subir e negocia e logo depois, quando estavam entre os cinturões o que aconteceu. Minha primeira arma é a caneta, não a pistola, acredito que o trabalho que exerço esta de acordo com minhas atribuições. Posso lhe mostrar alguns relatórios e elogios.

    Agora se você não entendeu o que eu disse vou dizer de novo: Eu falei que o Bandeira errou em associar marginalidade a condição dos policiais que são pobres, eu quis dizer que a culpa é do comando e chefias, conforme poste aqui do flit que relembra a responsabilidade devida nas guerra, que quem é culpado pelo crime não são os soldados e sim quem dão as ordens. Quanto a forma do governo enfrentar o PCC, na minha opinião é equivocada e foge de qualquer padrão de País desenvolvido e comprometido com a transparência das ações policiais.

    Então, por fim veja o candidato a presidente que você se simpatiza ou idolatra, sei lá, e ainda veja as tentativas de derrubar o governo que o Brasil sofre por todos os lados (por quê será que incomoda tanto aos ricos, digo milionários, assim:

    http://www.brasildefato.com.br/node/30063
    http://documents.worldbank.org/curated/en/2014/07/19909003/brazil-third-minas-gerais-development-partnership-development-policy-loan-project-brazil-third-minas-gerais-development-partnership-development-policy-loan-project

    Agora ficar defendendo mentiroso escorados na imprensa eu não, nunca votarei em uma pessoa dessa, nem em que levou, por três vezes o Brasil a porta do FMI a pedir empréstimos e, de quebra, comprou releição, agora odiada por muitos.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cotacao-do-real-sofreu-manipulacao-em-esquema-global,1691803
    30063
    Quer dizer que o vaiado GUIDO MANTEGA foi muito melhor do que podíamos presumir, além da crise ainda aguentamos a manipulação de grandes bancos em nosso cambio. Para seu conhecimento isso lesa e quebra Países.

  4. A propósito Hélio, é melhor você ver o que o VALDIR DE SOUZA postou acima e ver se a parte vale pelo todo, essa é uma velha tática mostrar somente o ponto sensível de algo. Sabe aquelas coisas que geram aquele tipo de resposta/pergunta: “queria ver se fosse com seu filho ou sua família” ai sai todo mundo loco, querendo ver sangue.

    Assista todos os videos na integra e não por parte, um completa o outro e dá para formar opinião, não assista uma montagem mequetrefe feita por imagem da imagem, digo uma filmagem oportunista, e pior somente parte de um discurso de 30 minutos, e não somente um momento de infelicidade e de despreparo.

    O Olímpio não esta defendendo a policia e sim o governador Beto Richa, em seus atos semelhantes aos que se pratica aqui em São Paulo. Pois em momento algum se vê ele falando de onde partiu e o motivo da declarações do (momento) infeliz de Bandeira, mas veja que Bandeira recriminou o comando.

    Veja que os professores apanharam por 30 minutos com bombas e gás. Bandeira não tem direito a se indignar, mas você com 41 segundos se mostrou tão revoltado, dois pesos duas medidas. O discurso verdadeiro durou 27 minutos é passível até de erro no discurso.

    30 minutos não são 40 segundos.

  5. Nao vale nem a pena comentar o que esse lixo desse advogado falou!!! Mas fico feliz pela atitude do deputado, que diga-se de passagem, sempre defendeu a policia.

  6. O que falta mais acontecer neste País ? Quando um Parlamentar do tipo desse Bandeira de melo, dá uma palestra em uma Universidade e diz: Que os Policiais se igualam aos bandidos, sendo os que os difere é uma carteira de funcionário do Estado, pois eles vêm do mesmo reduto de pobreza.
    Inconcebível, inaceitavel…
    Alguma coisa há de ser feita !!!!! Não basta os baixos salários, o desprezo social, a indiferença com o que os governos cuidam da segurança Pública.
    O caro Parlamentar está a altura do Governo Brasileiro, sem moral, sem escrúpulo…
    Nós Policiais, devemos nos conscientizarmos de tudo que anda acontecendo com nossa profissão, principalmente num País de corruptos, achacadores dos cofres Públicos, em virtude de um povo humilde que não sabe o valor que têm.
    Já há um bom tempo estou descrente em nosso País, não só acredito mais tenho certeza de que o Brasil jamais se recuperará, pelo contrário, sempre vai piorar. Estou em vias de me aposentar, e assim que conseguir, vou me mudar da região onde moro e pra onde for jamais direi que fui um Policial, pois,hoje em dia ser Policial é sinônimo de vergonha, a sociedade vê o Policial ou o ex policial com outros olhos.

  7. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Infeliz comparação deste cidadão que se apresenta como cicerone.

    Na minha terra ele morreria de inanição.

    Se somos igualados aos bandidos e portanto, desiguais do restante da sociedade, pergunto:

    a – Os Professores; os Magistrados; os Procuradores; os Promotores de Justiça; os Deputados; os Vereadores; os Governadores; o Presidente da Republica; e, etc, são igualados a quem?

    b – O Corrupto; O Fraudador; o Sonegador; o Aliciador; O Usurpador e, etc, são igualados a quem?

    Realmente é muito desconcertante ter que ouvir palavras desconexas proferidas de uma pessoa que até pouco tempo se fazia e se dizia ser o protetor e defensor dos PMs do Estado de São Paulo.

    Depois desta dita eu aconselho à todos os que de fato fizeram e pagaram pelos préstimos deste profissional, reverem não somente seus processos como também seus conceitos à respeito deste que um dia comeu da comida que os Senhores. humildemente serviram.

    Caronte.

  8. Tira Veio,

    NÃO CONCORDO QUE UMA CARTEIRA DIFERENCIE UM POLICIAL DE UM BANDIDO.

    Apenas uma correção: Bandeira de Melo não é jurista. Não é parlamentar.

    Vejamos, portanto, o que ele quis transmitir ou dizer com essa rejeitada comparação, aliás, conheci muitos PM com um pé em cada canoa, na zona de interseção entre legalidade e marginalidade. Da mesma forma, muitos bandidos se disfarçam de honestos. Penso que os mais patentes exemplos disso se traduziriam na prisão da gang na qual se integra José Maria Marin, bem como, na do ex-Capelão da Polícia Militar paulista. O que DEVEMOS refletir é sobre os demais envolvidos, em ambos os casos.

    Um dos parlamentares que rechaçou a fala do citado jurista, o Deputado Major Olímpio, sabe que não lhe compensou “queimar” a própria imagem, por isso omitiu-se de comparecer ao meu julgamento, no TJM-SP, em 2011. Ele não é bobo, reconheço. A maior prova disso se revelou, por exemplo, quando compareceu, em 05/08/2013, na casa dos Pesseghinni, a dizer: “AQUI HOUVE TRETA DE POLÍCIA”! Corretíssima sua “desconfiança” (para não dizer CERTEZA). E você, com muitos KM rodados, imagino, me poderia me ajudar nessa linha de raciocínio, a refletir sobre a seguinte indagação: poderia aquela chacina ter tido resolução (propriamente dita) em menos de VINTE E QUATRO HORAS?

    Há que se perscrutar se a fala de Bandeira de Melo é raivosa, revanchista ou se quis mostrar as precariedades das quais, “como regra”, emergem os policiais. Não tenho procuração e nem argumentos para defendê-lo. O que posso, devo e não me acovardarei em fazê-lo, você haverá de, caso queira, descobrir, com outra indagação que a deixarei, no final do presente texto, como suporte de minha conclusão entre a comparação entre policial bandido ou corporação bandida na qual ele se insere. Gostaria que refletisse, portanto, sobre sua equivocada interpretação, indutiva da condição de “parlamentar” do autor daquela comparação.

    Não apenas o Deputado Major Olímpio rebateu a tal comparação. O Vereador Coronel Camilo também o fez. E, assim, creio que muitos comungarão da mesma indignação.

    Afirmo que a PM paulista acha-se no mesmo nível de algumas facções criminosas. Afirmo, sem hesitar, que o OFÍCIO Nº GABCMTG-3939/200/13, de 14/10/13, É COISA DE BANDIDO DA MAIS SOFRÍVEL ESPÉCIE, assinado pelo Chefe de Gabinete do anterior Comandante-geral da PM paulista.

    Eis a prometida indagação: você perguntaria ao identificado Vereador se ele dispõe de argumentos convincentes para revelar (NESTE ESPAÇO) as razões ARBITRARIAMENTE CRIMINOSAS – perdoe-me pelo pleonasmo – de ter assinado o PD Nº CMTG-105/362/10?

  9. hc disse:
    25/05/2015 ÀS 23:09
    A propósito Hélio, é melhor você ver o que o VALDIR DE SOUZA postou acima e ver se a parte vale pelo todo …

    hc, muito oportuna sua observação, pelo que agradeço, porque embasada no meu comentário. Relembremos o que já dizia Gregório de Matos (o Boca do Inferno): “O todo sem a parte não é todo, e, nem a parte sem o todo não é parte”.
    Já que o Deputado Major Olímpio “respondeu na lata”, imagino que não lhe custaria também fazê-lo com relação à mensagem eletrônica que enviei ao OMISSO Coronel PM Cláudia Rigon, do CPA/M-6, pois, jamais me correspondeu.

    Eis a mensagem, na íntegra:

    Reaja, Coronel Cláudia: basta pedir ao BUROCRATA ALIENADO DE QUINTA CATEGORIA deixar de ser rogado, além de inconsequente e prevaricante, pois, ao invés de se interessar pelo meu pedido da degravação relativa ao BO/PM nº 4306, de 30/01/13, ele saiu-se com essas patuscadas, próprias de covardes, insertas no OFÍCIO Nº CMTG-3939/200/13, de 14/10/13, aduzindo que os fatos apontados compreendem-se no período entre 1998 e 2010.

    Bastaria Vossa Senhoria subsidiar o jornalista Fábio Munhoz, destinatário inicial da presente mensagem eletrônica, para que ele perceba o óbvio liame entre o episódio descrito no BO/PM acima citado com os anteriores, pelo ensejo de ele ter atendido ao meu pedido de comparecer ao 2º DP de Santo André, em 21/05/11, o que culminou com a reportagem, editada no Diário do Grande ABC, naquele dia seguinte, intitulada BRIGA EM SUPERMERCADO VAI PARAR NA DELEGACIA. Este lamentável fato, por sua vez, imbrica-se nos demais, como minha demissão, em 04/08/11, e minha forjada passagem à inatividade, em 13/02/10, operada pelo COMPARSA do CHANTAGISTA DE QUINTA CATEGORIA identificado na PARTE Nº CPM-105/14/09, sob protocolo nº CPM-1047/2009, de 20/10/09.

    Na condição de mulher, não vos seria naturalmente peculiar desinteressar-se pelas copiosas lágrimas do então Capitão PM Renata, do CPM (agosto de 2009), quando presenciou o citado CHANTAGISTA, aos berros, encomendando minha próxima transferência, a qual, de fato, se processou no início daquele ano seguinte, para o CPI/1, onde, o forjador da minha passagem à inatividade, no ato de minha recepção, repetiu a SAFADEZA protagonizada no CPA/M-6, em 01/09/07, quando o Tenente-coronel FRANCISCO RISSI FILHO, visivelmente dominado por substâncias tóxicas, engendrou mais uma “pegadinha” (PARTE S/Nº, sob protocolo nº CPAM6-3905, de 08/11/07), pretendendo me prender em “flagrante”.
    Nessa mesma condição (de mulher), bastaria perguntar ao Cb PM Andréia os motivos de não confiar nos “dignos do Oficialato” do CPA/M-6, os quais, além de não adotaram as demais providências relativas ao CRIME ocorrido na madrugada de 25/11/00, “esqueceram” que ele, então Sd PM Andréia, foi contido à porta do alojamento de Oficiais desse quartel, de arma em punho, pois premeditara assassinar os então Ten PM Couto e Ten PM Mata. Tanto não confiou nos “dignos” que apuraram tal episódio, que me confessou isso, mediante telefonema, em 29/08/13.
    Como pode esse BUROCRATA ALIENADO DE QUINTA CATEGORIA “deixar pra lá” tantas PATIFARIAS?

    Como poderia Vossa Senhoria se acercar, silente e sem reação, dos que repassaram ao vosso Cmt G os mais vergonhosos e abjetos informes, para a malfadada elaboração do OFÍCIO Nº GABCMTG-3939/200/13, de 14/10/13?
    Como seria possível Vossa Senhoria perder essa oportunidade de “fazer um limpa” no CPA – Comando das Patifarias Abafadas -, para tanto, expondo-me à imprensa, fiando na grata colaboração do identificado jornalista?
    _______________________________________________________________________________________________

    hc, a Polícia Militar, como tanto me disseram, na mina fase de recruta, não é uma fábrica de loucos. Veja-a e comprovo-a pior que o PCC!

    É lógico que, em análise individualizada de cada um que veste a farda de policial militar, o resultado é muito diferente, SEM A MENOR SOMBRA DE DÚVIDAS. Institucionalmente, mais aquinhoados, blindados e condecorados são os COVARDES. Ninguém nasce covarde, mas, movido pelas conveniências dos podres poderes, tornam-se SEM-VERGONHAS E CRIMINOSOS (piores que bandidos “comuns”), a exemplo do identificado CHANTAGISTA DE QUINTA.

    Observação: dois anexos (pedido de cópia de BO/PM e respectiva reiteração, à 3ª Cia do 6º BPM/M, complementaram a mensagem acima descrita, destinada ao identificado Coronel (transferido daquele CPA, em janeiro deste ano).

  10. POLÍCIA PROCURA PROCURA SUSPEITOS DE MATAR CAPITÃO EM GUARULHOS

    LUCIANO BOTTINI FILHO – O ESTADO DE S. PAULO
    12 Maio 2014 | 13h 56

    Policial estava em bar quando três homens entraram no local anunciando o assalto; ele foi baleado no rosto após brigar com os assaltantes
    A polícia busca um trio de assaltantes que, segundo testemunhas, teria matado no sábado,10, o capitão da PM Marcos Ferreira Mata, de 45 anos, em um bar em Guarulhos, na Grande São Paulo. O caso foi registrado como homicídio pela PM, mas passou a ser tratado como latrocínio (roubo seguido de morte).
    O policial estava em um bar no Jardim Pimenta, em Guaru lhos, quando três homens se aproximaram da sua mesa. Dois deles chegaram perto da vítima e um terceiro, de um colega do capitão. Essa testemunha contou para a polícia que os três anunciaram o assalto, mas Mata reagiu.
    “Assalto! Perdeu, perdeu”, teriam dito os assaltantes. O capitão lutou contra eles, mas caiu no chão. Seu revólver foi pego no chão por um dos criminosos e ele foi atingido com disparos no rosto – pelo relato do amigo, foram dois tiros.
    O polícia foi levado ao hospital, mas já estava morto ao chegar. O caso está no 4º Distrito Policial de Guarulhos. Os três homens ainda não foram identificados de acordo com a polícia.

  11. Na mensagem que enviei ao Coronel PM Cláudia Rigon, mencione um CRIME que ocorreu em 25/11/00.

    Um dos Oficiais que seria assinado, dentro da sede do CPA/M-6 (alojamento de Oficiais) seria o Capitão citado na reportagem, acima. Pelo menos foi o que me disse a mãe da vítima, por telefonema, conforme destacado na postagem acima (desta data, às 12h28min).

  12. ESCLARECIMENTOS:

    A evitar-se interpretação ambígua, quero ressaltar que a mãe da vítima é o então Sd PM Andréia (atualmente é Cb PM reformado em decorrência de estranho “acidente de trânsito”, quando dirigia viatura da PM). Naquela condição (mãe do menino Patrick Figueiredo), correu àquele alojamento, de arma em punho, ao saber do crime ocorrido: atos libidinosos contra a identificada criança, praticados pelo então Ten PM Couto, na presença do então Ten PM Mata. Ambos estavam aparentemente embriagados.

    Dessas e de outras afirmativas, acerca do episódio, o agora Cb PM Andréia confessou-me que nunca conseguiu desistir. Chegou a me dizer (no citado telefonema): “NÃO ACABEI COM OS DOIS PORQUE MINHAS COLEGAS ME SEGURARAM E ARREBATARAM MINHA ARMA …”.

  13. Seriam abaladas as já fragilizadas estruturas da “reserva moral” (Polícia Militar paulista) pela postagem que poderia receber o seguinte título: NUNCA FORAM REBATIDOS, NA LATA, COMENTÁRIOS E POSTAGENS DE VALDIR DE SOUZA, NEM PELO DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO,

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