INICIATIVA EXEMPLAR – PMs cobram indenização do Palmeiras por agressões de torcedores organizados 30

Pedro Lopes – UOL

14/07/201506h00

Uma confusão ocorrida em 2012, em Araraquara, pode custar à principal torcida organizada da do Palmeiras e até ao próprio clube mais de R$ 700 mil: cinco policiais militares ingressaram com ação na Justiça cobrando indenização por agressões de membros da Mancha Alviverde.

O incidente aconteceu em uma partida entre Palmeiras e Botafogo na Fonte Luminosa, pelo Brasileirão 2012. Na ocasião, o alviverde vivia situação dramática e lutava contra o rebaixamento; exaltados, torcedores tentaram invadir o gramado e precisaram ser contidos pela polícia.

Os autores da ação não terão os nomes revelados pela reportagem – o processo corre em segredo de justiça. Na confusão, um deles afirma que teve uma fratura na costela, e todos sofreram ferimentos na cabeça. Segundo o relato, as cenas aterrorizaram crianças e famílias presentes no local e deixaram os próprios policiais com receio de trabalhar em outras partidas de futebol.

Depois do incidente, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva puniu o Palmeiras com perda de mando de quatro jogos e multa. O alviverde, inclusive, tinha realizado uma promoção com ingressos mais baratos, tentando convocar a torcida para apoiar o time na luta contra o rebaixamento.

Dois anos depois, em dezembro de 2014, cinco dos policiais agredidos decidiram entrar com ação, que cobra da Mancha Alviverde, do Palmeiras e da Federação Paulista uma indenização de R$ 724 mil pelos danos físicos e morais causados pela confusão. O clube é réu por ser o mandante do jogo; a federação por  ter permitido que ele ocorresse na Fonte Luminosa, que, segundo os PMs, não tinha condições suficientes para receber a partida.

Os policiais ainda afirmam que as imagens divulgadas na mídia deles sofrendo as agressões feriram sua imagem, sua honra e trouxe sequelas para as suas famílias.

A ação foi distribuída recentemente e organizada, Palmeiras e Federação Paulista ainda não apresentaram suas defesas. O processo corre na 1ª Vara da Fazenda Pública de Araraquara, no interior de São Paulo.

Reprodução/CBF

Súmula relata agressão de torcedores do Palmeiras em 2012

  1. Jefão cunhado do Jão da Penita de araraquara, amigo do Tocera, do Jaiminho e do Jairo da Dise disse:

    ALÔ COLEGAS DA PM, QUANDO RECEBEREM ,VAMOS TOMAR UMAS NO TOCEIRA…

  2. Jefão cunhado do Jão da Penita de araraquara, amigo do Tocera, do Jaiminho e do Jairo da Dise disse:

    CONHEÇO OS PRAÇAS, SÃO PESSOAS DO BEM E BONS AMIGOS…

  3. Vamos nos filiar no Tobiaspol, quem sabe não conseguimos tirar foto com nosso ídolo.

  4. DEVIAM COBRAR NA JUSTIÇA DOS “DI MENOR” QUANDO ROUBA SEU CARRO E O DESTROEM. PEGUEM E TOMEM TODOS OS BENS DA FAMÍLIA DELES. INDENIZAÇÃO PELO PÁTRIO PODER. O FILHO É MENOR E É INIMPUTÁVEL? BELEZA. O PAI E/OU A MÃE NÃO O SÃO. COBRE DELES. FEZ FILHO BANDIDO, ASSUMA A RESPONSA.

  5. Os sindicatos nada estão fazendo, enquanto isso os mais penalizados são os aposentados, maiores vitimas da inflação, haja vista que hoje um carcereiro e um agente policial, estão ganhando menos que um praça da polícia militar, valendo do auxílio alimentação PM – R$680,00 contra míseros R$120,00 para Polícia Civil. É hora desses sindicatos mostrarem serviço, agir de verdade, perante as desigualdades e desprezo a que estamos sendo sujeitados. É hora dos sindicatos darem um jeito de unirem – se, achar um norte e lutar pela causa a qual são responsáveis e pelo qual tem compromisso, partir para greve, não dar sossego ao governo, sindicatos existem para incomodar e não apenas para status, a Polícia Civil está afundando, aliás, porque ano passado tivemos 6% de reajuste enquanto a PM obtiveram 8%? Sendo que o N.U foi concedido apenas aos investigadores e escrivães, as demais carreiras foram prejudicadas por tabela, haja vista que os 8% já foi um péssimo reajuste, imagina nos que fomos rebaixados com apenas 6%, hora de trabalhar sindicatos, chega de fazer média, reajam.

  6. FIM DA VIOLÊNCIA POLICIAL! A SOLUÇÃO É ACABAR COM O PRESÍDIO MILITAR ROMÃO GOMES. disse:

    CARAMBA,
    MEUS PARABÉNS PARA ESSES PMS.
    SÃO MUITÍSSIMO MAIS INTELIGENTES QUE OS PMS DA ROTA, DO QUE O OFICIAL PADRE E TAMBÉM DOS OFICIAIS DO COMANDO GERAL CONTRUTORES DA SUPER VIATURA QUE CUSTARÁ MAIS DE 10 MILHÕES DE REAIS, DINHEIRO DOS COFRE PÚBLICOS QUE FORAM DESVIADOS PARA COMPRA DAS PEÇAS QUE SERÃO USADAS NA SUPER VTR!

    MEUS PARAB´NS MESMO.

  7. Põe pra arregaçar mesmo. Outra coisa quer reclamar de mim??? Não passe vontade, reclama por escrito e assina em baixo. Meu advogado tá esperando. Demorei mas aprendi.

  8. – PROCURA-SE MAIS UM ASSASSINO FARDADO; CONDENADO E FUGINDO FEITO RATO ASSUSTADO –

    Seria apenas mais um “fato isolado” ???

    Cássio Andrade Bigas, 39 anos, ex-cabo da Polícia Militar de São Paulo, está foragido da Justiça há 13 dias. Expulso da corporação no ano passado por ter executado Henrique Barbosa da Silva, de 18 anos, o Policial Militar foi condenado a 14 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado e fraude processual em 6 de fevereiro de 2013. A defesa entrou com recurso no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e a absolvição foi indeferida. Assim, o advogado Celso Machado Vendramini entrou com recurso especial no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e seu cliente aguardava a definição em liberdade, quando deixou o Presídio Militar Romão Gomes, no Jardim Tremembé, zona norte. No dia 18 de maio deste ano, o recurso especial também foi indeferido. Depois disso, a juíza Patricia Inigo Funes e Silva, do TJ-SP, determinou no dia 1º de julho deste ano que o ex-cabo deve se entregar, o que não aconteceu até a publicação desta reportagem.

    O delegado Carlos Sato, da Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil de São Paulo, afirmou que o ex-Polícial Militar continua foragido. A SSP (Secretaria da Segurança Pública) já havia afirmado, no início do mês, que “a Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil informa que o mandato de prisão está em aberto e o condenado é procurado”. A pasta também disse que “a Polícia Militar esclarece que o homem citado foi excluído da corporação em abril de 2014″. Questionado pelo portal da RedeTV! sobre a situação do PM, o advogado Vendramini foi enfático: “Já larguei esses caras faz tempo. Não tenho nada a ver com eles. Não sei de nada”.

    O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, reconheceu à época que o então cabo e um outro PM, Luiz Vianna Labella, 51 anos, tentaram simular um confronto com Henrique para ocultar o assassinato. Com isso, ambos foram presos em flagrante por homicídio qualificado. O cabo Labella foi inocentado em 8 de novembro de 2012, mesmo tendo afirmado em testemunho que atirou. No dia 9 de janeiro de 2013, ele já estava com uma arma em seu poder novamente. A Polícia Militar informou que o PM Luiz Vianna Labella foi excluído da corporação em abril de 2014, após processo disciplinar. Contudo, foi reintegrado em outubro do mesmo ano por decisão judicial. E atualmente, ele está afastado por problemas médicos.

    O cruzamento de Henrique com os dois policiais militares começou a se desenhar por volta das 2h daquele 18 de março de 2012, um domingo. Naquele horário, o jovem deixava a lanchonete Mc Donald’s do Shopping Interlagos, onde havia sido contratado há quatro meses para ganhar R$ 700 e ajudar seus pais a criar seus dois irmãos. Ele decidiu ir com amigos ao aniversário de uma colega no bairro Cantinho do Céu, na região do Grajaú, zona sul da cidade, onde seria morto horas depois. Enquanto isso, o supermercado Ki Preço Baixo, no cruzamento entre as ruas Francisco Inácio Solano e a Rubens de Oliveira, cujo uma das sócias era a esposa do cabo Labella, estava sendo assaltado. O caixa do estabelecimento foi arrombado e vários produtos, dentre eles muitas bebidas alcóolicas, foram levados.

    Os jovens que estavam no aniversário souberam do assalto que ocorrera naquela madrugada e ficaram apreensivos. Por isso, mesmo com a festa no fim, os adolescentes adiaram a volta para casa, que seria feita a pé. Ao jornal “Diário de São Paulo”, um dos colegas de Henrique afirmou, na época, que eles pensaram em desviar o caminho para não passar em frente ao Ki Preço Baixo, mas optaram por fazer o trajeto de sempre. “O Henrique até comentou que não devíamos nada e, por isso, não tínhamos com o que nos preocupar”, afirmou uma das testemunhas. Às 4h, a vítima e outros seis rapazes, de 14 a 18 anos, passaram em frente ao estabelecimento comercial, onde cruzaram com Bigas e Labella.
    Para explicar o caso, a polícia afirmou, na ocasião, que Henrique pegou uma lata de energético no chão, que havia sido deixada pelos bandidos durante a fuga. Foi nesse momento que os PMs Labella e Bigas começaram a atirar, de acordo com a corporação. A versão dos depoimentos dos dois policiais, ao qual o portal da RedeTV! teve acesso, não foi a mesma da instituição. Os policiais disseram que Henrique estava armado e atirou primeiro, o que depois foi comprovado como mentira. O primeiro tiro atingiu Henrique na nuca. O segundo, disparado a queima-roupa, acertou a testa. Os outros seis amigos da vítima, de 14 a 18 anos, fugiram. Eles chegaram a ser perseguidos pelos policiais, mas não ficaram feridos.

    No 85º DP (Distrito Policial), no Jardim Mirna, Labella e Bigas apresentaram um revólver calibre 38, com a numeração raspada, afirmando que era de Henrique. Entretanto, apenas cápsulas de calibre 380 e .40, compatíveis com as armas dos PMs, foram encontradas no local. Isso chamou a atenção do DHPP, que colheu o testemunho de sete pessoas que, sem exceção, disseram que Henrique foi baleado pelas costas e que estava desarmado. Com as provas, a investigação entendeu que a arma foi forjada, assim como o suposto confronto, para modificar a cena do crime. Enquanto a ocorrência era registrada, Labella conseguiu fugir, mas foi recapturado no Grajaú e levado novamente para o prédio do DHPP.

    RDTV reproduzido pelo site UOL

  9. Parabéns mesmo, não precisaram se envolver em tretas internas prá levantar uma grana, muito justa, pois todos eles foram vítimas do desrespeito de um monte de bandido, os quais sabedores da ausencia de leis no país em que residem .

  10. Eu vejo cada uma, a Mancha tem CNPJ, tem associados e vão cobrar do time? É isso?
    As vezes eu não entendo onde a justiça vai parar, deram nome a torcida, digo a um grupo da torcida e vão cobrar primeiro do time, até entendo que possa ser responsabilizado, mas deixar de cobrar da pessoa jurídica a quem são sócios sabido os torcedores.
    Ai fica fácil, pune mas nunca irá educar, na hora de dar uma pancada nas organizadas resolvem partir para cima dos times que possuem a maioria de sua torcida honesta e ordeira. Pune a maioria em detrimento de alguns outros, mesmo sabendo que são estes alguns outros que se associam. Serviria de exemplo, mas…

    VERGONHA. NÃO ACREDITO QUE A PM TENHA UM DEPARTAMENTO JURÍDICO ANTENADO COM A SEGURANÇA PUBLICA, OU O GOVERNO NÃO QUER PERDER VOTOS COM ISSO. UM OU OUTRO.

  11. Os Clubes de Futebol são entidades Privadas, com fins lucrativos sim (E BEM LUCRATIVO, EM TODOS OS SENTIDOS), Portanto acho que até a segurança deveria ser cobrada..e bem cobrada…Quanto esta iniciativa da PM acho valida e merecida…..

  12. Quem deveria ser processado era a policia militar ara quem os pms trabalharam no dia do jogo e ganharam do Palmeiras para fazer a segurança local. Todos os jogos a PM cobra por segurança , valor oficialmente recolhido a própria PM e não ao estado.

  13. cambada de oportunistas esses mikes incompetentes. A mancha é pessoa jurídica. Ela é que é responsável por seus associados.

    e outra: o juiz relatou na súmula que uma bomba foi arremessada pelos torcedores. E como a bomba entrou no estádio? Foi o palmeiras quem fez a revista nos torcedores??? Ou foram os PMs incompetentes (repito). Se o estádio não tinha condições de receber a partida o comando da PM é que deveria ter se manifestado nesse sentido. Os pms oportunistas deveriam era se rebelar contra o próprio comando, que determinou que lá estivessem mesmo quando se sabia que o local não comportava o evento. E contra seus colegas, que realizaram revista insuficiente.

  14. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Assunto interessante não acham?

    Se todos os prejudicados exigissem seus prejuízos, assim o mundo seria maravilhoso.

    Agora vejamos:

    Tem Oficial da Meganha na FPF; Tem Delegado de Polícia na FPF; mas, porque?

    Será que é para dirimir conflitos?
    Será que é comissão?
    Será que é para viabilizar a administração? Administração de quem para quem?

    Será este mesmo argumento utilizado pelo ex prefeito de São Paulo nas Subprefeituras?

    Será que foi para embrulhar alguém?

    Isto é acúmulo de função ou acúmulo de intervenção?

    Caronte.

  15. FIM DA VIOLÊNCIA POLICIAL! A SOLUÇÃO É ACABAR COM O PRESÍDIO MILITAR ROMÃO GOMES. disse:

    ELAS CONTINUAM DESCONTROLADAS ! disse:

    14/07/2015 às 19:41

    – PROCURA-SE MAIS UM ASSASSINO FARDADO; CONDENADO E FUGINDO FEITO RATO ASSUSTADO –

    Seria apenas mais um “fato isolado” ???

    Cássio Andrade Bigas, 39 anos, ex-cabo da Polícia Militar de São Paulo, está foragido da Justiça há 13 dias. Expulso da corporação no ano passado por ter executado Henrique Barbosa da Silva, de 18 anos, o Policial Militar foi condenado a 14 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado e fraude processual em 6 de fevereiro de 2013. A defesa entrou com recurso no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e a absolvição foi indeferida. Assim, o advogado Celso Machado Vendramini entrou com recurso especial no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e seu cliente aguardava a definição em liberdade, quando deixou o Presídio Militar Romão Gomes, no Jardim Tremembé, zona norte. No dia 18 de maio deste ano, o recurso especial também foi indeferido. Depois disso, a juíza Patricia Inigo Funes e Silva, do TJ-SP, determinou no dia 1º de julho deste ano que o ex-cabo deve se entregar, o que não aconteceu até a publicação desta reportagem.

    O delegado Carlos Sato, da Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil de São Paulo, afirmou que o ex-Polícial Militar continua foragido. A SSP (Secretaria da Segurança Pública) já havia afirmado, no início do mês, que “a Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil informa que o mandato de prisão está em aberto e o condenado é procurado”. A pasta também disse que “a Polícia Militar esclarece que o homem citado foi excluído da corporação em abril de 2014″. Questionado pelo portal da RedeTV! sobre a situação do PM, o advogado Vendramini foi enfático: “Já larguei esses caras faz tempo. Não tenho nada a ver com eles. Não sei de nada”.

    O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, reconheceu à época que o então cabo e um outro PM, Luiz Vianna Labella, 51 anos, tentaram simular um confronto com Henrique para ocultar o assassinato. Com isso, ambos foram presos em flagrante por homicídio qualificado. O cabo Labella foi inocentado em 8 de novembro de 2012, mesmo tendo afirmado em testemunho que atirou. No dia 9 de janeiro de 2013, ele já estava com uma arma em seu poder novamente. A Polícia Militar informou que o PM Luiz Vianna Labella foi excluído da corporação em abril de 2014, após processo disciplinar. Contudo, foi reintegrado em outubro do mesmo ano por decisão judicial. E atualmente, ele está afastado por problemas médicos.

    O cruzamento de Henrique com os dois policiais militares começou a se desenhar por volta das 2h daquele 18 de março de 2012, um domingo. Naquele horário, o jovem deixava a lanchonete Mc Donald’s do Shopping Interlagos, onde havia sido contratado há quatro meses para ganhar R$ 700 e ajudar seus pais a criar seus dois irmãos. Ele decidiu ir com amigos ao aniversário de uma colega no bairro Cantinho do Céu, na região do Grajaú, zona sul da cidade, onde seria morto horas depois. Enquanto isso, o supermercado Ki Preço Baixo, no cruzamento entre as ruas Francisco Inácio Solano e a Rubens de Oliveira, cujo uma das sócias era a esposa do cabo Labella, estava sendo assaltado. O caixa do estabelecimento foi arrombado e vários produtos, dentre eles muitas bebidas alcóolicas, foram levados.

    Os jovens que estavam no aniversário souberam do assalto que ocorrera naquela madrugada e ficaram apreensivos. Por isso, mesmo com a festa no fim, os adolescentes adiaram a volta para casa, que seria feita a pé. Ao jornal “Diário de São Paulo”, um dos colegas de Henrique afirmou, na época, que eles pensaram em desviar o caminho para não passar em frente ao Ki Preço Baixo, mas optaram por fazer o trajeto de sempre. “O Henrique até comentou que não devíamos nada e, por isso, não tínhamos com o que nos preocupar”, afirmou uma das testemunhas. Às 4h, a vítima e outros seis rapazes, de 14 a 18 anos, passaram em frente ao estabelecimento comercial, onde cruzaram com Bigas e Labella.
    Para explicar o caso, a polícia afirmou, na ocasião, que Henrique pegou uma lata de energético no chão, que havia sido deixada pelos bandidos durante a fuga. Foi nesse momento que os PMs Labella e Bigas começaram a atirar, de acordo com a corporação. A versão dos depoimentos dos dois policiais, ao qual o portal da RedeTV! teve acesso, não foi a mesma da instituição. Os policiais disseram que Henrique estava armado e atirou primeiro, o que depois foi comprovado como mentira. O primeiro tiro atingiu Henrique na nuca. O segundo, disparado a queima-roupa, acertou a testa. Os outros seis amigos da vítima, de 14 a 18 anos, fugiram. Eles chegaram a ser perseguidos pelos policiais, mas não ficaram feridos.

    No 85º DP (Distrito Policial), no Jardim Mirna, Labella e Bigas apresentaram um revólver calibre 38, com a numeração raspada, afirmando que era de Henrique. Entretanto, apenas cápsulas de calibre 380 e .40, compatíveis com as armas dos PMs, foram encontradas no local. Isso chamou a atenção do DHPP, que colheu o testemunho de sete pessoas que, sem exceção, disseram que Henrique foi baleado pelas costas e que estava desarmado. Com as provas, a investigação entendeu que a arma foi forjada, assim como o suposto confronto, para modificar a cena do crime. Enquanto a ocorrência era registrada, Labella conseguiu fugir, mas foi recapturado no Grajaú e levado novamente para o prédio do DHPP.

    RDTV reproduzido pelo site UOL
    —————————————————————————————————————————————————————–

    EU ME LEMBRO DESSE CASO E NÃO SABIA QUE A DECISÃO JUDICIAL FOI ESSA,

    É DEVER DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR SE EMPENHAR E LOCALIZAR ESSE ASSASSINO MENTIROSO QUE JÁ FOI ABONDONADO PELO ADVOGADO E PRENDE-LO.

    SE JÁ ESTÁ EM FUGA E NÃO OBEDECEU CUMPRIR A SENTENÇA JUDICIAL, SÓ FALTAVA A PM QUE TEM UMA SIMPATIA GIGANTESCA POR ASSASSINO FARDADO TAMBÉM RECEBER ESSE VERME EM SEU PRESÍDIO PARA FACILITAR UMA NOVA FUGA.

    NÃO DEVEMOS NOS ESQUECER QUE UM OUTRO ASSASSINO COVARDE FUGIU DO ROMÃO GOMES E OUTRO PRESO QUE SEQUER ESTAVA NO REGIME SEMI-ABERTO CONSTANTEMENTE FAZIA UM EXTRA NA RESIDÊNCIA DE UMA MAJOR QUE TAMBÉM JÁ ERA DO QUADRO DE FUNCIONÁRIO DO ESTADO DE SÃO PAULO, GRAÇAS A DEUS.

    IMAGINEM ENTÃO SE ESSE OUTRO LIXO TAMBÉM IR PARA O ROMÃO GOMES QUE É MANTIDO EM PÉ PARA RECEBER BANDIDOS FARDADOS E INCLUSIVE AINDA É MANTIDO PARA NÃO TRANSFERIR OFICIAIS BANDIDOS PARA UM REGIME PRISIONAL COMUM.

    DIZEM QUE JAMAIS UM OFICIAL FOI TRANSFERIDO DAQUELE LUGAR PARA UM OUTRO PRESÍDIO.

  16. ESSE BLOG É SÓ MALEDICÊNCIA. TÁ LOCO! OS PÉ DE PORCO FAZEM UMA QUE ESTÁ CERTO MAS AI VEM OS “CRÍTICOS” E SÓ FALAM MERDA. DEIXA OS PM PELO MENOS TENTAR. QUEM SABE SOBRA UM J PROS CARAS. ESSE BLOG É SÓ CRITICA. FODA-SE, DEIXA OS CARAS. QUE MERDA.

  17. Bom então ficou assim: EU ENTRO CONTRA QUEM EU QUISER.

    Acho valido, mas quem deveria e havendo recursos legais, por que não exemplar a mancha e outras organizadas.

    Mas não quanto pior melhor, e não perder votos ai simmmm!!!

  18. Apoio qualquer um que queira meter o ferro na mancha e no parmeirinhas.

  19. Agora você vê quem é polícia e quem não é, é exatamente o pessoal que fica de papo de maconheiro, que ficou contra os mikes, e pior, nem conhecimento do que esta envolvido tem.

    Primeiro, a mancha é uma organização formal, tem cnpj sim, e pode ser processada sim, já foi diversas vezes, tanto ela, quanto o Palmeiras, que como clube, responde como corresponsável. Segundo, a PM avisou que não existia condições de segurança, afinal, não tinha contingente, mas, a PM não tem poder para barrar a partida, a PM pode propor, pressionar, como pressionou na época, mas não tem autoridade para vetar o jogo, tal como aconteceu nas manifestações de abril, quando ela tentou transferir o jogo, mas não foi acatada.
    E é muito bom prestar a atenção no que vai dar, a sentença favorável, que é a mais provável, vai mudar nosso modo de trabalhar, vai mudar nossa rotina, e será uma verdadeira conquista para os policiais, que serão reconhecidos como cidadãos de carne e osso, e não só mais um número

  20. mas a pm já não recebe da fpf pra fazer segurança nos jogos? quem divide este $?

  21. Por falar nisso, a ADPESP e demais associações já pagaram aos policiais militares os danos causados pelos Charles no episódio do Morumbi quando da greve de 2008?

  22. Excelente iniciativa.

    Normalmente os clubes colocam muito dinheiro nessas “torcidas”: para que possam ir aos jogos, aos treinos e tudo mais. Ou seja: possuem estreita relação, então devem ser solidários na ação.

    Aí tem gente que fala: passou bomba na revista: fazer pente fino em quinze, vinte mil pessoas é uma tarefa inglória, e tem mais: torcedor que vai prestigiar o time NÃO PRECISA DE BOMBA.

    Isso mesmo, enquanto não fornos a Justiça reivindicar um pouco de dignidade para realizarmos nosso trabalho, ninguém vai fazer. Chega de esperar sindicato, aliás estou desfiliando do meu, nunca vi um representante colocar os pés em unidades que trabalhei e a situação ta preta, logo, entendo que vale mais ter CINQÜENTA REAIS NO BOLSO A CUSTEAR GENTE QUE FAZ TÃO POUCO POR NÓS.

  23. Noticia urgente no Diário Oficial de hoje 18/07/2015 seção 2 pagina 18!!Nomeados no dia 11/06/2015 pelo Desgovernador, simplesmente não tomaram posse 48 dos 239 Agentes Policiais e 50 dos 103 Escrivães de Policia!!O que será que esta acontecendo??Alguém ai saberia responder?

  24. SR. “MAIS DO MESMO, AGORA E SEMPRE”, E FÁCIL RESPONDER SUA PERGUNTA !, QUAL É O SR. HUMANO QUE CONSEGUE SECRETARIAR 700, 800 E ATÉ 900 I.P-s. AO MESMO TEMPO FAZENDO AS VEZES DE MUITOS “MAJURAS OCIOSOS” E, COMPLEMENTANDO, GANHANDO ESSA MERRECA DE SALÁRIO. SÓ SE O SUJEITO ESTIVER ALOPRADO. E, ME AJUDEM AÍ Ó !….

  25. SE O SALÁRIO SALÁRIO DE ESCRIVÃO POLÍCIA JÁ ESTA BAIXO IMAGINA O SALÁRIO DE AGENTE DE POLÍCIA KKKKKKKKKKKK

  26. SALÁRIO DOS N.U ESTÁ UMA MERRECA UMA TREMENDA INJUSTIÇA !!!!!!!!!!!!

    ASSIM COMO O SALÁRIO DE AGENTE É PIOR AINDA GANHANDO MIL REAIS A MENOS !!!!!!!

  27. 2 coisas à dizer sobre a matéria:

    1ª. A palavra “PMs” e “Exemplar” jamais devem ser usadas na mesma frase.

    2ª. Vão reverter esta decisão no Tribunal.

    Flw !

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